Flor Leva na Buceta e no Cu

Finalmente me livrei desse peso morto, e tô falando da causa que abriram contra mim pela surra que dei no meu bullying. A melhor solução foi na justiça mesmo. Fui depor com meu advogado e meu pai no tribunal, na frente do promotor. Tudo correu sobre trilhos, o promotor arquivou a denúncia, mas me deu umas advertências sobre tomar a justiça nas próprias mãos. Eu, feito um cordeirinho manso, concordei com tudo. Ele sugeriu que eu chamasse a polícia e, se não tivesse outra saída, me defendesse, mas que sempre registrasse o fato pra não ter problemas depois.

A gente saiu pra jantar pra comemorar: meu pai, minha madrastra, o advogado com a esposa dele e eu. Minha meia-irmã tinha saído com o queridíssimo namorado. Foi bem agradável, e brindamos pra deixar pra trás meu probleminha... ou pelo menos era o que eu pensava na hora.

Alguns dias depois do jantar, apareceu num site de notícias meia-boca e sem reputação um artigo acusando meu pai e a empresa dele de serem mafiosos, de terem comportamentos que beiravam o criminoso e de terem conexões com o poder, o que os livrava de prestar contas à justiça. Tudo num tom de "suspeita-se" ou "possivelmente", repetindo essas palavras várias vezes. Também mencionava, sem citar o nome mas dando detalhes pra qualquer um identificar, uma grande empresa pra qual ele trabalhava.

Em algumas coisas, o artigo até acertou, mas eles não faziam ideia de quanto. Muitas vezes a gente anda numa linha tênue entre o legal e o ilegal, e é fácil pisar no lado errado. Mesmo sabendo de quem veio o golpe, o cara jogou muita merda sem ter provas.

Como eu disse no começo, meu pai é ex-membro das Forças Especiais e tem uma empresa de segurança com os ex-camaradas dele. Ele sempre diz que, uma vez membro, é pra vida toda — só não tá ativo agora. Desse trabalho, uma multinacional gigante é o principal cliente, e pra essa empresa enorme a gente fornece um serviço de segurança. e vigilância, segurança cibernética, seguranças e motoristas para seus principais executivos, e uma equipe encarregada de espionagem e contraespionagem industrial – essas duas últimas sendo as mais sensíveis e polêmicas. Embora esse artigo tenha passado despercebido pela maioria, não agradou nada a essa grande empresa, que pediu uma solução imediata.

A primeira coisa que meu pai fez foi agir legalmente contra o jornal digital, e a segunda – o que me impressionou muito – foi marcar uma reunião com seu dono. Na verdade, ele era dono, jornalista, editor e um dos três funcionários. Digo que me impressionou porque pensei que meu pai simplesmente o destruiria, e foi aí que ele me mostrou que é mais esperto que uma raposa.

Ele havia investigado Eliseo, o dono: um homem de 29 anos, homossexual, que sempre se dedicou a expor os poderosos que estão acima da lei. Isso porque ele teve uma vida realmente difícil – foi abusado pelo chefe de sua mãe. Esse canalha nunca teve o castigo que merecia e morreu como um homem honrado e pilar da sociedade, mesmo sendo um monstro.

Eliseo visitou a empresa do meu pai e a academia. Foi aí que algo realmente clicou nele. Lá havia vários garotos, muitos de baixa renda, alguns filhos de funcionários, mas meu pai começou a falar sobre jovens que iam para lá e sofriam abusos, bullying, e mostrou como eram ensinados a se defender de alguém muito mais forte e poderoso que eles. Eu vi o olhar de Eliseo diante de tudo aquilo – uma mistura de surpresa e admiração pelo que faziam ali. Ele conversou com vários, inclusive comigo, e contamos nossas experiências.

