Eu devia ter uns 20 anos na época, já estudava fora da minha cidade e voltava todo fim de semana pra ficar com meus pais. Tinha uma vizinha um pouco mais velha, a dona Elsa, uma mulher alta, de corpo bem feito pra falar a verdade, com cabelo preto comprido até a cintura — e que cintura, hein —, uns peitões enormes e uma raba maior ainda. Lembro que um dia ela passou em casa pra pedir algo pra minha mãe, vestindo um daqueles vestidos sem manga que mostram desde o começo do braço. Ela se abaixou e eu consegui ver só a borda do sutiã dela e o volume do peito. Aquilo foi o suficiente pra que, desde aquele dia, eu me “apaixonasse” por ela. Passei a vê-la diferente, e sempre dava um jeito de estar por perto quando ela vinha, ou me oferecia pra levar o que minha mãe mandava pra ela, só pra ver o rebolado daquela bunda enorme quando ela andava, ou como os peitões balançavam. Naquela época, ela devia ter uns 40 e tantos anos. Sempre que tinha festa em casa, ela e o marido eram convidados, e eu aproveitava pra ficar perto dela, olhando, seguindo com os olhos e fantasiando em vê-la pelada, já que nessa idade eu ainda não tinha conhecido uma mulher nua, só em fotos de revista, claro. Então sempre acabava me tocando em homenagem a ela, com umas gozadas daquelas pensando na dona Elsa.
Um desses dias, estando em casa, subi no terraço pra pegar umas roupas que minha mãe tinha estendido lá em cima. Fui de má vontade, e meio sem querer olhei pra casa da Elsa. O que vi me deixou impressionado: ela estava lavando roupa na mão, esfregando e jogando água, fazendo aquele movimento de esfregar sem parar. Como ela tava em casa, usava só um roupão florido por cima — dava pra adivinhar porque os peitos dela se mexiam de um jeito impressionante, como dois balões cheios d’água. Um movimento sensacional, sensual, tremendamente excitante, e o jeito que ela esfregava a roupa fazia o movimento daquela bunda ficar ainda mais pronunciado. Um par enorme de peitos, e ainda por cima ela estava com alguns botões soltos na parte de cima, dava pra ver a pele branca do começo dos seios. Do ponto onde eu estava, dava pra ver quase os peitos inteiros dela. Fiquei fascinado olhando ela do terraço, até que minha mãe gritou me chamando, pedindo o que ela tinha mandado buscar. Isso fez a Elsa virar e me pegar olhando pra ela. Ela se endireitou, parou de esfregar a roupa, sacudiu as mãos pra tirar o excesso de água e passou o dorso da mão na testa pra enxugar o suor... Ela sorriu pra mim e disse: — Mas o que você está fazendo aí em cima, espiando? Vai, leva pra sua mãe o que ela pediu, não fica de olheiro, hein? E riu. Eu, nervoso, tentei balbuciar alguma desculpa, mas não saiu nada da boca. Me levantei como pude e, como hipnotizado, sem conseguir parar de olhar pra ela, quase andando de costas, fui levar as coisas pra minha mãe. Nem preciso dizer que naquela noite imaginei mil coisas. Nos dias seguintes, tentando ver ela de novo, subi no terraço pra olhar, mas não via nada. Ela não lavava mais roupa, então só ficava olhando ela entrar de um cômodo pra outro. Isso me deixou decepcionado, até que um dia ela veio aqui em casa. Quando ouvi ela entrar, corri pra recebê-la. Ela estava conversando com minha mãe, eu só a cumprimentei. — Oi, dona Elsa... — Oi, João, como você está? Como vai na cidade? — Muito bem, dona Elsa, e a senhora? — Ah, tudo bem, tudo ótimo. Ela continuou conversando com minha mãe, e eu fiquei olhando pra bunda dela, imaginando que ela mexia de propósito pra me provocar, mas não era nada disso. Ela terminou de falar com minha mãe e, se despedindo de mim, disse pra ela: — Bom, comadre, vou indo. Acho que já tem água suficiente pra eu lavar. Faz tempo que não lavo e tenho um monte de roupa pra lavar. E, olhando pra mim, disse: — Tchau, João, sorrindo. Não sei se foi minha imaginação, mas naquele sorriso eu vi que o olhar dela era tipo um convite. Então esperei um tempinho que pareceu uma eternidade e, nervoso, subi no terraço. E ela já estava lá, lavando com o mesmo roupão. floreada com os dois botões abertos e me deixando ver o balanço daquelas tetonas enormes, lavava com muito esforço e eu estava extasiado olhando, óbvio que entre nervoso e excitado eu tava com o pau mais duro que tudo, via ela se mexer lavando e os peitos dela balançando dentro do roupão, a bunda enorme dela se movendo, era um espetáculo pra mim incrivelmente sexual. Num momento ela se endireitou pra descansar e repetindo o movimento de limpar o suor com as costas da mão, olhou pra cima e me vendo acenou a mão me cumprimentando. - O que cê tá fazendo aí em cima, Juan? - Nada...nada...dona Elsa, só vim pegar uma coisa - E já achou? E deu uma risada forte Eu falei: sim sim já achei já vou indo. Então me retirei dali, pra mim aquilo que tava rolando era realmente excitante, eu pensei que alguma coisa tava acontecendo, mas agora sei que era só o comportamento normal de uma senhora mais velha com um jovem tarado. Devo contar também que a Elsa era casada com um senhor um pouco mais velho que ela, dono de uns salões de sinuca da cidade, lugar que dava motivo pra ele estar sempre bêbado, então eu sempre soube dos problemas que eles tinham, então pra mim era normal ver ela de vez em quando pelas ruas com o marido quase pendurado no ombro levando ele pra casa, não foi uma vez só que ela me chamava em casa pra eu ajudar ela a colocar ele pra dentro, quando ele ficava dormindo na porta, devo dizer que eu ansiava que esses dias chegassem, já que quando eu ajudava a carregar o bêbado podia ficar perto dela, e às vezes até encostar na bunda dela, ou roçar nos braços dela. Mas daí não passava, depois ajudava ela a acomodar ele na cama e era tudo, Eles tinham três quartos pra dormir um onde dormiam eles, outro onde dormiam os dois filhos homens e outro onde dormiam as duas meninas, o deles era o maior, com uma cama encostada na parede direita junto da janela bem no canto, com um guarda-roupa bem na frente. E junto daquele quarto eles tinham um Quartinho pequeno que, quando cheguei pra espiar, usavam pra guardar roupa suja ou essas coisas, era pequeno e se comunicava com o quarto por uma abertura na parede coberta só com uma cortina de pano e dava pro pátio central por outra porta. Tinha nesse quartinho uma cama de solteiro e mesas onde acho que passavam roupa ou algo assim. Pra mim era tipo minha segunda casa, primeiro porque sempre ia lá fazer recados pra minha mãe, ou porque cheguei a entrar muitas vezes ajudando a dona Elsa. Assim foram passando os dias e mais dias, e eu continuava com a excitação e a fantasia de ver a Elsa pelada, de ver os peitos dela ou ver por baixo da saia, coisa que até aquele momento eu não tinha conseguido. Mas um dia minha sorte mudou... foi numa comemoração de aniversário dos meus pais ou aniversário de um deles. Não lembro direito, só lembro que eu tinha saído de casa pra ver minha namorada e voltei cedo porque sabia que teria jantar em casa. Cheguei em casa quando os convidados já estavam lá, todo mundo bebendo e conversando, entre eles a Elsa. Terminaram o jantar, onde todo mundo bebeu e comeu, foram pra uma sala que tem na casa dos meus pais e lá sentaram pra prosear. A Elsa estava nervosa e irritada, eu via ela confusa, esperando ver o vexame que o marido dela talvez fizesse ao ficar totalmente bêbado. Num desses momentos, ela me chamou com a mão, foi andando pra fora do nosso pátio e eu segui ela, olhando ela andar, rebolando aquelas bundonas enormes, como se estivesse hipnotizado. Ela para e me diz: — Ó João, cê não fica bravo se eu pedir um favor? — Claro que não, dona Elsa, me diz como posso ajudar? — Olha, meu filho... meu marido já tá bem bêbado e não quer ir embora, eu tenho que ir ver como estão meus filhos. Então vou deixar ele com você, sim? Não demoro pra voltar, e quando eu for pra casa, cê me ajuda a levar ele? — Ela falou isso muito envergonhada, muito envergonhada. Então, não sei por quê, mas pela primeira vez na vida senti que não era mais um menino. Pus minha mão no braço dela (senti o paraíso), e disse: disse. — Claro, dona Elsa, vou ficar de olho. A senhora pode ir tranquila, eu cuido do seu marido e, quando ele cair bêbado, aviso. Ela sorriu pra mim e disse: — Bom, João, então daqui a pouco eu volto. E foi embora. Passaram-se as horas e ela não vinha. Lá pelas 2 da manhã, quase 3, todo mundo já tinha ido embora e só restavam meu pai discutindo política com dois amigos e o marido da Elsa, que a essa altura já tava completamente chapado, largado no sofá. Então saí de casa, fui até a porta ao lado e bati. Quase na hora, a Elsa apareceu, ainda vestida, e eu falei: — Dona Elsa, acho que seu marido já dormiu. A senhora quer que eu traga ele? Ela respondeu: — Sim, João, se você puder me ajudar, vamos. Então ela fechou a porta da casa dela e fomos pra minha casa. Lá, minha mãe estava meio sonolenta e recebeu ela. A Elsa disse: — Comadre, o João vai me ajudar a levar meu marido pra casa, tá bom? — Sim, comadre, respondeu minha mãe, deixa ele ajudar a levar, pra ver se não dá problema. Aí, do jeito que deu, tentamos levantar o cara. Eu e ela, enquanto meu pai e os dois amigos continuavam na conversa e quase nem ligaram quando a gente tirou ele quase arrastando os pés. A Elsa xingava o marido pra ele andar, e ele só respondia com uns grunhidos. Chegamos como deu na casa dela. No caminho, o bêbado meio que reagiu e começou a dar uns passos, então ficou um pouco mais fácil carregar ele. Só que, como tinha acordado de leve, começou a se debater, tentando voltar pra festa. Chegamos na porta da casa dela e, como a Elsa era quem mais tava segurando o marido, não conseguia pegar as chaves. Então ela falou: — João, solta ele e me ajuda a pegar as chaves. O marido se debatia, e ela tava numa luta pra controlar ele com as duas mãos e ainda segurar pra ele não cair no chão. Então eu soltei ele e fui pegar as chaves. Fiquei parado olhando pra Elsa, tipo perguntando onde estavam as chaves. Ela me olhou