Mi macho me exhibe y me comparte

Isso aconteceu num sábado à tarde, na primavera, um calorzinho gostoso, eu tava fazendo a lição de casa quando chega uma mensagem. Olho o celular e era o Matu (tá em relatos anteriores, mas basicamente era um cara mais velho — eu tava no ensino médio, ele tinha uns vinte e poucos — com quem eu jogava futebol, acabei entregando a buceta pra ele e ele foi me treinando nessa parada de sexo, a gente se pegava muito).
Matu: Como que tá minha putinha linda? — na hora senti meu sangue ferver e virar um turbilhão.
Eu: Haha bem, e você? — depois de uns minutos ele respondeu.
Matu: bem, com vontade da sua buceta — ele responde e manda uma foto do volume dele num shortinho. Mordi o lábio olhando a foto.
Sabia que ele tinha um churrasco e, na teoria, a gente não ia se ver, não tava planejado.
— Eu: Não tava num churrasco?
— Matu: Tô, é aqui no terraço, o pessoal já tá indo embora. Vem que quero te dar pica.
Não pensei duas vezes. Ainda era cedo, dava pra ir e voltar pra casa de noite.
— Eu: Beleza, vou me trocar e já vou.
— Matu: Vem gostosa.
Já sabia o que ele queria dizer com isso. Queria que eu fosse de shortinho claro e uma regata folgada. Não podia sair de casa assim, meus pais iam desconfiar: coloquei um moletom por cima do short e outra camiseta. Indo pra casa do Matu, passei num McDonald's, fui no banheiro e me troquei. Guardei tudo na mochila e caminhei as quadras restantes vestido do jeito que o Matu gostava. Comecei a andar e de repente me vi na casa dele, sem perceber tinha caminhado super rápido. Tava com o coração meio acelerado, entre a tesão e o nervosismo. Avisei que tava lá embaixo e ele veio. Abre a porta pelado e com aquele shortinho da foto que marcava bem o volume. Olhei ele de cima a baixo, admirando aquele homem bem másculo que eu gostava, meio musculoso, moreno, tatuado, com barba e piercings, e ele me olhou, eu de pele branca, magro, jovem, atlético e com uma buceta grande e redonda. Ele me deu espaço pra entrar e, mal fechou a porta, me atacou com beijos. Me colocou contra a parede e me beijou acariciando meu rosto, e lentamente foi descendo até a cintura e dali pra minha bunda. Meus beijos me deixavam muito excitado, ele já estava ligado, por isso me escreveu; dava pra sentir o tesão dele, a vontade que ele tinha de mim, isso me excitava o dobro. Me sentir desejado sempre foi o que me deixava submisso, porque me dava vontade de satisfazer o outro, de recompensar o desejo dele por mim. Nos beijos dele eu também sentia algo mais, tinha um gosto estranho. Me afastei dele pra perguntar.

- Eu: Você tava fumando ou bebendo?
- Matu: Os dois.

Rimos um pouco e ele voltou a me atacar de beijos. As mãos ásperas dele contra minha pele macia, a língua forte dele na minha boca contra minha língua fraca, sentia que ele tava me encurralando contra a parede como se estivesse pronto pra me comer ali mesmo. Ouvi risadas ao longe, vindo de cima.

- Eu: Seus amigos ainda estão aí?
- Matu: Sim, tão 3, daqui a pouco vão embora. - continuou me beijando e eu tive que interromper.
- Eu: Então não podemos ficar aqui assim.
- Matu: Que nada - ele disse com um sorriso de galã lindo e começou a baixar minha calça e minha cueca.
- Eu: Haha Para! Cê tá louco?

Matu fingiu que não me ouviu e continuou baixando minha roupa. Tentei segurar a calça mas ele tirou minha mão. Em um segundo fiquei nu da cintura pra baixo, do lado da porta de entrada, enquanto dava pra ouvir conversa e risadas vindo do terraço.

- Eu: Matías, para! Cê tá louco?!
- Matu: E isso? - ele disse pegando rapidamente meu pau, que apesar de ser pequeno tava duro. - Cala a boca, putinha. Se você gosta.

