Experiência com uma coroa em Bahía Blanca (II)

Valeu, galera, pelo apoio! Vou continuar a história.

De novo, meu coração tava batendo forte no peito. Com o fone do telefone na mão, bastou uma fração de segundo pra eu sacar a intenção dela e meu pau começar a endurecer automaticamente. O Sportiva é um clube muito chique e exclusivo, com uma sede bem bonita, com quadras de tênis e piscina numa esquina da rua Florida, perto de uma das saídas de Bahía Blanca. Mas o importante é que o clube fica a umas quadras do "Tu y Yo", o hotel mais famoso da cidade. Entendi na hora que a gente ia acabar lá. Eu tava a umas vinte quadras do lugar, mas não podia perder tempo. Voltei rápido pro apartamento, troquei de roupa, passei perfume, e enchi a mochila com uma caixinha de camisinha, toda a grana que eu tinha na hora e um livro. Pensei que a melhor forma de passar despercebido era ficar lendo do lado da entrada de grade. Além disso, nunca tinha ido num hotel: sempre tinha o apartamentinho e, mesmo quando dividia o aluguel com outros caras, dava um jeito de ficar sozinho. Isso também me deixava alerta; não conhecia essa parada, mas também não podia vacilar.

Cheguei com uns minutos de antecedência e, com o livro na mão, ficava olhando sem parar a calçada do outro lado. Não conseguia nem queria ler: minha cabeça tava nela. O relógio marcou quatro horas e ela não aparecia. E cinco, e dez... e aí eu reconheci: pela calçada oposta, vindo do Parque de Mayo, ela chegava com o cabelo preso, óculos escuros e roupa esportiva largada. Zero tesão aparente, cem por cento pinta de gatinha que tinha saído pra caminhar no parque como tantas outras, com um moletom folgado, uma calça de ginástica azul (daquelas marca Melão, comuns na época) e tênis esportivo. Um olhar mínimo bastou pra gente seguir com o plano. Esperei ela fazer uns dez metros e atravessei a rua. Foram várias quadras e nunca entendi por que ela me chamou naquela distância. Talvez fosse parte do jogo dela, não sei. José. Cruzamos a rotatória de entrada do regimento do exército e, faltando uns metros para a entrada do hotel, ele começou a ir mais devagar e olhar levemente pra trás. Nenhum carro passava no momento em que entramos com poucos segundos de diferença naquela entrada cavernosa. Sem ninguém olhando, já lá dentro, ela me esperava parada, com um sorrisinho nervoso e a primeira reação dela foi me dar um beijo na boca, entre meigo e quente. "Vamos?", ela disse. Peguei na mão dela e fui na recepção, me fazendo de entendido; paguei um turno de duas horas num quarto comum: só se destacava um espelho grande e a cama. Fechei a porta e, ao me virar, vejo ela parada no meio do quarto, tirando os óculos escuros e soltando o cabelo. Só quando me aproximei comecei a perceber os detalhes daquele perfume que ela usava e que me enchia a cabeça de tesão. "Que intelectual você fica esperando", ela disse. O detalhe do livro tava causando graça nela. Sem perder tempo, ela foi direta: "Bom, queria me conhecer, né? Tô aqui. O que você quer fazer?" Ela abriu o jogo, e eu sabia que se não fizesse direito, não ia ter segunda vez. Fui no seguro: peguei o rosto dela com as duas mãos e comecei a beijar ela, suave, devagar. Precisava saber que meu tesão não era coisa rápida, mas que tinha cozinhado em fogo baixo. "Quem se apaixona perde", a gente dizia, mas era difícil não sentir algo mais que tesão por aquela gostosa. Nossas mãos começaram a percorrer os corpos como se não tivéssemos pressa. O moletom solto deixava eu enfiar a mão devagar por baixo e sentir a pele da cintura dela, da barriga. A calça dela também deixou eu meter a mão por baixo, chegando pela primeira vez na pele da bunda dela. Minha surpresa foi enorme: meus dedos sentiram a borda de uma fio dental com rendinha que se enfiava entre as nádegas dela, no mesmo instante em que ela colocou a mão pela primeira vez no meu volume, soltando um suspiro misturado de prazer e tesão. Ela me empurrou levemente pra trás, enquanto começava a levantar o moletom e a camiseta que Ela estava usando por baixo. Um corpete preto com renda aumentou meu tesão. Com os pés, tirou os tênis e rapidamente as meias, depois se virou e, olhando por cima do ombro direito, começou a abaixar a calça para mostrar aquela bunda deliciosamente empinada. Debaixo daquela roupa esportiva, ela tinha colocado um conjunto que arrasava e que nela ficava como em nenhuma outra. "Você gostou?", ela perguntou. Não disse uma palavra: num só passo, peguei seu rosto e devorei sua boca como um desesperado. Meu tesão transbordava e ela percebia e ajudava: a mão dela começou a esfregar instintivamente meu pau por cima da calça jeans, começando depois a desabotoá-la para enfiar a mão por cima da cueca.
Sob pressão, funciono melhor. Bom, é o que sempre me diziam e acho que é verdade. E naquele momento, com o tesão à flor da pele, num hotel com uma colega veterana do trabalho, lembrei dos ensinamentos da minha amiga Fabiola. Tinha que colocá-los em prática de novo, tinha que usá-los mais uma vez...

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