e disse: — Tão penduradas no meu pescoço, puxa a fita. Todo nervoso, aproximei minha mão do pescoço dela e ela, levantando o rosto, me mostrou o pescoço. Aí encontrei a fita de pano que segurava as chaves. Peguei a fita como quem não quer tocar a pele, mas ao mesmo tempo querendo tocar, puxei um pouco, mas não cedia ao puxão da minha mão... e então ela, meio reclamando, me disse: — Ai, Juan, me machuca, as chaves prenderam entre os peitos. Olha, puxa devagar. Puxei de novo, agora mais devagar, mas as chaves estavam presas no meio daquele par enorme de tetas. Elsa, já desesperada, falou: — Rápido, Juan, tira logo que esse homem vai acordar. Então, aproveitando a situação, meio sem vergonha, já que Elsa estava controlando o marido, enfiei a mão dentro do vestido dela por cima e, seguindo o caminho marcado pela fita, meti meus dedos entre os peitos dela. Estava úmido de suor, então meus dedos entraram fácil e, pegando as chaves mais de perto, tirei. Foi um momento especial, eu estava mais que excitado, com o pau endurecendo dentro da calça. Então tirei as chaves, passei pelo pescoço dela e abri a casa. Levamos o marido dela para dentro e depois para o quarto dela. Nessa hora, o marido se soltou e, já um pouco mais acordado, começou a gritar e bater as mãos. O marido me olhou, bêbado, e balbuciava incoerências sobre se desculpar, mas mesmo assim, esquecendo o assunto, começou a querer sair de novo. Então, tentando ajudar a Elsa, que estava desesperada e envergonhada comigo, falei: — Olha, se quiser, eu trago outra cerveja. Elsa me olhou e disse: — Não, Juan, não traz mais não. Respondi: — Elsa, eu só quero que ele se acalme. Deixa eu trazer que ele dorme. Elsa entendeu que era uma boa ideia e, tentando não me deixar sozinho: — Olha, Juan, melhor você ficar aqui fazendo companhia, que eu vou buscar uma garrafa de tequila pra ele tomar um gole. Elsa saiu correndo de casa. indo pra minha casa, voltei em uns minutos com uma garrafa de tequila. Daí ele chegou com a garrafa e uns copos, parou na nossa frente e deu um copo pra cada um. O marido dela, vendo a garrafa de tequila, apressou a Elsa pra servir. Ela serviu tequila nos dois copos, botou um gole pequeno no meu, me olhou e fez sinal pra eu não beber. Então, seguindo o fluxo da situação, só fingi que tava bebendo, mas o marido dela me forçou a tomar, me desafiando a beber igual ele, de um gole só. Depois disso, o cara pegou a garrafa de novo, serviu mais duas doses e começou a brindar comigo. Eu via a Elsa tentando evitar que eu bebesse, talvez pensando que minha mãe ia ficar brava e sentindo que era culpa dela por ter me pedido ajuda. Aí eu falei baixinho: — Elsa, não se preocupa, não vai me acontecer nada. Além disso, já tinha bebido antes. — Mas Juan, se sua mãe te ver assim, vai te xingar por minha causa. Nessa altura, o marido já tinha voltado ao grau de bebedeira que tava antes de a gente fazer ele andar, e começou a falar besteira, levantar o copo, bater as mãos, tentar se levantar, xingar... enfim, eu tava envergonhado, mas ao mesmo tempo excitado por ver a Elsa, que na confusão tinha se descuidado e eu tinha conseguido pegar nos peitos dela. E agora, sentada ali na nossa frente, ela me mostrava o começo do peito, porque o vestido dela tinha ficado aberto em cima e eu conseguia ver o início dos peitos e as bordas do sutiã. De qualquer jeito, entre eu e a Elsa, a gente tinha controlado a situação. Ele ainda dava sinais de vida, era um bêbado incansável. Nessa altura, Elsa só me olhava, e eu olhava pra ela. Aí eu levantei e falei: — Dona Elsa, acho que já tá tudo bem, vou indo pra minha casa. Ela, triste pelo que tinha acontecido, respondeu: — Sim, Juan, obrigada. Mas tô preocupada que sua mãe te veja assim. Deixa eu fazer um café pra você passar o cheiro. Tequila. Aí eu falei: — Fica tranquila, a essa hora minha mãe já tá dormindo e meu pai vai continuar na conversa de política até amanhã, então eles nem vão se preocupar em saber se cheguei ou não. Além disso, minha mãe sabia que eu vinha pra sua casa, e amanhã vou falar que me atrasei porque ajudei ela com o marido. Elsa, nervosa pra caralho com medo dos meus pais me verem bêbado (até porque tomei uns três tequilas, mas o que ela não sabia é que eu já tinha tomado mais de três com meus amigos antes), ficava esfregando as mãos e dizia: — Ai, Juan, não quero que seu pai te veja assim (meu pai sempre teve um gênio duríssimo e, sim, era arriscado ele me ver naquele estado, ia me dar uma surra corretiva, mas naquele momento acho que ele nem percebeu meu estado). Olha, Juan, melhor eu ligar pra sua mãe e falar que você vai ficar aqui me ajudando, que amanhã cedo você volta, assim ela não fica te esperando. Melhor sentar aqui, que eu vou avisar sua mãe. Elsa saiu e voltou uns minutos depois, dizendo: — Pronto, Juan, já avisei sua mãe. Pode ficar aqui. Além disso, na sua casa, com as visitas que tão aí, iam te mandar dormir no sofá. Então sua mãe achou de boa você ficar comigo. Deixa eu arrumar a cama pra você deitar. — Obrigado, dona Elsa — agradeci e fiquei esperando ela arrumar a cama. Aí ela falou: — Vou trocar as crianças de quarto, colocar elas no quarto das meninas pra você usar aquela cama. Eu respondi: — Não, Elsa, não acorda elas não. Fico no sofá da sala, fica tranquila. Tá frio e pode fazer mal pras crianças (minha intenção era que ela me deixasse dormir no quartinho ao lado do quarto dela). Ela disse: — Não, não, Juan, como é que eu vou mandar você dormir no sofá? Olha, melhor eu arrumar a cama no quartinho da tábua de passar, e você dorme lá, tá bom? — Claro, dona Elsa, tá ótimo. Assim ainda posso ajudar se precisar de alguma coisa durante a noite. Ela sorriu, passou a mão no meu rosto e falou: — Obrigada, Juan. Você me ajudou pra caralho. Foi arrumar a cama do quartinho enquanto eu continuava sentado na cama deles, olhando pro bêbado e vendo a sombra da Elsa através da cortina enquanto ela sacudia os lençóis pra arrumar onde eu ia dormir. Daqui a pouco ela voltou e me disse: — Pronto, João, já pode ir dormir e me desculpa pelos momentos que te fiz passar. — Dona Elsa, não se preocupa, a senhora sabe que tô aqui pra ajudar, respondi. Aí entrei no quartinho ao lado e logo ouvi a dona Elsa me chamando: — Ô João, não seja ruim, me ajuda a levantar esse homem pra botar ele na cama. Saí do quartinho e fui ajudar, levantando o bêbado, enquanto ela tirava as botas dele e cobria com um cobertor. — Boa noite, dona Elsa, falei. — Boa noite, João, obrigada, disse ela se aproximando pra me dar um beijo na bochecha. Fui pra minha cama, e excitado do jeito que tava, comecei a imaginar o que tinha acontecido, a lembrar do calor úmido entre os peitos da Elsa, a lembrar daquele cheiro forte que senti quando ela chegou perto pra me dar o beijo na bochecha. Tava me preparando pra bater uma em homenagem a ela, todo excitado, tirei a roupa, fiquei só de cueca e me enfiei debaixo das cobertas. No escuro e no silêncio, ouvia a Elsa ainda se mexendo, com certeza se despindo e se preparando pra dormir. Escutei o rangido da cama deles, provavelmente quando ela subiu. Depois, um longo silêncio tomou conta do lugar. Com certeza a Elsa tentava pegar no sono, quando de repente ouvi um gemido, seguido de um som peculiar e bem conhecido: o bêbado tava passando mal. Ouvi a Elsa levantar na hora e falar com ele (com certeza isso era algo bem comum, depois descobri que era). Eu não sabia o que fazer, se levantava ou não, mas já que tava ali pra ajudar, levantei. Além disso, com a esperança de ver a Elsa sem aqueles vestidos que ela usa, saí do quarto e vi a Elsa de costas, parada do lado da cama, tentando arrumar o bêbado. pro cara. — Aconteceu alguma coisa, dona Elsa? Posso ajudar? Falando isso, eu olhava pra ela de costas. Ela tava com um roupão de algodão branco até os joelhos e, quando se abaixou pra arrumar a cama, pude ver o começo das pernas dela, grossas, brancas, por baixo do pano do roupão. Dava pra adivinhar as bundonas dela, que se mexiam um pouco, e marcava claramente uma calcinha daquelas que cobrem da cintura até o começo das coxas. A vergonha do que tava acontecendo fez com que a Elsa não reparasse em como ela tava vestida, então ela só me disse: — Ai, João, que vergonha com você, olha só as barbaridades que esse homem faz, que vergonha que me dá. — Você, João, vai dormir, que esse homem já não acorda mais, agora eu também vou me deitar. Eu me ofereci pra ajudar e ela aceitou, me pedindo pra pegar uns cobertores no quarto onde eu dormia, então eu peguei pra ela, e ela como pôde, com minha ajuda, arrumamos a cama. Ela me disse então: — Já percebeu, João, o que acontece quando esse homem fica bêbado? Por isso que a gente tem a caminha lá dentro, porque quando isso acontece, eu vou dormir lá, na verdade quase sempre durmo lá. Eu disse então: — Hum, dona Elsa, então agora onde a senhora vai se deitar? Se quiser, eu vou pra minha casa, assim a senhora dorme na outra cama. — Não, João, como é que eu vou mandar você pra sua casa agora? Não. Olha, melhor ir se deitar, eu agora vejo onde me deito. — Escuta, dona Elsa!!!, respondi eu, mas onde a senhora vai se deitar? Eu tava realmente preocupado, além disso não queria perder de ver um espetáculo daquele. Agora, vendo ela de frente, via o roupão dela quase aberto debaixo dos peitos, a barriga e as pernas dela, com o movimento que ela fazia, eu via claramente como se mexiam aqueles melões enormes que ela tem no lugar dos peitos. Dava pra ver que, pelo tamanho, eram enormes e perfeitos, e a marca mais escura que se via entre o pano marcava com certeza as auréolas dela. Essa imaginação fez minha ereção aparecer na hora, e como pude, colocando as mãos no meu pau, tentei esconder isso, isso com certeza Não passei despercebido pela Elsa, porque ela virou pra olhar onde eu tava me escondendo e deu uma risada. Aí ela me disse: — Já sei o que vou fazer, olha, vou colocar um colchonete no chão ali naquele quartinho onde você está