Meu nome é Glória, tenho 40 anos de idade, tenho um filho chamado Carlos de 19 anos que é estudante universitário e uma filha de 24 anos já casada morando com o marido em Barcelona, Espanha.
Meu marido Darío é 20 anos mais velho que eu, ou seja, ele tem 60 anos agora e, por causa do trabalho, fica fora de casa por vários dias, mas nos dá a tranquilidade financeira que nos permite ter uma casa boa, com piscina inclusa. Sou uma mulher de corpo bonito por onde se olha, por isso vou à academia todo dia; minha pele é branca, cabelo escuro e olhos castanhos, com um temperamento muito ardente. Tenho tesão em chamar a atenção dos homens e também de algumas mulheres quando estou andando na rua, além de adorar me vestir de forma sexy.
Com meu marido, a vida íntima já acabou há mais de dois anos, como diz uma amiga: "dormimos feito irmãozinhos". No fim das contas, não gosto de ser infiel e, pra acalmar esse tesão, eu me masturbo todo dia e, em alguns dias, mais de uma vez.
Com meu filho Carlos, a gente se dá super bem, mais que mãe e filho, somos amigos. E ultimamente tô percebendo que ele me olha com outros olhos, não como mãe, mas como mulher. Além disso, como todo jovem, a libido dele tá a mil, e também deve ser porque em casa eu gosto de usar roupas bem leves, camisolas de alcinha semi transparentes que vão até a metade da coxa, com aberturas nas laterais. Dá pra ver fácil o sutiã e a tanga, que realçam minhas bundas grandes e redondas, assim como meus peitos avantajados.
Carlos é bem carinhoso e amoroso, tudo ao contrário do pai dele, mas ultimamente ele tem o hábito de me dar palmadas toda vez que chega em casa, claro que são leves, eu levo como um gesto de carinho e depois ele me cumprimenta com um beijo no rosto.
– Oi mãe, como tá a mulher mais gostosa do planeta?
– Aaai filho, tô bem, meu amor, do jeito que você me vê, a mesma rotina de sempre – respondi – e você, como vão os estudos? E a namorada, como tá?
– Os estudos tão bem, mãe, mas com ela já faz umas semanas que terminamos, agora tô solteirão, mmm, acho que não te contei.
– Não, não me falou nada, pensei que ainda tava com ela. Você parecia todo apaixonado.
– A verdade, mãe, é que nas últimas semanas que fiquei com ela, notei ela muito distante, além de que não tava rolando um sexo bom, e aí nós dois decidimos terminar o relacionamento. Então agora tô atrás de uma mulher madura, igual você.
– Kkkk, então agora você gosta de coroa como eu, é?
– Mas você não é coroa, mãe, você é uma milf, e das boas, hein? – meu filho respondeu, me dando outra palmada.
—Ô, sem-vergonha, respeita sua mãe —falei com um sorriso provocante— e o que é uma milf?
—É uma mulher madura que tá muito bem cuidada —ao mesmo tempo, com as duas mãos, ele acariciava minhas nádegas por cima da camisola, me fazendo dar um sobressalto, uma leve excitação.
—Ô, doido, segura essas mãos ou eu corto elas, lembra que sou sua mãe —falei sem estar brava, só pra ele não continuar com aquela atitude.
—Tá bom, mãe, vou tomar um banho pra me livrar desse calor e já saio pra almoçar.
Ao ouvir que ele gostava de milfs, junto com as carícias do Carlos nas minhas nádegas, senti um formigamento na barriga e ao mesmo tempo minha buceta ficou molhada. Comecei a pensar: "Será que meu filho amado me deseja e quer me fazer dele? Será que eu sinto o mesmo? Por que estou molhada?"
—Pronto, mãe, já pode servir o almoço —eu estava na cozinha e quando o vi, quase deixei o prato cair das mãos. Meu filho tinha saído do banho só de cueca samba-canção, olhei pro volume que parecia bem grande e disfarcei pra não dar importância, provavelmente por causa do calor do verão— já, querido, senta, meu amor, já vou te servir.
Durante o almoço, ficamos conversando sobre coisas bobas. Depois de comer, ele foi pro quarto se trocar e saiu pra faculdade. Enquanto isso, eu fiquei na cozinha lavando a louça e pensando no corpo atlético do meu filho, que parecia um adônis com aquele volume enorme entre as pernas. Minha mente era uma bagunça de sensações e paixões. Será que eu tava desejando meu filho ou meu corpo tava me pregando uma peça por causa da minha tesão acumulada de tanto tempo sem sexo? Depois fui pro meu quarto tirar uma soneca, mas não conseguia dormir, pensando no que tinha rolado com meu Carlos. Minha mente dizia que aquilo era errado por ser um sentimento incestuoso, por outro lado, a tesão do meu corpo tava no talo, eu não queria ser infiel ao meu... marido e, depois de pensar por uns instantes, me perguntei: e se eu transformar meu filho no meu amante? Claro que é uma relação incestuosa, mas tem suas vantagens, já que eu teria ele sempre em casa, difícil de descobrirem a relação, é um homem que conheço bem, na maior parte do tempo ficamos só nós dois e, acima de tudo, a potência viril de todo jovem.
Então comecei a executar um plano de sedução com Carlos e também tirar a dúvida se meu filho realmente me desejava ou não.
No dia seguinte, como aconteceu no dia anterior, Carlos chegou da faculdade, mas, por baixo da minha camisola, em vez de fio dental, coloquei uma calcinha fio dental vermelha, igual ao sutiã, e me encontrei lavando a louca de costas para a porta de entrada da cozinha.
−Boa tarde, dona Glória –às vezes o Carlos me cumprimenta assim ou só me chama pelo nome, sentindo que ele parou na entrada da porta por uns segundos, com certeza apreciando a bela vista que meu corpo dava. Depois ele se aproximou e me deu duas palmadas, uma em cada bunda, mas com uma leve esfregada por alguns segundos, claro que eu fingi que não era comigo, e então me deu um beijo na bochecha.
−Oi, meu amor, como foi? –respondi.
