Depois daquela trepada fudida com a Cloe, tenho que admitir que fiquei algumas noites com sentimentos confusos. Porque, além de tudo ter me pego de surpresa, a situação era muito excitante e perigosa ao mesmo tempo. Por um lado, a Cloe é uma mina muito gostosa, uma girl bem sexy com uma bunda espetacular. Uma bunda bem empinada, bem durinha e sempre à mostra. Ela carrega dentro de si uma putaria que me deixou louco. Aquele fogo que queima, aquela paixão selvagem pra foder. A famosa que não tá nem aí pra porra nenhuma. Ela acabou com o meu pau e com prazer, curtindo deixar o pau de um cara muito mais velho que ela todo vermelho e destruído. Tem que somar também desse lado da moeda aquele olhar ainda de menina que te derrete. "Malícia sem maldade", como dizia o grande Leo Matioli. Já sei, vão me dizer: mas se ela ia no transa toda hora, como pode ter tanta carinha de menina? Bom, ela tem mesmo fazendo coisas nada santas — tem um olhar que mistura ainda a malícia de uma sweet girl atrevida com atitudes de uma putinha vilera e sarpada.
Como se tudo isso já não bastasse, tem que destacar as roupas dela. Por favor, que jeito tão putinha de se vestir. É tudo que tem de bom. Chamativa, atrevida, bem foxy. Tudo é minúsculo, curtinho, mostrando o corpinho dela. Os topzinhos me deixam louco. Mal tampando os peitinhos pequenos e deixando toda a barriguinha à mostra. A bunda sempre à mostra, com fio-dental que fica transparente em calças brilhantes ou saias curtas. Como toda girl de lei, obviamente, tênis esportivo.
E é que tudo isso parece um sonho, mas do outro lado da moeda estão as complicações. Primeiro, comecei a me culpar pela diferença enorme de idade. Não são uns dois anos, são muitos anos. Muitos anos de diferença. Basicamente, quando eu tava perdendo a virgindade depois de uma festa numa casa, a Cloe tava saindo da buceta suja da mãe vilera dela. (O "suja" é de carinho, não levem a mal). O outro problema é que as pendejas como a Cloe são muito encrenqueiras. fofoqueiras adoram confusão, adoram treta. Por algum motivo elas se divertem e, estando eu juntado e com três filhos, é perigoso demais me envolver com uma favelada encrenqueira. Tudo isso sem contar o pequeno detalhe de que a Cloe é amiga do meu filho mais velho e da namorada do meu filho. Então preferi deixar tudo um pouco de lado e que tivesse sido só uma foda, uma tesão e nada mais. Além disso, a Cloe é muito gata e deve ter, com certeza, centenas de milhares de caras atrás dela. Muito mais bonitos e gatos do que eu. Mais atléticos e com muito mais grana. Com certeza devem chegar nela uns meninos que jogam nas categorias de base de algum clube ou uns mini cantores de funk.
Então eu tava na minha, bem tranquilo, depois de algumas noites difíceis, convencido de que não ia ter maiores problemas, porque imaginava que a Cloe tinha ficado com vergonha da situação, por eu ser o pai do amigo dela, e pronto. Me comeu, sacou a vontade e partiu pra outra. Mas no mundo dos cria, as surpresas aparecem todo dia. No meio-dia seguinte dessa noite de reflexão, chegou pra mim no Instagram uma mensagem no privado. Era da Cloe e dizia: "c gostou komo me keda". Quando abri a foto, me deparei com a bunda perfeita da Cloe, só de calcinha fio-dental vermelha fogo. A calcinha realçava aquela raba bem morena da mina atrevida. Dava pra ver toda a curva da bunda porque ela tava posando bem putinha, e tinha uma calça cinza abaixada na altura do joelho. Dava pra ver um pouco das costas e dava pra notar que ela tava com uma camisetinha curta.