e vou dormir lá. Eu falei: — Tá bom, dona Elsa, coloca o colchonete, mas deixa eu deitar em cima dele, o chão é duro pra senhora. Ela sorriu e, vendo que não ia conseguir me convencer a deixar ela dormir no chão e eu na cama, aceitou dizendo: — Bom, João, tá certo, então vamos dormir que já são quase 4 da manhã. Rapidinho ela tirou um colchonete de dentro de um armário e, estendendo no chão, colocou lençóis limpos, um cobertor e travesseiros. Eu ficava olhando ela fazer isso na semi-escuridão, e a cada movimento de se abaixar quase até o chão, o roupão dela abria e me deixava ver quase um peito inteiro. Numa dessas, quase um escapou de vez, e ela, como se fosse normal, só ajeitou o roupão e continuou na lida, mas sem fechar o roupão. Aí ela me olhou e disse, como se falasse sozinha: — Que problema com essas coisas grandes que eu tenho, melhor eu colocar um sutiã, senão vou te dar um show aqui. Falando isso, ela foi pro quarto dela e, quando voltou, já dava pra ver que tava de sutiã, embora o tamanho dos peitos dela parecesse menor, ainda eram enormes, mesmo contidos dentro daquele sutiã. Nessa hora, meu pau já tava querendo pular pra fora da cueca, então, sem mais, me enfiei no colchonete estendido no chão e me cobri, esperando ela tomar o lugar dela na cama. Ela chegou, passando andando perto de mim, e antes de subir na cama... pude admirar finalmente o que tanto tinha sonhado, como se sem querer eu conseguisse espiar por baixo do roupão dela, enquanto ela se ajeitava pra subir na cama, vi as duas pernas enormes levando a uma calcinha de renda. Eu tava que não acreditava, segurava meu pau com as mãos, quase me masturbando sentindo que ia gozar, só de ver aquilo. Ela terminou de subir na cama e... Se cobrir com os cobertores, eu, sinceramente, achei que tinha acabado tudo ali, e me preparei pra não fazer barulho, já que tenho certeza de que não conseguiria dormir de tanta excitação. — Juan, tá muito frio, me faz o favor de fechar essa janela, eu sei que tá frio, mas agasalhados não sente tanto. Levantei como pude, cobrindo meu pau, fechei a janela de uma vez e encostei um pouco a porta. Na hora, me enfiei no colchonete, tremendo de frio e tentando me cobrir, acho que a Elsa me viu tremer de frio porque falou: — Juan, olha, você tá com muito frio? — Sim, Elsa, tá fazendo frio, mas aguento, não se preocupa, respondi. Ela disse: — Mmm... não, Juan, não, olha, melhor deitar aqui na cama, que no fim eu não me mexo muito dormindo e você cabe aqui, sobe, porque aí você vai morrer de frio. Eu, sem esperar mais e sem dizer nada, e torcendo pra não ser um sonho, levantei na hora e, pegando meu cobertor comigo, fiquei junto da cama como quem pergunta onde deitar. E rindo, Elsa me fala: — Vai, Juan, pode se acomodar perto da parede, eu deito aqui na beira caso precise levantar antes. Então, já com a intenção e justificado pelo meu suposto estado de sono, quase me apoiando no corpo dela, me acomodei e me estirei junto dela, me cobrindo com meu cobertor. Elsa, se mexendo na cama e virando pra me olhar, disse: — Bom, Juan, então se agasalha, que assim nós dois nos cobrimos com os dois cobertores porque tá muito frio. Então, nem curto nem preguiçoso, levantei os cobertores e me deitei, o calor que se sentia debaixo daqueles cobertores era abrasador, delicioso, e o cheiro de mulher era fantástico. A cama era de solteiro e mal cabíamos nós dois, então ela estava colada em mim, eu estava deitado de barriga pra cima e sentia na minha perna as bundonas da dona Elsa, que estava deitada de lado, de costas pra mim. Eu mal conseguia me mexer, mas sentir o calor daquela bunda enorme grudada na minha perna me fez começar a mover a perna pra aproximar mais, aos poucos fui chegando até que as bundonas Estavam completamente encostadas na minha perna, meu pau tava no talo, minhas bolas doíam e eu sentia que a qualquer momento ia gozar, a excitação era enorme. Deixei o tempo passar, na esperança de que ela dormisse, e quando senti que ela respirava devagar, sinal de que tava dormindo, me virei como quem não quer nada, ficando de frente pra costa dela. A cama era pequena, então no movimento fiquei a poucos centímetros dela, sem coragem de encostar, pensando comigo que com o tempo ia me aproximando devagar da costa dela. Tava nessa quando ouvi a voz da dona Elsa me dizendo: — Ei, Juan, se cobre bem porque tá muito frio, e os cobertores são pequenos. Se arruma direito senão vai ficar com as costas descobertas, obedece. E falando isso, ela se adiantou, me deixando mais espaço, se enfiando na beirada. Aí eu falei: — Não, Elsa, tô bem. Melhor a senhora vir pra cá, vai cair. Ela só respondeu: — Tá bom, mas vou encostar minha bunda em você, não te incomoda? — Não, dona Elsa, não incomoda nada. Se acomode direitinho. E falando isso, eu me adiantei um pouco e ela se encaixou pra trás. Foi o momento mais gostoso da minha vida, quando senti aquela bunda enorme se acomodando bem colada em mim. As nádegas enormes dela batiam nas minhas pernas e na minha barriga, inteirinhas. Eu sentia o tecido do robe dela nas minhas pernas e a forma redonda e enorme daquele par de bundas agora grudada em mim. Tanto que eu não tirei a mão do meu pau, tinha que segurar ele encostado na minha perna pra ela não sentir o que tava rolando. Então, enquanto eu segurava meu pau com a mão, ela encostava a bunda em mim e, num movimento, se ajeitou melhor. A posição me incomodou, então, deixando rolar o que tivesse que rolar, soltei meu pau e tirei a mão de lá, pra sentir agora de verdade o bundão da Elsa. Mas claramente ela também sentiria meu pau duro encostado na bunda dela. Sem pensar muito, soltei meu pau. Me deitei de lado bem confortável e encostei minha bunda na bunda dela, e sentindo meu pau duro colado nas nádegas dela, ela não disse nada, continuou como se nada estivesse acontecendo. Aí, ganhando mais confiança, encaixei meu pau bem no meio daquelas bundonas dela, tenho certeza que ela sentiu o volume, mas não falou nada, só ficamos ali deitados juntos. Os pés dela estavam perto dos meus, e eu me animei a aproximar meu pé do dela, esfregar minha perna na dela. Ela não tirou a perna, pelo contrário, senti que deixou e até colocou mais para trás. Eu me sentia no paraíso, apesar do frio que fazia, eu estava suando pra caralho, mas tinha chegado num ponto que já me animava pra qualquer coisa. Então, sem mais delongas, desci meus braços das laterais e procurei entre os cobertores um jeito de abraçar ela. Enrolei meu braço livre em volta dela, segurando a barriga dela. Ela não disse nada, só se mexeu um pouco e, rebolando a rabeta, se encaixou mais colada em mim. Ganhando mais confiança, estendi minha mão sobre ela e puxei ela o mais perto que pude. Ela não recusou, na verdade, com a mão dela tocou a minha e, percebendo que era eu quem tava abraçando, deixou eu continuar com a mão ali. Naquele momento, senti que tudo podia rolar, então meu outro braço, que tava apertado debaixo do meu lado entre eu e o colchão, me levantei um pouco e tirei ele, e sem dizer nada, passei por baixo da cabeça da Elsa, num gesto claro de abraçar ela. Ela levantou a cabeça, deixou meu braço passar por baixo do pescoço dela e se endireitou, colando as costas no meu peito e deixando meu braço apertar ela. Minha mão foi parar direto no peitão dela, e só deixei ela ali sem mexer. Agora eu tinha a dona Elsa abraçada e grudada em mim, com uma mão na barriga dela e a outra nos peitos dela. Ela então encostou os pés dela pra trás até tocar minhas pernas, e num movimento levantou a perna e subiu um pouco a dela na minha, pra trás. Esse movimento que a Elsa fez me deu o sinal que eu esperava. Dobrei meu joelho e... então eu enfiei entre as pernas dela, levantando minha perna e colocando por cima da perna que a Elsa tinha embaixo. Ela só levantou a perna dela e deixou minha perna entrar entre as dela, e encaixou a dela por cima da minha. Eu não acreditava que isso estava acontecendo. Ela cooperava, mas não dizia nada. Meu pau estava duríssimo e agora estava colado direto entre as nádegas da Elsa. Movendo a mão que estava na barriga dela, procurei a beirada do robe dela e encontrei... aí, criando coragem, peguei o robe e tentei tirar do meio dos nossos corpos, levantando ele. Ela, vendo o que eu queria, disse: — Juan, meu robe está atrapalhando? Deixa eu tirar. E assim, sem mais, ela se levantou da cama e tirou o robe. Foi a imagem mais excitante que eu já vi. Aquela mulher divina agora quase nua na minha frente, o sutiã enorme segurando os peitões grandes dela e aquela calcinha que cobria do quadril até embaixo das nádegas. Ela largou o robe no chão e se acomodou de novo onde estava. — Assim está melhor? — Sim, Elsa, assim está melhor. Agora, sem mais vergonha e com ela abraçada, minha mão apertou o peitão enorme dela, apertando e massageando, e com a outra mão, eu acariciava a barriga e as pernas dela, puxando ela contra mim. Meu pau já completamente duro e fazendo volume por baixo da cueca estava encaixado entre as nádegas grandes dela. Ela não se mexia, só se deixava fazer. A mão que estava no peito dela, tentei enfiar por baixo do tecido do sutiã, e quase consegui, mas estava muito apertado, e acho que machuquei ela, porque ela deu um gritinho dizendo: — Ai, Juan, você me beliscou!!! Quer que eu tire o sutiã? Eu não acreditava no que estava ouvindo, então só falei: — Sim, tira. Respondi. — Me ajuda, Juan, solta ele nas costas, além disso, está apertando meus peitos. Eles são tão grandes que mal cabem. Com minha inexperiência e como pude, soltei os ganchos que prendiam o sutiã e quando finalmente terminei, ela mesma tirou e jogou para fora das cobertas. — Assim está melhor? — Sim, assim está melhor, senhora Elsa. Minha mão agora, sim, Cheio daquele peito enorme, firme e quentinho, extremamente excitante, levei minha mão até a auréola dela e, encontrando-a, peguei no mamilo, que era mais grosso que um dos meus dedos, apertei com força e belisquei