Normalmente eu ia pra um poliesportivo do bairro, um lugar onde rola vários esportes: futebol, rugby, musculação, academia, artes marciais e outras paradas. Eu jogava futebol e também malhava ou pegava peso, mas conhecia geral do lugar. Tinha meu grupo de amigos, e o mais sacana do grupo era o Marcos. Ele é aquele típico que vira e mexe te encoxava, se você se distraía, ele pegava sua mão e levava até o volume dele, essas coisas todas. Mas comigo ele sempre aumentava o nível. Eu achava que era um jeito de dizer "com você tenho mais confiança", mas a parada vinha de outro lado. Eu sempre tinha ficado com carinhas e uma ou outra vez com uma traveca, mas nada além disso.
A questão é que as sacanagens comigo eram tipo: ele pegava minha mão, levava até o volume dele e no último segundo abaixava a cueca e eu acabava colocando a mão na pica. A mesma coisa com a bunda: na maioria ele passava a mão no rabo de um jeito grosseiro e sem vergonha pra galera pular e xingar ele, mas comigo ele passava a mão e ficava sacudindo minha nádega até eu conseguir tirar a mão dele na força e xingar também. Isso geralmente rolava nas sextas, que é quando sempre tiravam uma foto em grupo de quem ia na academia. Eu sempre deixava a foto sair bem e depois começava a brigar, até me soltar e xingar. Mas tudo na amizade.
Marcos era um cara maior que eu, não só de idade, mas de corpo também. O típico que vai todo dia na academia mas não conta a dieta, então era fibroso mas com barriga. E a maioria do pessoal era todo depiladinho e magro, e ele o contrário: bem peludo, grandão e barrigudo. Numa sexta, ele tava especialmente enjoado o dia inteiro. Pegou minha mão umas três vezes, me abaixei pra pegar peso e quando levantei ele tava do meu lado, encostando o volume na minha cara. Passou a mão na minha bunda incontáveis vezes. Mas naquele dia eu ignorei, até o final do dia, na foto.
Todo mundo se posicionou e ele ficou do meu lado com as mãos nas costas. Eu sussurrei:
— Não começa com essas merdas, não. Sempre, o que você esconde aí.
Ele só ri sem responder, quando olhamos pra frente ele já tinha metido a mão na minha calça e eu sabia que vinha o apalpamento, mas longe disso, continuou com a mão até chegar no ânus, quando me toca sinto que tinha um gel ou algo assim, porque ficou molhado e começa a dedar a bunda, assim descaradamente. Tentei tirar o braço dele inutilmente. E enquanto todo mundo terminava de se acomodar, depois tiram uma foto, com um celular, depois com outro.
O dedo foi abrindo caminho na minha bunda, a ponto de entrar inteiro, me deixou na ponta dos pés com uma mistura de dor e tesão estranha e fora do comum, ele enfiava e tirava o dedo quase inteiro e começou a tocar um ponto específico que me fez gozar como se tivesse me masturbado ali mesmo.
Quando terminou a foto, ele tirou a mão como se nada tivesse acontecido e eu saí correndo pro chuveiro. Tomei banho e fui embora.
Tentei não pensar nisso o fim de semana inteiro, chegou segunda, fiz minha rotina como sempre, ele enchia o saco de todo mundo, inclusive de mim, como se nada tivesse rolado.
Eu queria pegar ele sozinho, mas não encontrava o momento, pra falar que ele tinha passado dos limites.
A semana passou e quando chegou sexta, ele parou de novo do meu lado esquerdo.
Eu só consegui dizer num sussurro:
– Você foi longe demais na sexta passada.
Embora pensasse comigo mesmo, ele me encheu o saco a semana toda como sempre, a mão na pica, as encostadas.
Marcos: – Ah, desculpa, não foi minha intenção, respondeu com o tom mais sarcástico do mundo e terminou com uma risadinha.
