Há alguns anos, um erro de cálculo com o clima me fez ficar em Santiago do Chile por uma semana. Fiz uma viagem de carro até o Chile com um colega para buscar algumas peças de reposição e trocar os pneus do carro. Antes de partir, verifiquei bem como estaria o clima, porque eu viajaria na sexta e voltaria no sábado. O relatório do clima anunciava vários dias de neve na cordilheira a partir do domingo. Com meu colega, antes de viajar, havíamos feito uma reserva de um pequeno apartamento na região da Estación Central, sabendo que é uma área um pouco perigosa, mas ao mesmo tempo os aluguéis são muito baratos. Então, com tudo pronto, começamos nossa viagem. Ao cruzar o túnel da cordilheira, já do lado chileno, paramos em Los Andes e trocamos os pneus para que se gastassem um pouco e não parecessem novos ao voltar. Depois disso, seguimos viagem para Santiago. Quando chegamos, fomos direto para o apartamento que havíamos alugado e depois fomos comprar as peças e suprimentos que precisávamos. Chegada a noite, começou a chover. Depois do jantar, guardamos tudo no carro para começar a volta no dia seguinte cedo, já que tínhamos que deixar o apartamento às 10h. Quando acordamos de manhã, vimos nos noticiários que a passagem internacional estava fechada por causa da neve e que ficaria assim por quase 4 a 5 dias. Então ligamos para a dona do apartamento para dizer que ficaríamos mais dias, mas não sabíamos quantos. Ela gentilmente disse que não havia problemas e que passaria para nos cobrar todas as manhãs até que pudéssemos ir embora. Mas meu colega também trabalhava em uma empresa e na segunda-feira de manhã tinha que se apresentar para trabalhar, então ele teve que comprar uma passagem de avião muito cara e voltar para Mendoza. Ele conseguiu passagem só para domingo às 23h. No domingo, por volta das 20h, para chegar com bastante tempo antes, levei ele ao aeroporto. Ainda continuava uma chuva bem forte. Ao sair do apartamento na região da Estación Central, tem umas... ruas como se fosse uma zona de prostituição, com várias prostitutas e travestis na calçada. Quando parei no semáforo, vi várias mulheres se oferecendo, mas uma me chamou a atenção: estava embaixo de uma marquise, uma morena baixinha, com uns 1,60m, bem novinha, usando uns salto agulha altíssimos, meia-calça com ligas, uma minissaia preta curtíssima e uma jaqueta de jeans por cima. Olhei bem e pensei: na volta eu procuro por ela.
Deixei meu colega no aeroporto e voltei a dar voltas pra encontrar a morena. Como não conhecia bem a área, rodei bastante, vendo várias prostitutas e travestis muito mais gatas, mas eu já estava com tesão naquela negra. Justo quando estava quase desistindo da busca, a encontrei em outro lugar. Parei, abaixei o vidro e perguntei a tarifa. Foi aí que percebi que aquela negra era uma travesti.
Quase não dava pra notar que era uma travesti, principalmente pela juventude e pelo sotaque centro-americano diferente. Pra ela não se molhar e por causa do frio, além do trânsito, falei pra ela entrar no carro. Já dentro do carro, ela me explicou o que estava incluído na tarifa e que ainda tinha que somar o custo do quarto.
Falei que tinha um apartamento a algumas quadras dali, e ela disse que era melhor ainda. Fiquei com muito receio de levá-la pro apartamento, porque me disseram que a área era perigosa e que tinha muitos assaltos. Também tinha lido que muitas prostitutas eram "viúvas-negras", que dopavam e roubavam os clientes. Mas aquela negra, agora que eu sabia que era travesti, me deixou com ainda mais tesão.
Ela apoiou a mão um pouco molhada na minha perna enquanto dizia: "Vamos, assim a gente já se esquenta e tira o frio". Então fui direto pro apartamento, e ela, vendo que era tão perto, comentou que poderia voltar a pé.
