O reencontro. Já faz quase oito anos desde que eu e a Mariana tivemos aquela experiência, embora eu não classificasse como um ato sexual lésbico, porque foi algo que surgiu no meio da nossa inocência precoce e inexperiência daquela época, quando o auge das tecnologias e redes sociais estava só começando. Lembro das mensagens de texto nos pequenos celulares Nokia 1100, e depois a congestão no auge das redes. Bom, com isso quero confessar que já se passaram vários anos desde 2008, quando tive essa experiência com minha prima, e por causa dela não nos vimos de novo por muitas circunstâncias: meus pais não planejaram mais férias em dezembro, meus tios também não vieram visitar a capital. Eu, por exemplo, terminei o ensino médio, comecei a faculdade e já buscava independência. Minha prima passava pelo mesmo, embora mantivéssemos contato por redes e outros meios. Depois de quase 10 anos sem nos vermos, finalmente íamos ter a chance de nos reencontrar. Por minha parte, não tive nenhum encontro como o que tive com a Mariana. Eu tinha meu namorado, já tinha transado com ele e, sinceramente, não sentia atração por outra mulher, mas vivia lembrando dos nossos encontros noturnos com ela. E acho que ela também sentia o mesmo, pelo que me contou. A Mariana pediu ao meu pai para deixar ela ficar no apartamento enquanto arrumava um emprego, já que na costa onde ela mora é difícil achar um trampo decente. Minha mãe aceitou, porque eles estão sozinhos agora, já que eu me independizei e meu irmão também. Fiquei muito feliz em saber que a Mariana vinha morar com a gente em Bogotá, porque, independentemente do que a gente tinha feito, eu também tava morrendo de vontade de vê-la. Os dias passaram e finalmente chegou o dia em que minha prima chegou na casa dos meus pais. Eles estavam contentes em tê-la. Me ligaram pra dizer que ela já tinha chegado, mas eu só ia vê-la no fim de semana, por causa do meu trampo. Trabalho e, como já não vinha com meus pais, fica difícil pra mim ir pra casa à noite. Mas confesso pra vocês, eu tava muito ansiosa pra ver ela, não sei por quê, mas tava. Finalmente chegou o dia do reencontro, cheguei na casa dos meus pais num sábado à tarde, só estavam ela e minha mãe, meu pai não tava, meu irmão também tinha ido pra algum lugar. A gente se abraçou por um bom tempo, não nos soltávamos até que uma lágrima começou a escorrer pela bochecha da Mariana e na minha, era tanta emoção que a gente tava que minha mãe também entrou no abraço e no choro, fazia quase dez anos que a gente não se via. Tarde da noite a gente passou conversando sobre tudo, eu fiquei observando ela dos pés à cabeça, vi o corpo bem torneado dela, os peitos eram médios, um 36B, os meus eram quase iguais, então eu falei "parece que fez efeito sim", ela me olhou e sorriu, já tinha percebido também que ela tava me observando. Minha mãe perguntou "do que vocês tão falando, o que foi que fez efeito?" A gente riu as duas ao mesmo tempo, "nada mãe, umas travessuras de menina que a gente fez quando foi pra costa". Naquela tarde convidei a Mariana pra dar uma volta pela cidade, comprar uma jaqueta e roupa pro frio porque em Bogotá faz muito frio. Saímos, levei ela em vários lugares icônicos da cidade, num shopping pra comprar roupa. Já voltando pra casa dos meus pais, peguei na mão dela e ela apertou minha mão com suavidade no momento em que segurei. Naquele dia decidi ficar na casa dos meus pais, tinha muito o que conversar com a Mariana, sentia uma alegria e uma ansiedade de ficar a sós com ela, meu coração batia muito acelerado de uma emoção que eu não explico por quê, acho que com ela era a mesma coisa, o nervosismo dava pra notar. Chegamos em casa por volta das 11:30 da noite, meus pais já tinham ido dormir, quando chegamos minha mãe levantou e perguntou se eu ia ficar pra dormir pra trazer cobertores pra gente se cobrir porque tava fazendo muito frio. Me agarrei Entreguei e ela se despediu, e disse pra gente: "Não fiquem a noite toda conversando, porque agora vocês vão ter tempo de sobra pra fazer isso." Entramos