Percebi na hora que ela não tava em casa, porque, mesmo nunca tendo entrado lá, conheço por fora e é de tijolo baiano sem reboco e com mais chapas do que qualquer outra coisa. E ali ela tava num banheiro com cerâmica e espelho. Dava pra ver que era um banheiro público. Isso me deixou com ainda mais tesão. Eu com o pau duro, vendo a foto e pensando em quantos caras largariam tudo pra estar no meu lugar, respondi.
Eu: ai, bebê, eu adoro, fico louco com essa raba. Você é um fogo.
Cloe: kkkk eu sabia k c ia gostar, coração. Cabe essa gata, né? Eu: demais hahaha, você já deixou meu pau duro só com a foto, imagina.
Cloe: Ah, siiim? Olha só, então...
Nesse momento ela me manda outra foto no mesmo banheiro, mas tirada de frente. Ainda estava com a cabeça baixa na altura dos joelhos, mas com a mão direita ela puxava o fiozinho da calcinha, fazendo marcar toda a... use a palavra: buceta... toda a ppk. Eu tinha pegado fogo.
Eu: Bebê, você tá me matando haha, olha o que você tá fazendo!! Onde você tá? Haha
Cloe: Eu adoro deixar seu pau bem duro, coração, adoro. Tô no colégio hahaha
Eu: Você tá me dando muita vontade, lembro da outra vez e ele fica ainda mais duro. Nossa, no colégio? Que safada, você não tem vergonha de nada hahaha
Cloe: Não vai gozar na sua mulher, hein, olha que esse leite é todo meu. Esquece, ela é muito sem graça, nem vontade de dar eu tenho.
Eu: Tão assim? Todo seu é meu leite. Que vontade de ser seu colega, bebê, te fodo toda naquele banheiro.
Cloe: Óbvio que é minha, te mato se não der pra mim. E vem me detonar, o que tá esperando...
Por um momento pensei que ela tava zoando, mas rapidinho percebi que não. Que ela queria que eu comesse ela na hora.
Eu: Olha que eu passo te buscar, viu?
Cloe: Vem, me espera na esquina, eu dou um jeito de sair daqui e você me detona.
Combinamos pra daqui a uma hora e confesso que a espera foi uma eternidade. Os minutos não passavam. Saí antes e cheguei cedo na esquina. Fiquei com o carro ligado esperando ela, com o pau durão.
Fiz bem, porque poucos minutos depois vejo ela saindo. Caminhava até o carro rebolando aquele rabão que era uma delícia. Mostrando a bunda bem exagerada, arrumando um pouco o cabelo e sem nem um caderno. Nada. Só ela com toda sua gostosice.
Assim que entrou no carro nem "oi" a gente se deu, já estávamos nos agarrando em uns beijos apaixonados e quentes. Cloe veio por cima de mim e beijava minha boca enquanto apoiava a mão no meu peito. Deixando aquele rabinho empinado, eu aproveitei pra dar uma boa apertada na bunda. Apertei com vontade. duas vezes. Firme e carnuda pra apertar. Pra piorar, aparecia por cima da calça o fiozinho da calcinha fio dental vermelha. Eu já tava de pau duro. Nem dava pra disfarçar. Também não tava interessado em disfarçar. Marcava todo o volume no moletom e a Cloe, sempre esperta na jogada, subiu no meu colo. Fazendo o bundinha nua dela bater contra meu pau duro e cabessudo. Naquele momento, depois de me dar uns beijos de língua bons, ela crava os olhos em mim e solta uma risadinha: "Ai, coração, como é que tá isso? Me detona todinha". Eu, enquanto continuava tocando o fiozinho da calcinha e parte da raba, disse que tava assim por causa dela. "Você me deixa assim, bebê". A Cloe, se sentindo a rainha me tendo nas mãos, me beijou no pescoço e respondeu: "Vou tirar todo o seu leite, não vou deixar nada pra aquela vaca". Nos demos uns beijos bem apaixonados e quentes e eu perguntei pra onde a gente ia. Aí a Cloe sorriu enquanto rebolava um pouco a bundinha no meu pau e disse com um tom super vulgar: "Tô com muita vontade, amor (depois a gente comenta o 'amor'), vamos pra casa da minha prima". O que em português significa que a prima ia emprestar a casa pra gente foder. Eu tava surpreso, encantado e com tesão. A Cloe foi