Estacionei o carro na garagem subterrânea e fomos pro elevador. Lá dentro, enquanto subíamos pro décimo andar, coloquei a mão naquela bunda redonda e dura. Ela respondeu à minha mão, levantando um pouco a saia por trás pra que eu pudesse sentir sua pele. Ao enfiar um dedo na fenda da sua bunda, pude sentir por baixo da calcinha o pau que ela tinha escondido virado para trás. Ao entrar no apartamento, ela me pede que pague. Assim que guardo o dinheiro, ela tira da bolsinha uma tira de preservativos e um tubo de gel lubrificante e me pergunta se quero fazer no sofá ou na cama. Eu disse que na cama, e então ela pediu para ir ao banheiro se secar um pouco. Enquanto ela estava no banheiro, por segurança, escondi dentro de uma panela na cozinha a carteira, celular e relógio.
Ela saiu do banheiro já sem a minissaia, usando apenas suas meias-calças pretas com cinta-liga e uma calcinha que mal escondia o pau, que agora ela tinha colocado para frente. Em cima, só tinha um corpete pequeno que cobria seus seios quase inexistentes. Então ela se aproximou de mim, pegou minha mão e me guiou até a cama, enquanto ia desabotoando minha camisa. Depois, sentou na cama e baixou minha calça enquanto eu tirava os tênis.
De repente, ela se inclinou para frente e começou a beijar meu pau por cima da cueca. Meu pau estava tão duro que já aparecia pelo elástico da cintura da cueca. Então ela se levantou e aproximou o rosto do meu para que eu a beijasse. Ali nos fundimos em beijos longos e profundos de língua, enquanto com as mãos ela baixava minha cueca.
Uma vez que fiquei totalmente nu, dei alguns passos para trás para contemplar seu corpo negro perfeito, especialmente seu pau já semi ereto debaixo da calcinha. Não há nada que me excite mais do que o pau de uma transsexual debaixo da calcinha. Então me ajoelhei diante dela e pude ver seu belo púbis aparecendo por baixo da calcinha e, como ela tinha feito, comecei a beijar seu pau por cima da calcinha.
Quando vi que estava bem duro, baixei a calcinha e pude ver seu pau negro: era grosso na base e fino na ponta, com prepúcio circuncidado e bem comprido. Embora seu pau estivesse duro, ele balançava lindamente entre as pernas. Sem pensar, agarrei e... comecei a bater uma e comecei a chupar ele. Quando enfiava até o fundo da boca, sentia a pequena moita de pelos pubianos dele que faziam cócegas no meu nariz. Ele me segurava pela cabeça e acompanhava o movimento da minha cabeça com as mãos. Então me pegou pelo ombro e me fez levantar para devorar minha boca. A língua dura dele e a saliva invadiam toda minha boca enquanto nos deitávamos, e eu fiquei na posição de 69, mas de lado. Foi assim que ele começou a chupar meu pau docemente, enquanto eu já fazia isso mais freneticamente.
Cada vez o corpo dele ia mais para baixo e começou a chupar minhas bolas, esticando a língua para tentar chegar no meu cu. Então o coloquei de costas e sentei no rosto dele para que chupasse minhas bolas e meu cu. Quase o asfixiava com meu corpo enquanto ele já começava a enfiar a língua dura no meu ânus. Com um movimento brusco, ele me tirou de cima e me colocou de costas na beirada da cama.
Montou em mim e me beijou enquanto dizia: "Que lindo você é, que cu gostoso você tem, que pau delicioso você tem". Continuou dizendo coisas enquanto descia pelo meu corpo até ficar de joelhos no chão. Começou a lamber meu pau de cima para baixo várias vezes até parar no meu cu e, enquanto chupava bem e lambia, enfiava um dedo e tirava. Depois de alguns minutos, já eram 2 e às vezes 3 dedos que enfiava no meu cu.
