Sem códigos, comendo a árvore genealógica...

sem códigos….


Existem coisas que a gente simplesmente não calcula, e nesse caso foi uma daquelas que ficam escondidas pelo excesso de estímulos.
para vocês se situarem no tempo, essa história aconteceu nos dias frios dos últimos 3 meses. meu grupo de amigas fez um jantar do qual eu participei, não era exatamente um jantar de pegação nem formal, mas sim um jantar para falar de coisas mais sexuais e, claro, me convidaram porque eu, com meus amigos de verdade, nunca escondi minha escolha de sair com mulheres casadas e cornos.


a ideia do jantar da minha amiga Martina era pra dar uma sacada pra uma amiga mais puritana de como existe um mundo desconhecido de prazeres, mas pra minha surpresa, ao chegar obviamente com intenções de uma prévia quente com a Martina, ela estava com a mãe. a mãe da Martina sempre foi um assunto de conversa nos encontros; as amigas dela sempre diziam que a mãe era uma mulher gostosa e que, quando falavam sobre sexo nas reuniões na casa da Martina, a mãe aconselhava elas a aproveitarem a paixão porque com o tempo só sobra a lembrança.
conheci a mãe da Martina, e o que posso dizer da Rosa (Rous) é que ela é uma mulher de curvas generosas, mas duras, ou seja, uma mulher que, quando fica pelada, não tem nada caído, quadris poderosos e largos, mas ao mesmo tempo lisos, como se tivessem passado a pele na carne, uns peitos grandes, redondos e muito chamativos. Mais ainda, posso adiantar um pouco a noite e garantir que os melhores pechos da reunião foram os dela.



Sem códigos, comendo a árvore genealógica...




a reunião começou bem descontraída, a gente se divertiu pra caralho e, como sempre, eu acabei querendo chegar em alguém do grupo... e essa alguém era justo a amiga mais curiosa...
a amiga curiosa, gordinha do jeito que eu gosto, estava a mil me perguntando sobre cuckold e a noção de submissão, a ponto de eu pensar que seria o auge da minha noite, mas ela não era só uma garota curiosa.


os dois caras da reunião não estávamos com nenhuma das garotas, o que permitiu que, durante a sessão de perguntas e respostas que foi rolando, ninguém tentou esconder nada. Essa realidade fez a gente se conhecer, se divertir e deixar de lado o mundo de cancelamento em que a gente vive.


todo mundo fala sobre sexualidade, mais do que sobre sexo... obviamente a mãe da minha amiga contou um pouco da sua realidade, do fogo que apagou com o atual marido e de como a monotonia foi devorando a relação. o clima da nossa conversa ficou tão aberto que uma senhora de bem mais de 50 anos contou que sua vida sexual só se salvou por causa dos brinquedos sexuais que ela compra.

Depois da reunião, passaram-se alguns dias. Parte das minhas diferentes áreas de trabalho é o conserto de notebooks e celulares... então, enquanto me preparava para treinar, a campainha tocou... ao abrir a porta, estava a Rous (Rosa), mãe da Martina, com seu visual de contadora, sabendo vestir um decote que a favorecia, saia tubo social e uma maquiagem que deixava ela com um ar de puta pronta para um encontro.
obviamente convidei ela pra entrar e enquanto ela dizia que tinha trazido um notebook pra eu dar uma olhada, servi um café e perguntei


- pra que você veio? - perguntei sem rodeios
- vou te trazer o notebook. disse ela
- ontem você ouviu que o que passa por aquela porta é pra foder, além disso você sabe que tenho meu negócio e mesmo assim apareceu aqui em casa... pergunto de novo: pra que você veio?



ela só conseguiu bater os joelhos, tremer e calar a boca


- tem duas opções, a primeira é que, como você tá perto... você veio trazer um notebook, arriscando que eu não estivesse na oficina.
a outra é que nosso encontro tenha aberto mil perguntas e você queira respostas…
te proponho o seguinte: vou me trocar e, se quando eu voltar você tiver ido, vou entender que me chamou pra consertar seu computador e serei um profissional… a outra possibilidade é que você queira se deixar levar e, se for assim, quando eu descer você ainda estará aqui e terá fechado a porta. E se for isso, o que acontecer hoje será nosso segredo, mas mesmo assim tenha claro que não serei seu maridinho carinhoso.

eu mudei como se fosse sair, na verdade o que fiz foi uma jogada arriscada, mas tinha certeza depois de ouvi-la que ela precisava ser dominada, que aquele casamento perfeito, aquele papel de contadora líder sempre a colocava no controle de tudo e, como a maioria dos submisos, ela encontraria o prazer final ao deixar que a guiassem, ao pedir permissão, ao ter o controle de soltar o controle.






quando ela desceu já estava sem o casaco, com uma camisa tão apertada que os últimos botões mal seguravam aquele decote, agora sem sutiã pelo que eu pude ver. Ela me olhou nos olhos, mas antes que eu pudesse falar, um tapa quebrou o silêncio. Não foi forte o bastante para machucar, mas também não foi tão suave a ponto de eu não sentir...
naquele momento algo nela se quebrou, ela já não controlava mais nada e se entregou... eu olhei devagar e disse:


