Eu amo cinemas pornôs. Tipo Las Vegas: o que acontece no cinema pornô, fica no cinema pornô. Por incrível que pareça, desde muito moleque eu já ia no cinema pornô, bom, nesse caso, cinema erótico. No bairro Sargento Cabral, em Campo de Maio, tinha um cinema que às sextas à noite passava filmes eróticos. Como esquecer *La Ragazza di Trieste*, da Ornella Muti? As punhetas que eu dediquei pra ela. Já com uns 11/12 anos, nos sábados à tarde, com a galera do bairro, a gente ia naquele cinema que vivia cheio de tarado. Sempre passava um filme estrangeiro e algum argentino que mostrava um peitinho. O que você quer de mim? O cinema era uma bosta. As poltronas da frente estavam afundadas porque o piso de madeira tava podre. Então, mesmo com o fedor que tinha lá dentro, todo sábado a gente ia e, enquanto assistia o filme, a gente se preparava pra bronha que íamos bater enquanto comia um sanduíche de mortadela que comprava no cinema. No dia seguinte, às vezes a gente fazia punheta cruzada. Com o tempo, fecharam aquele cinema e, durante a adolescência, quase não fui em cinema pornô. Depois, comecei a ir no cinema de Once, cinema Constitución, cinema Estação San Miguel, cinema Ciudadela — nesse fui muito porque morava do lado. Depois vim morar em Mendoza e conheci o cinema Porkis, onde sou mais assíduo. Mas os famosos cinemas do centro de Buenos Aires, alguns já nem existem mais, nunca fui. Dias antes de uma viagem que tinha que fazer pra Buenos Aires, li uns relatos do cinema Ideal. Também vi um casal que faz conteúdo muitas vezes no cinema. Então fiquei na dúvida de como seria e, numa terça-feira às 2 da tarde, como tava perto, fui pro cinema. Já de manhã, como tinha planejado ir, tomei o trabalho de fazer uma lavagem interna no cu. Mesmo que fossem passar várias horas, não custa nada. Umas quadras antes, passei na farmácia e comprei uma caixa de camisinhas de 5 com lubrificante. Quando entrei, guardei a carteira e o celular na mochila e deixei lá. Guarda-roupa. A entrada em janeiro de 2026 sai 7000, o guarda-roupa 300. Como era minha primeira vez, me explicaram como eram as salas. Lá embaixo, duas salas gay e lá em cima tem três salas hétero e uma área privada com macas e tipo boxers. Depois que me preparei, fui pra cima.
Depois de subir um monte de escadas, entrei numa sala hétero. O filme tava uma bosta, travava, faltava cor, sem áudio e tão escuro que acho que não tinha ninguém lá. Saí e fui pra outra sala hétero que fica mais acima. Depois de mais um monte de escadas, cheguei. Tava com cheiro ruim e calor. Filme sem áudio e qualidade de imagem mediana. Tinha uns velhos, alguns se masturbando e outro dormindo. Saí de lá e, depois de descer um monte de degraus com cuidado por causa da escuridão, voltei pro salão central de cima. Aí fui direto pra área privada. Dentro de um boxer, tava em cima de uma maca um gordo totalmente pelado de quatro, esperando alguém comer ele. Em outro boxer, um cara sentado na maca recebia um boquete de um velho enquanto outros velhos olhavam. Um velho se virou, me olhou e disse "do que você gosta?" enquanto esticava a mão pra tocar na minha pica. Me virei e fui embora. Entrei na terceira sala hétero. Muito menor que as outras duas. O filme tava muito bom de ver e o áudio também. Tinha várias pessoas sentadas e um casal em pé. A maioria tava se punhetando. Sentei no fundo, tirei a pica e comecei a me tocar. De repente, veio o velho que tinha tentado pegar na minha pica. Sentou do meu lado, pegou na minha pica e começou a acariciar. Fez isso por uns segundos, levantou e foi embora. Eu fiz o mesmo e fui pra baixo pra ver como eram as salas gay. Antes, passei pelo banheiro e, sinceramente, impecáveis comparados com outros cinemas pornô. Ao entrar na primeira sala, demorei pra acostumar a vista porque tava muito escuro, já que a imagem do filme era bem escura. Tinha vários casais em pé no fundo se beijando e outros transando de