Parte 1http://m.poringa.net/posts/relatos/5949086/Yoga-con-la-mami-del-jardin.htmlparte 2http://m.poringa.net/posts/relatos/5949734/Yoga-con-la-mami-del-jardin-2.htmlparte 3http://m.poringa.net/posts/relatos/5951102/Yoga-con-la-mami-del-jardin-3.htmlparte 4http://m.poringa.net/posts/relatos/5952002/Yoga-con-la-mami-del-jardin-4.html
O corredor estava mal iluminado pela luz quentinha que vinha da sala. Clara andava descalça sobre a madeira fria. Fabián pegou na mão dela com uma suavidade que a desarmou. Não tinha pressa no gesto dele, mas sim uma certeza: a de quem sabe exatamente pra onde vai. Ela o seguia, um passo atrás, sentindo o corpo tremer por dentro. O vinho, o desejo, o que acabara de ver. Tudo se misturava. Marco e Agustina ainda estavam na cabeça dela. Aquela imagem não a largava. Mas agora, o que tinha na frente — o que vinha — era outra parada. Algo mais escuro, mais físico, mais real. E desconhecido. Fabián abriu a porta com uma mão só, sem soltar ela. O quarto estava na penumbra, mal iluminado por um abajur baixo na mesa de cabeceira. Clara entrou. Parou. Respirou fundo. Fabián fechou a porta atrás deles. O mundo ficou lá fora. A porta se fechou com um clique suave, e o som, leve como foi, pareceu ecoar na cabeça de Clara. Fabián a guiava com firmeza, uma mão na base das costas dela, como se mostrasse não só o caminho, mas também que não tinha mais volta. Ela se virou pra olhar pra ele. Não disse nada. Fabián também não. Só a observou, com aquele olhar dele que parecia despí-la sem pressa. Aquela pausa a excitava. Ela sentia o pulso descontrolado nos pulsos, no pescoço, entre as pernas. Clara sentiu um calor subindo do estômago. Fabián pensou: É minha. Mas não como posse. Não como conquista. Minha no sentido mais profundo: é agora, é comigo, a mamãe divina e atenta, que tinha olhado com luxúria disfarçada tantas vezes na porta do jardim de infância, finalmente se entregava pra ele.
Ele acariciou a bochecha dela. Clara fechou os olhos. —Tem certeza? —perguntou ele, bem perto. Ela assentiu, quase nada. —Isso não é fácil, só estive com o Marco, sabe —sussurrou, quase sem ar. Fabián sentiu algo acender no peito. Não era só desejo. Era fome. Fascinação. O orgulho feroz de ser o segundo. O que ia bagunçar ela. O que ia ensinar algo que ela nem sabia que podia querer. Ele afastou uma mecha de cabelo e beijou a têmpora dela. Clara tremeu. Não era um beijo de ternura. Era um aviso. —Então vamos devagar —disse ele, mas a voz tinha gume—. Mas não prometo ser suave o tempo todo. Clara riu nervosa, engolindo seco. Se sentiu pequena. Exposta. Mas também poderosa. Desejada. Como nunca antes. Fabián segurou ela pela cintura, puxou pra perto. O corpo dele era diferente do do Marco. Maior. Mais duro. Mais invasivo. Clara sentiu o volume dele contra ela, inteiro, e gemeu. —Quero ver você sucumbir —falou ele, quase no ouvido—. Quero ser o responsável. Fabián levantou o queixo dela com dois dedos. —Você é tão gostosa assim. Tremendo. Duvidando. Molhada. Clara engoliu seco. Não sabia como ele sabia, mas sim, ela tava. Como nunca. Ele beijou ela sem aviso, fundo, com uma língua morna, dominante, que fez ela gemer desde o primeiro toque. Segurou ela pela nuca com uma mão enquanto com a outra percorria as costas dela, descendo devagar, pegando cada curva, apertando ela contra o pau dele, quente. Clara sentiu a ereção dele, proeminente, enorme, mais do que ela conhecia. Muito mais. O corpo dela reagiu com um espasmo suave. As