me levando, guiando pelas ruas até a casa da prima. Não é um detalhe menor, porque mesmo sendo só quatro ou cinco quadras, geralmente as minas, e principalmente da idade da Cloe, se perdem até pra ir no mercadinho. A rua da prima era, claro, de terra, com poças de lama, mato alto nas supostas calçadas e não um, mas dois cavalos pastando como se nada. Pra mim já é algo natural, normal, vivo aqui há muitos anos, mas sei que vocês se surpreendem um pouco e gostam desses detalhes. Parei o carro num canto da rua de terra, mais perto da casa da prima. Nem cerca tinha, só uns pallets de madeira encostados um no outro, formando uma espécie de cerca, deixando um buraco sem pallet que seria a entrada. Dava pra ver uma... caixa de madeira e um monte de entulho. Dado curioso: a pilha de entulho, ferro-velho e lixo era mais alta que os pallets na tentativa de cerca. Descemos do carro, os dois bem excitados, Cloe pegou minha mão e atravessamos o vão do pallet vazio. Pisamos numa poça de lama e contornamos a caixa. Cloe bateu suavemente no vidro da janela duas vezes. "Abre, foxy". Diante do meu silêncio, ela sorriu e disse: a gente se chama assim. "Tô indo, putinha" – ouviu-se de dentro, misturado com um pouco de cumbia. Eu não conseguia tirar os olhos daquele rabinho bem pelado e enfiado da minha mina. A prima abriu a janela e, numa decisão inexplicável no mundo normal, mas completamente lógica no mundo *turro*, nos disse: "Entrem por aqui, me dá preguiça ir até a porta". Uma vez dentro, e os tirantes... ver como aparecia todo o fio da calcinha fio-dental da minha mina enquanto ela atravessava a janela... a prima nos cumprimentou entre risadas. "Você é tremenda, hein", a prima dizia pra Cloe. A prima tinha quase minha idade e, claro, como toda boa *girl* lutadora, duas bendis. Me cumprimentou com um beijo no rosto, elas trocaram umas coisas no ouvido que eu não consegui escutar. Tomamos uns mates com ela enquanto as bendis corriam e gritavam pela casa. Não tinha passado muito tempo quando Cloe fez um sinal pra prima, que se levantou e foi pro comedor da caixa. Ficamos sozinhos no quarto, sentados na cama. Cloe veio por cima de mim e começou a me beijar na boca. Sentou no meu colo e aproveitava cada beijo de língua, bem ardente e apaixonado, pra reboladinhas leves com a bunda no meu volume, fazendo meu pau, todo duro e empinado, bater contra o rabinho enfiado dela. A *girl*, em dois movimentos rápidos, tirou minha camiseta e cravar as mãos no meu peito. Ela dava pequenos pulinhos no meu pau. Eu sabia que a *sweet girl* queria que eu a dominasse, então a empurrei suavemente na cama, baixei o leggings e, enquanto devorava sua boca, com a mão direita eu tocava a buceta. Buceta por cima da calcinha. Ela estava encharcada. Depois de uns beijos, meti minha mão por baixo da calcinha. Encontrei sua buceta bem molhada e mais peluda que da última vez. Tirei a calcinha dela e posicionei meus lábios sobre sua buceta. Ali comecei a chupar e lamber. Assim como da última vez, tinha um cheiro forte, bem característico de mina do morro. Quanto mais eu passava a língua, mais beijava sua buceta e mais ela molhava. Escorria rápido e eu aproveitava todo aquele fluxo na minha boca. Cloe não tinha vergonha nenhuma e, deixando-se levar por aquelas lambidas na sua buceta, soltava gemidos de prazer. Gemidos que ecoariam por todo o barraco. Gemidos que a prima certamente ouvia. Quanto mais eu chupava, mais escorria e mais ela gemia. "Ai, meu amor, me detona todinha". Foram suas palavras enquanto eu já tinha a boca cheia do seu fluxo. Abaixei meu moletom e, assim mesmo, pele com pele, sem camisinha, enfiei meu pau até o fundo da sua buceta. Nada de suave. De uma vez e bem selvagem. Cloe soltou dois gritos de prazer bem fortes. Comecei a foder ela