- se você quer isso, me entregue sua bolsa sem dizer nada… agora, quando não cumprir, será castigada, quando cumprir, receberá prêmios e farei de você minha mulher ao meu prazer.
- sim, disse ela, estendendo o braço e entregando sua bolsa, ainda meio em transe


novamente outro tapa acertou sua bochecha, este foi mais suave e a senhora que sempre dava ordens estava ficando molhada ao obedecer sem pensar em nada além do prazer.
o inevitável estava por vir, mas eu queria levar ela ao limite, queria ver se ela ia fugir em algum momento. Minha casa tem uma janela pra um corredor, já que moro numa rua estilo passagem... Peguei ela pelo pescoço como quem coloca coleira de enforcar em um cachorro e encostei ela contra as cortinas da janela, e aos trancos dava pra ouvir o tecido da saia rasgando... Me aproximei do ouvido dela e, sentindo sua respiração ofegante e o coração batendo como se fosse sair do peito, disse...


- há alguns anos sua filha esteve quase na mesma situação, e ela adora vir reviver isso de vez em quando... sei que você é a mãe, então agora é sua última chance de me dizer para pararmos com isso


sexo


enquanto segurava seu pescoço, puxei sua calcinha, deixando cair gotas daquele líquido lindo que as pernas de uma mulher soltam quando ela está muito, muito excitada... ela não disse nada, mas aquele instinto que a fez vir prevalecia e, enquanto buscava minha boca, ela mesma pegou no pau e guiou para sua buceta, seus orgasmos deixavam suas pernas fracas e quanto mais eu apertava seu pescoço, mais quente ela ficava... já com os peitos contra a janela, as cortinas se abriram de forma estranha, então mais de um que passava pela rua viu aqueles peitos poderosos balançando enquanto eu curtia fazer dela minha gostosa.



madura


ela estava exausta, sentia sua buceta palpitar a cada orgasmo e gozava ainda mais quando eu me dava ao trabalho de soltar as frases que a deixavam louca


- você é mais apertada que sua filha, mas igualmente puta... ele dizia
- seu puto safado… ele me respondia


quando eu estava quase gozando, abri a cortina e deixei seus dois peitos apoiados no vidro, enquanto meu leite que de vez em quando enche o cu da filha estava enchendo a buceta da mãe.

no chão quando a deixei cair, lágrimas escorriam dos olhos dela, arruinando sua maquiagem linda, e com apenas um olhar de submissão, ela me encarou nos olhos e depois começou a beijar meu pau, que estava ficando duro de novo.
naquele momento tocaram a campainha pra entregar um pacote do Mercado Livre.


receba meu pacote, gostosa
- o que eu visto, disse ela olhando para sua saia feita de tiras de roupa.
- não, gata, assim mesmo... quero que o mundo veja a putinha que eu fodo


ela hesitou, mas depois do que já tinha rolado, estava disposta a jogar o jogo… o cara do MercadoPago não acreditava nas tetas que estava vendo… com a camisa em farrapos e de calcinha fio-dental… acho que aquele cara deve ter feito a melhor punheta da vida dele pra ela…
Ela, ao fechar a porta, ficou tremendo olhando para o nada, mas aquele ato de submissão merecia recompensa. Então beijei uma a uma cada vértebra enquanto ela reagia, descendo pelo seu cuzinho, que ao sentir meus beijos se abriu para me deixar entrar.
quando sentiu o prazer da chupada, ela se jogou de quatro e me expôs toda a mercadoria... como um bom amante, minha chupada arrancou dela mais de um orgasmo daqueles bem molhados e degenerados, enquanto com dedos e língua eu ia preparando aquele bumbum que estava bem fechado, e isso me deixava ainda mais excitado.



mae




quando eu tô no modo chupada grátis, aquele bumbum já estava pronto pra trabalho de língua e dedos e chegou o momento que eu mais amo: apoiei a cabeça do meu pauzão na entrada daquele bumbum apertado e, como uma mola, ela foi expulsa. E ela, que estava quase escapando, foi vítima do acaso: o celular dela tocou. Sem deixar ela levantar, eu passei e ela atendeu de quatro, me dando tempo pra colocar a cabeça na posição. Por mais que ela tentasse se soltar atendendo a ligação, foi impossível... mal cortou a chamada e já tinha o falo na posição e seus quadris bem agarrados. A enfiada foi firme, constante, mas devagar...

só houve um grito, gutural, potente, enquanto ele batia em tudo que estava ao alcance. quando nossas cadeiras pegaram o ritmo e o corpo dela começou a tremer de prazer de novo, pude dizer aquela frase que a deixou ainda mais excitada.