Então ele se levantou, pegou uma camisinha e colocou no pau negro dele, cheio de lubrificante no pau dele, no meu, e enfiou os dedos encharcados de gel no meu cu. Me acomodei na cama de costas, ele colocou minhas pernas nos ombros e apoiou a cabeça do pau no meu ânus. Assim, apenas com sua pontaria, começou a me penetrar. Com pequenos movimentos, foi levando o pau para dentro do meu cu até o fundo. Uma vez que estava todo dentro, começou a mover o quadril e a me foder suavemente.
Meu pau balançava com os movimentos dele, então ele pegou mais gel e espalhou entre minhas pernas, e com Ele fechou minhas pernas sobre seus ombros e prendeu meu pau entre minhas coxas. Enquanto fazia isso, me perguntou: "Você gosta de putaria, quer gozar junto? Agora você vai ver como eu arrebento seu cu". Então ele começou a acelerar o ritmo e meu pau se movia entre minhas pernas. Praticamente estava me masturbando com o movimento dele, com minhas pernas cheias de lubrificante. Até que, de repente, sem perceber, meu pau começou a soltar pequenos jatos de porra que caíam na minha barriga.
No quarto, havia um forte cheiro de sexo misturado com um leve odor de merda. Isso o deixou ainda mais excitado e ele acelerou mais o ritmo. Pude ver em seu rosto o êxtase que sentiu quando gozou no meu cu. Quando acabou, abri as pernas e tirei elas de seus ombros, e pude ver ele tirar do meu cu seu pau com a camisinha cheia de uma boa quantidade de porra. Ele removeu a camisinha do pau, que ainda estava duro, mas pendurado entre suas pernas.
Ele foi ao banheiro, enquanto eu me limpava e me recuperava da foda que ele me deu. Então ele saiu do banheiro me pedindo algo para beber, mas ainda estava pelado. Eu pensei que ele tinha ido se vestir. Servi algo para beber e, olhando para fora, vi que ainda estava chovendo. Então ele me perguntou: "A gente descansa um pouco e você me come? Fico mais um tempo, já que choveu muito e não vai ter trabalho mesmo".
Depois, ele perguntou se podia fumar e eu disse que era proibido fumar no apartamento. Então ele se sentou numa cadeira perto da janela da varanda, abriu um pouco e fumou um cigarro. Enquanto conversávamos, ele me contou que tinha 25 anos – parecia muito mais novo –, que era venezuelano, mas morava no Equador desde criança. Mas que tinha ido para o Chile há dois anos para juntar dinheiro para fazer os seios e tratamento hormonal.
Enquanto ele falava, eu não parava de olhar para ele e ver que seu rosto moreno tinha apenas traços femininos. Era muito difícil perceber que ele era um transexual. Passamos cerca de uma hora conversando, os dois pelados, e começamos a sentir frio. Como a conversa não tinha... Nada de erótico, nossos paus estavam murchos de frio. Então ela se levantou e voltou ao banheiro. Não deixe de ver aquele rabo negro, redondo e perfeito; os sapatos de salto alto o deixavam ainda mais empinado. Ao sair do banheiro, eu já estava deitado de costas na cama. Ela veio até mim com uma toalha molhada e limpou meu pau, minhas bolas e o cu, tirando os restos de lubrificante que sobraram, e então foi direto com a boca no meu pau adormecido.
Só com a boca e sem usar as mãos, em segundos ela o deixou duro. Sua cabeleira negra desaparecia entre minhas pernas cada vez que ela afundava sua boca negra até a base do meu pau. Estiquei a mão para pegar uma camisinha e disse: "Põe e monta em mim". Ela colocou quase sem eu perceber e sentou em cima do meu pau, enfiando até o fundo. Seu cu era bem apertado. Seu corpo negro parecia esplêndido enfiado no meu pau.
