Num bairro quente e barulhento, morava Roxy, uma mulher de curvas generosas, pele morena e um jeito de aço. Tinha 29 anos, um filho pequeno que criava sozinha, e fama na vizinhança de ser uma mĂŁe guerreira: trabalhadora, direta, e com uma sensualidade tĂŁo natural que atĂ© os homens casados baixavam o olhar quando ela passava de short e regata pela calçada.Um dos vizinhos que mais olhava pra ela era Ezequiel, um guri de 20 anos, magro, tĂmido, que morava com a mĂŁe ao lado. Sempre cumprimentava Roxy com respeito, mas toda vez que a via se abaixar pra pendurar roupa, com aquela fio dental aparecendo entre as nĂĄdegas enormes e duras, ele endurecia sem jeito.
Numa tarde quente, enquanto Roxy lavava a moto na calçada, Ezequiel passava com um saco de pão.
â Oi, Zeki â disse ela, cuspindo a espuma dos lĂĄbios â, cĂȘ nĂŁo me faz um favorzinho?
â Sim⊠sim, fala.
â A persiana dos fundos travou, nĂŁo consigo levantar. Se vocĂȘ puder dar uma olhadaâŠ
Ezequiel engoliu seco e concordou. Entrou atrĂĄs dela, tentando nĂŁo olhar pra aquela bunda molhada que brilhava com ĂĄgua e sabĂŁo.
â Ă no quarto â disse Roxy, entrando no cĂŽmodo e se abanando com uma toalha â. TĂĄ dura, parece que nĂŁo sobe. DĂĄ pra arrumar?
Enquanto ele mexia na persiana, Roxy tirou a camiseta encharcada, deixando Ă mostra um sutiĂŁ justo que mal segurava os peitos. Ezequiel percebeu pelo reflexo no vidro e quase desmaiou.
â Quer ĂĄgua? â perguntou ela com voz baixa, caminhando atĂ© ele.
â NĂŁo, obrigado⊠jĂĄ tĂŽ terminando.
Mas Roxy nĂŁo queria que ele terminasse nada. Olhou bem nos olhos dele, se aproximou por trĂĄs e deslizou uma mĂŁo pela cintura dele.
â CĂȘ me olha muito, nĂ©? â sussurrou no ouvido dele.
Ezequiel ficou mudo.
â Fica tranquilo, nĂŁo vou te morder⊠a menos que vocĂȘ goste.
E sem mais, empurrou ele de leve contra a parede e se ajoelhou. Puxou a calça dele pra baixo e encontrou o pau duro. Pegou com uma mĂŁo, lambeu como se estivesse saboreando um sorvete no verĂŁo, e depois engoliu devagar, enfiando na boca quente e molhada. com uma maestria que o deixou tremendo. Ezequiel nĂŁo podia acreditar. A mĂŁe solteira rabuda do bairro tava chupando o pau dele, com gosto, com barulho, com tesĂŁo. âFica tranquilo, nenĂ©m, que isso aqui tĂĄ sĂł começando âdisse Roxy, se levantando e descendo o short e a fio dentalâ. Agora Ă© minha vez.
Ela se sentou em cima dele e enterrou o pau dentro da buceta dela, com um gemido, e começou a cavalgar, forte, molhada, mexendo aquela cintura como sĂł uma mulher experiente sabe fazer. O corpo suado dela brilhava, os peitos pulavam soltos, e as unhas marcavam as costas dele. âVai, gato, me faz sua! â ela gemia, selvagem, montando sem parar.
Ezequiel chupava os peitos dela, segurou ela pela bunda, enfiou até o fundo, sentindo ela apertada, quente, intensa.
Depois pegou ela por trĂĄs, colocou ela de quatro na cama e meteu sem piedade. O som dos corpos batendo se misturava com os gemidos da Roxy.
âMais forte! Assim! Me dĂĄ tudo, gato! â ela gritava, enquanto ele afundava uma e outra vez naquela mulher explosiva.
