Camila
Como a Camila sempre seria a puta gostosa que não para de se tocar sozinha, eu não conseguiria me concentrar em nenhuma atividade diária. Viveria trancada no meu quarto, com as persianas abaixadas, me tocando a cada hora do dia, imaginando que qualquer cara que eu cruzo na rua entra no meu quarto pra me dominar, sem conseguir controlar essa fome física que me consumiria por completo.
Como a Camila adora bancar a putinha que sempre termina de cara na cama e os braços pra trás, essa seria minha realidade toda noite: acabar submissa, com os pulsos firmemente presos atrás das costas por um macho de verdade que me segura com força. Ele me obrigaria a morder os lençóis enquanto me fode duro e devagar, curtindo sentir cada centímetro da pica dele entrando no meu cu até me deixar sem ar.
Ser Camila significaria que meu verdadeiro trabalho seria satisfazer o chefe. Mesmo que me contratassem como secretária pra atender os telefones do escritório, todo mundo saberia pra que eu fui de verdade. O chefe ia mandar eu atender as ligações dos clientes completamente pelada em cima da mesa dele, me forçando a falar com voz profissional enquanto ele me come por trás e ri de como eu tento disfarçar no tom de voz.
Como a Camila, meu jeito de acordar os homens seria sempre o mesmo. Eu não saberia o que é um café da manhã normal na cama. Minha única função ao amanhecer seria ficar de joelhos na beira do colchão, procurar a pica do meu dono entre os lençóis e enfiar ela inteira na boca pra acordar ele com um boquete profundo, engolindo todo o calor da manhã em silêncio.
Igual que a Camila, essa seria a humilhação que meu bully gravaria com meu próprio celular. No meio da viagem de formatura, meu bully arrancaria o telefone da minha mão, não pra roubar, mas pra filmar em close como ele me come com força e fundo contra a mesa de cabeceira. Depois, ele se encarregaria de mandar aquele vídeo pra todos os meus contatos do WhatsApp, pra todo mundo ver o tipo de puta submissa que eu sou quando tô aos pés dele.
Essa é a posição que meu corpo sempre ia acabar se eu fosse a Camila. Eu não teria força nem vontade de dominar na cama. Ia sempre terminar de barriga pra cima, completamente entregue, segurando minhas próprias pernas atrás dos joelhos pra abrir o máximo possível, implorando com o olhar pro macho da vez me comer o mais forte que puder até deixar minhas coxas cãibradas.
Como a Camila, essa seria minha rotina diária de submissão ao meu valentão. Eu viveria de joelhos na frente dele em qualquer canto escuro da escola ou do bairro. A Camila estaria sempre por baixo, deixando ele me puxar pelo cabelo por trás pra enfiar o pau dele até o fundo da minha garganta, me obrigando a olhar pra ele do chão enquanto eu gemo e saboreio minha própria humilhação.
Ser a Camila nas festas à fantasia. Não importava do que eu me fantasiava, sempre acabava do mesmo jeito: de joelhos em cima de uma cadeira no fundo do quintal, com a fantasia rasgada e levantada, enquanto os caras faziam fila pra me comer por trás como a putinha obediente que sou, usando meu corpo como o brinquedo oficial da bagunça.
Igualzinho à Camila, o único jeito de tomar porra seria o que meu bully mandasse. Se eu fosse uma gostosa, ele me teria tão dominada que não deixaria eu gozar dentro nem na boca. Me obrigaria a ficar pelada de bruços na cama dele, gozaria tudo nos lençóis e o filho da puta me mandaria chupar aquela porra gostosa direto do pano, me fazendo arrastar a língua igual uma faminta sem vergonha na cara.
Como Camila, se eu fosse mulher, me perderia nas áreas mais escuras das festas. Deixaria os negões bêbados que ficam no fundo do baile me surpreenderem por trás, me agarrarem na cintura e me deixarem completamente sem fala ao sentir o tamanho dos paus deles pressionando meu vestido, me entregando na hora pro que eles quisessem fazer comigo sem oferecer resistência.