−Bem, mãe, passei no exame –senti na parte de trás do meu corpo que ele estava colado em mim, e as mãos dele percorreram meus dois lados, do começo dos meus peitos até os quadris e minha barriga−. E como foi com essa rainha voluptuosa?
−Igual todo dia, querido, só que saí um pouco no mercado pra fazer umas compras e aqui estou, amor. Melhor, filho, me faz um favor: enquanto tomo um banho rapidinho, vai colocando a mesa.
−Claro, mãe, vá ficar mais gostosa ainda, não se preocupa que eu arrumo a mesa.
Já no chuveiro, completamente pelada e lavando minha cabeça com xampu, chamei meu filho pra me trazer o condicionador, que de propósito eu tinha deixado na minha penteadeira. Além disso, tinha deixado a porta do meu quarto aberta, a do banheiro também, e a cortina do chuveiro meio fechada pra facilitar a vista.
−Carlos, filho, me escuta! –comecei a chamar.
−Sim, mãe! Já vou.
Ele entrou no meu quarto e depois no banheiro, me encontrando nua lavando o cabelo com xampu. Eu estava de lado, e ele estava apreciando meus peitos e o tamanho provocante da minha bunda. Ficou estupefato uns segundos, depois me disse:
− Sim… sim, mãe, o que foi?
– Amor, por favor, me passa o condicionador que tá em cima da minha penteadeira, acabei de lembrar que não tenho mais e comprei ele agora no supermercado − enquanto eu sentia ele se deliciar por uns segundos com a nudez do meu corpo e com a minha buceta bem depilada. Eu tava de olhos fechados.
— Aqui está a mamãe — estendi o braço e ele colocou na minha mão.
— Obrigada, querido. Daqui a pouquinho termino de me lavar pra almoçar, não demoro.
— Ok, mãe. Termino de arrumar a mesa e depois vou pro meu quarto tomar um banho também — senti que ele ainda não tinha saído, porque imaginava que ele tava curtindo o corpo pelado da mãe por uns segundos.
Saí do chuveiro e não sabia o que vestir. Aí vi o guarda-roupa do Dário, meu marido. Abri, comecei a procurar e achei uma regata vermelha, daquelas que jogador de basquete usa. Coloquei e ficou fantástica: mal cobria meus bicos e, por baixo, só chegava até cobrir minha bunda. Fiquei com uma cara provocante pro Carlos. Além disso, coloquei uma tanga fio dental da mesma cor e saí pra servir o almoço pro meu menino.
Eu estava entre nervosa e excitada, terminei de colocar os pratos na mesa e o chamei.
— Carlinhos, querido, o almoço já está servido! — gritei.
Vi ele sair do quarto e ir pra sala de jantar, e de novo apareceu só de cueca slip preta, e percebi que ele estava levemente excitado, porque o volume parecia maior que no dia anterior. Quando ele me viu, não conseguiu controlar a excitação, e eu vi a glande aparecendo por cima da cueca. Ele sentou rápido, e eu disfarcei desviando o olhar.
— Hummm… parece gostoso, mãe, e não é só a comida, hahaha… — ele jogou a indireta.
— Safadinho! Hahaha E como você vê essa milf? — me levantei e dei uma volta de 360 graus pra ele apreciar meu corpo.
— Caramba! Vejo uma mulher super sensual e gostosa, tá linda com essa roupa. Qualquer homem ia querer estar no lugar do pai. Você devia se vestir assim sempre. O que é bonito e voluptuoso tem que ser exibido, igual às flores nos jardins.
— Obrigada, meu filho, você é tão doce e fofo, não te incomoda sua mãe se vestir assim em casa?
— Não tenho por que me incomodar, muito pelo contrário, quero que você se solte comigo, estamos sozinhos, lembra que também sou seu amigo — ele pegou minha mão e beijou. Com certeza ele já sacou que com o pai não rola mais nada sexual, além de que quando o pai tá em casa não é carinhoso comigo, são dois completamente diferentes.
— Bom, princesa, vou pro meu quarto me trocar e ir pra faculdade, volto mais tarde.
— Ok, querido, vou lavar a louça e depois tirar um cochilo, se não te ver, tenha uma tarde linda. Se cuida.
Bom, assim se passaram uns dez dias. Eu queria que ele desse o primeiro passo pra não me sentir tão mal e a gente ser cúmplice dessa futura relação incestuosa. Tava morrendo de vontade de sentir o pau dele na minha buceta, fiz de tudo nesses dias pra me mostrar mais provocante, até uma vez saí Saindo do banho pelada pra almoçar, coberta só por uma toalha que escondia meus peitos e minha bunda, fui até a mesa onde Carlos estava sentado e, a meio metro dele, forcei disfarçadamente a toalha a cair, e meu filho me viu completamente nua.
—Não se preocupa, dona Glória, já vou pegar pra senhora — pegou a toalha do chão e me enrolou nela delicadamente, sem antes se deliciar com um olhar nos meus peitos, buceta e rabo, vi que a glande dele aparecia por cima da cueca, produto da excitação — caramba, Glória, você tem um corpo gostoso pra caralho. Me deu um tapa na bunda, tenho certeza de que ele era fascinado pelo meu rabo, já que é grande e empinado.
— Ai, meu amor, que coisas você fala pra sua mãe! Achava que meu corpo já não atraía ninguém, ainda mais um jovem bonito e vigoroso como você.
— Como não, mãe! Vou te mostrar uma coisa, mas promete que não vai se escandalizar? — perguntou Carlos.
— Querido, na minha idade nada mais me escandaliza.
— Então vai lá — levantou, baixou a cueca e mostrou uma pica grande e cheia de veias, com uma certa inclinação pra cima. Eu fiquei de boca aberta e os olhos arregalados. Nunca tinha visto um pau de tamanho monumental e, na hora, minha buceta começou a ficar molhada.
— Ai, Carlinhos, mas que coisa imensa, muito maior que a do seu pai!
— Acha mesmo, mãe? — guardando a pica dentro da cueca — me diz, Glória, o que achou?