com a ponta dos dedos. Minha outra mão, já animada, enfiei pelo elástico da calcinha dela e, balançando, toquei a barriga dela e desci deslizando os dedos até onde começava a pélvis dela, consegui sentir o começo da buceta dela e, sem pensar muito, desci meus dedos e, encontrando a junção dos lábios vaginais, que eram enormes, coloquei minha mão completamente aberta naquela buceta. Movendo minha mão como se estivesse amassando. A senhora Elsa recostou a cabeça completamente no meu peito, se deixando levar. Quando ela disse. — Juan, você está muito safado, por que não vai dormir logo? Ou o que você quer fazer comigo? Eu não falava, mas continuava apalpando ela, até que, chegando perto do ouvido dela, me animei a dizer. — Senhora Elsa, a senhora me deixa tirar a calcinha? — Pra quê, Juan? Já tirei o sutiã e você tem a mão enfiada na minha buceta, pra que você quer que eu tire a calcinha? Elsa, quero sentir suas nádegas, deixa eu tirar a calcinha, implorei. — Não, Juan, a calcinha fica onde está, já deixei você ir longe demais, sou uma mulher decente e mais velha, só me dá uma boa punheta e pronto. Nesse momento, minha mão já tinha feito o mamilo dela crescer e ficar duro, e minha mão na buceta dela já estava separando os lábios e acariciando devagar com dois dos meus dedos, onde eu achava que era o clitóris dela. — Vai, Elsa, deixa eu tirar a roupa íntima, por favor... — Mmm Juan, mas pra quê? Depois você vai querer me penetrar, e isso não pode, melhor só me tocar e vou deixar só porque hoje você me ajudou muito. Eu continuava descendo meus dedos pelo sexo enorme dela, até onde minha mão alcançava, mas como estava enfiada por entre a calcinha, ela impedia de descer mais, mesmo assim, meus dedos já tinham encontrado o caminho até o útero dela, que já estava molhado, porque eu podia sentir. Os fiapos de líquido cremoso nos meus dedos. Eu não tinha coragem de insistir em puxar a calcinha dela pra baixo, então ela disse: — Ei, Juan, se eu deixar você tirar minha roupa íntima, promete que não vai me comer? — Sim, Elsa, eu prometo, não vou te... foda-se, eu prometo. — Ah, tá bom, Juan, então tira minha calcinha, senão você vai rasgar ela. Tirei minha mão de entre as pernas dela e, pegando o elástico, puxei a calcinha pra baixo, e ela me ajudou levantando o corpo e tirando ela mesma. Já sem calcinha, ela se ajeitou de novo do meu lado, eu com a mão na bunda dela, apalpando descaradamente, e ela se acomodou como estava, levantando a perna e jogando pra trás sobre a minha, empurrando a raba no meu pau. — Ei, Juan, cê gosta mesmo da minha bunda? — Sim, dona Elsa, adoro essa bundona e seus peitos. — Sério que cê gosta, Juan? Bom... vou emprestar pra você ficar apalpando à vontade, só por hoje. — Sim, dona Elsa. — Bom, Juan, agora dorme, já me deixou pelada, agora dorme. E dizendo isso, ela se esfregava em mim e jogava a perna mais pra trás sobre a minha, de costas como estava, com aquela bundona enorme agora nua, toda espalhada do meu lado. Minha mão continuava acariciando bem a buceta dela, meus dedos deslizavam entre os lábios vaginais, molhando na entrada do útero, eu afastava eles e às vezes apertava, eram enormes, carnudos, gostosos. Tava com a mão cheia de líquido cremoso, toda ensopada já, e o mamilo dela na minha outra mão tinha crescido, e cada vez que eu apertava, ela se esfregava mais e gemia baixinho. Eu ainda tava de cueca, e meu pau já tava incontrolável, grosso e duro, empurrando o tecido. — Dona Elsa, vou tirar minha cueca, tô com muito calor. — Mmm... tira, assim não vou ser a única pelada, olha como cê me deixou, meu filho, toda molhada... Tirei a cueca e me encostei de novo nela, mas agora, antes de encostar, levantei a bunda dela e encaixei meu pau entre aquelas nádegas enormes. Quando ela sentiu meu... Pau, eu dei um gritinho e desci a mão entre as pernas dela, procurando meu pau. Toquei e ela meio que mediu: — Ai, Juan, isso é o seu membro? Meu Deus, de onde você tirou isso? É enorme — E ficou durão assim, é normal? — Sim, dona Elsa, é normal, sempre foi assim. Ajeitando meu pau entre as bundas dela, ela se empurrou pra trás e disse: — Pois com um pau desse tamanho, menos ainda vou deixar você me comer, com certeza dói pra caralho... — Dona Elsa, falei — Então a senhora me deixaria te comer? — Não sei, Juan, já tava me animando, mas com essa pica enorme que você tem, melhor não — Além disso, você prometeu não me comer, lembra? — Sim, dona Elsa, prometi não te comer e não tô te comendo. Nessa hora, ela virou de barriga pra cima, ficou de lado junto comigo e me olhando disse: — Juan, isso é muito errado, eu sou quase como sua mãe, tenho 30 anos a mais que você, sou casada e meu marido tá dormindo no outro quarto, melhor você dormir, tá? Eu fiquei em silêncio... e parado um instante, quase sem tocar nela, mas de novo levei minha mão até a perna dela e, assim que cheguei na buceta dela, ela abriu as pernas completamente e me deixou tocar de novo. A buceta dela escorria suco, tava toda molhada. — Ela gemia baixinho e mexia o corpanzil dela — Sim, Juan, isso eu deixo, me masturba o quanto você quiser. — Elsa pegou meu pau na mão dela e começou a acariciar de baixo pra cima, apertando a mão quando chegava na pontinha. — Olha, Juan, melhor eu te fazer gozar na mão, senão não sossega. Eu deixei ela tocar meu pau, ela nem olhava pra mim, o olhar dela tava no teto, e eu me inclinei sobre ela, levantei um peito e meti na boca, chupando o mamilo enorme dela, prendi entre o céu da boca e a língua e fiquei chupando. Elsa começou a gemer mais alto e a mexer a mão ainda mais forte, rebolava a bunda em movimentos circulares sentindo meus dedos deslizando entre os lábios dela. Num instante, senti que ela pegou minha mão que tava entre as pernas dela e empurrou pra dentro. Abaixo... — Juan... Juan... enfia os dedos em mim, por favor... me masturba, sim... não me deixa assim... enfia os dedos... todos, Juan, todos... Ela tinha meu pau preso na mão dela e apertava com muita força, já ofegava e me olhava fixamente com muita doçura. De repente, fechou os olhos com força... apertou os dentes, levantou a bunda e apertou as pernas com minha mão entre elas... gritou: — Mmmmm Juaaaaan, vou gozar, vou gozar. Senti nos meus dedos como se ela estivesse se mijando, era uma chuva intensa de líquido que em jatos, primeiro contínuos, depois intermitentes, saíam da buceta dela, molhando as coxas dela, minha mão, a cama... tudo. Ela apertou tanto meu pau que quase senti dor, no final caiu desfalecida na cama e, respirando ofegante, me disse: — Juan, que gozada que eu dei, ufff, nunca tinha gozado assim na minha vida e sem transar. Eu só soube dizer: — Mas Elsa, se eu não te penetrei. Ela me olhando disse: — Não é verdade? Você não me penetrou. — Não, Elsa. — Bom, Juan, agora deixa eu te fazer gozar pra gente dormir, já vai ser umas 6 da manhã. Ela me colocou de barriga pra cima e agora ela de lado, colocou os peitos dela no meu peito e, me abraçando, pegou meu pau. Começou a me masturbar devagar e, na excitação de tê-la assim junto de mim, eu disse: — Elsa, coloca sua buceta molhada na minha perna, por favor. Ela subiu a perna dela na minha perna e, abrindo a buceta com os dedos, encaixou ela colada no meu corpo. — Você gosta da minha buceta, Juan? Gosta de verdade? — Sim, Elsa, adoro sua buceta e todo o seu corpo. Ela continuava tocando meu pau com a mão dela e eu gemia desesperado. Ela só me aninhava nos peitos dela e continuava me tocando, dizendo: — Vai, Juan, goza na minha mão. Eu não conseguia gozar, talvez por causa da excitação ou sei lá, mas meu pau resistia a gozar. Ela cansou da mão e me disse: — Ai, Juan, quanto tempo você demora pra gozar, vai deixar sua mulher satisfeita quando casar. — Que pau grande você tem, Juan, e tão cabeçudo, certeza que não entra em lugar nenhum, né? — Elsa, entra, sim. certeza que se entrar - Mmm Juan, não sei, mas acho que essa tua piroca enorme não vai entrar em mim, mas tudo bem, se quiser mmm, mas melhor não... ou tá bom, sim, só pra testar, né? Tenta enfiar em mim, vai? Se ver que não entra, tira, não vai pensar que quero que me coma, hein, só quero saber se uma rola desse tamanho cabe em mim... - Tá bom, Elsa, tudo bem - Vamos lá, Juan, fica por cima, abre minhas pernas - Levantei, fiquei entre as pernas dela e ela abrindo ao máximo... me oferecendo a buceta que agora eu via como era grande. Ela abriu a xota como um templo com as mãos e se oferecendo assim disse: - Vai, Juan, devagar, enfia tudo Coloquei minha rola na entrada da buceta dela, a sensação era deliciosa, a umidade era intensa, meu pau tremeu de excitação Dei um empurrão e a ponta do meu pau entrou. - Juan, ai Juan. Espera... já... empurra mais. Que pau... ai, dói... mais Juan, mais... sim, mais, enfia tudo... toda a rola... enfia tudo Caí sobre ela enfiando toda a minha rola, a xota dela era tão apertada que sentia os lábios vaginais apertando meu pau, as pernas dela levantadas nos meus lados. Caí sobre os peitões enormes dela, que moles caíam pros lados, me apoiei neles e comecei a me mexer, metendo e tirando meu pau dessa xota. - Juan, você tá me penetrando Juaaaaan... ai, você tá me comendo... sim, gostoso, me come o quanto quiser... gosta de comer uma coroa?... me diz o que você queria... fala pra mim, Juan... que queria me comer... vai assim, bebezinho, assim me come, enfia tudo que quiser... aaahhhhh Eu me mexia freneticamente, com uma dor gostosa que subia dos meus ovos, sentindo que ia gozar finalmente Ela se mexia freneticamente, quase gritava sem pensar que eu tava comendo ela quase no mesmo quarto onde o marido dela dormia De repente senti de novo aquele aperto de um orgasmo da Elsa, o melhor orgasmo que já vi numa mulher, intenso, longo, ela se abraçava em mim me apertando entre as pernas gemendo. Em nesse momento senti que meu pau explodiu, meu leite começou a jorrar dentro da buceta dela, foi o êxtase, quase me senti morrer. - Sim, Juan..... assim me enche de seu leite..... assim me enche..... me dá tudo....aaahhh Fiquei encharcado de suor e fluidos em cima dela, os dois quase mortos, suando horrores. Quando finalmente descansamos, saí de cima dela e me deitei ao lado, agora sim cansado depois da minha primeira foda. Ela me olhou, me abraçou e disse - Juan, eu não queria que você me penetrasse, mas tudo bem, você fez e agora não tem jeito, então levanta e vai pra sua casa, são 6:00 da manhã. - E não vai contar pra ninguém que a gente transou, hein? Me promete? - Claro que nunca vou contar. Respondi Ela então me disse.- Nunca mais, Juan, nunca mais você vai me comer.