Quando terminaram, ela o abraçou por trĂĄs e sussurrou: âAgora vocĂȘ sabe por que ninguĂ©m me esquece.
Ezequiel, nu, suado e ofegante, mal conseguiu balançar a cabeça.
Passaram-se alguns dias desde que Roxy devorou Ezequiel. O garoto andava meio perdido, bobão, sem conseguir tirå-la da cabeça. Mas ela, mãe guerreira que era, seguia com a vida: lavar, cozinhar, ir ao mercado, criar o moleque⊠mas por dentro, o fogo continuava queimando.
Numa tarde quente, enquanto estendia roupa no quintal, o vizinho do fundo, Seu Armando, se aproximou. Um cara de quase 50, com grana, separado, meio misterioso. Tinha uma Hilux, ar-condicionado na casa toda e até piscina. Roxy conhecia ele de vista, mas nunca tinha dado muita bola.
âBoa tarde, Roxy⊠âdisse ele, apoiado no muroâ. Te vejo sempre tĂŁo batalhadora. Tava pensandoâŠ
Ela olhou de canto, ajustando a calcinha fio dental que aparecia por baixo do shortinho.
âPensando o quĂȘ?
âQue nĂŁo Ă© justo vocĂȘ ter que se virar sozinha com tudo isso. Se precisar de alguma coisa⊠uma mĂŁo, grana, ou o que for⊠tĂŽ aqui.
Ela riu, seca.
âE o que vocĂȘ quer em troca?
Armando sorriu.
âSĂł que me deixe curtir um pouco do que os outros jĂĄ curtem⊠âe os olhos dele desceram descarados para o quadril de Roxy.
Ela nĂŁo se ofendeu. Olhou fixo pra ele. Aquele tipo de jogo a excitava.
âE o que vocĂȘ me oferece?
âDinheiro. Conforto. Ar-condicionado, se quiser. Levo seu moleque pra escola. Mas vocĂȘ me dĂĄ o que ninguĂ©m mais me dĂĄ.
Ela cruzou os braços. Tava molhada. Não de medo, mas de tesão.
âQuer que eu te dĂȘ agora ou espero na sua casa?
Minutos depois, Roxy entrava na casa de Armando. Ar gelado, chão limpo, perfume caro. Ele serviu uma taça de vinho e ela, sem dizer nada, tirou a camiseta.
âVocĂȘ Ă© tĂŁo direta assim?
âVocĂȘ nĂŁo queria alguma coisa?
Ela se ajoelhou, baixou a calça dele e meteu o pau na boca como uma rainha do prazer. Lambeu devagar, acariciou com os låbios, engoliu até o fundo enquanto olhava nos olhos dele.
âVocĂȘ nĂŁo faz ideia do que arrumou, vĂ©io âdisse ela, Sussurrou. Depois subiu na bancada, abriu as pernas e o convidou com dois dedos.