— Você tem um pênis dos deuses, tenho certeza de que a mulher que casar com você vai aproveitar muito bem. Me diz, querido, e desculpa a pergunta, amor, essa pica dura que você me mostrou, fui eu que provoquei? — perguntei ingenuamente.
— E quem mais, mãe? Se não tem outra mulher nesta casa. Além disso, você tem um corpo tão lindo que dá vontade de tirar fotos e mostrar pros meus amigos pra eles baterem umas boas punhetas, porque eles também gostam de mulheres milf igual você.
— Ai, não, Carlinhos, as coisas que você fala, mas isso seria contraproducente, o que esses jovens pensariam de mim?
— Não se preocupa, as fotos eu tiraria sem mostrar seu rosto, diria pra eles que conheci uma mulher madura que tô dando conta.
— Tá bom, tá bom, deixa eu pensar — falei — mas essas coisas todas têm que ficar entre a gente, meu amor.
— Por Claro, gostosa, isso é entre eu e você, além do mais estamos quites, né? Kkkk…
– Sim, estamos quites, kkkk…
Depois começou a rotina de sempre. Quando fui pro meu quarto tirar uma soneca, de novo não consegui pegar no sono, agora era o pau do Carlos que me deixava toda alvoroçada e nunca pensei que ele fosse tão grande, foi tanta excitação que me masturbei pensando na ferramenta do meu menino.
Já que Carlos ainda não tomava a iniciativa e minha buceta continuava molhada quase o dia inteiro, comecei a me vestir em casa como sempre, mas sem sutiã. Assim, quando meu filho me cumprimentava, ele não só apalpava minha bunda, mas também apertava meus bicos com os dedos.
−Aaai amor, não encosta nos meus peitos não, que eles são muito sensíveis, cê é um tarado incurável! Kkkk…
−Kkkk, é que mãe, cê tem uns peitos espetaculares, kkkk. Vou tomar um banho mãe, daqui a pouco saio pra gente almoçar junto e esperar cê tomar banho também.
−Ok safado, kkkk…
Chegou o sábado à noite, era mais ou menos umas 9h e perguntei pro Carlos se ele ia sair ou ficar em casa.
−Não mãe, hoje não quero sair, prefiro ficar em casa. E cê vai sair com suas amigas?
−Não, também prefiro ficar em casa, acho que vou me divertir mais com cê do que com minhas amigas − respondi.
−O que cê acha mãe, a gente vê uns filmes adultos, pede uma pizza gostosa com um bom vinho?
−Acho uma ideia excelente, meu amor!
Falei: hoje é meu dia, vai ter que rolar. Comemos a pizza deliciosa com o bom vinho e depois sentamos no sofá pra ver o filme, sempre acompanhados do vinho que tava no centro da mesa.
Sentei no meio do sofá com as pernas dobradas em cima dele e do meu lado esquerdo meu filho sentou; ele só tava de cueca verde onde dava pra ver o volume, eu como sempre de camisola de alcinha roxa, sem sutiã e com uma tanga fio dental da mesma cor. O sofá tava de frente pra TV e o filme era japonês, onde a história era que o filho tentava seduzir a mãe até que finalmente conseguiu. Dava pra ver a mãe se contorcendo de prazer porque o filho tava chupando os peitos dela e ela por sua vez masturbava o pênis enorme dele. Nessa hora Carlos colocou o braço direito em cima do meu ombro como se a gente fosse namorados, eu olhava de canto que o pau do meu filho já tava duro e metade da haste aparecia por cima da cueca. Com a mão esquerda comecei a acariciar a coxa direita dele e fui subindo até a virilha, mas de leve e em círculos, sem pressa.
Meu filho já estava com a pica quase saindo da cueca, enquanto isso ele baixou a mão e começou a beliscar minha teta direita de leve, e a mão inteira dele esfregava todo meu peito. Eu estava super molhada, os fluidos da minha buceta começaram a encharcar a calcinha fio dental.
Na cena pornô seguinte, a gente viu o filho metendo o pau na mãe e ela soltava uns gritos exorbitantes de prazer. Enquanto isso, eu continuava acariciando a coxa do Carlos e, com a mão esquerda, ele pegou a minha e levou até a vara dele pra eu acariciar — não podia acreditar! Finalmente meus desejos estavam se realizando! Sem pensar duas vezes, comecei a masturbar o pau do meu filho, que duro e grande que eu sentia! Então meu filho segurou minha bochecha, virou meu rosto na direção dele e me deu um beijo de língua. Que beijo gostoso que a gente tava trocando! Parecíamos um casal de namorados se encontrando pela primeira vez. Ao mesmo tempo, fui tirando a cueca dele até ele ficar completamente pelado, e ele, enquanto me beijava, tirou minha camisola e a calcinha fio dental, que ficaram jogadas no chão, e eu fiquei totalmente nua.
— Glória, meu amor — meu filho falou no meu ouvido —, chupa minha pica. Quero sentir sua boca e seus lábios.
Obedeci na hora, baixei a cabeça e enfiei na boca o pau imenso do meu filho: passava minha língua, chupava a cabeça, enfiava a boca até onde dava, porque era bem comprido e grosso.
−Ooooh, siiiim, assim, mamãe, que delícia, mmmm, chupa a pica do teu filho, é uma delícia –Carlos tava curtindo a boa chupada que eu tava dando, fiz uma pausa e gritei:
−Amor, finalmente posso aproveitar esse instrumento maravilhoso que você tem entre as pernas, mmmm, sluuuup, mmmm –continuei chupando a pica do meu rebento por mais de 10 minutos.
Depois meu filho sugeriu que mudássemos de posição: ele fez eu me sentar no sofá com os pés apoiados nele e com as pernas abertas. Logo Carlitos se ajoelhou e começou a chupar cada um dos meus mamilos, curtindo cada um deles sem pressa, eu tava ficando louca de prazer, meus sucos escorriam abundantemente pela minha buceta, molhando o sofá.
−Aaaah, amor, que delícia, continua, continua, continua chupando as tetas da sua mãe, ooooh, desde que você era um bebê que não fazia isso, mmmm, como você me faz gozar, meu amor –eu tava adorando as chupadas de tetas que meu Carlos tava me dando.
