Lá estava eu, caminhando debaixo do sol do meio-dia com as pernas moles que nem gelatina e o coração querendo pular pra fora do peito.
Faz só alguns meses que eu era um cara comum, mas uma pílula Gender Bender mudou minha vida pra sempre, dissolvendo minha masculinidade e me transformando nessa gostosa de curvas exageradas, rabão pesado e uma pele tão macia que parece seda.
Ontem à noite tive a brilhante ideia de sair pra uma festa à fantasia com minhas amigas, e vesti uma porra de uma fantasia de enfermeira que era uma piada: um vestido branco de cetim que mal cobria minha bunda, um decote que deixava meus dois peitos novos e pesados quase de fora, e uns saltos agulha que me faziam cambalear a cada passo.
Me diverti pra caralho, me sentindo a rainha da noite, até que ele apareceu no rolê, um cara enorme, um macho alfa bruto com cheiro de álcool e jaqueta de couro, que passou a madrugada toda me encurralando no balcão, queimando minha nuca com o olhar e repetindo no meu ouvido com uma voz rouca que ia me comer até eu não conseguir mais andar.
Na hora, entre os drinks e a música, senti uma mistura de pânico e um tesão doentio que nunca tinha sentido quando era homem, mas escapei com as meninas quando a balada fechou.
O problema é que agora, já de dia e voltando sozinha por uma rua completamente deserta do bairro, ouvi uns passos pesados atrás de mim que gelaram meu sangue.
— Não posso ser tão otária, a puta que me pariu, ainda saí vestida assim. Falei comigo mesma num sussurro, ajeitando o decote transparente enquanto acelerava o passo pelas ruas vazias.
De repente, ouvi uns passos pesados e um assobio rude atrás de mim que gelou meu sangue; me virei e vi ele, o mesmo moreno bruto da festa que tinha me perseguido a noite toda.
Era o fdp do rolê, um cara enorme com cara de macho alfa que se chamava Carlos, que ontem à noite tinha queimado minha nuca com o bafo de uísque enquanto me dizia as piores xingamentos no ouvido.
— Epa, enfermeirinha! Te procurei pra todo lado quando cortaram a música, não vai me escapar agora de dia. Gritou o Carlos da esquina, apressando o passo com um sorriso de predador que fez meu coração dar um pulo.
— Me deixa em paz, magrão, a farra já acabou. Respondi tentando soar firme, mas minha voz de gatinha submissa me traiu por completo, saindo como um pedido agudo.
— Que paz o quê, cê passou a noite inteira provocando todos os caras com essa bunda. Falei que ia te comer e eu cumpro, gostosa. Cuspiu o cara, diminuindo a distância com uma confiança que me deixou em pânico.
O medo ativou minhas coxas carnudas e comecei a correr como dava, sentindo o peso dos meus peitos pulando selvagemente debaixo do vestido branco enquanto os saltos me faziam tropeçar no asfalto.
Dobrei numa esquina e vi a persiana quebrada de um depósito abandonado; não pensei duas vezes, me abaixei raspando meus joelhos novos e macios, e entrei no fundo do lugar, que tava escuro e cheirava a mofo.
Me encostei na parede, bem atrás da porta de madeira podre, tampando a boca com minhas mãozinhas finas pra ninguém ouvir meus gemidos desesperados de puta assustada.
Em poucos segundos, a sombra gigante do Carlos tapou a luz da entrada e ouvi o rangido dos tênis pesados dele pisando nos entulhos do chão.
— Sei que você entrou aqui dentro, raposinha, senti o cheiro de flor do teu cabelo lá da calçada. — Rosnou o Carlos com aquela voz rouca de alfa que fez eu arquear as costas de puro terror humilhante.
— Falei que ia te achar, puta! Hoje você não escapa do teu macho! — Gritou o cara da esquina, acelerando o passo enquanto arrumava a calça.
O som das pisadas pesadas dele ecoava no chão de cimento do depósito abandonado, fazendo cada um dos meus pelos novos se arrepiarem de puro terror.
Eu estava ali, encolhida contra a parede imunda, apertando o joystick invisível dos meus nervos enquanto prendia a respiração pra não soltar um gemido agudo.
Carlos caminhava devagar, esticando os braços como um caçador que sabe que a presa não tem pra onde correr, curtindo minha agonia.
De repente, ele deu um tapa violento atrás da porta de madeira podre e me puxou pelo braço, me fazendo perder o equilíbrio nos saltos.
— Te achei, foxy! Achou que ia escapar da sua sorte nesse canto imundo? — gritou Carlos, cravando um olhar cheio de fome animal que congelou meu sangue.
— Me solta, pelo amor de Deus! Juro que não fiz nada, deixa eu ir pra casa — implorei com uma voz sumida e submissa que só entregava minha total vulnerabilidade.
Ele me pegou com uma força descomunal, prendendo minhas duas mãos fininhas numa só das palmas calejadas e peludas dele.
Sem me dar tempo de respirar, esmagou minha boca num beijo selvagem que cheirava a uísque puro e dominação, me invadindo por completo enquanto eu tentava virar a cabeça pra escapar.
Num movimento rápido, me virou de costas e me colou no corpo dele, enfiando meu quadril com violência contra a virilha dele.
Senti o volume enorme e duríssimo do pau dele pressionando bem na fenda das minhas bundas gigantes, que tremeram na hora com o atrito do jeans grosso.
— Olha como você fica, enfermeirinha, tá tremendo toda porque sente como vai ser tocada por um homem de verdade. — Ele sussurrou no meu ouvido com aquela voz rouca de alfa que fez minhas costas arquearam.