Matu me beijou de novo, eu não podia dizer nada, não podia negar. Ele me descobriu com o pau duro, percebeu que eu tava excitado, e continuou fazendo o que queria, me tratando na força. Me sacudiu e me fez ficar de frente pra parede, de costas pra ele. Me segurou pela cintura pra eu empinar a bunda e começou a se encostar. Dava pra sentir o pau grosso e grande dele através da roupa, ele passava de um lado pro outro, de uma nádega pra outra. Nalga.
- Matu: Que bundinha linda vou comer...
Eu não conseguia falar nada, tava com o rosto encostado na parede, mordendo o lábio, sentindo aquele pedaço de carne dura contra meu corpo. Ele me deu um tapa na bunda que ecoou no corredor da entrada. Não sabia se ele ia me comer ali mesmo, não conseguia pensar. Tava quente demais, podia fazer o que quisesse comigo, eu tava entregue. Sinto ele tirar o pau de dentro do short e começar a bater com ele nas minhas nádegas.
- Matu: Cê gosta do meu pau, putinha?
- Eu, sussurrando: Sim, adoro.
- Matu: Quer chupar meu pau?
- Eu: Sim, quero.
Ele se afastou um pouco pra eu poder virar, e na hora me agachei, ficando com o pau do Matu na cara. Segurei ele pela cintura e puxei pra perto, lambi a cabeça duas, três vezes, e enfiei na boca. Comecei a rebolar a cabeça, envolvendo o pau dele com meus lábios, indo e vindo. Matu tinha uma mão apoiada na minha cabeça e a outra na parede; tava de olhos fechados, suspirando. Sempre prefiro começar devagar, mas ele tava tão excitado e eu sabia que queria que eu chupasse o pau dele de uma vez. Tava com a boca cheia de pica grossa e morena, com a bunda de fora, meu pintinho duro e meu homem aproveitando. Me sentia perfeita no meu papel de puta, mamando um pau daqueles, me sentia privilegiada por satisfazer esse macho, e queria fazer do melhor jeito, fazendo tudo que ele quisesse. De repente, ouvi um grito lá de cima.
- Alguém: Ei, Matias, cê tá aí?
Eu fiquei parada, com a cabeça do pau dele na boca, e olhei pra ele. Não tirei da boca porque ele não mandou. Ele me olhou, e com a mão apertando minha cabeça, ordenou que eu continuasse. E eu continuei chupando o pau dele.
- Matu, gritando: O quê?
- Alguém: Sobe umas cervejas?
- Matu: Beleza.
Continuei chupando ele um pouco mais e ele afastou minha cabeça do pau.
- Matu: Que putinha boa que cê é, gostosa.
Eu sorri com a boca e o queixo cheios de baba. Guardei o pau dele e ele... me ajudou a levantar.
- Eu: Posso me vestir agora? - falei sorrindo.
- Matu: Quer subir pelada com os caras? - disse ficando cara a cara.
- Eu: Haha você é louco.
Me vesti e terminamos de entrar em casa. Ele me levou pro quarto dele e ficou um minuto procurando alguma coisa. Quando achou, me olhou sorrindo. Era uma tanga vermelha, bem pequenininha e fina.
- Matu: Toma, veste isso.
- Eu: Haha não, isso é muito vermelho e minha calça é branca, quase transparente, vai aparecer.
- Matu: Sim, eu sei. Quero que meus amigos vejam a putinha que eu tô comendo.
- Eu: Haha sério que você quer isso? Fico com vergonha...
Matu chegou perto de mim e acariciou meu rosto. Se aproximou devagar, me olhando nos olhos, e me beijou devagar. Passei meus braços pelo pescoço dele, quase pendurado, de olhos fechados, aproveitando. Ele levou as mãos pra minha cintura e começou a me despir de novo, enquanto a gente continuava se beijando. De novo, totalmente seduzido pelo meu macho, eu tava me deixando convencer. Ele sabia que me dominava. Eu mexi minha cintura, deixando a roupa deslizar pra baixo, consentindo. Matu se afastou de mim e sentou na cama; me fez tirar a calça e a cueca, me ajudando a tirar as pernas, e fez o mesmo pra colocar a tanga. Ele puxou bem pra cima, senti o fio fino roçando meu cu. Minha piroca dura ficou presa no elástico. Matu também me ajudou a vestir o short, e puxou bem alto, na altura do umbigo. Já tinha feito isso antes, com a calça assim aparecia metade da minha bunda. E o tecido deixava transparecer que eu tava de calcinha feminina. Qualquer um que me visse do lado dele ia entender tudo: eu era a puta que ele tava comendo, eu era o que deixava ele comer meu cu.
- Eu: Tem certeza? Não é demais?
- Matu: Não, tá de boa. Fica muito bem em você. - disse pegando na minha bunda. - Você tá muito gostosa.
Ele me beijou de novo, suave. Sentia meu coração batendo muito rápido, tava muito excitado e nervoso. Matu foi pegar umas cervejas e a gente subiu pro terraço. Primeiro apareceu ele e depois eu. Senti meu rosto ferver, tentei não ficar vermelho. Na varanda estavam Juani, que era o roommate do Matu e já me conhecia (já tinha me visto de cu aberto e cara cheia de porra por acaso kkk), outro chamado Esteban (devia ter uns 35/40 anos, barrigudo, meio careca mas com braços trabalhados, alto e grandão), um cara mais novo chamado Julián (devia ter uns 25, magrinho, cabelo curto, gato) e o Walter. Esse último foi uma surpresa total: eu conhecia ele, já tinha jogado futebol várias vezes com ele (jogava no time do Matu), era parte do "mundo real" que não fazia ideia desse meu lado. Era meio rolinga, corpo atlético mas com uma barriguinha e alto. Congelei um pouco quando vi ele, mas segui atrás do Martín. Eles estavam sentados numa mesa, dois de cada lado: fui um por um cumprimentar com um beijo no rosto e tinha que me inclinar um pouco pra isso. Sabia que ao fazer isso deixava meio rabo à mostra, mas não tinha outra opção, foi assim que o Matu me colocou. Me deixaram sentar do lado do Matu e me passaram um fernet que eles estavam tomando. Comecei a beber pra fazer alguma coisa, ocupar minhas mãos, não me sentir tão desconfortável. Tava muito nervoso e também com tesão: era claro pra todo mundo assim que nos viram entrar, se já não sabiam antes, que eu era um putinho que o Matias tava comendo. E ainda por cima tava sendo exibido. Chamava muita atenção vestido assim, com meio rabo de fora que com certeza tinham visto, rodeado de homens vestidos como homens.