E enquanto todo mundo se acomodava, ele me pega pela mão esquerda e mete de novo a mão direita na minha calça, indo direto pro meu ânus, o dedo estava de novo com gel ou vaselina, mas dessa vez entrou quase sem resistência, como se tivesse um radar, ele achou o ponto que tocou na sexta passada e encontrou na hora, e massageou me fazendo gozar até antes da foto. Mas ele não tirou os dedos, pelo contrário, começou a enfiar o dedo médio e o anular, me gerando um desconforto tremendo, porque ele continuava apalpando o mesmo ponto e quando terminou a foto eu já tinha gozado de novo.
Isso se repetiu toda sexta-feira por pelo menos dois meses, só que dessa vez eu já tinha me acostumado e não ia embora da academia, tomava banho e seguia minha rotina, já que não passava daquilo, embora mais de uma vez eu tenha apoiado a mão no volume dele.
Numa sexta-feira, machuquei o tornozelo, não era nada grave, mas incomodava, então tomei um banho depois das fotos e fiquei um tempão me limpando da porra, e depois estava me massageando nos bancos ao lado dos chuveiros. Como já era tarde, tinha pouca gente, quando Marcos entrou no vestiário, obviamente peladão, todo suado, com a toalha minúscula para o tamanho dele amarrada na cintura. Antes que eu dissesse qualquer coisa, ele falou despreocupado, como se não tivesse me enfiado dois dedos no cu até pouco tempo atrás, me fazendo gozar enquanto mexia na minha próstata:
Marcos: – Ah, se machucou? Deixa que eu massajo pra você.
E antes que eu recusasse, ele já tinha pegado meu pé, mas com o adicional de subir a própria perna no banco, deixando o pau dele totalmente exposto. Não estava duro, mas claramente não estava dormindo, e sempre me impressionou o quanto ele era grosso. Naquele momento, fiquei perdido pensando como seria ele inteiro ereto, mas parece que me concentrei demais olhando pra ele, porque Marcos disse:
Marcos: – Ela todo mundo cumprimenta com um beijo.
Aí saí do transe, mas fiquei vermelho e sem palavras, tentando formar uma frase e só conseguindo soltar monossílabos.
Marcos olhou para todos os lados, só se ouvia um chuveiro ligado no fundo, então ele soltou minha perna e ficou de pé com o pau do lado da minha cara, enquanto olhava em volta pra ver se não vinha ninguém.
Marcos: – Dá um beijinho nela, pra vocês se conhecerem, enquanto segurava o pau com uma mão e acariciava minha nuca com a outra, deixando a toalha cair no chão.
Respondi num sussurro:
– Não, não dá, além disso... Tá todo suado... mas antes de terminar, ele me empurrava pela nuca e esfregava a pica no meu rosto inteiro, mas principalmente nos lábios, enquanto repetia baixinho "um beijinho... pequenininho... ninguém vai ficar sabendo" uma e outra vez até que eu aceitei. Ele me segura pelo queixo e pela nuca com a outra mão e fala:
Marcos: - Mostra a linguinha e lambe ela, lambe ela toda, assim você se acostuma.
Eu aceito e enquanto vou lambendo, ele só repete uma e outra vez "isso... assim, bem", mesmo que de vez em quando eu tivesse ânsia. Enquanto isso, a pica dele ficava dura e grossa pra caralho. Não parecia mais comprida que a minha, mas a grossura era de assustar. Não sabia o que me impressionava mais: a grossura ou ter ela na minha cara enquanto eu chupava.
Marcos: - Agora você vai chupar minhas bolas peludas, mas bem chupadas. Vai te dar mais ânsia e eu adoro isso, então cobre elas de saliva.
E foi assim. Eu chupava, mas de vez em quando tinha que virar o rosto de lado porque o cheiro de ovo e suor me sufocava. Mas não podia recuar porque ele me segurava pela nuca, e quando eu parava um segundo, ele só repetia "continua, vai... continua" e pegava minha mão pra eu masturbar ele enquanto isso.
Nisso, já tinham passado uns minutos e ouvi o chuveiro do fundo fechar, mas Marcos nem ligou e só falou "continua". Ouvi a voz do cara que, ao passar, cumprimentou ele e disse:
??? - Você sempre arruma alguém que aceita. Quem dera as cuties fossem assim, que fácil pra você.
