Essa história aconteceu uns anos atrás, quando ela trabalhava como garçonete no Década — quem mora em Rosário sabe qual balada é. A mina tava sem trampo fixo e fazia uns bicos nos fins de semana, e a situação dela não tava nada boa. Naquela noite, ela reencontrou um velho conhecido do colégio, o Ramiro, um cara que já queria pegar ela desde o ensino médio, mas por causa dos pais tinha ido embora do país e tava bem de vida graças a eles. Ele chegou no balcão e viu ela mais puta do que nunca.
Ele fala: "Tana, beleza? Lembra de mim? Sou o Rama, teu colega do quinto ano." Ela responde: "Ah, é? O que te trouxe por aqui? Voltou pro país?" "Só por uns dias", ele responde, servindo um fernet. "Me fala quando você sai, que te espero pra gente bater um papo." "Às 6 da manhã, me espera na porta." Ela achou que ele não ia aparecer, mas se enganou. Ele diz: "Tana, você continua tão gostosa como sempre." E começaram a relembrar velhas histórias entre conversas. Rama puxou um assunto antigo e falou: "Sempre tive vontade de te pegar. Até guardei umas fotos." E mostrou pra ela.
Tá doidão, né?" ela disse. "Como é que você vai ter fotos minhas se nunca me vê? Além disso, não sou tão gostosa assim. Para de mentir, aposto que se tivesse 400 conto não pagaria por mim." "Tenho 500 dólares agora mesmo e ainda aumento a aposta com mais um junto." Ela achou que era brincadeira e resolveu entrar no jogo: "Tá bom, mostra e vamos pro meu apê." Ele mostrou, e ela engoliu seco. Precisava pensar rápido pra não levar no cu, nunca quis dar aquilo. Já em casa, ela pensou em fazer ele gozar rápido pra ele perder a vontade de comer ela. Baixou a calça dele depressa e falou, olhando na cara dele: "Vou te chupar o pau como nunca fizeram." Começou a bater uma pra ele e, com a ponta da língua, fez círculos na cabeça da pica. Via que ele tava ficando tesudo, mas não conseguia fazer ele gozar. Engoliu tudo e sentiu as bolas dele batendo mais rápido. Depois de cinco minutos, resolveu ir além: tirou a própria calça.

E ela ficou só de thong, começou a rebolgar a bunda em cima da pica do Ramiro, e enquanto ela não viu, ele pegou o cinto e amarrou as mãos dela. A Tana disse: "O que cê tá fazendo, idiota?" "Nada, quero ir primeiro na sobremesa e depois no pussy." "Não, me solta, não era esse o trato." "Se eu pago, eu escolho", ele disse, e arrancou a thong dela, ouvindo um "slut". "Mãe, dói, filho da puta", enquanto Ramiro se preparava pra dar uns tapas secos na bunda dela, e ela gritava a cada palmada. Ramiro cuspiu na pica dele e começou a meter na bunda dela. "Ahhh, não dói", ecoou no apartamento, seguido por um "ahhhhh, filho da slut" prolongado. Ramiro começou a enfiar a pica devagarzinho na bunda dela, e ela sentia tudo se rasgando, sofria e gritava: "Não, não, para!" Isso deixava Ramiro ainda mais excitado, que começou a meter mais rápido, e ela só chorava enquanto ele dizia: "Que delícia comer essa bunda, a vontade que eu tava, e tudo por 500 dólares." Ela só pedia: "Chega, chega, tá doendo", até sentir o cu cheio de porra e ouvir um "ahhh, que delícia" do Ramiro, enquanto a Tana só chorava e pedia pra ser solta. Com o ato consumado, Ramiro não quis mais transar com ela porque só amava aquele cu; soltou ela, jogou o dinheiro na cara dela, e ela só conseguiu dizer "filho da slut" e dar um tapa. Ele saiu e foi embora feliz por ter comido a bunda da gostosa que tantas punhetas lhe rendeu.
Ele fala: "Tana, beleza? Lembra de mim? Sou o Rama, teu colega do quinto ano." Ela responde: "Ah, é? O que te trouxe por aqui? Voltou pro país?" "Só por uns dias", ele responde, servindo um fernet. "Me fala quando você sai, que te espero pra gente bater um papo." "Às 6 da manhã, me espera na porta." Ela achou que ele não ia aparecer, mas se enganou. Ele diz: "Tana, você continua tão gostosa como sempre." E começaram a relembrar velhas histórias entre conversas. Rama puxou um assunto antigo e falou: "Sempre tive vontade de te pegar. Até guardei umas fotos." E mostrou pra ela.
Tá doidão, né?" ela disse. "Como é que você vai ter fotos minhas se nunca me vê? Além disso, não sou tão gostosa assim. Para de mentir, aposto que se tivesse 400 conto não pagaria por mim." "Tenho 500 dólares agora mesmo e ainda aumento a aposta com mais um junto." Ela achou que era brincadeira e resolveu entrar no jogo: "Tá bom, mostra e vamos pro meu apê." Ele mostrou, e ela engoliu seco. Precisava pensar rápido pra não levar no cu, nunca quis dar aquilo. Já em casa, ela pensou em fazer ele gozar rápido pra ele perder a vontade de comer ela. Baixou a calça dele depressa e falou, olhando na cara dele: "Vou te chupar o pau como nunca fizeram." Começou a bater uma pra ele e, com a ponta da língua, fez círculos na cabeça da pica. Via que ele tava ficando tesudo, mas não conseguia fazer ele gozar. Engoliu tudo e sentiu as bolas dele batendo mais rápido. Depois de cinco minutos, resolveu ir além: tirou a própria calça.

E ela ficou só de thong, começou a rebolgar a bunda em cima da pica do Ramiro, e enquanto ela não viu, ele pegou o cinto e amarrou as mãos dela. A Tana disse: "O que cê tá fazendo, idiota?" "Nada, quero ir primeiro na sobremesa e depois no pussy." "Não, me solta, não era esse o trato." "Se eu pago, eu escolho", ele disse, e arrancou a thong dela, ouvindo um "slut". "Mãe, dói, filho da puta", enquanto Ramiro se preparava pra dar uns tapas secos na bunda dela, e ela gritava a cada palmada. Ramiro cuspiu na pica dele e começou a meter na bunda dela. "Ahhh, não dói", ecoou no apartamento, seguido por um "ahhhhh, filho da slut" prolongado. Ramiro começou a enfiar a pica devagarzinho na bunda dela, e ela sentia tudo se rasgando, sofria e gritava: "Não, não, para!" Isso deixava Ramiro ainda mais excitado, que começou a meter mais rápido, e ela só chorava enquanto ele dizia: "Que delícia comer essa bunda, a vontade que eu tava, e tudo por 500 dólares." Ela só pedia: "Chega, chega, tá doendo", até sentir o cu cheio de porra e ouvir um "ahhh, que delícia" do Ramiro, enquanto a Tana só chorava e pedia pra ser solta. Com o ato consumado, Ramiro não quis mais transar com ela porque só amava aquele cu; soltou ela, jogou o dinheiro na cara dela, e ela só conseguiu dizer "filho da slut" e dar um tapa. Ele saiu e foi embora feliz por ter comido a bunda da gostosa que tantas punhetas lhe rendeu.
3 comentários - Paguei e acabei mal