Armando nĂŁo esperou. Meteu com força e deu tudo que hĂĄ muito tempo nĂŁo dava pra ninguĂ©m, fundo, com fome, segurando ela pela cintura enquanto ela gemia alto, sem vergonha. âIsso! Me dĂĄ mais! âgritava Roxy, se sentindo desejada, usada, gostosa. Mudaram de posição, ele colocou ela de quatro no sofĂĄ e comeu como uma fera. O som dos corpos batendo se misturava com a respiração acelerada. âVocĂȘ Ă© minha agora âdisse ele, ofegante. âSou de quem me fizer gozar ârespondeu ela, e empurrou ele, subiu por cima e cavalgou com fĂșria atĂ© fazĂȘ-lo gritar. Quando terminaram, ela se vestiu tranquila. Na mesa, um envelope com grana e uma chave. âA grana Ă© de hoje. A chave⊠pra se quiser vir quando tiver vontade. Roxy sorriu, encarou ele e disse: âAgora tenho dois caras no bairro que nĂŁo aguentam me ver⊠e nenhum me pĂ”e limite. E saiu andando, com a bunda balançando e o ego lĂĄ em cima. Uma tarde, Roxy saiu pra jogar o lixo de shortinho apertado e regata sem sutiĂŁ. Nem imaginava que alguĂ©m a observava hĂĄ dias. Ele se chamava DamiĂĄn. O novo inquilino do bairro. Morava sozinho, alto, tatuado, olhar intenso, meio bruto⊠e com uma energia escura que o fazia intrigante. Roxy tinha cruzado com ele algumas vezes, mas ele sempre a devorava com os olhos. Dessa vez, ele se animou. âOi, vizinha. VocĂȘ tå⊠provocante hoje. Ela sorriu. âE vocĂȘ como sabe como eu tĂŽ todo dia? âPorque eu te olho sempre⊠E sabe o quĂȘ? Eu quero vocĂȘ pra mim. Roxy riu, mas algo no tom dele deu calafrios. DamiĂĄn nĂŁo era como Ezequiel nem como Armando. Esse nĂŁo pedia permissĂŁo. Esse tomava. âVocĂȘ se faz de esperta com todo mundo? âperguntou ele, se aproximandoâ. Gosta de esquentar o bairro? Te vi entrando na casa do velho⊠e tambĂ©m com aquele cara. VocĂȘ Ă© uma puta, nĂŁo Ă©? Roxy ficou sĂ©ria, mas em vez de se ofender, se excitou. Aquela palavra no tom dele⊠a acendia. âE se eu fosse? DamiĂĄn nĂŁo respondeu. Agarrou ela pelo braço, arrastou atĂ© a porta dele, fechou, E ele a empurrou contra a parede. âAgora vocĂȘ vai ser minha putinha. SĂł minha. Arrancou a camiseta dela, mordeu o pescoço, puxou o short pra baixo de uma vez e levantou ela como se nĂŁo pesasse nada. âOlha como vocĂȘ tĂĄ molhada, gostosa⊠âfalou no ouvido delaâ. Uma putinha no cio esperando levar gostoso. Roxy ofegava. NĂŁo acreditava como aquele bruto dominava o corpo dela. âVai, faz logo! Me dĂĄ tudo! âgritou. DamiĂĄn colocou ela em cima da mesa, abriu as pernas dela de uma vez, e enfiou a rola sem avisar, forte, fundo, selvagem. A casa tremia a cada estocada. Ela gritava sem vergonha nenhuma.
âDiz que eu sou o Ășnico. âVocĂȘ Ă© o Ășnico!
âDiz que sou eu quem te come melhor.
âVocĂȘ Ă© quem mais me faz gozar!
âEra isso que eu queria ouvir, sua puta gostosa âele rosnou, e continuou comendo ela com raiva, enquanto sussurrava putarias no ouvido delaâ. Vou encher essa sua buceta todinha, vocĂȘ vai sair escorrendo pela calçada.
Ele colocou ela de quatro, deu uns tapas fortes na bunda dela, agarrou o cabelo e meteu com toda a fĂșria. Roxy gemia como nunca. Aquele cara tratava ela como ninguĂ©m, dominava, possuĂa, e ela⊠curtia como uma doente.
Quando ele terminou, ficou deitado com ela por cima, os dois ofegando, suados, transbordando de sexo. âNĂŁo quero vocĂȘ com mais ninguĂ©m â ele disse, olhando fixo pra elaâ. VocĂȘ Ă© minha, entendeu? De agora em diante, minha.
Ela olhou pra ele com um sorriso perverso.
âE se eu nĂŁo quiserâŠ
DamiĂĄn apertou os dentes.
âEntĂŁo vou fazer vocĂȘ querer, toda vez que te colocar de quatro.
Ela riu e lambeu os lĂĄbios.
Outra noite, Roxy tava sozinha em casa. O menino jĂĄ dormia fazia um tempĂŁo, e a televisĂŁo tava baixinha enquanto ela dobrava roupa de shortinho e uma camiseta velha sem sutiĂŁ. Os bicos dos peitos apareciam pelo tecido fino. LĂĄ fora, a noite era pesada, Ășmida.
