Me chamo Maria, e já não controlo mais nada. Só se passaram alguns dias desde aquela tarde na estrada com Pablo e seus três amigos. Meu corpo ainda carrega as marcas: hematomas leves nos quadris, a buceta e o cu sensíveis quando me sento. Toda vez que me olho no espelho vejo uma mulher diferente: olhos cansados, lábios inchados, mas também um brilho doentio no olhar. Me odeio pelo que sinto, mas fico molhada só de lembrar como os quatro me usaram ao mesmo tempo. Hoje é domingo. Dia de família. Meu filho mais velho, Alejandro, convidou uns amigos para assistir o jogo na sala de baixo. Pediu permissão para usar a TV grande e trazer cervejas. Eu disse que sim, como sempre, fingindo ser a mãe gentil. Preparei algumas empadinhas, arrumei a mesa, sorri quando eles chegaram. Entre eles estava Pablo. Quando o vi na porta, com aquele mesmo sorriso arrogante do outro dia, meu sangue gelou e ao mesmo tempo senti um choque quente entre as pernas. Ele me encarou enquanto cumprimentava todos, como se compartilhássemos o segredo mais sujo do mundo. Eu baixei os olhos, fingi estar ocupada na cozinha. O jogo começou. Lá embaixo se ouviam os gritos, as risadas, o barulho das latas abrindo. Meu marido estava em viagem de trabalho, minha filha mais nova na casa de uma amiga. Só estavam os garotos lá embaixo… e eu aqui em cima. Subi para o meu quarto para me trocar, precisava de um momento sozinha. Fechei a porta, mas não tranquei. Nem sei por quê. Ouvi passos na escada. Suaves, mas decididos. A porta se abriu sem bater. Era Pablo. Fechou a porta atrás de si e girou a chave. Fiquei paralisada ao lado da cama, vestida apenas com uma blusa leve e uma saia curta que tinha escolhido sem perceber o quão provocante estava. — Oi, dona Maria — disse baixinho, com aquele sorriso que eu já conhecia —. Vim te cumprimentar direito. — Pablo, por favor… lá embaixo está meu filho. Eles estão todos… — sussurrei, recuando até bater na cômoda. Ele se aproximou devagar, saboreando meu medo. — Exatamente. Seu filho está lá embaixo gritando gols com meus amigos. E você aqui em cima, sozinha... com a buceta que chupou meu pau no outro dia. Tentei passar por ele em direção à porta, mas ele agarrou meu braço e me jogou contra a parede. Seu corpo grande me esmagou, sua boca cobriu a minha antes que eu pudesse gritar. Beijou-me com violência, metendo a língua, mordendo meu lábio até sentir sangue. —Nem um barulho, puta —sussurrou contra minha boca—. Ou eu desço e conto pro Alejandro como a mãezinha dele gozou quatro vezes enquanto a gente fodia ela na estrada. Forcejei, empurrei seu peito com as duas mãos, mas ele era mais forte. Levantou minha saia com uma mão enquanto com a outra tapava minha boca. Senti seus dedos afastando minha calcinha e entrando direto na minha buceta. Estava molhada. Porra, estava encharcada. —Sempre pronta, né? —riu baixinho. Virou-me de frente pra parede, puxou minha calcinha até os tornozelos e desabotoou sua calça. Senti seu pau duro, quente, pressionado contra minhas nádegas. Tentei me soltar, chutei, mas ele prendeu meus pulsos contra a parede com uma só mão e com a outra guiou seu pau até minha entrada. Entrou num empurrão brutal. Abafei um grito contra sua palma. Lá embaixo dava pra ouvir o comentarista do jogo gritando um gol; os caras rugiram de emoção. Ninguém ouviria nada. Pablo começou a me foder com força, mas controlando o ritmo pra cama não rangesse muito. Cada enfiada era profunda, possessiva. Mordeu meu ombro pra silenciar seus próprios gemidos. —Essa buceta é minha agora —sussurrou no meu ouvido—. Toda vez que eu vier na casa do seu filho, vou te foder. Na cozinha, no banheiro, na sua cama enquanto ele dorme do lado. Chorei em silêncio, mas meus quadris se moviam pra trás procurando ele. Meu corpo já não me obedecia. Senti o orgasmo se aproximando, vergonhoso e rápido. Ele percebeu. Acelerou, tapou minha boca com mais força. —Goza, mamãe. Goza sabendo que seu filho tá lá embaixo sem ideia de que o amigo tá arrombando a buceta da mãe dele. Explodi. Um orgasmo silencioso e violento que Ele me deixou tremendo contra a parede. Ele gemeu baixinho e se esvaziou dentro de mim, jatos quentes que senti escorrer pelas minhas coxas quando ele tirou o pau. Me soltou. Me deixou cair de joelhos, tremendo. Ele puxou a calça, limpou o pau com minha própria calcinha e enfiou na minha boca. —Guarda assim até o jogo acabar. E não se limpe. Quero que desça depois para servir as empadas com meu gozo escorrendo em você. Saiu tão tranquilo como entrou, fechando a porta sem fazer barulho.Eu fiquei ali, de joelhos no meu próprio quarto, com o gosto dele na boca e o sêmen escorrendo pelas minhas pernas. Minutos depois, desci para a sala com a bandeja de empadas. Sorri, ofereci para cada um. Pablo me olhou nos olhos enquanto mordia uma, piscando para mim.
Meu filho gritou outro gol e me abraçou emocionado. Eu só conseguia pensar em uma coisa: na próxima vez que ele convidar os amigos para casa.
Não tem mais escapatória.
Sou dele. E o pior é que eu adoro.
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