pé. Parei perto do lugar onde estavam transando e, quando me viram, foram embora. Eu também fui e entrei na última sala que faltava conhecer. Essa era bem grande e o filme estava bem escuro, ainda mais que era de vários mulatos transando entre si. Essa sala estava bem mais cheia que as outras. Num canto, no fundo, tinha vários casais e trios transando. Alguns estavam pelados. Em várias partes da sala, tinha uns caras sentados se masturbando. E outros ajoelhados fazendo um boquete. Na frente, no meio da sala e na frente da tela, tinha um cara ajoelhado na poltrona enquanto outro estava comendo ele, e outros dois estavam parados ao lado com o pau pra fora. Aquela situação me excitou e eu sentei na segunda fila, perto deles, pra olhar. O grandão que estava sendo comido me viu tirar o pau e me masturbar, e fez sinal pra eu chegar perto dele. Levantei e fui até ele. Quando cheguei perto, percebi que ele e o cara que estava comendo ele estavam completamente pelados. O cara parecia um fisiculturista, grandão e musculoso, uns 40 anos. Quando fiquei na frente dele, ele pegou meu pau e colocou na boca. Eu ali, de pé no meio da sala, quase na frente da tela, estava recebendo um boquete dos bons. Às vezes ele enfiava meu pau até o fundo, e eu sentia os dentes dele na base do meu pau quando o cara que o comia empurrava ele pra frente. Os outros dois que estavam de cada lado também se ajoelharam e começaram a passar meu pau de boca em boca. Isso não durou muito, porque o cara que estava comendo ele tirou o pau do cu dele e foi até a tela, onde estavam as roupas deles, e começou a se vestir. O grandão também se levantou e começou a se vestir. Eu peguei e voltei a sentar onde estava. Quando o moreno que estava comendo ele já estava vestido, veio até mim, se ajoelhou do meu lado e começou a chupar meu pau de um jeito descomunal. Não só chupava, como parava e lambia a ponta, me olhando fixo. Ele abaixou bem minha bermuda e Ela abria bem minhas pernas e chupava minhas bolas e minha barriga. O grandão também se levantou do mesmo lado e puxou a rola pra fora, era curtinha mas bem cabeçuda e grossa. Ele mostrou pra mim e perguntou:
— Quer chupar?
Eu peguei e levei até meu rosto e comecei a lamber.
O outro continuava chupando minha rola bem devagar pra não me fazer gozar.
O grandão, como não tava confortável, se despiu de novo e subiu em cima das poltronas na minha frente, e pelado começou a comer minha boca.
Quem tava chupando minha rola tirou minha bermuda na hora e se ajoelhou na minha frente. Os outros 2 que estavam antes se ajoelharam, um de cada lado, e ajudavam a chupar minha rola.
Eu comecei a levantar mais minha bacia e passei minhas pernas por cima das poltronas da frente.
Quem tava na minha frente, do jeito que dava, chupava minhas bolas e meu cu. E os outros 2 passavam minha rola de boca em boca.
O grandão continuava fazendo malabarismo pra continuar comendo minha boca.
De repente, ele sentou do meu lado e passava a mão na minha barriga lisa, na rola e nas bolas.
Eu, com minha mão, continuei batendo uma pra ele não broxar.
Não curto homens, mas a imagem daquele cara grandão, musculoso, pelado, me comendo, me fazia pirar.
Então, sem nenhum pudor, perguntei:
— Você vai me comer?
Ele respondeu:
— Vamos, lá na frente.
Ele se levantou, pegou a roupa e, assim pelado, foi pra frente.
Quando vi ele indo, percebi que estávamos rodeados por uns 4 ou 5 olheiros que estavam batendo uma enquanto me chupavam.
O grandão, já na frente, enquanto colocava uma camisinha, fazia sinal pra eu ir com ele.
Então me levantei e deixei todo mundo que tava chupando minha rola e fui com o grandão.
Pelado da cintura pra baixo, fiquei de pé olhando pra tela e apoiei minhas mãos na frente.
Sem perceber, os que estavam me chupando na poltrona se juntaram a nós: um ficou atrás de mim, embaixo, e os outros 2 ajoelhados no chão, um de cada lado, e chupavam minha rola os 2 ao mesmo tempo.
