Além de não ter dormido nada, no dia seguinte eu tinha que ir trabalhar no escritório de qualquer jeito. Considerando o que eu tinha encontrado no celular da Noelia, ter que ficar fora de casa tinha caído no pior momento. A cabeça não parava de girar, imaginando coisas cada vez piores com a Noelia sozinha em casa. Ela nunca foi o que se diz uma aventureira, pelo contrário. Sempre foi centrada e responsável. Teve uns namoradinhos desde os quinze anos, mas duraram pouco e, graças à confiança que ela tinha em mim, eu sabia que não tinham chegado a transar. Não me fazia muita graça que ela já tivesse namorados, mas também não podia ficar fazendo polícia com a minha filha.
Na real, não precisa ser um grande investigador ou um psicólogo brilhante pra perceber que no fundo o que eu sentia era raiva. Raiva porque aqueles dois namoradinhos que ela teve tinham aproveitado a Noelia, mesmo que um pouco, do jeito que eu queria ter aproveitado. Naquela noite, fuçando o celular dela, também vi outras conversas, mas não achei nada fora do normal com mais ninguém. Nem com amigas ou amigos. Era só com o Henrique que tinha rolado.
Sendo realista, mesmo sendo feio, também não era tão grave assim terem apalpado a bunda da minha filha. O que tornava aquilo terrível pra mim era a ideia de como podia ter sido o Henrique e, pior ainda, que a Noelia claramente tinha gostado. Sério? Com um cara daquele? Com o gordo careca e bonachão do Henrique? Não conseguia entender o que poderia atrair uma mina como ela num cara daquele. Talvez fosse só o fato de ele estar dando atenção pra ela de um jeito mais ou menos sexual, e poderia ser qualquer um. Ou talvez fosse outra coisa que eu não sabia.
O fato é que passei o dia todo no trabalho feito um lixo, com isso tudo comendo minha cabeça, sem conseguir me concentrar em nada além do que poderia estar rolando em casa. Tive sorte naquela noite graças ao meu sexto sentido de pai ou seja lá o que foi, que me fez fuçar o celular dela. Percebi isso cedo. Antes que fizessem algo mais pesado. Imagina se eu não tivesse verificado? E se eu não ligasse pras minhas paranóias e descartasse tudo porque "não podia ser"?
Tirei esses pensamentos da cabeça e não tive outra opção a não ser esperar o tempo passar a tarde toda. Pra ter certeza de que tava tudo bem, mandei umas mensagens bestas pra Noelia durante a tarde, pra ver se ela demorava a responder ou algo assim. Mas não, respondeu normal. Até onde eu sabia, não tava rolando nada, mas eu não ia ficar tranquilo até olhar o celular dela de novo.
Tava me perseguindo, me paranoicando pra caralho, e não conseguia parar. Mas alguma coisa nisso tudo me dava uma certa calma, pelo menos um pouco - já era sexta e Noelia tinha combinado de passar o fim de semana no sítio do pai da amiga dela, a Luciana. Ela ia se divertir, ia curtir e, o mais importante pra mim agora, pelo menos por uns dias não ia estar em casa perto do Enrique. Já era alguma coisa.
Voltei pra casa e tava tudo bem, pelo menos na aparência. A Noe tinha arrumado a casa e tava vendo TV de boa. Me cumprimentou numa boa e a gente conversou um pouco sobre as coisas que ela ia levar pro fim de semana no sítio. No fim, fui preparar o jantar e deixei ela lá. Ouvi ela desligar a TV e ir pro quarto dela, fechando a porta e colocando um som. Não era nada estranho, ela fazia isso direto. Eu não curtia muito a música que ela ouvia, então sempre pedia pra ela deixar mais baixo, ou usar fone, e fechar a porta pra não incomodar. Depois de um tempo, me aproximei devagar pra tentar ouvir se ela tava falando com alguém no telefone, do outro lado da porta, mas só ouvia a música dela.
Voltei a preparar o jantar e uns vinte minutos depois ela saiu do quarto. Veio até a cozinha, onde eu tava picando umas coisas e de olho na comida, pegar um copo de suco da Geladeira.
“Pai…”, ela disse enquanto fazia, “Comprou os biscoitos?”
“Hã? Que biscoitos?”
“Ué… pra amanhã. Pra levar na casa da Lu.”, ela me olhou, “Não sei se tem pra comprar por lá…”
“Como não vai ter, Noe?”, falei, “Você não tá indo pro deserto. É só pra Moreno.”
“Bom, não importa… Me dá dinheiro que vou no mercadinho?”