— Não... para... você tá me machucando, pelo amor de Deus, tira isso de cima de mim. — Falei, choramingando enquanto sentia minha mente de homem se dissolver diante do tamanho dele.
Ele não me deu bola e se grudou ainda mais, usando o peso dele pra me manter imobilizada contra o volume quente dele, enquanto eu sentia o suor do peito dele atravessar minhas costas.
Com a mão que ainda tava livre, ele enfiou por dentro do decote de cetim do meu vestido branco e puxou pra baixo com uma fúria que fez as costuras estralarem.
O tecido vagabundo cedeu de vez, deixando meus dois peitos novos, pesados e hipersensíveis, totalmente expostos no ar frio do lugar.
Meus bicos castanhos ficaram duros na hora, sob a luz do dia que entrava pela persiana quebrada, entregando o tesão humilhante que corria nas minhas veias.
— Olha as tetas que você arrumou, putinha! Isso é meu, pra você me servir a tarde inteira aqui dentro. — Carlos cuspiu, me dando um tapa seco na bunda que me fez pular.
— Ai! Não fala isso, pelo amor... me tapa... tô morrendo de vergonha de você me ver assim. — Supliquei, mas meu corpo continuava buscando o calor da calça dele.
Carlos me agarrou pelos ombros e me virou de repente, me forçando a encará-lo de frente enquanto eu tentava esconder meus peitos com minhas mãozinhas.
Ele arrancou minhas mãos à força e baixou a cabeça, devorando meus seios com a boca, chupando meus mamilos com uma desespero bruto que arrancou de mim um gemido musical e agudo.
Antes que eu pudesse processar o prazer doloroso da boca dele na minha pele, ele me agarrou pela cintura com seus braços de aço e me levantou no ar como se eu fosse uma boneca de pano.
Ele me abraçou forte no ar, me mantendo com as pernas balançando enquanto eu apoiava minhas mãozinhas finas nos ombros tatuados dele, tentando empurrá-lo para longe.
— Para, Carlos! Me abaixa, pelo amor de Deus! Você não vai dar conta de mim, não quero ficar assim. Gritei com lágrimas nos olhos, chutando inutilmente enquanto meus saltos agulha desenhavam círculos no nada.
— Você não manda aqui, mami, agora você é minha propriedade e vai aprender a obedecer seu macho. Ele respondeu, apertando minhas nádegas nuas com tanta força que os dedos dele afundaram completamente na minha carne macia.
Desci pra baixo, mas ele não me soltou — só ajeitou o vestido rasgado e amassado bem em cima da cintura, me deixando completamente pelada da cintura pra baixo. Ele caiu na gargalhada quando viu que entre minhas nádegas enormes não tinha nenhuma tira, nada que me cobrisse da luz do dia.
— Olha só o que você é, entrou na balada se fazendo de santa e anda sem calcinha por aí, sua puta. — Disse Carlos, me dando um empurrão pra me fazer andar até o fundo do galpão, onde um monte de sacos de cimento cobertos de terra se amontoava.
— É que com a fantasia justa marcava tudo, por isso não coloquei nada, juro. — Falei, tropeçando nos saltos enquanto sentia o ar frio da manhã batendo direto nas minhas nádegas nuas, que balançavam pesadas.
— Anda reto e requebra, vagabunda, que pra isso você vestiu essa fantasia de enfermeira gostosa. — Respondeu ele, me dando um tapa violento na bunda que deixou a marca vermelha dos dedos na minha bochecha esquerda e me fez soltar um grito agudo.
Andar por aquele corredor abandonado com a bunda de fora e levando tapas que me faziam pular era a maior humilhação que eu podia passar, mas o calor que sentia nas veias me dizia que minha mente de homem já estava totalmente dominada pela brutalidade dele.
Quando a gente chegou na pilha de cimento, ele me agarrou pela nuca com força e me jogou de cara contra os sacos duros, me forçando a enfiar os joelhos no chão imundo. Meus peitos pesados se espremeram contra a lona do cimento e minha raba ficou apontada direto pra cara dele, completamente desprotegida e levantada pelos saltos altos que eu ainda tava usando.
— Fica aí bem arqueada, que agora você vai pagar por me deixar com o tesão a noite toda no baile. — Disse o Carlos, me dando outro tapa seco na bunda que fez eu arquear a coluna de dor.
— Pelo amor de Deus, Carlos, não faz isso comigo aqui, esse lugar é nojento. — Supliquei, tentando fechar as pernas de medo de sentir ele tão perto.
— Abre essas pernas que eu mandei, aqui quem manda não é você, boneca. — Ele respondeu, enfiando as botas pesadas entre meus tornozelos pra me abrir as pernas à força, me deixando toda aberta e exposta pro que ele queria fazer.
Sentir minhas coxas carnudas separadas contra minha vontade me deixou sem defesa, sabendo que o cara tinha me exatamente onde queria e que não ia parar até me deixar marcada.
— Por que você tá fazendo isso comigo? Me solta, pelo amor de Deus, eu te imploro. Falei, chorando com a cara colada no pó do cimento.
— Porque você é uma puta, mami, e puta como você se trata assim. Respondeu Carlos, tirando o cinto com um barulho metálico que gelou meu sangue.
— Você não entende, eu era homem antes! É o comprimido, juro! Falei, desesperada pra queimar meu último cartucho e fazer ele me soltar.