Abril
Como Ailen, terminar de joelhos com a cara cheia de porra seria uma obrigação. Eu nunca saberia o que é sair pra farra e voltar pra casa inteira. Minha única meta todo fim de semana seria acabar ajoelhada no chão de qualquer apartamento alheio, com os olhos fechados e a boca entreaberta, esperando o momento exato em que meu dono me avisasse que ia gozar. Senti as gotas grossas e quentes respingarem nas minhas pálpebras e bochechas enquanto eu ficava parada.
— Olha como deixei sua carinha de boneca, Ailen, você é um desastre de tão puta que é. Ele me insultou, se limpando com meu próprio cabelo.
— Me limpa você... me deixa toda cheia do seu leite, por favor. Pedi com os olhos lacrimejando, saboreando o gotejo que escorria pelos meus lábios.
Ele riu com desprezo, me dando um tapinha suave na cara molhada.
— Você vai ficar assim a noite toda, gata, pra todo mundo ver pra que você serve. Ele ordenou, virando as costas.
— Sim, meu amor... o que você mandar. Sussurrei bem baixinho, sentindo a porra secar na minha pele nova.
Ser Ailen significaria ficar de joelhos num beco de dia, passando a língua no bêbado que me pegou. Não teria vergonha nem dignidade se um homem me reivindicasse na rua. Deixaria qualquer vagabundo ou bêbado do bairro me arrastar pra trás de uma caçamba em plena luz do dia, me obrigando a abaixar as calças pesadas dele enquanto o barulho dos carros ecoa a metros. Ajoelhei na terra, segurando o membro cheio de veias com minhas mãos fininhas.
— Essa boca que você tem só serve pra agradar os canalhas como eu, entendeu, Ailen? — falou o velho com hálito de vinho, segurando meu queixo com força bruta.
— Sim... cê tem razão, sou só pra isso. — balbuciei, passando a língua de lado por toda a rola suja dele.
Ele soltou um grunhido, empurrando a pélvis pra frente pra fazer eu raspar os dentes.
— Chupa direito, puta, que viados como você nasceram pra ficar debaixo dos homens. — ordenou, cuspindo no chão do lado dos meus saltos.
Fiz um som abafado de submissão, engolindo o nojo e chupando com desespero no meio do beco.
Como a Ailen, o único jeito de eu deixar gravarem vídeos seria chupando a pica dos caras de joelhos. Meu celular ia estar cheio de arquivos explícitos da minha própria degradação sexual. Eu passaria as noites de joelhos na frente dos meus donos enquanto eles seguram a câmera a centímetros da minha boca, focando como meus lábios pintados de vermelho se esticam pra enfiar o pau inteiro até o fundo. Olhei fixo pra lente com os olhos abertos, piscando submissa.
— Olha pra câmera, Ailen, pra todos os seus amigos verem como você se engasga com uma pica de verdade. O cara mandou, puxando meu cabelo castanho.
— Mmhg!... Ahg!... Fiz um barulho abafado, sem conseguir falar por causa do tamanho que enchia minha boca.
Ele mexeu o celular pra focar meus peitos novos quicando por baixo do decote.
— Diz que é minha escrava e que adora que eu te grave assim, toda puta. Ele exigiu, me dando uma enfiada mais funda.
Sozinha, tirei a pica da boca por um segundo pra lamber a ponta e olhar fixo pro flash.
— Sou sua escrava... me filma o quanto quiser enquanto eu engulo tudo. Supliquei, voltando a fechar os olhos.
Como a Ailen, todas as saídas da balada terminariam do mesmo jeito com o cara mais bêbado do lugar. Eu não conseguiria negar diante da insistência de um sujeito violento e bombado dentro do banheiro da festa. Deixaria ele entrar atrás de mim no cubículo, travar a porta com o pé e levantar meu vestido preto de um puxão só para eu ficar de costas contra a pia. Apoiei meu rosto e minhas mãos desesperadas no espelho embaçado.
— Olha que apertada que essa buceta tá, Ailen, não entra nem um dedo e olha como vou meter. Zombou o bêbado, ajeitando a roupa de terno desleixada.
— Não, pelo amor... tá vindo gente pro banheiro, vão nos ouvir! Supliquei com um gemido que soou como um miado de gata.