Entreguei umas notas, dizendo pra ela comprar também uma garrafa de refrigerante já que ia, e ela saiu sem mais. Claro que levou o celular, então não dava pra bisbilhotar, teria que esperar até a noite. Daqui a pouco voltou com as coisas. Me pareceu que tinha demorado… não muito mais que o normal, mas o suficiente pra notar o atraso. Falei pra ela.
“Ei, o que houve que demorou?”, perguntei olhando pra ela enquanto já tava servindo o jantar. Não vi nada diferente, ela respondeu super normal.
“É, encontrei a Caro e a mãe dela no mercado chinês. Ficamos batendo papo.”
“Foi no mercado chinês?”
“Sim, o mercadinho não tinha coca grande.”
Jantamos, vimos um pouco de TV por umas horas e finalmente, com um beijo, Noelia foi pro banheiro escovar os dentes e sumiu no quarto dela pra dormir. Já passava da meia-noite e no dia seguinte ela tinha que acordar cedo porque a amiga ia passar pra buscá-la. Esperei um tempo prudente. Talvez até demais, umas duas horas. Queria ter certeza de que ela já tava bem dormida pra fuçar o celular de novo.
Lá pelas duas da manhã entrei e fiz a mesma coisa da noite anterior, com o coração na boca pela clandestinidade de estar fazendo aquilo, violando a privacidade da minha filha, mas ainda mais pela ansiedade de ver o que ia encontrar lá.
Minhas pernas tremeram quando vi. Não tava preparado. Capturei o chat, mandei pro meu e-mail e apaguei as capturas, igual na noite anterior. Deixando o celular de novo no lugar e olhando pra Noelia que dormia tranquila, voltei pro meu quarto pra revisar tudo com calma. detenimento. Eu tinha me deparado com algo que precisava olhar com muito cuidado.


Claro, aconteceu, falei comigo mesmo puto. Aquela porra de pressentimento não tava errado. O Enrique comeu minha filha hoje à tarde… ou ela comeu ele. Não tava muito claro, já que quem aumentou o tom foi ela. Senti o sangue começando a ferver e a pica ficando dura só de imaginar a Noelia se beijando com o gordo Enrique em algum lugar do prédio. E as mãozonas do gordo aproveitando a bunda dela. O pior é que, tanto na minha imaginação incestuosa e pervertida quanto no que dava pra interpretar daquele chat, a Noelia tava gostando. Por que caralhos não podia ter sido eu?
A cereja nesse bolo de merda que eu tava engolindo veio depois. Mais adiante no chat. Pelo horário das mensagens, vi que eram quando eu já tava em casa, e isso explicou por que a Noelia tinha se trancado no quarto com a música dela e também por que demorou mais quando saiu pra comprar.










Essa conversa acabou de desmoronar tudo em mim. Não só meu humor, mas também todos os preconceitos que eu tinha há anos.
Pra começar, e jogado no chat assim de passagem, como quem não quer nada, descubro que a Noelia já não era mais virgem. Que com um dos dois namoradinhos dela já tinha feito, e eu nem sabia. E digo dois porque agora quero acreditar que foram só dois. Já não sabia mais onde pisava com a Noelia, o chão firme que eu achava que tinha com ela tremia como num terremoto.
Depois, o que era relacionado a ela. Se me faltava algo pra perceber que ela já não era mais uma menina, e que com certeza fazia tempo que não era, tinha sido aquele chat. Ela já era uma mulher jovem. Com seus desejos, suas necessidades sexuais e com personalidade suficiente pra ir lá e pegar o que queria. Nesse caso, a piroca grossa e larga do nosso porteiro. Ainda não conseguia entender o que ela via nele. Além do pauzão que o Enrique parecia ter, isso era algo que ela tinha descoberto só agora. Hoje. E a atração parecia vir de muito antes. Será que a Noelia se atraía por caras assim, fortes e parrudos? Muito mais velhos? Carecas? Gordos? Peludos? Tudo isso? Outra coisa? Não tinha como saber.
E a cereja do bolo, claro, foi o quanto ficou claro o que eles tinham feito. Com a desculpa de ir no chinês, a Noelia desceu pro porão chupar a piroca do porteiro. Não tinha uma explicação mais delicada ou diplomática. Se eu tivesse que me guiar só pelo que vi naquela conversa, assim que viu ele já ficou com vontade e se mandou pra fazer. E também, me guiando pelo que vi, parece que ela mandava bem e deixou o gordo bem satisfeito. Quanta experiência a Noelia já tinha?
O fato é que entre as fotos sexy que ela tinha mandado pro Enrique e minha própria imaginação já desenfreada, comecei a me masturbar como se estivesse possuído por alguma coisa. Pensando nas fotos, vendo elas uma e outra vez. Me imaginando a Noelia de joelhos no quartinho do subsolo, enchendo a boca daquela piroca grossa uma vez e outra até o Enrique gozar dentro. E os dois gemiam de prazer.