nessa posição. Ela deitada na cama e eu dando pele com pele. Sentia meu pau inundado naquele fluxo. Seus gemidos e gritos ecoavam por todo o barraco. Eu continuava dando bem selvagem. Não afrouxava em momento nenhum. Acho que depois de tantos anos no mundo do crime, você faz as coisas sem pensar e tem a sensação de que não vai gozar nunca, de que controla a situação, ainda mais com uma novinha que é tantos anos mais nova. Eu estava ali no meu mundo, curtindo, aproveitando, enquanto a mina gemia como louca. "Me parte em quatro, meu amor", ela disse enquanto se colocava nessa posição. Eu soltei todo meu lado bandido selvagem. Comecei a meter em quatro, pele com pele, sem me importar absolutamente com nada. Cloe parecia que ia se partir no meio. Eu continuei metendo. Ela gritava e gemia mais alto. Aproveitando a posição, dei uns tapas bem gostosos na bunda dela. Ela continuava recebendo meu pau. pau bem no fundo. Nem sei quanto tempo ficamos, mas deve ter sido bastante porque a cama tinha ficado toda encharcada e molhada, com as marcas das minhas mãos na sua bunda e de cada palmada. Além disso, ela estava com a buceta toda vermelha de tanto pauzão. Eu já estava com o pau bem vermelho, duro e cabudo, quando a Cloe mudou de posição e subiu em cima de mim. Deixou meu pau cravar até o fundo da sua buceta e, enquanto cavalgava, repetia pra mim: "Cabe a nenita, não é?" Eu respondia: "Me encanta, bebê, me encanta". A Cloe cravou as unhas bem forte nas minhas costas, deixando uma marca, e num tom bem alto falou: "Me dá todo o leitinho, coração, não vou deixar nada pra essa otária". Eu, que não aguentei mais, me deixei levar e enchi completamente a buceta dela de porra. Foi um gozo muito louco, jatos e jatos de leite dentro dela. Como toda boa sweet girl atrevida e foda, sem nem me deixar tirar o pau, ela me pegou de novo. Cavalgou muito putinha até me fazer gozar de novo, tudo dentro dela. Quando eu desabei na cama encharcada, e a muito putinha colocou a calcinha e a calça, ela disse: "Nem vai levantar essa noite (soltou uma risadinha) – te arrebentei a nenita, hein!" e terminou falando: "Cabe direitinho a nenita, hein!

Como se tudo isso já não bastasse, tem que destacar as roupas dela. Por favor, que jeito tão putinha de se vestir. É tudo que tem de bom. Chamativa, atrevida, bem foxy. Tudo é minúsculo, curtinho, mostrando o corpinho dela. Os topzinhos me deixam louco. Mal tampando os peitinhos pequenos e deixando toda a barriguinha à mostra. A bunda sempre à mostra, com fio-dental que fica transparente em calças brilhantes ou saias curtas. Como toda girl de lei, obviamente, tênis esportivo.
E é que tudo isso parece um sonho, mas do outro lado da moeda estão as complicações. Primeiro, comecei a me culpar pela diferença enorme de idade. Não são uns dois anos, são muitos anos. Muitos anos de diferença. Basicamente, quando eu tava perdendo a virgindade depois de uma festa numa casa, a Cloe tava saindo da buceta suja da mãe vilera dela. (O "suja" é de carinho, não levem a mal). O outro problema é que as pendejas como a Cloe são muito encrenqueiras. fofoqueiras adoram confusão, adoram treta. Por algum motivo elas se divertem e, estando eu juntado e com três filhos, é perigoso demais me envolver com uma favelada encrenqueira. Tudo isso sem contar o pequeno detalhe de que a Cloe é amiga do meu filho mais velho e da namorada do meu filho. Então preferi deixar tudo um pouco de lado e que tivesse sido só uma foda, uma tesão e nada mais. Além disso, a Cloe é muito gata e deve ter, com certeza, centenas de milhares de caras atrás dela. Muito mais bonitos e gatos do que eu. Mais atléticos e com muito mais grana. Com certeza devem chegar nela uns meninos que jogam nas categorias de base de algum clube ou uns mini cantores de funk.