Um desses dias, estando em casa, subi no terraço pra pegar umas roupas que minha mãe tinha estendido lá em cima. Fui de má vontade, e meio sem querer olhei pra casa da Elsa. O que vi me deixou impressionado: ela estava lavando roupa na mão, esfregando e jogando água, fazendo aquele movimento de esfregar sem parar. Como ela tava em casa, usava só um roupão florido por cima — dava pra adivinhar porque os peitos dela se mexiam de um jeito impressionante, como dois balões cheios d’água. Um movimento sensacional, sensual, tremendamente excitante, e o jeito que ela esfregava a roupa fazia o movimento daquela bunda ficar ainda mais pronunciado. Um par enorme de peitos, e ainda por cima ela estava com alguns botões soltos na parte de cima, dava pra ver a pele branca do começo dos seios. Do ponto onde eu estava, dava pra ver quase os peitos inteiros dela. Fiquei fascinado olhando ela do terraço, até que minha mãe gritou me chamando, pedindo o que ela tinha mandado buscar. Isso fez a Elsa virar e me pegar olhando pra ela. Ela se endireitou, parou de esfregar a roupa, sacudiu as mãos pra tirar o excesso de água e passou o dorso da mão na testa pra enxugar o suor... Ela sorriu pra mim e disse: — Mas o que você está fazendo aí em cima, espiando? Vai, leva pra sua mãe o que ela pediu, não fica de olheiro, hein? E riu. Eu, nervoso, tentei balbuciar alguma desculpa, mas não saiu nada da boca. Me levantei como pude e, como hipnotizado, sem conseguir parar de olhar pra ela, quase andando de costas, fui levar as coisas pra minha mãe. Nem preciso dizer que naquela noite imaginei mil coisas. Nos dias seguintes, tentando ver ela de novo, subi no terraço pra olhar, mas não via nada. Ela não lavava mais roupa, então só ficava olhando ela entrar de um cômodo pra outro. Isso me deixou decepcionado, até que um dia ela veio aqui em casa. Quando ouvi ela entrar, corri pra recebê-la. Ela estava conversando com minha mãe, eu só a cumprimentei. — Oi, dona Elsa... — Oi, João, como você está? Como vai na cidade? — Muito bem, dona Elsa, e a senhora? — Ah, tudo bem, tudo ótimo. Ela continuou conversando com minha mãe, e eu fiquei olhando pra bunda dela, imaginando que ela mexia de propósito pra me provocar, mas não era nada disso. Ela terminou de falar com minha mãe e, se despedindo de mim, disse pra ela: — Bom, comadre, vou indo. Acho que já tem água suficiente pra eu lavar. Faz tempo que não lavo e tenho um monte de roupa pra lavar. E, olhando pra mim, disse: — Tchau, João, sorrindo. Não sei se foi minha imaginação, mas naquele sorriso eu vi que o olhar dela era tipo um convite. Então esperei um tempinho que pareceu uma eternidade e, nervoso, subi no terraço. E ela já estava lá, lavando com o mesmo roupão. floreada com os dois botões abertos e me deixando ver o balanço daquelas tetonas enormes, lavava com muito esforço e eu estava extasiado olhando, óbvio que entre nervoso e excitado eu tava com o pau mais duro que tudo, via ela se mexer lavando e os peitos dela balançando dentro do roupão, a bunda enorme dela se movendo, era um espetáculo pra mim incrivelmente sexual. Num momento ela se endireitou pra descansar e repetindo o movimento de limpar o suor com as costas da mão, olhou pra cima e me vendo acenou a mão me cumprimentando. - O que cê tá fazendo aí em cima, Juan? - Nada...nada...dona Elsa, só vim pegar uma coisa - E já achou? E deu uma risada forte Eu falei: sim sim já achei já vou indo. Então me retirei dali, pra mim aquilo que tava rolando era realmente excitante, eu pensei que alguma coisa tava acontecendo, mas agora sei que era só o comportamento normal de uma senhora mais velha com um jovem tarado. Devo contar também que a Elsa era casada com um senhor um pouco mais velho que ela, dono de uns salões de sinuca da cidade, lugar que dava motivo pra ele estar sempre bêbado, então eu sempre soube dos problemas que eles tinham, então pra mim era normal ver ela de vez em quando pelas ruas com o marido quase pendurado no ombro levando ele pra casa, não foi uma vez só que ela me chamava em casa pra eu ajudar ela a colocar ele pra dentro, quando ele ficava dormindo na porta, devo dizer que eu ansiava que esses dias chegassem, já que quando eu ajudava a carregar o bêbado podia ficar perto dela, e às vezes até encostar na bunda dela, ou roçar nos braços dela. Mas daí não passava, depois ajudava ela a acomodar ele na cama e era tudo, Eles tinham três quartos pra dormir um onde dormiam eles, outro onde dormiam os dois filhos homens e outro onde dormiam as duas meninas, o deles era o maior, com uma cama encostada na parede direita junto da janela bem no canto, com um guarda-roupa bem na frente. E junto daquele quarto eles tinham um Quartinho pequeno que, quando cheguei pra espiar, usavam pra guardar roupa suja ou essas coisas, era pequeno e se comunicava com o quarto por uma abertura na parede coberta só com uma cortina de pano e dava pro pátio central por outra porta. Tinha nesse quartinho uma cama de solteiro e mesas onde acho que passavam roupa ou algo assim. Pra mim era tipo minha segunda casa, primeiro porque sempre ia lá fazer recados pra minha mãe, ou porque cheguei a entrar muitas vezes ajudando a dona Elsa. Assim foram passando os dias e mais dias, e eu continuava com a excitação e a fantasia de ver a Elsa pelada, de ver os peitos dela ou ver por baixo da saia, coisa que até aquele momento eu não tinha conseguido. Mas um dia minha sorte mudou... foi numa comemoração de aniversário dos meus pais ou aniversário de um deles. Não lembro direito, só lembro que eu tinha saído de casa pra ver minha namorada e voltei cedo porque sabia que teria jantar em casa. Cheguei em casa quando os convidados já estavam lá, todo mundo bebendo e conversando, entre eles a Elsa. Terminaram o jantar, onde todo mundo bebeu e comeu, foram pra uma sala que tem na casa dos meus pais e lá sentaram pra prosear. A Elsa estava nervosa e irritada, eu via ela confusa, esperando ver o vexame que o marido dela talvez fizesse ao ficar totalmente bêbado. Num desses momentos, ela me chamou com a mão, foi andando pra fora do nosso pátio e eu segui ela, olhando ela andar, rebolando aquelas bundonas enormes, como se estivesse hipnotizado. Ela para e me diz: — Ó João, cê não fica bravo se eu pedir um favor? — Claro que não, dona Elsa, me diz como posso ajudar? — Olha, meu filho... meu marido já tá bem bêbado e não quer ir embora, eu tenho que ir ver como estão meus filhos. Então vou deixar ele com você, sim? Não demoro pra voltar, e quando eu for pra casa, cê me ajuda a levar ele? — Ela falou isso muito envergonhada, muito envergonhada. Então, não sei por quê, mas pela primeira vez na vida senti que não era mais um menino. Pus minha mão no braço dela (senti o paraíso), e disse: disse. — Claro, dona Elsa, vou ficar de olho. A senhora pode ir tranquila, eu cuido do seu marido e, quando ele cair bêbado, aviso. Ela sorriu pra mim e disse: — Bom, João, então daqui a pouco eu volto. E foi embora. Passaram-se as horas e ela não vinha. Lá pelas 2 da manhã, quase 3, todo mundo já tinha ido embora e só restavam meu pai discutindo política com dois amigos e o marido da Elsa, que a essa altura já tava completamente chapado, largado no sofá. Então saí de casa, fui até a porta ao lado e bati. Quase na hora, a Elsa apareceu, ainda vestida, e eu falei: — Dona Elsa, acho que seu marido já dormiu. A senhora quer que eu traga ele? Ela respondeu: — Sim, João, se você puder me ajudar, vamos. Então ela fechou a porta da casa dela e fomos pra minha casa. Lá, minha mãe estava meio sonolenta e recebeu ela. A Elsa disse: — Comadre, o João vai me ajudar a levar meu marido pra casa, tá bom? — Sim, comadre, respondeu minha mãe, deixa ele ajudar a levar, pra ver se não dá problema. Aí, do jeito que deu, tentamos levantar o cara. Eu e ela, enquanto meu pai e os dois amigos continuavam na conversa e quase nem ligaram quando a gente tirou ele quase arrastando os pés. A Elsa xingava o marido pra ele andar, e ele só respondia com uns grunhidos. Chegamos como deu na casa dela. No caminho, o bêbado meio que reagiu e começou a dar uns passos, então ficou um pouco mais fácil carregar ele. Só que, como tinha acordado de leve, começou a se debater, tentando voltar pra festa. Chegamos na porta da casa dela e, como a Elsa era quem mais tava segurando o marido, não conseguia pegar as chaves. Então ela falou: — João, solta ele e me ajuda a pegar as chaves. O marido se debatia, e ela tava numa luta pra controlar ele com as duas mãos e ainda segurar pra ele não cair no chão. Então eu soltei ele e fui pegar as chaves. Fiquei parado olhando pra Elsa, tipo perguntando onde estavam as chaves. Ela me olhou e disse: — Tão penduradas no meu pescoço, puxa a fita. Todo nervoso, aproximei minha mão do pescoço dela e ela, levantando o rosto, me mostrou o pescoço. Aí encontrei a fita de pano que segurava as chaves. Peguei a fita como quem não quer tocar a pele, mas ao mesmo tempo querendo tocar, puxei um pouco, mas não cedia ao puxão da minha mão... e então ela, meio reclamando, me disse: — Ai, Juan, me machuca, as chaves prenderam entre os peitos. Olha, puxa devagar. Puxei de novo, agora mais devagar, mas as chaves estavam presas no meio daquele par enorme de tetas. Elsa, já desesperada, falou: — Rápido, Juan, tira logo que esse homem vai acordar. Então, aproveitando a