Ela começou a se mover devagar enquanto se deitava sobre mim para me beijar, e assim eu sentia o pau dela, que tinha endurecido entre nossos corpos. Com um movimento, a virei e ela ficou de bruços, sem tirar meu pau do seu cu em nenhum momento. Meu pau saiu do seu cu, então a coloquei de quatro, apoiando as mãos na cabeceira da cama. Abri bem suas nádegas e comecei a comer ela por trás. Ver meu corpo batendo naquele rabo duro me deixava mais excitado, somado aos gemidos dela e às coisas que ela dizia, me incentivando a comê-la mais forte.
A imagem de suas costas negras, com seu cabelo segurado pela minha mão para que ela arqueasse a cabeça para trás, me deixava ainda mais excitado. Até que não aguentei mais e gozei bem quando meu pau estava bem dentro do seu cu. Aí caí exausto sobre ela na cama, até que meu pau amoleceu e saiu do seu cu. Saí de cima do corpo dela, e ela foi novamente ao banheiro. Eu fiquei deitado na cama, exausto.
Ao sair do banheiro, ela já estava vestida e com o cabelo arrumado. Pegou um pouco de maquiagem da bolsa e se retocou enquanto eu me vestia para descer até abrir a porta. Assim que saímos do elevador e chegamos à porta do prédio, vimos que a chuva estava ainda mais forte do que antes, e muita água corria pelas ruas. Então ela me diz: "Você se importa se eu ficar mais um pouco até a chuva acalmar? Até porque, com esse temporal, eu não ia trabalhar nada essa noite mesmo". Quando estávamos no apartamento, notei que já eram 2 da manhã. Ficamos sentados um tempo olhando a chuva, e então eu digo: "Fica pra dormir e amanhã você vai embora cedo". Ela me responde sorrindo: "Você quer me comer de novo". E eu digo: "Ou você quer me comer de novo". "Tá bom, eu fico", disse ela enquanto ia ao banheiro. Enquanto isso, eu refletia e me perguntava que merda eu estava fazendo. Pensava que, enquanto eu estivesse dormindo, ela poderia me roubar e ir embora. Então tranquei a porta com chave e escondi a chave. Ela saiu do banheiro descalça, só de calcinha e sutiã, e foi para a cama. Já na cama, ela me perguntou de que lado eu dormia, e eu disse para ela se deitar do lado que quisesse. Deitei ao lado dela de barriga para cima, e então ela virou de costas para mim e pegou minha mão para que eu me posicionasse atrás dela, em conchinha. Assim adormecemos, com minha mão dentro da sua calcinha, segurando sua buceta. De manhã, ao acordar, estávamos ao contrário, em posição de conchinha, mas ela estava atrás de mim. Ela meteu a mão dentro da minha cueca e acariciava meu pau, então eu estiquei minha mão para trás e ela já tinha sua buceta dura, para fora da calcinha. Eu a masturbei um pouco enquanto ela pegava uma camisinha da bolsa e colocou. Lambuzei bem minha bunda e apoiei o pau na entrada do meu cu, enquanto ela me dizia: "Enfia você, porque vai doer um pouco". Claro, minha bunda não tinha tido nenhuma preparação prévia para uma penetração. Por sorte, seu pau era fino na ponta e grosso na base. Então eu mesmo, aos poucos, fui enfiando o pau na minha bunda. Ela agarrou uma das minhas pernas e a colocou um pouco mais à frente que a outra, para que minhas nádegas ficassem mais abertas. Quando metade do pau já estava dentro, ela tirou minha mão e começou a se mexer, me fodendo devagar e fazendo entrar mais do pau. Cada vez que ela enfiava mais fundo, doía mais. Ela percebeu e tirou, colocando mais saliva na minha bunda. Foi assim que ela começou a me foder mais forte e, de repente, me virou de bruços, com as pernas bem abertas e o corpo todo em cima de mim. Assim ela me comia com movimentos do quadril enquanto beijava meu pescoço. Com a boca perto do meu ouvido, não parava de perguntar se eu gostava que ela arrombasse