Me chamo Luis e tenho 31 anos. Moro sozinho na Cidade do México, dividindo uma pensão com um amigo, mas há meses não consigo trabalho. Às 5:30 da manhã saí como sempre pra procurar trampo, e nada, nenhuma bico disponível. De tarde, exausto, sentei num banco de um parque pra descansar. A fome me devorava; não tinha tomado café da manhã nem almoçado, e meu estômago roncava. De longe, vi uma mulher de uns cinquenta e poucos anos, com cabelo preto curto salpicado de branco, uns peitos impressionantes que esticavam sua blusa preta, sentada lendo um livro. Me aproximei e a reconheci: era minha tia Rosa, que não via há anos.
—Oi, tia, boa tarde. O que tá fazendo tão sozinha? (falei, tentando soar casual).
—Ah, só aqui lendo um livro (respondeu, erguendo o olhar com um sorriso).
—E você, filho? Faz tanto tempo que não te via. Virou um homem de verdade, Luisito (o olhar dela ficou sedutor, percorrendo meu corpo de cima a baixo com um brilho malicioso nos olhos).
—E me diz, o que você anda fazendo por esses caminhos?
—Procurando trabalho, mas não acho nada (e bem naquela hora, minha barriga roncou, senti o calor subir nas minhas bochechas de vergonha).
—E já comeu? Hahaha (ela riu, com uma risada quente e brincalhona, a voz era suave e dengosa, como se estivesse curtindo meu constrangimento).
—Não, não comi... Mas vou ver o que acho por aqui (murmurei, desviando o olhar).
—Se quiser, vamos lá em casa e você come alguma coisa e quem sabe até arruma um trabalho.
—Não seria tanto incômodo, tia (respondi, envergonhado).
—Nada disso, meu menino, vem comigo pro carro.
Aceitei, e fomos na caminhonete luxuosa dela. Minha tia Rosa estava cheia da grana; a vida toda ela tinha se dedicado a trabalhar, sem casar nem ter filhos, acumulando uma fortuna impressionante. Chegamos na casa enorme dela, com duas piscinas, um jardim amplo e exuberante. Ela explicou que eu podia ficar morando lá, desde que cuidasse da jardinagem e outras tarefas da casa, já que ela vivia sozinha e todo fim de semana vinham pessoas trabalhar que ela mesma contratava. Aceitei na hora, avisei meu parceiro que ia me mudar, peguei minhas coisas e me instalei. Passei cinco dias trabalhando duro, e no sábado de manhã limpei e enchi a piscina. Ela apareceu com um short preto justo e uma blusa preta com as mangas arregaçadas; estava uma gostosa, ver minha tia com curvas que o tempo tinha lapidado à perfeição.
Ela me disse para tomar banho com ela, que sábados e domingos eram para descansar, com um sorriso convidativo. Tirei a camisa e a calça, ficando só de cueca. Meu pau, de 16 centímetros mole e 20 ereto, grosso e venoso, formava um volume impressionante que não dava pra esconder. Notei o nervosismo dela: as bochechas coraram (um rubor profundo que a deixava com ar vulnerável e excitado), e o olhar se perdia na minha virilha, com os vidrados de desejo. Dentro da piscina, a gente brincou, rindo com esbarrões que mandavam faíscas pela minha pele, as mãos dela roçavam meu pau de novo e de novo, fingindo inocência, até que saímos, nos secamos e trocamos de roupa. Depois, fomos pra cozinha tomar uma cerveja. Ela colocou um short de lycra preto que moldava a bunda enorme, e um sutiã minúsculo da mesma cor que só cobria os mamilos, deixando o resto dos peitos massivos expostos. Andava descalça, com pés impecáveis, limpos e macios, as plantas e calcanhares de um rosa natural, a pele era lisa, como se o dinheiro tivesse comprado a eterna juventude. Enquanto conversávamos, ela percebeu que meus olhos desviavam pros pés dela.
