Foi um dia quente, então decidi vestir uma blusa branca leve e uma saia lápis preta, com saltos agulha. A lingerie sempre gostei de usar sexy e provocante, então coloquei um sutiã branco semitransparente de tecido macio, que não incomodava meus mamilos nem apertava meus peitos, porque sou muito sensível e agora, com as tetas cheias de porra, prefiro roupas leves. Também usei meias até a metade da coxa com cinta-liga combinando.
Uma crise de última hora me prendeu no trampo até quase meia-noite, o prédio tava quase vazio. Entrei no elevador, sentia meus peitos cheios, pesados e doloridos, só queria chegar em casa pra aliviar eles.
Enquanto o elevador começava a descer, pensei em acariciar meus bicos. Meus peitos sempre foram minha zona erógena mais sensível, especialmente os bicos, e agora que estão cheios de leite, fico num tesão constante. Sempre sonhei com um homem que curtisse chupar meus bicos tanto e tão seguido que esvaziasse todos os meus peitos de leite. No fim, aconteceu com meu último amante: ele mamou tanto meus bicos e tão frequentemente enquanto me comia ou em toda oportunidade que a gente tinha que, em poucas semanas, meus peitos estavam cheios de leite doce, que ele mamava com gosto, ávido por cada gota, ou com a ajuda das mãos, apertando meus peitos, me ordenhando pra conseguir mais de mim. Parecia que tinha uma conexão elétrica entre meus bicos e meu clitóris — às vezes tenho orgasmos só estimulando meus bicos, e toda vez que gozo, meus bicos jorram fortes esguichos de leite a cada espasmo da minha buceta.
O elevador parou.
As portas se abriram e eu me senti aliviada ao ver um dos executivos do escritório que era bem gostoso, que eu já tinha visto pelos corredores ou no elevador várias vezes antes. Quando ele entrou no elevador, me olhou, sorriu e disse.
- "queimando as pestanas, hein?
—Sim —suspirei—, não vejo a hora de chegar em casa! Vi ele olhando pros meus peitos rapidamente, com curiosidade e um interesse inconfundível. Olhei pra baixo e vi, envergonhada, que meus peitos cheios tinham começado a vazar um pouco, fazendo círculos molhados na minha blusa. Fiquei vermelha e cruzei os braços sobre o peito, escondendo as manchas. Meu companheiro de elevador educadamente desviou o olhar e se moveu pro lado. Um momento depois, o elevador deu uma parada brusca e as luzes se apagaram.
- Que porra é essa? "Pensei por um momento, mas aí minha irritação virou pânico quando percebi que o elevador tinha parado entre dois andares.
- A gente ficou preso e já passa da meia-noite! - pensei. Não tinha ninguém por perto e provavelmente ninguém ia saber que a gente ficou trancado. A escuridão só aumentava meu pânico.
- Por que não tem nenhuma luz de emergência?, falei, lembrando do telefone de emergência e fui procurar, uma mão quente se fechou sobre a minha, tomei fôlego pra gritar de susto, quando outra mão segurou minha boca e perto do meu ouvido disse:
— "Shhhhh", ele sussurrou, "Não grita, sou eu.
A mão livre dele foi pra frente da minha blusa, apertando um dos meus peitos.
- "Eu só quero acariciar você, tocar suas tetas gostosas, sentir seus biquinhos, você é muito gostosa" - ele me disse, a voz dele era bem suave, com um efeito quase hipnótico no meu ouvido que me fez deixar ele fazer, com a ponta dos dedos explorando meus biquinhos já duros através da minha blusa.
