Minha primeira vez como corno

- Oi, quero contar quando finalmente comeram minha mulher. Foi mais ou menos há um ano, vamos mudar os nomes, ela Flor e eu Diego.

- A gente casou em 2022, ela 32 e eu 35. Flor tem 1,63, bem magrinha, morena com uns olhos verdes lindos e é professora do ensino fundamental. Peitos normais, mas uma bunda perfeita. Quando chupo a buceta dela, adoro meter a língua no cu dela, ela nunca reclamou, mas não deixa eu penetrar porque diz que dói muito.

- Foi no final de 2024, um dia a gente tava vendo pornô e olhando de tudo. Ela apontou um vídeo de um negão, a legenda dizia cuckold, a gente imaginou que eram paus de velhos.

- O negão tava de quatro com uma loira gostosa e metia inteiro, ela gemia igual uma louca, eu fiquei excitado e a Flor dizia que ele tava matando ela porque a pica era enorme. Num momento a câmera mexe e dá pra ver no espelho um cara se masturbando, vendo o negão comer a loira. Com a Flor, a gente pensou que era o cinegrafista. Acho que eram russos, num momento o negão fala algo e a loira tira a pica, coloca a cara na frente da pica e abre a boca, sem saber russo a gente sabia que ia gozar. O negão continuou se masturbando e banhou ela de porra, a loira ficou com a cara toda cheia de leite, com os dedos colocou a porra na boca e levantou, pegou o cinegrafista e comeu a boca dele num beijo, quase não vimos porra saindo, então os dois engoliram o leite do negão. A gente se olhou com a Flor e dissemos, bom, o cinegrafista participou, e começamos a rir.

- Outro dia também vimos a palavra cuckold e tinha outro homem se masturbando enquanto comiam uma mulher.

- Então a gente pesquisou no Google pra saber o que era. Era "cuck", aí a gente percebeu com a Flor que não eram cinegrafistas, mas sim parceiros das gostosas que estavam sendo comidas. Achamos muito doido, então não vimos mais esses vídeos.

- Minha cabeça começou a matutar e eu já não achava a ideia tão doida, comecei a imaginar a Flor, gemendo como a loira com o negro.

- Comecei a comprar roupas de academia bem provocantes pra ela, ela tinha me dito que tinha um novo instrutor moreno que viu ele olhando pra bunda dela. Queria desistir, perguntei se ele parecia com o negro do pornô. Ela riu e me chamou de idiota. Umas quantas vezes bati uma pensando que o negro tava comendo ela nos vestiários e a Flor engolia toda a porra.

- Um dia não aguentei mais e contei.

Eu: Flor, se um dia você quiser comer seu instrutor da academia, faz isso, mas depois me conta tudo.

Flor: Você é louco?

- Eu sorri e soltei uma gargalhada, porque ela ficou muito séria.

Eu: É que o vídeo do negro com a loira te pegou e a ideia de ser corno me excita.

Flor: Você é louco, a gente casou e nem passaria pela minha cabeça te trair.

Eu: Amor, você não vai me trair. Tô te autorizando, mas depois me conta.

Flor: Love, você quer pegar outra gostosa.

- Comecei a rir

Eu: Não love, quero que só você seja comida. Vendo vídeos de corno, a ideia me esquenta. Pra ser sincero, bati uma imaginando você dando pro Walter (o instrutor da academia) e me excita pra caralho.

Flor: Você é muito doido, nem louca ele me toca.

- Seguimos os dias como se nada, toda vez que ela saía com as amigas da escola, eu dizia que autorizava ela a comer quem quisesse, mas depois me contasse. Ela saía e me xingava.

- Um sábado ela foi pro aniversário de uma amiga da escola

Eu: Flor, avisa quando terminar que vou te buscar. Se for transar, me conta tudo.

Flor: Você é um idiota. A Carla vai me trazer, ela disse que pode me levar em casa, porque umas quantas moram por aqui.