Meu rebento continuava me dando um baita prazer nas minhas tetas, era fenomenal, não conseguia acreditar. Dava pra ver também como a pica dele tava dura, uma pica linda, maravilhosa, eu tava feliz, feliz, de tanto gozo que meu próprio filho me proporcionava. Tenho certeza que o tesão de transar com teu próprio filho é totalmente diferente do que com outro homem. É um prazer indescritível.
Não sei quanto tempo meu Carlitos ficou chupando meus mamilos, depois foi descendo pelo meu abdômen bem devagar, beijando cada centímetro dele, até chegar na minha buceta, começou a lamber bem devagar e com muito prazer aquela fenda que nós mulheres temos entre as pernas.
−Ooooh Glória, que cheiro tão gostoso que sai da sua buceta, amor! Deixa eu te cheirar um pouco mais –meu filho tava cheirando minha buceta e eu tava no céu, não acreditava! Dava pra ver que ele tava curtindo muito.
Depois começou a passar a língua pelos lábios grandes da minha buceta, depois os lábios pequenos, até que finalmente a língua dele esfreguei meu clitóris.
—Aaaah, gostoso —era só o que eu dizia, o prazer que meu filho me dava era indescritível, não dava pra explicar com palavras. Continuei assim por vários minutos, chupando meu clitóris, passando a língua nos meus lábios vaginais, já não aguentava mais. Depois de esperar por mais de dois anos por uma lambida na buceta de qualidade tão foda, explodi num orgasmo profundo.
—Aaaag —depois de alguns segundos, falei pro meu filho— ai, querido, você fez da sua mãe a mulher mais feliz do mundo.
—Ainda falta, gostosa, isso ainda não acabou —ele respondeu.
Na hora, ele levantou a cabeça, pegou com a mão a pica imensa dele, apontou pra minha buceta escorrendo e enfiou de uma só vez até o fundo, batendo no colo do meu útero.
—Aaaah, filho, você encheu a buceta da sua mãe com essa sua pica potente, mmmm, ooooh, sinto ela todinha, amor! —falei, cheia de prazer. E na mesma hora, meu Carlitos começou a bombar minha buceta sem parar, era um vai e vem meio devagar que foi acelerando aos poucos.
– Aaaar, sim, sim, sim, pega essa sua mãe, gostoso, ooooh, pega bem que já faz tempo, aaaah, não tem uma pica dentro, faz o que quiser com sua mãe, meu amor – o prazer que meu filho tava me dando era imbatível.
– Sim, mãe, já faz tempo que te desejava, ooooh, – meu filho me dizia – só tava esperando mmmm, pra te pegar. Agora você é minha mulher, ooooh…
Em seguida, meu filho me colocou de quatro e continuou furando minha buceta, num vai e vem sem fim. Ficamos assim por vários minutos, juventude maravilhosa, era isso que eu tava procurando, um homem com bastante potência e quem melhor que meu próprio filho.
Depois ele colocou bastante saliva ao redor e dentro do meu ânus, enfiou primeiro um dedo, depois dois, e logo em seguida cravou o pau inteiro dentro dos meus intestinos, todo meu reto estava ocupado pela piroca grande do meu Carlos, ele ficou parado por um momento.
−Aaaag, cara, mmmm, você encheu minha bunda toda, amor, mmmm, espera um segundo, Carlinhos, deixa meu cu se acostumar com sua pica... agora sim, vai bombando devagar, meu amor, bem devagar, é a primeira vez que enfiam um pau no meu cu, ooooh, assim, meu cachorro, já tô pegando gosto, mmmm, me faz sentir uma puta, amor, siiiim, que gostoso, que gostoso, que gostoso, tô sentindo, amor – eu já tava transtornada de tanto prazer que meu próprio filho me dava. Comecei a sentir o segundo orgasmo que veio como consequência da foda que meu próprio filho me dava. Carlos era uma máquina de sexo, me dava tanto prazer, tanto tesão, que minha mente achava inconcebível tudo que eu tava gozando, meu filho tava furando o cu da própria mãe. Depois veio o terceiro orgasmo.
−Ai, mãe, já vou gozar, não aguento mais, vou encher sua bunda de porra, ooooh – meu filho jogava todo o sêmen dentro do reto da mãe.
—Eu também, querido, não aguento mais, vou gozar, vou gozar —tive um quarto orgasmo. Foi tudo tão gostoso. Meu bebê tirou a tranca do meu cu e sentou no sofá, eu também me deitei logo em seguida. Ficamos um tempinho nos olhando, os dois ofegantes.
—Ai, querido, você me deu o prazer mais espetacular de toda a minha vida. Você é um anjo, meu amor —falei pro meu Carlitos.
—Ai, mãe, você também foi maravilhosa, transar com você foi o máximo, minhas namoradas não chegam nem aos seus pés.
—Kkkk meu amor, não exagera. Agora somos amantes, querido, mas isso tem que ficar entre nós, agora mais do que nunca —falei.
—Claro que sim, linda. De agora em diante, vou dormir na sua cama enquanto papai não estiver com a gente. Eu sou seu marido, Glória, daqui pra frente serei seu marido, seu amante, seu comedor; vou te chamar pelo nome, exceto, como eu disse, quando papai estiver por perto. Vamos transar todo dia, princesa. Combinado, meu amor.
—Concordo totalmente, querido, quero que me coma todo dia, você sabe que sou uma mulher muito safada e vai satisfazer todas as minhas necessidades mais gostosas, já que seu pai não me faz nada há muito tempo.
E foi assim que, com meu filho, começamos uma nova vida. Ele virou meu amante e marido, só disfarçando quando o pai dele estava em casa. Todo dia a gente transava com o Carlitos, eu estava feliz, ele era meu macho e a gente fazia em qualquer lugar da casa: na cozinha, no banheiro, na piscina, etc.