Depois fomos jantar e entendi Eliseo: era um homem honesto, mas não era jornalista de formação, não tinha estudado para isso – por isso também cometia muitos erros, como acusar sem as provas necessárias. Durante o jantar, ele nos contou como a informação sobre meu pai chegou até ele. E no fim das contas, o pai do meu agressor era um de seus principais clientes de publicidade. Do diário, como eu disse, esse cara tinha uma empresa de manutenção e outra de limpeza. Conversando com Eliseo, contamos sobre nosso pequeno desentendimento, ele ficou pensativo, acho que se sentiu usado.

Dito isso, meu pai entregou a ele uma pasta. Nela estavam detalhados oito abusos sexuais cometidos por esse indivíduo contra suas funcionárias, todas da sua empresa de limpeza e todas vulneráveis, de famílias humildes. Essas denúncias nunca davam em nada, e havia dois caminhos: ou as ameaçavam — o que era mais provável — ou as compravam com dinheiro.

Ao terminar o jantar, vimos Eliseo com fogo nos olhos e uma vontade louca de justiça. Poucos dias depois, ele publicou um artigo se desculpando com meu pai e admitindo um erro em sua fonte de informação. Mas o melhor de tudo veio um mês depois: um relatório completo sobre um empresário que abusava de suas funcionárias, pagando salários miseráveis e submetendo-as a todo tipo de humilhação, inclusive abuso sexual. Ele também conseguiu que várias delas depusessem e ratificassem as denúncias, e até pediu ajuda ao meu pai para arranjar emprego para elas — o que ele fez com prazer.

O escândalo foi enorme na cidade, e até denúncias antigas ressurgiram contra ele. Meu pai e Eliseo acabaram ficando amigos, e meu pai ainda conseguiu vários clientes para publicarem no seu jornal digital. Eliseo refinou seu estilo, e o jornal se tornou mais sério e bem-sucedido.

Eu não saía muito. Embora fosse verdade que, devido à minha nova popularidade, recebia mais convites para sair, eu continuava saindo com meus amigos nerds. Íamos a algum bar, show ou nos reuníamos para jogar videogame na casa de um deles. Com a Flor, eu quase não saía, já que o pai rigoroso dela a controlava bastante, então era raro eu transar num fim de semana à noite. E como eu disse, fazia alguns dias que eu não tinha sexo, e adiei a abertura anal da minha submissa.

Mas naquele fim de semana, tudo se alinhou... planetas. Meu pai ia sair da cidade em uma escapada romântica com a Gabriela, minha querida meia-irmã ia sair com o namoradinho dela, ou seja, eu ia ficar com a casa só pra mim. E o pai da Florencia tinha que viajar a negócios. Assim que soube disso, eu disse pra Flor conversar com a mãe dela porque ela ia passar a noite comigo.

Ela chegou depois das onze da noite na minha casa. Trouxe tudo, e me confessou quando entrou que a mãe dela tinha feito ela fazer um enema, pra lavar tudo. A cada vez eu gostava mais dela, era a aliada perfeita pra tudo. Fomos imediatamente pro meu quarto, eu não queria perder muito tempo, tinha minhas necessidades pra atender. Despi a Flor, e não pude deixar de admirar o corpo dela, tinha mudado muito, ela praticava ginástica artística, mesmo sendo magra isso tinha tonificado muito o corpo dela e marcado a bunda, era pequena mas bem definida, redondinha e empinada.

Ela veio com um conjunto de lingerie de renda super sexy, vermelho com detalhes pretos, e pequenos laços nos peitos e na bunda. Na verdade parecia um presente pra mim. O conjunto era perfeito, fazia um bom contraste entre a pele branca dela, o cabelo preto, tinha partes transparentes e outras semitransparentes, deixava a gente de pau duro só de olhar.Flor:Vejo que o senhor gostou – eu continuei babando – esta tarde fomos com minha mãe comprar, também fomos à estética, onde já estava na hora do meu tratamento a laser, e também fizeram banhos de creme para minha pele cheirar melhor.