De repente ela me pediu para consertar a lâmpada do abajur no quarto. Subimos as escadas, e ela balançava aquele rabão gostoso com um rebolado sensual. Entramos no quarto dela; a lâmpada não acendia porque o fio estava meio cortado (muito estranho kkkk). Consertei com uma lâmina e fita isolante. Enquanto isso, minha tia deitou de bruços na cama, levantando os pés e balançando-os pra cima e pra baixo de um jeito brincalhão (o ar cheirava ao perfume floral bem doce dela). —E então, filho? O que você achou de morar comigo? (perguntou depois de alguns minutos de silêncio). —Bom, eu me diverti muito. Ontem mandei dinheiro pra minha mãe, e semana que vem vou ver se compro roupa nova pra mim (Minha tia me pagava 500 pesos por dia; pra mim, era uma bênção). —Sério? Eu poderia te pagar mais, se continuar se comportando tão bem como tem feito até agora. Só tenho uma regra: nunca tente me roubar. —Sim, entendo. Prometo, tia, que farei bem qualquer coisa que você pedir. Juro pela Nossa Senhora que nunca roubaria você. Já que você me deu um lar, comida e muitas outras coisas. —Você é tão fofo... Por que não veio pra mim antes? Acho que você tinha 18 anos da última vez que te vi na sua cidade. Mas... sério mesmo que faria qualquer coisa por mim? (Disso levantando uma sobrancelha e sentando na cama) —Claro que sim. Mesmo que fosse um segredo, levaria comigo pro túmulo. Ela se levantou da cama e sentou do meu lado, colocando a mão na minha virilha, o calor da palma dela atravessava o tecido, fazendo meu pau endurecer lentamente. —Olha, filho, nunca quis me casar. Sempre vivi trabalhando pra ter o que você vê agora. Tive minhas aventuras, mas os homens nem sempre me satisfaziam. Agora descanso, recebendo lucros das minhas empresas, administradas por gente de confiança. (Enquanto acariciava de leve meu pau por cima do shorts, os dedos dela faziam círculos lentos, enviando ondas de prazer que deixaram meu pau bem duro). —Você diz que faria qualquer coisa Por mim... A única coisa que eu quero é que você não se afaste de mim e me trate como se fosse meu namorado. (Disse sorrindo como se estivesse brincando, mas seus olhos estavam grudados nos meus). —Tá bom, tia. Entendo perfeitamente. Não tenho compromisso com nenhuma mulher, muito menos com filhos. Minha tia Rosa se colocou na minha frente e se ajoelhou, desabotoando minha calça, só nos encarávamos fixamente. Ela puxou minha bermuda para baixo, libertando meu pau ereto, grosso e venoso, latejante. —De cara já imaginei que você era bem dotado, filho. (Disse, segurando meu pau com as duas mãos e deslizando-as de cima para baixo (suas palmas eram muito macias). —Vamos experimentar... (Murmurou, lambendo a ponta de onde jorrava líquido pré-seminal abundante, saboreando o líquido salgado na língua). —Mmmm... Tem um gosto delicioso! Agora, meu garoto, é sua vez de alimentar sua tia que está com muita fome (disse, enquanto mordia o lábio inferior, suas bochechas estavam coradas). Ela enfiou a ponta da língua no meu orifício urinário, seguido de lambidas circulares na cabeça inchada do meu pau, o calor úmido de sua boca me fazia suspirar. Em seguida, enfiou ele inteiro na boca, quente e escorregadio, até o fundo da garganta, gemendo abafadamente enquanto o retirava para lamber o tronco venoso até minhas bolas grandes. Ela as chupou avidamente, sugando cada uma, seus gemidos vibravam contra minha pele, com a outra mão ela se masturbava a buceta. Ela se levantou e se despiu lentamente, revelando seu corpo curvilíneo, peitos enormes com mamilos eretos, e uma buceta depilada, inchada e brilhante de umidade. —Vem, buceta, agora é sua vez de comer (Ela mordia os lábios). Sentou na cama, levantando as pernas e seus pés lindos, observando a buceta e um pouco o ânus, em seu rosto um leve sorriso com os olhos fixos em mim.