- "Não faz barulho - sussurrou com cuidado e tirou a mão da minha boca. Não fiz. Senti a boca dele se mover pro meu pescoço, me beijando, e naquele momento ele começou a acariciar meus peitos por trás, levantando eles, pesando nas mãos dele, girando meus bicos entre o polegar e o indicador, dando uns puxões leves que me faziam tremer. Ele apertava meus peitos tão gostoso que comecei a molhar mais minha blusa e derramar gozo nas mãos dele. Quando ele percebeu, me apertou mais contra ele, deixando eu sentir uma ereção enorme e dura no meu cu, o que fez minha tesão aumentar. Eu tava muito agitada, minha respiração acelerava a cada segundo, e quando ele começou a desabotoar minha blusa, eu sentia um pouco de medo, mas a emoção e a safadeza venceram dentro de mim. Quando ele terminou de tirar minha blusa, puxou as alças do meu sutiã pros lados, me deixando com pouca mobilidade porque ele não chegou a tirar de vez, e quando baixou as taças, meus peitos pularam livres, mas com acesso melhor pras atenções dele.
—"Você me excita!" — sussurrou enquanto mexia levemente os quadris de um lado para o outro, esfregando o volume do pau dele contra mim. Eu só me arrepiei, abafando um gemido. As mãos dele acariciavam meus peitos e, com os dedos, ele acariciava delicadamente meus mamilos, dando pequenos puxões que faziam sair jatos de leite que iam parar no painel do elevador. Meus olhos se fecharam e eu abafei um gemido, minha cabeça caiu para trás contra ele. Não aguentei mais, queria ele na minha frente, então me virei para ficar de frente para ele. Ele aproveitou para me pressionar contra a parede e começou a lamber as gotas de leite que saíam dos meus mamilos.
— Quero beber de você — murmuro antes que seus lábios capturem um dos meus bicos duros e comecem a mamar ávidamente nele, me dava umas mamadas gostosas que eu começava a sentir a cada puxão no meu bico, puxava meu mamilo com fome voraz e entusiasmo, tirando todo o leite que podia, alternando de um bico para o outro, e às vezes querendo enfiar na boca todo o meu seio. Suas mãos percorriam meu corpo, apertavam minha bunda, amassavam, acariciavam minhas pernas e aos poucos foram subindo minha saia até que ela ficou enroscada na minha cintura. A pequena calcinha fio dental que eu usava não representava obstáculo algum, e ele me acariciava, enfiava dois ou três dedos na minha buceta e com o polegar acariciava meu clitóris. Eu estava no céu, meus peitos jorravam leite toda vez que ele mamava, e minha pussy escorria entre meus lábios, encharcando a mão dele. Então minhas mãos foram para a cabeça dele, puxando-o mais para perto de mim. Gemidos escapavam dos meus lábios toda vez que ele puxava meu bico ou enfiava os dedos na minha pussy. Eu estava cada vez mais excitada e queria acariciá-lo também, mas mal conseguia me mexer. Ele me mantinha presa contra a parede e com meu próprio sutiã. Levei minhas mãos para trás e consegui desabotoá-lo. Finalmente minhas mãos estavam livres, então percorri o corpo dele e cheguei ao seu pau com uma das mãos, acariciando-o por cima da calça. Parece que ele gostou, porque soltou um gemido e puxou mais meu bico, quase doendo. Aos poucos, abaixei o zíper e o libertei, e o aproximei mais de mim, até que a ponta do pau dele tocasse minha entreperna. Levantei uma perna na cintura dele enquanto tentava puxá-lo para mais perto, mas ele continuava mamando meus bicos alternadamente, de um para o outro, tirando todo o leite que podia como um homem sedento. Quando ele estava bem perto de mim, sussurrei no ouvido dele:
- me fode, mete em mim, por favor, quero ter você dentro – ao que ele responde com um puxão violento que rasga minha calcinha fio dental e, sem tirar a boca dos meus peitos, me levanta com as mãos e me joga contra a parede. Eu, com minha mão, guio ele até minha pussy e ele enfia com uma estocada forte do pau dele. Quando ele está cravado até o fundo, solta meu mamilo e a gente se olha nos olhos por um momento, e ele me diz:
- Você me fascina, faz tempo que queria te ter assim - a gente começou a se beijar apaixonadamente, e ele começa a meter e tirar devagar, mas aos poucos vai aumentando o ritmo, até que ficamos sem fôlego e temos que parar de nos beijar. No elevador, só se ouvem nossos gemidos e suspiros e aquele som inconfundível de "plop" que as investidas dele fazem na minha buceta. Meus peitos começam a escorrer cum de novo, molhando nós dois. Eu sentia como molhava o peito dele, e aquele roçar na roupa dele estava me matando. Tentava não gritar de tanto prazer que sentia, mas meu corpo tremia de um jeito delicioso, e ondas de prazer se espalhavam por todo o meu corpo, se acumulando até que, com um grito forte, gozei, encharcando nós dois com minha gozada. A cada espasmo do meu orgasmo, meus peitos soltam um jatinho que vai cair no peito do meu amante, e ele, com um último e forte empurrão na minha buceta, acaba. Sinto todo o cum dele na minha buceta, está morno.