- ter o cu mais fechado que sua filha… eu disse enquanto essa frase desencadeava um tremor no corpo dela
- você é um filho da puta, não tem ética nenhuma transando com as duas. ele me respondeu.
- Sua filha e você adoram trair os namorados, eu só estou satisfazendo vocês. Eu respondi.

Não posso negar que o ato de ter a mãe de uma amiga enfiada quase na entrada do meu apartamento me encantava e deixava meu pau muito mais duro… conforme o clima, o suor e as bombadas já soltavam aquele cheiro de foda épica… não tem nada como sexo anal para levar a sexualidade ao limite, é duro, é sujo e é a entrega máxima que uma mulher pode dar e o prazer máximo de um homem…
Foi um prazer encher aquele cuzinho apertado de porra, mas a buceta estava tão arrombada que não conseguiu fechar pra reter, e quando ela se levantou, uma gotinha de porra com fios vermelhos e marrons da enrabada escorreu pela parte interna da sua coxa branca.

ela estava toda desarrumada, toda melada de porra fora daquele papel de senhora que a caracteriza, nos olhamos nos olhos e não houve palavras só silêncio... ela me abraçou e assim caminhando com dificuldade entre tremores de prazer e o corpo marcado de uma enrabada, guiei ela pro banheiro e nos duchamos ou melhor, por um tempinho ficamos juntos debaixo d'água... lavei ela como se fosse uma criança, com cuidado nos joelhos vermelhos de ter ficado de quatro na frente da porta, os quadris marcados de ter arrancado a saia e a calcinha fio-dental... depois ela estava me ensaboando e percebi que meu pau já queria guerra de novo...


- De novo? - disse ela...
- por isso sua filha sempre quer me ver. eu respondi
- tem alguma coisa que você ainda não tenha feito com ela. ela me disse.
- Ela não toma porra, é a única coisa que ela não faz. Eu disse.


ela me olhou, apertou forte meu pau e se deixou cair de joelhos, não posso dizer menos que foi uma das chupadas mais passionais que senti, não sei se posso dizer que foi a melhor mas sim passionais.
ela estava com o corpo no limite, mas sem pensar em nada, me ordenhou até a última gota, tomou tudo e continuou até o ponto em que senti como se todo o meu corpo estivesse formigando.
depois disso ficamos pelados no sofá, meu quarto fica no segundo andar e ela não conseguiria subir as escadas.


- não tenho roupa, ela me disse
não se preocupa, te empresto uma coisa minha...
- no escritório eu tenho a roupa da academia, se eu chegar no escritório estou salva.



a senhora, a dama, a contadora e agora minha putinha... foi embora vestindo minhas roupas, a mãe do meu amigo que mais de uma vez levou minha porra vai embora inseminada como se fosse povoar a Patagônia.

antes de ir embora, ela me perguntou num tom entre culpa e remorso…




-e como continua isso?
- segue de duas formas, pode terminar aqui agora e você se afasta de toda culpa e sabe que compartilhou pau com sua filha…
A outra opção é você se entregar como submissa, que sempre que sentir que precisa de algo como hoje, me visite. Vai ser nosso segredo, mas fique claro quem eu sou e que você e sua filha serão e já são parte da minha vida sexual… Não me responda hoje, sinta isso, processe. E se você quiser, seremos amigos com benefícios.


nos despedimos e, embora ela tivesse vindo de carro, foi embora de Uber. Passaram-se alguns dias e a resposta chegou, sem rodeios, sem firulas, só dizia:


- amigos com benefícios... eu vou querer mais... ela disse.


E aí, rei, tirei uma selfie, dá pra ver a Martina e eu pelados…


minhas, respondi...


pd, seu cú é mais apertado e gostoso, podemos dizer que mamãe e filha são irmãs de porra…


Já faz um tempo, mamãe já aprendeu a abrir seu jogo de submissa e a chave do orgasmo dela é ser comparada com a menina… embora eu adoraria fazer um ménage com as duas e sei que é impossível, a Martina nunca aceitaria, mal perdoou a mãe desde o divórcio com o pai, não vejo como elas dividiriam um pau juntas…deixo aqui algumas das fotos que ela manda pra me mostrar como está entregue e repito: ela tem uns peitos fenomenaisdesde já agradeço a todos os leitores… recomendem o post e agradeço os pontos…



dirigido a: @leonardkta

Comentarios Destacados

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12 comentários - Sem códigos, comendo a árvore genealógica...

Te felicito loco!!! Que lindo cogerse madre e hija
fue suerte pura, ojala tuviera mas facha
Sensacionallllllllllll como siempre
Ud es un maestro de los cuernos
a veces es solo suerte, gracias y se podes recomendar el post ayuda mucho
Excelente historia.
Los 10 puntos están más que merecidos.
Ojalá puedas hacer un trío con las dos. Y quién te dice? También preñarlas y que se los encajen a sus parejas
que ricos senos pa mamar
hermosos no hay como unos pechos que no entren en tus manos
bueno a mi me gusta que no entren aunque parescan de vaca la de mi foto me tiene loco por eso