Minha rola Ficava entre os lábios dela, enquanto o outro chupava minhas bolas e meu cu. O grandão ficou atrás de mim e disse: "respira fundo", enquanto passava lubrificante no meu cu. O cara que estava embaixo pegou a pica do grandão e guiou até a porta do meu cu. Tenho o costume de, sempre que vou ser penetrado, guiar a pica pra entrar e ter certeza de que tá com camisinha. Quando tentei enfiar, a pica dele começou a broxar. O cara que estava embaixo de mim começou a bater uma pra ele, e mal a cabeça entrou, broxou de novo. Ficamos assim um tempão até que, depois de um bom tempo, ele conseguiu colocar. Mas não tava dura; imaginei que aquela pica grossa ia doer, mas mal sentia, e pra piorar, era curta, então só de mexer um pouco já saía. Ele só conseguiu bombar 2 ou 3 vezes, segurando nos meus ombros, e broxou de novo. Eu ainda assim continuava curtindo a chupada magistral em dupla que estavam me dando. Às vezes, o cara de baixo chupava a cabeça da minha pica enquanto os outros a seguravam como um cachorro-quente com os lábios. Toda vez que sentiam que eu ia gozar, paravam. O grandão, vendo que não endurecia, passou um lenço de papel no meu cu e começou a chupar. Sentia a língua dura dele entrando no meu cu. Um tempo depois, os caras que estavam me chupando colocaram camisinha. Tentaram me comer, mas, igual ao grandão, a pica deles broxava. O grandão se ajoelhou na minha frente e começou a me chupar junto com o outro que já tava chupando antes. Juntos, não paravam de falar: "— Dá a gozada pra gente, joga tudo quentinho na nossa cara." Começaram a bater uma forte pra mim enquanto um cara me comia com a pica mole. Não aguentei muito mais e joguei vários jatos de porra na cara do grandão e do outro. Depois, tirei a pica semidura que tava no meu cu. Me limpei e vesti a bermuda. Todos se vestiram e foram embora sem dizer nada. Fui ao banheiro e limpei os restos de lubrificante do meu cu. Depois disso, fiquei vagando de sala em sala. E aí... Às vezes eu passava pelo reservado e o gordo continuava de quatro esperando alguém comer ele. De vez em quando eu sentava numa sala e me chupavam um pouco. Ele gozou umas três vezes no tempo que fiquei lá. Bem na hora que eu ia embora, vi que o cara da bilheteria tava explicando como funcionava tudo pra um cara de uns 30 anos, que parecia ser a primeira vez que ia. Olhei pra onde o cara foi, e ele subiu pra sala hétero. Segui ele pra ver qual era, ele entrou numa sala e ficou parado olhando o filme. Depois saiu e hesitou uns segundos, meio sem saber pra onde ir. Cruzou o olhar comigo enquanto eu tava seguindo ele e entrou no reservado. Segui ele e não tinha ninguém nos box. Só o gordo que ainda tava esperando alguém comer ele. O cara sentou numa maca e puxou a rola pra fora. Sentei do lado e ele pegou minha mão e levou até a rola dele, que tava aparecendo da calça. Não era muito grande, meio pequena, mas tava bem dura. Bati uma pra ele um tempo e ele pegou minha cabeça e guiou pra eu chupar ele. Enquanto eu devorava a rola dele, sentia a mão dele descendo pelas minhas costas e tentando enfiar no meu cu. Com a outra mão, ele segurava minha cabeça e apertava pra eu enfiar a rola toda na boca. Não era difícil porque não era muito comprida. O que incomodava era a quantidade de pelos que ele tinha, que atrapalhavam meu nariz. De repente, ele me deu uma camisinha pra eu colocar. Enquanto eu colocava, vi que o grandão e outro velho estavam olhando, se tocando. Assim que o cara colocou a camisinha direitinho, ele se levantou e ficou me encarando, como quem diz "me dá essa bunda". Levantei, abaixei um pouco minha bermuda, passei saliva no cu e me apoiei na maca. Abri bem as pernas pra dar a altura certa pra rola dele, e de uma vez ele enfiou até o fundo. Entrou fácil porque, com todos que tinham tentado me comer e não conseguiram, de tanto eu me dedar, meu cu já tava aberto. Assim que o cara sentiu que entrou toda, ele me segurou pela cintura e começou a meter. Forte. Deve ter me comido por uns 2 minutos no máximo e gozou. Tirou a pica do meu cu e saiu na correria. Levantei minha bermuda e desci no banheiro pra me limpar. Foi aí que vi o cara indo embora. Depois disso, dei mais uma volta e era mais ou menos a mesma coisa, então fui embora. No outro dia, voltei de novo e foi mais ou menos a mesma merda. Eles secam a pica de tanto boquete que dão. Mas não achei uma boa trepada. Pode ser porque os caras que vão tão sempre lá e já tão com a pica seca. Me chamou a atenção como o povo se despe fácil e fica pelado pela sala, e quantos tão transando na frente da tela, sendo que podiam ir lá pro fundo onde ninguém vê. A única coisa que destaco do segundo dia: lá fora tinha uma mina que ficou parada umas horas olhando pra dentro, mas depois foi embora. Vi em vários anúncios que vai casal e tem travesti trabalhando lá dentro, mas deve ser por causa do horário ou do dia, porque não vi nada disso. Vou ver se na próxima viagem consigo ir num fim de semana e mais tarde.