- Ah, caralho, você é incrível -, murmuro perto do meu pescoço, - faz tempo que queria fazer isso, te ter nos meus braços e te comer, sempre me excitava te ver com essa barriga e esses peitões enormes, sempre quis te foder, eu dizia -, isso enquanto dava uns puxões leves num dos meus mamilos, e acariciava minha bunda com a outra mão, enquanto eu, pra não cair, me segurava no pescoço dele e o prendia com minhas pernas porque ainda não queria que ele tirasse, adoro ter ele enfiado até o fundo.
De repente começou um barulho e a vibração do elevador nos avisou que a energia tinha voltado. Rápido, a gente se separou e se ajeitou como deu. A gente se beijou de novo quando as portas começaram a abrir, e eu deixei ele passar na frente. Quando eu tava passando na frente dele, ele me puxou, me abraçou por trás e falou no meu ouvido:
—Quero te ver de novo, gatinha — eu rio.
- Gatinha, o putinho não seria outro? Adoro beber seu leite.
- Claro, gostosa, mas você vai ser minha gatinha, você é uma delícia, seu leite é uma delícia, aliás – rimos juntos.
— Vamos embora? — falei pra ela.
—Na sua casa ou na minha?, me pergunto.
— na sua —, demos um último beijo apaixonado e fomos pegar o carro pra ir pra casa dela, enquanto ele descia a mão na minha bunda e ia apertando.
Uma crise de última hora me prendeu no trampo até quase meia-noite, o prédio tava quase vazio. Entrei no elevador, sentia meus peitos cheios, pesados e doloridos, só queria chegar em casa pra aliviar eles.
Enquanto o elevador começava a descer, pensei em acariciar meus bicos. Meus peitos sempre foram minha zona erógena mais sensível, especialmente os bicos, e agora que estão cheios de leite, fico num tesão constante. Sempre sonhei com um homem que curtisse chupar meus bicos tanto e tão seguido que esvaziasse todos os meus peitos de leite. No fim, aconteceu com meu último amante: ele mamou tanto meus bicos e tão frequentemente enquanto me comia ou em toda oportunidade que a gente tinha que, em poucas semanas, meus peitos estavam cheios de leite doce, que ele mamava com gosto, ávido por cada gota, ou com a ajuda das mãos, apertando meus peitos, me ordenhando pra conseguir mais de mim. Parecia que tinha uma conexão elétrica entre meus bicos e meu clitóris — às vezes tenho orgasmos só estimulando meus bicos, e toda vez que gozo, meus bicos jorram fortes esguichos de leite a cada espasmo da minha buceta.
O elevador parou.
As portas se abriram e eu me senti aliviada ao ver um dos executivos do escritório que era bem gostoso, que eu já tinha visto pelos corredores ou no elevador várias vezes antes. Quando ele entrou no elevador, me olhou, sorriu e disse.
- "queimando as pestanas, hein?
—Sim —suspirei—, não vejo a hora de chegar em casa! Vi ele olhando pros meus peitos rapidamente, com curiosidade e um interesse inconfundível. Olhei pra baixo e vi, envergonhada, que meus peitos cheios tinham começado a vazar um pouco, fazendo círculos molhados na minha blusa. Fiquei vermelha e cruzei os braços sobre o peito, escondendo as manchas. Meu companheiro de elevador educadamente desviou o olhar e se moveu pro lado. Um momento depois, o elevador deu uma parada brusca e as luzes se apagaram.