bocas se encontraram com fome contida, e ela se agarrou nos ombros dele, como se tivesse medo de cair. A língua do Fabián era mais atrapalhada que a do Marco, mas mais segura, como se soubesse exatamente o que fazer pra abalar ela. As mãos dele exploraram ela como se já conhecessem. Clara tinha um fogo que nascia de baixo e subia, violento, quente, elétrico. Ela tremeu. Ele guiou ela até a cama sem soltar. Cada passo era uma rendição. Clara sentia que algo nela estava se abrindo. Algo que ela não sabia que existia. Ele sentou ela na beira da cama e se ajoelhou na frente dela. Segurou os tornozelos dela com firmeza e deslizou lentamente as mãos pelas panturrilhas, coxas, até parar bem antes de tocar a barra do vestido. Clara prendeu a respiração. Fabián levantou o tecido com as duas mãos e foi despindo ela como se desembrulhasse algo sagrado. Ela não disse nada. Só levantou os braços. Deixou ele fazer. Ficou nua com o calor colado na pele, o coração acelerado, os bicos dos peitos duros pelo contraste entre o ar e o desejo. A calcinha dela estava molhada. Ele cheirou a calcinha com um gesto, sem tirar os olhos dela. Fabián beijou ela na parte interna da coxa. Uma vez. Duas. Bem perto da buceta. Clara se arqueou de leve, apertou as coxas por um segundo, mas depois relaxou abrindo elas como uma oferenda. Ele chupou a buceta dela por cima da calcinha como um beijo faminto. Devagar, profundo, sem piedade. Clara jogou a cabeça pra trás e levou as mãos aos peitos, sem pensar. Soltou um grito abafado, com um som animal. Ele segurava ela pelos quadris, guiando ela até o limite. Fabián lambeu ela puxando só um pouco a calcinha, como se não tivesse pressa. E não tinha. Murmurava coisas que ela mal entendia, palavras sobre o corpo dela, sobre como sabia que era a primeira vez que alguém diferente chupava a buceta dela daquele jeito. Ele era tão diferente do Marco. Mais sombrio nos movimentos. Mais calmo. Olhava ela de baixo enquanto chupava, e Clara sentia que aquele contato tinha outra intenção: não só fazer ela gozar, mas marcar ela. Desmontar ela. – Você gosta disso? – Você tá me deixando louca. Clara se arqueou com um gemido quebrado, sem coordenação. Foi um orgasmo longo, feroz, molhado. Um que Marco nunca tinha provocado com a língua. Um que partiu ela ao meio. Quando Fabián se ergueu sobre ela e tirou o que restava de roupa, Clara viu ele completo. Portentoso. Pesado. O pau enorme dele se erguia como um totem. A A comparação foi instantânea. Era de um tamanho exuberante. Venosa, grossa. A glande brilhosa apontava orgulhosa pra cima, impondo respeito. O corpo dela reagiu sozinho, com uma mistura de medo e desejo. Ela queria ele dentro. Ela queria ele dentro porque precisava saber como era ter aquela pica majestosa dentro dela. Quando ele a empurrou suavemente pra trás na cama, quando subiu sobre ela e beijou sua boca com fome, Clara parou de pensar. Parou de medir. Parou de ser a Clara que conhecia. Fabián a cobria com o corpo dele, mais largo, mais pesado, mais firme que o de Marco. Tinha algo quase avassalador no jeito que ele a tocava: não pedia, ele tomava. Não buscava permissão, buscava profundidade. Ele a beijou devagar, com uma língua segura, dominante, enquanto uma das mãos descia pela lateral do corpo de Clara até agarrar sua cintura com força. Ela respondeu com um gemido baixo, involuntário, como se o corpo dela falasse antes da mente. Envolveu a nuca dele, as coxas se abriram por reflexo. Sentia a pele em brasa. O