Tava na aula de ciências, era um dia normal, comum e corriqueiro como qualquer outro, mas algo ia dar terrivelmente errado, só que eu ainda não sabia.
Lá pela metade da manhã, já tínhamos tido física, e depois de um intervalo, nosso professor de ciências chega e manda a gente subir pro laboratório, que a aula seria lá hoje. Eu tava com meu melhor amigo, Damián, e a namorada dele, Andrea.
Todo mundo se mandou pro laboratório, que sempre nos surpreendia. Nossa escola era super reconhecida nacionalmente, na real, era tão boa e tão bem equipada que as instalações eram usadas pra várias pesquisas. Era gigantesca mesmo: nos campos treinavam os times da cidade, tinha academia, pilates e três laboratórios — um de biologia, outro de química e o terceiro, o mais impressionante, o laboratório dos pesquisadores, que era o de robótica. Tinha grandes cientistas formados e engenheiros trabalhando lá, a entrada era proibida, só liberada pelo professor de ciências, que ia nos levar pela primeira vez pra gente aprender.
Por motivos óbvios, todo mundo tava super animado. Quando chegamos, nos deparamos com inovações enormes, era realmente surreal e coisa de filme.
Assim que chegamos, vimos eles fabricando robôs pequenos. O professor disse que isso é normal e coisa de todo dia, a robótica daqui é muito avançada.
Conforme fomos andando, encontramos eles estudando nanobots, numa mesa usando eles pra melhorar microchips num nível que a gente não conseguiu entender de tanta especificação técnica. E assim por diante, pra onde você olhava, tinha gente extremamente inteligente trabalhando em coisas simplesmente maravilhosas.
Mas não era pra isso que a gente tinha vindo. A gente veio por algo especial: os grandes cientistas tinham desenvolvido uma máquina capaz de trocar as ondas cerebrais, que era tipo uma troca de corpos.
Tecnicamente, não trocavam o corpo, só as mentes, e era algo temporário. Era como um plano astral: por um momento, você ia estar no corpo do outro, sentindo o que o outro sente, mas os dois inconscientes, como se tudo que acontecesse fosse um sonho.
O professor ligou a máquina e explicou como funcionava. Começou a fazer um barulhão e acendeu umas luzes azuis fortes, muito brilhantes, enquanto o professor dava detalhes técnicos incríveis. Ele chamou dois alunos pra gente experimentar.
Ninguém quis, tavam morrendo de medo, apavorados com aquela máquina. Eu dei um passo à frente e me ofereci como voluntário. O professor pediu outra pessoa, qualquer uma. Atrás dele, chega um cientista certificado e qualificado, o cara que administrava o laboratório, e fala: "Vamos, galera, sem medo, não tem perigo." Nisso, a namorada do meu melhor amigo também se ofereceu pra experimentar a troca de corpo.
Sentaram a gente de cada lado e colocaram umas coordenadas na máquina. "Pipip, pupup", os botões faziam barulho. Começou a fazer ainda mais barulho, as luzes ficaram mais brilhantes, e, pum, do nada, tudo ficou estranho. Senti que meu corpo já não era mais meu corpo, como se eu me soltasse dele e flutuasse pro nada, pra voltar a um corpo que já não era o meu corpo. Tinha funcionado. Eu tava no corpo da Dana, a namorada do meu melhor amigo. Conseguia controlar as mãos dela, apoiei elas no corpo e parecia tão real: as curvas, os peitos, o rosto. Eu tava no corpo da Dana, era inacreditável, tinha funcionado. Mas, como eu disse, algo deu errado.
A máquina começou a falhar, deu um curto-circuito, sentiu-se mal, algo tava errado. A gente não sabia o que tava rolando, mas a máquina desligou, e a gente não voltou. Não senti como se tivesse me soltado do corpo de novo. Eu continuava no corpo da Dana, mas tava inconsciente. Sentia que lá fora todo mundo tava gritando, preocupados. Mexiam em mim, falando pra eu reagir, mas eu não conseguia me mexer.