meu cu. De repente, ela tirou o pau da minha bunda, me virou e, quando estava prestes a colocar na minha boca, gozou na minha cara e dentro da minha boca. Depois que chupei até a última gota, ela me beijou e foi ao banheiro. Tomou banho e saiu vestida. Quando ela se arrumou, a acompanhei até embaixo, com o azar de encontrarmos no elevador a encarregada do aluguel dos apartamentos. Chegando lá embaixo, antes de se despedir, ela me disse que agora eu já sabia onde ela estava se quisesse vê-la de novo. Ao subir, a encarregada estava de novo no elevador e me disse que ninguém podia dormir no apartamento se não estivesse registrado, que só podia receber visitas. Eu disse que era uma parente que teve que ficar porque choveu muito na noite passada. Ela deu um sorriso de cumplicidade e desceu no sétimo andar. Nem preciso dizer que nas outras 7 noites que fiquei em Santiago, procurei a negra e só uma noite a encontrei, e ela ficou só uma hora, como combinado no serviço. Só fodi e fui fodido, e ela foi embora. Como um otário, nunca pedi o Facebook ou Instagram dela para poder entrar em contato sempre que fosse ao Chile.
Deixei meu colega no aeroporto e voltei a dar voltas pra encontrar a morena. Como não conhecia bem a área, rodei bastante, vendo várias prostitutas e travestis muito mais gatas, mas eu já estava com tesão naquela negra. Justo quando estava quase desistindo da busca, a encontrei em outro lugar. Parei, abaixei o vidro e perguntei a tarifa. Foi aí que percebi que aquela negra era uma travesti.
Quase não dava pra notar que era uma travesti, principalmente pela juventude e pelo sotaque centro-americano diferente. Pra ela não se molhar e por causa do frio, além do trânsito, falei pra ela entrar no carro. Já dentro do carro, ela me explicou o que estava incluído na tarifa e que ainda tinha que somar o custo do quarto.
Falei que tinha um apartamento a algumas quadras dali, e ela disse que era melhor ainda. Fiquei com muito receio de levá-la pro apartamento, porque me disseram que a área era perigosa e que tinha muitos assaltos. Também tinha lido que muitas prostitutas eram "viúvas-negras", que dopavam e roubavam os clientes. Mas aquela negra, agora que eu sabia que era travesti, me deixou com ainda mais tesão.
Ela apoiou a mão um pouco molhada na minha perna enquanto dizia: "Vamos, assim a gente já se esquenta e tira o frio". Então fui direto pro apartamento, e ela, vendo que era tão perto, comentou que poderia voltar a pé.
Estacionei o carro na garagem subterrânea e fomos pro elevador. Lá dentro, enquanto subíamos pro décimo andar, coloquei a mão naquela bunda redonda e dura. Ela respondeu à minha mão, levantando um pouco a saia por trás pra que eu pudesse sentir sua pele. Ao enfiar um dedo na fenda da sua bunda, pude sentir por baixo da calcinha o pau que ela tinha escondido virado para trás. Ao entrar no apartamento, ela me pede que pague. Assim que guardo o dinheiro, ela tira da bolsinha uma tira de preservativos e um tubo de gel lubrificante e me pergunta se quero fazer no sofá ou na cama. Eu disse que na cama, e então ela pediu para ir ao banheiro se secar um pouco. Enquanto ela estava no banheiro, por segurança, escondi dentro de uma panela na cozinha a carteira, celular e relógio.
Ela saiu do banheiro já sem a minissaia, usando apenas suas meias-calças pretas com cinta-liga e uma calcinha que mal escondia o pau, que agora ela tinha colocado para frente. Em cima, só tinha um corpete pequeno que cobria seus seios quase inexistentes. Então ela se aproximou de mim, pegou minha mão e me guiou até a cama, enquanto ia desabotoando minha camisa. Depois, sentou na cama e baixou minha calça enquanto eu tirava os tênis.
