Mamãe dando de mamar/Cap6

Mamãe dando de mamar/Cap6


CAPÍTULO 6










Lulú: E aí, tudo bem, Sam? - disse a tia Lourdes enquanto continuava andando e olhava de lado para o sobrinho, mas fazia uma caminhada com muito rebolado e cada bundão se mexia de um jeito muito safado. E mais ainda porque são grandes.








Mae e filho





Sam: Emm.....! - acaba de ver os peitões enormes e lactantes da minha mãe e, no segundo seguinte, via minha tia andando com movimentos bem pronunciados, suas bundas gordas e poderosas pareciam tão gostosas. - Sim, tia, era minha mãe que disse que já vamos e que sim, sim, encontramos lenha. - eu disse, já que não podia contar que ela me mandou um vídeo dos peitões dela para dizer que estão me esperando!






Lulú: Ah! Agora entendi, minha irmã sente saudades do bebê dela! Hahaha! Eu devia emprestar ela um pouquinho...! - disse enquanto se inclinava para pegar a lenha, e suas nádegas gigantes faziam uma pose de cachorrinha muito gostosa. - vem me ajudar a carregar a lenha, Sam! - disse enquanto estava inclinada, balançou seu bumbum de cima para baixo devagar, como se dissesse (vem sentir toda essa carne, sobrinho).




A verdade, meu pau tava querendo explotar a cada segundo, se não era com vontade de esfregar na minha mãe... era na minha tia! Tava me acabando de tesão com essas gostosas!




Me aproximei da minha tia Lulú, quando cheguei ela se virou de lado para que eu esbarrasse na sua bunda gorda. Obviamente eu não estava indo em direção às suas nádegas, eu ia pegar a lenha, mas ela se virou de lado quando eu estava chegando e me parou com elas.








mama gostosa





Lulú: Vem cá... sobrinho! Me ajuda com essas madeiras, tem que levantar!!! - disse enquanto ela mesma dava empurrões com suas bundonas no sobrinho. - Consegue? - falou olhando de lado, por cima do ombro, umedecendo os lábios com a língua para fora, sua cara de perversão total.






Sam: Isso...! - falei enquanto sentia toda a carne se mexendo no meu pau, literalmente parecia um tambor, meu pau batendo nas suas nádegas, era uma loucura e do jeito que ela apertava meu pau entre elas hmm......- ammmm.... - não aguentei e gozei um pouco. Enquanto minhas mãos estavam na sua cintura, seus quadris largos, minha tia continuava de quatro inclinada segurando a lenha, mas a única coisa que ela fazia era esfregar entre meu pau! Sem pensar, só por puro instinto dei uma palmada na sua bunda....






Lulú: auhhhh...... Isso, isso....! Isso, bate nelas.....! Dá um tapa na minha bunda, sobrinho....! Por ser tia má! - disse enquanto dava pulinhos para fazer seu traseiro tremer mais.









tia e sobrinho






Sam: uf...! - Dei outra palmada mais forte e toda a carne dela tremeu na minha mão, dei outra de novo... mas dessa vez no final da palmada deixei minha mão na bunda dela e apertei forte! - Wow...! - Levantei o moletom dela e vi sua cintura, dava pra ver umas cadeiras enormes com uma bunda gigante! Sem pensar, puxei a calça dela pro lado e vi a carne deliciosa daquelas bundões. Que carne hein...!








mama de peitao








Lulú: Mas que sobrinho abusado, hein...! Hahaha! - sem parar de rebolando a bunda.






Naquele momento, senti suas mãos agarrando as minhas e as esfregando por cima, contornando seu corpo, mas ela quem comandava o movimento! Ela fez minhas mãos deslizarem completamente pela sua cintura, literalmente já estava abraçando ela, enquanto ela continuava inclinada e eu ainda sentia aquele **rabão** delicioso no meu pau.




Lulú: Sobrinho... você consegue pegar a lenha daí? - disse enquanto tentava segurar ao máximo suas grandes nádegas. - Vem cá... sobrinho! Me dá uma... mmmm... ou duas... mãos para carregar isso...! - disse Lourdes enquanto esfregava as mãos do sobrinho em seu estômago, virilha, até subi-las para seus peitos pesados. Como estava inclinada, toda a carne de suas tetas pesadas caiu nas mãos de Sam. - Mmmm... assim mesmo, meu Sam...!