Me aproximei, cheirando as plantas dos pés dela, que tinham um aroma de creme perfumado, e vi a pele arrepiar com minha ação. Chupei dedo por dedo, passando a língua pelas plantas cor-de-rosa, macias até os calcanhares rosados, saboreando sua suavidade, enquanto minha tia gemía baixinho. Beijei suas pernas robustas, lambendo as coxas, chupando a pele sensível dali. Finalmente, alcancei sua buceta inchada: o cheiro era delicioso, estava encharcada de lubrificação que escorria. Passei a língua por seus lábios inchados, engolindo sua umidade viscosa, como um cachorro sedento, lambendo seu clitóris pontudo, que pulsava sob minha boca. Penetrei sua entrada vaginal com a língua, profunda e ritmicamente.
Enquanto introduzia um dedo em seu ânu já experiente, ele entrava sem resistência, lubrificado por sua própria excitação, minha tia gemia alto, enquanto fodia minha boca com movimentos de seus quadris. —Já não aguento, bebê, me faz sua por favor antes que eu tenha um orgasmo. (Suplicou, sua voz entrecortada, seu corpo tremendo de urgência). Me levantei, meu pau latejante e duro como aço. A penetrei pouco a pouco, sentindo como sua vagina apertada me envolvia —Ahhh! Está doendo um pouquinho. (Gemeu, com as mãos empurrando minhas pernas para me afastar um pouco). Peguei seus pés e os chupei de novo, lambendo as plantas enquanto empurrava lentamente, sua vagina me apertava em pulsos rítmicos, acelerando meu ritmo até embestir com força. —Ahhh!... Assim!... Ahhh, que gostoso!... Assim, penetra, sou sua, meu amor... Me dá mais forte. (Jadeava, sua voz entrecortada, puxando com os olhos fechados, começamos a suar, o cheiro de sexo enchendo o quarto). Fiquei assim por 20 minutos, depois mudamos de posição: Minha tia Rosita me cavalgou, seus peitos balançando —Ahhh, está bem grande! Que gostoso que é! Mmm... (Gemia enquanto eu chupava seus mamilos duros, apertando seus peitos enormes com minhas mãos). Cavalgava rápido, acelerando até gritar. —Ahhh!... (Ficou olhando para o teto enquanto convulsionava de êxtase) um orgasmo forte com squirt quente que encharcou meu púbis escorrendo por minhas bolas. Ela estava cansada, mas não parei. A coloquei de quatro, com pernas fechadas e bunda levantada, expondo sua buceta enorme, rosa e inchada. A aproximei da beirada da cama, fiquei de pé no chão e esfreguei a cabeça do meu pau de cima a baixo em sua entrada escorregadia, penetrando-a lentamente enquanto acariciava e apertava suas bundas brancas, ela puxava a cada centímetro, minhas bolas moles batendo em suas coxas com um som. Acelerei, observando como suas nádegas balançavam a cada embestida profunda, lambi meu dedo médio e o introduzi em seu cu, penetrando; depois adicionei o indicador, dois dedos dilatando ela enquanto ela gemía. Até que ela gritou em um segundo orgasmo: —Ahhh, tô gozando, filho! Nossa, que gostoso, eu amo assim, meu menino! (Seu corpo tremia, ela estava muito cansada, e era óbvio: já estávamos há uma hora transando, e na idade dela o cansaço vinha rápido). —Tia Rosa, posso gozar na sua bunda? É que tô com muito leite acumulado. (Desde o começo eu queria gozar, e já tinha me segurado muito). —Claro que sim, meu menino. (Ela riu com uma voz satisfeita e doce, abrindo as nádegas com as mãos). —Vem, filho, quero sentir você me enchendo desse leite quente e grosso. A bunda dela já estava dilatada pelos meus dedos, mas eu sempre usei lubrificante: passei na minha pica e enfiei no buraco dela, vendo como ele engolia com vontade. Posicionei a cabeça e com um empurrão entrou. —Nossa, a cabeça entrou muito