A verdade é que cada vez eu gostava mais daquela senhora. Sentei na cama e chamei Flor, para que fizesse o mesmo nos meus joelhos, peguei seu rosto e começamos a nos beijar apaixonadamente, levei minhas mãos aos seus peitos e percebi que ela também estava excitada, tinha os mamilos duros como pedra, era seu termômetro pessoal, algo que a traía automaticamente. Apertei e amassei seus seios médios, para terminar beliscando seus mamilos, enquanto nossas línguas continuavam em um combate sem igual. Desci minha mão e passei por sua vulva, o contato com o tecido e a umidade que havia foi incrível, ela deixou escapar um gemido, e eu aproveitei para atacar seu pescoço.

Eu tinha pensado em ir direto para a penetração anal, mas essa apresentação merecia uma atenção especial. Depois de brincar um pouco, deitei-a na cama, até dava pena tirar suas roupas, então afastei sua calcinha, ficando à vista sua pequena vulva toda molhada, mal se via uma linha rosada de seus lábios maiores que era percorrida por uma gota.Fernando:Hoje, minha putinha, vou te levar ao céu e ao inferno ao mesmo tempo.

Disse isso enquanto me afundava naquela fenda, queria comer ela todinha, o aroma era incrível, uma mistura de canela com frutas. Passei minha língua do púbis até o ânus, em um certo momento a calcinha já estava me incomodando e tive que tirar. Mas por isso não parei de percorrer cada milímetro da sua zona. Peguei um dedo e enfiei no seu cu e fiz o mesmo com outro na sua buceta, enquanto começava uma sucção direta no seu clitóris. Adicionei outro dedo na sua buceta e no seu cu e intensifiquei o ataque com minha língua na sua vulva. Flor não aguentou muito e me pediu permissão para gozar.Fernando:Claro, minha putinha, hoje você pode gozar à vontade, não se segure em nada, vou te matar de prazer.

Ela não demorou nada e teve um orgasmo bem forte, e os gritos foram na mesma intensidade. Eu terminei de tirar a roupa e subi em cima dela na posição papai e mamãe, não queria que ela esfriasse – ela tem a capacidade de encadear orgasmos, um atrás do outro.

Então eu penetrei ela de uma vez, ela abriu bem as pernas para facilitar, levei dois dedos à boca dela e enfiei, ela começou a chupá-los como se fossem um pau, tirei e enfiei no cu dela, coisa que sei que ela agradeceu porque os gemidos ficaram mais altos. Ela estava prestes a gozar de novo e não seria a única, eu também estava no clima. Não demorou muito e os dois terminamos ofegantes, eu tive que me deitar ao lado dela enquanto pegávamos ar e descansávamos um pouco. Pude sentir bem o cheiro da pele dela, muito gostoso. A verdade é que eu já sentia algo pela Florencia fazia um tempo, ela estava apaixonada por mim e acho que eu também. A única coisa é que ela me adorava e eu era tudo para ela.

A hora tinha chegado, coloquei a Flor de quatro e comecei a fazer sexo oral nela de novo, para esquentar. Precisava que ela estivesse muito excitada, não queria que doesse demais. Fui percorrendo tudo até chegar no cu dela, de novo aquele cheiro de creme me invadiu, comecei a saborear o cu dela, querendo penetrar com a língua, enquanto meus dedos invadiam a buceta da minha submissa.

Peguei da bolsinha que a Flor tinha trazido o dilatador anal e o lubrificante, passei um pouco e procedi a penetrá-la com ele. Como ela vinha usando aquele brinquedo no cu há semanas, não foi difícil entrar. Quis colocar mais um pouco de lubrificante e percebi que não tinha mais, mas eu estava preparado – tinha comprado um e deixado na minha mesinha de cabeceira. Quando me viro para pegar, vejo uma sombra na minha janela que se afasta. Não podia acreditar, sério, os planetas estavam mesmo alinhados – minha meia-irmã e eu já tínhamos tido várias sessões. de espiões, mas essa foi a primeira vez que foi involuntária, pelo menos da minha parte.