- Dei um beijo nela e fui pra cama. Flor chegou umas 5 da manhã, levantei e vi ela muito séria e pálida.

Eu: Amor, você tá bem?

Flor: Sim, love, tudo bem. A Carla me falou uma coisa e eu disse que não sabia o que responder.

Eu: O que ela te disse, amor?

Flor: Você não vai ficar bravo, love?

Eu: Não, amor, me fala

Flor: Tem certeza de que quer que me comam? Eu: Sim, bebê. Te comeram?

Flor: Não, amor, me convidaram.

Eu: Aceitou?

Flor: Não, amor, falei que não sabia o que responder.

Eu: Me conta tudo.

Flor: Termina o aniversário, a gente sobe no carro da Carla, 3 minas, levo todas pra casa delas e eu era a última.

Carla: Flor, posso te perguntar uma coisa sem você se ofender? E se você disser que não, não tem problema nenhum e essa conversa nunca aconteceu.

Flor: Eu tava confusa, mas falei pra ela falar. Carla me contou que ela e o marido (40 anos) transam com outras pessoas. Um dia que ela me viu e insiste que quer te comer.

Carla: Você topa transar com meu marido? Te prometo que fica entre nós, ninguém vai saber nunca, e muito menos seu marido.

Flor: Não sei o que te dizer, sou casada.

Carla: Eu também (sorriu). Fica tranquila, pensa nisso e quando quiser me avisa.

Flor: A gente andou 10 quarteirões sem falar nada, chegou em casa, ela me deu um beijo e a gente se despediu.

Eu: Você gosta do marido?

Flor: Ele é bonito, mas nunca imaginei ele de outra forma que não sendo o marido da Carla.

Eu: Segunda-feira vai na escola e fala que sim.

Flor: Amor, tem certeza? Pelo jeito que a Carla falou, ele tá com muita vontade de me comer.

Eu: Sim, bebê, quero que enfiem uma rola na sua buceta e que você se sinta uma puta, amor.

- Peguei a mão dela e levei até meu pau, tava durasso só de pensar no momento.

Flor: Amor, você tá muito excitado. De verdade quer que me comam?

- Tirei minha calça e tirei a dela também, coloquei ela em cima de mim e enfiei bem a rola na buceta dela, entrou de uma vez, pelo visto ela também tava excitada. Apoiei as costas dela na parede e enquanto comia ela, enfiava a língua até a garganta.

Eu: Fala que é uma puta e que vai comer o marido da Carla.

Flor: Não sei, papai.

Eu: Fala que é uma puta e que vai comer ele. Quero ouvir você dizer que quer ser comida.

- Flor começou a gemer cada vez mais alto, me abraçou e eu comecei a penetrar ela mais forte. Num momento, ela começou a falar como nenita.

Flor: Sim, papi, quero que me coma e me transforme numa puta.

- Nunca fodemos tão forte e, em poucos minutos, enchi a buceta dela de porra. Saí, coloquei ela no chão e a porra escorria pela virilha dela.

Flor: Love, de verdade você gosta que outro homem me coma? Adorei!!!

Eu: Sim, bebê, me avisa quando você marcar, que eu compro uma roupinha bem de puta pro encontro.

Flor: Você é muito louco, mas adoro.

- Ela me beijou, foi tomar banho e depois pra cama.

- Chegou segunda-feira e eu levei ela pra escola.

Eu: Love, fala pra Carla se sim e quando? Me avisa, que eu compro a roupinha.

Flor: Sim, love. Fico com um friozinho na barriga, vamos ver no que dá.

- O dia passou bem devagar e eu imaginava Flor sendo comida de mil maneiras diferentes. Flor chegou como sempre às 18h em casa.

Eu: E? Me conta.

Flor: Quando fomos almoçar, esperei a Carla ficar sozinha e sentei com ela.

Carla: Oi Flor, como você está?

Flor: Pensei e sim. Mas que fique só entre nós.