Então eu tava na minha, bem tranquilo, depois de algumas noites difíceis, convencido de que não ia ter maiores problemas, porque imaginava que a Cloe tinha ficado com vergonha da situação, por eu ser o pai do amigo dela, e pronto. Me comeu, sacou a vontade e partiu pra outra. Mas no mundo dos cria, as surpresas aparecem todo dia. No meio-dia seguinte dessa noite de reflexão, chegou pra mim no Instagram uma mensagem no privado. Era da Cloe e dizia: "c gostou komo me keda". Quando abri a foto, me deparei com a bunda perfeita da Cloe, só de calcinha fio-dental vermelha fogo. A calcinha realçava aquela raba bem morena da mina atrevida. Dava pra ver toda a curva da bunda porque ela tava posando bem putinha, e tinha uma calça cinza abaixada na altura do joelho. Dava pra ver um pouco das costas e dava pra notar que ela tava com uma camisetinha curta.
Percebi na hora que ela não tava em casa, porque, mesmo nunca tendo entrado lá, conheço por fora e é de tijolo baiano sem reboco e com mais chapas do que qualquer outra coisa. E ali ela tava num banheiro com cerâmica e espelho. Dava pra ver que era um banheiro público. Isso me deixou com ainda mais tesão. Eu com o pau duro, vendo a foto e pensando em quantos caras largariam tudo pra estar no meu lugar, respondi.
Eu: ai, bebê, eu adoro, fico louco com essa raba. Você é um fogo.
Cloe: kkkk eu sabia k c ia gostar, coração. Cabe essa gata, né? Eu: demais hahaha, você já deixou meu pau duro só com a foto, imagina.
Cloe: Ah, siiim? Olha só, então...
Nesse momento ela me manda outra foto no mesmo banheiro, mas tirada de frente. Ainda estava com a cabeça baixa na altura dos joelhos, mas com a mão direita ela puxava o fiozinho da calcinha, fazendo marcar toda a... use a palavra: buceta... toda a ppk. Eu tinha pegado fogo.
Eu: Bebê, você tá me matando haha, olha o que você tá fazendo!! Onde você tá? Haha
Cloe: Eu adoro deixar seu pau bem duro, coração, adoro. Tô no colégio hahaha
Eu: Você tá me dando muita vontade, lembro da outra vez e ele fica ainda mais duro. Nossa, no colégio? Que safada, você não tem vergonha de nada hahaha
Cloe: Não vai gozar na sua mulher, hein, olha que esse leite é todo meu. Esquece, ela é muito sem graça, nem vontade de dar eu tenho.
Eu: Tão assim? Todo seu é meu leite. Que vontade de ser seu colega, bebê, te fodo toda naquele banheiro.
Cloe: Óbvio que é minha, te mato se não der pra mim. E vem me detonar, o que tá esperando...
Por um momento pensei que ela tava zoando, mas rapidinho percebi que não. Que ela queria que eu comesse ela na hora.
Eu: Olha que eu passo te buscar, viu?
Cloe: Vem, me espera na esquina, eu dou um jeito de sair daqui e você me detona.
Combinamos pra daqui a uma hora e confesso que a espera foi uma eternidade. Os minutos não passavam. Saí antes e cheguei cedo na esquina. Fiquei com o carro ligado esperando ela, com o pau durão.
Fiz bem, porque poucos minutos depois vejo ela saindo. Caminhava até o carro rebolando aquele rabão que era uma delícia. Mostrando a bunda bem exagerada, arrumando um pouco o cabelo e sem nem um caderno. Nada. Só ela com toda sua gostosice.