contato do volume duro dele sobre o púbis dela a enlouquecia. Tudo era diferente: a textura, o ritmo, a intensidade. Fabián deslizava a mão por baixo da calcinha fio dental dela, que tinha ficado elegantemente puxada pro lado, sem pressa, sentindo ela. Quando ele tocou, Clara ofegou. Olhou pra ele com os olhos redondos e pretos, úmidos, brilhosos, como se naquele instante entendesse que finalmente estava acontecendo. Que o que ele estava fazendo ia mudar tudo. Que ele já estava marcando ela. Fabián finalmente afastou a calcinha dela com um só dedo e deslizou a ponta da pica dele contra os lábios úmidos dela num vai e vem, como se buscasse passagem. Ele penetrou devagar. Primeiro só a glande, molhou mais ela. Foi abrindo ela com paciência. E quando finalmente entrou toda, tudo nela mudou. O jeito que ela respirava. A tensão nos músculos dela. O tremor da barriga dela. Era maior, mais profundo. Preenchia ela de outro jeito. Habitava ela diferente. Essa buceta mudava. de forma. O velho molde se quebrava com a estrutura exata do pau do marido dela. Se esticava. Se abria pra um mundo novo. As paredes mornas, embora molhadas, pareciam estreitas, apertadas, agarradas naquela pica monumental que abria caminho. Até o fundo. —Fabián… —Me fala que você tá gostando —ele pediu, se movendo devagar, fundo, empurrando cada vez com mais facilidade. —Você… você tá me partindo no meio —gemeu ela, entre lágrimas de prazer e choque. Ele beijou ela com força, com orgulho. Agarrou ela pela cintura e começou a meter com ritmo firme. Cada entrada era uma explosão nova. Clara se agarrava aos lençóis, ao pescoço dele, à voz dele, a qualquer coisa que a mantivesse à tona. Fabián gemia contra o pescoço dela enquanto metia com força, com ritmo. Não era ternura. Era algo mais cru. Mais animal. Mas também mais íntimo. Porque ele sabia. Sabia o que tava fazendo. Que tava escrevendo uma página nova no corpo dela. E isso excitava ele. Fabián fez ela virar. Levantou o quadril dela. Meteu por trás com uma ternura brutal. Nessa posição, Clara gritou. Sentiu o corpo inteiro se abrindo. Nunca ninguém tinha comido ela daquele jeito. Sentiu que agora era a vez dela, que tava recebendo o que tinha visto na Agustina, e até mais. Nunca ninguém tinha feito ela se sentir tão… usada. E tão viva. —Agora sim —ele disse— Assim que eu queria você. Ela virou de lado por um instante e conseguiu olhar pra ele. Fabián tava possuído, extasiado. —É? Você é um sem-vergonha, Fabián. Tá me comendo gostoso pra caralho. —Olha só que putinha que você é —ele disse quando ela tava quase gozando de novo. E Clara, em vez de negar, confirmou com outro orgasmo, um mais bruto, mais urgente, mais escandaloso. Gritou o nome dele, mesmo tentando não gritar. Se deixou arrasar. Se deixou levar. Se abandonou no ritmo dele, na dor gostosa, na vergonha que queimava como brasa doce. Gozou com um grito. E de novo. E de novo. Até que perdeu a conta de quantas vezes. Fabián gozou dentro dela com um rugido grave, selvagem, agarrando ela como se fosse dele. Quando tudo acabou, Ficaram enroscados, ofegantes, suados. Clara não conseguia falar. Fabián acariciou o cabelo dela e beijou sua nuca. —Você é muito gostosa—disse ele, sorrindo contra a pele dela—Sempre, mas assim, desmontada, mais ainda. E ela não pôde negar. Porque já não era mais a mesma. OS QUE ME CRITICAVAM POR ESCREVER “LITERATURA DEMAIS” TÊM AQUI UM CAPÍTULO INTEIRO SÓ DE SEXO. APROVEITEM. Ps: Essa saga pode terminar aqui. Ou não. Depende de vocês. COMENTEM, VOCÊS SABEM. Parte 6http://m.poringa.net/posts/relatos/5955272/Yoga-con-la-mami-del-jardin-6.html