rápido, tia. Você tem uma bunda muito gulosa. (Brincadei). —Se você soubesse, filho, minha bunda tem muita fome. (Ela riu, empurrando para trás e engolindo toda minha pica de uma vez). —Ahhh, que apertado, tia, tá me enforcando gostoso! (Gemi). —Tá doendo um pouco... Vejo que não é a mesma coisa uma pica normal de 15 centímetros que uma de 20 e grossa. (Ela disse, franzindo o rosto com caretas de dor e tesão). O cu dela me apertava, mandando ondas de prazer intensas. Acelerei, e não durou muito, mas não foram 15 minutos, ela sabia apertar perfeitamente a raba. Gozei com força. —Isso, bebê, dá seu leite pra sua tia Rosa, a mulher que mais te ama. (Ela sussurrou, enquanto apertava a bunda cada vez mais). Jorrei jatos de porra grossa, me sentindo como se tivesse mijando de prazer, e fiquei dentro por alguns minutos antes de tirar minha pica mole, coberta de gozo. O cu dela era um buraco enorme, arrombado e vermelho. Fomos pro banheiro; ela cagou toda minha porra, com peidos, merda e sêmen caindo na privada.
Ela me olhou com um olhar lascivo e travesso, lambendo os lábios. Tomamos banho juntos, lavando mutuamente nossos corpos nus, beijos apaixonados, enquanto nos acariciávamos sob a água quente. Vestimo-nos e saímos para jantar num restaurante, bebendo até ficarmos bêbados, voltando para esquentar de novo. Assim me tornei seu amante, seu marido, seu brinquedo sexual. Na verdade, me dei bem: ela me designou um cargo em uma de suas empresas, e toda vez que eu voltava do trabalho, a encontrava completamente nua, só com um avental de cozinha, pronta para mais. Espero que gostem do meu relato, já que reúno histórias de amigos, familiares e até minhas para compartilhar com todos vocês, as ilustrações são geradas por Inteligência Artificial. Muitos abraços e beijinhos 😘
—Oi, tia, boa tarde. O que tá fazendo tão sozinha? (falei, tentando soar casual). —Ah, só aqui lendo um livro (respondeu, erguendo o olhar com um sorriso).
—E você, filho? Faz tanto tempo que não te via. Virou um homem de verdade, Luisito (o olhar dela ficou sedutor, percorrendo meu corpo de cima a baixo com um brilho malicioso nos olhos).
—E me diz, o que você anda fazendo por esses caminhos?
—Procurando trabalho, mas não acho nada (e bem naquela hora, minha barriga roncou, senti o calor subir nas minhas bochechas de vergonha).
—E já comeu? Hahaha (ela riu, com uma risada quente e brincalhona, a voz era suave e dengosa, como se estivesse curtindo meu constrangimento).
—Não, não comi... Mas vou ver o que acho por aqui (murmurei, desviando o olhar).
—Se quiser, vamos lá em casa e você come alguma coisa e quem sabe até arruma um trabalho.
—Não seria tanto incômodo, tia (respondi, envergonhado).
—Nada disso, meu menino, vem comigo pro carro.
Aceitei, e fomos na caminhonete luxuosa dela. Minha tia Rosa estava cheia da grana; a vida toda ela tinha se dedicado a trabalhar, sem casar nem ter filhos, acumulando uma fortuna impressionante. Chegamos na casa enorme dela, com duas piscinas, um jardim amplo e exuberante. Ela explicou que eu podia ficar morando lá, desde que cuidasse da jardinagem e outras tarefas da casa, já que ela vivia sozinha e todo fim de semana vinham pessoas trabalhar que ela mesma contratava. Aceitei na hora, avisei meu parceiro que ia me mudar, peguei minhas coisas e me instalei. Passei cinco dias trabalhando duro, e no sábado de manhã limpei e enchi a piscina. Ela apareceu com um short preto justo e uma blusa preta com as mangas arregaçadas; estava uma gostosa, ver minha tia com curvas que o tempo tinha lapidado à perfeição.