Até que finalmente consegui abrir os olhos. Acontece que já tinham passado 8 horas e eu tava no hospital. Meu melhor amigo do lado, perguntando se eu tava bem. Os pais da Dana me olhando com lágrimas nos olhos e um médico dizendo que eu precisava descansar. Eu, confuso, olhei pra eles e falei: "Eu não sou a Dana. O médico me olhou preocupado. "Ela tá com perda de memória", disse. "Deixem ela, precisa dormir."
Dana: Rafa, fica aqui. Preciso falar com você (falo pro meu melhor amigo).
O médico me olha e já tira meus pais da sala, fala pra gente ser rápido porque já não era mais horário de visita.
Eu: Rafa, eu não sou a Dana, sou o David.
Rafa: 😳😳😳😳 Então... funcionou?
Eu: Sim, mas não consegui voltar pro meu corpo. Ainda tô no corpo da Dana. Vai ver o meu corpo, a Dana tá nele. Cuida dela. Vamos ver como resolver isso.
No dia seguinte, vendo que a gente tava bem — Dana (no corpo do David), David (no corpo da Dana) e Rafa, o namorado da Dana e melhor amigo do David —, estavam sentados no refeitório do hospital.
Dana (David): Então agora vocês acham que a gente tem amnésia?
Rafa e David: Sim.
Dana: Vamos falar com o professor amanhã. Se tiver algum jeito de voltar pros nossos corpos... Dana, senão, não sei o que a gente vai fazer.
David (bem resignada): Viver assim. Se não tiver conserto, não vamos ter outra escolha (disse com lágrimas nos olhos).
Rafa: Calma, vai dar certo.
Dana: Tomara...
No dia seguinte, Dana foi falar com o professor. Ele, chocado, não conseguia acreditar. Tinha funcionado, mas isso não importava, porque não tinha como continuar. Depois do incidente, desligaram a máquina. "Lamento dizer isso, galera, mas a direção da escola proibiu o projeto. Não tem volta."
Resignados, Dana no meu corpo e eu nos olhamos. Não tinha outra opção. Íamos ter que viver assim pra sempre.
Naquela noite, fui pra casa do Rafa, que supostamente era meu namorado. Ele abriu uma cerveja e me deu.
Rafa: Agora você é meu brother, né?
Eu: Kkkkkkk sim. Mas nem sonha em transar comigo.
Rafa: Claro que não.
Começamos a ter uma conversa profunda. Zoar e tomar uma cerveja realmente me ajudava a me acalmar, mas dessa vez não. Algo era diferente. Não sei o quê, mas meu corpo não sossegava.
Rafa: Esse não é seu corpo, é o da Dana. Você não vai se acalmar. acalmar ela assim.
Eu: E como você acalma ela?
Ele me fez deitar e começou a me dar uma massagem, no começo foi estranho, mas era tãããão relaxante que eu nem consegui falar nada. As mãos dele eram muito grandes e firmes, já minha pele era bem macia, era uma sensação indescritível, me senti nas nuvens.
Rafa: Isso vai soar estranho, mas preciso que você tire o sutiã.
Eu: Tudo bem, mas nem pense em fazer mais nada.
Ele tirou meu sutiã e continuou a massagem, super relaxante, nas costas todas, ombros, lombar, e de repente desceu até minha cintura. Eu ia falar algo, mas as mãos dele não estavam me apalpando, era só uma massagem, parecia tão normal, tão rotineiro, que não consegui dizer nada enquanto ele massageava minha bunda.
Depois de um tempo, a massagem acabou, mas eu estava insatisfeita, meu corpo estava quente, precisava de mais, muito mais. Ele abriu outra cerveja e me ofereceu, entre goles continuamos conversando, pensando no que íamos fazer, como seria nosso relacionamento, mas algo não estava certo. Eu não conseguia parar de olhar para a boca dele, seus lábios grossos, suas mãos grandes de homem. Meu corpo estava quente, cheio de desejo. Ele falava, mas eu não conseguia me concentrar, algo me impedia, como se eu estivesse em transe.