Marcos: - É assim mesmo, sempre tem alguma putinha que quer pica 24 horas por dia, e eu sou bonzinho, hehehe. Respondeu com um tom arrogante e safado.
Enquanto o cara ia embora, os dois rindo, despreocupados, e eu ainda com as bolas na boca, ele me olhou por cima da barriga e falou:
Marcos: - Abre a boquinha que vem a porra, com um tom de bebê.
Comecei a chupar a pica dele, tentando não me afogar, mas ele me segurou a cabeça com as duas mãos e começou a comer minha boca, enfiando a pica o máximo que podia, me afogando e... me dando ânsia constante. ficamos assim por vários minutos, a ponto de minha mandíbula doer, ele diz:
Marcos: - vai, continua sozinho, mas com vontade, chupa bem, até o fundo, quero ela inteira na sua boca.
apesar de dizer isso, ele continuou investindo, mas num momento se ouve vários entrarem no vestiário.
ele para seco e me leva pro chuveiro mais próximo e manda eu me ajoelhar, abre a água e diz:
Marcos: - chupa minhas bolas que agora você vai provar o leite do papai! com tom ofegante
enquanto eu chupava as bolas, ele começa a se masturbar com força e velocidade máximas.
Marcos: - estica a linguinha, abre bem a boquinha, com tom super excitado mas tentando sussurrar
eu obedeço, mas ele dispara o jato de porra que me acerta na cara o primeiro jato e o segundo direto na boca.
começo a tossir por causa da ânsia e ele me agarra pelo queixo e mete a pica na minha boca e sussurra:
Marcos: - o leite do papai não se cospe, chupa em silêncio e me deixa limpinho, e acima de tudo, engole tudo.
os que entraram foram pros chuveiros, mas como estávamos no do fundo, não prestaram atenção em nós.
terminei de chupar a pica dele e mal relaxou um pouco, mas não diminuiu.
ele me levanta e diz:
Marcos: - eu me masturbo pelo menos uma vez por dia, porque sou muito tarado como você sabe hehe. então a partir de agora você vai ser minha putinha pessoal, ok bebê? ou conto pra todo mundo que você chupa gostoso
eu: - não, não, o que você quiser. não sei por que, mas a situação me excitava pra caralho, embora eu não fosse confessar.
Marcos: - agora sempre que falar comigo, me chama de pai ou papai, faz soar como se fosse brincadeira ou o que quiser.
Continua...
A questão é que as sacanagens comigo eram tipo: ele pegava minha mão, levava até o volume dele e no último segundo abaixava a cueca e eu acabava colocando a mão na pica. A mesma coisa com a bunda: na maioria ele passava a mão no rabo de um jeito grosseiro e sem vergonha pra galera pular e xingar ele, mas comigo ele passava a mão e ficava sacudindo minha nádega até eu conseguir tirar a mão dele na força e xingar também. Isso geralmente rolava nas sextas, que é quando sempre tiravam uma foto em grupo de quem ia na academia. Eu sempre deixava a foto sair bem e depois começava a brigar, até me soltar e xingar. Mas tudo na amizade.
Marcos era um cara maior que eu, não só de idade, mas de corpo também. O típico que vai todo dia na academia mas não conta a dieta, então era fibroso mas com barriga. E a maioria do pessoal era todo depiladinho e magro, e ele o contrário: bem peludo, grandão e barrigudo. Numa sexta, ele tava especialmente enjoado o dia inteiro. Pegou minha mão umas três vezes, me abaixei pra pegar peso e quando levantei ele tava do meu lado, encostando o volume na minha cara. Passou a mão na minha bunda incontáveis vezes. Mas naquele dia eu ignorei, até o final do dia, na foto.
Todo mundo se posicionou e ele ficou do meu lado com as mãos nas costas. Eu sussurrei:
— Não começa com essas merdas, não. Sempre, o que você esconde aí.
Ele só ri sem responder, quando olhamos pra frente ele já tinha metido a mão na minha calça e eu sabia que vinha o apalpamento, mas longe disso, continuou com a mão até chegar no ânus, quando me toca sinto que tinha um gel ou algo assim, porque ficou molhado e começa a dedar a bunda, assim descaradamente. Tentei tirar o braço dele inutilmente. E enquanto todo mundo terminava de se acomodar, depois tiram uma foto, com um celular, depois com outro.
