Olha, vou contar pra vocês que sou uma crossdresser de armário. Muita pouca gente sabe do meu lado feminino.
De vez em quando, uns amigos vêm aqui em casa jogar cartas, tomar uísque e usar umas paradas recreativas. Desse grupo, ninguém sabe do meu segredinho e, sinceramente, nenhum deles me atrai, exceto um: o Polaco. Por acaso, ele mora longe e, quando a gente se reúne aqui, ele fica pra dormir. O Polaco é loiro, deve ter uns 1,80m, tem uma vibe de boyzinho cumbiero e é bem tarado... o típico que quer pegar todo mundo. Ele curte muito sexo e já tinha me falado que, de vez em quando, gosta de comer umas minas trans.
Quando todo mundo ia embora e a gente ficava sozinho em casa, meio bêbados e com umas paradas que ajudam a soltar a safadeza, eu ficava todo excitado fantasiando em me vestir de mina e ser comido por ele, mas não tinha coragem. No começo, eu andava pela casa de lingerie quando ele já tava deitado, na esperança de que ele levantasse pra ir no banheiro e me visse assim; mas logo o medo batia e eu me enfiava no meu quarto.
Até que um dia eu criei coragem de ir um pouco mais longe. Como sempre, todo mundo tinha ido embora e a gente ficou sozinho na sala bebendo mais um pouco e conversando. Aí me veio uma ideia meio besta, mas ao mesmo tempo ousada: derramei vinho na roupa e falei que ia trocar pra colocar de molho rápido e não manchar. Então fui correndo pro meu quarto e vesti uma tanga, uma legging preta bem justa e uma regatinha preta curta que deixava a raba bem à mostra.
Antes de sair do quarto, eu tava super nervoso, mas também muito decidido a arriscar tudo. Respirei fundo e saí. Levei a roupa manchada com a desculpa de que tava com pressa de lavar e que tinha vestido "qualquer coisa".
Quando passei do lado dele, meu coração foi a mil... tremia! hahaha. Caminhei um pouco mais e olhei meio sem querer pra trás pra ver se ele reagia. E tava mesmo olhando pra minha bunda, mas desviou o olhar na hora pra disfarçar.
- Não vai ficar olhando minha buceta não, punheteiro - falei pra quebrar o gelo, mas com a voz super trêmula de nervoso.
- Hahaha, e verdade, tava distraído achando que tu era uma gostosa... que rabão hein, viado! O que tu vestiu? - ele disse.
- A primeira coisa que achei... não quero sujar minha roupa. - respondi.
Já tinha dado o primeiro passo: me mostrei com um visual feminino e a reação foi positiva. Entrei no tanque e lavei as manchas de qualquer jeito pra disfarçar. Aí voltei pra sala com mais confiança. Parei do lado dele na mesa e me servi uma taça de vinho. Ele tava meio desconfortável. Me olhava de canto e fumava pra disfarçar.
- Fica à vontade pra olhar, mas não esquenta muito que essa bunda não vou te dar - falei brincando.
- Haha, não vem se fazer de difícil não, mamãe! - e me deu um tapa na bunda de zoeira enquanto eu tomava um gole de vinho, mas não teve coragem de me olhar na cara. (Só pra constar, a gente sempre zoava assim com muita carga homoerótica. É comum em grupo de caras, mas eu exagerava, porque sou uma vadia haha)
Aquele tapa na bunda me deixou louca! Já queria pegar o pau dele e chupar inteiro! haha, mas me segurei. Na hora ele pegou o baralho e falou:
- Vamo, um truco a quinze por dois conto.
- Ok - falei e sentei com as pernas cruzadas de um jeito que ele pudesse continuar me olhando.
Começamos a jogar e nessa altura eu já tava bem mais relaxada e comecei a ter uma atitude muito mais feminina. Obviamente eu só queria perder aquela partida pra pagar a aposta com a bunda haha, mas não queria que fosse tão óbvio, então joguei bem até a última mão, quando fingi um erro. Tonto e perdi.
- Paga! - ele me disse.
- Segura aí que vou pegar a grana - falei e fui pro quarto.
Quando me levantei, ele me deu outra palmada na bunda rindo e falou:
- Anda, senão vai ter que me chupar!
Aí eu já tava pegando fogo e, o mais rápido que pude, entrei no quarto e me montei toda putinha: saia curta justa, meia alta, salto, topzinho e, como deu, me maquiei na pressa. Quando fiquei pronta, me olhei no espelho e não acreditei... tava pronta pra me entregar pro meu amigo! Tinha imaginado isso tantas vezes e nunca achei que fosse possível. Passaram mil coisas na minha cabeça... e se ele só tivesse zoando? Ou talvez não tivesse zoando, mas na hora H desistisse e me rejeitasse? Ele ia parar de falar comigo? Ia contar pro resto do grupo?
Era tarde demais pra voltar atrás... era grana ou bosta. Então saí do quarto totalmente disposta a me entregar pro que viesse.
- Te incomoda se dessa vez eu pagar sem grana? - falei ainda de costas, sem ele me ver.