situação, meio sem vergonha, já que Elsa estava controlando o marido, enfiei a mão dentro do vestido dela por cima e, seguindo o caminho marcado pela fita, meti meus dedos entre os peitos dela. Estava úmido de suor, então meus dedos entraram fácil e, pegando as chaves mais de perto, tirei. Foi um momento especial, eu estava mais que excitado, com o pau endurecendo dentro da calça. Então tirei as chaves, passei pelo pescoço dela e abri a casa. Levamos o marido dela para dentro e depois para o quarto dela. Nessa hora, o marido se soltou e, já um pouco mais acordado, começou a gritar e bater as mãos. O marido me olhou, bêbado, e balbuciava incoerências sobre se desculpar, mas mesmo assim, esquecendo o assunto, começou a querer sair de novo. Então, tentando ajudar a Elsa, que estava desesperada e envergonhada comigo, falei: — Olha, se quiser, eu trago outra cerveja. Elsa me olhou e disse: — Não, Juan, não traz mais não. Respondi: — Elsa, eu só quero que ele se acalme. Deixa eu trazer que ele dorme. Elsa entendeu que era uma boa ideia e, tentando não me deixar sozinho: — Olha, Juan, melhor você ficar aqui fazendo companhia, que eu vou buscar uma garrafa de tequila pra ele tomar um gole. Elsa saiu correndo de casa. indo pra minha casa, voltei em uns minutos com uma garrafa de tequila. Daí ele chegou com a garrafa e uns copos, parou na nossa frente e deu um copo pra cada um. O marido dela, vendo a garrafa de tequila, apressou a Elsa pra servir. Ela serviu tequila nos dois copos, botou um gole pequeno no meu, me olhou e fez sinal pra eu não beber. Então, seguindo o fluxo da situação, só fingi que tava bebendo, mas o marido dela me forçou a tomar, me desafiando a beber igual ele, de um gole só. Depois disso, o cara pegou a garrafa de novo, serviu mais duas doses e começou a brindar comigo. Eu via a Elsa tentando evitar que eu bebesse, talvez pensando que minha mãe ia ficar brava e sentindo que era culpa dela por ter me pedido ajuda. Aí eu falei baixinho: — Elsa, não se preocupa, não vai me acontecer nada. Além disso, já tinha bebido antes. — Mas Juan, se sua mãe te ver assim, vai te xingar por minha causa. Nessa altura, o marido já tinha voltado ao grau de bebedeira que tava antes de a gente fazer ele andar, e começou a falar besteira, levantar o copo, bater as mãos, tentar se levantar, xingar... enfim, eu tava envergonhado, mas ao mesmo tempo excitado por ver a Elsa, que na confusão tinha se descuidado e eu tinha conseguido pegar nos peitos dela. E agora, sentada ali na nossa frente, ela me mostrava o começo do peito, porque o vestido dela tinha ficado aberto em cima e eu conseguia ver o início dos peitos e as bordas do sutiã. De qualquer jeito, entre eu e a Elsa, a gente tinha controlado a situação. Ele ainda dava sinais de vida, era um bêbado incansável. Nessa altura, Elsa só me olhava, e eu olhava pra ela. Aí eu levantei e falei: — Dona Elsa, acho que já tá tudo bem, vou indo pra minha casa. Ela, triste pelo que tinha acontecido, respondeu: — Sim, Juan, obrigada. Mas tô preocupada que sua mãe te veja assim. Deixa eu fazer um café pra você passar o cheiro. Tequila. Aí eu falei: — Fica tranquila, a essa hora minha mãe já tá dormindo e meu pai vai continuar na conversa de política até amanhã, então eles nem vão se preocupar em saber se cheguei ou não. Além disso, minha mãe sabia que eu vinha pra sua casa, e amanhã vou falar que me atrasei porque ajudei ela com o marido. Elsa, nervosa pra caralho com medo dos meus pais me verem bêbado (até porque tomei uns três tequilas, mas o que ela não sabia é que eu já tinha tomado mais de três com meus amigos antes), ficava esfregando as mãos e dizia: — Ai, Juan, não quero que seu pai te veja assim (meu pai sempre teve um gênio duríssimo e, sim, era arriscado ele me ver naquele estado, ia me dar uma surra corretiva, mas naquele momento acho que ele nem percebeu meu estado). Olha, Juan, melhor eu ligar pra sua mãe e falar que você vai ficar aqui me ajudando, que amanhã cedo você volta, assim ela não fica te esperando. Melhor sentar aqui, que eu vou avisar sua mãe. Elsa saiu e voltou uns minutos depois, dizendo: — Pronto, Juan, já avisei sua mãe. Pode ficar aqui. Além disso, na sua casa, com as visitas que tão aí, iam te mandar dormir no sofá. Então sua mãe achou de boa você ficar comigo. Deixa eu arrumar a cama pra você deitar. — Obrigado, dona Elsa — agradeci e fiquei esperando ela arrumar a cama. Aí ela falou: — Vou trocar as crianças de quarto, colocar elas no quarto das meninas pra você usar aquela cama. Eu respondi: — Não, Elsa, não acorda elas não. Fico no sofá da sala, fica tranquila. Tá frio e pode fazer mal pras crianças (minha intenção era que ela me deixasse dormir no quartinho ao lado do quarto dela). Ela disse: — Não, não, Juan, como é que eu vou mandar você dormir no sofá? Olha, melhor eu arrumar a cama no quartinho da tábua de passar, e você dorme lá, tá bom? — Claro, dona Elsa, tá ótimo. Assim ainda posso ajudar se precisar de alguma coisa durante a noite. Ela sorriu, passou a mão no meu rosto e falou: — Obrigada, Juan. Você me ajudou pra caralho. Foi arrumar a cama do quartinho enquanto eu continuava sentado na cama deles, olhando pro bêbado e vendo a sombra da Elsa através da cortina enquanto ela sacudia os lençóis pra arrumar onde eu ia dormir. Daqui a pouco ela voltou e me disse: — Pronto, João, já pode ir dormir e me desculpa pelos momentos que te fiz passar. — Dona Elsa, não se preocupa, a senhora sabe que tô aqui pra ajudar, respondi. Aí entrei no quartinho ao lado e logo ouvi a dona Elsa me chamando: — Ô João, não seja ruim, me ajuda a levantar esse homem pra botar ele na cama. Saí do quartinho e fui ajudar, levantando o bêbado, enquanto ela tirava as botas dele e cobria com um cobertor. — Boa noite, dona Elsa, falei. — Boa noite, João, obrigada, disse ela se aproximando pra me dar um beijo na bochecha. Fui pra minha cama, e excitado do jeito que tava, comecei a imaginar o que tinha acontecido, a lembrar do calor úmido entre os peitos da Elsa, a lembrar daquele cheiro forte que senti quando ela chegou perto pra me dar o beijo na bochecha. Tava me preparando pra bater uma em homenagem a ela, todo excitado, tirei a roupa, fiquei só de cueca e me enfiei debaixo das cobertas. No escuro e no silêncio, ouvia a Elsa ainda se mexendo, com certeza se despindo e se preparando pra dormir. Escutei o rangido da cama deles, provavelmente quando ela subiu. Depois, um longo silêncio tomou conta do lugar. Com certeza a Elsa tentava pegar no sono, quando de repente ouvi um gemido, seguido de um som peculiar e bem conhecido: o bêbado tava passando mal. Ouvi a Elsa levantar na hora e falar com ele (com certeza isso era algo bem comum, depois descobri que era). Eu não sabia o que fazer, se levantava ou não, mas já que tava ali pra ajudar, levantei. Além disso, com a esperança de ver a Elsa sem aqueles vestidos que ela usa, saí do quarto e vi a Elsa de costas, parada do lado da cama, tentando arrumar o bêbado. pro cara. — Aconteceu alguma coisa, dona Elsa? Posso ajudar? Falando isso, eu olhava pra ela de costas. Ela tava com um roupão de algodão branco até os joelhos e, quando se abaixou pra arrumar a cama, pude ver o começo das pernas dela, grossas, brancas, por baixo do pano do roupão. Dava pra adivinhar as bundonas dela, que se mexiam um pouco, e marcava claramente uma calcinha daquelas que cobrem da cintura até o começo das coxas. A vergonha do que tava acontecendo fez com que a Elsa não reparasse em como ela tava vestida, então ela só me disse: — Ai, João, que vergonha com você, olha só as barbaridades que esse homem faz, que vergonha que me dá. — Você, João, vai dormir, que esse homem já não acorda mais, agora eu também vou me deitar. Eu me ofereci pra ajudar e ela aceitou, me pedindo pra pegar uns cobertores no quarto onde eu dormia, então eu peguei pra ela, e ela como pôde, com minha ajuda, arrumamos a cama. Ela me disse então: — Já percebeu, João, o que acontece quando esse homem fica bêbado? Por isso que a gente tem a caminha lá dentro, porque quando isso acontece, eu vou dormir lá, na verdade quase sempre durmo lá. Eu disse então: — Hum, dona Elsa, então agora onde a senhora vai se deitar? Se quiser, eu vou pra minha casa, assim a senhora dorme na outra cama. — Não, João, como é que eu vou mandar você pra sua casa agora? Não. Olha, melhor ir se deitar, eu agora vejo onde me deito. — Escuta, dona Elsa!!!, respondi eu, mas onde a senhora vai se deitar? Eu tava realmente preocupado, além disso não queria perder de ver um espetáculo daquele. Agora, vendo ela de frente, via o roupão dela quase aberto debaixo dos peitos, a barriga e as pernas dela, com o movimento que ela fazia, eu via claramente como se mexiam aqueles melões enormes que ela tem no lugar dos peitos. Dava pra ver que, pelo tamanho, eram enormes e perfeitos, e a marca mais escura que se via entre o pano marcava com certeza as auréolas dela. Essa imaginação fez minha ereção aparecer na hora, e como pude, colocando as mãos no meu pau, tentei esconder isso, isso com certeza Não passei despercebido pela Elsa, porque ela virou pra olhar onde eu tava me escondendo e deu uma risada. Aí ela me disse: — Já sei o que vou fazer, olha, vou colocar um colchonete no chão ali naquele quartinho onde você está e vou dormir lá. Eu falei: — Tá bom, dona Elsa, coloca o colchonete, mas deixa eu deitar em cima dele, o chão é duro pra senhora. Ela sorriu e, vendo que não ia conseguir me convencer a deixar ela dormir no chão e eu na cama, aceitou dizendo: — Bom, João, tá certo, então vamos dormir que já são quase 4 da manhã. Rapidinho ela tirou um colchonete de dentro de um armário e, estendendo no chão, colocou lençóis limpos, um cobertor e travesseiros. Eu ficava olhando ela fazer isso na semi-escuridão, e a cada movimento de se abaixar quase até o chão, o roupão dela abria e me deixava ver quase um peito inteiro. Numa dessas, quase um escapou de vez, e ela, como se fosse