Claramente o relacionamento acabou. Contexto: eu tinha um amigão, conhecia a família, a parceira dele também, e eu morava a um quarteirão da minha casa. Ele trabalhava no campo, então ficava três dias fora, voltava, passava uns dias e assim ia. Uma tarde, a namorada dele foi lá em casa porque se dava bem com a minha mãe, eu também me dava super bem com ela, então acabou ficando pra jantar e comentou que o relacionamento com o "Facu" não ia bem, tinha confiança pra contar. Eu não quis saber muito e deixei ela batendo papo com a minha mãe. Depois voltei e notei que ela ficava me olhando, fazendo piadas pra mim e aquelas coisinhas que claramente nunca rolavam antes. Quando ela foi pra casa, falei com a minha mãe — só pra constar, minha mãe adora o Facu porque conhecemos ele há muito tempo.
- E aí, mãe? Tudo mal com a Cami e o Facu?
- Ah, sim. Tudo mal, coitada da Cami. Parece que ele tá com outra mina. Ela tá mal, coitada, imagina.
- Uhhh, então tá tudo ferrado.
- Sim, filho.
- Não sei, mas hoje ela me olhou pra caralho. Estranho!
- Você acha? Não seja besta. Mas ela tava alegre, foi a cerveja.
- Hummm, sei não. Mas de boa, talvez eu que tenha viajado!
- É, não acho que ela ia se jogar.
- Não, também não. Já foi, mãe.
- É, já foi. O negócio é que parece que eles vão se separar. Era doido porque estavam juntos há muito tempo e foi uma surpresa.
Resumindo, não me enganei. Entrei no Facebook pelo PC e na hora ela me chamou!
- Fiquei com uma vontade danada de mais uma cerveja.
E aí eu pensei: viu só, eu sabia. Nunca tinha me chamado nas redes.
- Quer afogar as mágoas? Minha mãe me contou do Facu, que merda, fiquei chocado. Você tá bem?
- Ah, sim. Eu precisava encher a cara. É, mano, ele quer se separar e, você sabe, se ele tá com outra, o que eu vou fazer?
- Não sei o que te dizer.
- Nada, Estu. Já foi. Valeu mesmo. Tô bem, já sei disso há algumas semanas.
- UFF, que merda. Compra uma cerveja e já era.
- É, já era. Vem tomar comigo, até porque o outro foi embora hoje, não volta até segunda.
- Naaa, não dá, Cami. Iria me sentir estranho!
- Ah, desculpa, esqueci que Sou seu amigo. — Sim, por isso fiquei mal com a notícia. Não sabia de nada! E com razão ele tava vindo pouco também. Sei lá, bom Cami, vou nessa. Se cuida e qualquer coisa a gente fala! No dia seguinte ela foi de novo em casa e, como eu disse, normal. Tava sozinha, ia direto, então de boa. A gente se cumprimentou e ela entrou, falei que minha mãe não tava e que não sabia quando voltava. Ela já sabia porque tavam trocando mensagens! — Já sei, ela vem mais tarde, me disse. Tá me escrevendo, faz um tereré. Tô entediada sozinha em casa! — Ué, de boa, você prepara. Eu tava pelado e de sunga, tava um calorão. A Cami era alta e grandona, não era gorda, era grandona. Tinha uns peitões e uma bunda linda também, uma morena que chama atenção e simpática, sempre andava de coque e se você cruzasse com ela, virava pra olhar. Fui fazer o tereré e umas bolachas, quando voltei pra sala ela tava de biquíni, ou seja, só a parte de cima. Tava de short jeans e uma regata branca que tinha tirado. — Desculpa, tá um calor. Não te incomoda, né? É o biquíni. Dava pra ver os peitos juntos, empinados e apertados do jeito que ela tinha ajustado aquele biquíni, e afinal era verão. Toda mina andava assim. Disfarçando, olhei claro, já dava pra ver que ela queria mais, mas eu tava meio negado. Ela me contou sobre a traição, que viu as mensagens, que ele não negou e tal. — É um filho da puta, não valorizou nada, ainda mais por uma novinha qualquer. Será que eu tão ruim assim? Para com isso. A novinha era gostosa e mais nova também, haja, mas a Cami era melhor! — Não, puta que pariu, falei eu, que punheteiro. — Ele se excitou com a mina, vai se arrepender, lembra do que eu tô falando. — Com certeza, Cami. — Olha que aquela vai chupar o pau dele igual eu. Que raiva que me dá. Eu ignorei o comentário dela, maaaaas já tava curioso. — Esquece, vaca, já foi agora. — É, já foi, amanhã na balada, vou sair pra arrasar. — Isso aí, não dá o gosto de te deixar pra baixo. — Nem fodendo. A gente continuou conversando por um tempão. De bobagens, rindo. Até jogamos videogame e a minha mãe nunca chegou, e eu tinha que treinar. — Cami, se quiser, fica, eu tenho que ir pro clube. — Ah, pra malhar o corpo pras minas, e riu. — E pra elas olharem, né. — Tá, vai então, amanhã eu venho tomar umas cervejas antes de sair. — Fechou, compro então. Vem. Tchau, até mais — e o beijo foi bem perto da boca! Continua.
