gosto de ser abusada

Hoje quero contar pra vocês como foi minha desventura ao ir até um cliente. Como sabem, eu trabalho com vendas, então parte do meu trabalho é visitar clientes. Isso me levou a uma zona industrial da cidade. Me preparei para a visita: decidi usar uma calça social preta, uma blusa branca, um blazer preto e sapatos de salto. Por baixo, eu estava com uma calcinha de algodão branca e um sutiã cor pele – nada sexy, na real. A reunião era por volta das 4h, cheguei antes e procurei um lugar pra estacionar meu carro. Achei um lugar a algumas ruas de distância, estacionei e segui pro local. Ao atravessar uma rua, percebi que ela estava fechada e era mais um beco, onde dava pra ver algumas pessoas. Não dei importância e continuei meu caminho.gosto de ser abusadaA reunião foi normal, umas "negociações", combinamos de fechar o negócio em outro lugar, eu aceitei, mas isso é história pra outra hora. Levei mais ou menos uma hora e meia pra voltar pro carro, passando pelo beco vi que tinha mais gente, na maioria homens, andei rápido com medo daquela galera da rua.

Logo quando estava abrindo o porta-malas pra guardar minhas coisas, percebi alguém atrás de mim, senti algo duro nas minhas costas e uma voz que me disse: não grita ou eu te machuco. Notei que outro tentava levar minhas mãos pra trás das costas, mal consegui fechar o carro sem guardar nada, me levaram pro beco, enquanto um me levava outros começaram a se aproximar, me diziam coisas tipo: puta, gostosa, gata, etc. Tinha um cheiro muito desagradável, pelo que vi, eles moravam ali, quanto mais eu andava, mais homens se aproximavam, meus olhos já estavam cheios de lágrimas e eu pedia pra me soltarem, me levaram quase arrastando pro fundo do beco, eu continuava chorando e tentando resistir, quando percebi que alguém me deu um tapa na bunda muito forte que me fez pular, com tom de raiva me diz: se quer ir embora viva coopera, fiquei branca de medo e comecei a andar ainda chorando.

Não foi muito o que andamos, mas pra mim foi eterno, quando finalmente percorremos o beco um deles sacou uma navalha e passou pela minha bochecha, eu chorava e pedia pra me soltarem, eles só riam, quando senti o frio do metal no meu rosto quis dar um passo pra trás, mas me impediram e me jogaram pra frente.

Eu estava parada no meio deles, no final do beco que tinha a saída tampada com caixas de papelão, tipo umas casas improvisadas, onde imaginei que moravam, só percebi que eram 4 homens meus atacantes, porém, pela quantidade de coisas parecia que morava mais gente, pelo menos numa vista rápida do lugar, voltando a sentir o frio do metal no meu rosto e como descia até meu pescoço, me fez tremer de medo, o homem da navalha notou e disse: se Se você se comportar direitinho e for boazinha com a gente, poderá ir embora. Nos deixe irritados e vai ver. Eu apenas acenei com a cabeça enquanto mais lágrimas escorriam pelas minhas bochechas.

Na minha mente, eu já sabia o que aqueles homens desejavam. O medo percorreu meu corpo. Pensei na minha família, nas minhas filhas, no meu marido e na quantidade de vezes que fui infiel a ele. A dúvida sobre nossa filha... Achei que isso seria meu karma por andar de puta. Senti um puxão na minha roupa, que me tirou dos meus pensamentos. Esse puxão foi dado pelo homem da faca, para me aproximar dele. Fiquei tão perto que ele sussurrou: "Faz tempo que não provamos uma mulher, e hoje você será de todos nós". Eu o empurrei para me afastar, ele apenas riu e passou a faca pelo meu pescoço. Foi descendo, enquanto pedia que tirassem meu casaco. Eles o arrancaram e puxaram minha blusa até arrebentar os botões. Tentei me defender, mas foi inútil contra aqueles três homens. Fiquei só com o sutiã. Ao vê-lo, eles zombaram, dizendo que esperavam que eu usasse outro tipo de roupa, o que os deixou impacientes e começaram a tentar tirar minha calça. Puxaram até rasgá-la e ver minha calcinha, nada sexy, pelo que fui alvo de zombarias novamente. Eu resistia, mas, lembrando das ameaças, apenas tentei me cobrir. Senti uma palmada na bunda que me fez pular e separar as mãos, deixando meu corpo à mostra, coberto apenas pela roupa íntima. Já sinto as mãos deles percorrendo meu corpo, são ásperas, apertam minhas nádegas, pernas e seios. Eu continuo com aquela resistência. De repente, o da faca se aproxima mais de mim, coloca a faca entre minha pele e as alças do meu sutiã. Sinto o frio do metal na pele e, com um golpe de faca, ele corta uma alça. Eu me assusto e fecho os olhos. Entre vaias, ele prossegue com a outra, deixando meus peitos ao ar. Ele joga meu sutiã para os companheiros, que brigam por ele. Tento me cobrir com as mãos, mas ele impede, aproximando a faca do meu rosto. Estou parada, tremendo de frio e medo, só de calcinha na frente de quatro homens. Apesar da situação, meus mamilos... está duro e aponta a faca para o rosto do cara, ele percebe e passa o metal frio pelos meus mamilos, o que faz minha pele arrepiar, ele continua acariciando eles com a faca e pergunta: "tá gostando, né sua puta?", eu não respondo, ele dá um tapa no meu peito direito que fica vermelho, pergunta de novo, eu só baixo a cabeça.ficcaoDepois que os outros três homens brigaram pelo meu sutiã e pararam ao meu redor, o cara da faca deu permissão para me tocarem, exceto minha buceta. Sinto todas as mãos deles no meu corpo, tentam me deixar nua, todos puxam minha roupa que depois de alguns minutos não resiste e, deixando marcas, rasgam. Brigam pelos pedaços do meu sio, mas perdem o interesse quando o homem da faca grita: "Essa fox tá molhada!" Efetivamente, as mãos deles tinham conseguido me excitar, mesmo que contra minha vontade, mas eles não ligaram e imediatamente voltaram a tocar meu corpo. Dessa vez eram mais brutos, já batiam nas minhas nádegas e peitos. Eu só estava ali parada com as mãos ao lado do corpo, deixando eles me tocarem à vontade.

