CAPÍTULO 2Seguíamos com a conversa.
- Eles nem perceberam que somos mãe e filho.
- Já te falei, mãe. Você não parece tão velha...
- Nossa...!!! - ela diz franzindo a testa de novo.
- Não, mãe, quero dizer que você não parece ter a idade que tem, poderia passar por uma garota um pouco mais velha que eu.
- Kkkkk…. valeu, filho. - Ela se abraça de novo nas minhas costas, e eu sinto aqueles peitões enormes e gostosos encostando em mim.
- Tô falando sério, nossa diferença nem aparece tanto. - acrescento, convencendo ela, mas sentindo de verdade.
Puxa, então… você não se importa que eu seja sua mulherzinha nessas férias???
Me viro e dou um beijo na bochecha dela, me sinto feliz por ela ser minha mãe, por estar do meu lado, por estarmos só nós dois, por tudo estar dando tão certo, por ela poder ser minha mulher por uns dias...
- As pessoas não vão achar que sou uma ladra de novinho.....???!!!! - ela me pergunta de novo.
— Mamãe, não sou mais um bebê, né.... — protestei.
- Kkkk… Tá bom, vamos ser um casal bem resolvido.
Adoro ser uma esposa novinha em folha, recém-casada.
- E eu adorando ser seu marido também. - respondo em tom de brincadeira, mas é o que realmente sinto, a maior felicidade do mundo por ela ser minha mulher, mais que minha mãe, nesse exato momento.
- Bom, desfaz tua mala e eu vou tomar um banho. - diz a mãe indo pro banheiro e, bem na porta, me dá um sorriso.
Que felicidade, que maravilha, que loucura mais alucinante…!! Ainda não consigo acreditar na sorte que tenho de passar essas férias a sós com a mamãe.
Ouço ela tomando banho e cantarolando no banheiro, momento que aproveito pra liberar minha pica, que parece querer estourar dentro da minha calça.
Ela está esplendidamente grande, acho que no fundo vai ser uma tortura ficar tão perto da mamãe todos esses dias, dormir juntos naquela cama, vê-la de biquíni.
Acaricio devagar minha pica, sonhando como se minha mãe estivesse me acariciando com aquelas mãos lindas e aqueles dedos longos.
De repente, a torneira fecha e eu tento, com urgência, enfiar minha pica dura de volta na cueca e abotoar a calça.
- Mas amor, você ainda não tirou sua roupa da mala? - ela me diz aparecendo no quarto coberta só com uma toalhinha minúscula.
Se não fosse porque tô sentado na cama, eu caía duro no chão.
As pernas dela parecem ainda mais longas e acho que nunca tive a chance de ver tanta carne assim...
As coxas dela são largas, lindas, enormes e poderosas, e a toalha deve estar uns dois centímetros abaixo da buceta dela.
Pela parte de cima, mal consegue cobrir dois peitos que parecem querer pular pra fora, sem falar no rosto brilhante, radiante e no cabelo molhado. Ela é tão gostosa...
- Agora, temos um problemão, não sei o que vou vestir. - diz minha mãe passando os dedos no cabelo e com a cabeça inclinada.
- Não recebeu nenhuma mensagem da companhia aérea no seu celular??
- Nada, nem de longe...!! - responde irritada.
- E o que a gente pode fazer?? São dez da noite.
- Não vou descer pra jantar, ainda mais com a roupa que eu tava usando.
- Por que não???
- Pois é, filho, porque ela deve estar suada da viagem...
Não me importaria de lamber o suor da blusa dela e ficar sentindo o cheiro que a calça dela solta bem no lugar onde as coxas se encontram.
- Desce pra jantar, se quiser, de qualquer jeito, eu não tô com muita fome, pra ser sincera...!!!! - ela completa.
- Eu também não. Fico aqui com você...
- Vale, querido. Vamos ver TV um pouco e depois ir dormir. Enquanto isso, vai tomar banho você. Tô toda bagunçada, nem calcinha tenho pra vestir.
- Mamãe, você poderia vestir uma das minhas cuecas.
A verdade é que me veio de repente, mas no fundo não acho uma ideia tão ruim assim. Afinal, melhor que nada, e mesmo ela tendo muito mais quadril do que eu, minhas cuecas boxer, embora pequenas pra ela, são bem elásticas.
- Cê acha que eu vou caber neles?? - ela me pergunta apontando pra cintura dela.
- Pode provar…!!
- Tem razão, tentar não custa nada. E além disso, acho que vou vestir uma das suas camisetas. - completa, encontrando uma possível solução pro dilema dela.
Essa parte das camisetas não tá tão clara pra mim, porque, embora eu seja bem forte, uso elas bem justas (gosto de marcar o músculo) e ela, com essas tetonas enormes, não sei se vai rasgar elas. Só de pensar, meu pau dá um pulo.
Entro no banheiro rapidinho pra minha mãe não começar a perceber mais uma das minhas ereções incontroláveis.
Me ensaboo com a imagem que acabei de ter daquela mulher que me deixa louco, com essas coxas enormes que apareciam por baixo da toalha branca dela, aquele rostinho de anjo...