E o tempo todo pensando por que eu não podia estar no lugar do Enrique.
Na real, não precisa ser um grande investigador ou um psicólogo brilhante pra perceber que no fundo o que eu sentia era raiva. Raiva porque aqueles dois namoradinhos que ela teve tinham aproveitado a Noelia, mesmo que um pouco, do jeito que eu queria ter aproveitado. Naquela noite, fuçando o celular dela, também vi outras conversas, mas não achei nada fora do normal com mais ninguém. Nem com amigas ou amigos. Era só com o Henrique que tinha rolado.
Sendo realista, mesmo sendo feio, também não era tão grave assim terem apalpado a bunda da minha filha. O que tornava aquilo terrível pra mim era a ideia de como podia ter sido o Henrique e, pior ainda, que a Noelia claramente tinha gostado. Sério? Com um cara daquele? Com o gordo careca e bonachão do Henrique? Não conseguia entender o que poderia atrair uma mina como ela num cara daquele. Talvez fosse só o fato de ele estar dando atenção pra ela de um jeito mais ou menos sexual, e poderia ser qualquer um. Ou talvez fosse outra coisa que eu não sabia.
O fato é que passei o dia todo no trabalho feito um lixo, com isso tudo comendo minha cabeça, sem conseguir me concentrar em nada além do que poderia estar rolando em casa. Tive sorte naquela noite graças ao meu sexto sentido de pai ou seja lá o que foi, que me fez fuçar o celular dela. Percebi isso cedo. Antes que fizessem algo mais pesado. Imagina se eu não tivesse verificado? E se eu não ligasse pras minhas paranóias e descartasse tudo porque "não podia ser"?
Tirei esses pensamentos da cabeça e não tive outra opção a não ser esperar o tempo passar a tarde toda. Pra ter certeza de que tava tudo bem, mandei umas mensagens bestas pra Noelia durante a tarde, pra ver se ela demorava a responder ou algo assim. Mas não, respondeu normal. Até onde eu sabia, não tava rolando nada, mas eu não ia ficar tranquilo até olhar o celular dela de novo.
Tava me perseguindo, me paranoicando pra caralho, e não conseguia parar. Mas alguma coisa nisso tudo me dava uma certa calma, pelo menos um pouco - já era sexta e Noelia tinha combinado de passar o fim de semana no sítio do pai da amiga dela, a Luciana. Ela ia se divertir, ia curtir e, o mais importante pra mim agora, pelo menos por uns dias não ia estar em casa perto do Enrique. Já era alguma coisa.
Voltei pra casa e tava tudo bem, pelo menos na aparência. A Noe tinha arrumado a casa e tava vendo TV de boa. Me cumprimentou numa boa e a gente conversou um pouco sobre as coisas que ela ia levar pro fim de semana no sítio. No fim, fui preparar o jantar e deixei ela lá. Ouvi ela desligar a TV e ir pro quarto dela, fechando a porta e colocando um som. Não era nada estranho, ela fazia isso direto. Eu não curtia muito a música que ela ouvia, então sempre pedia pra ela deixar mais baixo, ou usar fone, e fechar a porta pra não incomodar. Depois de um tempo, me aproximei devagar pra tentar ouvir se ela tava falando com alguém no telefone, do outro lado da porta, mas só ouvia a música dela.
Voltei a preparar o jantar e uns vinte minutos depois ela saiu do quarto. Veio até a cozinha, onde eu tava picando umas coisas e de olho na comida, pegar um copo de suco da Geladeira.
“Pai…”, ela disse enquanto fazia, “Comprou os biscoitos?”
“Hã? Que biscoitos?”
“Ué… pra amanhã. Pra levar na casa da Lu.”, ela me olhou, “Não sei se tem pra comprar por lá…”
“Como não vai ter, Noe?”, falei, “Você não tá indo pro deserto. É só pra Moreno.”
“Bom, não importa… Me dá dinheiro que vou no mercadinho?”
Entreguei umas notas, dizendo pra ela comprar também uma garrafa de refrigerante já que ia, e ela saiu sem mais. Claro que levou o celular, então não dava pra bisbilhotar, teria que esperar até a noite. Daqui a pouco voltou com as coisas. Me pareceu que tinha demorado… não muito mais que o normal, mas o suficiente pra notar o atraso. Falei pra ela.
“Ei, o que houve que demorou?”, perguntei olhando pra ela enquanto já tava servindo o jantar. Não vi nada diferente, ela respondeu super normal.
“É, encontrei a Caro e a mãe dela no mercado chinês. Ficamos batendo papo.”
“Foi no mercado chinês?”