De repente, batidas na porta. Fortes. Impacientes.
Era o Damiån. Desde que ele tinha visto ela sair de regata e crocs, o cara não largava do pé dela.
Mas dessa vez⊠algo no olhar dele tava diferente.
âO que cĂȘ tĂĄ fazendo? â ela perguntou, surpresa com o horĂĄrio.
âNĂŁo responde minhas mensagens. TĂĄ se escondendo de mim, Roxy?
Ela franziu a testa, mas antes que pudesse falar qualquer coisa, DamiĂĄn entrou, fechando a porta atrĂĄs dele. Olhou ela de cima a baixo, o peito ofegante.
âTĂŽ cansado de esperar vocĂȘ. Sabe quantas vezes eu me masturbei pensando nessa sua bunda? Sabe quantas noites tive que bater uma pensando em vocĂȘ?
Roxy mordeu o låbio, com aquele calor entre as pernas que só ele provocava. Cruzou os braços, numa mistura de raiva e tesão.
âE se eu merecer? O que cĂȘ vai fazer?
Ele se aproximou como um touro no cio, pegou ela pela nuca e beijou com fĂșria. Empurrou ela contra a parede e puxou o shortinho de uma vez.
âVocĂȘ vai ver o que merece, puta.
Levantou ela num movimento sĂł, abriu as pernas dela e enfiou a pica na buceta com brutalidade. Ela gemia, agarrada nos ombros dele, recebendo inteiro, sentindo ele abrindo ela por dentro.
âFala quem te fode assim â ele rosnava enquanto metiaâ. Ă aquele velho que te paga? Ou o idiota do seu ex?
Ela nem conseguia falar. Arranhava as costas dele, com os olhos cerrados, mordendo os lĂĄbios. âQuem tem a pica maior, Roxy? Me fala! âVocĂȘ, a sua! Sua pica, DamiĂĄn, me arrebenta todaaa! Ele a colocou no chĂŁo e a pĂŽs de quatro no sofĂĄ. Abriu as nĂĄdegas dela com as duas mĂŁos e a penetrou de novo, agora mais selvagem.
âEssa buceta Ă© minha, tĂĄ me ouvindo? NinguĂ©m mais vai te tocar. VocĂȘ Ă© minha putinha pessoal. De ninguĂ©m mais. Minha. Ela gemia que nem uma cadela no cio, implorando por mais forte. AtĂ© que ele, ofegante, cuspiu no pau e enfiou no cu dela. Sem aviso. âDamiĂĄaaan! âgritou ela, com os olhos viradosâ. TĂĄ doendo! TĂĄ doendo, gostoso! âCala a boca e abre bem essa raba. VocĂȘ vai sentir o que Ă© um homem de verdade. Ele comeu ela assim, com uma mĂŁo apertando o pescoço e a outra espremendo os peitos. Meteu sem parar, com palavras sujas no ouvido: âDiz que Ă© minha puta. âSou sua putaaa! âDiz que sĂł meu pau te preenche. âSĂł o seu, papai, sĂł vocĂȘ me preenche! Quando tirou, jogou ela no chĂŁo, abriu os peitos dela com as duas mĂŁos e fez um espanhol selvagem, gozando na cara dela, na boca, nas bochechas. Ela lambeu que nem uma loba. Ofegante. Tremendo. DamiĂĄn se deixou cair ao lado dela. NĂŁo falou nada por um tempo. Ficou olhando pra ela como se fosse dele... e era. âNĂŁo quero te ver com mais ninguĂ©m. VocĂȘ Ă© minha, Roxy. Vou te marcar se precisar. Ela olhou ele de canto, entre tesĂŁo e medo.