O corredor estava mal iluminado pela luz quentinha que vinha da sala. Clara andava descalça sobre a madeira fria. Fabián pegou na mão dela com uma suavidade que a desarmou. Não tinha pressa no gesto dele, mas sim uma certeza: a de quem sabe exatamente pra onde vai. Ela o seguia, um passo atrás, sentindo o corpo tremer por dentro. O vinho, o desejo, o que acabara de ver. Tudo se misturava. Marco e Agustina ainda estavam na cabeça dela. Aquela imagem não a largava. Mas agora, o que tinha na frente — o que vinha — era outra parada. Algo mais escuro, mais físico, mais real. E desconhecido. Fabián abriu a porta com uma mão só, sem soltar ela. O quarto estava na penumbra, mal iluminado por um abajur baixo na mesa de cabeceira. Clara entrou. Parou. Respirou fundo. Fabián fechou a porta atrás deles. O mundo ficou lá fora. A porta se fechou com um clique suave, e o som, leve como foi, pareceu ecoar na cabeça de Clara. Fabián a guiava com firmeza, uma mão na base das costas dela, como se mostrasse não só o caminho, mas também que não tinha mais volta. Ela se virou pra olhar pra ele. Não disse nada. Fabián também não. Só a observou, com aquele olhar dele que parecia despí-la sem pressa. Aquela pausa a excitava. Ela sentia o pulso descontrolado nos pulsos, no pescoço, entre as pernas. Clara sentiu um calor subindo do estômago. Fabián pensou: É minha. Mas não como posse. Não como conquista. Minha no sentido mais profundo: é agora, é comigo, a mamãe divina e atenta, que tinha olhado com luxúria disfarçada tantas vezes na porta do jardim de infância, finalmente se entregava pra ele.
Ele acariciou a bochecha dela. Clara fechou os olhos. —Tem certeza? —perguntou ele, bem perto. Ela assentiu, quase nada. —Isso não é fácil, só estive com o Marco, sabe —sussurrou, quase sem ar. Fabián sentiu algo acender no peito. Não era só desejo. Era fome. Fascinação. O orgulho feroz de ser o segundo. O que ia bagunçar ela. O que ia ensinar algo que ela nem sabia que podia querer. Ele afastou uma mecha de cabelo e beijou a têmpora dela. Clara tremeu. Não era um beijo de ternura. Era um aviso. —Então vamos devagar —disse ele, mas a voz tinha gume—. Mas não prometo ser suave o tempo todo. Clara riu nervosa, engolindo seco. Se sentiu pequena. Exposta. Mas também poderosa. Desejada. Como nunca antes. Fabián segurou ela pela cintura, puxou pra perto. O corpo dele era diferente do do Marco. Maior. Mais duro. Mais invasivo. Clara sentiu o volume dele contra ela, inteiro, e gemeu. —Quero ver você sucumbir —falou ele, quase no ouvido—. Quero ser o responsável. Fabián levantou o queixo dela com dois dedos. —Você é tão gostosa assim. Tremendo. Duvidando. Molhada. Clara engoliu seco. Não sabia como ele sabia, mas sim, ela tava. Como nunca. Ele beijou ela sem aviso, fundo, com uma língua morna, dominante, que fez ela gemer desde o primeiro toque. Segurou ela pela nuca com uma mão enquanto com a outra percorria as costas dela, descendo devagar, pegando cada curva, apertando ela contra o pau dele, quente. Clara sentiu a ereção dele, proeminente, enorme, mais do que ela conhecia. Muito mais. O corpo dela reagiu com um espasmo suave. As bocas se encontraram com fome contida, e ela se agarrou nos ombros dele, como se tivesse medo de cair. A língua do Fabián era mais atrapalhada que a do Marco, mas mais segura, como se soubesse exatamente o que fazer