Eu tentava passar meio despercebido, eles conversavam, eu ficava meio calado. Tavam todos meio bêbados e falavam alto, riam, eu ria junto sem entender muito. Julián acendeu um baseado e começou a passar; eu não queria ficar pra trás e dei uma tragada rápida (já tinha experimentado maconha mas não fumava sempre) e um tempo depois terminei o fernet. Na hora sinto o Martin apoiar a mão na minha coxa e me acariciar.

- Matu: Monta um aí Fernet? Na geladeirinha tem gelo e coca.
- Eu: Sim.
Tava nervoso e meio doido já, ficou parecendo que ele me deu uma ordem e eu obedeci na hora. Vi que o Matu virou a cabeça procurando um olhar cúmplice de alguém, mas não quis olhar pra quem, só levantei e fui até a geladeirinha que tava no chão do lado de outra mesa. Chego perto e abro, e escuto que a conversa que tava rolando baixou drasticamente de volume. Tinha achado o fernet e o gelo, mas não a coca. Nisso, escuto alguém falar "uff ah bom..." e aí percebi que, pra abrir a geladeirinha, não tinha dobrado os joelhos, mas sim me abaixado só com a cintura. Ou seja, tava deixando minha bunda bem exposta na direção da mesa, e tavam me olhando. E ainda por cima, alguém tinha gostado pra caralho... Achei a coca mas fiquei assim por uns segundos a mais. Se o Matu queria me exibir, e eles tavam gostando, bom, ia fazer isso. Sabia que tavam quietos olhando minha bunda nua, quase no ar, e comecei a fazer o fernet em pé, dobrando um pouco a cintura, empinando a raba. Tá chapado me desinibia.
Levei o fernet pra mesa e entreguei pro Matu, e a conversa que eles tinham continuou. Um tempo depois, falei pro Matu que ia descer um pouco pra ver o celular, que tinha deixado na mochila. Ele falou que quando eu voltasse, subisse umas cervejas. Desci e fui pro quarto, comecei a responder umas mensagens e senti que alguém desceu e foi pro banheiro. Aproveitei também pra me olhar no espelho do quarto do Matu: me olhei e me senti muito puta, me senti muito tesuda. Ajeitei a calça de novo bem pra cima, pra aparecer o máximo possível, e fui na cozinha pegar as cervejas. Sinto que a pessoa sai do banheiro, e por via das dúvidas (caso passasse pela cozinha) me abaixei de novo sem dobrar os joelhos. Se alguém passasse, olhava minha bunda inteira, podia ser o Matu ou qualquer um dos outros, não tava nem aí. Peguei duas cervejas e fechei a porta com um movimento de cintura. Virei pra porta e tava o Walter, o conhecido. Walter: Tudo bem?
- Eu: Sim, sim. Só pegando as cervejas mesmo kkk.
- Walter: O Matias me disse que tava comendo um novinho, não sabia que era você.
Eu ri alto e fiquei vermelho. Ele pegou uma das cervejas que eu tinha e abriu com um isqueiro.
- Eu: É, sei lá...
- Walter: Não, mas tá ótimo...
- Eu: Kkk É, sei lá - repeti - também não é algo que quero que o mundo todo saiba...
- Walter: Ah, por isso não deu nome kkk mas tá de boa, você se diverte, né?
- Eu: Kkkk sim, me divirto pra caralho. - expliquei e ele riu.
- Walter: Kkk foda, que bom...
- Eu: O que mais ele falava?
- Walter: Kkk e... dizia que tava comendo um novinho com uma raba linda. Sinceramente, achei que exagerava...
- Eu: Kkk e o que cê acha agora? Exagerava? - me fiz de sonsa sem pensar, tava saindo natural.
- Walter: Não, verdade que não - e a gente riu junto.
Eu passei na frente dele e fomos pro terraço. Sentia que ele tava de olho na minha raba o caminho inteiro, e fui rebolando a cintura de um lado pro outro, exagerando um pouco, enquanto subíamos as escadas. Tava muito tesudo, com vontade de comer já, se não fosse com o Matu, com qualquer um, me sentia desesperado por pica. Quando cheguei, o Matu me olhou nos olhos e eu segurei o olhar. Senti como se ele tivesse me perguntando se eu tava me divertindo, eu só sorri pra ele. O cara Julián tava se despedindo, ficamos só eu, o Matu, o colega de quarto, o Esteban e o Walter, esses três já tavam planejando a volta enquanto terminavam a breja. Quando os outros falavam, me aproximei do ouvido do Matu.
- Eu: Tô muito tesudo. - confessei.
- Matu: Tá com vontade de pica?
- Eu: Siiim...
- Matu: Muita vontade de pica?
- Eu: Sim, tô com muita vontade de pica. - sussurrei.
Alguém perguntou algo pro Matu e ele voltou pra conversa. Todo mundo já tava pegando as coisas pra ir. Ajudei o Matu a descer pratos e copos enquanto os outros já iam. O único que ficou no terraço era Esteban, guardando as últimas coisas dele. Os outros seguiram pela escada, eu e o Matu nos despedimos e entramos, deixamos as coisas na cozinha e começamos a nos beijar. Dessa vez a gente tava os dois sem freio, eu me sentia desesperado pelo corpo dele. Fomos rápido pro quarto e começamos a nos despir. Tirei a camiseta dele e ele a minha; ele continuou com meu short e me deixou só de thong. Ele começou a morder de leve minha orelha, lamber e sussurrar pra mim.
- Matu: Gostou de mostrar a raba? - eu não conseguia responder, só curtia - Meus amigos curtiram teu rabão...
- Eu: Ah mmm... é?
- Matu: Sim. Quando você se abaixou, todo mundo olhou pra tua bunda. - ele falava massageando forte minhas nádegas.
- Eu: Sério?
- Matu: Sim, sério. Quando você desceu, todos vieram falar comigo, perguntaram do cara que eu tô comendo.
- Eu: Não, haha mentira...
- Matu: Verdade. Contei que você era bem putinha e que adorava uma pica...
- Eu: Ai, Matias... - queria negar o que ele dizia, mas não conseguia, as carícias dele me deixavam muito excitado.
- Matu: O quê? Tô mentindo?