no meu quarto antigo, procurei uma pijama que ainda tinha lá, e a Mariana fez o mesmo, pegou na mala dela que ainda não tinha desocupado. Quando ela ia sair do quarto pra ir no banheiro se trocar, eu segurei ela e perguntei: "Por quê? Tá com vergonha de fazer isso na minha frente?" "Não, não é isso," ela respondeu. "É que não sei o que tá rolando comigo, vem na minha cabeça as lembranças daquela vez na minha casa." Comigo também tava rolando a mesma coisa. Eu resolvi tomar a iniciativa e me trocar: tirei a roupa que ainda tinha do trabalho, fiquei só de fio dental e sutiã. A Mariana ficou me olhando e disse: "Karla, que corpo gostoso você tem!" E acho que sim, fez efeito aquilo da outra vez. Ela se aproximou e acariciou meus peitos por cima do sutiã, senti um choque de energia percorrer meu corpo. Aí ela fez o mesmo: tirou a roupa e ficou só de calcinha fio dental preta de renda e um sutiã da mesma cor, que realçava a silhueta morena dela. Ficamos nos olhando fixamente, até que, sem dizer nada, nos abraçamos e demos um beijo longo, enquanto nossas mãos percorriam nossos corpos semidespidos. Deitamos na cama sem nos soltar e sem parar de nos beijar, começamos a rolar e rolar na cama: num segundo eu tava por cima dela, no outro ela por cima de mim, até que finalmente respiramos um pouco. Nos soltamos um pouco e eu levantei pra trancar a porta, pra evitar que minha mãe entrasse. Tiramos na hora as duas a pouca roupa que ainda tínhamos, ficamos completamente peladas, nos acariciamos e nos beijamos de novo. A Mariana me empurrou de leve na cama e subiu em cima de mim, enquanto me beijava e passava a mão por todo o meu corpo de um jeito tão sutil que sentia minha pele se arrepiar. Nunca ninguém tinha me feito sentir essa sensação quando meu namorado me tocava. Ela começou a beijar meus mamilos, a passar a pontinha da língua... a língua enquanto meu corpo se contorcia de tesão, enquanto Mariana continuava me acariciando e chupando meus peitos, minha buceta começava a ficar molhada, eu apertava ela com força, olha, ela continuava brincando com a língua nos meus mamilos, que gostoso que era tudo aquilo, enquanto ela continuava brincando com meus peitos, a mão dela percorria meu corpo até chegar na minha buceta que já estava toda molhada e começou a percorrer e acariciar com a ponta dos dedos minha buceta e a ponta do meu clitóris enquanto eu dava pequenos pulinhos de tesão e soltava uns gemidos que não conseguia controlar. De repente ela parou um instante, olhou nos meus olhos e sorriu e disse que estava esperando esse momento. Ela colocou um dos peitos dela na minha boca pra eu chupar, nos entrelaçamos e ficamos completamente imóveis, depois nos separamos e fizemos a posição do 69, começamos a lamber nossas bucetas molhadas enquanto saboreávamos nossos sucos vaginais, metendo os dedos nas nossas conchinhas que na hora as duas começamos a nos contrair com os espasmos que os orgasmos causam, quanto mais acelerado era o ritmo, mais profundo era o orgasmo, até que finalmente nossas bocas e dedos ficaram inundados com nossos fluidos vaginais. Nos soltamos mas ficamos deitadas de lado nos olhando, ela segurava meu rosto com as duas mãos, eu brincava com o cabelo cacheado dela, nos olhamos fixamente e demos um beijo doce e suave enquanto nos metíamos debaixo das cobertas térmicas e dormimos completamente peladas e abraçadas até a manhã seguinte. Quando sentimos que meus pais já tinham levantado, nos apressamos pra vestir e trocar os lençóis que tinham manchado com nossos fluidos. Que tesão que senti de novo com minha prima, continuar aquilo que fizemos pela primeira vez quando éramos umas adolescentes de 13 anos. Isso eu só sinto com ela e o mesmo acontece com ela comigo. Eu não consigo me deixar tocar por outra mulher. Mesmo que uma vez eu tenha tentado, mas não fui capaz de fazer. Mas com a Mariana é diferente, assim que vi ela, já quis ela, e ela sentiu o mesmo também.
. .. Nós nos amamos, é a verdade.
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1 comentários - Minha prima e eu