pra abalar ela. As mãos dele exploraram ela como se já conhecessem. Clara tinha um fogo que nascia de baixo e subia, violento, quente, elétrico. Ela tremeu. Ele guiou ela até a cama sem soltar. Cada passo era uma rendição. Clara sentia que algo nela estava se abrindo. Algo que ela não sabia que existia. Ele sentou ela na beira da cama e se ajoelhou na frente dela. Segurou os tornozelos dela com firmeza e deslizou lentamente as mãos pelas panturrilhas, coxas, até parar bem antes de tocar a barra do vestido. Clara prendeu a respiração. Fabián levantou o tecido com as duas mãos e foi despindo ela como se desembrulhasse algo sagrado. Ela não disse nada. Só levantou os braços. Deixou ele fazer. Ficou nua com o calor colado na pele, o coração acelerado, os bicos dos peitos duros pelo contraste entre o ar e o desejo. A calcinha dela estava molhada. Ele cheirou a calcinha com um gesto, sem tirar os olhos dela. Fabián beijou ela na parte interna da coxa. Uma vez. Duas. Bem perto da buceta. Clara se arqueou de leve, apertou as coxas por um segundo, mas depois relaxou abrindo elas como uma oferenda. Ele chupou a buceta dela por cima da calcinha como um beijo faminto. Devagar, profundo, sem piedade. Clara jogou a cabeça pra trás e levou as mãos aos peitos, sem pensar. Soltou um grito abafado, com um som animal. Ele segurava ela pelos quadris, guiando ela até o limite. Fabián lambeu ela puxando só um pouco a calcinha, como se não tivesse pressa. E não tinha. Murmurava coisas que ela mal entendia, palavras sobre o corpo dela, sobre como sabia que era a primeira vez que alguém diferente chupava a buceta dela daquele jeito. Ele era tão diferente do Marco. Mais sombrio nos movimentos. Mais calmo. Olhava ela de baixo enquanto chupava, e Clara sentia que aquele contato tinha outra intenção: não só fazer ela gozar, mas marcar ela. Desmontar ela. – Você gosta disso? – Você tá me deixando louca. Clara se arqueou com um gemido quebrado, sem coordenação. Foi um orgasmo longo, feroz, molhado. Um que Marco nunca tinha provocado com a língua. Um que partiu ela ao meio. Quando Fabián se ergueu sobre ela e tirou o que restava de roupa, Clara viu ele completo. Portentoso. Pesado. O pau enorme dele se erguia como um totem. A A comparação foi instantânea. Era de um tamanho exuberante. Venosa, grossa. A glande brilhosa apontava orgulhosa pra cima, impondo respeito. O corpo dela reagiu sozinho, com uma mistura de medo e desejo. Ela queria ele dentro. Ela queria ele dentro porque precisava saber como era ter aquela pica majestosa dentro dela. Quando ele a empurrou suavemente pra trás na cama, quando subiu sobre ela e beijou sua boca com fome, Clara parou de pensar. Parou de medir. Parou de ser a Clara que conhecia. Fabián a cobria com o corpo dele, mais largo, mais pesado, mais firme que o de Marco. Tinha algo quase avassalador no jeito que ele a tocava: não pedia, ele tomava. Não buscava permissão, buscava profundidade. Ele a beijou devagar, com uma língua segura, dominante, enquanto uma das mãos descia pela lateral do corpo de Clara até agarrar sua cintura com força. Ela respondeu com um gemido baixo, involuntário, como se o corpo dela falasse antes da mente. Envolveu a nuca dele, as coxas se abriram por reflexo. Sentia a pele em brasa. O contato do volume duro dele sobre o púbis dela a enlouquecia. Tudo era diferente: a textura, o ritmo, a intensidade. Fabián deslizava a mão por baixo da calcinha fio dental dela, que tinha ficado elegantemente