Depois de subir um monte de escadas, entrei numa sala hétero. O filme tava uma bosta, travava, faltava cor, sem áudio e tão escuro que acho que não tinha ninguém lá. Saí e fui pra outra sala hétero que fica mais acima. Depois de mais um monte de escadas, cheguei. Tava com cheiro ruim e calor. Filme sem áudio e qualidade de imagem mediana. Tinha uns velhos, alguns se masturbando e outro dormindo. Saí de lá e, depois de descer um monte de degraus com cuidado por causa da escuridão, voltei pro salão central de cima. Aí fui direto pra área privada. Dentro de um boxer, tava em cima de uma maca um gordo totalmente pelado de quatro, esperando alguém comer ele. Em outro boxer, um cara sentado na maca recebia um boquete de um velho enquanto outros velhos olhavam. Um velho se virou, me olhou e disse "do que você gosta?" enquanto esticava a mão pra tocar na minha pica. Me virei e fui embora. Entrei na terceira sala hétero. Muito menor que as outras duas. O filme tava muito bom de ver e o áudio também. Tinha várias pessoas sentadas e um casal em pé. A maioria tava se punhetando. Sentei no fundo, tirei a pica e comecei a me tocar. De repente, veio o velho que tinha tentado pegar na minha pica. Sentou do meu lado, pegou na minha pica e começou a acariciar. Fez isso por uns segundos, levantou e foi embora. Eu fiz o mesmo e fui pra baixo pra ver como eram as salas gay. Antes, passei pelo banheiro e, sinceramente, impecáveis comparados com outros cinemas pornô. Ao entrar na primeira sala, demorei pra acostumar a vista porque tava muito escuro, já que a imagem do filme era bem escura. Tinha vários casais em pé no fundo se beijando e outros transando de pé. Parei perto do lugar onde estavam transando e, quando me viram, foram embora. Eu também fui e entrei na última sala que faltava conhecer. Essa era bem grande e o filme estava bem escuro, ainda mais que era de vários mulatos transando entre si. Essa sala estava bem mais cheia que as outras. Num canto, no fundo, tinha vários casais e trios transando. Alguns estavam pelados. Em várias partes da sala, tinha uns caras sentados se masturbando. E outros ajoelhados fazendo um boquete. Na frente, no meio da sala e na frente da tela, tinha um cara ajoelhado na poltrona enquanto outro estava comendo ele, e outros dois estavam parados ao lado com o pau pra fora. Aquela situação me excitou e eu sentei na segunda fila, perto deles, pra olhar. O grandão que estava sendo comido me viu tirar o pau e me masturbar, e fez sinal pra eu chegar perto dele. Levantei e fui até ele. Quando cheguei perto, percebi que ele e o cara que estava comendo ele estavam completamente pelados. O cara parecia um fisiculturista, grandão e musculoso, uns 40 anos. Quando fiquei na frente dele, ele pegou meu pau e colocou na boca. Eu ali, de pé no meio da sala, quase na frente da tela, estava recebendo um boquete dos bons. Às vezes ele enfiava meu pau até o fundo, e eu sentia os dentes dele na base do meu pau quando o cara que o comia empurrava ele pra frente. Os outros dois que estavam de cada lado também se ajoelharam e começaram a passar meu pau de boca em boca. Isso não durou muito, porque o cara que estava comendo ele tirou o pau do cu dele e foi até a tela, onde estavam as roupas deles, e começou a se vestir. O grandão também se levantou e começou a se vestir. Eu peguei e voltei a sentar onde estava. Quando o moreno que estava comendo ele já estava vestido, veio até mim, se ajoelhou do meu lado e começou a chupar meu pau de um jeito descomunal. Não só chupava, como parava e lambia a ponta, me olhando fixo. Ele abaixou bem minha bermuda e Ela abria bem minhas pernas e chupava minhas bolas e minha barriga. O grandão também se levantou do mesmo lado e puxou a rola pra fora, era curtinha mas bem cabeçuda e grossa. Ele mostrou pra mim e perguntou:
— Quer chupar?