“Sim, o mercadinho não tinha coca grande.”
Jantamos, vimos um pouco de TV por umas horas e finalmente, com um beijo, Noelia foi pro banheiro escovar os dentes e sumiu no quarto dela pra dormir. Já passava da meia-noite e no dia seguinte ela tinha que acordar cedo porque a amiga ia passar pra buscá-la. Esperei um tempo prudente. Talvez até demais, umas duas horas. Queria ter certeza de que ela já tava bem dormida pra fuçar o celular de novo.
Lá pelas duas da manhã entrei e fiz a mesma coisa da noite anterior, com o coração na boca pela clandestinidade de estar fazendo aquilo, violando a privacidade da minha filha, mas ainda mais pela ansiedade de ver o que ia encontrar lá.
Minhas pernas tremeram quando vi. Não tava preparado. Capturei o chat, mandei pro meu e-mail e apaguei as capturas, igual na noite anterior. Deixando o celular de novo no lugar e olhando pra Noelia que dormia tranquila, voltei pro meu quarto pra revisar tudo com calma. detenimento. Eu tinha me deparado com algo que precisava olhar com muito cuidado.



Claro, aconteceu, falei comigo mesmo puto. Aquela porra de pressentimento não tava errado. O Enrique comeu minha filha hoje à tarde… ou ela comeu ele. Não tava muito claro, já que quem aumentou o tom foi ela. Senti o sangue começando a ferver e a pica ficando dura só de imaginar a Noelia se beijando com o gordo Enrique em algum lugar do prédio. E as mãozonas do gordo aproveitando a bunda dela. O pior é que, tanto na minha imaginação incestuosa e pervertida quanto no que dava pra interpretar daquele chat, a Noelia tava gostando. Por que caralhos não podia ter sido eu?A cereja nesse bolo de merda que eu tava engolindo veio depois. Mais adiante no chat. Pelo horário das mensagens, vi que eram quando eu já tava em casa, e isso explicou por que a Noelia tinha se trancado no quarto com a música dela e também por que demorou mais quando saiu pra comprar.











Essa conversa acabou de desmoronar tudo em mim. Não só meu humor, mas também todos os preconceitos que eu tinha há anos.Pra começar, e jogado no chat assim de passagem, como quem não quer nada, descubro que a Noelia já não era mais virgem. Que com um dos dois namoradinhos dela já tinha feito, e eu nem sabia. E digo dois porque agora quero acreditar que foram só dois. Já não sabia mais onde pisava com a Noelia, o chão firme que eu achava que tinha com ela tremia como num terremoto.
Depois, o que era relacionado a ela. Se me faltava algo pra perceber que ela já não era mais uma menina, e que com certeza fazia tempo que não era, tinha sido aquele chat. Ela já era uma mulher jovem. Com seus desejos, suas necessidades sexuais e com personalidade suficiente pra ir lá e pegar o que queria. Nesse caso, a piroca grossa e larga do nosso porteiro. Ainda não conseguia entender o que ela via nele. Além do pauzão que o Enrique parecia ter, isso era algo que ela tinha descoberto só agora. Hoje. E a atração parecia vir de muito antes. Será que a Noelia se atraía por caras assim, fortes e parrudos? Muito mais velhos? Carecas? Gordos? Peludos? Tudo isso? Outra coisa? Não tinha como saber.
E a cereja do bolo, claro, foi o quanto ficou claro o que eles tinham feito. Com a desculpa de ir no chinês, a Noelia desceu pro porão chupar a piroca do porteiro. Não tinha uma explicação mais delicada ou diplomática. Se eu tivesse que me guiar só pelo que vi naquela conversa, assim que viu ele já ficou com vontade e se mandou pra fazer. E também, me guiando pelo que vi, parece que ela mandava bem e deixou o gordo bem satisfeito. Quanta experiência a Noelia já tinha?
O fato é que entre as fotos sexy que ela tinha mandado pro Enrique e minha própria imaginação já desenfreada, comecei a me masturbar como se estivesse possuído por alguma coisa. Pensando nas fotos, vendo elas uma e outra vez. Me imaginando a Noelia de joelhos no quartinho do subsolo, enchendo a boca daquela piroca grossa uma vez e outra até o Enrique gozar dentro. E os dois gemiam de prazer.
E o tempo todo pensando por que eu não podia estar no lugar do Enrique.
4 comentários - Padre e Homem - Parte 2
Pero el gordo ni tan macizo está. Dos golpes y listo, uno en las bolas si eres demasiado enano y otro en la tráquea para frenarlo en seco. Pero, cada quien con lo que puede y sabe.
¿Que situación preferiría en su lugar? Mi respuesta es clara, pero ¿Usted, que lee est?