(Este relato pertence ao DuquePervertido no Conto Relatos)
Meu marido Darío é 20 anos mais velho que eu, ou seja, ele tem 60 anos agora e, por causa do trabalho, fica fora de casa por vários dias, mas nos dá a tranquilidade financeira que nos permite ter uma casa boa, com piscina inclusa. Sou uma mulher de corpo bonito por onde se olha, por isso vou à academia todo dia; minha pele é branca, cabelo escuro e olhos castanhos, com um temperamento muito ardente. Tenho tesão em chamar a atenção dos homens e também de algumas mulheres quando estou andando na rua, além de adorar me vestir de forma sexy.
Com meu marido, a vida íntima já acabou há mais de dois anos, como diz uma amiga: "dormimos feito irmãozinhos". No fim das contas, não gosto de ser infiel e, pra acalmar esse tesão, eu me masturbo todo dia e, em alguns dias, mais de uma vez.
Com meu filho Carlos, a gente se dá super bem, mais que mãe e filho, somos amigos. E ultimamente tô percebendo que ele me olha com outros olhos, não como mãe, mas como mulher. Além disso, como todo jovem, a libido dele tá a mil, e também deve ser porque em casa eu gosto de usar roupas bem leves, camisolas de alcinha semi transparentes que vão até a metade da coxa, com aberturas nas laterais. Dá pra ver fácil o sutiã e a tanga, que realçam minhas bundas grandes e redondas, assim como meus peitos avantajados.
Carlos é bem carinhoso e amoroso, tudo ao contrário do pai dele, mas ultimamente ele tem o hábito de me dar palmadas toda vez que chega em casa, claro que são leves, eu levo como um gesto de carinho e depois ele me cumprimenta com um beijo no rosto.– Oi mãe, como tá a mulher mais gostosa do planeta?
– Aaai filho, tô bem, meu amor, do jeito que você me vê, a mesma rotina de sempre – respondi – e você, como vão os estudos? E a namorada, como tá?
– Os estudos tão bem, mãe, mas com ela já faz umas semanas que terminamos, agora tô solteirão, mmm, acho que não te contei.
– Não, não me falou nada, pensei que ainda tava com ela. Você parecia todo apaixonado.
– A verdade, mãe, é que nas últimas semanas que fiquei com ela, notei ela muito distante, além de que não tava rolando um sexo bom, e aí nós dois decidimos terminar o relacionamento. Então agora tô atrás de uma mulher madura, igual você.
– Kkkk, então agora você gosta de coroa como eu, é?
– Mas você não é coroa, mãe, você é uma milf, e das boas, hein? – meu filho respondeu, me dando outra palmada.
—Ô, sem-vergonha, respeita sua mãe —falei com um sorriso provocante— e o que é uma milf?—É uma mulher madura que tá muito bem cuidada —ao mesmo tempo, com as duas mãos, ele acariciava minhas nádegas por cima da camisola, me fazendo dar um sobressalto, uma leve excitação.
—Ô, doido, segura essas mãos ou eu corto elas, lembra que sou sua mãe —falei sem estar brava, só pra ele não continuar com aquela atitude.
—Tá bom, mãe, vou tomar um banho pra me livrar desse calor e já saio pra almoçar.
Ao ouvir que ele gostava de milfs, junto com as carícias do Carlos nas minhas nádegas, senti um formigamento na barriga e ao mesmo tempo minha buceta ficou molhada. Comecei a pensar: "Será que meu filho amado me deseja e quer me fazer dele? Será que eu sinto o mesmo? Por que estou molhada?"
—Pronto, mãe, já pode servir o almoço —eu estava na cozinha e quando o vi, quase deixei o prato cair das mãos. Meu filho tinha saído do banho só de cueca samba-canção, olhei pro volume que parecia bem grande e disfarcei pra não dar importância, provavelmente por causa do calor do verão— já, querido, senta, meu amor, já vou te servir.
Durante o almoço, ficamos conversando sobre coisas bobas. Depois de comer, ele foi pro quarto se trocar e saiu pra faculdade. Enquanto isso, eu fiquei na cozinha lavando a louça e pensando no corpo atlético do meu filho, que parecia um adônis com aquele volume enorme entre as pernas. Minha mente era uma bagunça de sensações e paixões. Será que eu tava desejando meu filho ou meu corpo tava me pregando uma peça por causa da minha tesão acumulada de tanto tempo sem sexo? Depois fui pro meu quarto tirar uma soneca, mas não conseguia dormir, pensando no que tinha rolado com meu Carlos. Minha mente dizia que aquilo era errado por ser um sentimento incestuoso, por outro lado, a tesão do meu corpo tava no talo, eu não queria ser infiel ao meu... marido e, depois de pensar por uns instantes, me perguntei: e se eu transformar meu filho no meu amante? Claro que é uma relação incestuosa, mas tem suas vantagens, já que eu teria ele sempre em casa, difícil de descobrirem a relação, é um homem que conheço bem, na maior parte do tempo ficamos só nós dois e, acima de tudo, a potência viril de todo jovem.
Então comecei a executar um plano de sedução com Carlos e também tirar a dúvida se meu filho realmente me desejava ou não.
No dia seguinte, como aconteceu no dia anterior, Carlos chegou da faculdade, mas, por baixo da minha camisola, em vez de fio dental, coloquei uma calcinha fio dental vermelha, igual ao sutiã, e me encontrei lavando a louca de costas para a porta de entrada da cozinha.
−Boa tarde, dona Glória –às vezes o Carlos me cumprimenta assim ou só me chama pelo nome, sentindo que ele parou na entrada da porta por uns segundos, com certeza apreciando a bela vista que meu corpo dava. Depois ele se aproximou e me deu duas palmadas, uma em cada bunda, mas com uma leve esfregada por alguns segundos, claro que eu fingi que não era comigo, e então me deu um beijo na bochecha.−Oi, meu amor, como foi? –respondi.
−Bem, mãe, passei no exame –senti na parte de trás do meu corpo que ele estava colado em mim, e as mãos dele percorreram meus dois lados, do começo dos meus peitos até os quadris e minha barriga−. E como foi com essa rainha voluptuosa?
−Igual todo dia, querido, só que saí um pouco no mercado pra fazer umas compras e aqui estou, amor. Melhor, filho, me faz um favor: enquanto tomo um banho rapidinho, vai colocando a mesa.