O dedo foi abrindo caminho na minha bunda, a ponto de entrar inteiro, me deixou na ponta dos pés com uma mistura de dor e tesão estranha e fora do comum, ele enfiava e tirava o dedo quase inteiro e começou a tocar um ponto específico que me fez gozar como se tivesse me masturbado ali mesmo.
Quando terminou a foto, ele tirou a mão como se nada tivesse acontecido e eu saí correndo pro chuveiro. Tomei banho e fui embora.
Tentei não pensar nisso o fim de semana inteiro, chegou segunda, fiz minha rotina como sempre, ele enchia o saco de todo mundo, inclusive de mim, como se nada tivesse rolado.
Eu queria pegar ele sozinho, mas não encontrava o momento, pra falar que ele tinha passado dos limites.
A semana passou e quando chegou sexta, ele parou de novo do meu lado esquerdo.
Eu só consegui dizer num sussurro:
– Você foi longe demais na sexta passada.
Embora pensasse comigo mesmo, ele me encheu o saco a semana toda como sempre, a mão na pica, as encostadas.
Marcos: – Ah, desculpa, não foi minha intenção, respondeu com o tom mais sarcástico do mundo e terminou com uma risadinha.
E enquanto todo mundo se acomodava, ele me pega pela mão esquerda e mete de novo a mão direita na minha calça, indo direto pro meu ânus, o dedo estava de novo com gel ou vaselina, mas dessa vez entrou quase sem resistência, como se tivesse um radar, ele achou o ponto que tocou na sexta passada e encontrou na hora, e massageou me fazendo gozar até antes da foto. Mas ele não tirou os dedos, pelo contrário, começou a enfiar o dedo médio e o anular, me gerando um desconforto tremendo, porque ele continuava apalpando o mesmo ponto e quando terminou a foto eu já tinha gozado de novo.
Isso se repetiu toda sexta-feira por pelo menos dois meses, só que dessa vez eu já tinha me acostumado e não ia embora da academia, tomava banho e seguia minha rotina, já que não passava daquilo, embora mais de uma vez eu tenha apoiado a mão no volume dele.
Numa sexta-feira, machuquei o tornozelo, não era nada grave, mas incomodava, então tomei um banho depois das fotos e fiquei um tempão me limpando da porra, e depois estava me massageando nos bancos ao lado dos chuveiros. Como já era tarde, tinha pouca gente, quando Marcos entrou no vestiário, obviamente peladão, todo suado, com a toalha minúscula para o tamanho dele amarrada na cintura. Antes que eu dissesse qualquer coisa, ele falou despreocupado, como se não tivesse me enfiado dois dedos no cu até pouco tempo atrás, me fazendo gozar enquanto mexia na minha próstata:
Marcos: – Ah, se machucou? Deixa que eu massajo pra você.
E antes que eu recusasse, ele já tinha pegado meu pé, mas com o adicional de subir a própria perna no banco, deixando o pau dele totalmente exposto. Não estava duro, mas claramente não estava dormindo, e sempre me impressionou o quanto ele era grosso. Naquele momento, fiquei perdido pensando como seria ele inteiro ereto, mas parece que me concentrei demais olhando pra ele, porque Marcos disse:
Marcos: – Ela todo mundo cumprimenta com um beijo.
Aí saí do transe, mas fiquei vermelho e sem palavras, tentando formar uma frase e só conseguindo soltar monossílabos.
Marcos olhou para todos os lados, só se ouvia um chuveiro ligado no fundo, então ele soltou minha perna e ficou de pé com o pau do lado da minha cara, enquanto olhava em volta pra ver se não vinha ninguém.
Marcos: – Dá um beijinho nela, pra vocês se conhecerem, enquanto segurava o pau com uma mão e acariciava minha nuca com a outra, deixando a toalha cair no chão.
