Bom, continuando com a história, alguns estavam perguntando sobre as idades exatas desse relato. Minha mãe tinha na época 32 anos e eu tinha 21, ao contrário. —————————————————————————— Depois de ter lido tudo aquilo na internet, meu coração estava confuso. Agora eu entendia que gostar tanto dos pés da minha mãe era porque eu estava apaixonada por ela. Meu coração batia forte porque também tinha lido que era errado amar a própria mãe, mas… eu a amava, e de certa forma saber que aquilo era proibido me excitava ainda mais. Mas agora eu me perguntava se talvez minha mãe também sentia algo por mim ou se só fazia aquilo para me manter contente.
Naquela mesma tarde, depois de chegar da escola, fui para minha cama. Ficava pensando no que fazer para descobrir se minha mãe também estava a fim de mim. Justo quando pensava nisso, minha mãe entrou no meu quarto para trazer a roupa que tinha lavado.
- Oi, coração, como foi a escola?
- Bem, mãe, só que fez um pouco de calor e fiquei em pé o dia todo.
- É, hoje aqui também, fiquei limpando e com esse calorzinho…
A conversa era normal, mas na minha mente passava uma boa forma de saber o que ela sentia. Como tinha chegado da escola e ainda nem tinha tirado a roupa, estava com minhas meias brancas, que na sola estavam um pouco tingidas da cor dos meus sapatos pretos da escola, mas principalmente úmidas do suor da tarde. Mexi um pouco os pés e fiquei olhando para minha mãe, meio corada.
- Mãe… você me faz uma massagem nos pés? Ou não gosta que estejam suados?
Sentia muita vergonha, já que era a primeira vez que eu pedia para ela brincar com meus pés. Levantei meu pé direito para aproximá-lo do rosto dela, e ela só riu. Pegou meu pé com as duas mãos e encostou o rosto nele. Cheirou com força, eu podia sentir a respiração dela puxando todo o aroma da minha meia, e depois beijou meus dedinhos.
- Mmmm! Hehehe, nunca sentiria nojo do cheiro da minha menina.
Ela continuou cheirando meu pé, e suas mãos percorriam suavemente desde meu tornozelo até quase chegar na minha coxa, onde estava a borda da minha... metade para tomar isso mesmo e assim tirar minha meia aos poucos, quando finalmente tinha chegado ao ponto que meu pé se libertou foi quando ela aproximou seu nariz do meu calcanhar para cheirá-lo e depois ir subindo para ir cheirando minha plantinha rosa e quente. Todo esse show tinha me deixado muito corada e com o coração a mil, mas ainda faltava algo mais, uma pergunta chave que não podia esperar mais - Mami… você gosta dos meus pés? -claro que sim, minha menina, não é à toa que estou aqui cheirando eles, né? Haha - eu sei, mami, mas… você não gosta de outros mais? - como? - Quero dizer se… você só gosta dos pés da sua filha e de mais ninguém… que só pense nos meus pés. A julgar por como ela tinha ficado quieta e por como olhava, parecia que ela já tinha entendido minhas intenções, apenas ficou em silêncio e beijou meu pé de novo, ela parecia estar meio séria, o que me deixou muito nervosa - acho que já sei aonde você quer chegar, coração, é melhor não dizer mais… só vou te dizer que… se você… me disser que só ama sua mami e os pés dela… eu… só amarei os seus - mami, eu… eu! Não consigo parar de pensar neles! Não quero outros pés além dos seus. Aquilo fez minha mãe sorrir, e ela não hesitou em pegar meus dois pezinhos e beijá-los, com as mãos massageava ambos e ria enquanto colocava meus dedinhos suados na sua boca, sentia sua língua percorrer cada parte dos meus dedos para depois lamber a planta do meu pé, mas agora… subiu um pouco mais, lambeu um pouco meu tornozelo e perna, o que me deixou corada e me fez gemer um pouco - ahh! Mami… desculpa! - não se preocupa, minha menina, é normal, mas agora, quer que eu continue? - nonono! Quero agora brincar com os seus!! - hahaha parece que você gosta mais de brincar você comigo, né - sim, mami, gosto mais quando brinco com seus pés. Agora ela caminhou até a cama para deitar e eu me levantei, tentando pegar como ela fez uma de suas pernas, como tinha dito, seu pé estava meio suado e o cheiro era intenso, podia sentir como parecia ter tido muito suor em todo ele dia e não ter limpado, justamente para que eu fosse quem a limpasse, claro. Não hesitei em passar minha língua pela planta de seu pé um pouco enrugada, o sabor salgado encheu toda minha boca e isso me fez lamber com mais força. Ela apenas sorria e me olhava com orgulho, parecia que cada vez ela gostava mais disso e eu tentava fazer um trabalho melhor. Agora era a vez do outro pé, que lambi mais rápido, colocando seus dedos na minha boca, e minhas mãos travessas foram para suas coxas para acariciá-las. Ela apenas apertou as pernas e me olhou corada, parecia que estava gostando, mas naquele dia não fizemos mais do que isso. Quando terminei de lamber seus pés, fiquei cansada, deitei com ela e beijei sua bochecha. Ela beijou a minha e me abraçou. Logo enquanto estava deitada com ela, adormeci em seus braços. Hoje tinha sido o dia mais feliz para mim porque finalmente tinha confessado meus sentimentos e sabia que era mútuo, embora o que eu não sabia naquela época é que as coisas iriam se complicar um pouco... mas para melhor...