Cheguei perto dele e não consegui me segurar, minha boca se moveu tão naturalmente como se aquilo fosse algo de todo dia.
Me afastei rápido, mas ele estava me olhando, não era uma cara de surpreso, era uma cara de sedutor, ele também tava muito afim.
Eu: Desculpa, não era minha intenção, isso tá errado (falei, mesmo morrendo de vontade por dentro).
Ele me ignorou, me pegou pela cintura, me colou no corpo dele e começou a me beijar, eu me entreguei, queria muito aquilo.
Enquanto o beijava, desci a mão e comecei a apalpar o pau dele, que tava duro por minha causa, ele percebeu, mas me ignorou e continuou me beijando, até que. Ele abaixa a calça, deixando o pau dele de fora.
Rafa: Vamos, David, sei que você precisa disso.
Eu: Não, isso é errado, eu sou um homem e você é meu melhor amigo.
Rafa: Agora você está no corpo de uma mulher e é minha namorada.
Foi uma lógica tão boa que não consegui contestar, quase por inércia me ajoelhei para chupar a rola dele como se já tivesse feito aquilo antes. Obviamente, não fazia a menor ideia de como fazer, mas ele foi me guiando com as mãos, enquanto eu chupava o pau dele como se fosse um pirulito. Comecei a me animar, sugando com os lábios enquanto entrava na minha garganta, sentia que estava engasgando, era algo estranho e desagradável, mas estava entrando e saindo com toda naturalidade.
Assim ficamos por uns minutos até que ele tirou e começou a gozar na minha cara. Fiquei puto com ele e gritei.
Rafa: Cê queria que eu gozasse na sua boca?
Eu:... Bom, mas da próxima me avisa, me pegou de surpresa.
Ele foi pegar um lenço pra limpar minha cara cheia de porra, enquanto eu me olhava no espelho e pensava no quão putinha eu tava parecendo. Realmente tava me sentindo uma gostosa, e o pior é que não tava me dando nojo…
Rafa: Bom, agora é minha vez. Deita aqui, meu amor, vou te mostrar o que sei fazer.
Deitei na cama, abrindo as pernas enquanto segurava a cabeça dele e olhava pra cima, sentindo o maior prazer que já tinha sentido na vida. Ele tava chupando e dedando minha buceta, real, realmente inexplicável. A única coisa que consegui fazer foi apertar a cabeça dele com minhas pernas enquanto gemia muito, muito alto, pedindo mais e que ele não parasse, até eu chegar no clímax.
Gozei, muito forte, um squirt potente na cara toda dele, enquanto ofegava, tão exausta que ele me deixou. Ele se levantou e riu.
Rafa: (rindo) Isso você não pode fazer.
Eu: (ofegando) Claro que posso.
Rafa: Isso também é algo que você não pode fazer.
Com o pau dele de novo bem duro em cima de mim, ele me olhou enquanto dava uns tapinhas na minha buceta.
Rafa: Se prepara, gostosa, vou te comer como no FIFA.
Depois disso, ele enfiou o pau na minha buceta, que ainda tava meio sensível depois de eu ter gozado antes, mas ele não ligou, já tava toda lubrificada, molhada e quente, então deslizou sem esforço, num descuido já tava tudo dentro, nem me deu tempo de falar nada, já tava com o pinto dele tocando as partes mais fundas da minha buceta. Foi questão de segundos até eu começar a gemer de novo, bem alto, isso era outra parada, sentir ele me penetrando, ao contrário do que eu imaginava, era realmente excitante, um prazer indescritível, o pau dele abrindo caminho nas minhas paredes vaginais, uma vez e outra e outra, muito rápido e com bastante brutalidade, enquanto eu gemia bem alto e enroscava as pernas nele de novo, mas dessa vez na cintura dele, enquanto com as mãos eu abraçava as costas dele, e ele me envolveu com os braços, me abraçando, pra usar toda a força dele em cada uma das estocadas que me deu naquela noite, foi algo simplesmente inimaginável, o prazer de uma mulher era incomparável ao de um homem, naquela noite ele me comeu como uma puta, com o amor de uma namorada e as brincadeiras de um amigo.