- O quê? - ele disse, sem entender direito, e se virou.
Quando me viu, ficou claramente surpreso... ali estava o parceiro de farra dele, totalmente feminizado, se entregando igual uma puta.
- Nããão! Tá me zoando? - ele falou com um sorriso meio debochado, mas ao mesmo tempo curioso.
- Cê acha que me montei assim pra te fazer uma piada? - e comecei a me aproximar - Quero te mostrar uma parte minha que você não conhecia e acho que a gente podia se divertir pra caralho.
Ele se levantou e me olhava incrédulo. Soltou uma risadinha safada, pegou na minha mão e disse:
- Vamos ver, dá uma voltinha aí. - Obviamente eu fiz e dava pra sentir que ele tava me devorando com os olhos.
- Olha só que putinha que você é, hein! haha - ele falou já com a voz bem safada e me deu outro tapa na bunda.
- Ai! - suspirei super tesuda e falei: - Sabe como eu tive que me segurar quando você me deu palmada antes pra não pegar na sua pica? - mas dessa vez eu peguei mesmo. Comecei a acariciar o volume dele por cima da calça de moletão que ele tava usando. Senti aque pica que tanto imaginei nas minhas mãos... grande, divina, começando a endurecer e eu não podia acreditar!
Ele me agarrou pela cintura com uma mão e com a outra começou a apalpar minha bunda enquanto me puxava pra perto dele.
— Que gostosa você é, nena — ele sussurrou no meu ouvido.
— Mmm... quis ficar bonita pra você, papi — respondi com meu melhor tom de puta.
Ele começou a me beijar e eu meti a mão dentro da calça dele. Sentei ele no sofá e me ajoelhei na frente dele. Finalmente tinha na minha frente aquela pica que tanto desejei. Era linda! Grande, cheia de veias, dura... a pica de um macho de verdade! Aproveitei muito... lambi ela toda, desde as bolas até a cabeça, cada centímetro, uma e outra vez. A gente se olhava... nunca tinha visto aquele olhar de macho nele e eu amava! Eu era dele! Ele segurou minha cara e enfiou ela inteira na minha boca. Eu tava entregue ao que ele quisesse e foi assim.
Num momento eu já tava em êxtase e pedi por favor pra ele me comer. E ele fez uma, duas, três vezes... fui dele a noite toda e ele foi meu macho. Até ficarmos exaustos e dormirmos juntos.
Depois daquela noite foda, nossa amizade continuou como sempre. Ninguém nunca desconfiou e de vez em quando a gente se dá vontade de voltar a esses papéis: Ele meu macho vagabundo comedor e eu sua puta complacente.
De vez em quando, uns amigos vêm aqui em casa jogar cartas, tomar uísque e usar umas paradas recreativas. Desse grupo, ninguém sabe do meu segredinho e, sinceramente, nenhum deles me atrai, exceto um: o Polaco. Por acaso, ele mora longe e, quando a gente se reúne aqui, ele fica pra dormir. O Polaco é loiro, deve ter uns 1,80m, tem uma vibe de boyzinho cumbiero e é bem tarado... o típico que quer pegar todo mundo. Ele curte muito sexo e já tinha me falado que, de vez em quando, gosta de comer umas minas trans.
Quando todo mundo ia embora e a gente ficava sozinho em casa, meio bêbados e com umas paradas que ajudam a soltar a safadeza, eu ficava todo excitado fantasiando em me vestir de mina e ser comido por ele, mas não tinha coragem. No começo, eu andava pela casa de lingerie quando ele já tava deitado, na esperança de que ele levantasse pra ir no banheiro e me visse assim; mas logo o medo batia e eu me enfiava no meu quarto.
Até que um dia eu criei coragem de ir um pouco mais longe. Como sempre, todo mundo tinha ido embora e a gente ficou sozinho na sala bebendo mais um pouco e conversando. Aí me veio uma ideia meio besta, mas ao mesmo tempo ousada: derramei vinho na roupa e falei que ia trocar pra colocar de molho rápido e não manchar. Então fui correndo pro meu quarto e vesti uma tanga, uma legging preta bem justa e uma regatinha preta curta que deixava a raba bem à mostra.
Antes de sair do quarto, eu tava super nervoso, mas também muito decidido a arriscar tudo. Respirei fundo e saí. Levei a roupa manchada com a desculpa de que tava com pressa de lavar e que tinha vestido "qualquer coisa".
Quando passei do lado dele, meu coração foi a mil... tremia! hahaha. Caminhei um pouco mais e olhei meio sem querer pra trás pra ver se ele reagia. E tava mesmo olhando pra minha bunda, mas desviou o olhar na hora pra disfarçar.- Não vai ficar olhando minha buceta não, punheteiro - falei pra quebrar o gelo, mas com a voz super trêmula de nervoso.
- Hahaha, e verdade, tava distraído achando que tu era uma gostosa... que rabão hein, viado! O que tu vestiu? - ele disse.
- A primeira coisa que achei... não quero sujar minha roupa. - respondi.