Ela me disse para tomar banho com ela, que sábados e domingos eram para descansar, com um sorriso convidativo. Tirei a camisa e a calça, ficando só de cueca. Meu pau, de 16 centímetros mole e 20 ereto, grosso e venoso, formava um volume impressionante que não dava pra esconder. Notei o nervosismo dela: as bochechas coraram (um rubor profundo que a deixava com ar vulnerável e excitado), e o olhar se perdia na minha virilha, com os vidrados de desejo. Dentro da piscina, a gente brincou, rindo com esbarrões que mandavam faíscas pela minha pele, as mãos dela roçavam meu pau de novo e de novo, fingindo inocência, até que saímos, nos secamos e trocamos de roupa. Depois, fomos pra cozinha tomar uma cerveja. Ela colocou um short de lycra preto que moldava a bunda enorme, e um sutiã minúsculo da mesma cor que só cobria os mamilos, deixando o resto dos peitos massivos expostos. Andava descalça, com pés impecáveis, limpos e macios, as plantas e calcanhares de um rosa natural, a pele era lisa, como se o dinheiro tivesse comprado a eterna juventude. Enquanto conversávamos, ela percebeu que meus olhos desviavam pros pés dela.
De repente ela me pediu para consertar a lâmpada do abajur no quarto. Subimos as escadas, e ela balançava aquele rabão gostoso com um rebolado sensual. Entramos no quarto dela; a lâmpada não acendia porque o fio estava meio cortado (muito estranho kkkk). Consertei com uma lâmina e fita isolante. Enquanto isso, minha tia deitou de bruços na cama, levantando os pés e balançando-os pra cima e pra baixo de um jeito brincalhão (o ar cheirava ao perfume floral bem doce dela). —E então, filho? O que você achou de morar comigo? (perguntou depois de alguns minutos de silêncio). —Bom, eu me diverti muito. Ontem mandei dinheiro pra minha mãe, e semana que vem vou ver se compro roupa nova pra mim (Minha tia me pagava 500 pesos por dia; pra mim, era uma bênção). —Sério? Eu poderia te pagar mais, se continuar se comportando tão bem como tem feito até agora. Só tenho uma regra: nunca tente me roubar. —Sim, entendo. Prometo, tia, que farei bem qualquer coisa que você pedir. Juro pela Nossa Senhora que nunca roubaria você. Já que você me deu um lar, comida e muitas outras coisas. —Você é tão fofo... Por que não veio pra mim antes? Acho que você tinha 18 anos da última vez que te vi na sua cidade. Mas... sério mesmo que faria qualquer coisa por mim? (Disso levantando uma sobrancelha e sentando na cama) —Claro que sim. Mesmo que fosse um segredo, levaria comigo pro túmulo. Ela se levantou da cama e sentou do meu lado, colocando a mão na minha virilha, o calor da palma dela atravessava o tecido, fazendo meu pau endurecer lentamente. —Olha, filho, nunca quis me casar. Sempre vivi trabalhando pra ter o que você vê agora. Tive minhas aventuras, mas os homens nem sempre me satisfaziam. Agora descanso, recebendo lucros das minhas empresas, administradas por gente de confiança. (Enquanto acariciava de leve meu pau por cima do shorts, os dedos dela faziam círculos lentos, enviando ondas de prazer que deixaram meu pau bem duro). —Você diz que faria qualquer coisa Por mim... A única coisa que eu quero é que você não se afaste de mim e me trate como se fosse meu namorado. (Disse sorrindo como se estivesse brincando, mas seus olhos estavam grudados nos meus). —Tá bom, tia. Entendo perfeitamente. Não tenho compromisso com nenhuma mulher, muito menos com filhos. Minha tia Rosa se colocou na minha frente e se