Sam: Pois é, tia! Se eu consigo carregar tudo isso aqui...! Mmmmm...! - falei enquanto sentia as tetonas enormes da minha tia, eram bem parecidas com as da minha mãe, irmã dela. Só que as da mamãe estavam cheias de leite e por isso mesmo pareciam muito maiores, mais imponentes. Umas tetas dando leite ficam muito mais gostosas em todos os sentidos!






Lulú: Eu adoro...! - disse ao se levantar, mas sem deixar o sobrinho parar de abraçá-la, ainda com as mãos acariciando seus peitões, abdômen e cintura. - mas temos que nos apressar, sua mãe já deve estar nos esperando! - falou enquanto olhava de lado para o sobrinho e falava perto de seu rosto, dando um beijo bem marcante na bochecha, fazendo um som alto de Muack! - mas lembre-se, à noite, quando sua mãe dormir, você pode me visitar um pouquinho...! - e no final deu uma batidinha com a bunda nele.






Sam: hmm...... Sim, tia Lulú..... vou tentar! - falei, pensando que não iria, já que queria passar a noite toda com minha mãe, poder curtir o corpo delicioso dela perto do meu! Ou no final, talvez ir um tempinho com minha tia. Mas claro, só se aparecer uma oportunidade depois.




Começamos a carregar a lenha, claro que eu peguei quase tudo, minha tia só pegou um ou outro galho. E ela pegava de um jeito sexy, queria me deixar com tesão!






A gente tava chegando com a minha mãe, ela já tinha preparado a comida e o café, já eram umas 5 da tarde e já ia começar a escurecer.




Renata: Nossa... finalmente chegaram! Demoraram mais de uma hora...! Não achavam lenha? - disse fazendo gestos de irritação.






Sam: É, a gente foi longe mesmo, tô até suando, devia estar com frio e no fim tô com calor...! - falei, olhando de soslaio para minha tia. Como não vou ficar com calor, se o corpo da minha tia tá me deixando todo excitado.






Lulú: É, mana, eu também tô toda quentinha, muito...! - disse Lourdes enquanto se abanava, como se tivesse um leque na mão. Respirava ofegante e sorria ao ver seu sobrino Sam. - Foi difícil de achar. Haha! Se acabar, vai ter que ir você... hehe! Mas se não quiser, não se preocupa, eu volto lá...!!






Cada palavra da minha tia me deixava com um tesão do caralho e muito nervoso, nem quero imaginar o que minha mãe diria se descobrisse o que eu ando fazendo com minha tia. Mas era estranho, porque me deixava com um prazer absurdo!






Renata: Tá, tá, muito drama por uns galhos! Filho, faz a fogueira enquanto sua tia e eu começamos a servir. - Disse enquanto sorria para o filho e acariciava sua bochecha.




Sam: Tá bom, mãe, tô indo! - comecei a acender a fogueira enquanto minha tia e minha mãe ficavam juntas.




Passaram-se alguns minutos e depois de acender a fogueira, nos sentamos para comer. Passaram-se mais alguns minutos e já eram 18h30 quando terminamos de comer e já estava escurecendo. Já tínhamos absolutamente tudo pronto, as barracas, o fogo, a comida. Tudo era perfeito, era a melhor noite.




Depois falou minha tia




Lulú: já que a gente terminou de comer, vou pegar a garrafa que eu trouxe, pra dar uma apimentada no café hehe! Pra esquentar bem os corpos...! - disse enquanto se levantou e foi até a caminhonete.






Aqui não podia ficar babando vendo a bunda dela, já que minha mãe estava na minha frente e podia perceber como eu olhava para minha tia. Então segurei a vontade e não fiz isso.




Renata: Ahh, igual eu trouxe uma sacola de bombons para queimar e comer, já volto! - e se levantou.






Igual foi para a van atrás da minha tia, aqui sim deixei a baba escorrer vendo o bumbum enorme da minha mãe, sabia que ninguém me via, então meu olhar foi totalmente direcionado para o cu da mamãe, estava uma delícia... e grande...!






Depois de alguns segundos, elas chegaram. Estavam rindo demais, pareciam estar se divertindo muito, como duas colegiais da faculdade, só que gostosas demais e com muito corpo para serem universitárias.