Naquela mesma tarde, depois de chegar da escola, fui para minha cama. Ficava pensando no que fazer para descobrir se minha mãe também estava a fim de mim. Justo quando pensava nisso, minha mãe entrou no meu quarto para trazer a roupa que tinha lavado.
- Oi, coração, como foi a escola?
- Bem, mãe, só que fez um pouco de calor e fiquei em pé o dia todo.
- É, hoje aqui também, fiquei limpando e com esse calorzinho…
A conversa era normal, mas na minha mente passava uma boa forma de saber o que ela sentia. Como tinha chegado da escola e ainda nem tinha tirado a roupa, estava com minhas meias brancas, que na sola estavam um pouco tingidas da cor dos meus sapatos pretos da escola, mas principalmente úmidas do suor da tarde. Mexi um pouco os pés e fiquei olhando para minha mãe, meio corada.
- Mãe… você me faz uma massagem nos pés? Ou não gosta que estejam suados?
Sentia muita vergonha, já que era a primeira vez que eu pedia para ela brincar com meus pés. Levantei meu pé direito para aproximá-lo do rosto dela, e ela só riu. Pegou meu pé com as duas mãos e encostou o rosto nele. Cheirou com força, eu podia sentir a respiração dela puxando todo o aroma da minha meia, e depois beijou meus dedinhos.
- Mmmm! Hehehe, nunca sentiria nojo do cheiro da minha menina.
Ela continuou cheirando meu pé, e suas mãos percorriam suavemente desde meu tornozelo até quase chegar na minha coxa, onde estava a borda da minha... metade para tomar isso mesmo e assim tirar minha meia aos poucos, quando finalmente tinha chegado ao ponto que meu pé se libertou foi quando ela aproximou seu nariz do meu calcanhar para cheirá-lo e depois ir subindo para ir cheirando minha plantinha rosa e quente. Todo esse show tinha me deixado muito corada e com o coração a mil, mas ainda faltava algo mais, uma pergunta chave que não podia esperar mais - Mami… você gosta dos meus pés? -claro que sim, minha menina, não é à toa que estou aqui cheirando eles, né? Haha - eu sei, mami, mas… você não gosta de outros mais? - como? - Quero dizer se… você só gosta dos pés da sua filha e de mais ninguém… que só pense nos meus pés. A julgar por como ela tinha ficado quieta e por como olhava, parecia que ela já tinha entendido minhas intenções, apenas ficou em silêncio e beijou meu pé de novo, ela parecia estar meio séria, o que me deixou muito nervosa - acho que já sei aonde você quer chegar, coração, é melhor não dizer mais… só vou te dizer que… se você… me disser que só ama sua mami e os pés dela… eu… só amarei os seus - mami, eu… eu! Não consigo parar de pensar neles! Não quero outros pés além dos seus. Aquilo fez minha mãe sorrir, e ela não hesitou em pegar meus dois pezinhos e beijá-los, com as mãos massageava ambos e ria enquanto colocava meus dedinhos suados na sua boca, sentia sua língua percorrer cada parte dos meus dedos para depois lamber a planta do meu pé, mas agora… subiu um pouco mais, lambeu um pouco meu tornozelo e perna, o que me deixou corada e me fez gemer um pouco - ahh! Mami… desculpa! - não se preocupa, minha menina, é normal, mas agora, quer que eu continue? - nonono! Quero agora brincar com os seus!! - hahaha parece que você gosta mais de brincar você comigo, né - sim, mami, gosto mais quando brinco com seus pés. Agora ela caminhou até a cama para deitar e eu me levantei, tentando pegar como ela fez uma de suas pernas, como tinha dito, seu pé estava meio suado e o cheiro era intenso, podia sentir como parecia ter tido muito suor em todo ele dia e não ter limpado, justamente para que eu fosse quem a limpasse, claro. Não hesitei em passar minha língua pela planta de seu pé um pouco enrugada, o sabor salgado encheu toda minha boca e isso me fez lamber com mais força. Ela apenas sorria e me olhava com orgulho, parecia que cada vez ela gostava mais disso e eu tentava fazer um trabalho melhor. Agora era a vez do outro pé, que lambi mais rápido, colocando seus dedos na minha boca, e minhas mãos travessas foram para suas coxas para acariciá-las. Ela apenas apertou as pernas e me olhou corada, parecia que estava gostando, mas naquele dia não fizemos mais do que isso. Quando terminei de lamber seus pés, fiquei cansada, deitei com ela e beijei sua bochecha. Ela beijou a minha e me abraçou. Logo enquanto estava deitada com ela, adormeci em seus braços. Hoje tinha sido o dia mais feliz para mim porque finalmente tinha confessado meus sentimentos e sabia que era mútuo, embora o que eu não sabia naquela época é que as coisas iriam se complicar um pouco... mas para melhor...
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