Meu filho viciado mas dotado (confissão)

Oi bandido, eu sou a Samanta, ex-prostituta. Depois de mais de 35 anos trabalhando como profissional do sexo, hoje tenho 59 anos e vou te contar como estou atualmente nessa idade e como demos o próximo passo com meu filho Gustavo, de 28 anos. Nós dois concordamos em compartir nossa história, e já a compartilhei em outros lugares.

Comecei como prostituta há 35 anos, tinha uns 24 ou 25 anos na época. Estava mal financeiramente e comecei a me prostituir. Eu adorava e, depois de um tempo, virei prostituta VIP. Era e ainda sou, na minha idade, bem putinha. Me conheciam por punhetar os homens enquanto chupava o cu ou as bolas. Também era amante do sado: chicotes, tapas, cusparadas... Tudo que era degradante me excitava muito. Por sorte, a maioria dos clientes ficava satisfeita e voltava me procurar, e sempre fui uma das mais respeitadas naquela esquina onde eu esperava.

Mas quase aos 30 anos, depois de tanto transar na vida, eu fiquei com um cara que era um bêbado. Lembro que ele se chamava Oscar, mais velho que eu. Ele me maltratava, mas eu adorava aquele pauzão que ele tinha (desculpa escrever assim, tô acostumada). Ele costumava me comer tão bem que às vezes eu tinha que pedir pra ele parar, porque ele me fodia o dia todo. O ruim é que ele era bêbado e bastante mulherengo, mas era o homem com o maior pau que eu tinha visto em anos de prostituição, e o mais selvagem que já tive. Mas entre brigas e maus-tratos que a gente teve naquele curto tempo de relacionamento, eu fiquei grávida depois de alguns meses. Como todo homem, ele não assumiu e sumiu completamente de mim e do nosso filho. Fiquei sozinha, só uma prima minha me ajudou. Deixei a prostituição porque estava grávida e depois pari alguns meses depois.

Vou te contar sobre meu filho Gustavo. Bom, ele sempre foi rebelde, igual ao pai em tudo: o rosto, o cabelo, as atitudes eram iguais às dele. Era o típico rebelde da sala e sempre arrumava problemas com os vizinhos por causa dele. Percebia que, quando ele era adolescente, ele me olhava... sempre e ele apalpava meus peitos ou dava palmadas "carinhosas" na minha bunda e eu não dizia nada, era meu filho, o que poderia acontecer? Supunha que era normal pela idade. Encontrava minhas calcinhas fio-dental cheias de porra grudadas, meus sutiãs com porra, algumas calças com porra e nunca disse nada. Não sei porquê, supunha que era a idade, já que nessa fase os hormônios ficam alterados e eles sentem muita excitação. Mas agora vou contar quando tudo começou, que não é recente, já faz vários anos que estamos sendo um casal entre mãe e filho, tudo escondido e costumamos levar nossa vida normal como qualquer família.

Aos 21 anos, meu filho largou os estudos e ficou em casa vagabundeando, não fazia nada, ficava passeando de cueca boxer ou às vezes sem problemas, pelado. Era uma coisa comprida e grossa desde o começo até a cabeça, não sei o que era, mas me fazia lembrar tanto do pau do pai dele. Ele trazia garotas para casa e eu as ouvia gritar e sofrer, meu filho batia nelas e as cuspia quando transava com garotas da idade dele. Isso me excitava e qualquer mãe o expulsaria, mas eu não. Eu ficava com tanto tesão porque me fazia lembrar tanto do pai dele na forma como ele transava, que às vezes eu ouvia as garotas gritarem e dizerem para parar enquanto eu enfiava os dedos na minha buceta até gozar ouvindo tudo.

Logo ele começou a usar drogas, então tivemos discussões. Ele me chamava de vagabunda e dizia que eu transava com velhos em troca de dinheiro, me humilhava e eu não sabia o que fazer. O dia em que aconteceu com meu filho foi uma vez que ele chegou drogado em casa, dizia coisas sem sentido e eu ficava calada. Eu estava com um camisão lilás de tecido bem fininha, não usava sutiã, então meus mamilos marcavam. Estava cozinhando, quase na hora do jantar, quando meu filho Gustavo me abraçou por trás e apertou meus peitos enquanto beijava meu pescoço. Não me soltei, entendi como carinho de um filho. Mas ele começou a apertar meus mamilos e isso me doía, tentei empurrá-lo, e foi nesse momento que senti aquela barra dura como um pau do lado. Me virei e, sem dizer nada, abaixei sua calça junto com a cueca boxer e... saiu aquela pica que era igualzinha aos meus olhos à pica do pai dele, comecei a medir e a cheirar e ali na cozinha comecei a chupar e a punhetar meu próprio filho, a gente pensa como pode, é teu filho, mas naquele momento juro que não senti nada, era como se estivesse transando com qualquer homem e era tão gostoso ouvir meu filho dizer "vai, velha, que delícia, vai" enquanto eu engasgava com a pica dele. quando terminei de chupar e deixei a pica dele toda encharcada de saliva, comecei a punhetar ele com os peitos até que, sem dizer nada, ele encheu minha cara de porra. lembro que os jatos dispararam na minha cara e com o dedo juntei e comi. ele subiu a calça e foi ao banheiro, eu me limpei e continuei cozinhando. senti um pouco de culpa, mas isso continuou até que transamos e posso dizer que meu filho foi o melhor homem desses quase 8 anos de relação. desde o primeiro dia foi selvagem, não parava nunca porque tinha que punhetar ele a cada hora, ele se drogava enquanto me comia de quatro, botava minhas pernas no ombro enquanto gritava de prazer, me agarrava pelo cabelo e dava tapas na minha cara, cuspia na minha cara e me fazia dele, e era isso que eu queria, mas nunca imaginei que com meu filho. cada aniversário meu ou dele, a gente ia para um motel transar como loucos, esbarramos em vários familiares e mentíamos dizendo que estávamos passeando, mas depois eu o tinha de quatro chupando bem a bunda enquanto punhetava ele com uma mão, mordia as bolas dele e enfiava uma e depois a outra. com meu filho não existiam beijos normais, só beijos de língua com a língua toda na boca. às vezes ele voltava drogado para casa e era quando ele me comia muito mais forte. era totalmente normal nossa relação, tivemos férias juntos, viajamos juntos, vamos às compras juntos, até agora ele tem namorada mas continuamos transando como nunca quando ele vem aqui. eu tinha medo de engravidar porque ele enchia tanto minha buceta de porra que tive que pedir para ele parar e acabei dentro do cu. por sorte não engravidei. Grávida e desde então o único homem a quem entreguei o cu foi pro meu filho Gustavo. Agora ele tá morando com a namorada, tivemos várias brigas seguidas e a maioria resolvemos transando, mas dessa vez foi uma briga feia. Sei que ele vai voltar porque ele mesmo me disse que nunca vai encontrar uma puta melhor que eu. Foi isso aí, bandido, agradeço por compartilhar minha história, salve! Se curtiu a confissão da Samanta, dá 10 pontos.

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