Matu sorriu pra mim e terminou de se despir. Sentou na cama e me olhou com cara de marrento. Não precisava falar nada. A pica dele tava dura e ereta, linda, grossa e irresistível. Me ajoelhei e comecei beijando o peito e os abdominais dele, podia sentir o pau largo e comprido roçando meu queixo e minhas bochechas. Passei a beijar a parte interna das coxas dele. Tinha cheiro de suor, mas não me incomodava, era cheiro de homem, cheiro de macho. Comecei a lamber as bolas dele, passando de uma pra outra, até passar a língua por todo o comprimento do tronco até a cabeça. Deixei cair saliva e espalhei com a mão pelo pau dele. E aí enfiei na boca. Tava tão desesperado por pica que subia e descia rápido, engasgando, tossia no pau dele e enchia de baba.

Enquanto isso, ainda dava pra ouvir as vozes dos amigos dele conversando longe, perto da porta de casa. Parece que tavam esperando o Esteban, o barrigudo. Eu olhei pro Matu e ele fez sinal. que continuasse, eu obedeci. Dá pra ouvir que o Esteban, que tinha uma voz grave, bem sedutora, tava procurando alguma coisa, os outros caras zuavam ele, mandavam ele se apressar. Eu continuava broxando, e de repente ouço ele bater na porta. Eu parei e olhei pro Matu.
- Matu: Continua... - levantando a voz - O que foi?
- Esteban: sou eu, deixei minha mochila no teu quarto. Posso entrar?
- Matu: Sim, pode, entra.
Eu olhei pra ele de novo, sem tirar o pau dele da boca completamente. Entendi o jogo, já não ligava mais pra nada. Esteban abriu a porta. Eu tava de costas pra porta, então assim que ele abriu, a primeira coisa que viu foi o Matu pelado, minha cabeça na virilha dele, e minha bunda nua.
- Esteban: Eh haha, tinha me avisado, não quero atrapalhar.
- Matu: Haha, relaxa amigo, sem problema. - falando comigo - ou não é que não tem problema?
Eu balancei a cabeça de um lado pro outro, sem conseguir falar porque tinha a boca ocupada. Não olhei pro Esteban. Sabia que ele tava me observando, podia sentir os olhos dele no meu corpo. Ouvi ele fechar a porta e andar até um canto do quarto, acho que pra pegar a mochila, mas ele não se mexeu de novo. Eu continuei chupando e chupando, engasgando, me forçando a enfiar tudo na boca, mesmo que não coubesse.
- Matu: Viu que bundão gostoso que ele tem?
- Esteban: Sim, demais...
- Matu: Toca se quiser, vê...
Fez um silêncio no quarto. Meu coração tava a mil, eu tava cego de tesão. Esteban era o menos atraente dos amigos dele, mas não tava nem aí. Ouço uns passos de novo, se aproximando de mim, e logo, com cuidado, uma mão áspera começou a acariciar minha bunda. Tive que tirar o pau da boca pra suspirar. Apoiei a cabeça na coxa do Matu enquanto batia uma pra ele e levantei a bunda pro Esteban me tocar melhor.
- Matu: Viu como ele gosta... - Esteban não respondeu - Pode ficar mais um tempo se quiser, gordo.
- Esteban: Beleza, só um pouco porque já tenho que ir...
Ouço ele sair e descer pra falar com o resto. Matu me Acaricio o cabelo dele enquanto bato uma pra ele devagar.
- Matu: Tá bem, gostosa? Tá curtindo?
- Eu: Sim...