Eu peguei e levei até meu rosto e comecei a lamber.
O outro continuava chupando minha rola bem devagar pra não me fazer gozar.
O grandão, como não tava confortável, se despiu de novo e subiu em cima das poltronas na minha frente, e pelado começou a comer minha boca.
Quem tava chupando minha rola tirou minha bermuda na hora e se ajoelhou na minha frente. Os outros 2 que estavam antes se ajoelharam, um de cada lado, e ajudavam a chupar minha rola.
Eu comecei a levantar mais minha bacia e passei minhas pernas por cima das poltronas da frente.
Quem tava na minha frente, do jeito que dava, chupava minhas bolas e meu cu. E os outros 2 passavam minha rola de boca em boca.
O grandão continuava fazendo malabarismo pra continuar comendo minha boca.
De repente, ele sentou do meu lado e passava a mão na minha barriga lisa, na rola e nas bolas.
Eu, com minha mão, continuei batendo uma pra ele não broxar.
Não curto homens, mas a imagem daquele cara grandão, musculoso, pelado, me comendo, me fazia pirar.
Então, sem nenhum pudor, perguntei:
— Você vai me comer?
Ele respondeu:
— Vamos, lá na frente.
Ele se levantou, pegou a roupa e, assim pelado, foi pra frente.
Quando vi ele indo, percebi que estávamos rodeados por uns 4 ou 5 olheiros que estavam batendo uma enquanto me chupavam.
O grandão, já na frente, enquanto colocava uma camisinha, fazia sinal pra eu ir com ele.
Então me levantei e deixei todo mundo que tava chupando minha rola e fui com o grandão.
Pelado da cintura pra baixo, fiquei de pé olhando pra tela e apoiei minhas mãos na frente.
Sem perceber, os que estavam me chupando na poltrona se juntaram a nós: um ficou atrás de mim, embaixo, e os outros 2 ajoelhados no chão, um de cada lado, e chupavam minha rola os 2 ao mesmo tempo.
Minha rola Ficava entre os lábios dela, enquanto o outro chupava minhas bolas e meu cu. O grandão ficou atrás de mim e disse: "respira fundo", enquanto passava lubrificante no meu cu. O cara que estava embaixo pegou a pica do grandão e guiou até a porta do meu cu. Tenho o costume de, sempre que vou ser penetrado, guiar a pica pra entrar e ter certeza de que tá com camisinha. Quando tentei enfiar, a pica dele começou a broxar. O cara que estava embaixo de mim começou a bater uma pra ele, e mal a cabeça entrou, broxou de novo. Ficamos assim um tempão até que, depois de um bom tempo, ele conseguiu colocar. Mas não tava dura; imaginei que aquela pica grossa ia doer, mas mal sentia, e pra piorar, era curta, então só de mexer um pouco já saía. Ele só conseguiu bombar 2 ou 3 vezes, segurando nos meus ombros, e broxou de novo. Eu ainda assim continuava curtindo a chupada magistral em dupla que estavam me dando. Às vezes, o cara de baixo chupava a cabeça da minha pica enquanto os outros a seguravam como um cachorro-quente com os lábios. Toda vez que sentiam que eu ia gozar, paravam. O grandão, vendo que não endurecia, passou um lenço de papel no meu cu e começou a chupar. Sentia a língua dura dele entrando no meu cu. Um tempo depois, os caras que estavam me chupando colocaram camisinha. Tentaram me comer, mas, igual ao grandão, a pica deles broxava. O grandão se ajoelhou na minha frente e começou a me chupar junto com o outro que já tava chupando antes. Juntos, não paravam de falar: "— Dá a gozada pra gente, joga tudo quentinho na nossa cara." Começaram a bater uma forte pra mim enquanto um cara me comia com a pica mole. Não aguentei muito mais e joguei vários jatos de