Lulú: Passem suas xícaras de café, que vou colocar um pouquinho de pimenta...! Hahaha! - disse rindo enquanto olhava para a irmã e o sobrinho.




Sam: tia, pro meu bem pouquinho. - dei meu copo




Renata: vai se foder, permissão filho, mesmo que você ainda não tenha feito 18! Hehe. - disse olhando para Sam e piscando um olho.




Sam: Não tô muito a fim, mas valeu, se pá só tomo duas e já era. - falei e me sentei de novo. Enquanto minha tia servia o café com piquete.




Lulú: Toma. - disse Lourdes enquanto entregava sua xícara e também se sentava.




Começamos a conversar e tudo era tão maravilhoso. A conversa era boa, a gente fazia piadas, ria, estava sendo uma delícia, parecia que éramos amigos.






A verdade é que eu estava me divertindo muito. Além de como elas me deixavam com tesão, eu estava gostando de estar com elas no bom sentido. Passaram umas 2 horas, já ia dar 9 horas, óbvio que já estava completamente escuro. Minha tia e minha mãe tinham tomado umas 5 taças com piquete e comendo bombons, não estavam nem metade bêbadas, foi só um toque pra ficarem mais abertas, eu só tomei uma e pronto.






Sam: Essa comida... jantar foi foda! Gostei muito, sério. - Eu me levantei. - Vou arrumar os cobertores nas barracas.




Lulú: Vai lá, sobri, se quiser voltar, a gente ainda vai ficar aqui fofocando. - disse olhando para a irmã com um sorriso.






Renata: Se for beber, arruma a cama. Se quiser voltar pra conversar com essas senhoras...! Ou elas te entediam? - disse olhando para o filho com uma cara sarcástica.






Sam: Nem um pouco, na verdade o tempo voou, não imaginei que já fossem 9 horas. - olhei para o relógio. - na verdade já são quase 10... mas vocês conversem que eu vou preparar as duas camas! - fui arrumar as coisas. Óbvio que queria ficar de bisbilhoteiro e saber do que estavam falando.






Por isso, antes de sair, abaixei um pouco o volume da caixa de som que havíamos levado para ouvir música. Então preste bem atenção para conseguir escutar o que elas continuavam conversando, já que às vezes minha tia Lulú puxa uns papos quentes, tipo a conversa que ela teve outro dia com a minha mãe na sala sobre o vizinho gostoso dela. Aquilo me deixou ligadona!






Fui até a van, peguei os cobertores, primeiro peguei os da minha tia, e entrei na barraca dela para arrumar ou fazer a cama com os cobertores. Enquanto isso, continuei de ouvido aberto, a conversa continuava a mesma. Elas riam e tal.




Terminando na casa da minha tia, comecei a preparar a minha e a da minha mãe. Abaixei as cobertas e já dentro da barraca quando estava preparando, ouvi que a conversa era sobre um bebê ou algo assim, ouvi. Com meu celular, como estava conectado à caixa de som via Bluetooth, abaixei um pouco, mas pouco para que não percebessem e continuassem com a conversa normal.






Já comecei a ouvir melhor, claro, me coloquei na beirada da barraca e me aproximei o máximo que pude, sem que percebessem.






Lulú: Olha, mana, se dependesse de mim, eu teria tido outro filho. Eu queria um menino, mas no fim das contas me operei e aí nunca mais rolou o terceiro filho. E depois, como comecei a ter problemas com meu marido... bem, a vontade foi embora!






Renata: O que você tá dizendo...! Você queria ficar grávida de novo só pra ter peitos lactando de novo... hahaha! Ah, brincadeira, mana! Entendo o que você quer dizer!






Lulú: haha! Já que você falou, era um plus que a gravidez daria pro meu corpo, que elas ficassem maiores e que jorrassem porra...! Assim como as suas...! Olha só! Até com jaqueta dá pra ver umas coisinhas aí...!






Achei a conversa fofa e ao mesmo tempo gostosa. Infelizmente, eu só estava ouvindo e não podia ver o que elas faziam. Tinha certeza de que toda vez que minha tia falava algo sobre peitos, ela apontava ou apertava os dela ou os da minha mãe.
Mas fazer o quê, só podia escutar a conversa.







Ranata: Já sei...! Estou dando muito leite, não sei por quê... E eles estão ficando enormes...! E muito sensíveis...! Demasiado sensíveis, diria eu. Hehe!