puxada pro lado, sem pressa, sentindo ela. Quando ele tocou, Clara ofegou. Olhou pra ele com os olhos redondos e pretos, úmidos, brilhosos, como se naquele instante entendesse que finalmente estava acontecendo. Que o que ele estava fazendo ia mudar tudo. Que ele já estava marcando ela. Fabián finalmente afastou a calcinha dela com um só dedo e deslizou a ponta da pica dele contra os lábios úmidos dela num vai e vem, como se buscasse passagem. Ele penetrou devagar. Primeiro só a glande, molhou mais ela. Foi abrindo ela com paciência. E quando finalmente entrou toda, tudo nela mudou. O jeito que ela respirava. A tensão nos músculos dela. O tremor da barriga dela. Era maior, mais profundo. Preenchia ela de outro jeito. Habitava ela diferente. Essa buceta mudava. de forma. O velho molde se quebrava com a estrutura exata do pau do marido dela. Se esticava. Se abria pra um mundo novo. As paredes mornas, embora molhadas, pareciam estreitas, apertadas, agarradas naquela pica monumental que abria caminho. Até o fundo. —Fabián… —Me fala que você tá gostando —ele pediu, se movendo devagar, fundo, empurrando cada vez com mais facilidade. —Você… você tá me partindo no meio —gemeu ela, entre lágrimas de prazer e choque. Ele beijou ela com força, com orgulho. Agarrou ela pela cintura e começou a meter com ritmo firme. Cada entrada era uma explosão nova. Clara se agarrava aos lençóis, ao pescoço dele, à voz dele, a qualquer coisa que a mantivesse à tona. Fabián gemia contra o pescoço dela enquanto metia com força, com ritmo. Não era ternura. Era algo mais cru. Mais animal. Mas também mais íntimo. Porque ele sabia. Sabia o que tava fazendo. Que tava escrevendo uma página nova no corpo dela. E isso excitava ele. Fabián fez ela virar. Levantou o quadril dela. Meteu por trás com uma ternura brutal. Nessa posição, Clara gritou. Sentiu o corpo inteiro se abrindo. Nunca ninguém tinha comido ela daquele jeito. Sentiu que agora era a vez dela, que tava recebendo o que tinha visto na Agustina, e até mais. Nunca ninguém tinha feito ela se sentir tão… usada. E tão viva. —Agora sim —ele disse— Assim que eu queria você. Ela virou de lado por um instante e conseguiu olhar pra ele. Fabián tava possuído, extasiado. —É? Você é um sem-vergonha, Fabián. Tá me comendo gostoso pra caralho. —Olha só que putinha que você é —ele disse quando ela tava quase gozando de novo. E Clara, em vez de negar, confirmou com outro orgasmo, um mais bruto, mais urgente, mais escandaloso. Gritou o nome dele, mesmo tentando não gritar. Se deixou arrasar. Se deixou levar. Se abandonou no ritmo dele, na dor gostosa, na vergonha que queimava como brasa doce. Gozou com um grito. E de novo. E de novo. Até que perdeu a conta de quantas vezes. Fabián gozou dentro dela com um rugido grave, selvagem, agarrando ela como se fosse dele. Quando tudo acabou, Ficaram enroscados, ofegantes, suados. Clara não conseguia falar. Fabián acariciou o cabelo dela e beijou sua nuca. —Você é muito gostosa—disse ele, sorrindo contra a pele dela—Sempre, mas assim, desmontada, mais ainda. E ela não pôde negar. Porque já não era mais a mesma. OS QUE ME CRITICAVAM POR ESCREVER “LITERATURA DEMAIS” TÊM AQUI UM CAPÍTULO INTEIRO SÓ DE SEXO. APROVEITEM. Ps: Essa saga pode terminar aqui. Ou não. Depende de vocês. COMENTEM, VOCÊS SABEM. Parte 6http://m.poringa.net/posts/relatos/5955272/Yoga-con-la-mami-del-jardin-6.html
5 comentários - Yoga con la mami del jardín (5)
Seguí así y no le des bola a los que critican.