Respondi num sussurro:
– Não, não dá, além disso... Tá todo suado... mas antes de terminar, ele me empurrava pela nuca e esfregava a pica no meu rosto inteiro, mas principalmente nos lábios, enquanto repetia baixinho "um beijinho... pequenininho... ninguém vai ficar sabendo" uma e outra vez até que eu aceitei. Ele me segura pelo queixo e pela nuca com a outra mão e fala:
Marcos: - Mostra a linguinha e lambe ela, lambe ela toda, assim você se acostuma.
Eu aceito e enquanto vou lambendo, ele só repete uma e outra vez "isso... assim, bem", mesmo que de vez em quando eu tivesse ânsia. Enquanto isso, a pica dele ficava dura e grossa pra caralho. Não parecia mais comprida que a minha, mas a grossura era de assustar. Não sabia o que me impressionava mais: a grossura ou ter ela na minha cara enquanto eu chupava.
Marcos: - Agora você vai chupar minhas bolas peludas, mas bem chupadas. Vai te dar mais ânsia e eu adoro isso, então cobre elas de saliva.
E foi assim. Eu chupava, mas de vez em quando tinha que virar o rosto de lado porque o cheiro de ovo e suor me sufocava. Mas não podia recuar porque ele me segurava pela nuca, e quando eu parava um segundo, ele só repetia "continua, vai... continua" e pegava minha mão pra eu masturbar ele enquanto isso.
Nisso, já tinham passado uns minutos e ouvi o chuveiro do fundo fechar, mas Marcos nem ligou e só falou "continua". Ouvi a voz do cara que, ao passar, cumprimentou ele e disse:
??? - Você sempre arruma alguém que aceita. Quem dera as cuties fossem assim, que fácil pra você.
Marcos: - É assim mesmo, sempre tem alguma putinha que quer pica 24 horas por dia, e eu sou bonzinho, hehehe. Respondeu com um tom arrogante e safado.
Enquanto o cara ia embora, os dois rindo, despreocupados, e eu ainda com as bolas na boca, ele me olhou por cima da barriga e falou:
Marcos: - Abre a boquinha que vem a porra, com um tom de bebê.
Comecei a chupar a pica dele, tentando não me afogar, mas ele me segurou a cabeça com as duas mãos e começou a comer minha boca, enfiando a pica o máximo que podia, me afogando e... me dando ânsia constante. ficamos assim por vários minutos, a ponto de minha mandíbula doer, ele diz:
Marcos: - vai, continua sozinho, mas com vontade, chupa bem, até o fundo, quero ela inteira na sua boca.
apesar de dizer isso, ele continuou investindo, mas num momento se ouve vários entrarem no vestiário.
ele para seco e me leva pro chuveiro mais próximo e manda eu me ajoelhar, abre a água e diz:
Marcos: - chupa minhas bolas que agora você vai provar o leite do papai! com tom ofegante
enquanto eu chupava as bolas, ele começa a se masturbar com força e velocidade máximas.
Marcos: - estica a linguinha, abre bem a boquinha, com tom super excitado mas tentando sussurrar
eu obedeço, mas ele dispara o jato de porra que me acerta na cara o primeiro jato e o segundo direto na boca.
começo a tossir por causa da ânsia e ele me agarra pelo queixo e mete a pica na minha boca e sussurra:
Marcos: - o leite do papai não se cospe, chupa em silêncio e me deixa limpinho, e acima de tudo, engole tudo.
os que entraram foram pros chuveiros, mas como estávamos no do fundo, não prestaram atenção em nós.
terminei de chupar a pica dele e mal relaxou um pouco, mas não diminuiu.
ele me levanta e diz:
Marcos: - eu me masturbo pelo menos uma vez por dia, porque sou muito tarado como você sabe hehe. então a partir de agora você vai ser minha putinha pessoal, ok bebê? ou conto pra todo mundo que você chupa gostoso
eu: - não, não, o que você quiser. não sei por que, mas a situação me excitava pra caralho, embora eu não fosse confessar.
Marcos: - agora sempre que falar comigo, me chama de pai ou papai, faz soar como se fosse brincadeira ou o que quiser.
Continua...
2 comentários - Assistência no Vestiário (Conto Gay) Parte 1