Já tinha dado o primeiro passo: me mostrei com um visual feminino e a reação foi positiva. Entrei no tanque e lavei as manchas de qualquer jeito pra disfarçar. Aí voltei pra sala com mais confiança. Parei do lado dele na mesa e me servi uma taça de vinho. Ele tava meio desconfortável. Me olhava de canto e fumava pra disfarçar.
- Fica à vontade pra olhar, mas não esquenta muito que essa bunda não vou te dar - falei brincando.
- Haha, não vem se fazer de difícil não, mamãe! - e me deu um tapa na bunda de zoeira enquanto eu tomava um gole de vinho, mas não teve coragem de me olhar na cara. (Só pra constar, a gente sempre zoava assim com muita carga homoerótica. É comum em grupo de caras, mas eu exagerava, porque sou uma vadia haha)
Aquele tapa na bunda me deixou louca! Já queria pegar o pau dele e chupar inteiro! haha, mas me segurei. Na hora ele pegou o baralho e falou:
- Vamo, um truco a quinze por dois conto.
- Ok - falei e sentei com as pernas cruzadas de um jeito que ele pudesse continuar me olhando.
Começamos a jogar e nessa altura eu já tava bem mais relaxada e comecei a ter uma atitude muito mais feminina. Obviamente eu só queria perder aquela partida pra pagar a aposta com a bunda haha, mas não queria que fosse tão óbvio, então joguei bem até a última mão, quando fingi um erro. Tonto e perdi.
- Paga! - ele me disse.
- Segura aí que vou pegar a grana - falei e fui pro quarto.
Quando me levantei, ele me deu outra palmada na bunda rindo e falou:
- Anda, senão vai ter que me chupar!
Aí eu já tava pegando fogo e, o mais rápido que pude, entrei no quarto e me montei toda putinha: saia curta justa, meia alta, salto, topzinho e, como deu, me maquiei na pressa. Quando fiquei pronta, me olhei no espelho e não acreditei... tava pronta pra me entregar pro meu amigo! Tinha imaginado isso tantas vezes e nunca achei que fosse possível. Passaram mil coisas na minha cabeça... e se ele só tivesse zoando? Ou talvez não tivesse zoando, mas na hora H desistisse e me rejeitasse? Ele ia parar de falar comigo? Ia contar pro resto do grupo?
Era tarde demais pra voltar atrás... era grana ou bosta. Então saí do quarto totalmente disposta a me entregar pro que viesse.
- Te incomoda se dessa vez eu pagar sem grana? - falei ainda de costas, sem ele me ver.
- O quê? - ele disse, sem entender direito, e se virou.
Quando me viu, ficou claramente surpreso... ali estava o parceiro de farra dele, totalmente feminizado, se entregando igual uma puta.
- Nããão! Tá me zoando? - ele falou com um sorriso meio debochado, mas ao mesmo tempo curioso.
- Cê acha que me montei assim pra te fazer uma piada? - e comecei a me aproximar - Quero te mostrar uma parte minha que você não conhecia e acho que a gente podia se divertir pra caralho.
Ele se levantou e me olhava incrédulo. Soltou uma risadinha safada, pegou na minha mão e disse:
- Vamos ver, dá uma voltinha aí. - Obviamente eu fiz e dava pra sentir que ele tava me devorando com os olhos.
- Olha só que putinha que você é, hein! haha - ele falou já com a voz bem safada e me deu outro tapa na bunda.
- Ai! - suspirei super tesuda e falei: - Sabe como eu tive que me segurar quando você me deu palmada antes pra não pegar na sua pica? - mas dessa vez eu peguei mesmo. Comecei a acariciar o volume dele por cima da calça de moletão que ele tava usando. Senti aque pica que tanto imaginei nas minhas mãos... grande, divina, começando a endurecer e eu não podia acreditar!
Ele me agarrou pela cintura com uma mão e com a outra começou a apalpar minha bunda enquanto me puxava pra perto dele.
— Que gostosa você é, nena — ele sussurrou no meu ouvido.
— Mmm... quis ficar bonita pra você, papi — respondi com meu melhor tom de puta.
Ele começou a me beijar e eu meti a mão dentro da calça dele. Sentei ele no sofá e me ajoelhei na frente dele. Finalmente tinha na minha frente aquela pica que tanto desejei. Era linda! Grande, cheia de veias, dura... a pica de um macho de verdade! Aproveitei muito... lambi ela toda, desde as bolas até a cabeça, cada centímetro, uma e outra vez. A gente se olhava... nunca tinha visto aquele olhar de macho nele e eu amava! Eu era dele! Ele segurou minha cara e enfiou ela inteira na minha boca. Eu tava entregue ao que ele quisesse e foi assim.
Num momento eu já tava em êxtase e pedi por favor pra ele me comer. E ele fez uma, duas, três vezes... fui dele a noite toda e ele foi meu macho. Até ficarmos exaustos e dormirmos juntos.
Depois daquela noite foda, nossa amizade continuou como sempre. Ninguém nunca desconfiou e de vez em quando a gente se dá vontade de voltar a esses papéis: Ele meu macho vagabundo comedor e eu sua puta complacente.
4 comentários - Sou a putinha de um favelado