−Claro, mãe, vá ficar mais gostosa ainda, não se preocupa que eu arrumo a mesa.
Já no chuveiro, completamente pelada e lavando minha cabeça com xampu, chamei meu filho pra me trazer o condicionador, que de propósito eu tinha deixado na minha penteadeira. Além disso, tinha deixado a porta do meu quarto aberta, a do banheiro também, e a cortina do chuveiro meio fechada pra facilitar a vista.
−Carlos, filho, me escuta! –comecei a chamar.
−Sim, mãe! Já vou.
Ele entrou no meu quarto e depois no banheiro, me encontrando nua lavando o cabelo com xampu. Eu estava de lado, e ele estava apreciando meus peitos e o tamanho provocante da minha bunda. Ficou estupefato uns segundos, depois me disse:
− Sim… sim, mãe, o que foi?
– Amor, por favor, me passa o condicionador que tá em cima da minha penteadeira, acabei de lembrar que não tenho mais e comprei ele agora no supermercado − enquanto eu sentia ele se deliciar por uns segundos com a nudez do meu corpo e com a minha buceta bem depilada. Eu tava de olhos fechados.
— Aqui está a mamãe — estendi o braço e ele colocou na minha mão.— Obrigada, querido. Daqui a pouquinho termino de me lavar pra almoçar, não demoro.
— Ok, mãe. Termino de arrumar a mesa e depois vou pro meu quarto tomar um banho também — senti que ele ainda não tinha saído, porque imaginava que ele tava curtindo o corpo pelado da mãe por uns segundos.
Saí do chuveiro e não sabia o que vestir. Aí vi o guarda-roupa do Dário, meu marido. Abri, comecei a procurar e achei uma regata vermelha, daquelas que jogador de basquete usa. Coloquei e ficou fantástica: mal cobria meus bicos e, por baixo, só chegava até cobrir minha bunda. Fiquei com uma cara provocante pro Carlos. Além disso, coloquei uma tanga fio dental da mesma cor e saí pra servir o almoço pro meu menino.
Eu estava entre nervosa e excitada, terminei de colocar os pratos na mesa e o chamei.— Carlinhos, querido, o almoço já está servido! — gritei.
Vi ele sair do quarto e ir pra sala de jantar, e de novo apareceu só de cueca slip preta, e percebi que ele estava levemente excitado, porque o volume parecia maior que no dia anterior. Quando ele me viu, não conseguiu controlar a excitação, e eu vi a glande aparecendo por cima da cueca. Ele sentou rápido, e eu disfarcei desviando o olhar.
— Hummm… parece gostoso, mãe, e não é só a comida, hahaha… — ele jogou a indireta.
— Safadinho! Hahaha E como você vê essa milf? — me levantei e dei uma volta de 360 graus pra ele apreciar meu corpo.
— Caramba! Vejo uma mulher super sensual e gostosa, tá linda com essa roupa. Qualquer homem ia querer estar no lugar do pai. Você devia se vestir assim sempre. O que é bonito e voluptuoso tem que ser exibido, igual às flores nos jardins.
— Obrigada, meu filho, você é tão doce e fofo, não te incomoda sua mãe se vestir assim em casa?
— Não tenho por que me incomodar, muito pelo contrário, quero que você se solte comigo, estamos sozinhos, lembra que também sou seu amigo — ele pegou minha mão e beijou. Com certeza ele já sacou que com o pai não rola mais nada sexual, além de que quando o pai tá em casa não é carinhoso comigo, são dois completamente diferentes.
— Bom, princesa, vou pro meu quarto me trocar e ir pra faculdade, volto mais tarde.
— Ok, querido, vou lavar a louça e depois tirar um cochilo, se não te ver, tenha uma tarde linda. Se cuida.
Bom, assim se passaram uns dez dias. Eu queria que ele desse o primeiro passo pra não me sentir tão mal e a gente ser cúmplice dessa futura relação incestuosa. Tava morrendo de vontade de sentir o pau dele na minha buceta, fiz de tudo nesses dias pra me mostrar mais provocante, até uma vez saí Saindo do banho pelada pra almoçar, coberta só por uma toalha que escondia meus peitos e minha bunda, fui até a mesa onde Carlos estava sentado e, a meio metro dele, forcei disfarçadamente a toalha a cair, e meu filho me viu completamente nua.
—Não se preocupa, dona Glória, já vou pegar pra senhora — pegou a toalha do chão e me enrolou nela delicadamente, sem antes se deliciar com um olhar nos meus peitos, buceta e rabo, vi que a glande dele aparecia por cima da cueca, produto da excitação — caramba, Glória, você tem um corpo gostoso pra caralho. Me deu um tapa na bunda, tenho certeza de que ele era fascinado pelo meu rabo, já que é grande e empinado.— Ai, meu amor, que coisas você fala pra sua mãe! Achava que meu corpo já não atraía ninguém, ainda mais um jovem bonito e vigoroso como você.
— Como não, mãe! Vou te mostrar uma coisa, mas promete que não vai se escandalizar? — perguntou Carlos.
— Querido, na minha idade nada mais me escandaliza.
— Então vai lá — levantou, baixou a cueca e mostrou uma pica grande e cheia de veias, com uma certa inclinação pra cima. Eu fiquei de boca aberta e os olhos arregalados. Nunca tinha visto um pau de tamanho monumental e, na hora, minha buceta começou a ficar molhada.
— Ai, Carlinhos, mas que coisa imensa, muito maior que a do seu pai!
— Acha mesmo, mãe? — guardando a pica dentro da cueca — me diz, Glória, o que achou?
— Você tem um pênis dos deuses, tenho certeza de que a mulher que casar com você vai aproveitar muito bem. Me diz, querido, e desculpa a pergunta, amor, essa pica dura que você me mostrou, fui eu que provoquei? — perguntei ingenuamente.
— E quem mais, mãe? Se não tem outra mulher nesta casa. Além disso, você tem um corpo tão lindo que dá vontade de tirar fotos e mostrar pros meus amigos pra eles baterem umas boas punhetas, porque eles também gostam de mulheres milf igual você.