ajoelhou, desabotoando minha calça, só nos encarávamos fixamente. Ela puxou minha bermuda para baixo, libertando meu pau ereto, grosso e venoso, latejante. —De cara já imaginei que você era bem dotado, filho. (Disse, segurando meu pau com as duas mãos e deslizando-as de cima para baixo (suas palmas eram muito macias). —Vamos experimentar... (Murmurou, lambendo a ponta de onde jorrava líquido pré-seminal abundante, saboreando o líquido salgado na língua). —Mmmm... Tem um gosto delicioso! Agora, meu garoto, é sua vez de alimentar sua tia que está com muita fome (disse, enquanto mordia o lábio inferior, suas bochechas estavam coradas). Ela enfiou a ponta da língua no meu orifício urinário, seguido de lambidas circulares na cabeça inchada do meu pau, o calor úmido de sua boca me fazia suspirar. Em seguida, enfiou ele inteiro na boca, quente e escorregadio, até o fundo da garganta, gemendo abafadamente enquanto o retirava para lamber o tronco venoso até minhas bolas grandes. Ela as chupou avidamente, sugando cada uma, seus gemidos vibravam contra minha pele, com a outra mão ela se masturbava a buceta. Ela se levantou e se despiu lentamente, revelando seu corpo curvilíneo, peitos enormes com mamilos eretos, e uma buceta depilada, inchada e brilhante de umidade. —Vem, buceta, agora é sua vez de comer (Ela mordia os lábios). Sentou na cama, levantando as pernas e seus pés lindos, observando a buceta e um pouco o ânus, em seu rosto um leve sorriso com os olhos fixos em mim.
Me aproximei, cheirando as plantas dos pés dela, que tinham um aroma de creme perfumado, e vi a pele arrepiar com minha ação. Chupei dedo por dedo, passando a língua pelas plantas cor-de-rosa, macias até os calcanhares rosados, saboreando sua suavidade, enquanto minha tia gemía baixinho. Beijei suas pernas robustas, lambendo as coxas, chupando a pele sensível dali. Finalmente, alcancei sua buceta inchada: o cheiro era delicioso, estava encharcada de lubrificação que escorria. Passei a língua por seus lábios inchados, engolindo sua umidade viscosa, como um cachorro sedento, lambendo seu clitóris pontudo, que pulsava sob minha boca. Penetrei sua entrada vaginal com a língua, profunda e ritmicamente.
Enquanto introduzia um dedo em seu ânu já experiente, ele entrava sem resistência, lubrificado por sua própria excitação, minha tia gemia alto, enquanto fodia minha boca com movimentos de seus quadris. —Já não aguento, bebê, me faz sua por favor antes que eu tenha um orgasmo. (Suplicou, sua voz entrecortada, seu corpo tremendo de urgência). Me levantei, meu pau latejante e duro como aço. A penetrei pouco a pouco, sentindo como sua vagina apertada me envolvia —Ahhh! Está doendo um pouquinho. (Gemeu, com as mãos empurrando minhas pernas para me afastar um pouco). Peguei seus pés e os chupei de novo, lambendo as plantas enquanto empurrava lentamente, sua vagina me apertava em pulsos rítmicos, acelerando meu ritmo até embestir com força. —Ahhh!... Assim!... Ahhh, que gostoso!... Assim, penetra, sou sua, meu amor... Me dá mais forte. (Jadeava, sua voz entrecortada, puxando com os olhos fechados, começamos a suar, o cheiro de sexo enchendo o quarto). Fiquei assim por 20 minutos, depois mudamos de posição: Minha tia Rosita me cavalgou, seus peitos balançando —Ahhh, está bem grande! Que gostoso que é! Mmm... (Gemia enquanto eu chupava seus mamilos duros, apertando seus peitos enormes com minhas mãos). Cavalgava rápido, acelerando até