Lá estava eu, nua no meio de quatro homens que, desesperados, passavam as mãos pelo meu corpo. Já não chorava, só estava em um estado de transe novamente. Saí dos meus pensamentos quando senti um dedo do homem da faca percorrer meu abdômen até ficar perto da minha buceta. Ele ordenou que eu abrisse as pernas, e eu me recusei. Senti um golpe duro no meu estômago que me dobrou. Ele repetiu que se eu não me comportasse, me machucaria. Chorando, abri minhas pernas e ele começou a passar os dedos. Primeiro percorreu meus lábios, puxava e beliscava. Comecei a me molhar. Ele ria e dizia aos outros: "Essa puta gosta, já tá ficando molhada!" Eu fiquei vermelha, tentei me levantar já que o golpe tirou meu fôlego.

Os quatro continuaram me tocando. O da faca começou a enfiar um dedo, fez de maneira tão brusca que me machucou. Ficou assim por alguns minutos e enfiou outro. Já estava mais molhada, o que facilitava ele enfiar os dedos. Enquanto dois chupavam meus peitos, mordiam meus mamilos, o último dava tapas nas minhas nádegas e apertava. Quando ele tentou enfiar o terceiro dedo, comecei a resistir. Eu sei que cabem os cinco quando estou muito excitada, mas dessa vez doía. Supliquei que não fizesse, mas ele não ligou e enfiou mais um. Me masturbava com três dedos, dois seguiam... nos meus peitos e no pescoço
ele tentou enfiar o dedo no meu cu, o que também doía.
Eles ficaram assim por não sei quanto tempo, quando de repente sinto umas mãos nos meus ombros tentando me forçar a descer. Eu resisto, mas eles são mais e têm mais força, então caio de joelhos no meio deles. Vejo eles tirarem os paus para fora da calça, são rolas de uns 18-20 cm, mais ou menos. Eles aproximam do meu rosto e tentam fazer eu chupar. Continuo me negando, até que sinto um tapa e um deles me manda abrir a boca. Entre soluços e medo, abro a boca. Vou lambendo uma por uma, passo a língua em círculos por toda a cabeça, depois enfio ela toda na minha boca, assim, uma atrás da outra. Elas têm um gosto desagradável, mas naquele momento eu só queria que acabasse logo, então me esforcei para dar a melhor mamada que eu podia.

Depois de estar chupando os quatro paus, um puxa meu cabelo para me jogar para frente, ficando de quatro. Tento engatinhar, mas é inútil. Ele me segura pelos quadris e com um empurrão enfia o pau na minha buceta e eu dou um grito. Aproveitando o grito, outro enfia o pau dele na minha boca. Finalmente eles gozaram. O que me penetrava pela buceta começou com o vai e vem num ritmo rápido. Depois de algumas enfiadas, eu comecei a dar pequenos gemidos, que eram abafados pelo pau na minha boca. Já estava começando a gostar das enfiadas rápidas e fortes que ele dava, enquanto continuava chupando o outro pau. Eu fazia isso para que eles gozassem rápido. Depois de alguns minutos, o que estava na minha boca gozou, tapando meu nariz e empurrando o pau até minha garganta, me fazendo engolir toda a porra. Ele saiu e foi substituído por outro. O que estava me comendo continuava no vai e vem quando, com um grito "toma, puta"!!, deu um empurrão para gozar no mais fundo de mim. Essa foi uma gozada muito abundante, senti o calor dentro de mim e como escorria pelas minhas pernas. O homem da faca se posicionou atrás de mim, passou o pau na entrada da minha buceta. Pensei que ele ia enfiar, mas não, ele me segurou por as nádegas e começou a separá-las, aí entendi o que ele fazia, com seu pau ainda com o sêmen do homem anterior que serviu de lubrificante para enfiá-lo no meu cu, tentou meter mas não conseguia porque estava muito apertado, eu gosto de anal mas com muito lubrificante, ele deu um empurrão para entrar a cabeça do pau, entrou com dificuldade, eu tentava escapar mas estando entre dois homens era difícil, não podia gritar com uma rola na minha boca, então resignada e com lágrimas nos olhos tentei relaxar para doer menos, ele foi metendo devagar o pau até que as bolas tocaram minhas nádegas, ficou parado um instante, eu continuei chupando a outra rola que gozou na minha boca, dessa vez cuspi no chão.