— Que homem o quê, porra? Você é uma gostosa do caralho com uma bunda gigante que tá pedindo pica desde ontem à noite, não vem com esses papos estranhos agora. Respondeu ele, ignorando minhas palavras enquanto eu ouvia ele abaixar o zíper da calça jeans.
— Pelo amor, não! Sou virgem lá atrás, nunca fizeram nada comigo, vai doer pra caralho. Falei, sentindo o roçar quente da carne enorme dele se encostando direto na minha intimidade desprotegida.
— Fica tranquila que vou te comer o cu bem gostoso pra você aprender quem é seu macho, enfermeirinha. Respondeu Carlos, e sem nenhuma anestesia nem aviso, empurrou a pica grossa e bruta dele inteira de uma vez só pra dentro de mim.
A dor anal foi um estouro preto que partiu meu corpo no meio; senti minha carne nova e apertada rasgando e esticando até o limite enquanto ele me segurava firme pelos quadris pra começar a dar umas estocadas brutais, secas e selvagens que faziam minha cabeça bater contra os sacos.
— AIHH!! Para, para pelo amor, tá doendo pra caralho, você vai me rasgar toda! Gritei, soltando gemidos agudos e dilacerantes que ecoavam pelas paredes do depósito abandonado enquanto o cara ficava me dando tapas na bunda no ritmo das enfiadas.
— Grita, puta, grita que eu adoro ver como minha pica deforma essa sua bunda! Respondeu ele, dando gargalhadas no meu ouvido enquanto batia as bolas dele nas minhas nádegas a cada estocada selvagem.
Ele passou trinta minutos me comendo igual a um pano de chão, me humilhando e curtindo como meu corpo transformado se dobrava inteiro. Diante do poder dele, até que a dor começou a se misturar com um tesão nojento que fazia minha virilha queimar.
— Por favor, te imploro... para... não aguento mais a dor, faz o que quiser, mas tira isso daí de trás. Supliquei, totalmente destruída, entregando a pouca dignidade que me restava como Alejandro.
— Só paro se você se ajoelhar e chupar bem de puta, sem nojo. Ele respondeu, me dando um último empurrão bruto antes de sair do meu cu com um barulho molhado que me deixou tremendo.
— Sim, sim, aceito, o que você quiser, mas não me dá mais por aí. Falei, me virando com dificuldade sobre os joelhos arranhados, completamente submissa à vontade dele.
Fiquei de joelhos no cimento imundo, com o vestido branco rasgado acima do peito e os peitos pesados pendurados nus na frente dele, sentindo o gosto amargo das lágrimas misturado com a saliva. Carlos ficou firme na frente da minha cara, esticando o pauzão dele, venoso e quente, que ainda brilhava com o fluido da minha humilhação anal.
— Vai, abre essa boquinha e mostra pra que você serve, que você tem toda essa cara de puta. Ele disse, encostando a ponta da carne dele direto nos meus lábios pintados.
— Tá bom... vou fazer isso... meu macho. Falei com um fio de voz, vencida pelo terror e pelo prazer proibido de chamá-lo assim.
Abri a boca devagar e deixei ele meter até o fundo da garganta, sentindo o gosto forte, bruto e amargo da pele de macho alfa dele, que me fez lacrimejar na hora pelo reflexo da ânsia.
— Assim, engole tudo, porque esse é o seu verdadeiro castigo por ficar dando mole pros caras com essa fantasia de puta de enfermeira. Ele respondeu lá de cima, se mantendo firme, curtindo ver como uma gostosa tão forte se afogava com o tamanho dele sem que ele precisasse mover um dedo.
Ele me deu um puxão no braço que me fez reagir e me jogou com um movimento bruto pra cima da pilha de sacos de cimento, me deixando sentada na lona empoeirada. Ele se abaixou com raiva, pegou primeiro um tornozelo e depois o outro, tirou meus dois sapatos de salto agulha e os arremessou contra a parede imunda do galpão.
— Encosta bem pra trás, apoia as costas nesses sacos e abre bem as pernas, que vou arrebentar essa buceta gigante que você tem de novo. Disse Carlos, ajeitando a camiseta enquanto me encarava de cima com os olhos injetados.
— Não, por favor... já chupei tudo, pensei que com isso você ia me deixar em paz. Falei, tremendo da cabeça aos pés enquanto abria as pernas devagar, só pelo medo de levar outro tapa da mão grossa dele.
— Aqui não acaba nada até eu cansar, boneca, então abre bem e não me faz perder tempo. Respondeu ele, se metendo entre minhas coxas nuas e macias pra me esmagar contra o cimento duro.
Fiquei completamente exposta, sentada nas sacolas com as costas apoiadas na parede e as pernas abertas até o limite, sentindo o ar batendo direto na minha intimidade machucada e dolorida pela primeira surra. Carlos agarrou meus joelhos com as mãos enormes dele, empurrando-os na direção dos meus ombros pra me abrir ainda mais o caminho enquanto ajustava a piroca quente na entrada.
— Te imploro por tudo que é mais sagrado, Carlos, não mete de novo aí atrás que você vai acabar de me rasgar toda. — Falei, chorando igual uma desgraçada enquanto sentia a ponta da carne dele pressionando a pele sensível que ardia que nem fogo.
— Cala a boca e aguenta, puta, que você mesma se meteu nessa de eu te tratar desse jeito. — Ele respondeu, soltando uma gargalhada pesada enquanto cravava os dedos nas minhas coxas pra me deixar imóvel.
— Se quer que eu tenha um pouco de pena, segura sua própria bunda e abre bem grandona pra eu meter direto até o fundo. — Ele disse, me olhando com desprezo total enquanto me empurrava devagar pra eu sentir o tamanho inteiro dele.
