Doctora Shecid puta

Doutora Shecid SafadaAs pessoas têm uma impressão errada de mim, sempre acharam que eu sou uma garota exemplar, de família, que sempre se comporta bem e não quebra nem um prato. Muitas vezes pensam que assuntos de sexo me assustam, mas nada mais longe da realidade – acho que foi justamente por isso que virei tão puta. O relato do meu primeiro pauzão negro começou quando entrei no primeiro ano da faculdade. Eu estava no primeiro ano de medicina, tinha uns 18 anos, todo mundo me tratava com delicadeza: a pequena estudante de medicina de cabelo preto, baixinha, lábios carnudos, pernuda e "muito inocente". No campus da universidade tinha alojamento para os estudantes, e eu ficava nesses dormitórios. Também tinha alguns professores morando no campus, e um dos meus professores era de pele negra, vinha da República Dominicana, media uns 1,90 m, era gordinho e tinha na época 55 anos. Esse professor era tranquilo, casado e com filhos da minha idade. Ele se dava bem com os alunos. Um dia, meus colegas de classe estavam rindo e zoando, dizendo um pro outro: "você come a do professor negro, hahaha" e várias outras coisas. Eu, curiosa, perguntei por que estavam falando essas coisas, e eles me responderam que, entrando no banheiro e estando nos mictórios, o professor negro chegou em um deles e os caras tinham visto o pau dele, e que o professor tinha um bem grande – que juntando três paus deles não chegavam ao do professor. Eu fiz cara de chocada pra ninguém suspeitar, e vários dos meus colegas brigaram com os que tinham me contado: "como vão contar essas coisas pra Shecid?", "respeitem a Shecid", "não veem que ela é uma garota direitinha, peçam desculpas a ela". Fingi que fiquei irritada, mas por dentro minha buceta estava escorrendo de tão excitada que eu estava. Quando as aulas terminaram, cheguei no meu quarto e me masturbei que nem uma louca, pensando em como eu comeria o enorme pau negro do meu professor. Esfreguei tão rápido e gostoso que... Cheguei a jorrar um squirt na minha cama toda. O mês inteiro fiquei vendo vídeos pornô de negros com paus enormes, e me masturbava fantasiando que éramos eu e meu professor, ele com seus 1,90 m e eu com meus 1,49 m, a gente ficaria espetacular transando, ele me levantando e fazendo o que quisesse comigo, esses pensamentos me deixaram muito obcecada pelo meu professor. Para conseguir seduzi-lo, eu tinha que aproveitar o horário de atendimento dos professores, eles dedicavam algumas horas por dia em seus escritórios para orientar os alunos. Me tornei uma visitante frequente no escritório dele, ele brincava comigo, mas mantinha distância, a personalidade dele era meio sem graça, mas isso não importava, afinal fisicamente ele não era atraente, era gordo como eu já disse. Comecei a me vestir de forma mais provocante para ele, minissaia, salto plataforma transparente, perfume gostoso, maquiagem bem feita e bem feminina, com certeza ele ia começar a notar e me comparar com a esposa dele. Logo ele teria que escolher entre uma mulher mais velha como a esposa ou uma linda estudante de medicina de 18 anos. A fórmula funcionou perfeitamente, notei que ele olhava constantemente para minhas pernas e meus pés, com certeza ele tinha uma fixação por pés e pernas femininas. Percebi o volume enorme dele saltando, em uma sessão de atendimento, por "acidente", minha mão escorregou até o volume enorme dele. Imediatamente ele pulou da cadeira e se desculpou comigo, "Ah, Shecid, me desculpe, que pena com você, por favor esqueça isso", olhei fixamente para ele e disse, "por que está se desculpando?", "não percebe que fui eu quem tocou no seu volume enorme?", "professor, você me deixa louca, só tenho pensado no seu pauzão", "deixa eu ver ele, por favor". Ele se recusou completamente, disse que não me denunciaria, mas que não haveria mais atendimento para mim, que ele era um homem responsável com a esposa e a profissão. E me convidou a sair do escritório dele. Desde aquele dia perdi as esperanças, teria que me conformar com me masturbar e procurar outros candidatos para preencherem meus buracos. Tudo mudou radicalmente quando, quase no fim do semestre, à tarde, ele me chamou no seu escritório de orientação. Fiquei surpresa, estava naquele momento correndo ao redor da pista esportiva do campus, então fui assim mesmo, com meu short de lycra e toda suada por estar fazendo exercício. Ao entrar no escritório dele, disse "diga, professor, para que me chamou?". Ele fechou a porta atrás de mim, trancou e me perguntou se eu ainda queria ver o pau dele. Eu balancei a cabeça que sim, sentei na poltrona do escritório dele e ele ficou de pé na minha frente. Ele disse: "Minha esposa não valoriza suficientemente o que você está prestes a ver. Faz mais de um ano que não transo com ela, e ontem foi a gota d'água". Ao terminar de dizer isso, ele abaixou as calças e mostrou um pau monstruoso, era o maior que meus olhos já tinham visto. O professor, ao ver minha cara de surpresa e satisfação, com meu sorriso malicioso e de puta safada, me disse: "Sempre acreditei, desde que te conheci como aluna, que você era muito exemplar e tímida, mas aquele dia em que você pediu para ver meu pau mudou a forma como eu te via, Shecid. Quer medir meu pau?". Eu disse que simmmmm, e ele me passou uma fita métrica. Então comecei a medir seu pênis, a fita marcou até 25 cm, e minha boca ficou totalmente cheia d'água. Pedi que ele se sentasse, que eu ia medir com meu antebraço, e que surpresa: o pau era mais grosso que meu antebraço e quase o ultrapassava no comprimento. Meus olhos brilhavam ao olhar para aquele pênis monstruoso. "Professor", eu disse, "se sua esposa não sabe como tratar esse pau enorme, acredite, eu vou deixá-lo totalmente morto do jeito que vou pegá-lo". Ele me olhou e terminou de tirar toda a roupa, então era minha vez de tirar tudo. Lentamente fui tirando meus tênis, minhas meias, depois meu short de lycra e meu fio-dental. Coloquei-o em volta do seu pênis monstruoso, imediatamente ele o pegou e começou a cheirar, suspirando de... de um jeito profundo para sentir todo o aroma da minha buceta impregnado no meu thong, depois ele colocou de volta em volta do pau dele e se masturbava com ele, esfregando meu thong na cabeça do pênis dele. "Shecid, você é uma putinha mesmo", meu professor negro me dizia uma vez atrás da outra, "carinha de anjo e mente de vadia você tem", "isso é muito excitante, é a primeira vez que uma aluna quer chupar meu pau, e que bom que é a garota modelo da universidade". Suas palavras só me deixavam mais e mais excitada, depois tirei minha blusa de ginástica e meu sutiã. A primeira coisa que eu ia fazer era um footjob e colocar as plantas dos meus pezinhos no rosto dele, imagine a cena: uma estudante de medicina de 18 anos, com 1,49m, colocando seus pés suados e com cheiro (por ter feito exercício) no rosto do seu professor negro de 1,90m e gordo. Era surreal a cena, mas tenho certeza que se tivessem lá olhando, teriam se masturbado com muita força. Meu professor começou a cheirar meus pés, "que delícia, Shecid, você tem um cheiro incrível, esse aroma de queijo eu adoro, minha mulher nunca me deixa cheirar os pés dela, e os seus são pequenos, delicados, bem cuidados e cheirosos como de uma boa garota", "que vulgar você é, Shecid, que putona você está sendo". Imediatamente levei meus pés até o pau dele, meus dedos dos pés mal conseguiam segurar aquele pauzão, meu suor nos pés facilitava as coisas, mas também tive que cuspir no pau dele para que meus pés deslizassem bem. Eu estava fazendo o primeiro footjob dele, até aquele momento ele só tinha fantasiado com isso, mas nunca tinham feito nada assim pra ele. Passava a planta dos meus pés por todo o pau dele, parecia que eu estava masturbando ele com as mãos, mas eram meus pés que estavam massageando aquele enorme pau negro. Para dar conta, não só o masturbava com meus pés, ao mesmo tempo comecei a engolir ele com minha boca, mesmo minha boca sendo larga, estava muito difícil conseguir colocá-lo dentro dela. Meu professor se... Ela reclamava bastante e movia a pélvis no ritmo das minhas chupadas e dos meus pés. Eu estava ficando cansada, então decidi passar para um deep throat, com ele sentado e eu ajoelhada na frente dele. Peguei ele como pude com as duas mãos, e minha língua começou a percorrer toda a sua pica, dos ovos até a cabeça, na largura e no comprimento, não ia deixar nem um centímetro sem passar minha língua, minha saliva caía nos ovos dele e logo começou a escorrer por todo o pau. "Que bem você chupa, filha da puta, para ter 18 anos faz como uma profissional, Shecid", meu professor me dizia, eu respondi: "E olha que agora vem a melhor parte". Abri bem, bem grande minha boca e enfiei até onde minha garganta aguentou, era impossível meter todo aquele pau na minha garganta, mas eu fazia o melhor que podia.