Depois daquela transa violenta que ele me deu, gozou na minha barriga, tirou bem na hora.
Rafa: Ahh, isso foi por pouco, hahahaha, se eu gozasse dentro a gente ia ter que comprar a pílula.
Eu: (ofegante) Idiota, da próxima usa camisinha.
Rafa: Não parecia importante enquanto você gemia, falando "ai, mais, me dá mais, Rafa".
Eu: (joguei uma almofada nele) Nem pense que você foi tudo isso.
Ele riu, enquanto me olhava com uma cara de deboche, sabia que eu sentia, mas não quis entrar na brincadeira, deixou pra lá. Depois de pegar outro lenço e me limpar, fomos tomar banho juntos, e naquela noite fiquei pra dormir na casa dele, do meu namorado. Foi meio gay, porque dessa vez não dormi num colchão separado, como todas as outras vezes que fiquei lá, mas dormi com ele, na cama dele, enquanto ele me abraçava a noite toda.
Depois daquele dia, repensei muitas coisas, entre elas o que ia ser da minha vida, mas uma coisa era certa: agora eu ia viver como mulher, então tinha que agir como uma. E bom, com o Rafa a coisa era mais simples, agora ele não era só meu melhor amigo, mas também meu namorado.
A verdade é que viver como mulher não é tão ruim, ainda mais se você está namorando. Quando não estávamos fazendo planos de brother, tipo jogar sinuca, beber, sair pra farra, estávamos fazendo coisas de namorados, tipo trepar como animais no cio, por horas e horas, em longas maratonas de sexo, porque os prazeres de mulher são outra coisa, nada a ver com os dos homens.
Desde aquele dia, pra ser sincero, eu me diverti pra caramba sendo mulher e dando todo dia com meu melhor amigo, que agora também é meu namorado. Fim.
Lá pela metade da manhã, já tínhamos tido física, e depois de um intervalo, nosso professor de ciências chega e manda a gente subir pro laboratório, que a aula seria lá hoje. Eu tava com meu melhor amigo, Damián, e a namorada dele, Andrea.
Todo mundo se mandou pro laboratório, que sempre nos surpreendia. Nossa escola era super reconhecida nacionalmente, na real, era tão boa e tão bem equipada que as instalações eram usadas pra várias pesquisas. Era gigantesca mesmo: nos campos treinavam os times da cidade, tinha academia, pilates e três laboratórios — um de biologia, outro de química e o terceiro, o mais impressionante, o laboratório dos pesquisadores, que era o de robótica. Tinha grandes cientistas formados e engenheiros trabalhando lá, a entrada era proibida, só liberada pelo professor de ciências, que ia nos levar pela primeira vez pra gente aprender.
Por motivos óbvios, todo mundo tava super animado. Quando chegamos, nos deparamos com inovações enormes, era realmente surreal e coisa de filme.
Assim que chegamos, vimos eles fabricando robôs pequenos. O professor disse que isso é normal e coisa de todo dia, a robótica daqui é muito avançada.Conforme fomos andando, encontramos eles estudando nanobots, numa mesa usando eles pra melhorar microchips num nível que a gente não conseguiu entender de tanta especificação técnica. E assim por diante, pra onde você olhava, tinha gente extremamente inteligente trabalhando em coisas simplesmente maravilhosas.
Mas não era pra isso que a gente tinha vindo. A gente veio por algo especial: os grandes cientistas tinham desenvolvido uma máquina capaz de trocar as ondas cerebrais, que era tipo uma troca de corpos.