— Sim, sim, por favor... vou ser uma boa menina, juro que vou fazer tudo o que você pedir, mas não seja tão bruto. Eu disse, esticando minhas mãos trêmulas para trás para agarrar minhas nádegas e abri-las eu mesma, entregando a ele o controle total do meu corpo.
Como vi que ele não me dava ouvidos e vinha com toda a força para me perfurar de novo, o desespero bloqueou minha mente e eu desci uma das minhas mãos direto para minha entreperna molhada. Comecei a esfregar meu clitóris com os dedos de forma selvagem, buscando desesperadamente que aquele prazer novo anestesiasse um pouco a área e me desse alguma lubrificação para aguentar o rasgo anal que vinha.
— Olha como a puta se toca enquanto eu arrebento seu cu, você é uma doente total, mami. Respondeu Carlos, enfiando toda a pica de um só empurrão violento que fez minha coluna arquear e minhas unhas cravarem nos sacos de cimento.
A dor me partiu ao meio de novo, uma pressão insuportável que encheu meus olhos de lágrimas enquanto minha mão não parava de se mover lá embaixo, misturando o sofrimento do anal com os espasmos quentes da minha nova anatomia de mulher.
Depois de mais uma leva de estocadas secas que deixaram minha buceta destruída e pulsando, ele me agarrou pelo cabelo castanho e me puxou pra baixo da pilha de cimento de uma vez, me forçando a ficar de joelhos de novo na frente das calças dele. O cara já tava respirando pesado, com o pau completamente vermelho e cheio de veias apontando direto pros meus olhos cheios de lágrimas.
— Põe a língua bem pra fora, que você vai tomar até a última gota do seu dono por ter sido tão puta. — Falou Carlos, me segurando firme pela nuca com uma mão enquanto com a outra se punhetava com movimentos rápidos e brutais na minha cara.
— Ahhh, ahhh! Sim, dá tudo aqui dentro... faz o que quiser... meu macho. — Falei entre soluços e gemidos, esticando a língua toda enquanto esperava o impacto da porra dele.
— Toma todo o teu castigo, vagabunda, engole bem o meu orgulho. — Ele respondeu, soltando um grito rouco enquanto gozava na minha cara com violência, enchendo minha língua, lábios e bochechas com jatos quentes de porra grossa.
Fiquei imóvel, saboreando o amargo do fluido bruto dele que se misturava com minha saliva, sentindo a humilhação total de estar completamente dominada pela força de um macho alfa.
Carlão deu um passo pra trás, subindo o zíper da calça jeans numa boa enquanto caía na gargalhada ao ver a bagunça que tinha deixado no chão. Eu me levantei como pude da montanha de cimento, arrastando as pernas doloridas e me sentando de lado porque a dor na bunda era insuportável.
— Olha a cara de puta que te deixei, você tá linda toda suja, enfermeirinha. — Disse o Carlão, tirando uma onda de mim enquanto arrumava a jaqueta de couro.
— Você é um filho da puta... me arrebentou o cu todinho, tô doendo pra caralho. — Falei, passando os dedos finos pelas bochechas pra limpar o resto de porra que escorria da minha boca.
— Não reclama que você adorou a lição, agora vai voltar pra casa sabendo quem manda no bairro. — Ele respondeu, virando as costas pra caminhar até a saída do galpão abandonado.
— Não sei como vou fazer pra andar até em casa com essa dor, seu bruto. — Falei, tocando a região do cu com a ponta dos dedos, sentindo o inchaço e o calor do rasgo.
— Devia ter pensado nisso antes de sair vestida de puta pra provocar os homens na balada, gatinha. — Ele respondeu, virando de novo por um segundo pra me dar um último olhar de desprezo.
— Da próxima vez que te ver vou te dar o dobro, então vai se preparando esse rabo. — Disse o Carlão, passando pela persiana quebrada pra sair na rua debaixo do sol do meio-dia.
— Tomara que eu nunca mais te cruze na vida, você me destruiu. — Falei num sussurro abafado, ficando sozinha na escuridão do depósito imundo, totalmente acabada e chorando em silêncio em cima dos sacos de cimento.
Fiquei completamente sozinha no silêncio pesado do depósito, ouvindo os passos do Carlos se afastando de vez pela calçada. A dor na buceta subia pelas minhas costas em ondas quentes, me lembrando a cada pulsação da brutalidade com que aquele cara me domou e destruiu a pouca hombridade que eu tentava manter na minha mente.
Com as mãos tremendo de frio e de choque, passei os dedos pelos lábios e bochechas, limpando a boca que ainda estava pegajosa e coberta pelo esperma grosso e amargo daquele bêbado. Ver meus dedos fininhos manchados com o resto dele me deu uma mistura de nojo e um calor submisso que me fez baixar a cabeça, assumindo de vez minha nova realidade.
— Não posso voltar pra casa assim, sou um desastre ambulante. Falei pra mim mesma num sussurro abafado, soltando um choro amargo que arranhava minha garganta seca.
Estiquei o pano rasgado e amassado do vestido branco de cetim, fazendo força pra puxar ele sobre meus dois peitos novos e pesados, tentando tampar essas tetas que o Carlos mordeu e babou à vontade. Meus bicos ainda estavam duríssimos, roçando no tecido barato da fantasia num lembrete constante da humilhação que eu tinha acabado de sofrer.
— A vizinhança inteira vai ver minha bunda se eu sair na rua, sua puta. Falei pra escuridão do galpão, tentando ajeitar os farrapos do cetim em volta das minhas cadeiras largas que ainda latejavam com as palmadas brutais.
