Por problemas de saúde de um parente, tive que ficar na casa da minha mãe por 10 dias sem sair. Por isso, fiquei 10 dias sem nem conseguir bater uma punheta, somado a uns dias antes sem transar. Já passava de 15 dias sem gozar. Nem quando tomava banho eu me masturbava, porque tava muito ocupado e tinha que tomar banho rápido. Tava morrendo de vontade de voltar pra minha casa em Mendoza pra ficar com minha esposa e descarregar a puta quantidade de porra que tava acumulada. No último dia antes do meu voo pra Mendoza, durante o banho, bati uma rapidinha, mas preferi guardar minha porra pra quando voltasse. Meu voo era o último da noite, então ia chegar em Mendoza depois da meia-noite. Minha esposa ia me buscar no aeroporto de carro, e eu planejava meter num hotel no caminho pra casa. Ao subir no avião, sentei no meu lugar perto da janela, e ninguém sentou do meu lado, então deixei meu casaco no assento vago ao lado. Bem na hora de fechar o voo, subiram os últimos passageiros, e um rapaz novo sentou bem do meu lado. Antes de decolar, a comissária ofereceu pra ele sentar em outro lugar, já que o voo tava meio vazio. Esse rapaz disse que ficava onde tava, porque tinha medo de viajar no lugar da janela. Depois que decolamos, apagaram as luzes pra quem queria dormir. Eu tava com meu casaco no colo, e o rapaz também. Depois de um tempo, senti a perna dele encostando na minha. Achei que minhas pernas tavam invadindo o espaço dele por causa do pouco lugar das poltronas, e afastei minha perna. Um tempo depois, senti a perna dele encostando de novo. Como as pernas tavam cobertas pelos nossos casacos, não dava pra ver porque ele tava fazendo isso. Eu respondi fazendo força com minha perna pro lado dele. Então ele me olhou e pediu desculpas por me incomodar. Eu respondi que não tinha problema. Minutos depois, ele encostou a perna dele na minha de novo, e eu senti que ele tava roçando de propósito. Fiquei curioso pra saber o que tava rolando, e Deixei ele continuar. Bem na hora apareceu o aviso que a gente podia afrouxar o cinto de segurança. Quando fizemos isso, nossas pernas se separaram de novo. Nenhum de nós dois se olhava. Minha dúvida continuava. Por que ele tinha feito aquilo várias vezes? Então eu levei minha perna para o lado dele e encostei na dele. Para minha surpresa, ele enfiou a mão por baixo do casaco dele e apoiou em cima da minha coxa. Ficou assim por um minuto e, ao ver que não houve rejeição da minha parte, moveu a mão mais para a minha virilha e começou a massagear meu pau por cima da calça. Meu pau estava explodindo, e eu olhava para todos os lados pra ninguém perceber o que estava rolando. Com muito esforço, por causa da posição, ele tentava bater uma pra mim por cima da calça. Eu tava com a poronga explodindo e, entre o medo de alguém perceber e de não gozar e sujar a calça toda, eu não terminava. Bem quando eu não aguentava mais e ia gozar, acenderam as luzes e começaram o serviço de bordo. Ele tirou a mão do meu pau. Meu pau pulsava por baixo da calça, e eu tentava disfarçar com a jaqueta no colo. Quando a comissária chegou no meu lugar, ao entregar o café, ela se ofereceu pra guardar nossos casacos. Quase em uníssono, a gente disse que estava bem assim. Tomamos nosso café em silêncio. Depois que apagaram algumas luzes de novo, meu companheiro de poltrona arrumou o casaco dele pra cobrir bem e colocou a mão no meu pau. Com muito esforço, ele tentava abaixar o zíper da minha calça. Depois de um tempo, conseguiu, mas não estava confortável, e mal com os dedos tocava a cabeça do meu pau, que aparecia por cima da minha cueca. Só com a ponta do dedo, ele acariciava a cabeça do meu pau. Nós dois continuávamos com o olhar perdido pra frente. Bem quando eu não aguentava mais e tirei a mão dele pra não gozar, acenderam as luzes de novo pra começar o pouso. Colocamos os cintos de segurança de volta, e eu tentava disfarçar a ereção. Ficamos todo o processo do pouso sem nem trocar olhares. Ao descer do avião e no caminho para o desembarque pegar a bagagem, ele passa do meu lado e me diz:
— me segue no banheiro.
Foi o que fiz. Me atrasei bastante e, um bom tempo depois que o vi entrar no banheiro enquanto todo mundo esperava as malas aparecerem na esteira.