Matu abaixa a mão e toca no meu pau, bem duro, colado no meu corpo pelo elástico da tanga, e sorri. Eu tremo, com o sangue fervendo.
- Matu: Que putinha linda...
- Eu: Mati, preciso que... — comecei a dizer enquanto passava a língua na glande dele.
- Matu: O quê, gostosa? — levantei a cabeça pra olhar nos olhos dele.
- Eu: Preciso que você vá abrindo minha racha.
- Matu: Já, gostosa, já.

Ele levantou tão rápido que quase me derrubou. Eu subi na cama e ele pegou lubrificante e camisinhas. Me ajeitei de quatro, esperando por ele. Ele me deu um tapa que me fez gritar (na hora pensei se os amigos já tinham ido embora ou se tinham me ouvido), e nos tapas seguintes já consegui me segurar um pouco, só soltava gemidos baixinhos inevitáveis. Matu passava a piroca dele por toda a minha fresta, parecia tão grande que, como sempre, eu pensava em como aquilo ia entrar em mim, que era grande demais, mas sempre acabava entrando. E eu não via a hora de sentir ela dentro de novo. Ele puxou minha tanga de lado e senti o jato de lubrificante cair no meu cu e suspirei: o que eu tanto queria tava cada vez mais perto.

Bem nessa hora, o Esteban volta. Me vê com o peito na cama, a racha levantada, e o amigo dele lubrificando minha buceta. Ele fala algo que não consegui ouvir e se aproxima. Olho ele se aproximar enquanto gemo baixinho sentindo o primeiro dedo do Matu entrando no meu cu. Fecho os olhos de prazer e quando abro, não vejo ele inteiro, tá muito perto e só consigo ver da barriga dele pra baixo. Na cueca, marca uma piroca grossa, não tão comprida quanto a do Matu, mas bem cabeçuda. Sentia o cheiro dele perto de mim e era como uma droga, eu gostava, me excitava. Pensei: "Vou deixar esse cara me comer? Acabei de conhecer ele..." mas na hora percebi que sim, que se rolasse, eu ia deixar esse gordo desconhecido, que quase triplicava minha idade, me comer. Tava tão puta e Me sentia tão puta que tava disposta a tudo.
- Matu: Olha que rabão gostoso... - falava enquanto enfiava um segundo dedo.
Matu com a outra mão acariciava minha bunda, e logo senti a mão do Esteban na outra. Um homem tava enfiando os dedos em mim e o outro me acariciava, me sentia a maior puta do mundo. Esteban ia de uma nádega e acariciava também minha cintura e minhas costas, indo e vindo. Notei que o volume dele tinha crescido, e não consegui me segurar: estiquei um braço e comecei a acariciar a piroca dele por cima do pano.
- Esteban: Que delícia...
- Matu: Viu que coisa boa...
Sentia a piroca dele endurecendo cada vez mais. Queria tirar a cueca dele, mas não alcançava. Matu enfiou um terceiro dedo e eu parei de tocar no Esteban, só conseguia me concentrar em como minha buceta ia se abrindo. Gemi de olhos fechados enquanto Matu me dilatava.
- Esteban: Posso? - ouvi ele dizer.
- Matu: Pode, manda ver.
Abri os olhos e vi que Esteban tinha tirado a cueca. Era do jeito que eu imaginava, bem grossa e larga. Não tão comprida quanto a do Matu (nem a do Martín), mas de bom tamanho, maior que a minha com certeza. Ele se masturbava ali, na minha frente, enquanto Matu abria minha buceta. Olhei pra cara dele e fiquei com muito tesão de ver ele de baixo, me sentia a inferior dos dois.
Ele pegou minha mão com cuidado e levou até a piroca dele. Comecei a bater uma pra ele devagar. Era difícil me concentrar enquanto Matu enfiava os dedos no meu cu, mas fazia o que dava.
Vendo que eu tava me atrapalhando, Esteban se deitou na minha frente. Fiquei entre as pernas abertas e peludas dele, a piroca e as bolas dele na frente da minha cara. Era uma piroca preta e veiuda linda. Comecei a lamber o tronco dela e deixar saliva na piroca. Peguei a piroca dele e bati uma agora com mais facilidade, deslizando a mão pelo tronco, quase que respirava em cima de tão perto que tava. Matu jogou mais lubrificante na minha buceta, já enfiando três dedos com facilidade, e eu sabia o que vinha. Ouvi ele abrir a embalagem da camisinha e em segundos já tava com ela. metendo a rola na minha buceta. Enfiei as bolas do Esteban na minha boca pra não gritar, o pau dele encostava no meu rosto inteiro. A piroca do Matu me fez gemir do mesmo jeito. Não demorou muito pra ele enfiar pelo menos um terço do pau em mim.
- Esteban: Ufa amigão, como entra.
- Matu: É, vai entrar até as bolas, não vai?
- Eu: Aaai sim, quero ela toda. – falei com esforço.
Esteban riu como se estivesse surpreso e acariciou meu cabelo. Me levantei um pouco com os cotovelos e o Matu começou a se mover devagar. Com os olhos semiabertos, eu olhava pro Esteban, que tava se masturbando. Com a outra mão ele pegou na minha cara e foi me levando pro pau dele. Eu me deixei levar, e quando vi a cabeça dele, abri a boca e engoli uma boa parte do pau dele. Pela primeira vez na vida, eu tinha um pau na buceta e outro na boca. Me sentia na mais puta das minhas fantasias. Sentia meu cu se expandir ao mesmo tempo que minha garganta batia no pau do Esteban. Meus dois homens gemiam e suspiravam enquanto usavam meu corpo. Eu mal conseguia soltar gemidos com a boca ocupada.
O Matu me comia devagar e eu sentia ele me encher cada vez mais. Conhecendo o corpo dele, já tinha certeza que ele ia meter tudo. Já tava difícil chupar o Esteban, mas eu dava tudo pra agradar meus homens. O Esteban suspirava cada vez mais, o pau dele já tinha um gosto viscoso. Também sentia o Matu gemer, que já vinha com tesão fazia tempo. Eu sentia muito prazer, muito tesão. O cheiro de homem no quarto era forte. Comecei a gemer enquanto o Matu começava a meter um pouco mais forte.
- Matu: Você gosta, putinha? Que eu coma seu cu?
- Eu: Ai, ai... sim, eu gosto.
- Matu: Você gosta de ter 2 paus só pra você?
- Eu: Siim, eu gostoo
- Matu: Chupa o do meu amigo, vai. Até o fundo.
Ele diminuiu a velocidade um pouco e eu comecei a chupar o pau do Esteban. Tentei enfiar o máximo que dava na boca e, pra minha surpresa, entrou tudo. O Matu ao mesmo tempo também meteu e deixou a piroca toda lá dentro. Senti as bolas do Matu encostando na minha bunda e Os ovos do Esteban na minha pera. Tinha duas picas bem enfiadas até o fundo, inteiras. Minha boca e minha bunda penetradas ao mesmo tempo. O Matu tirou pra enfiar de novo e eu tirei a rola da boca pra respirar. Ele começou a me comer rápido. Dava pra ouvir o plaf plaf do corpo dele contra o meu. Comecei a gemer sem parar. O Esteban pegou a pica dele e aproximou da minha boca, mas eu não aguentava chupar por muito tempo por causa da fodida que o amigo dele tava me dando. Quando o Matu diminuiu o ritmo de novo, aí sim eu peguei e comecei a mamar a rola que tava na minha frente. Engolia ela inteira, passava a língua no tronco e na cabeça.