Assim que entrou no carro nem "oi" a gente se deu, já estávamos nos agarrando em uns beijos apaixonados e quentes. Cloe veio por cima de mim e beijava minha boca enquanto apoiava a mão no meu peito. Deixando aquele rabinho empinado, eu aproveitei pra dar uma boa apertada na bunda. Apertei com vontade. duas vezes. Firme e carnuda pra apertar. Pra piorar, aparecia por cima da calça o fiozinho da calcinha fio dental vermelha. Eu já tava de pau duro. Nem dava pra disfarçar. Também não tava interessado em disfarçar. Marcava todo o volume no moletom e a Cloe, sempre esperta na jogada, subiu no meu colo. Fazendo o bundinha nua dela bater contra meu pau duro e cabessudo. Naquele momento, depois de me dar uns beijos de língua bons, ela crava os olhos em mim e solta uma risadinha: "Ai, coração, como é que tá isso? Me detona todinha". Eu, enquanto continuava tocando o fiozinho da calcinha e parte da raba, disse que tava assim por causa dela. "Você me deixa assim, bebê". A Cloe, se sentindo a rainha me tendo nas mãos, me beijou no pescoço e respondeu: "Vou tirar todo o seu leite, não vou deixar nada pra aquela vaca". Nos demos uns beijos bem apaixonados e quentes e eu perguntei pra onde a gente ia. Aí a Cloe sorriu enquanto rebolava um pouco a bundinha no meu pau e disse com um tom super vulgar: "Tô com muita vontade, amor (depois a gente comenta o 'amor'), vamos pra casa da minha prima". O que em português significa que a prima ia emprestar a casa pra gente foder. Eu tava surpreso, encantado e com tesão. A Cloe foi me levando, guiando pelas ruas até a casa da prima. Não é um detalhe menor, porque mesmo sendo só quatro ou cinco quadras, geralmente as minas, e principalmente da idade da Cloe, se perdem até pra ir no mercadinho. A rua da prima era, claro, de terra, com poças de lama, mato alto nas supostas calçadas e não um, mas dois cavalos pastando como se nada. Pra mim já é algo natural, normal, vivo aqui há muitos anos, mas sei que vocês se surpreendem um pouco e gostam desses detalhes. Parei o carro num canto da rua de terra, mais perto da casa da prima. Nem cerca tinha, só uns pallets de madeira encostados um no outro, formando uma espécie de cerca, deixando um buraco sem pallet que seria a entrada. Dava pra ver uma... caixa de madeira e um monte de entulho. Dado curioso: a pilha de entulho, ferro-velho e lixo era mais alta que os pallets na tentativa de cerca. Descemos do carro, os dois bem excitados, Cloe pegou minha mão e atravessamos o vão do pallet vazio. Pisamos numa poça de lama e contornamos a caixa. Cloe bateu suavemente no vidro da janela duas vezes. "Abre, foxy". Diante do meu silêncio, ela sorriu e disse: a gente se chama assim. "Tô indo, putinha" – ouviu-se de dentro, misturado com um pouco de cumbia. Eu não conseguia tirar os olhos daquele rabinho bem pelado e enfiado da minha mina. A prima abriu a janela e, numa decisão inexplicável no mundo normal, mas completamente lógica no mundo *turro*, nos disse: "Entrem por aqui, me dá preguiça ir até a porta". Uma vez dentro, e os tirantes... ver como aparecia todo o fio da calcinha fio-dental da minha mina enquanto ela atravessava a janela... a prima nos cumprimentou entre risadas. "Você é tremenda, hein", a prima dizia pra Cloe. A prima tinha quase minha idade e, claro, como toda boa *girl* lutadora, duas bendis. Me cumprimentou com um beijo no rosto, elas trocaram umas coisas no ouvido que eu não consegui escutar. Tomamos uns mates com ela enquanto as bendis corriam e gritavam pela casa. Não tinha passado muito tempo quando Cloe fez um sinal pra prima, que se levantou e foi pro comedor da caixa. Ficamos sozinhos no quarto, sentados na cama. Cloe veio por cima de mim e começou a me beijar na boca. Sentou no meu colo e aproveitava cada