Faz só alguns meses que eu era um cara comum, mas uma pílula Gender Bender mudou minha vida pra sempre, dissolvendo minha masculinidade e me transformando nessa gostosa de curvas exageradas, rabão pesado e uma pele tão macia que parece seda.
Ontem à noite tive a brilhante ideia de sair pra uma festa à fantasia com minhas amigas, e vesti uma porra de uma fantasia de enfermeira que era uma piada: um vestido branco de cetim que mal cobria minha bunda, um decote que deixava meus dois peitos novos e pesados quase de fora, e uns saltos agulha que me faziam cambalear a cada passo.
Me diverti pra caralho, me sentindo a rainha da noite, até que ele apareceu no rolê, um cara enorme, um macho alfa bruto com cheiro de álcool e jaqueta de couro, que passou a madrugada toda me encurralando no balcão, queimando minha nuca com o olhar e repetindo no meu ouvido com uma voz rouca que ia me comer até eu não conseguir mais andar.
Na hora, entre os drinks e a música, senti uma mistura de pânico e um tesão doentio que nunca tinha sentido quando era homem, mas escapei com as meninas quando a balada fechou.
O problema é que agora, já de dia e voltando sozinha por uma rua completamente deserta do bairro, ouvi uns passos pesados atrás de mim que gelaram meu sangue.
— Não posso ser tão otária, a puta que me pariu, ainda saí vestida assim. Falei comigo mesma num sussurro, ajeitando o decote transparente enquanto acelerava o passo pelas ruas vazias.
De repente, ouvi uns passos pesados e um assobio rude atrás de mim que gelou meu sangue; me virei e vi ele, o mesmo moreno bruto da festa que tinha me perseguido a noite toda.
Era o fdp do rolê, um cara enorme com cara de macho alfa que se chamava Carlos, que ontem à noite tinha queimado minha nuca com o bafo de uísque enquanto me dizia as piores xingamentos no ouvido.
— Epa, enfermeirinha! Te procurei pra todo lado quando cortaram a música, não vai me escapar agora de dia. Gritou o Carlos da esquina, apressando o passo com um sorriso de predador que fez meu coração dar um pulo.
— Me deixa em paz, magrão, a farra já acabou. Respondi tentando soar firme, mas minha voz de gatinha submissa me traiu por completo, saindo como um pedido agudo.
— Que paz o quê, cê passou a noite inteira provocando todos os caras com essa bunda. Falei que ia te comer e eu cumpro, gostosa. Cuspiu o cara, diminuindo a distância com uma confiança que me deixou em pânico.
O medo ativou minhas coxas carnudas e comecei a correr como dava, sentindo o peso dos meus peitos pulando selvagemente debaixo do vestido branco enquanto os saltos me faziam tropeçar no asfalto.
Dobrei numa esquina e vi a persiana quebrada de um depósito abandonado; não pensei duas vezes, me abaixei raspando meus joelhos novos e macios, e entrei no fundo do lugar, que tava escuro e cheirava a mofo. Me encostei na parede, bem atrás da porta de madeira podre, tampando a boca com minhas mãozinhas finas pra ninguém ouvir meus gemidos desesperados de puta assustada.
Em poucos segundos, a sombra gigante do Carlos tapou a luz da entrada e ouvi o rangido dos tênis pesados dele pisando nos entulhos do chão.
— Sei que você entrou aqui dentro, raposinha, senti o cheiro de flor do teu cabelo lá da calçada. — Rosnou o Carlos com aquela voz rouca de alfa que fez eu arquear as costas de puro terror humilhante.
— Falei que ia te achar, puta! Hoje você não escapa do teu macho! — Gritou o cara da esquina, acelerando o passo enquanto arrumava a calça.
O som das pisadas pesadas dele ecoava no chão de cimento do depósito abandonado, fazendo cada um dos meus pelos novos se arrepiarem de puro terror. Eu estava ali, encolhida contra a parede imunda, apertando o joystick invisível dos meus nervos enquanto prendia a respiração pra não soltar um gemido agudo.
Carlos caminhava devagar, esticando os braços como um caçador que sabe que a presa não tem pra onde correr, curtindo minha agonia.
De repente, ele deu um tapa violento atrás da porta de madeira podre e me puxou pelo braço, me fazendo perder o equilíbrio nos saltos.
— Te achei, foxy! Achou que ia escapar da sua sorte nesse canto imundo? — gritou Carlos, cravando um olhar cheio de fome animal que congelou meu sangue.
— Me solta, pelo amor de Deus! Juro que não fiz nada, deixa eu ir pra casa — implorei com uma voz sumida e submissa que só entregava minha total vulnerabilidade.
Ele me pegou com uma força descomunal, prendendo minhas duas mãos fininhas numa só das palmas calejadas e peludas dele. Sem me dar tempo de respirar, esmagou minha boca num beijo selvagem que cheirava a uísque puro e dominação, me invadindo por completo enquanto eu tentava virar a cabeça pra escapar.
Num movimento rápido, me virou de costas e me colou no corpo dele, enfiando meu quadril com violência contra a virilha dele.
Senti o volume enorme e duríssimo do pau dele pressionando bem na fenda das minhas bundas gigantes, que tremeram na hora com o atrito do jeans grosso.
— Olha como você fica, enfermeirinha, tá tremendo toda porque sente como vai ser tocada por um homem de verdade. — Ele sussurrou no meu ouvido com aquela voz rouca de alfa que fez minhas costas arquearam.