- Esteban: Como ela chupa bem, mano.
- Matu: Viu que pedaço? Que puta gostosa.
- Esteban: Demais.

Enquanto um me comia e o outro chupava a pica dele, um celular começou a tocar. O Esteban disse que devia ser o dele, que a mulher devia estar ligando. Não sei por que, mas saber que eu tava chupando a pica de um cara casado me deixou mais tesuda. Ele tinha uma mulher em casa e eu, um adolescente promíscuo, tava chupando ele. Isso me deu mais coragem e comecei a bater uma pra ele enquanto chupava.

- Esteban: Onde você quer o gozo? - acho que foi a primeira vez que ele falou comigo.
- Eu: Onde você quiser.

Continuei chupando e batendo uma. O Matu, ao me ouvir, começou a me comer mais forte. Mal conseguia coordenar os movimentos sentindo a porra da pica grossa dele entrando e saindo do meu cu. Tive que parar de chupar a rola pra poder gemir à vontade, mas continuei batendo uma pro Esteban. Quando tentei voltar a chupar a pica dele, um monte de porra começou a bater na minha cara. Minha testa, meu nariz, meus lábios, e até um pouco dentro da minha boca porque eu tava gemindo pra caralho. Vários jatos vieram na minha direção até eu envolver meus lábios na pica dele e engolir os últimos esguichos que ele tinha.

O Esteban ficou uns segundos descansando enquanto o Matu continuava fodendo minha bunda, agora com mais raiva. Eu não parava de gemer, e parte da porra do amigo dele escorria pra minha boca; eu passava a língua pelos lábios e podia sentir o esperma quente. Matu me enfiou até o fundo e eu gritei enquanto aproveitava a pausa pra lamber de novo a porra do amigo dele. Esteban aproveitou e se levantou, começou a se vestir e saiu do quarto. Quando ficamos sozinhos, Matu falou comigo.

- Matu: E aí? Gostou de ter outra rola pra você?
- Eu: Sim, encheu minha cara de porra.
- Matu: Ai, putinha, eu também tô cheio de leite.
- Eu: Quero ela na bunda.
- Matu: Sim, bebê, vou encher suas nádegas de porra.