beijo de língua, bem ardente e apaixonado, pra reboladinhas leves com a bunda no meu volume, fazendo meu pau, todo duro e empinado, bater contra o rabinho enfiado dela. A *girl*, em dois movimentos rápidos, tirou minha camiseta e cravar as mãos no meu peito. Ela dava pequenos pulinhos no meu pau. Eu sabia que a *sweet girl* queria que eu a dominasse, então a empurrei suavemente na cama, baixei o leggings e, enquanto devorava sua boca, com a mão direita eu tocava a buceta. Buceta por cima da calcinha. Ela estava encharcada. Depois de uns beijos, meti minha mão por baixo da calcinha. Encontrei sua buceta bem molhada e mais peluda que da última vez. Tirei a calcinha dela e posicionei meus lábios sobre sua buceta. Ali comecei a chupar e lamber. Assim como da última vez, tinha um cheiro forte, bem característico de mina do morro. Quanto mais eu passava a língua, mais beijava sua buceta e mais ela molhava. Escorria rápido e eu aproveitava todo aquele fluxo na minha boca. Cloe não tinha vergonha nenhuma e, deixando-se levar por aquelas lambidas na sua buceta, soltava gemidos de prazer. Gemidos que ecoariam por todo o barraco. Gemidos que a prima certamente ouvia. Quanto mais eu chupava, mais escorria e mais ela gemia. "Ai, meu amor, me detona todinha". Foram suas palavras enquanto eu já tinha a boca cheia do seu fluxo. Abaixei meu moletom e, assim mesmo, pele com pele, sem camisinha, enfiei meu pau até o fundo da sua buceta. Nada de suave. De uma vez e bem selvagem. Cloe soltou dois gritos de prazer bem fortes. Comecei a foder ela nessa posição. Ela deitada na cama e eu dando pele com pele. Sentia meu pau inundado naquele fluxo. Seus gemidos e gritos ecoavam por todo o barraco. Eu continuava dando bem selvagem. Não afrouxava em momento nenhum. Acho que depois de tantos anos no mundo do crime, você faz as coisas sem pensar e tem a sensação de que não vai gozar nunca, de que controla a situação, ainda mais com uma novinha que é tantos anos mais nova. Eu estava ali no meu mundo, curtindo, aproveitando, enquanto a mina gemia como louca. "Me parte em quatro, meu amor", ela disse enquanto se colocava nessa posição. Eu soltei todo meu lado bandido selvagem. Comecei a meter em quatro, pele com pele, sem me importar absolutamente com nada. Cloe parecia que ia se partir no meio. Eu continuei metendo. Ela gritava e gemia mais alto. Aproveitando a posição, dei uns tapas bem gostosos na bunda dela. Ela continuava recebendo meu pau. pau bem no fundo. Nem sei quanto tempo ficamos, mas deve ter sido bastante porque a cama tinha ficado toda encharcada e molhada, com as marcas das minhas mãos na sua bunda e de cada palmada. Além disso, ela estava com a buceta toda vermelha de tanto pauzão. Eu já estava com o pau bem vermelho, duro e cabudo, quando a Cloe mudou de posição e subiu em cima de mim. Deixou meu pau cravar até o fundo da sua buceta e, enquanto cavalgava, repetia pra mim: "Cabe a nenita, não é?" Eu respondia: "Me encanta, bebê, me encanta". A Cloe cravou as unhas bem forte nas minhas costas, deixando uma marca, e num tom bem alto falou: "Me dá todo o leitinho, coração, não vou deixar nada pra essa otária". Eu, que não aguentei mais, me deixei levar e enchi completamente a buceta dela de porra. Foi um gozo muito louco, jatos e jatos de leite dentro dela. Como toda boa sweet girl atrevida e foda, sem nem me deixar tirar o pau, ela me pegou de novo. Cavalgou muito putinha até me fazer gozar de novo, tudo dentro dela. Quando eu desabei na cama encharcada, e a muito putinha colocou a calcinha e a calça, ela disse: "Nem vai levantar essa noite (soltou uma risadinha) – te arrebentei a nenita, hein!" e terminou falando: "Cabe direitinho a nenita, hein!


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