gritar. —Ahhh!... (Ficou olhando para o teto enquanto convulsionava de êxtase) um orgasmo forte com squirt quente que encharcou meu púbis escorrendo por minhas bolas. Ela estava cansada, mas não parei. A coloquei de quatro, com pernas fechadas e bunda levantada, expondo sua buceta enorme, rosa e inchada. A aproximei da beirada da cama, fiquei de pé no chão e esfreguei a cabeça do meu pau de cima a baixo em sua entrada escorregadia, penetrando-a lentamente enquanto acariciava e apertava suas bundas brancas, ela puxava a cada centímetro, minhas bolas moles batendo em suas coxas com um som. Acelerei, observando como suas nádegas balançavam a cada embestida profunda, lambi meu dedo médio e o introduzi em seu cu, penetrando; depois adicionei o indicador, dois dedos dilatando ela enquanto ela gemía. Até que ela gritou em um segundo orgasmo: —Ahhh, tô gozando, filho! Nossa, que gostoso, eu amo assim, meu menino! (Seu corpo tremia, ela estava muito cansada, e era óbvio: já estávamos há uma hora transando, e na idade dela o cansaço vinha rápido). —Tia Rosa, posso gozar na sua bunda? É que tô com muito leite acumulado. (Desde o começo eu queria gozar, e já tinha me segurado muito). —Claro que sim, meu menino. (Ela riu com uma voz satisfeita e doce, abrindo as nádegas com as mãos). —Vem, filho, quero sentir você me enchendo desse leite quente e grosso. A bunda dela já estava dilatada pelos meus dedos, mas eu sempre usei lubrificante: passei na minha pica e enfiei no buraco dela, vendo como ele engolia com vontade. Posicionei a cabeça e com um empurrão entrou. —Nossa, a cabeça entrou muito rápido, tia. Você tem uma bunda muito gulosa. (Brincadei). —Se você soubesse, filho, minha bunda tem muita fome. (Ela riu, empurrando para trás e engolindo toda minha pica de uma vez). —Ahhh, que apertado, tia, tá me enforcando gostoso! (Gemi). —Tá doendo um pouco... Vejo que não é a mesma coisa uma pica normal de 15 centímetros que uma de 20 e grossa. (Ela disse, franzindo o rosto com caretas de dor e tesão). O cu dela me apertava, mandando ondas de prazer intensas. Acelerei, e não durou muito, mas não foram 15 minutos, ela sabia apertar perfeitamente a raba. Gozei com força. —Isso, bebê, dá seu leite pra sua tia Rosa, a mulher que mais te ama. (Ela sussurrou, enquanto apertava a bunda cada vez mais). Jorrei jatos de porra grossa, me sentindo como se tivesse mijando de prazer, e fiquei dentro por alguns minutos antes de tirar minha pica mole, coberta de gozo. O cu dela era um buraco enorme, arrombado e vermelho. Fomos pro banheiro; ela cagou toda minha porra, com peidos, merda e sêmen caindo na privada.
Ela me olhou com um olhar lascivo e travesso, lambendo os lábios. Tomamos banho juntos, lavando mutuamente nossos corpos nus, beijos apaixonados, enquanto nos acariciávamos sob a água quente. Vestimo-nos e saímos para jantar num restaurante, bebendo até ficarmos bêbados, voltando para esquentar de novo. Assim me tornei seu amante, seu marido, seu brinquedo sexual. Na verdade, me dei bem: ela me designou um cargo em uma de suas empresas, e toda vez que eu voltava do trabalho, a encontrava completamente nua, só com um avental de cozinha, pronta para mais. Espero que gostem do meu relato, já que reúno histórias de amigos, familiares e até minhas para compartilhar com todos vocês, as ilustrações são geradas por Inteligência Artificial. Muitos abraços e beijinhos 😘
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