Ele entrou de uma vez pelo cu, fazendo eu bater a testa no vidro do espelho.
— Ahhh! Para, você vai me rasgar toda! Gritei, vendo meu próprio reflexo choroso e humilhado.
Ele caiu na gargalhada com meu sofrimento, me dando estocadas selvagens que faziam vibrar minhas bundas gigantes.
— Grita à vontade, putinha, que esses otários adoram ouvir como eu como a mais gostosa da balada. Cuspiu em mim, deixando minhas pernas tremendo sobre os saltos de quinze centímetros.
Ser Ailen significa que meu jeito de esperar pelos males seria sempre de bruços, agarrando minhas pernas. Eu não saberia receber os homens de outro jeito senão exibindo meus buracos na sala de casa. Eu me despiria no sofá, levantando a bunda bem alto e separando minhas coxas carnudas com minhas próprias mãos finas, deixando toda minha intimidade exposta para quando meus donos entrassem com os amigos deles. Fiquei tremendo, ouvindo os passos pesados deles entrando na sala.
— Olha o que a Ailen preparou pra gente, tá pronta pra gente escolher que parte usar primeiro. — Disse o Nacho, dando um gole na cerveja dele.
— Usem o que quiserem... sou o brinquedo de vocês hoje. — Falei com a voz trêmula e o rosto enterrado na almofada.
O maior se aproximou e me plantou uma mão calejada na bunda, abrindo mais minha buceta.
— Eu começo pelo cu, Nacho, se enfia na boca pra puta não ficar entediada. — Ordenou ele, tirando o cinto.
— Sim, por favor... usem os dois ao mesmo tempo, me deixem cheia de porra. — Supliquei por puro instinto de submissão.
Como Ailen, eu terminaria de joelhos, cuspindo um pouco do sêmen do meu valentão pra depois engolir. Ia curtir o tesão de mostrar pra ele a prova da dominação dele na minha própria boca antes de terminar o serviço. Ficaria ajoelhada entre as pernas dele, abrindo os lábios devagar pra deixar cair um fio grosso de porra no meu queixo, deixando ele ver o próprio resto na minha cara. Olhei pra cima, vendo o pau dele já murcho e exausto graças à minha garganta.
— Olha que nojenta que você é, Ailen, sua boca tá escorrendo do meu pau. — Zombou meu valentão, passando o dedo nos meus lábios molhados.
— É seu sêmen... olha como você deixa na minha língua. — Respondi, mostrando a porra branca com total humilhação.
Ele me deu um tapa leve na bochecha, me obrigando a fechar a boca.
— Vai, engole tudo e não deixa uma gota, puta faminta. — Mandou com nojo.
Fiz o movimento com a garganta, engolindo o líquido amargo num gemido submisso.
— Pronto... já tomei tudo, meu amor. — Sussurrei, limpando a boca com a mão fininha.
Como a Ailen, minha realidade pós-coito seria ficar de conchinha enquanto o sêmen do meu bully escorre da minha buceta. Eu ficaria deitada de lado na cama bagunçada dele, sentindo o frio da noite nas costas e o gotejamento constante da porra quente dele escorrendo pelas minhas coxas macias. Ele me abraçaria por trás, não por amor, mas pra lembrar que eu sou propriedade dele. Senti a respiração pesada dele na minha nuca.
— Que lindo como ficou essa bunda minúscula escorrendo, Ailen, te enchi bem por dentro. Meu bully sussurrou com os olhos semicerrados.
— É... você sempre me deixa um bagaço, vai acabar me engravidando se continuarmos assim. Respondi, acariciando meus próprios quadris enormes.
Ele apertou minha cintura com força, me fazendo soltar um gemido agudo.
— E se eu te engravidar, você se fode por ser uma puta. Vamos continuar com isso mais algumas vezes antes de eu te deixar ir. Ele sentenciou, voltando a buscar minha intimidade molhada.
— Sim, por favor... me enche de novo, faz de mim o que quiser. Eu cedi completamente, entregando meu corpo mais uma vez.