Não consigo evitar de me masturbar e duro muito pouco, porque tanta tensão sexual acumulada faz com que em poucos minutos saiam jatos de porra disparados lambuzando os azulejos.
Depois de me secar e me acalmar um pouco mais, visto a calça do pijama e fico sem nada em cima, porque o lugar é quente. Não paro de pensar na minha mãe e em saber se ela vai meter a mão na minha cueca.
A peça é relativamente pequena e não sei se vai caber a rabuda da mamãe, já que é gigantesca, ela é uma mulher cheia de curvas e imagino que vai ser complicado.
Quando apareço no quarto, fico paralisado, sem falar na minha pica que salta na hora e fica dura que nem pedra só de ver o espetáculo na minha frente...
Minha mãe, de pé no meio da sala, girando sobre si mesma, está se olhando no espelho comprido que cobre uma das paredes.
Tá vestindo uma das minhas cuecas boxer azul que fica super justa nela, tipo uma segunda pele, marcando poderosamente as curvas dela.....!! Vejo a bunda redonda dela que parece que vai estourar a peça pequena, quando ela se vira dá pra notar o gostoso volume que forma a buceta dela e como o tecido se ajusta na virilha apertando a parte de cima das coxas que parecem enfiadas sob pressão na roupa.
Pra completar, ela ainda tá usando uma das minhas camisetas que fica mais que justa nela, destacando ainda mais o peitão dela com dois bicos bem marcados no tecido. E a própria roupa é tão curta e tá tão levantada na frente, por causa do volume dos peitos enormes dela, que mostra o umbigo e um bom pedaço.... Ela tá realmente de cair o cu da bunda!
- Pareço uma linguiça. Né?? - ela me pergunta, girando sem parar em torno de si mesma, me olhando e esperando minha confirmação.
- O que você tá dizendo, mãe! Você tá maravilhosa!!!
- Ah, sério?? Entendo... - ela diz, ficando vermelha e apontando pro volume que aparece por baixo da minha calça de pijama, que tô usando sem nada por baixo.
Por um momento acho que vou morrer de vergonha com essa situação, mas vejo que minha mãe também não reage, não sei se vai me dar uma bronca daquelas, mas naquele momento ela diz algo que me deixa sem chão.
— Os homens veem uma mulher tão apertadinha e perdem a cabeça... — diz com uma risadinha doce e seu sorriso branco.
- Mamãe, isso... eu... me desculpa!! - respondo escondendo meu volume com as duas mãos.
- Não seja bobo, filho, que não dá nada.
- Mas é que eu….!!
- Não se preocupa, bobinho, é um ato reflexo, vocês não conseguem controlar, eu sei. Além disso, gosto da ideia de ainda poder provocar essas sensações num jovem, hehe.
Essa última frase me deixa alucinado e eu fico paralisado, acho que nem consigo engolir saliva, diante dessa visão e dessas coisas que ela acabou de me dizer.
- Você não tá chateada...?? - perguntei confuso.
- Incomoda?? Porque você ficou de pau duro?! De jeito nenhum.
- Peroo....!!
- Olha, pra uma mulher é uma baita elogio provocar isso, querida, hehe...
Tento me acalmar, mas não consigo parar de olhar pra essa mulher tão impressionante que eu gosto ainda mais do que já gostava até agora.
A camiseta até que tá mais ou menos, talvez meio curta, mas a calcinha tá apertando demais. Cê não acha, amor??? — ela diz.
- Sim, tá apertado demais, principalmente ali… - Sinto minhas bochechas queimando ao falar isso.
- Jejeje, sim, a minha bucetinha fica bem marcada, uma delícia.
Deus, nunca tinha ouvido a mamãe falar nada parecido, nem chamar a buceta dela de "perereca", a verdade é que, olhando com mais atenção, depois de tanto choque, vejo como os lábios da buceta dela se desenham no tecido, formando claramente um volume atraente demais pra um pobre desesperado como eu.
- A verdade é que me acho estranha. -diz ela se olhando de novo no espelho e sorrindo.
— Tá... uma gostosa do caralho!! — afirmo impulsivamente.
Ela me olha e observa minha ereção que mal consigo esconder com as duas mãos, algo que provoca nela mais uma daquelas risadinhas nervosas.
- Valeu, filho. Se teu pai me visse desse jeito, me matava.
- Não sei por quê. - afirmo sério.
- Bom, você já sabe como é… Ele não gosta que eu use roupas tão justas, com o ciúme que ele tem. Diria que pareço uma puta. E a verdade é que eu fico uma vagabunda com essa pinta...
- Po, você tá alucinante, mamãe, sério mesmo.
- Já, hahaha… - ela olha de novo pro meu volume - já vi, já.
Vamos, vamos pra cama, que tô moída e amanhã a gente vê se consegue minha mala.
A imagem da mamãe dobrando o joelho e levantando o lençol da cama ao mesmo tempo é tipo uma visão que eu sempre imaginei, e agora parece um puta convite pra putaria...
Sinto de novo, contra a luz, aquele volume que o tecido da cueca justa forma, desenhando claramente na virilha dela a rachinha e duas montanhas minúsculas de cada lado. Siiim, que tesão, porra.......!!!
CONTINUA
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