— Não... para... você tá me machucando, pelo amor de Deus, tira isso de cima de mim. — Falei, choramingando enquanto sentia minha mente de homem se dissolver diante do tamanho dele.
Ele não me deu bola e se grudou ainda mais, usando o peso dele pra me manter imobilizada contra o volume quente dele, enquanto eu sentia o suor do peito dele atravessar minhas costas. Com a mão que ainda tava livre, ele enfiou por dentro do decote de cetim do meu vestido branco e puxou pra baixo com uma fúria que fez as costuras estralarem.
O tecido vagabundo cedeu de vez, deixando meus dois peitos novos, pesados e hipersensíveis, totalmente expostos no ar frio do lugar.
Meus bicos castanhos ficaram duros na hora, sob a luz do dia que entrava pela persiana quebrada, entregando o tesão humilhante que corria nas minhas veias.
— Olha as tetas que você arrumou, putinha! Isso é meu, pra você me servir a tarde inteira aqui dentro. — Carlos cuspiu, me dando um tapa seco na bunda que me fez pular.
— Ai! Não fala isso, pelo amor... me tapa... tô morrendo de vergonha de você me ver assim. — Supliquei, mas meu corpo continuava buscando o calor da calça dele.
Carlos me agarrou pelos ombros e me virou de repente, me forçando a encará-lo de frente enquanto eu tentava esconder meus peitos com minhas mãozinhas.Ele arrancou minhas mãos à força e baixou a cabeça, devorando meus seios com a boca, chupando meus mamilos com uma desespero bruto que arrancou de mim um gemido musical e agudo.
Antes que eu pudesse processar o prazer doloroso da boca dele na minha pele, ele me agarrou pela cintura com seus braços de aço e me levantou no ar como se eu fosse uma boneca de pano.
Ele me abraçou forte no ar, me mantendo com as pernas balançando enquanto eu apoiava minhas mãozinhas finas nos ombros tatuados dele, tentando empurrá-lo para longe.
— Para, Carlos! Me abaixa, pelo amor de Deus! Você não vai dar conta de mim, não quero ficar assim. Gritei com lágrimas nos olhos, chutando inutilmente enquanto meus saltos agulha desenhavam círculos no nada.
— Você não manda aqui, mami, agora você é minha propriedade e vai aprender a obedecer seu macho. Ele respondeu, apertando minhas nádegas nuas com tanta força que os dedos dele afundaram completamente na minha carne macia.
Desci pra baixo, mas ele não me soltou — só ajeitou o vestido rasgado e amassado bem em cima da cintura, me deixando completamente pelada da cintura pra baixo. Ele caiu na gargalhada quando viu que entre minhas nádegas enormes não tinha nenhuma tira, nada que me cobrisse da luz do dia.— Olha só o que você é, entrou na balada se fazendo de santa e anda sem calcinha por aí, sua puta. — Disse Carlos, me dando um empurrão pra me fazer andar até o fundo do galpão, onde um monte de sacos de cimento cobertos de terra se amontoava.
— É que com a fantasia justa marcava tudo, por isso não coloquei nada, juro. — Falei, tropeçando nos saltos enquanto sentia o ar frio da manhã batendo direto nas minhas nádegas nuas, que balançavam pesadas.
— Anda reto e requebra, vagabunda, que pra isso você vestiu essa fantasia de enfermeira gostosa. — Respondeu ele, me dando um tapa violento na bunda que deixou a marca vermelha dos dedos na minha bochecha esquerda e me fez soltar um grito agudo.
Andar por aquele corredor abandonado com a bunda de fora e levando tapas que me faziam pular era a maior humilhação que eu podia passar, mas o calor que sentia nas veias me dizia que minha mente de homem já estava totalmente dominada pela brutalidade dele.
Quando a gente chegou na pilha de cimento, ele me agarrou pela nuca com força e me jogou de cara contra os sacos duros, me forçando a enfiar os joelhos no chão imundo. Meus peitos pesados se espremeram contra a lona do cimento e minha raba ficou apontada direto pra cara dele, completamente desprotegida e levantada pelos saltos altos que eu ainda tava usando. — Fica aí bem arqueada, que agora você vai pagar por me deixar com o tesão a noite toda no baile. — Disse o Carlos, me dando outro tapa seco na bunda que fez eu arquear a coluna de dor.
— Pelo amor de Deus, Carlos, não faz isso comigo aqui, esse lugar é nojento. — Supliquei, tentando fechar as pernas de medo de sentir ele tão perto.
— Abre essas pernas que eu mandei, aqui quem manda não é você, boneca. — Ele respondeu, enfiando as botas pesadas entre meus tornozelos pra me abrir as pernas à força, me deixando toda aberta e exposta pro que ele queria fazer.
Sentir minhas coxas carnudas separadas contra minha vontade me deixou sem defesa, sabendo que o cara tinha me exatamente onde queria e que não ia parar até me deixar marcada.
— Por que você tá fazendo isso comigo? Me solta, pelo amor de Deus, eu te imploro. Falei, chorando com a cara colada no pó do cimento. — Porque você é uma puta, mami, e puta como você se trata assim. Respondeu Carlos, tirando o cinto com um barulho metálico que gelou meu sangue.
— Você não entende, eu era homem antes! É o comprimido, juro! Falei, desesperada pra queimar meu último cartucho e fazer ele me soltar.
— Que homem o quê, porra? Você é uma gostosa do caralho com uma bunda gigante que tá pedindo pica desde ontem à noite, não vem com esses papos estranhos agora. Respondeu ele, ignorando minhas palavras enquanto eu ouvia ele abaixar o zíper da calça jeans.