- Que porra é essa? "Pensei por um momento, mas aí minha irritação virou pânico quando percebi que o elevador tinha parado entre dois andares.
- A gente ficou preso e já passa da meia-noite! - pensei. Não tinha ninguém por perto e provavelmente ninguém ia saber que a gente ficou trancado. A escuridão só aumentava meu pânico.
- Por que não tem nenhuma luz de emergência?, falei, lembrando do telefone de emergência e fui procurar, uma mão quente se fechou sobre a minha, tomei fôlego pra gritar de susto, quando outra mão segurou minha boca e perto do meu ouvido disse:
— "Shhhhh", ele sussurrou, "Não grita, sou eu.
A mão livre dele foi pra frente da minha blusa, apertando um dos meus peitos.
- "Eu só quero acariciar você, tocar suas tetas gostosas, sentir seus biquinhos, você é muito gostosa" - ele me disse, a voz dele era bem suave, com um efeito quase hipnótico no meu ouvido que me fez deixar ele fazer, com a ponta dos dedos explorando meus biquinhos já duros através da minha blusa.
- "Não faz barulho - sussurrou com cuidado e tirou a mão da minha boca. Não fiz. Senti a boca dele se mover pro meu pescoço, me beijando, e naquele momento ele começou a acariciar meus peitos por trás, levantando eles, pesando nas mãos dele, girando meus bicos entre o polegar e o indicador, dando uns puxões leves que me faziam tremer. Ele apertava meus peitos tão gostoso que comecei a molhar mais minha blusa e derramar gozo nas mãos dele. Quando ele percebeu, me apertou mais contra ele, deixando eu sentir uma ereção enorme e dura no meu cu, o que fez minha tesão aumentar. Eu tava muito agitada, minha respiração acelerava a cada segundo, e quando ele começou a desabotoar minha blusa, eu sentia um pouco de medo, mas a emoção e a safadeza venceram dentro de mim. Quando ele terminou de tirar minha blusa, puxou as alças do meu sutiã pros lados, me deixando com pouca mobilidade porque ele não chegou a tirar de vez, e quando baixou as taças, meus peitos pularam livres, mas com acesso melhor pras atenções dele.
—"Você me excita!" — sussurrou enquanto mexia levemente os quadris de um lado para o outro, esfregando o volume do pau dele contra mim. Eu só me arrepiei, abafando um gemido. As mãos dele acariciavam meus peitos e, com os dedos, ele acariciava delicadamente meus mamilos, dando pequenos puxões que faziam sair jatos de leite que iam parar no painel do elevador. Meus olhos se fecharam e eu abafei um gemido, minha cabeça caiu para trás contra ele. Não aguentei mais, queria ele na minha frente, então me virei para ficar de frente para ele. Ele aproveitou para me pressionar contra a parede e começou a lamber as gotas de leite que saíam dos meus mamilos.