Carla: Sim, Flor, fica tranquila, ninguém vai ficar sabendo. Esse sábado marquei com um cara pra sair pra jantar e depois dançar em Haedo, com certeza depois vamos foder. Você pode esse sábado? Falo pro meu marido e saímos os quatro, fazemos de conta que somos dois casais.

Flor: Por que tão longe?

Carla: Pra ninguém me conhecer.

Flor: Bom, vejo como falo pro Diego que no sábado vou sair a noite toda.

Carla: Fala que é o aniversário de outra colega, mas que vamos na casa dela. Assim você pode ficar a noite toda e ele não se preocupa.

Flor: Tá bom, depois confirmo.

Eu: Perfeito, love, no sábado.

- Durante a semana, comprei um monte de lingerie, cada uma mais puta que a outra. Umas três pares de salto alto. Flor se vestiu normalmente, como qualquer saída de amigas, e numa caixa colocou toda a lingerie, uma minissaia que realçava bem a bunda dela e uns sapatos pretos, embrulhou e colocou um laço. Parecia que era um presente de aniversário.

Eu: Love, você não vai vestir a roupa?

Flor: Sim, love, mas não posso sair de casa assim, não acho que fique bem você me ver saindo vestida com essa roupa de puta.

- Ela tinha razão. Tipo 21, a Carla liga pra ela e diz que vai buscá-la.

Flor: Bom, love, vamos ver no que dá. Se eu não gostar, vou embora e te ligo pra você vir me buscar.

Eu: Fica tranquila, love, a gente sabe que você quer provar aquela rola, puta.

- Ela sorriu, me deu um beijo na boca e foi embora.

Flor: Depois te conto, papai.

Eu: Com todos os detalhes.

- Dei um tapa na bunda dela. Tipo 22, ela me manda uma foto já vestida bem puta e uma mensagem "Você gosta da puta que é sua mulher?", respondi "Adoro, puta". Sendo 23h, ela me manda outra mensagem dizendo que tinha chegado. Assisti uma maratona de filmes cuckold vendo os maridos e sabendo que eu era um deles. Tipo 6h da manhã, ela chega em casa, parecia muito cansada.

- Beijei ela e senti um gostinho salgado, com certeza era gosto da rola que ela chupou.

Eu: Senta, bebê, e me conta tudo. Você tá bem?

Flor: Sim, love, ele comeu meu cu e tá ardendo pra caralho.

- Eu já tava a mil, nunca deixei ela abrir o cu pra mim. Levei ela pro sofá e, antes dela sentar, levantei o vestido dela. Ela não tava de calcinha e, quando vi o cu dela, tinha uma auréola enorme e líquido branco que com certeza era sêmen. Me abaixei e passei a língua no cu dela e usei a palavra: buceta.

Flor: Devagar, love, que tô doendo toda.

- Sentei no sofá e abaixei a calça do pijama, tinha certeza que ela ia me masturbar. Ela levantou o vestido e sentou em cima de mim, enfiou a rola na buceta e ficou parada.

Flor: Tipo 21:40, chegamos na casa de uma amiga da Carla, as duas levaram roupa pra trocar. Tirei uma foto e mandei pra você, adorei como a roupa ficou em mim. Tipo 22:10, saímos pra buscar o marido da Carla (Luis) e depois fomos buscar o boy da Carla (Mario).

- Chegamos na casa da Carla.

Carla: Vamos, love, que temos que buscar o Mario.

- Carla saiu do carro e sentou nos bancos de trás.
Carla: Vocês são um casal, não posso ir na frente e começou a rir.

Flor: Luis estava lindo, uma barba cheia que caía super bem nele. Ele se inclinou pra mim, me beijou.

Luis: Somos um casal, gostosa.

Flor: Eu sorri pra ele. Fiquei igual uma colegial, super nervosa.

- Ficamos conversando besteiras e fomos buscar o Mario.