Matu começou a me comer como se estivesse possuído. Eu gemia agudo e forte, seguindo o ritmo das estocadas dele. Sentia aquele pedaço de carne entrando até as bolas, não podia acreditar, era muito prazer. Só sentia cheiro de esperma, que já estava endurecendo na minha cara; tinha os olhos semicerrados também por causa disso, pra que a porra que estava na minha testa não descesse pros meus olhos. E atrás tinha essa besta que estava me fodendo como se não houvesse amanhã. Podia sentir o vazio que ele fazia quando tirava a rola quase toda, e como me preenchia quando enfiava de novo até o fundo, chegando nas minhas entranhas. Sentir a pélvis dele cada vez que tava toda dentro me deixava louca. Amava aquela pica grossa e grande, amava que ele me comia assim, primeiro devagar, e quando já tava bem aberta, me comia bruto, selvagem. Me sentia totalmente dominada, colocada no meu lugar por um macho de pica grande de verdade. Cada vez que ele me comia, me sentia a pessoa mais feliz do mundo.

Matu começou a suspirar cada vez mais forte, a rola dele parecia ter ficado ainda mais grossa. Mais umas estocadas violentas e, tremendo, ele tirou a pica da minha bunda, tirou a camisinha e comecei a sentir a porra dele cair no meu corpo como uma chuva. Muitos jatos, por todo o meu corpo. A maior parte foi na minha bunda, meu cu e minhas nádegas ficaram inundadas de esperma dele, parte na minha cintura, nas costas e até nos meus ombros. Matu sacudiu a pica dele sobre a minha bunda, deixando os últimos vestígios de sêmen, e se deitou do meu lado. Eu sentia Rios de porra escorrendo pelas minhas coxas e minha bunda. Não queria sujar o lençol dele, então tentei evitar que muito sêmen caísse, espalhei com as mãos na minha raba. Toquei meu cu e senti ele dilatado, cheio de porra. Não sei por que, mas comecei a enfiar pra dentro.
- Matu: O que cê tá fazendo?
- Eu: Enfiei sua porra na minha raba.
- Matu: Sério?
Matu se surpreendeu e se inclinou pra ver que era verdade.
- Matu: Que putinho promíscuo que cê é.
Eu sorri agradecendo. Ouvi o Esteban chamar o Matias do outro lado da casa. Matu saiu, eu fiquei na cama, mas bateu vontade de ir ao banheiro e saí. Esteban já estava todo vestido, Matu estava de shorts. Eu saí vestido só com a tanga, que ainda tava virada pro lado. Matu e Esteban estavam se despedindo, quando me viram, os dois pararam de falar e me olharam.
- Eu: Que jeito que vocês me deixaram, hein.
- Matu: Haha, como a gente te deixou, deixa eu ver?
- Eu: Haha, cheio de porra! Aqui — apontando pro meu rosto — e aqui — me virei mostrando pra Esteban minha bunda brilhando de sêmen.
- Matu: Haha, mas cê gostou, não gostou?
- Eu: Haha, sim, foi bom.
Eles trocaram mais algumas palavras enquanto eu olhava parado, todo arreganhado, me apoiando de lado na parede. Esteban se despediu do Matu, quis se aproximar, mas eu falei que era melhor a gente se cumprimentar de longe haha. Matu desceu pra abrir a porta pra ele e eu fui tomar um banho. Quando saí, ele tava me esperando na sala. Coloquei um shorts e a gente ficou vendo alguma coisa na TV. Depois de um tempo, ele começou a perguntar se eu tinha gostado.
- Eu: Sim, foi bom, e olha que o Esteban não era bonito haha.
- Matu: Haha, não era? Não parecia, hein, pelo jeito que você chupou ele.
- Eu: Haha, é que você me deixa com muito tesão.
- Matu: Algum deles te pareceu bonito? — eu hesitei em responder, mas no fim fui sincero.
- Eu: Haha, mmm... o Walter é bonito.
- Matu: Ah, olha só. Cê gostaria que o Walter te comesse?
- Eu: Haha, pode ser...
- Matu: Ah, mas que puta que você é.
Matu começou a beijo descontrolado. Apalpei o pau dele por cima da calça e já tava duro, dava pra ver que a conversa tinha animado ele. Ele me pelou na hora, como sempre fazia, e eu fiz o mesmo com ele. Ia me ajoelhar pra chupar ele, mas ele me levou pro quarto. Pediu pra gente fazer um 69 e eu obedeci. Senti a língua dele na buceta e comecei a gemer; tive que começar a chupar ele pra me calar. Me sentia tão aberto que a língua dele chegava bem fundo, era incrível.