Tecnicamente, não trocavam o corpo, só as mentes, e era algo temporário. Era como um plano astral: por um momento, você ia estar no corpo do outro, sentindo o que o outro sente, mas os dois inconscientes, como se tudo que acontecesse fosse um sonho.
Ninguém quis, tavam morrendo de medo, apavorados com aquela máquina. Eu dei um passo à frente e me ofereci como voluntário. O professor pediu outra pessoa, qualquer uma. Atrás dele, chega um cientista certificado e qualificado, o cara que administrava o laboratório, e fala: "Vamos, galera, sem medo, não tem perigo." Nisso, a namorada do meu melhor amigo também se ofereceu pra experimentar a troca de corpo.
Sentaram a gente de cada lado e colocaram umas coordenadas na máquina. "Pipip, pupup", os botões faziam barulho. Começou a fazer ainda mais barulho, as luzes ficaram mais brilhantes, e, pum, do nada, tudo ficou estranho. Senti que meu corpo já não era mais meu corpo, como se eu me soltasse dele e flutuasse pro nada, pra voltar a um corpo que já não era o meu corpo. Tinha funcionado. Eu tava no corpo da Dana, a namorada do meu melhor amigo. Conseguia controlar as mãos dela, apoiei elas no corpo e parecia tão real: as curvas, os peitos, o rosto. Eu tava no corpo da Dana, era inacreditável, tinha funcionado. Mas, como eu disse, algo deu errado.
A máquina começou a falhar, deu um curto-circuito, sentiu-se mal, algo tava errado. A gente não sabia o que tava rolando, mas a máquina desligou, e a gente não voltou. Não senti como se tivesse me soltado do corpo de novo. Eu continuava no corpo da Dana, mas tava inconsciente. Sentia que lá fora todo mundo tava gritando, preocupados. Mexiam em mim, falando pra eu reagir, mas eu não conseguia me mexer.
Até que finalmente consegui abrir os olhos. Acontece que já tinham passado 8 horas e eu tava no hospital. Meu melhor amigo do lado, perguntando se eu tava bem. Os pais da Dana me olhando com lágrimas nos olhos e um médico dizendo que eu precisava descansar. Eu, confuso, olhei pra eles e falei: "Eu não sou a Dana. O médico me olhou preocupado. "Ela tá com perda de memória", disse. "Deixem ela, precisa dormir."
Dana: Rafa, fica aqui. Preciso falar com você (falo pro meu melhor amigo).
O médico me olha e já tira meus pais da sala, fala pra gente ser rápido porque já não era mais horário de visita.
Eu: Rafa, eu não sou a Dana, sou o David.
Rafa: 😳😳😳😳 Então... funcionou?
Eu: Sim, mas não consegui voltar pro meu corpo. Ainda tô no corpo da Dana. Vai ver o meu corpo, a Dana tá nele. Cuida dela. Vamos ver como resolver isso.
No dia seguinte, vendo que a gente tava bem — Dana (no corpo do David), David (no corpo da Dana) e Rafa, o namorado da Dana e melhor amigo do David —, estavam sentados no refeitório do hospital.
Dana (David): Então agora vocês acham que a gente tem amnésia?
Rafa e David: Sim.
Dana: Vamos falar com o professor amanhã. Se tiver algum jeito de voltar pros nossos corpos... Dana, senão, não sei o que a gente vai fazer.
David (bem resignada): Viver assim. Se não tiver conserto, não vamos ter outra escolha (disse com lágrimas nos olhos).
Rafa: Calma, vai dar certo.
Dana: Tomara...
No dia seguinte, Dana foi falar com o professor. Ele, chocado, não conseguia acreditar. Tinha funcionado, mas isso não importava, porque não tinha como continuar. Depois do incidente, desligaram a máquina. "Lamento dizer isso, galera, mas a direção da escola proibiu o projeto. Não tem volta."
Resignados, Dana no meu corpo e eu nos olhamos. Não tinha outra opção. Íamos ter que viver assim pra sempre.