Flor: Fomos jantar num restaurante lindo. Luis abriu a porta pra mim e me abraçou enquanto a gente ia pro restaurante. Quando sentei, te mandei uma mensagem que tinha chegado. No restaurante, acho que até as mulheres olhavam pra minha bunda (começou a rir). A gente falou de tudo, Luis inventou que nos conhecemos numa viagem ao Brasil e nos reencontramos em Buenos Aires. Terminamos de jantar e, enquanto conversávamos, Carla fala:

Carla: Vamos dançar?

- Todos: Vamos.

Flor: Subimos no carro e, tipo uma da manhã, escuto barulhos no banco de trás, olho pra trás e Carla tá chupando a pica do Mario. Luis sorri pra mim e coloca a mão na minha perna, vai subindo e me toca a buceta. Já queria pica.

- Eu sinto como a Flor começou a se mexer em cima da minha pica.

Luis: Melhor irmos pra um hotel?

Flor: Tanto o Mario quanto a Carla falam "Sim" ao mesmo tempo. Sinto ela puxar minha calcinha fio dental e começar a enfiar o dedo na minha buceta, já tá super molhada. Ela se aproxima e me fala:

Luis: Você não imagina a vontade que eu tô de te foder, putinha.

Flor: Não aguentei mais e coloquei a mão no volume dele. Senti duríssimo, abaixei o zíper e peguei na pica dele, tava muito dura e muito quente. Queria chupar ela, mas não dava, eu tava dirigindo e já não aguentava mais. Daqui a pouco, tanto o Mario quanto o Luis ajeitaram as calças.

Luis: Chegamos, tamo a uma quadra. Vocês entram andando, a gente vê, quando entrarem, a gente vai.

Carla: Ok.

- Eles descem e vão andando, Luis se joga em cima de mim, me beija e enfia o dedo inteiro na minha buceta. buceta, sentia como a língua dele entrava na minha boca. Enfiei a mão na calça dele e agarrei a pica dele.

Flor: Tira a pica que quero chupar ela

Luis: calma vagabunda, entramos no quarto e você vai comer ela.

- Vemos eles entrarem, nos acomodamos e entramos nós. Luis pede um quarto, estaciona o carro e vamos pro elevador. Bem na hora vemos os caras subindo num elevador e a gente noutro. Mal a porta fecha, Luis me pega pela cabeça e começa a me beijar, encostando a pica na minha perna.

Flor: Me virei e encostei a bunda na pica dele, ele me abraçou e começou a apertar meus peitos. Chegamos no 3º andar, descemos e fomos pro quarto 303. Ele abriu a porta, entrei primeiro e quando ouvi a porta fechar, sinto ele me virar, abaixar a calça e deixar a pica totalmente de fora. Me pega pelos cabelos e leva minha cabeça até a pica dele.

Luis: Agora chupa bem a minha pica, vagabunda.

- Ele começou a se mexer mais rápido em cima da minha pica, tenho certeza que ele tava imaginando e eu já tava todo duro

Flor: Não precisei ouvir duas vezes, comecei a chupar a pica dele e tentei enfiar tudo na boca, mas não conseguia, era grande. Num momento, eu levanto e ele me leva pra cama. Ele abre minhas pernas e quando tenta tirar minha calcinha fio dental, rasga ela e começa a passar a língua na minha buceta. Fico nua e acho que ele chupou meu corpo inteiro. Ele deitou na cama, abriu as pernas e mandou eu chupar a pica dele, num momento eu levanto as pernas e ele manda eu chupar o cu dele. Me excitava ele dar ordens. Num momento ele me joga na cama de bruços e sobe em cima de mim, foi enfiando a pica na minha buceta bem devagar e depois começou a me foder forte.

Luis: Tá gostando, vagabunda?