Saí de casa, não sem antes dizer para a Flor não se mexer. A porta de saída para o quintal ficava ao lado do meu quarto, e lá estava a Laura, com um vestido todo desarrumado, a maquiagem borrada, toda corada, a calcinha fio-dental no chão e um peito quase de fora, dava pra ver o bico do seio. Era óbvio que ela estava ali há muito tempo e tinha se masturbado com a cena.Laura:Muito bom, irmãozinho, arrebenta o cu dessa puta, você tá mandando bem.

Ela estava completamente bêbada, e eu completamente pelado, os olhos dela iam do meu pau para o meu rosto, de um lado para o outro.Fernando:Vem cá.

Puxei ela pra perto e dei o beijo do campeonato, sem deixar ela pensar, me aproveitando dela. Depois da surpresa inicial, Laura colaborou completamente comigo, chegou a colocar as mãos no meu pescoço. Nos separamos e ficamos nos olhando nos olhos.

Peguei ela pela mão e levei pra dentro de casa até meu quarto. Flor continuava na mesma posição em que a deixei, com a bunda empinada bem pra fora, e no seu ânus brilhava o dilatador. Laura parou no meio do quarto vendo aquilo, eu aproveitei esse momento e puxei o vestido dela pra baixo, deixando-a nua. Ela tentou me dizer algo, mas foi calada por um beijo meu. Minha mão foi até sua buceta e ela estava completamente molhada, sua boca tinha gosto de álcool. Ela não se opôs a nada, eu a masturbava com tudo, tinha metido uma mão por trás e penetrava sua vagina e, quando tirava minha mão, esfregava a fenda do seu cu.

Flor via tudo de perfil, não queria que o momento dela passasse, ela era a importante agora, mas também não queria perder minha meia-irmã. Então me afastei e nos aproximamos de Flor. Laura esticou a mão para tocar o dilatador, eu continuei masturbando ela. Em um dado momento, ela quis tirá-lo e custou um pouco, ficou surpresa quando conseguiu, e voltou a colocá-lo, repetindo a ação. Estava como uma criança, mas muito excitada, seus olhos soltavam fogo.Fernando:Come ela.

Eu disse isso enquanto empurrava a cabeça dela em direção às nádegas da Flor. Ela ficou a centímetros do seu ânus, e tirou o dilatador novamente para observá-lo bem, também viu o pequeno buraco que deixou no ânus, enfiou de volta e levou a mão até a vagina da minha submissa. Enquanto eu ia buscar o lubrificante, não conseguia acreditar, um sonho se tornando realidade, mas não podia estragar tudo.

Quando me aproximei, Laura já tinha a língua enfiada no ânus da Flor e dois dedos na sua vagina, eu peguei o dilatador e passei o lubrificante, enquanto admirava as bundas da minha meia-irmã, a verdade é que tinha dois rabos impressionantes à minha disposição naquela noite.

Enquanto minha meia-irmã continuava com seu trabalho, passei o dilatador para ela, que pegou e com um brilho nos olhos penetrou aquele ânus, não foi delicada, começou a masturbar o ânus da Flor mais intensamente, a cena era muito excitante: Florencia na cama de quatro, Laura de joelhos atrás dela, comendo sua vagina e penetrando-a com um brinquedo, enquanto eu comecei a enfiar dois dedos na vagina da Laura, aquilo era uma lagoa de molhado que ela tinha, os gemidos das duas ficaram mais intensos e altos, e eu não parava de masturbar a Laura, tentei enfiar um dedo no seu ânus e não consegui, estava fechadíssimo. Ela afastou minha mão e me encarou desafiadoramente.Fernando:isso um dia vai ser meu.Laura:nem nos seus sonhos.