De repente, ela se inclinou para frente e começou a beijar meu pau por cima da cueca. Meu pau estava tão duro que já aparecia pelo elástico da cintura da cueca. Então ela se levantou e aproximou o rosto do meu para que eu a beijasse. Ali nos fundimos em beijos longos e profundos de língua, enquanto com as mãos ela baixava minha cueca.
Uma vez que fiquei totalmente nu, dei alguns passos para trás para contemplar seu corpo negro perfeito, especialmente seu pau já semi ereto debaixo da calcinha. Não há nada que me excite mais do que o pau de uma transsexual debaixo da calcinha. Então me ajoelhei diante dela e pude ver seu belo púbis aparecendo por baixo da calcinha e, como ela tinha feito, comecei a beijar seu pau por cima da calcinha.
Quando vi que estava bem duro, baixei a calcinha e pude ver seu pau negro: era grosso na base e fino na ponta, com prepúcio circuncidado e bem comprido. Embora seu pau estivesse duro, ele balançava lindamente entre as pernas. Sem pensar, agarrei e... comecei a bater uma e comecei a chupar ele. Quando enfiava até o fundo da boca, sentia a pequena moita de pelos pubianos dele que faziam cócegas no meu nariz. Ele me segurava pela cabeça e acompanhava o movimento da minha cabeça com as mãos. Então me pegou pelo ombro e me fez levantar para devorar minha boca. A língua dura dele e a saliva invadiam toda minha boca enquanto nos deitávamos, e eu fiquei na posição de 69, mas de lado. Foi assim que ele começou a chupar meu pau docemente, enquanto eu já fazia isso mais freneticamente.
Cada vez o corpo dele ia mais para baixo e começou a chupar minhas bolas, esticando a língua para tentar chegar no meu cu. Então o coloquei de costas e sentei no rosto dele para que chupasse minhas bolas e meu cu. Quase o asfixiava com meu corpo enquanto ele já começava a enfiar a língua dura no meu ânus. Com um movimento brusco, ele me tirou de cima e me colocou de costas na beirada da cama.
Montou em mim e me beijou enquanto dizia: "Que lindo você é, que cu gostoso você tem, que pau delicioso você tem". Continuou dizendo coisas enquanto descia pelo meu corpo até ficar de joelhos no chão. Começou a lamber meu pau de cima para baixo várias vezes até parar no meu cu e, enquanto chupava bem e lambia, enfiava um dedo e tirava. Depois de alguns minutos, já eram 2 e às vezes 3 dedos que enfiava no meu cu.
Então ele se levantou, pegou uma camisinha e colocou no pau negro dele, cheio de lubrificante no pau dele, no meu, e enfiou os dedos encharcados de gel no meu cu. Me acomodei na cama de costas, ele colocou minhas pernas nos ombros e apoiou a cabeça do pau no meu ânus. Assim, apenas com sua pontaria, começou a me penetrar. Com pequenos movimentos, foi levando o pau para dentro do meu cu até o fundo. Uma vez que estava todo dentro, começou a mover o quadril e a me foder suavemente.
Meu pau balançava com os movimentos dele, então ele pegou mais gel e espalhou entre minhas pernas, e com Ele fechou minhas pernas sobre seus ombros e prendeu meu pau entre minhas coxas. Enquanto fazia isso, me perguntou: "Você gosta de putaria, quer gozar junto? Agora você vai ver como eu arrebento seu cu". Então ele começou a acelerar o ritmo e meu pau se movia entre minhas pernas. Praticamente estava me masturbando com o movimento dele, com minhas pernas cheias de lubrificante. Até que, de repente, sem perceber, meu pau começou a soltar pequenos jatos de porra que caíam na minha barriga.
