Tudo começou quando minha irmã tinha 12 anos e eu 14. Por causa de espaço na época, a gente dividia a mesma cama. Sempre fomos muito unidos, apesar das nossas brigas e discussões, algo normal entre irmãos. Foi numa noite de inverno, muito fria, que ela me pediu pra abraçar ela, e eu aceitei. Naquele momento, algo mudou entre a gente, algo despertou. A partir daquela noite, a gente sempre fazia a mesma coisa: ela deitava de costas pra mim, bem colada, encostando a bundinha dela no meu pau, e eu abraçava ela. Depois, a gente se tocava por cima da roupa até que uma noite aconteceu. Dessa vez, ela deitou de frente pra mim, o rosto dela tão perto do meu que eu podia sentir o hálito dela, e simplesmente por impulso mútuo a gente se beijou por uns longos minutos sem parar, até que a gente parou e eu só consegui pedir desculpas. Ela só sorriu pra mim e me beijou de novo. A partir daí, todas as noites eram assim, até que finalmente aconteceu o que já tava pra rolar. Como de costume, a gente esperou todo mundo dormir e ela me pediu pra abraçar ela. Dessa vez, enquanto a gente se tocava, eu puxei a calça do pijama dela pra baixo e ela puxou meu short de dormir, e a gente começou a se tocar de novo, mas sem roupa. A excitação foi subindo, subindo, até que eu simplesmente meti nela. Ela gemeu meio alto, quase acordando minha avó, que tava dormindo na cama do lado. Num momento, enquanto a gente tava transando, eu toquei na buceta dela e percebi que tinha um pouco de sangue. Ela se assustou, mas eu não, porque já sabia o motivo. Depois, pra acalmar ela, expliquei o porquê. Desde aquela noite, a gente não conseguiu mais parar... a gente esperava ansioso pela hora de dormir porque já sabia que ia rolar sexo. Num momento, pra facilitar, ela passou a dormir de saia e sem calcinha, assim como eu, de short de dormir e sem cueca. E pra não sujar a cama, eu sempre gozava dentro dela. Até que Minha mãe mandou a gente dormir em camas separadas, mas mesmo assim, a gente esperava todo mundo dormir pra ela vir pra minha cama transar até altas horas da noite. A gente fazia sem parar, até quando voltava da escola, a gente aproveitava pra transar porque nossos pais estavam trabalhando. A gente comeu em todos os cantos da casa. Ainda lembro de ficar louco quando via ela com o uniforme escolar: camisa branca, saia e meia ¾. Mas o que mais me enlouquecia era saber que ela nunca usava calcinha, por meu pedido. Nem quando ela ficava menstruada a gente parava, aí eu metia no cu dela. Até ela fazer 18 anos e conhecer o primeiro namorado, e também ter a primeira experiência sexual com alguém que não fosse eu, o irmão dela. Nesse tempo, como eu sempre gozava dentro, engravidei ela umas três vezes, mas a gente teve sorte de interromper a tempo. E por causa da atividade sexual intensa, a buceta e o cu dela já eram bem desenvolvidos, praticamente como os de uma mulher de 40 anos, por assim dizer. Quando ela fez 30 e eu 32, a gente começou a transar de novo até hoje (35 e 37), mas com mais cuidado, porque não queria que nossos filhos descobrissem. Vale dizer que ela tinha acabado de se divorciar. Até pensamos em ter um filho juntos, como algo que nos unisse pra sempre, mas pros outros seria fruto de um relacionamento casual dela. Mas desistimos porque vimos informações sobre os problemas genéticos que isso traria se rolasse, mas não sei o quanto é verdade. Pra fechar, quero deixar claro que isso é uma história real, não inventada. Sabíamos que era errado, mas mesmo assim escolhemos continuar. Nunca sentimos culpa nem arrependimento. Até hoje, nos consideramos duas pessoas normais que amam incesto e Eles transam quando têm vontade. Se quiserem mais detalhes sobre nossos encontros, é só me avisar. Abraços.
2 comentários - Espero que vocês gostem..