Eu tinha o cabelo preso, mas o professor soltou enquanto eu fazia deep throat, ele gostava do meu cabelo liso, preto e comprido, dizia que assim eu parecia mais uma puta. Comecei a acelerar o ritmo dos meus deep throats, o som que os fluidos dos dois faziam era espetacular. De vez em quando, enquanto estava nisso, eu dizia ao meu professor: "Você gosta de como sua aluna pequena enfia sua pica na garganta?", "Eu sou sua puta pessoal", e meu olhar fixo nos olhos dele enquanto dizia coisas assim.

Já tinha passado uma hora e eu continuava castigando minha garganta com aquele pau enorme, brincando com minha boca e língua de todas as formas, até ele começou a bater na minha cara com seu pau enorme, batia nas minhas bochechas, nos meus lábios e na minha língua, passava entre meu cabelo, o professor tinha uma resistência incrível, parecia que estava realizando todas as suas fantasias sexuais comigo. Era sua forma de extravasar a frustração de não transar há um ano.

De repente, ele me levantou, minhas costas encostadas no peito dele, com facilidade me ergueu, me colocou na altura da pica dele e começou a abrir minha bunda com o pau dele, comecei a gemer como uma puta, ele me segurando e eu pulando na pica dele na minha bunda. Pouco a pouco minha bunda... comecei a ceder diante do pênis enorme, meu ânus estava super dilatado, como tenho prática não foi tão difícil quanto imaginei, e ele percebeu. "Shecid, seu cu está apertado, mas dá pra ver que usa bastante, que tipo de raposa você é, sua putinha safada". E ele começou a meter mais forte na minha bunda, depois sentou e me fez cavalgar no pênis enorme dele, estava fazendo o melhor anal da minha vida, entrava e saía com mais facilidade, nossos gemidos ficaram mais altos. Minha bunda estava quase arrebentando, então ele mudou para minha vagina, enfiou tudo que minha buceta podia aguentar, e de novo me levantou mas dessa vez me dando pela vagina. A pica dele estava encharcada dos meus líquidos, eu já tinha tido dois squirts, e tinha encharcado todo o chão do escritório dele, e a pica dele. Duas horas transando sem parar com meu professor negro, como sou flexível tentamos todas as posições possíveis, até que ele explodiu. Eu estava cavalgando na minha vagina, e de repente ele me colocou contra o chão, abriu minhas pernas e metia no meu cu e depois na minha buceta, dizia "Vamos Shecid, qual dos seus dois buracos terá a honra de receber minha porra", eu só reclamava estava prestes a gozar pela terceira vez, e foi assim que aconteceu quando minha vagina começou a se encher da porra dele, uffffffff ele encheu muito minha buceta, o sêmen escorria pelos cantos dos meus lábios vaginais. Nos beijamos, me vesti e assim fui para meu quarto com minha vagina cheia do sêmen dele. Devo dizer que no dia seguinte nem consegui levantar para ir às aulas, meus buracos ainda estavam muito dilatados e doloridos, tirei uma foto assim e mandei para meu professor dizendo "olha o que seus 25 cm fizeram com meus buracos hehegostosa

rabao

1 comentários - Doctora Shecid puta

efprole +1
excelente relato, doc, toda una mosquita muerta