Estava de quatro com uma rola no cu, três homens vendo como o companheiro começou a me comer rápido e forte, meus gritos viraram gemidos, isso excitou eles porque vi os paus deles ficarem duros de novo, num movimento rápido e sem tirar o pau de dentro ele me virou ficando sentada, os outros se aproximaram e um enfiou o pau dele de novo na minha boca, minha buceta ficou à vista e eles não desperdiçaram, um se meteu entre minhas pernas e me penetrou, estava com os três paus dentro, já estava gostando da situação, tive vários orgasmos enquanto os três me comiam, dessa vez eles gozaram um depois do outro, sem tirar os paus, me encheram pelos três lados.

Fiquei jogada ali cheia de porra, cansada, humilhada, pensei que tinham terminado, então juntei forças para tentar levantar e ir embora, eles me olhavam e murmuravam, não ouvia o quê, justo quando ia me levantar puxaram meu cabelo de novo, não tinha forças para me defender, eles estavam de pau duro outra vez, na verdade me surpreendeu, dessa vez dois deles se deitaram, colocaram os paus juntos, os outros dois me levaram quase arrastando, abriram minhas pernas e me sentaram nos dois paus, era minha primeira dupla penetração na vagina, os dois que me sentaram ao ver que fiquei só sentada com os paus dentro começaram a a me preparar para engolir aqueles paus, não demorou muito para eu ficar excitada, entraram tão fácil por causa do sêmen que já tinha deles, quando recuperei um pouco o fôlego comecei a me mexer e aproveitar aquela dupla, tive um orgasmo intenso, que tremeu todo o meu corpo, poucas vezes me fizeram gozar assim, foi um squirting intenso e demorado, enquanto masturbava os outros dois, não sei quanto tempo passou mas senti como eles gozaram dentro de mim de novo, os outros dois gozaram na minha boca e engoli o sêmen deles, finalmente pareciam cansados, se levantaram me jogaram pro lado, me disseram: você se comportou bem, vamos te deixar ir, mas amadurece logo que virão mais e com certeza vão querer passar a tarde com você, me assustei e como pude me levantei procurei minhas coisas ou o que sobrou delas, vi que minha calcinha estava em pedaços assim como minha calça e blusa, coloquei o casaco que encontrei quase intacto, não encontrei meus saltos, andei até meu carro com o casaco que só me cobria a parte de cima, o que sobrou da minha calça usei para me limpar e deixei lá, minha blusa coloquei sobre o banco do carro sentindo que escorreria sêmen enquanto dirigia, arrumei um pouco meu cabelo, tranquei o carro e soltei o choro, tinha gostado de ser abusada por aqueles homens sentia minha buceta quente e molhada, queria que fizessem de novo, o que diria ao meu marido, tudo passava pela minha mente.

Passaram uns minutos respirei fundo, me arrumei de novo e olhei o relógio, apesar da situação estava quase na minha hora de sair do trabalho, liguei pro meu marido e disse que chegaria tarde, assim teria tempo de não chegar suja, cheia de sêmen e pelada em casa, enquanto dirigia pra fora daquela área da cidade, me veio uma ideia um dos meus amantes constantemente me dá roupas, que sempre são provocantes e lingeries sexy, liguei pra ele pedi pra ir ao apartamento dele e que chegaria nua com um presente, ele gosta que eu conte como outros homens me comem, coloquei como condição ter roupa nova pra mim, algo parecido com o que eu estava usando pra que meu marido não vai desconfiar, então essa será a próxima aventura.

Enquanto dirigia para o apartamento, passaram pela minha mente os momentos vividos há pouco, então a cada parada eu tocava meu corpo, pensei que talvez aquela área deva ser atendida com mais frequência, gostaria de repetir a sensação de ser abusada — acabei gostando e talvez da próxima vez sejam mais homens os que possam fazer isso.

Espero que gostem deste relato e aproveitem a leitura tanto quanto eu aproveitei escrevê-lo.

Saudações de uma hotwife viciada em sexo em todas as suas versões.

2 comentários - gosto de ser abusada

Mi fantasía sexual es violar a una mujer me pone la pija re dura el sólo pensarlo
Tranqui. Es natural tuve una novia que quería y lo buscaba. Justo subi un relato y cuento que a los trece me violaron vestido de nena toda una noche y fué hermoso. Si tu cuerpo siente placer disfrutalo