— Pelo amor, não! Sou virgem lá atrás, nunca fizeram nada comigo, vai doer pra caralho. Falei, sentindo o roçar quente da carne enorme dele se encostando direto na minha intimidade desprotegida.
— Fica tranquila que vou te comer o cu bem gostoso pra você aprender quem é seu macho, enfermeirinha. Respondeu Carlos, e sem nenhuma anestesia nem aviso, empurrou a pica grossa e bruta dele inteira de uma vez só pra dentro de mim.
A dor anal foi um estouro preto que partiu meu corpo no meio; senti minha carne nova e apertada rasgando e esticando até o limite enquanto ele me segurava firme pelos quadris pra começar a dar umas estocadas brutais, secas e selvagens que faziam minha cabeça bater contra os sacos.
— AIHH!! Para, para pelo amor, tá doendo pra caralho, você vai me rasgar toda! Gritei, soltando gemidos agudos e dilacerantes que ecoavam pelas paredes do depósito abandonado enquanto o cara ficava me dando tapas na bunda no ritmo das enfiadas.
— Grita, puta, grita que eu adoro ver como minha pica deforma essa sua bunda! Respondeu ele, dando gargalhadas no meu ouvido enquanto batia as bolas dele nas minhas nádegas a cada estocada selvagem.
Ele passou trinta minutos me comendo igual a um pano de chão, me humilhando e curtindo como meu corpo transformado se dobrava inteiro. Diante do poder dele, até que a dor começou a se misturar com um tesão nojento que fazia minha virilha queimar.
— Por favor, te imploro... para... não aguento mais a dor, faz o que quiser, mas tira isso daí de trás. Supliquei, totalmente destruída, entregando a pouca dignidade que me restava como Alejandro.
— Só paro se você se ajoelhar e chupar bem de puta, sem nojo. Ele respondeu, me dando um último empurrão bruto antes de sair do meu cu com um barulho molhado que me deixou tremendo.
— Sim, sim, aceito, o que você quiser, mas não me dá mais por aí. Falei, me virando com dificuldade sobre os joelhos arranhados, completamente submissa à vontade dele.
Fiquei de joelhos no cimento imundo, com o vestido branco rasgado acima do peito e os peitos pesados pendurados nus na frente dele, sentindo o gosto amargo das lágrimas misturado com a saliva. Carlos ficou firme na frente da minha cara, esticando o pauzão dele, venoso e quente, que ainda brilhava com o fluido da minha humilhação anal. — Vai, abre essa boquinha e mostra pra que você serve, que você tem toda essa cara de puta. Ele disse, encostando a ponta da carne dele direto nos meus lábios pintados.
— Tá bom... vou fazer isso... meu macho. Falei com um fio de voz, vencida pelo terror e pelo prazer proibido de chamá-lo assim.
Abri a boca devagar e deixei ele meter até o fundo da garganta, sentindo o gosto forte, bruto e amargo da pele de macho alfa dele, que me fez lacrimejar na hora pelo reflexo da ânsia.
— Assim, engole tudo, porque esse é o seu verdadeiro castigo por ficar dando mole pros caras com essa fantasia de puta de enfermeira. Ele respondeu lá de cima, se mantendo firme, curtindo ver como uma gostosa tão forte se afogava com o tamanho dele sem que ele precisasse mover um dedo.
Ele me deu um puxão no braço que me fez reagir e me jogou com um movimento bruto pra cima da pilha de sacos de cimento, me deixando sentada na lona empoeirada. Ele se abaixou com raiva, pegou primeiro um tornozelo e depois o outro, tirou meus dois sapatos de salto agulha e os arremessou contra a parede imunda do galpão. — Encosta bem pra trás, apoia as costas nesses sacos e abre bem as pernas, que vou arrebentar essa buceta gigante que você tem de novo. Disse Carlos, ajeitando a camiseta enquanto me encarava de cima com os olhos injetados.
— Não, por favor... já chupei tudo, pensei que com isso você ia me deixar em paz. Falei, tremendo da cabeça aos pés enquanto abria as pernas devagar, só pelo medo de levar outro tapa da mão grossa dele.
— Aqui não acaba nada até eu cansar, boneca, então abre bem e não me faz perder tempo. Respondeu ele, se metendo entre minhas coxas nuas e macias pra me esmagar contra o cimento duro.
Fiquei completamente exposta, sentada nas sacolas com as costas apoiadas na parede e as pernas abertas até o limite, sentindo o ar batendo direto na minha intimidade machucada e dolorida pela primeira surra. Carlos agarrou meus joelhos com as mãos enormes dele, empurrando-os na direção dos meus ombros pra me abrir ainda mais o caminho enquanto ajustava a piroca quente na entrada.— Te imploro por tudo que é mais sagrado, Carlos, não mete de novo aí atrás que você vai acabar de me rasgar toda. — Falei, chorando igual uma desgraçada enquanto sentia a ponta da carne dele pressionando a pele sensível que ardia que nem fogo.
— Cala a boca e aguenta, puta, que você mesma se meteu nessa de eu te tratar desse jeito. — Ele respondeu, soltando uma gargalhada pesada enquanto cravava os dedos nas minhas coxas pra me deixar imóvel.
— Se quer que eu tenha um pouco de pena, segura sua própria bunda e abre bem grandona pra eu meter direto até o fundo. — Ele disse, me olhando com desprezo total enquanto me empurrava devagar pra eu sentir o tamanho inteiro dele.