porra na cara do grandão e do outro. Depois, tirei a pica semidura que tava no meu cu. Me limpei e vesti a bermuda. Todos se vestiram e foram embora sem dizer nada. Fui ao banheiro e limpei os restos de lubrificante do meu cu. Depois disso, fiquei vagando de sala em sala. E aí... Às vezes eu passava pelo reservado e o gordo continuava de quatro esperando alguém comer ele. De vez em quando eu sentava numa sala e me chupavam um pouco. Ele gozou umas três vezes no tempo que fiquei lá. Bem na hora que eu ia embora, vi que o cara da bilheteria tava explicando como funcionava tudo pra um cara de uns 30 anos, que parecia ser a primeira vez que ia. Olhei pra onde o cara foi, e ele subiu pra sala hétero. Segui ele pra ver qual era, ele entrou numa sala e ficou parado olhando o filme. Depois saiu e hesitou uns segundos, meio sem saber pra onde ir. Cruzou o olhar comigo enquanto eu tava seguindo ele e entrou no reservado. Segui ele e não tinha ninguém nos box. Só o gordo que ainda tava esperando alguém comer ele. O cara sentou numa maca e puxou a rola pra fora. Sentei do lado e ele pegou minha mão e levou até a rola dele, que tava aparecendo da calça. Não era muito grande, meio pequena, mas tava bem dura. Bati uma pra ele um tempo e ele pegou minha cabeça e guiou pra eu chupar ele. Enquanto eu devorava a rola dele, sentia a mão dele descendo pelas minhas costas e tentando enfiar no meu cu. Com a outra mão, ele segurava minha cabeça e apertava pra eu enfiar a rola toda na boca. Não era difícil porque não era muito comprida. O que incomodava era a quantidade de pelos que ele tinha, que atrapalhavam meu nariz. De repente, ele me deu uma camisinha pra eu colocar. Enquanto eu colocava, vi que o grandão e outro velho estavam olhando, se tocando. Assim que o cara colocou a camisinha direitinho, ele se levantou e ficou me encarando, como quem diz "me dá essa bunda". Levantei, abaixei um pouco minha bermuda, passei saliva no cu e me apoiei na maca. Abri bem as pernas pra dar a altura certa pra rola dele, e de uma vez ele enfiou até o fundo. Entrou fácil porque, com todos que tinham tentado me comer e não conseguiram, de tanto eu me dedar, meu cu já tava aberto. Assim que o cara sentiu que entrou toda, ele me segurou pela cintura e começou a meter. Forte. Deve ter me comido por uns 2 minutos no máximo e gozou. Tirou a pica do meu cu e saiu na correria. Levantei minha bermuda e desci no banheiro pra me limpar. Foi aí que vi o cara indo embora. Depois disso, dei mais uma volta e era mais ou menos a mesma coisa, então fui embora. No outro dia, voltei de novo e foi mais ou menos a mesma merda. Eles secam a pica de tanto boquete que dão. Mas não achei uma boa trepada. Pode ser porque os caras que vão tão sempre lá e já tão com a pica seca. Me chamou a atenção como o povo se despe fácil e fica pelado pela sala, e quantos tão transando na frente da tela, sendo que podiam ir lá pro fundo onde ninguém vê. A única coisa que destaco do segundo dia: lá fora tinha uma mina que ficou parada umas horas olhando pra dentro, mas depois foi embora. Vi em vários anúncios que vai casal e tem travesti trabalhando lá dentro, mas deve ser por causa do horário ou do dia, porque não vi nada disso. Vou ver se na próxima viagem consigo ir num fim de semana e mais tarde.
10 comentários - Después de años de cine porno, conozco el cine Ideal
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Este relato sucedió en enero de 2026