Continuamos com o jogo por mais alguns segundos, mas a Flor estava quase gozando e aquele era o momento mais oportuno para penetrá-la. Coloquei-me atrás dela enquanto a Laura não se tinha movido, queria observar tudo o mais perto possível, tentei penetrar aquele ânus mas o lubrificante e o quão apertado estava fez com que ele escorregasse de repente uma mão pegou no meu pau, uma mão apontou minha flecha para o alvo, desta vez não falhei e entrei ¼ do meu pau. A Flor ficou dura, com certeza tinha doído, estava tensa, nesse momento a Laura começou a masturbá-la e esfregar seu clitóris, eu mantive-me quieto até notar que tudo ia cedendo meu pau ia penetrando aos poucos aquele precioso cu.Laura:Faz agora, mas devagar - ela me disse, olhando direto nos meus olhos. Aquilo foi a coisa mais excitante que já vivi na vida.

Levantei uma perna na cama, o que deu espaço para Laura se aproximar e lamber a buceta dela. Meu pau encostou no limite, e Flor pareceu não sentir nada além da dor inicial. Depois de alguns segundos parado, comecei a me mover e penetrar aquele cu. Estava no melhor momento quando senti uma língua nas minhas bolas. A verdade é que minha meia-irmã estava dando tudo de si. Quando olhei, ela estava de quatro embaixo da gente, se masturbando furiosamente.

Eu já não aguentava mais, eram muitos estímulos para mim, e já estava bombando aquele cu com toda minha força, de novo e de novo.

Mas tudo tem seu fim, mesmo quando você está no paraíso. Dois jatos potentes nas entranhas de Flor. Meu sêmen saiu quente como nunca. Mas também tirei e outros dois foram parar em Laura. Ela, sem pensar, pegou meu pau e levou à boca, prolongando ainda mais meu orgasmo. Não chegou a enfiar nem a metade, mas a sensação da boca e da língua dela enquanto eu gozava era puro prazer. Enquanto isso, ela teve um orgasmo tão forte que acabou soltando um jato forte de lubrificação da vagina dela no chão todo.

Ficamos jogados na cama, os três de boca aberta procurando ar. Nossos corações não batiam, batucavam no peito. Eu dava pequenos beijos em Flor, enquanto, depois de alguns segundos, Laura se levantou, pegou suas roupas e foi embora sem dizer nada. Vi que as pernas dela ainda tremiam. Antes de sair, ela nos lançou um olhar quase indecifrável.Flor:Amo você, meu senhor, esse presente foi maravilhoso, o sexo anal foi impressionante.Fernando:Eu também te amo, minha putinha - o olhar da Flor ficou vidrado, e ela se aconchegou no meu peito, pude sentir as lágrimas de alegria ao receber minha confissão.

4 comentários - Flor Leva na Buceta e no Cu

🍓Аquí puedes desnudar a cuaІquier chiса у verla desnudа) Рor favor, valora ➤ https://okebio.com/nua
La unica cagada de esta serie es que tengo que esperar un monton para la continuacion.
😉
Todavía la estoy escribiendo jaja. Y tengo poco tiempo en el trabajo
que basura de historia nada congruente, la desvistio y se la cojio por la panocha y tambien por el culo como sinada pero despues sale con un plug y lubricante y resulata que no podia metersela, a la hermana la describe como si la acabaran de violar pero segun su estupidez ella se desgarro el vestido y andaba practicamente semi desnuda con el maquillaje corrido porque se estaba masturbando mientras lo veia cogerse a flor lo que no entiendo es cuando acabo el primer raound y se acosto a lado de flor para agarrar aire hasta donde vio a la hermana que estaba haciendo la hermana?? segia masturbandose la media hora que descanso?? este wuey no solo es mal escritor es un culero que nunca a cojido porque nadamas escribe lo que se esta imaginando sin tener algun recuerdo en cual poder basarse para que fluya naturalmente, eso sin mencionar el pinche tedeoso inicio que tarda como media hora y que en realidad no tiene una verdadera funcion para la historia que se piensa contar
Gracias por pasar y leerla