Na manhĂŁ seguinte, depois daquela foda selvagem que deixou ela tremendo, Roxy acordou com o corpo dolorido, mas satisfeita. Saiu de roupĂŁo, foi preparar o cafĂ© da manhĂŁ pro filho, e depois começou a limpar a casa. Mais tarde, DamiĂĄn voltou. Trazia medialunas e um suco na mĂŁo. Sorria como se nada tivesse acontecido.âE o menino? âperguntou enquanto se sentava na cadeira, com a barriga de fora e o olhar de macho dominante.
âTirando um cochilo ârespondeu ela, ainda de roupĂŁo, sem sutiĂŁ.
Ele se aproximou, beijou ela e sussurrou:
âPrecisamos conversar, Roxy. NĂŁo quero mais enrolação. Quero vocĂȘ sĂł pra mim. Mas o moleque... tem que deixar com a avĂł. Com vocĂȘ quero outra vida. Sem tanto barulho. Sem tanta bagunça.
Ela olhou de lado. Se afastou do corpo dele.
âComo Ă© que Ă©?
âIsso mesmo, o moleque Ă© um estorvo. Eu quero vocĂȘ, nĂŁo ele. NĂŁo quero ser pai, ainda mais de um que nĂŁo Ă© meu. NĂŁo enche o saco. Deixa ele com sua mĂŁe, faz sua vida comigo e pronto.
O silĂȘncio foi pesado. Duro. Como um soco.
âVocĂȘ quer me comer, DamiĂĄn? âdisse ela com a voz baixaâ Quer que eu abra as pernas, que deixe vocĂȘ fazer o que quiser comigo? EntĂŁo aprende uma coisa: eu sou mĂŁe antes de tudo. Meu filho nĂŁo Ă© um estorvo. Ă minha vida.
Damiån cruzou os braços. Irritado.
âNĂŁo faz drama. Te faço gozar como ninguĂ©m e vocĂȘ reclama por um detalhe.
Ela empurrou ele.
âUm detalhe? Meu filho Ă© um "detalhe" pra vocĂȘ?
âSim! Porque vocĂȘ me deixa louco! Porque nĂŁo quero dividir vocĂȘ com ninguĂ©m, nem com essa criança! Quero que vocĂȘ seja minha, sĂł minha.
A raiva tomou conta. Ela tirou o roupĂŁo, ficou nua na frente dele, desafiadora, mas com os olhos cheios de fĂșria.
âSabe o que Ă©, DamiĂĄn? VocĂȘ escolheu a mulher errada. Vaza. NĂŁo quero ver vocĂȘ por um bom tempo.
Ele ficou calado. Mas o olhar era de pura obsessĂŁo. Foi embora, batendo a porta.
Naquela noite, com o coração revirado, Roxy pegou uma mochila, colocou roupa no filho dormindo e atravessou a rua. Bateu na porta de Ramiro, seu amigo de 43 anos. Ășnico que tratava ela com respeito. âRoxy? O que aconteceu? âPosso ficar aqui essa noite, Ramiro? NĂŁo me sinto segura. E nĂŁo quero ficar sozinha. Ele fez espaço na hora. Preparou a cama pro moleque e um chĂĄ quente pra ela. Roxy sentou no sofĂĄ, coberta com um cobertor. âValeu, Ramiro. VocĂȘ nĂŁo faz ideia do quanto isso significa pra mim. Ele olhou pra ela com carinho, com ternura. Mas tambĂ©m com aquela faĂsca escondida que jĂĄ acendeu antes. âO que vocĂȘ precisar, tĂŽ aqui. E vocĂȘ sabe⊠que eu nunca te trataria como uma puta. VocĂȘ Ă© mulher, mĂŁe, e uma gostosa⊠E isso merece respeito. Ela olhou pra ele. Os olhos se encheram d'ĂĄgua. Se inclinou, pegou a mĂŁo dele e beijou. âValeu por me fazer sentir mulher⊠sem precisar tirar a roupa. Ele sorriu, mas os olhos brilhavam com desejo contido. Roxy sabia. E talvez, depois de