Andy nunca imaginou que seu fim de semana viraria uma histĂłria impossĂvel de contar sem ficar duro. Tudo começou com uma simples curiosidade: uma praia de nudismo, escondida entre pedras no sul, exclusiva, privada… e ele, infiltrado. Entrou de Ăłculos escuros, bonĂ© e uma toalha no ombro, nervoso mas excitado.
E entĂŁo ele a viu.
Ela caminhava como se soubesse que o mundo parava a cada passo. Cubana, pele dourada, o cabelo cacheado caindo até a bunda mais grande e firme que Andy já tinha visto na vida. Os peitos dela balançavam no ritmo, grandes, naturais, com mamilos escuros que pareciam pedir para serem chupados. Ela estava completamente nua, com uma tatuagem de borboleta no quadril e um sorriso que anunciava perigo.
— Primeira vez, meu amor? — disse na cara dele, sem vergonha, olhando direto pra entreperna dele.
Andy gaguejou alguma coisa, mas já era tarde. O pau dele, comprido e grosso, tinha acordado debaixo do tecido fino do short. Ela percebeu e passou a lĂngua nos lábios.
— Vem, papai. Deita aqui do meu lado… e deixa eu te ensinar como se pega sol em Cuba.
Não passaram nem cinco minutos e ela já estava em cima dele. Puxou o short dele sem pedir, agarrou o pinto dele com uma mão e começou a chupar como se fosse água no deserto. Engolia inteiro, até o fundo, com lágrimas nos olhos… e continuava mamando.
— Tu tem uma pica que não vai me deixar dormir — disse ofegante — Mas não goza ainda, que agora é minha vez de te montar.
Ela sentou no pau duro dele, com a buceta molhada, quente, apertada. Andy achou que ia gozar em segundos, mas ela marcava o ritmo, rebolando aquela bunda caribenha com maestria, suada, selvagem, dando os peitos pra ele chupar, enquanto gemia como uma puta no cio. Pulando mais rápido no pau dele.
— Me dá, papai. Me dá tudo… que você vai me pagar com porra.
Ela montava nele como uma endemoniada, esfregava os peitos na cara dele… e quando ele finalmente explodiu, ela tirou o pau pra ver jorrar e passou Passou o creme no corpo todo. Depois, sem esperar ele se acalmar, enfiou de novo na boca e continuou chupando atĂ© nĂŁo sobrar uma gota. — Que delĂcia de gozo, papai!! Andy tava tremendo, como se tivessem sugado a alma dele. — Sou sexĂłlatra, meu anjo. Tava procurando um pau igual ao seu — falou, se lambendo —. E vocĂŞ acabou de entrar num vĂcio que nĂŁo vai largar. Naquela noite, ela trancou ele com ela numa cabana perto. A cubana mamava a rola do Andy como se nĂŁo houvesse amanhĂŁ, lambia da cabeça atĂ© as bolas, ficou de quatro na cama e disse: mete esse pau no meu cu, papai, e ele enfiou de uma vez, metendo o pau duro e dando com tanta força que dava pra ouvir o som das estocadas na bunda. — Isso, duro no cu, papai!! Ela espremia ele, cavalgava a rola dele feito uma louca, apertava com aquele cu abençoado como se quisesse sugar a vida inteira dele. Andy gozou umas 5 vezes, a Ăşltima nos peitos, que ela lambia e engolia tudo. Quando amanheceu, Andy acordou sozinho, a cubana tinha ido embora, deixando um bilhete: curti seu pau e seu gozo, papai gostoso, atĂ© a gente se ver de novo.. Deixando a conta do quarto e o pau duro.
E entĂŁo ele a viu.
Ela caminhava como se soubesse que o mundo parava a cada passo. Cubana, pele dourada, o cabelo cacheado caindo até a bunda mais grande e firme que Andy já tinha visto na vida. Os peitos dela balançavam no ritmo, grandes, naturais, com mamilos escuros que pareciam pedir para serem chupados. Ela estava completamente nua, com uma tatuagem de borboleta no quadril e um sorriso que anunciava perigo.
— Primeira vez, meu amor? — disse na cara dele, sem vergonha, olhando direto pra entreperna dele.
Andy gaguejou alguma coisa, mas já era tarde. O pau dele, comprido e grosso, tinha acordado debaixo do tecido fino do short. Ela percebeu e passou a lĂngua nos lábios.
— Vem, papai. Deita aqui do meu lado… e deixa eu te ensinar como se pega sol em Cuba.
Não passaram nem cinco minutos e ela já estava em cima dele. Puxou o short dele sem pedir, agarrou o pinto dele com uma mão e começou a chupar como se fosse água no deserto. Engolia inteiro, até o fundo, com lágrimas nos olhos… e continuava mamando.
— Tu tem uma pica que não vai me deixar dormir — disse ofegante — Mas não goza ainda, que agora é minha vez de te montar.
Ela sentou no pau duro dele, com a buceta molhada, quente, apertada. Andy achou que ia gozar em segundos, mas ela marcava o ritmo, rebolando aquela bunda caribenha com maestria, suada, selvagem, dando os peitos pra ele chupar, enquanto gemia como uma puta no cio. Pulando mais rápido no pau dele.
— Me dá, papai. Me dá tudo… que você vai me pagar com porra.
Ela montava nele como uma endemoniada, esfregava os peitos na cara dele… e quando ele finalmente explodiu, ela tirou o pau pra ver jorrar e passou Passou o creme no corpo todo. Depois, sem esperar ele se acalmar, enfiou de novo na boca e continuou chupando atĂ© nĂŁo sobrar uma gota. — Que delĂcia de gozo, papai!! Andy tava tremendo, como se tivessem sugado a alma dele. — Sou sexĂłlatra, meu anjo. Tava procurando um pau igual ao seu — falou, se lambendo —. E vocĂŞ acabou de entrar num vĂcio que nĂŁo vai largar. Naquela noite, ela trancou ele com ela numa cabana perto. A cubana mamava a rola do Andy como se nĂŁo houvesse amanhĂŁ, lambia da cabeça atĂ© as bolas, ficou de quatro na cama e disse: mete esse pau no meu cu, papai, e ele enfiou de uma vez, metendo o pau duro e dando com tanta força que dava pra ouvir o som das estocadas na bunda. — Isso, duro no cu, papai!! Ela espremia ele, cavalgava a rola dele feito uma louca, apertava com aquele cu abençoado como se quisesse sugar a vida inteira dele. Andy gozou umas 5 vezes, a Ăşltima nos peitos, que ela lambia e engolia tudo. Quando amanheceu, Andy acordou sozinho, a cubana tinha ido embora, deixando um bilhete: curti seu pau e seu gozo, papai gostoso, atĂ© a gente se ver de novo.. Deixando a conta do quarto e o pau duro.
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