- E aí, mãe? Tudo mal com a Cami e o Facu?
- Ah, sim. Tudo mal, coitada da Cami. Parece que ele tá com outra mina. Ela tá mal, coitada, imagina.
- Uhhh, então tá tudo ferrado.
- Sim, filho.
- Não sei, mas hoje ela me olhou pra caralho. Estranho!
- Você acha? Não seja besta. Mas ela tava alegre, foi a cerveja.
- Hummm, sei não. Mas de boa, talvez eu que tenha viajado!
- É, não acho que ela ia se jogar.
- Não, também não. Já foi, mãe.
- É, já foi. O negócio é que parece que eles vão se separar. Era doido porque estavam juntos há muito tempo e foi uma surpresa.
Resumindo, não me enganei. Entrei no Facebook pelo PC e na hora ela me chamou!
- Fiquei com uma vontade danada de mais uma cerveja.
E aí eu pensei: viu só, eu sabia. Nunca tinha me chamado nas redes.
- Quer afogar as mágoas? Minha mãe me contou do Facu, que merda, fiquei chocado. Você tá bem?
- Ah, sim. Eu precisava encher a cara. É, mano, ele quer se separar e, você sabe, se ele tá com outra, o que eu vou fazer?
- Não sei o que te dizer.
- Nada, Estu. Já foi. Valeu mesmo. Tô bem, já sei disso há algumas semanas.
- UFF, que merda. Compra uma cerveja e já era.
- É, já era. Vem tomar comigo, até porque o outro foi embora hoje, não volta até segunda.
- Naaa, não dá, Cami. Iria me sentir estranho!
- Ah, desculpa, esqueci que Sou seu amigo. — Sim, por isso fiquei mal com a notícia. Não sabia de nada! E com razão ele tava vindo pouco também. Sei lá, bom Cami, vou nessa. Se cuida e qualquer coisa a gente fala! No dia seguinte ela foi de novo em casa e, como eu disse, normal. Tava sozinha, ia direto, então de boa. A gente se cumprimentou e ela entrou, falei que minha mãe não tava e que não sabia quando voltava. Ela já sabia porque tavam trocando mensagens! — Já sei, ela vem mais tarde, me disse. Tá me escrevendo, faz um tereré. Tô entediada sozinha em casa! — Ué, de boa, você prepara. Eu tava pelado e de sunga, tava um calorão. A Cami era alta e grandona, não era gorda, era grandona. Tinha uns peitões e uma bunda linda também, uma morena que chama atenção e simpática, sempre andava de coque e se você cruzasse com ela, virava pra olhar. Fui fazer o tereré e umas bolachas, quando voltei pra sala ela tava de biquíni, ou seja, só a parte de cima. Tava de short jeans e uma regata branca que tinha tirado. — Desculpa, tá um calor. Não te incomoda, né? É o biquíni. Dava pra ver os peitos juntos, empinados e apertados do jeito que ela tinha ajustado aquele biquíni, e afinal era verão. Toda mina andava assim. Disfarçando, olhei claro, já dava pra ver que ela queria mais, mas eu tava meio negado. Ela me contou sobre a traição, que viu as mensagens, que ele não negou e tal. — É um filho da puta, não valorizou nada, ainda mais por uma novinha qualquer. Será que eu tão ruim assim? Para com isso. A novinha era gostosa e mais nova também, haja, mas a Cami era melhor! — Não, puta que pariu, falei eu, que punheteiro. — Ele se excitou com a mina, vai se arrepender, lembra do que eu tô falando. — Com certeza, Cami. — Olha que aquela vai chupar o pau dele igual eu. Que raiva que me dá. Eu ignorei o comentário dela, maaaaas já tava curioso. — Esquece, vaca, já foi agora. — É, já foi, amanhã na balada, vou sair pra arrasar. — Isso aí, não dá o gosto de te deixar pra baixo. — Nem fodendo. A gente continuou conversando por um tempão. De bobagens, rindo. Até jogamos videogame e a minha mãe nunca chegou, e eu tinha que treinar. — Cami, se quiser, fica, eu tenho que ir pro clube. — Ah, pra malhar o corpo pras minas, e riu. — E pra elas olharem, né. — Tá, vai então, amanhã eu venho tomar umas cervejas antes de sair. — Fechou, compro então. Vem. Tchau, até mais — e o beijo foi bem perto da boca! Continua.
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