tanta loucura⊠tambĂ©m precisasse dele. No dia seguinte Roxy voltou pra casa. Mal empurrou a porta, soube que algo tava errado. âE issoâŠ? DamiĂĄn tava sentado no sofĂĄ, com as pernas abertas, cara sĂ©ria, e um olhar que queimava. Tinha entrado na casa dela sem permissĂŁo, de novo. Mas dessa vez nĂŁo tinha expressĂŁo de brincadeira, nem sorriso. NĂŁo. Tava com fome. Dela. âO que cĂȘ tĂĄ fazendo aqui? âela perguntou. âTe esperando âele disse, levantando devagar, com aquela musculatura tensa que fazia ela tremerâ. NĂŁo aguento mais, Roxy. CĂȘ me deixa louco, entendeu? Ela tentou se afastar, mas ele pegou ela pela cintura e colou no peito dele. âE o moleque? âela perguntou, sem olhar nos olhos dele. âNa casa do seu amigo, nĂ©? âele disse, abaixando o zĂper da jaqueta delaâ. Perfeito. Sem dar tempo pra mais nada, ele empurrou ela de leve contra o sofĂĄ, levantou a saia dela e se ajoelhou entre as pernas dela. Roxy gemeu quando sentiu a lĂngua gulosa e desesperada dele na buceta dela, se enfiar entre os lĂĄbios molhados.
âDamiĂĄn... âela sussurrou, semicerrando os olhosâ vocĂȘ tĂĄ doente... âNĂŁo âele respondeu, lambendo ela com força, enquanto abria as pernas dela com mais violĂȘnciaâ. TĂŽ faminto por vocĂȘ. VocĂȘ Ă© minha. SĂł minha.
Ela se contorcia, gemendo alto, com os olhos bem abertos e as mĂŁos agarrando o cabelo dele.
Ele se levantou, tirou o cinto e, sem avisar, fez ela se ajoelhar. Ela jĂĄ sabia o que vinha. Chupou a rola dele igual uma puta no cio, deixando a baba escorrer, olhando pra ele com aquele olhar safado que sĂł ele conhecia.
âIsso, mamĂŁe... âele disse, empurrando a cabeça delaâ. Chupa. Quem te faz sentir assim? Quem tem a rola mais gostosa? HĂŁ?
âVocĂȘ, DamiĂĄn... âela gemia entre uma chupada e outraâ. VocĂȘ me deixa louca...
Ele levantou ela, levou pro sofĂĄ e colocou de quatro. Lambeu a buceta dela e pegou na rola, metendo de uma vez, fazendo ela gritar.
âAhhh... assim nĂŁo! âela gemeu, mas o corpo dela dizia outra coisa.
Ele perfurou ela com força, com aquelas estocadas brutais que faziam ela implorar e gozar ao mesmo tempo. Puxou o cabelo dela, apertou os peitos, falou putaria no ouvido, deu tapas fortes na bunda enquanto enfiava até o fundo.
âQuem Ă© teu macho, hein? âele diziaâ. Quem arromba teu cu do jeito que vocĂȘ gosta?
âVocĂȘ, vocĂȘ, porra! âela gritou, entre prazer e desespero.
E ele cuspiu nos prĂłprios dedos, passou na entrada proibida e comeu ela pelo cu, enquanto esfregava o clitĂłris dela. Ela gritou, se tensionou, mas nĂŁo resistiu. Ela adorava aquilo.
Quando terminou, deixou ela largada no sofĂĄ, toda suada, o corpo tremendo. Ele se abaixou, levantou o rosto dela e disse: âIsso jĂĄ nĂŁo Ă© mais brincadeira, Roxy. Quero que vocĂȘ venha comigo. NĂŁo vou mais tolerar ninguĂ©m te tocando. VocĂȘ Ă© minha. Escolheu.
Ela olhou pra ele, ofegante, em silĂȘncio, com a respiração pesada e o olhar perdido.