Ao entrar no banheiro, não tinha ninguém. Procurei por ele e estava no último cubículo. A porta estava entreaberta, me esperando. Fui direto pro cubículo, entrei e fechei a porta. Ele estava me esperando em pé. Quando entrei, ele pegou meu rosto e tentou me beijar. Eu afastei ele e, sem reclamar, ele sentou no vaso e abaixou minha calça. Meu pau, todo durinho e ainda molhado, ele enfiou inteiro dentro da boca. Começou a chupar como se fosse um pirulito gigante. Enfiava bem até o fundo da garganta. Minhas bolas batiam no queixo dele. Eu tava muito nervoso de alguém ouvir e a gente ser descoberto, porque ele fazia muito barato com a chupada no meu pau. Não aguentei muito e, enquanto ele tava agarrado com as mãos no meu cu, comecei a soltar gozadas enormes na boca dele. Foi foda como eu tava gozando dentro da boca e garganta dele. No momento do meu orgasmo na boca dele, as bochechas dele incharam pra segurar a quantidade de porra. O silêncio do banheiro me deixava ouvir ele engolindo meu leite. Enquanto meu sêmen descia pela garganta dele, ele continuava chupando e limpando até a última gota. Depois que limpou meu pau e lambeu os restos de saliva e gozo das minhas bolas, ele se levantou e, enquanto eu fechava a calça, ele me disse:
— eu saio primeiro, espera e sai depois.
Foi o que fiz. Quando saí, as maletas tavam começando a sair na esteira. Enquanto esperava minha mala, pensava no escândalo que teria sido se tivessem nos descoberto no banheiro ou no avião. Como explicar em casa que me proibiam de voar de avião pra sempre? Ao sair na sala de espera, ele ia uns metros na minha frente. De repente, vejo uma mulher recebendo ele e ele beijando ela com um Beijo longo na boca. Fiquei olhando enquanto ela enfiava a língua na boca que minutos antes estava cheia do meu pau e se encheu de porra. Ela não lavou a boca em momento nenhum. Só engoliu meu leite. Segundos depois, encontrei minha esposa e fui embora tentando esquecer o que tinha acontecido. Como já tinha prometido pra minha esposa que quando chegássemos íamos pra um hotel, tive que dar um jeito de me higienizar antes de ficar com ela. Não ia deixar ela tocar no meu pau que minutos antes tinha estado dentro da boca de um desconhecido. Pra resolver, pedi um quarto com hidro e fomos direto pra banheira. Lá, com sabão, limpei bem o pau no meio da espuma. Por sorte, tinha porra de sobra pra dar conta naquela noite.
— me segue no banheiro.
Foi o que fiz. Me atrasei bastante e, um bom tempo depois que o vi entrar no banheiro enquanto todo mundo esperava as malas aparecerem na esteira.
Ao entrar no banheiro, não tinha ninguém. Procurei por ele e estava no último cubículo. A porta estava entreaberta, me esperando. Fui direto pro cubículo, entrei e fechei a porta. Ele estava me esperando em pé. Quando entrei, ele pegou meu rosto e tentou me beijar. Eu afastei ele e, sem reclamar, ele sentou no vaso e abaixou minha calça. Meu pau, todo durinho e ainda molhado, ele enfiou inteiro dentro da boca. Começou a chupar como se fosse um pirulito gigante. Enfiava bem até o fundo da garganta. Minhas bolas batiam no queixo dele. Eu tava muito nervoso de alguém ouvir e a gente ser descoberto, porque ele fazia muito barato com a chupada no meu pau. Não aguentei muito e, enquanto ele tava agarrado com as mãos no meu cu, comecei a soltar gozadas enormes na boca dele. Foi foda como eu tava gozando dentro da boca e garganta dele. No momento do meu orgasmo na boca dele, as bochechas dele incharam pra segurar a quantidade de porra. O silêncio do banheiro me deixava ouvir ele engolindo meu leite. Enquanto meu sêmen descia pela garganta dele, ele continuava chupando e limpando até a última gota. Depois que limpou meu pau e lambeu os restos de saliva e gozo das minhas bolas, ele se levantou e, enquanto eu fechava a calça, ele me disse:
— eu saio primeiro, espera e sai depois.
Foi o que fiz. Quando saí, as maletas tavam começando a sair na esteira. Enquanto esperava minha mala, pensava no escândalo que teria sido se tivessem nos descoberto no banheiro ou no avião. Como explicar em casa que me proibiam de voar de avião pra sempre? Ao sair na sala de espera, ele ia uns metros na minha frente. De repente, vejo uma mulher recebendo ele e ele beijando ela com um Beijo longo na boca. Fiquei olhando enquanto ela enfiava a língua na boca que minutos antes estava cheia do meu pau e se encheu de porra. Ela não lavou a boca em momento nenhum. Só engoliu meu leite. Segundos depois, encontrei minha esposa e fui embora tentando esquecer o que tinha acontecido. Como já tinha prometido pra minha esposa que quando chegássemos íamos pra um hotel, tive que dar um jeito de me higienizar antes de ficar com ela. Não ia deixar ela tocar no meu pau que minutos antes tinha estado dentro da boca de um desconhecido. Pra resolver, pedi um quarto com hidro e fomos direto pra banheira. Lá, com sabão, limpei bem o pau no meio da espuma. Por sorte, tinha porra de sobra pra dar conta naquela noite.
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