- Eu: Ai, Matu, adoro...
Ele não respondeu, só continuou chupando minha buceta. Tive que parar ele porque tava com muita vontade de ser comido de novo.
- Eu: Quero montar em você.
- Matu: Sim, bebê, vai fundo.
Saí de cima, ele colocou a camisinha e eu trouxe o lubrificante. Joguei no pau dele, me posicionei na buceta, apontei a cabeça dele pro meu cu e fui descendo. Deus, que prazer. Que prazer que uma boa pica dá. Fui descendo devagar, parecia que aquela pica gigante não tinha fim. De vez em quando soltava um suspiro, mas me segurava mordendo o lábio até me surpreender de novo com a grossura e o comprimento daquele pau. Não acreditava, sentia que já tava na barriga mais ou menos.
- Eu: Ai, Matu, ai, que pau que você tem.
- Matu: Tá gostando, gostosa?
- Eu: Ai, sim, sim...
De repente senti que tinha chegado no fundo. Tava sentado completamente em cima dele, com a imensidão do pau dele todo dentro.
- Eu: Ai, Deus, não pode ser...
- Matu: O que não pode ser?
- Eu: Você me fazer tão puta...
Comecei a me levantar um pouco e a me deixar cair. Tava com os olhos virados. Comecei a subir mais e descer mais rápido. Aquela pica já entrava muito fácil.
- Eu: Sinto ele todo...
- Matu: Gosta de ser tão puta?
- Eu: Sim, sim, adoro.
- Matu: Gosta que eu te faça mais puta?
- Eu: Sim, sou muito puta.
Matu começou a se mexer de baixo e a gente pegou um ritmo rápido juntos. Não acreditava no homem que tinha conseguido. Ele me entendia, me pervertia, me comia de jeitos que eu não sabia que gostava até ele, até sentir ele. Os beijos dele, a carícias, a língua dele, o cheiro, o pau dele, as bolas, e o jeito que ele me tratava, dominante, forte, seguro, sempre garantindo que eu me divertisse sendo assim, me libertando, me sentindo uma putinha gostosa. Comecei a sentir um formigamento no meu pau mole. Sentia que ia gozar se ele me tocasse.
- Eu: Ai, Matu, tô perto.
- Matu: Sério?
- Eu: Sim.
- Matu: Eu também.
Parei de me mexer e ele continuou. Tava meio inclinado sobre ele, sentindo ele me comer, enquanto com uma mão me tocava o pau.
- Eu: Ai, Matias, que pica enorme que você tem.
- Matu: E você é um pintinho pequeno.
- Eu: Sim...
- Matu: Você gosta de servir seu macho?
- Eu: Sim...
- Matu: Você é minha putinha, sabia?
- Eu: Sim, sim...
- Matu: Vou te comer quando eu quiser.
- Eu: Sim, sou sua, me usa, me come...
- Matu: Vou te encher de pau.
- Eu: Sim, sim! Me enche, me enche...
Cheguei no final do diálogo com os olhos virados e sem entender nada, só declarando minha submissão. Senti os movimentos violentos da pica do Matu entrando na minha bunda redonda de adolescente e comecei a gozar igual uma louca. Gemia bem alto enquanto jatos de porra saíam do meu pau murcho, sentindo minha bunda vibrar em cima do falo gigante que me penetrava. Quando meu orgasmo acabou, me deitei em cima do Matu, manchando nós dois com meu leite.
- Matu: Uff, como você gozou, putinha.
- Eu: Uff, sim, pra caralho.
Saí de cima dele. Sentia minha bunda mais aberta do que nunca. Me deitei do lado dele e ele, ainda quente pra caralho, se colocou em cima de mim: os joelhos apoiados no colchão, do lado da minha cabeça, e a pica gigante dele, já sem a camisinha, cobrindo toda a minha cara.
- Eu: Caralho, tudo isso cabe na minha bunda?
- Matu: Haha, você sabe que sim. Vamos ver quanto cabe na sua boca?
Eu ri e concordei. Matu começou a me comer a boca, mas não tinha jeito, não conseguia colocar inteira. Minha bunda aguentava mais que minha garganta, haha. Ele me comeu a boca por um tempo, me fazendo tossir e chorar, mas eu não podia reclamar, já tinha dito que era a putinha dele e que ele podia me usar como quisesse. E em parte estava orgulhoso de que me tratasse assim. Sentia que não era qualquer uma que podia ser a putinha de um macho daqueles, e era uma honra poder satisfazê-lo, além de me dar um prazer desconhecido.
- Eu: Dá o leite na minha boca.
- Matu: Na boquinha você quer? Tá, vai lá.
Ele começou a bater uma rápido e em segundos apontou o pau pra minha boca e meteu com tudo. Senti o leite encher minha garganta, Matu bufava como um touro. Comecei a me engasgar, mas me concentrei em engolir e depois de uns segundos ele começou a relaxar e aliviou a pressão. Consegui ver o que sobrava do pau dele, o que não tinha conseguido enfiar, e era bem pouco. Quando finalmente saiu da minha boca, ele se deitou do meu lado e eu comecei a tossir.
- Eu: Ai, quanto leite.
- Matu: Haha, é?
- Eu: Haha, não tanto quanto antes, mas bastante.
Deitei no peito dele por um tempo, já era noite e eu tinha que voltar pra casa. Me vesti com a roupa "séria" que tinha na mochila e pedi pra ele me abrir o portão. Nos despedimos com um beijo, ele disse que eu era a melhor putinha que ele já tinha conhecido. Eu sorri feliz pelo elogio e voltei pra casa andando estranho por causa da pica enorme que tinha me fodido, e tossindo de vez em quando por todo o leite que engoli.

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