— Ai, não, Carlinhos, as coisas que você fala, mas isso seria contraproducente, o que esses jovens pensariam de mim?
— Não se preocupa, as fotos eu tiraria sem mostrar seu rosto, diria pra eles que conheci uma mulher madura que tô dando conta.
— Tá bom, tá bom, deixa eu pensar — falei — mas essas coisas todas têm que ficar entre a gente, meu amor.
— Por Claro, gostosa, isso é entre eu e você, além do mais estamos quites, né? Kkkk…
– Sim, estamos quites, kkkk…
Depois começou a rotina de sempre. Quando fui pro meu quarto tirar uma soneca, de novo não consegui pegar no sono, agora era o pau do Carlos que me deixava toda alvoroçada e nunca pensei que ele fosse tão grande, foi tanta excitação que me masturbei pensando na ferramenta do meu menino.
Já que Carlos ainda não tomava a iniciativa e minha buceta continuava molhada quase o dia inteiro, comecei a me vestir em casa como sempre, mas sem sutiã. Assim, quando meu filho me cumprimentava, ele não só apalpava minha bunda, mas também apertava meus bicos com os dedos.
−Aaai amor, não encosta nos meus peitos não, que eles são muito sensíveis, cê é um tarado incurável! Kkkk…−Kkkk, é que mãe, cê tem uns peitos espetaculares, kkkk. Vou tomar um banho mãe, daqui a pouco saio pra gente almoçar junto e esperar cê tomar banho também.
−Ok safado, kkkk…
Chegou o sábado à noite, era mais ou menos umas 9h e perguntei pro Carlos se ele ia sair ou ficar em casa.
−Não mãe, hoje não quero sair, prefiro ficar em casa. E cê vai sair com suas amigas?
−Não, também prefiro ficar em casa, acho que vou me divertir mais com cê do que com minhas amigas − respondi.
−O que cê acha mãe, a gente vê uns filmes adultos, pede uma pizza gostosa com um bom vinho?
−Acho uma ideia excelente, meu amor!
Falei: hoje é meu dia, vai ter que rolar. Comemos a pizza deliciosa com o bom vinho e depois sentamos no sofá pra ver o filme, sempre acompanhados do vinho que tava no centro da mesa.
Sentei no meio do sofá com as pernas dobradas em cima dele e do meu lado esquerdo meu filho sentou; ele só tava de cueca verde onde dava pra ver o volume, eu como sempre de camisola de alcinha roxa, sem sutiã e com uma tanga fio dental da mesma cor. O sofá tava de frente pra TV e o filme era japonês, onde a história era que o filho tentava seduzir a mãe até que finalmente conseguiu. Dava pra ver a mãe se contorcendo de prazer porque o filho tava chupando os peitos dela e ela por sua vez masturbava o pênis enorme dele. Nessa hora Carlos colocou o braço direito em cima do meu ombro como se a gente fosse namorados, eu olhava de canto que o pau do meu filho já tava duro e metade da haste aparecia por cima da cueca. Com a mão esquerda comecei a acariciar a coxa direita dele e fui subindo até a virilha, mas de leve e em círculos, sem pressa.
Meu filho já estava com a pica quase saindo da cueca, enquanto isso ele baixou a mão e começou a beliscar minha teta direita de leve, e a mão inteira dele esfregava todo meu peito. Eu estava super molhada, os fluidos da minha buceta começaram a encharcar a calcinha fio dental.Na cena pornô seguinte, a gente viu o filho metendo o pau na mãe e ela soltava uns gritos exorbitantes de prazer. Enquanto isso, eu continuava acariciando a coxa do Carlos e, com a mão esquerda, ele pegou a minha e levou até a vara dele pra eu acariciar — não podia acreditar! Finalmente meus desejos estavam se realizando! Sem pensar duas vezes, comecei a masturbar o pau do meu filho, que duro e grande que eu sentia! Então meu filho segurou minha bochecha, virou meu rosto na direção dele e me deu um beijo de língua. Que beijo gostoso que a gente tava trocando! Parecíamos um casal de namorados se encontrando pela primeira vez. Ao mesmo tempo, fui tirando a cueca dele até ele ficar completamente pelado, e ele, enquanto me beijava, tirou minha camisola e a calcinha fio dental, que ficaram jogadas no chão, e eu fiquei totalmente nua.
— Glória, meu amor — meu filho falou no meu ouvido —, chupa minha pica. Quero sentir sua boca e seus lábios.
Obedeci na hora, baixei a cabeça e enfiei na boca o pau imenso do meu filho: passava minha língua, chupava a cabeça, enfiava a boca até onde dava, porque era bem comprido e grosso.
−Ooooh, siiiim, assim, mamãe, que delícia, mmmm, chupa a pica do teu filho, é uma delícia –Carlos tava curtindo a boa chupada que eu tava dando, fiz uma pausa e gritei:−Amor, finalmente posso aproveitar esse instrumento maravilhoso que você tem entre as pernas, mmmm, sluuuup, mmmm –continuei chupando a pica do meu rebento por mais de 10 minutos.
Depois meu filho sugeriu que mudássemos de posição: ele fez eu me sentar no sofá com os pés apoiados nele e com as pernas abertas. Logo Carlitos se ajoelhou e começou a chupar cada um dos meus mamilos, curtindo cada um deles sem pressa, eu tava ficando louca de prazer, meus sucos escorriam abundantemente pela minha buceta, molhando o sofá.
−Aaaah, amor, que delícia, continua, continua, continua chupando as tetas da sua mãe, ooooh, desde que você era um bebê que não fazia isso, mmmm, como você me faz gozar, meu amor –eu tava adorando as chupadas de tetas que meu Carlos tava me dando.
Meu rebento continuava me dando um baita prazer nas minhas tetas, era fenomenal, não conseguia acreditar. Dava pra ver também como a pica dele tava dura, uma pica linda, maravilhosa, eu tava feliz, feliz, de tanto gozo que meu próprio filho me proporcionava. Tenho certeza que o tesão de transar com teu próprio filho é totalmente diferente do que com outro homem. É um prazer indescritível.