Naquela noite, fui pra casa do Rafa, que supostamente era meu namorado. Ele abriu uma cerveja e me deu.
Rafa: Agora você é meu brother, né?
Eu: Kkkkkkk sim. Mas nem sonha em transar comigo.
Rafa: Claro que não.
Começamos a ter uma conversa profunda. Zoar e tomar uma cerveja realmente me ajudava a me acalmar, mas dessa vez não. Algo era diferente. Não sei o quê, mas meu corpo não sossegava.
Rafa: Esse não é seu corpo, é o da Dana. Você não vai se acalmar. acalmar ela assim.
Eu: E como você acalma ela?
Ele me fez deitar e começou a me dar uma massagem, no começo foi estranho, mas era tãããão relaxante que eu nem consegui falar nada. As mãos dele eram muito grandes e firmes, já minha pele era bem macia, era uma sensação indescritível, me senti nas nuvens.Rafa: Isso vai soar estranho, mas preciso que você tire o sutiã.
Eu: Tudo bem, mas nem pense em fazer mais nada.
Ele tirou meu sutiã e continuou a massagem, super relaxante, nas costas todas, ombros, lombar, e de repente desceu até minha cintura. Eu ia falar algo, mas as mãos dele não estavam me apalpando, era só uma massagem, parecia tão normal, tão rotineiro, que não consegui dizer nada enquanto ele massageava minha bunda.
Depois de um tempo, a massagem acabou, mas eu estava insatisfeita, meu corpo estava quente, precisava de mais, muito mais. Ele abriu outra cerveja e me ofereceu, entre goles continuamos conversando, pensando no que íamos fazer, como seria nosso relacionamento, mas algo não estava certo. Eu não conseguia parar de olhar para a boca dele, seus lábios grossos, suas mãos grandes de homem. Meu corpo estava quente, cheio de desejo. Ele falava, mas eu não conseguia me concentrar, algo me impedia, como se eu estivesse em transe.
Cheguei perto dele e não consegui me segurar, minha boca se moveu tão naturalmente como se aquilo fosse algo de todo dia. Me afastei rápido, mas ele estava me olhando, não era uma cara de surpreso, era uma cara de sedutor, ele também tava muito afim.
Eu: Desculpa, não era minha intenção, isso tá errado (falei, mesmo morrendo de vontade por dentro).
Ele me ignorou, me pegou pela cintura, me colou no corpo dele e começou a me beijar, eu me entreguei, queria muito aquilo.
Enquanto o beijava, desci a mão e comecei a apalpar o pau dele, que tava duro por minha causa, ele percebeu, mas me ignorou e continuou me beijando, até que. Ele abaixa a calça, deixando o pau dele de fora.
Rafa: Vamos, David, sei que você precisa disso. Eu: Não, isso é errado, eu sou um homem e você é meu melhor amigo.
Rafa: Agora você está no corpo de uma mulher e é minha namorada.
Foi uma lógica tão boa que não consegui contestar, quase por inércia me ajoelhei para chupar a rola dele como se já tivesse feito aquilo antes. Obviamente, não fazia a menor ideia de como fazer, mas ele foi me guiando com as mãos, enquanto eu chupava o pau dele como se fosse um pirulito. Comecei a me animar, sugando com os lábios enquanto entrava na minha garganta, sentia que estava engasgando, era algo estranho e desagradável, mas estava entrando e saindo com toda naturalidade.
Assim ficamos por uns minutos até que ele tirou e começou a gozar na minha cara. Fiquei puto com ele e gritei.Rafa: Cê queria que eu gozasse na sua boca?
Eu:... Bom, mas da próxima me avisa, me pegou de surpresa.