— Quero beber de você — murmuro antes que seus lábios capturem um dos meus bicos duros e comecem a mamar ávidamente nele, me dava umas mamadas gostosas que eu começava a sentir a cada puxão no meu bico, puxava meu mamilo com fome voraz e entusiasmo, tirando todo o leite que podia, alternando de um bico para o outro, e às vezes querendo enfiar na boca todo o meu seio. Suas mãos percorriam meu corpo, apertavam minha bunda, amassavam, acariciavam minhas pernas e aos poucos foram subindo minha saia até que ela ficou enroscada na minha cintura. A pequena calcinha fio dental que eu usava não representava obstáculo algum, e ele me acariciava, enfiava dois ou três dedos na minha buceta e com o polegar acariciava meu clitóris. Eu estava no céu, meus peitos jorravam leite toda vez que ele mamava, e minha pussy escorria entre meus lábios, encharcando a mão dele. Então minhas mãos foram para a cabeça dele, puxando-o mais para perto de mim. Gemidos escapavam dos meus lábios toda vez que ele puxava meu bico ou enfiava os dedos na minha pussy. Eu estava cada vez mais excitada e queria acariciá-lo também, mas mal conseguia me mexer. Ele me mantinha presa contra a parede e com meu próprio sutiã. Levei minhas mãos para trás e consegui desabotoá-lo. Finalmente minhas mãos estavam livres, então percorri o corpo dele e cheguei ao seu pau com uma das mãos, acariciando-o por cima da calça. Parece que ele gostou, porque soltou um gemido e puxou mais meu bico, quase doendo. Aos poucos, abaixei o zíper e o libertei, e o aproximei mais de mim, até que a ponta do pau dele tocasse minha entreperna. Levantei uma perna na cintura dele enquanto tentava puxá-lo para mais perto, mas ele continuava mamando meus bicos alternadamente, de um para o outro, tirando todo o leite que podia como um homem sedento. Quando ele estava bem perto de mim, sussurrei no ouvido dele:
- me fode, mete em mim, por favor, quero ter você dentro – ao que ele responde com um puxão violento que rasga minha calcinha fio dental e, sem tirar a boca dos meus peitos, me levanta com as mãos e me joga contra a parede. Eu, com minha mão, guio ele até minha pussy e ele enfia com uma estocada forte do pau dele. Quando ele está cravado até o fundo, solta meu mamilo e a gente se olha nos olhos por um momento, e ele me diz:
- Você me fascina, faz tempo que queria te ter assim - a gente começou a se beijar apaixonadamente, e ele começa a meter e tirar devagar, mas aos poucos vai aumentando o ritmo, até que ficamos sem fôlego e temos que parar de nos beijar. No elevador, só se ouvem nossos gemidos e suspiros e aquele som inconfundível de "plop" que as investidas dele fazem na minha buceta. Meus peitos começam a escorrer cum de novo, molhando nós dois. Eu sentia como molhava o peito dele, e aquele roçar na roupa dele estava me matando. Tentava não gritar de tanto prazer que sentia, mas meu corpo tremia de um jeito delicioso, e ondas de prazer se espalhavam por todo o meu corpo, se acumulando até que, com um grito forte, gozei, encharcando nós dois com minha gozada. A cada espasmo do meu orgasmo, meus peitos soltam um jatinho que vai cair no peito do meu amante, e ele, com um último e forte empurrão na minha buceta, acaba. Sinto todo o cum dele na minha buceta, está morno.
- Ah, caralho, você é incrível -, murmuro perto do meu pescoço, - faz tempo que queria fazer isso, te ter nos meus braços e te comer, sempre me excitava te ver com essa barriga e esses peitões enormes, sempre quis te foder, eu dizia -, isso enquanto dava uns puxões leves num dos meus mamilos, e acariciava minha bunda com a outra mão, enquanto eu, pra não cair, me segurava no pescoço dele e o prendia com minhas pernas porque ainda não queria que ele tirasse, adoro ter ele enfiado até o fundo.
De repente começou um barulho e a vibração do elevador nos avisou que a energia tinha voltado. Rápido, a gente se separou e se ajeitou como deu. A gente se beijou de novo quando as portas começaram a abrir, e eu deixei ele passar na frente. Quando eu tava passando na frente dele, ele me puxou, me abraçou por trás e falou no meu ouvido:
—Quero te ver de novo, gatinha — eu rio.
- Gatinha, o putinho não seria outro? Adoro beber seu leite.
- Claro, gostosa, mas você vai ser minha gatinha, você é uma delícia, seu leite é uma delícia, aliás – rimos juntos.
— Vamos embora? — falei pra ela.
—Na sua casa ou na minha?, me pergunto.
— na sua —, demos um último beijo apaixonado e fomos pegar o carro pra ir pra casa dela, enquanto ele descia a mão na minha bunda e ia apertando.
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