Flor: Sim, papai, me fode forte que eu gosto. Depois desse comentário, ele começou a dar tapas na minha bunda e eu sentia a pica dele entrando toda. Gozei umas duas vezes. Já não aguentava mais, então mandei ele deitar e comecei a Cavalgando ele. Você queria me comer, papi? Me come, sou uma puta de buceta. Ele mordeu meus mamilos e apertou minha bunda. Vi ele chupar o dedo e senti ele enfiando no meu cu. Não podia fazer nada, meu corpo tava no automático.

Luis: Isso, puta, comer sua bunda desde o primeiro dia que te vi.

- Flor se levantou, tirou a rola da buceta e vi ela pegar na minha, colocar na porta do cu e começar a sentar devagar.

Flor: Tava gozando igual uma louca, não conseguia negar nada. Senti um tempão ele enfiando os dedos no meu cu, até senti vários dedos entrando. Buceta, me come o cu. Ele me puxou pelo cabelo, me jogou na cama, segurou minhas pernas e me colocou na beirada, ouvi ele cuspir no meu cu e começar a lamber meu ânus, sentia a língua fervendo. Enfiou uns dedos e, de repente, sinto ele começando a meter a rola. Eu já queria ela dentro.

- Eu já tava certo de que ela tava imaginando, porque começou a enfiar a rola no cu e a se mexer mais forte.

Luis: Essa bunda é do papi, puta.

Flor: Começou a meter devagar até entrar toda, depois foi aumentando a velocidade, até começar a perfurar meu cu.

Luis: Amo sua bunda, puta.

Flor: Ele ficou me comendo o cu um tempão, até me segurar pelo corpo e falar:

Luis: Quieta, puta, que seu macho vai te marcar.

Flor: Não entendi, até ele ficar parado e eu sentir ele enchendo meu cu de porra. Adorei a sensação, amo sexo anal. Adoro sentir a porra escorrendo pelo cu.

- Quando ela me contou isso, eu não aguentei mais, segurei ela pela cintura e comecei a meter mais forte no cu dela. Desde que conheci ela, queria comer aquela bunda. Ela começou a gemer e eu não conseguia parar, parecia que tava possuído. Em uns minutos, enfiei tudo no cu dela e enchi de porra. Flor não se mexeu, como se esperasse sair até a última gota. Ela se virou e me viu diretamente, ela deu um sorriso lindo e me beijou, juro que foi o melhor beijo que já ganhei na vida. Eu sentia que a pica tava murchando e ela não se mexia, continuou me contando.

Flor: Ficamos um tempão na cama, fiquei chupando a pica dele e ele os peitos, e usei a palavra: buceta. Ele me passou o número e salvei como "Daina Cole", disse que queria continuar me comendo. Fomos tomar banho, lavei a pica dele e meu cu. Chamamos a Carla e às 5 saímos, todo mundo do hotel. Levamos o Mario pra casa dele e fomos na casa da Carla trocar de roupa. Me troquei no quarto deles. Quando terminei, falei pra Carla guardar minha roupa, pra usar quando sairmos. Luis, pegou na minha cabeça

Luis: Espera que minha pica ainda tem um pouco de porra.

Flor: Tirei a pica e ela tava dura, colocou na minha boca e comecei a chupar. Tinha a Carla na frente olhando a gente e fiquei ainda mais excitada. Daí a pouco ele segurou minha cabeça e falou que ia gozar, já entendi o que significava. Começou a gozar na minha boca, engoli tudo, amei. Limpei bem a pica dele e engoli toda a porra.

Carla: Gostou?

Flor: Sim, amei. Não sabia que podia ser tão puta.

Luis: A melhor!!!

Flor: Subimos no carro e a Carla me trouxe pra casa. No carro ficamos conversando que vamos sair sempre, pra ser comidas por desconhecidos. Eu disse que sim.

- Flor se levantou e caiu um monte de porra do cu, se ajoelhou e começou a chupar minha pica. Não sabia se era sonho ou realidade!!! Foi o melhor sexo que tive com a Flor desde que nos conhecemos. E se perguntarem, sim, ela continuou me fazendo de corno. Até comeu o instrutor da academia, mas isso é história pra outra hora.

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