normal, só ajeitou o roupão e continuou na lida, mas sem fechar o roupão. Aí ela me olhou e disse, como se falasse sozinha: — Que problema com essas coisas grandes que eu tenho, melhor eu colocar um sutiã, senão vou te dar um show aqui. Falando isso, ela foi pro quarto dela e, quando voltou, já dava pra ver que tava de sutiã, embora o tamanho dos peitos dela parecesse menor, ainda eram enormes, mesmo contidos dentro daquele sutiã. Nessa hora, meu pau já tava querendo pular pra fora da cueca, então, sem mais, me enfiei no colchonete estendido no chão e me cobri, esperando ela tomar o lugar dela na cama. Ela chegou, passando andando perto de mim, e antes de subir na cama... pude admirar finalmente o que tanto tinha sonhado, como se sem querer eu conseguisse espiar por baixo do roupão dela, enquanto ela se ajeitava pra subir na cama, vi as duas pernas enormes levando a uma calcinha de renda. Eu tava que não acreditava, segurava meu pau com as mãos, quase me masturbando sentindo que ia gozar, só de ver aquilo. Ela terminou de subir na cama e... Se cobrir com os cobertores, eu, sinceramente, achei que tinha acabado tudo ali, e me preparei pra não fazer barulho, já que tenho certeza de que não conseguiria dormir de tanta excitação. — Juan, tá muito frio, me faz o favor de fechar essa janela, eu sei que tá frio, mas agasalhados não sente tanto. Levantei como pude, cobrindo meu pau, fechei a janela de uma vez e encostei um pouco a porta. Na hora, me enfiei no colchonete, tremendo de frio e tentando me cobrir, acho que a Elsa me viu tremer de frio porque falou: — Juan, olha, você tá com muito frio? — Sim, Elsa, tá fazendo frio, mas aguento, não se preocupa, respondi. Ela disse: — Mmm... não, Juan, não, olha, melhor deitar aqui na cama, que no fim eu não me mexo muito dormindo e você cabe aqui, sobe, porque aí você vai morrer de frio. Eu, sem esperar mais e sem dizer nada, e torcendo pra não ser um sonho, levantei na hora e, pegando meu cobertor comigo, fiquei junto da cama como quem pergunta onde deitar. E rindo, Elsa me fala: — Vai, Juan, pode se acomodar perto da parede, eu deito aqui na beira caso precise levantar antes. Então, já com a intenção e justificado pelo meu suposto estado de sono, quase me apoiando no corpo dela, me acomodei e me estirei junto dela, me cobrindo com meu cobertor. Elsa, se mexendo na cama e virando pra me olhar, disse: — Bom, Juan, então se agasalha, que assim nós dois nos cobrimos com os dois cobertores porque tá muito frio. Então, nem curto nem preguiçoso, levantei os cobertores e me deitei, o calor que se sentia debaixo daqueles cobertores era abrasador, delicioso, e o cheiro de mulher era fantástico. A cama era de solteiro e mal cabíamos nós dois, então ela estava colada em mim, eu estava deitado de barriga pra cima e sentia na minha perna as bundonas da dona Elsa, que estava deitada de lado, de costas pra mim. Eu mal conseguia me mexer, mas sentir o calor daquela bunda enorme grudada na minha perna me fez começar a mover a perna pra aproximar mais, aos poucos fui chegando até que as bundonas Estavam completamente encostadas na minha perna, meu pau tava no talo, minhas bolas doíam e eu sentia que a qualquer momento ia gozar, a excitação era enorme. Deixei o tempo passar, na esperança de que ela dormisse, e quando senti que ela respirava devagar, sinal de que tava dormindo, me virei como quem não quer nada, ficando de frente pra costa dela. A cama era pequena, então no movimento fiquei a poucos centímetros dela, sem coragem de encostar, pensando comigo que com o tempo ia me aproximando devagar da costa dela. Tava nessa quando ouvi a voz da dona Elsa me dizendo: — Ei, Juan, se cobre bem porque tá muito frio, e os cobertores são pequenos. Se arruma direito senão vai ficar com as costas descobertas, obedece. E falando isso, ela se adiantou, me deixando mais espaço, se enfiando na beirada. Aí eu falei: — Não, Elsa, tô bem. Melhor a senhora vir pra cá, vai cair. Ela só respondeu: — Tá bom, mas vou encostar minha bunda em você, não te incomoda? — Não, dona Elsa, não incomoda nada. Se acomode direitinho. E falando isso, eu me adiantei um pouco e ela se encaixou pra trás. Foi o momento mais gostoso da minha vida, quando senti aquela bunda enorme se acomodando bem colada em mim. As nádegas enormes dela batiam nas minhas pernas e na minha barriga, inteirinhas. Eu sentia o tecido do robe dela nas minhas pernas e a forma redonda e enorme daquele par de bundas agora grudada em mim. Tanto que eu não tirei a mão do meu pau, tinha que segurar ele encostado na minha perna pra ela não sentir o que tava rolando. Então, enquanto eu segurava meu pau com a mão, ela encostava a bunda em mim e, num movimento, se ajeitou melhor. A posição me incomodou, então, deixando rolar o que tivesse que rolar, soltei meu pau e tirei a mão de lá, pra sentir agora de verdade o bundão da Elsa. Mas claramente ela também sentiria meu pau duro encostado na bunda dela. Sem pensar muito, soltei meu pau. Me deitei de lado bem confortável e encostei minha bunda na bunda dela, e sentindo meu pau duro colado nas nádegas dela, ela não disse nada, continuou como se nada estivesse acontecendo. Aí, ganhando mais confiança, encaixei meu pau bem no meio daquelas bundonas dela, tenho certeza que ela sentiu o volume, mas não falou nada, só ficamos ali deitados juntos. Os pés dela estavam perto dos meus, e eu me animei a aproximar meu pé do dela, esfregar minha perna na dela. Ela não tirou a perna, pelo contrário, senti que deixou e até colocou mais para trás. Eu me sentia no paraíso, apesar do frio que fazia, eu estava suando pra caralho, mas tinha chegado num ponto que já me animava pra qualquer coisa. Então, sem mais delongas, desci meus braços das laterais e procurei entre os cobertores um jeito de abraçar ela. Enrolei meu braço livre em volta dela, segurando a barriga dela. Ela não disse nada, só se mexeu um pouco e, rebolando a rabeta, se encaixou mais colada em mim. Ganhando mais confiança, estendi minha mão sobre ela e puxei ela o mais perto que pude. Ela não recusou, na verdade, com a mão dela tocou a minha e, percebendo que era eu quem tava abraçando, deixou eu continuar com a mão ali. Naquele momento, senti que tudo podia rolar, então meu outro braço, que tava apertado debaixo do meu lado entre eu e o colchão, me levantei um pouco e tirei ele, e sem dizer nada, passei por baixo da cabeça da Elsa, num gesto claro de abraçar ela. Ela levantou a cabeça, deixou meu braço passar por baixo do pescoço dela e se endireitou, colando as costas no meu peito e deixando meu braço apertar ela. Minha mão foi parar direto no peitão dela, e só deixei ela ali sem mexer. Agora eu tinha a dona Elsa abraçada e grudada em mim, com uma mão na barriga dela e a outra nos peitos dela. Ela então encostou os pés dela pra trás até tocar minhas pernas, e num movimento levantou a perna e subiu um pouco a dela na minha, pra trás. Esse movimento que a Elsa fez me deu o sinal que eu esperava. Dobrei meu joelho e... então eu enfiei entre as pernas dela, levantando minha perna e colocando por cima da perna que a Elsa tinha embaixo. Ela só levantou a perna dela e deixou minha perna entrar entre as dela, e encaixou a dela por cima da minha. Eu não acreditava que isso estava acontecendo. Ela cooperava, mas não dizia nada. Meu pau estava duríssimo e agora estava colado direto entre as nádegas da Elsa. Movendo a mão que estava na barriga dela, procurei a beirada do robe dela e encontrei... aí, criando coragem, peguei o robe e tentei tirar do meio dos nossos corpos, levantando ele. Ela, vendo o que eu queria, disse: — Juan, meu robe está atrapalhando? Deixa eu tirar. E assim, sem mais, ela se levantou da cama e tirou o robe. Foi a imagem mais excitante que eu já vi. Aquela mulher divina agora quase nua na minha frente, o sutiã enorme segurando os peitões grandes dela e aquela calcinha que cobria do quadril até embaixo das nádegas. Ela largou o robe no chão e se acomodou de novo onde estava. — Assim está melhor? — Sim, Elsa, assim está melhor. Agora, sem mais vergonha e com ela abraçada, minha mão apertou o peitão enorme dela, apertando e massageando, e com a outra mão, eu acariciava a barriga e as pernas dela, puxando ela contra mim. Meu pau já completamente duro e fazendo volume por baixo da cueca estava encaixado entre as nádegas grandes dela. Ela não se mexia, só se deixava fazer. A mão que estava no peito dela, tentei enfiar por baixo do tecido do sutiã, e quase consegui, mas estava muito apertado, e acho que machuquei ela, porque ela deu um gritinho dizendo: — Ai, Juan, você me beliscou!!! Quer que eu tire o sutiã? Eu não acreditava no que estava ouvindo, então só falei: — Sim, tira. Respondi. — Me ajuda, Juan, solta ele nas costas, além disso, está apertando meus peitos. Eles são tão grandes que mal cabem. Com minha inexperiência e como pude, soltei os ganchos que prendiam o sutiã e quando finalmente terminei, ela mesma tirou e jogou para fora das cobertas. — Assim está melhor? — Sim, assim está melhor, senhora Elsa. Minha mão agora, sim, Cheio daquele peito enorme, firme e quentinho, extremamente excitante, levei minha mão até a auréola dela e, encontrando-a, peguei no mamilo, que era mais grosso que um dos meus dedos, apertei com força e belisquei com a ponta dos dedos. Minha outra mão, já animada, enfiei pelo elástico da calcinha dela e, balançando, toquei a barriga dela e desci deslizando os dedos até onde começava a pélvis dela, consegui sentir o começo da buceta dela e, sem pensar muito, desci meus dedos e, encontrando a junção dos lábios vaginais, que eram enormes, coloquei minha mão completamente aberta naquela buceta. Movendo minha mão como se estivesse amassando. A senhora Elsa recostou a cabeça completamente no meu peito, se deixando levar. Quando ela disse. — Juan, você está muito safado, por que não vai dormir logo? Ou o que você quer fazer comigo? Eu não falava, mas continuava apalpando ela, até