Mais uma traição

Desde as primeiras aulas, já sentia o olhar dele e como ele procurava se sentar perto de mim. Eu tinha aula das 7h30 às 9h da manhã, e às 10h entrava no trabalho, por isso recusei o café que ele me convidou uma manhã. Percebi que ele começou a se afastar, talvez se sentiu rejeitado, e como ele era realmente muito gostoso, comecei a me aproximar. Quando tive a chance, expliquei minha rotina de mãe que ainda amamentava o filho (amamentei o Ezequiel até os 18 meses) e por isso não tinha aceitado o café, mas que certamente poderíamos tomar outro dia. Depois de falar, percebi como tinha me entregado, tentei corrigir, mas já estava dito.

Solteirão de trinta e muitos anos, estudante crônico, responsável pela empresa do pai, com concessão de restaurantes e bares em ministérios e repartições públicas, vestia roupas caras, carro importado — sem dúvida o negócio ia muito bem. Estudava para dar um alegria à mãe viúva, com quem morava. Era filho único.

O primeiro parcial estava chegando, então começamos a marcar encontros para organizar os apontamentos e completar as aulas que havíamos perdido. Essa época de prova me dava mais liberdade nos horários, minha vida não era tão presa à rotina, meu marido assumia o papel de "dono de casa".

O primeiro encontro foi às 19h30 num bar em frente à faculdade. Fui a última a chegar, organizei meus apontamentos, fotocopiamos o que faltava e, num instante em que ficamos sozinhos na livraria, ele insistiu de novo no convite do café. Dessa vez aceitei. Meu marido sabia que eu estaria na faculdade e que não tinha hora certa pra voltar.

Aos poucos, todo mundo foi indo embora até ficarmos só nós dois. No carro dele, fomos a um lugar na orla, tomamos café e conversamos sobre assuntos em geral, misturando o tema da amizade entre homem e mulher e coisas do tipo. Ele me deixou perto de casa e, ao se despedir, deu a entender que esperava mais da nossa amizade. Respondi com um sorriso malicioso e, sem dizer uma palavra, fechei a porta do carro e caminhei até o portão. casa de onde acabei de me virar para dar tchau, jogando um beijinho com a mão. Chegou a semana da prova, que seria numa terça, e no sábado nos reunimos alguns colegas na biblioteca, bem cedo, 10 da manhã, até as 17 horas, já cansados paramos de estudar. Ariel se ofereceu para me levar em casa, pensei que as cartas estavam lançadas mas estava muito cansada e não me sobrava tempo, ele tinha um compromisso com a mãe então só me deixou em casa. Ao nos despedirmos, ele deu a entender que podíamos manter contato se eu tivesse alguma dúvida na matéria, e pediu que, se eu tivesse tempo no domingo, ligasse pra casa dele. Passei a noite toda pensando no que fazer, revisei a matéria de novo e me senti segura, estava preparada para a prova, então por que não ligar e ver no que dava? Liguei, ele estava esperando minha ligação, marcamos de nos encontrar às 13 horas. Eu deveria almoçar com meus sogros, que ficariam felizes em ver o neto, mas com a desculpa da prova, certos rituais podiam ser quebrados. Ele passou para me buscar onde indiquei e me convidou para almoçar numa churrascaria perto da Ricchieri. Depois de comer, me convidou para caminhar por um parque bem arborizado, passamos por um campo de Pato, e ele foi me levando para um descampado. Quando estávamos longe e sozinhos, ele me agarrou pela cintura e com o olhar sondou se podia me beijar, foi se aproximando e me beijou. Recebi o primeiro beijo e só correspondi no terceiro, começamos a nos esfregar contra uma árvore, senti o pau dele crescendo, ele abriu três botões da minha blusa, olhou meus peitos. Perto dali tinha um banco de toras, ele me sentou no colo dele, me olhando da cabeça aos pés, disse que eu era uma mulher linda, e continuou me beijando e acariciando meu corpo.

Ficou me apalpando um bom tempo, até que me sugeriu irmos para um lugar onde pudéssemos ficar tranquilos. Concordei com a cabeça, nos levantamos, me arrumei, sacudi a grama da roupa, ele fez o mesmo e me levou abraçadinha até o carro, rumo a um hotel. Tomamos banho e nos reencontramos na cama. Aí entendi que ele era um amante experiente, solteirão. Gatão, e com uma carteira cheia... atributos que turbinaram sua experiência. Ele colocou o pau entre meus peitos, com as mãos apertava minhas tetas como se estivesse se masturbando com elas, foi deslizando até minha boca, e quando apoiou contra meus lábios comecei a chupar. Depois de vários minutos ele se levantou, colocou a camisinha, e em cima de mim começou a me comer. Fiquei preocupada porque meu marido nunca tinha me feito gozar nessa posição, mas o Ari se movia de um jeito diferente e com os minutos eu me agarrei na sua bunda, peguei o ritmo e me sentindo bem fodida ele me fez gozar. Minutos depois ele gozou. Fui ao banheiro, e enquanto me limpava, ele perguntou se eu queria beber algo, respondi que sim, estava com sede, quando saí, bateram na porta trazendo os refrigerantes, ele me fez buscar a bandeja e além das bebidas, tinha uma caixinha de preservativos, ele se aproximou para me ajudar, pegou a caixa e me disse com toda naturalidade: "só tinha um, então pedi uma caixa". O refrigerante estava gelado, eu só de calcinha e sutiã, ele percebeu e me convidou para entrar debaixo do lençol enquanto procurava um cobertor dentro de um puff. Deitou ao meu lado, começou a me beijar, acariciar e tocar toda, depois de um tempo com as pernas e o cobertor fez uma cabaninha, e pediu para eu descer e chupar ele, senti como crescia e endurecia na minha boca. Quando senti ele duro tirei a calcinha, subi por cima, era minha vez de cavalgar e foi o que fiz, quando ele me sentiu gozar me virou na cama e me comeu até me encher de porra. Quando saí do transe, senti o semen escorrendo entre minhas pernas, que horror!!!!! Ele não se cuidou, me inundou com o gozo dele. Ficamos duas semanas cortando grama. Por sorte a vacina não pegou. Ah, passei na prova com 7 e o Ariel com 5.

1 comentários - Mais uma traição

tremenda garchada, pero ningun comentario en 9 meses, increible...me gusto +10 para lety