No quarto, havia um forte cheiro de sexo misturado com um leve odor de merda. Isso o deixou ainda mais excitado e ele acelerou mais o ritmo. Pude ver em seu rosto o êxtase que sentiu quando gozou no meu cu. Quando acabou, abri as pernas e tirei elas de seus ombros, e pude ver ele tirar do meu cu seu pau com a camisinha cheia de uma boa quantidade de porra. Ele removeu a camisinha do pau, que ainda estava duro, mas pendurado entre suas pernas.
Ele foi ao banheiro, enquanto eu me limpava e me recuperava da foda que ele me deu. Então ele saiu do banheiro me pedindo algo para beber, mas ainda estava pelado. Eu pensei que ele tinha ido se vestir. Servi algo para beber e, olhando para fora, vi que ainda estava chovendo. Então ele me perguntou: "A gente descansa um pouco e você me come? Fico mais um tempo, já que choveu muito e não vai ter trabalho mesmo".
Depois, ele perguntou se podia fumar e eu disse que era proibido fumar no apartamento. Então ele se sentou numa cadeira perto da janela da varanda, abriu um pouco e fumou um cigarro. Enquanto conversávamos, ele me contou que tinha 25 anos – parecia muito mais novo –, que era venezuelano, mas morava no Equador desde criança. Mas que tinha ido para o Chile há dois anos para juntar dinheiro para fazer os seios e tratamento hormonal.
Enquanto ele falava, eu não parava de olhar para ele e ver que seu rosto moreno tinha apenas traços femininos. Era muito difícil perceber que ele era um transexual. Passamos cerca de uma hora conversando, os dois pelados, e começamos a sentir frio. Como a conversa não tinha... Nada de erótico, nossos paus estavam murchos de frio. Então ela se levantou e voltou ao banheiro. Não deixe de ver aquele rabo negro, redondo e perfeito; os sapatos de salto alto o deixavam ainda mais empinado. Ao sair do banheiro, eu já estava deitado de costas na cama. Ela veio até mim com uma toalha molhada e limpou meu pau, minhas bolas e o cu, tirando os restos de lubrificante que sobraram, e então foi direto com a boca no meu pau adormecido.
Só com a boca e sem usar as mãos, em segundos ela o deixou duro. Sua cabeleira negra desaparecia entre minhas pernas cada vez que ela afundava sua boca negra até a base do meu pau. Estiquei a mão para pegar uma camisinha e disse: "Põe e monta em mim". Ela colocou quase sem eu perceber e sentou em cima do meu pau, enfiando até o fundo. Seu cu era bem apertado. Seu corpo negro parecia esplêndido enfiado no meu pau.
Ela começou a se mover devagar enquanto se deitava sobre mim para me beijar, e assim eu sentia o pau dela, que tinha endurecido entre nossos corpos. Com um movimento, a virei e ela ficou de bruços, sem tirar meu pau do seu cu em nenhum momento. Meu pau saiu do seu cu, então a coloquei de quatro, apoiando as mãos na cabeceira da cama. Abri bem suas nádegas e comecei a comer ela por trás. Ver meu corpo batendo naquele rabo duro me deixava mais excitado, somado aos gemidos dela e às coisas que ela dizia, me incentivando a comê-la mais forte.
A imagem de suas costas negras, com seu cabelo segurado pela minha mão para que ela arqueasse a cabeça para trás, me deixava ainda mais excitado. Até que não aguentei mais e gozei bem quando meu pau estava bem dentro do seu cu. Aí caí exausto sobre ela na cama, até que meu pau amoleceu e saiu do seu cu. Saí de cima do corpo dela, e ela foi novamente ao banheiro. Eu fiquei deitado na cama, exausto.