que, chegando perto do ouvido dela, me animei a dizer. — Senhora Elsa, a senhora me deixa tirar a calcinha? — Pra quê, Juan? Já tirei o sutiã e você tem a mão enfiada na minha buceta, pra que você quer que eu tire a calcinha? Elsa, quero sentir suas nádegas, deixa eu tirar a calcinha, implorei. — Não, Juan, a calcinha fica onde está, já deixei você ir longe demais, sou uma mulher decente e mais velha, só me dá uma boa punheta e pronto. Nesse momento, minha mão já tinha feito o mamilo dela crescer e ficar duro, e minha mão na buceta dela já estava separando os lábios e acariciando devagar com dois dos meus dedos, onde eu achava que era o clitóris dela. — Vai, Elsa, deixa eu tirar a roupa íntima, por favor... — Mmm Juan, mas pra quê? Depois você vai querer me penetrar, e isso não pode, melhor só me tocar e vou deixar só porque hoje você me ajudou muito. Eu continuava descendo meus dedos pelo sexo enorme dela, até onde minha mão alcançava, mas como estava enfiada por entre a calcinha, ela impedia de descer mais, mesmo assim, meus dedos já tinham encontrado o caminho até o útero dela, que já estava molhado, porque eu podia sentir. Os fiapos de líquido cremoso nos meus dedos. Eu não tinha coragem de insistir em puxar a calcinha dela pra baixo, então ela disse: — Ei, Juan, se eu deixar você tirar minha roupa íntima, promete que não vai me comer? — Sim, Elsa, eu prometo, não vou te... foda-se, eu prometo. — Ah, tá bom, Juan, então tira minha calcinha, senão você vai rasgar ela. Tirei minha mão de entre as pernas dela e, pegando o elástico, puxei a calcinha pra baixo, e ela me ajudou levantando o corpo e tirando ela mesma. Já sem calcinha, ela se ajeitou de novo do meu lado, eu com a mão na bunda dela, apalpando descaradamente, e ela se acomodou como estava, levantando a perna e jogando pra trás sobre a minha, empurrando a raba no meu pau. — Ei, Juan, cê gosta mesmo da minha bunda? — Sim, dona Elsa, adoro essa bundona e seus peitos. — Sério que cê gosta, Juan? Bom... vou emprestar pra você ficar apalpando à vontade, só por hoje. — Sim, dona Elsa. — Bom, Juan, agora dorme, já me deixou pelada, agora dorme. E dizendo isso, ela se esfregava em mim e jogava a perna mais pra trás sobre a minha, de costas como estava, com aquela bundona enorme agora nua, toda espalhada do meu lado. Minha mão continuava acariciando bem a buceta dela, meus dedos deslizavam entre os lábios vaginais, molhando na entrada do útero, eu afastava eles e às vezes apertava, eram enormes, carnudos, gostosos. Tava com a mão cheia de líquido cremoso, toda ensopada já, e o mamilo dela na minha outra mão tinha crescido, e cada vez que eu apertava, ela se esfregava mais e gemia baixinho. Eu ainda tava de cueca, e meu pau já tava incontrolável, grosso e duro, empurrando o tecido. — Dona Elsa, vou tirar minha cueca, tô com muito calor. — Mmm... tira, assim não vou ser a única pelada, olha como cê me deixou, meu filho, toda molhada... Tirei a cueca e me encostei de novo nela, mas agora, antes de encostar, levantei a bunda dela e encaixei meu pau entre aquelas nádegas enormes. Quando ela sentiu meu... Pau, eu dei um gritinho e desci a mão entre as pernas dela, procurando meu pau. Toquei e ela meio que mediu: — Ai, Juan, isso é o seu membro? Meu Deus, de onde você tirou isso? É enorme — E ficou durão assim, é normal? — Sim, dona Elsa, é normal, sempre foi assim. Ajeitando meu pau entre as bundas dela, ela se empurrou pra trás e disse: — Pois com um pau desse tamanho, menos ainda vou deixar você me comer, com certeza dói pra caralho... — Dona Elsa, falei — Então a senhora me deixaria te comer? — Não sei, Juan, já tava me animando, mas com essa pica enorme que você tem, melhor não — Além disso, você prometeu não me comer, lembra? — Sim, dona Elsa, prometi não te comer e não tô te comendo. Nessa hora, ela virou de barriga pra cima, ficou de lado junto comigo e me olhando disse: — Juan, isso é muito errado, eu sou quase como sua mãe, tenho 30 anos a mais que você, sou casada e meu marido tá dormindo no outro quarto, melhor você dormir, tá? Eu fiquei em silêncio... e parado um instante, quase sem tocar nela, mas de novo levei minha mão até a perna dela e, assim que cheguei na buceta dela, ela abriu as pernas completamente e me deixou tocar de novo. A buceta dela escorria suco, tava toda molhada. — Ela gemia baixinho e mexia o corpanzil dela — Sim, Juan, isso eu deixo, me masturba o quanto você quiser. — Elsa pegou meu pau na mão dela e começou a acariciar de baixo pra cima, apertando a mão quando chegava na pontinha. — Olha, Juan, melhor eu te fazer gozar na mão, senão não sossega. Eu deixei ela tocar meu pau, ela nem olhava pra mim, o olhar dela tava no teto, e eu me inclinei sobre ela, levantei um peito e meti na boca, chupando o mamilo enorme dela, prendi entre o céu da boca e a língua e fiquei chupando. Elsa começou a gemer mais alto e a mexer a mão ainda mais forte, rebolava a bunda em movimentos circulares sentindo meus dedos deslizando entre os lábios dela. Num instante, senti que ela pegou minha mão que tava entre as pernas dela e empurrou pra dentro. Abaixo... — Juan... Juan... enfia os dedos em mim, por favor... me masturba, sim... não me deixa assim... enfia os dedos... todos, Juan, todos... Ela tinha meu pau preso na mão dela e apertava com muita força, já ofegava e me olhava fixamente com muita doçura. De repente, fechou os olhos com força... apertou os dentes, levantou a bunda e apertou as pernas com minha mão entre elas... gritou: — Mmmmm Juaaaaan, vou gozar, vou gozar. Senti nos meus dedos como se ela estivesse se mijando, era uma chuva intensa de líquido que em jatos, primeiro contínuos, depois intermitentes, saíam da buceta dela, molhando as coxas dela, minha mão, a cama... tudo. Ela apertou tanto meu pau que quase senti dor, no final caiu desfalecida na cama e, respirando ofegante, me disse: — Juan, que gozada que eu dei, ufff, nunca tinha gozado assim na minha vida e sem transar. Eu só soube dizer: — Mas Elsa, se eu não te penetrei. Ela me olhando disse: — Não é verdade? Você não me penetrou. — Não, Elsa. — Bom, Juan, agora deixa eu te fazer gozar pra gente dormir, já vai ser umas 6 da manhã. Ela me colocou de barriga pra cima e agora ela de lado, colocou os peitos dela no meu peito e, me abraçando, pegou meu pau. Começou a me masturbar devagar e, na excitação de tê-la assim junto de mim, eu disse: — Elsa, coloca sua buceta molhada na minha perna, por favor. Ela subiu a perna dela na minha perna e, abrindo a buceta com os dedos, encaixou ela colada no meu corpo. — Você gosta da minha buceta, Juan? Gosta de verdade? — Sim, Elsa, adoro sua buceta e todo o seu corpo. Ela continuava tocando meu pau com a mão dela e eu gemia desesperado. Ela só me aninhava nos peitos dela e continuava me tocando, dizendo: — Vai, Juan, goza na minha mão. Eu não conseguia gozar, talvez por causa da excitação ou sei lá, mas meu pau resistia a gozar. Ela cansou da mão e me disse: — Ai, Juan, quanto tempo você demora pra gozar, vai deixar sua mulher satisfeita quando casar. — Que pau grande você tem, Juan, e tão cabeçudo, certeza que não entra em lugar nenhum, né? — Elsa, entra, sim. certeza que se entrar - Mmm Juan, não sei, mas acho que essa tua piroca enorme não vai entrar em mim, mas tudo bem, se quiser mmm, mas melhor não... ou tá bom, sim, só pra testar, né? Tenta enfiar em mim, vai? Se ver que não entra, tira, não vai pensar que quero que me coma, hein, só quero saber se uma rola desse tamanho cabe em mim... - Tá bom, Elsa, tudo bem - Vamos lá, Juan, fica por cima, abre minhas pernas - Levantei, fiquei entre as pernas dela e ela abrindo ao máximo... me oferecendo a buceta que agora eu via como era grande. Ela abriu a xota como um templo com as mãos e se oferecendo assim disse: - Vai, Juan, devagar, enfia tudo Coloquei minha rola na entrada da buceta dela, a sensação era deliciosa, a umidade era intensa, meu pau tremeu de excitação Dei um empurrão e a ponta do meu pau entrou. - Juan, ai Juan. Espera... já... empurra mais. Que pau... ai, dói... mais Juan, mais... sim, mais, enfia tudo... toda a rola... enfia tudo Caí sobre ela enfiando toda a minha rola, a xota dela era tão apertada que sentia os lábios vaginais apertando meu pau, as pernas dela levantadas nos meus lados. Caí sobre os peitões enormes dela, que moles caíam pros lados, me apoiei neles e comecei a me mexer, metendo e tirando meu pau dessa xota. - Juan, você tá me penetrando Juaaaaan... ai, você tá me comendo... sim, gostoso, me come o quanto quiser... gosta de comer uma coroa?... me diz o que você queria... fala pra mim, Juan... que queria me comer... vai assim, bebezinho, assim me come, enfia tudo que quiser... aaahhhhh Eu me mexia freneticamente, com uma dor gostosa que subia dos meus ovos, sentindo que ia gozar finalmente Ela se mexia freneticamente, quase gritava sem pensar que eu tava comendo ela quase no mesmo quarto onde o marido dela dormia De repente senti de novo aquele aperto de um orgasmo da Elsa, o melhor orgasmo que já vi numa mulher, intenso, longo, ela se abraçava em mim me apertando entre as pernas gemendo. Em nesse momento senti que meu pau explodiu, meu leite começou a jorrar dentro da buceta dela, foi o êxtase, quase me senti morrer. - Sim, Juan..... assim me enche de seu leite..... assim me enche..... me dá tudo....aaahhh Fiquei encharcado de suor e fluidos em cima dela, os dois quase mortos, suando horrores. Quando finalmente descansamos, saí de cima dela e me deitei ao lado, agora sim cansado depois da minha primeira foda. Ela me olhou, me abraçou e disse - Juan, eu não queria que você me penetrasse, mas tudo bem, você fez e agora não tem jeito, então levanta e vai pra sua casa, são 6:00 da manhã. - E não vai contar pra ninguém que a gente transou, hein? Me promete? - Claro que nunca vou contar. Respondi Ela então me disse.- Nunca mais, Juan, nunca mais você vai me comer.
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