Não sei quanto tempo meu Carlitos ficou chupando meus mamilos, depois foi descendo pelo meu abdômen bem devagar, beijando cada centímetro dele, até chegar na minha buceta, começou a lamber bem devagar e com muito prazer aquela fenda que nós mulheres temos entre as pernas.
−Ooooh Glória, que cheiro tão gostoso que sai da sua buceta, amor! Deixa eu te cheirar um pouco mais –meu filho tava cheirando minha buceta e eu tava no céu, não acreditava! Dava pra ver que ele tava curtindo muito.
Depois começou a passar a língua pelos lábios grandes da minha buceta, depois os lábios pequenos, até que finalmente a língua dele esfreguei meu clitóris.
—Aaaah, gostoso —era só o que eu dizia, o prazer que meu filho me dava era indescritível, não dava pra explicar com palavras. Continuei assim por vários minutos, chupando meu clitóris, passando a língua nos meus lábios vaginais, já não aguentava mais. Depois de esperar por mais de dois anos por uma lambida na buceta de qualidade tão foda, explodi num orgasmo profundo.
—Aaaag —depois de alguns segundos, falei pro meu filho— ai, querido, você fez da sua mãe a mulher mais feliz do mundo.
—Ainda falta, gostosa, isso ainda não acabou —ele respondeu.
Na hora, ele levantou a cabeça, pegou com a mão a pica imensa dele, apontou pra minha buceta escorrendo e enfiou de uma só vez até o fundo, batendo no colo do meu útero.
—Aaaah, filho, você encheu a buceta da sua mãe com essa sua pica potente, mmmm, ooooh, sinto ela todinha, amor! —falei, cheia de prazer. E na mesma hora, meu Carlitos começou a bombar minha buceta sem parar, era um vai e vem meio devagar que foi acelerando aos poucos.
– Aaaar, sim, sim, sim, pega essa sua mãe, gostoso, ooooh, pega bem que já faz tempo, aaaah, não tem uma pica dentro, faz o que quiser com sua mãe, meu amor – o prazer que meu filho tava me dando era imbatível.– Sim, mãe, já faz tempo que te desejava, ooooh, – meu filho me dizia – só tava esperando mmmm, pra te pegar. Agora você é minha mulher, ooooh…
Em seguida, meu filho me colocou de quatro e continuou furando minha buceta, num vai e vem sem fim. Ficamos assim por vários minutos, juventude maravilhosa, era isso que eu tava procurando, um homem com bastante potência e quem melhor que meu próprio filho.
Depois ele colocou bastante saliva ao redor e dentro do meu ânus, enfiou primeiro um dedo, depois dois, e logo em seguida cravou o pau inteiro dentro dos meus intestinos, todo meu reto estava ocupado pela piroca grande do meu Carlos, ele ficou parado por um momento.
−Aaaag, cara, mmmm, você encheu minha bunda toda, amor, mmmm, espera um segundo, Carlinhos, deixa meu cu se acostumar com sua pica... agora sim, vai bombando devagar, meu amor, bem devagar, é a primeira vez que enfiam um pau no meu cu, ooooh, assim, meu cachorro, já tô pegando gosto, mmmm, me faz sentir uma puta, amor, siiiim, que gostoso, que gostoso, que gostoso, tô sentindo, amor – eu já tava transtornada de tanto prazer que meu próprio filho me dava. Comecei a sentir o segundo orgasmo que veio como consequência da foda que meu próprio filho me dava. Carlos era uma máquina de sexo, me dava tanto prazer, tanto tesão, que minha mente achava inconcebível tudo que eu tava gozando, meu filho tava furando o cu da própria mãe. Depois veio o terceiro orgasmo.−Ai, mãe, já vou gozar, não aguento mais, vou encher sua bunda de porra, ooooh – meu filho jogava todo o sêmen dentro do reto da mãe.
—Eu também, querido, não aguento mais, vou gozar, vou gozar —tive um quarto orgasmo. Foi tudo tão gostoso. Meu bebê tirou a tranca do meu cu e sentou no sofá, eu também me deitei logo em seguida. Ficamos um tempinho nos olhando, os dois ofegantes.—Ai, querido, você me deu o prazer mais espetacular de toda a minha vida. Você é um anjo, meu amor —falei pro meu Carlitos.
—Ai, mãe, você também foi maravilhosa, transar com você foi o máximo, minhas namoradas não chegam nem aos seus pés.
—Kkkk meu amor, não exagera. Agora somos amantes, querido, mas isso tem que ficar entre nós, agora mais do que nunca —falei.
—Claro que sim, linda. De agora em diante, vou dormir na sua cama enquanto papai não estiver com a gente. Eu sou seu marido, Glória, daqui pra frente serei seu marido, seu amante, seu comedor; vou te chamar pelo nome, exceto, como eu disse, quando papai estiver por perto. Vamos transar todo dia, princesa. Combinado, meu amor.
—Concordo totalmente, querido, quero que me coma todo dia, você sabe que sou uma mulher muito safada e vai satisfazer todas as minhas necessidades mais gostosas, já que seu pai não me faz nada há muito tempo.
E foi assim que, com meu filho, começamos uma nova vida. Ele virou meu amante e marido, só disfarçando quando o pai dele estava em casa. Todo dia a gente transava com o Carlitos, eu estava feliz, ele era meu macho e a gente fazia em qualquer lugar da casa: na cozinha, no banheiro, na piscina, etc.
(Este relato pertence ao DuquePervertido no Conto Relatos)
14 comentários - Meu filho agora é meu marido
Con la prima, tía, tía abuela es distinto ahí si via libre.
Pero esa madurita, tremendas tetas, caídas y de pezones grandes y marrones ufffff
Para llenar bien de leche ese tremendo huecazo que debe haber recibido 101 vergas de todo tamaño y debe haber almacenado litros de chele dentro.
Dejar el falo durisimo y palpitando dentro hasta que se ponga flácido y ver como derrama el néctar blanco por esa selva, ufff
👍.