Roxy nĂŁo entendia nada. A viatura se afastava, e lĂĄ dentro, Damian era segurado pelos oficiais. Ele tinha tentado invadir a casa dela de novo, furioso, paranoico. Ramiro chegou bem na hora. â NĂŁo podia deixar esse cara chegar perto de vocĂȘ de novo â disse Ramiro, enquanto a abraçava com força â. Tive que denunciar ele por violento, e ainda tem ficha suja⊠dessa vez a sorte dele acabou.
Ela ficou em silĂȘncio. Grata, mas destruĂda. O tesĂŁo, o desejo, a obsessĂŁo⊠tudo isso tinha arrastado ela pra um inferno do qual quase nĂŁo saĂa.
Ramiro ficou olhando pra ela por uns segundos.
â Roxana, me escuta bem â disse, sĂ©rio â. Vou embora dessa cidade. NĂŁo tenho mais nada aqui. Me ofereceram um trampo melhor no norte, e vou com meus filhos.
Ela olhou pra ele, surpresa.
â E por que vocĂȘ tĂĄ me contando isso?
Ele pegou a mĂŁo dela.
â Porque quero que vocĂȘ venha comigo. CĂȘ me atrai. Sempre me atraiu. CĂȘ Ă© fogo⊠mas tambĂ©m Ă© um problemĂŁo. E eu nĂŁo tĂŽ mais a fim de confusĂŁo. Se vier, Ă© com seu filho, claro. Vou cuidar dele como se fosse meu. Mas vocĂȘ tem que mudar. Nada de ficar pulando de cama em cama, nem se fazer de puta. Tem que largar a putaria, entendeu? Se quer uma vida nova, tem que escolher de verdade.
Roxy engoliu seco. Os olhos dela encheram d'ĂĄgua.
â E vocĂȘ vai me dar o que eu preciso?
Ramiro olhou pra ela com aquele olhar de homem firme, dominador, mas carinhoso.
â Vou te dar teto, futuro⊠e se me esquentar do jeito que sei que vocĂȘ sabe, tambĂ©m vou te comer como nunca te comeram. Mas sĂł eu. VocĂȘ e eu, Roxy. Aceita?
Ela nĂŁo respondeu com palavras.
Se aproximou. Beijou os lĂĄbios dele. Devagar. Depois com mais força. Tirou a camiseta, mostrando o corpo voluptuoso, marcado pelos excessos, mas ainda irresistĂvel.
â Me mostra entĂŁo que vale a pena largar tudo â disse com a voz rouca.
Ele levantou ela como se fosse uma boneca. Apoiou ela na parede. Arrancou o short dela com raiva e enfiou a rola ali mesmo, com todo o peso, com a força de um macho que sabia o que queria.
âAssim que vocĂȘ gosta, vadia, meu pau na sua buceta? âsussurrava no ouvido dela enquanto metia forteâ. Essa Ă© a Ășltima vez que vocĂȘ me faz duvidar. Vou te deixar seca, pra vocĂȘ nunca mais pensar em outro. âSim! âgemeu elaâ. Me come, me dĂĄ tudo, Ramiro⊠tudoâŠ
Depois, ela montou nele, como se quisesse provar que ainda podia dominå-lo, mas ele não deixou. Virou ela de bruços, levantou a bunda dela e meteu por trås, na buceta quente dela, enquanto sussurrava no ouvido:
âPara de ser uma vadia de rua⊠e vira minha mulher.
Ela tremia, gemendo, perdida entre prazer, dor e uma vontade de redenção que nunca tinha sentido antes.
Quando terminaram, suados, pelados, largados na cama, ela olhou pra ele e disse: âVamo. Vou com vocĂȘ. Mas cĂȘ tem que continuar fazendo isso comigo... direto.
Ele sorriu, beijando a boca dela com força.
âFica tranquila, minha putinha. O melhor tĂĄ sĂł começando.

1 comentĂĄrios - 64đLa MamĂĄ Luchona