Ele foi pegar um lenço pra limpar minha cara cheia de porra, enquanto eu me olhava no espelho e pensava no quão putinha eu tava parecendo. Realmente tava me sentindo uma gostosa, e o pior é que não tava me dando nojo…
Rafa: Bom, agora é minha vez. Deita aqui, meu amor, vou te mostrar o que sei fazer.Deitei na cama, abrindo as pernas enquanto segurava a cabeça dele e olhava pra cima, sentindo o maior prazer que já tinha sentido na vida. Ele tava chupando e dedando minha buceta, real, realmente inexplicável. A única coisa que consegui fazer foi apertar a cabeça dele com minhas pernas enquanto gemia muito, muito alto, pedindo mais e que ele não parasse, até eu chegar no clímax.
Gozei, muito forte, um squirt potente na cara toda dele, enquanto ofegava, tão exausta que ele me deixou. Ele se levantou e riu.
Rafa: (rindo) Isso você não pode fazer.
Eu: (ofegando) Claro que posso.
Rafa: Isso também é algo que você não pode fazer.
Com o pau dele de novo bem duro em cima de mim, ele me olhou enquanto dava uns tapinhas na minha buceta.
Rafa: Se prepara, gostosa, vou te comer como no FIFA.
Depois disso, ele enfiou o pau na minha buceta, que ainda tava meio sensível depois de eu ter gozado antes, mas ele não ligou, já tava toda lubrificada, molhada e quente, então deslizou sem esforço, num descuido já tava tudo dentro, nem me deu tempo de falar nada, já tava com o pinto dele tocando as partes mais fundas da minha buceta. Foi questão de segundos até eu começar a gemer de novo, bem alto, isso era outra parada, sentir ele me penetrando, ao contrário do que eu imaginava, era realmente excitante, um prazer indescritível, o pau dele abrindo caminho nas minhas paredes vaginais, uma vez e outra e outra, muito rápido e com bastante brutalidade, enquanto eu gemia bem alto e enroscava as pernas nele de novo, mas dessa vez na cintura dele, enquanto com as mãos eu abraçava as costas dele, e ele me envolveu com os braços, me abraçando, pra usar toda a força dele em cada uma das estocadas que me deu naquela noite, foi algo simplesmente inimaginável, o prazer de uma mulher era incomparável ao de um homem, naquela noite ele me comeu como uma puta, com o amor de uma namorada e as brincadeiras de um amigo.
Depois daquela transa violenta que ele me deu, gozou na minha barriga, tirou bem na hora. Rafa: Ahh, isso foi por pouco, hahahaha, se eu gozasse dentro a gente ia ter que comprar a pílula.
Eu: (ofegante) Idiota, da próxima usa camisinha.
Rafa: Não parecia importante enquanto você gemia, falando "ai, mais, me dá mais, Rafa".
Eu: (joguei uma almofada nele) Nem pense que você foi tudo isso.
Ele riu, enquanto me olhava com uma cara de deboche, sabia que eu sentia, mas não quis entrar na brincadeira, deixou pra lá. Depois de pegar outro lenço e me limpar, fomos tomar banho juntos, e naquela noite fiquei pra dormir na casa dele, do meu namorado. Foi meio gay, porque dessa vez não dormi num colchão separado, como todas as outras vezes que fiquei lá, mas dormi com ele, na cama dele, enquanto ele me abraçava a noite toda.
Depois daquele dia, repensei muitas coisas, entre elas o que ia ser da minha vida, mas uma coisa era certa: agora eu ia viver como mulher, então tinha que agir como uma. E bom, com o Rafa a coisa era mais simples, agora ele não era só meu melhor amigo, mas também meu namorado.
A verdade é que viver como mulher não é tão ruim, ainda mais se você está namorando. Quando não estávamos fazendo planos de brother, tipo jogar sinuca, beber, sair pra farra, estávamos fazendo coisas de namorados, tipo trepar como animais no cio, por horas e horas, em longas maratonas de sexo, porque os prazeres de mulher são outra coisa, nada a ver com os dos homens.
Desde aquele dia, pra ser sincero, eu me diverti pra caramba sendo mulher e dando todo dia com meu melhor amigo, que agora também é meu namorado. Fim.
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