— Sim, sim, por favor... vou ser uma boa menina, juro que vou fazer tudo o que você pedir, mas não seja tão bruto. Eu disse, esticando minhas mãos trêmulas para trás para agarrar minhas nádegas e abri-las eu mesma, entregando a ele o controle total do meu corpo. Como vi que ele não me dava ouvidos e vinha com toda a força para me perfurar de novo, o desespero bloqueou minha mente e eu desci uma das minhas mãos direto para minha entreperna molhada. Comecei a esfregar meu clitóris com os dedos de forma selvagem, buscando desesperadamente que aquele prazer novo anestesiasse um pouco a área e me desse alguma lubrificação para aguentar o rasgo anal que vinha.
— Olha como a puta se toca enquanto eu arrebento seu cu, você é uma doente total, mami. Respondeu Carlos, enfiando toda a pica de um só empurrão violento que fez minha coluna arquear e minhas unhas cravarem nos sacos de cimento.
A dor me partiu ao meio de novo, uma pressão insuportável que encheu meus olhos de lágrimas enquanto minha mão não parava de se mover lá embaixo, misturando o sofrimento do anal com os espasmos quentes da minha nova anatomia de mulher.
Depois de mais uma leva de estocadas secas que deixaram minha buceta destruída e pulsando, ele me agarrou pelo cabelo castanho e me puxou pra baixo da pilha de cimento de uma vez, me forçando a ficar de joelhos de novo na frente das calças dele. O cara já tava respirando pesado, com o pau completamente vermelho e cheio de veias apontando direto pros meus olhos cheios de lágrimas.— Põe a língua bem pra fora, que você vai tomar até a última gota do seu dono por ter sido tão puta. — Falou Carlos, me segurando firme pela nuca com uma mão enquanto com a outra se punhetava com movimentos rápidos e brutais na minha cara.
— Ahhh, ahhh! Sim, dá tudo aqui dentro... faz o que quiser... meu macho. — Falei entre soluços e gemidos, esticando a língua toda enquanto esperava o impacto da porra dele.
— Toma todo o teu castigo, vagabunda, engole bem o meu orgulho. — Ele respondeu, soltando um grito rouco enquanto gozava na minha cara com violência, enchendo minha língua, lábios e bochechas com jatos quentes de porra grossa.
Fiquei imóvel, saboreando o amargo do fluido bruto dele que se misturava com minha saliva, sentindo a humilhação total de estar completamente dominada pela força de um macho alfa.
Carlão deu um passo pra trás, subindo o zíper da calça jeans numa boa enquanto caía na gargalhada ao ver a bagunça que tinha deixado no chão. Eu me levantei como pude da montanha de cimento, arrastando as pernas doloridas e me sentando de lado porque a dor na bunda era insuportável.— Olha a cara de puta que te deixei, você tá linda toda suja, enfermeirinha. — Disse o Carlão, tirando uma onda de mim enquanto arrumava a jaqueta de couro.
— Você é um filho da puta... me arrebentou o cu todinho, tô doendo pra caralho. — Falei, passando os dedos finos pelas bochechas pra limpar o resto de porra que escorria da minha boca.
— Não reclama que você adorou a lição, agora vai voltar pra casa sabendo quem manda no bairro. — Ele respondeu, virando as costas pra caminhar até a saída do galpão abandonado.
— Não sei como vou fazer pra andar até em casa com essa dor, seu bruto. — Falei, tocando a região do cu com a ponta dos dedos, sentindo o inchaço e o calor do rasgo.
— Devia ter pensado nisso antes de sair vestida de puta pra provocar os homens na balada, gatinha. — Ele respondeu, virando de novo por um segundo pra me dar um último olhar de desprezo.
— Da próxima vez que te ver vou te dar o dobro, então vai se preparando esse rabo. — Disse o Carlão, passando pela persiana quebrada pra sair na rua debaixo do sol do meio-dia.
— Tomara que eu nunca mais te cruze na vida, você me destruiu. — Falei num sussurro abafado, ficando sozinha na escuridão do depósito imundo, totalmente acabada e chorando em silêncio em cima dos sacos de cimento.
Fiquei completamente sozinha no silêncio pesado do depósito, ouvindo os passos do Carlos se afastando de vez pela calçada. A dor na buceta subia pelas minhas costas em ondas quentes, me lembrando a cada pulsação da brutalidade com que aquele cara me domou e destruiu a pouca hombridade que eu tentava manter na minha mente. Com as mãos tremendo de frio e de choque, passei os dedos pelos lábios e bochechas, limpando a boca que ainda estava pegajosa e coberta pelo esperma grosso e amargo daquele bêbado. Ver meus dedos fininhos manchados com o resto dele me deu uma mistura de nojo e um calor submisso que me fez baixar a cabeça, assumindo de vez minha nova realidade.
— Não posso voltar pra casa assim, sou um desastre ambulante. Falei pra mim mesma num sussurro abafado, soltando um choro amargo que arranhava minha garganta seca.
Estiquei o pano rasgado e amassado do vestido branco de cetim, fazendo força pra puxar ele sobre meus dois peitos novos e pesados, tentando tampar essas tetas que o Carlos mordeu e babou à vontade. Meus bicos ainda estavam duríssimos, roçando no tecido barato da fantasia num lembrete constante da humilhação que eu tinha acabado de sofrer.
— A vizinhança inteira vai ver minha bunda se eu sair na rua, sua puta. Falei pra escuridão do galpão, tentando ajeitar os farrapos do cetim em volta das minhas cadeiras largas que ainda latejavam com as palmadas brutais.
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