Lulú: Você fala como se fosse pior pra você. Quando por dentro deve estar adorando...! Com certeza em todos os lugares que você chega, todos os homens, até crianças, ficam babando com seu corpo exagerado... hahaha!
Por que você diz que me entende? Você tem seu parceiro, um menino e agora uma menina.







Renata: Hahaha, acredite, isso enjoa na hora, mas me fazem me sentir jovem ainda, e mais ainda com o olhar que os jovens me dão! Hehehe.
Digo isso porque eu queria outro filho, mas agora que tudo acabou com meu ex-marido, as vontades sumiram, bem, as vontades não...! Mas com ele já não dá mais...!







Lulú: Já imagino como ficam te olhando, digo porque comigo também acontece e olha que eu tô mais velha, haha. Malditos moleques, parece que são uns tarados, só de ver tetas ou bunda grande, já perdem a cabeça... hahaha! E não a de cima, hein! Mas eu adoro que me olhem! E me saboreiem. O que você tá dizendo! Você ainda tá na idade e não tá operada! Ainda pode ter outro neném! Você acabou de fazer 36!




Eu estava ficando em choque, minha mãe ainda queria ter outro filho, ela ia ficar mais gostosa...! Mas com meu pai já tinha se separado, não me parecia que fosse só deitar com ele para ele fazer um filho nela!






Renata: Pois é, estão na idade e têm os hormônios... lá no alto, né? Hahaha! Sim, eu sei que você adora ser olhada, até mais...!

Tipo, sim, óbvio, sei que ainda posso ter outro filho, mas não tem mais com quem! Claro que quero que seja do mesmo sangue, não quero que meus filhos tenham meio-irmãos...! Mas também não quero voltar a transar com meu ex-marido só pra ter um filho, me dá nojo só de pensar que ele se envolve com outras mulheres... eca...! Que nojo...!







Lulú: Shhh.......! Hahahaha! Claro que você tem com quem! Mais fácil, que homem não vai querer meter em você pra te deixar de barriga! Hahaha! O problema é que você quer que seja do mesmo sangue e com seu marido já não quer mais!
Claro.....! Se eu tivesse um menino, te emprestava pra você ter outro do mesmo sangue.....! Hehehe!







Ranata: Mas que estupidez você acabou de falar...! Nem diga isso de brincadeira...! Como você pode pensar que eu me deitaria com um sobrinho, para que ele me engravidasse! Isso soa repugnante! Me dá ânsia só de pensar...!






Lulú: Ah, não precisa ficar assim...! Relaxa, mana! Assim seria do mesmo sangue e mais puro...! Como nas famílias de antigamente e reais! KKK! Eu, se não fosse operada e quisesse outro filho, obviamente pediria pro seu filho me ajudar! Tá bom, já! hahaha!!!!!






De ouvir essa conversação, minha cabeça estava explorando, e não a de baixo! Eu estava viajando na maionese. Minha tia tinha razão no que dizia, as famílias de antigamente tinham sexo entre si e tinham filhos pra ser exatamente do mesmo sangue...! Era na época dos reis e essas coisas.






Mas eu estava pensando, por que eu não poderia ser a pessoa que dá um filho para a minha mãe? E poder dar essa felicidade a ela de ter outro filho do mesmo sangue, sem precisar que seja com o meu pai!








mama gostosa





Só de ter mamado no peito dela, e eu já me imaginando penetrando ela, gozando dentro e deixando ela bem cheia de porra e bem barriguda... como eu pude pensar isso, minha mãe nunca deixaria eu fazer isso.
Só porque ela me deu leite não quer dizer que ela queira que eu esteja dentro dela...





Talvez eu já estivesse pensando besteiras e estivesse completamente errado e louco, por pensar algo tão repugnante como minha mãe disse. Mas por que não? Se antes faziam, por que agora não...?! Sei que isso nem aconteceria num sonho, mas me deixou muito excitado pensar em engravidar ela...!








CONTINUA 


BLOQUEARAM MINHA CONTA DE NOVO E APAGARAM MEU ANÚNCIO DE SCORT, NÃO SEI QUANTO TEMPO VAI FICAR ASSIM.

JÁ ATIVARAM MINHA CONTA, NÃO SEI O QUE ACONTECEU. MAS SIM, APAGARAM OS CAPÍTULOS DE LACTAÇÃO E SCORT.


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