Ao sair do banheiro, ela já estava vestida e com o cabelo arrumado. Pegou um pouco de maquiagem da bolsa e se retocou enquanto eu me vestia para descer até abrir a porta. Assim que saímos do elevador e chegamos à porta do prédio, vimos que a chuva estava ainda mais forte do que antes, e muita água corria pelas ruas. Então ela me diz: "Você se importa se eu ficar mais um pouco até a chuva acalmar? Até porque, com esse temporal, eu não ia trabalhar nada essa noite mesmo". Quando estávamos no apartamento, notei que já eram 2 da manhã. Ficamos sentados um tempo olhando a chuva, e então eu digo: "Fica pra dormir e amanhã você vai embora cedo". Ela me responde sorrindo: "Você quer me comer de novo". E eu digo: "Ou você quer me comer de novo". "Tá bom, eu fico", disse ela enquanto ia ao banheiro. Enquanto isso, eu refletia e me perguntava que merda eu estava fazendo. Pensava que, enquanto eu estivesse dormindo, ela poderia me roubar e ir embora. Então tranquei a porta com chave e escondi a chave. Ela saiu do banheiro descalça, só de calcinha e sutiã, e foi para a cama. Já na cama, ela me perguntou de que lado eu dormia, e eu disse para ela se deitar do lado que quisesse. Deitei ao lado dela de barriga para cima, e então ela virou de costas para mim e pegou minha mão para que eu me posicionasse atrás dela, em conchinha. Assim adormecemos, com minha mão dentro da sua calcinha, segurando sua buceta. De manhã, ao acordar, estávamos ao contrário, em posição de conchinha, mas ela estava atrás de mim. Ela meteu a mão dentro da minha cueca e acariciava meu pau, então eu estiquei minha mão para trás e ela já tinha sua buceta dura, para fora da calcinha. Eu a masturbei um pouco enquanto ela pegava uma camisinha da bolsa e colocou. Lambuzei bem minha bunda e apoiei o pau na entrada do meu cu, enquanto ela me dizia: "Enfia você, porque vai doer um pouco". Claro, minha bunda não tinha tido nenhuma preparação prévia para uma penetração. Por sorte, seu pau era fino na ponta e grosso na base. Então eu mesmo, aos poucos, fui enfiando o pau na minha bunda. Ela agarrou uma das minhas pernas e a colocou um pouco mais à frente que a outra, para que minhas nádegas ficassem mais abertas. Quando metade do pau já estava dentro, ela tirou minha mão e começou a se mexer, me fodendo devagar e fazendo entrar mais do pau. Cada vez que ela enfiava mais fundo, doía mais. Ela percebeu e tirou, colocando mais saliva na minha bunda. Foi assim que ela começou a me foder mais forte e, de repente, me virou de bruços, com as pernas bem abertas e o corpo todo em cima de mim. Assim ela me comia com movimentos do quadril enquanto beijava meu pescoço. Com a boca perto do meu ouvido, não parava de perguntar se eu gostava que ela arrombasse meu cu. De repente, ela tirou o pau da minha bunda, me virou e, quando estava prestes a colocar na minha boca, gozou na minha cara e dentro da minha boca. Depois que chupei até a última gota, ela me beijou e foi ao banheiro. Tomou banho e saiu vestida. Quando ela se arrumou, a acompanhei até embaixo, com o azar de encontrarmos no elevador a encarregada do aluguel dos apartamentos. Chegando lá embaixo, antes de se despedir, ela me disse que agora eu já sabia onde ela estava se quisesse vê-la de novo. Ao subir, a encarregada estava de novo no elevador e me disse que ninguém podia dormir no apartamento se não estivesse registrado, que só podia receber visitas. Eu disse que era uma parente que teve que ficar porque choveu muito na noite passada. Ela deu um sorriso de cumplicidade e desceu no sétimo andar. Nem preciso dizer que nas outras 7 noites que fiquei em Santiago, procurei a negra e só uma noite a encontrei, e ela ficou só uma hora, como combinado no serviço. Só fodi e fui fodido, e ela foi embora. Como um otário, nunca pedi o Facebook ou Instagram dela para poder entrar em contato sempre que fosse ao Chile.
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