Ser Ailen significaria ver como meu bully pegaria meus peitos novos pra morder e deixar marcados. Meus peitos pesados e sensíveis seriam o território oficial da violência dele. Ele me deixaria sentada em cima dele no quarto, apertando meus montes de carne com tanta força que os dedos ficariam marcados na minha pele branca. Ele pegou meu mamilo direito com os dentes, puxando pra fora.
— Ahhh! Dói! Não me morde tão forte, por favor! — gritei, arqueando as costas com aquela dor gostosa.
— Cala a boca, Ailen, vou te deixar bem marcada pra quando você se olhar no espelho lembrar quem é teu dono. — Ele cuspiu, mudando pro outro peito sem piedade.
Senti os dentes dele afundarem na minha pele macia, deixando dois hematomas roxos ao redor da auréola.
— Ficaram lindas, agora todo mundo vai saber que esses peitos têm dono. — Ele zoou, dando um tapa que fez eles balançarem.
— Sim... sou sua... obrigada por me marcar assim. — Balbuciei, escondendo o rosto no pescoço dele de tanta vergonha.
Como a Ailen, me deixariam de quatro enquanto meu bully me come e eu olharia pra trás abrindo bem a buceta. Eu estaria apoiada na janela do apartamento dele, com o vestido levantado até o pescoço e as pernas tremendo de tanto esforço nos saltos. Com uma das minhas mãozinhas, eu seguraria minha bunda gigante pra abrir bem o cu, olhando por cima do ombro como o pau dele entra e sai do meu corpo. O som das minhas tetas batendo no vidro era a única coisa que se ouvia.
— Olha como esse panetone todo balança, Ailen, tu é de borracha de tão puta que é. Meu bully gritou, me dando estocadas que me faziam bater contra o vidro.
— Olha como tu me abre! Olha como tu deixa meu cu escancarado! Gritei descontrolada, perdendo a linha da sanidade por causa do tesão.
Ele me puxou pelo cabelo pra me obrigar a manter o olhar pra trás.
— Isso é pra tu ver o que te acontece por se achar no colégio, puta. Ele sentenciou, acelerando o ritmo.
— Isso! Me arrebenta toda contra o vidro, deixa os vizinhos todos verem como tu me come! Geme, entregue de vez à exibição.
Esta é a imagem da Ailen deitada de costas com as pernas abertas, vendo o sêmen do meu chefe escorrer. Depois da tarde no escritório, eu ficaria largada em cima da mesa de madeira, rodeada de papéis e pastas bagunçadas. Teria as coxas cãibradas e abertas ao máximo, olhando fixamente para baixo enquanto o líquido branco e grosso do meu chefe pinga da minha buceta direto nos relatórios contábeis. Ele estaria ajustando a gravata na frente do espelho.
— Bom trabalho hoje, Ailen, você deixou a mesa toda bagunçada com a sua umidade. — O chefe falou com um tom corporativo e frio.
— Me limpa... não me deixa largada assim, senhor. — Pedi com os olhos marejados, sem conseguir fechar as pernas de tão cansada.
Ele jogou um lenço descartável em cima da minha barriga escorrendo de sêmen.
— Se limpa sozinha, puta, e arruma esses papéis que amanhã temos reunião cedo. — Ordenou, saindo do escritório sem olhar para mim.
Fiquei ali sozinha, vendo o sêmen do meu chefe sujar os documentos oficiais, aceitando que, como Ailen, meu único valor era ser o alívio dos homens do poder.
Como a Camila sempre seria a puta gostosa que não para de se tocar sozinha, eu não conseguiria me concentrar em nenhuma atividade diária. Viveria trancada no meu quarto, com as persianas abaixadas, me tocando a cada hora do dia, imaginando que qualquer cara que eu cruzo na rua entra no meu quarto pra me dominar, sem conseguir controlar essa fome física que me consumiria por completo.
Como a Camila adora bancar a putinha que sempre termina de cara na cama e os braços pra trás, essa seria minha realidade toda noite: acabar submissa, com os pulsos firmemente presos atrás das costas por um macho de verdade que me segura com força. Ele me obrigaria a morder os lençóis enquanto me fode duro e devagar, curtindo sentir cada centímetro da pica dele entrando no meu cu até me deixar sem ar.
Ser Camila significaria que meu verdadeiro trabalho seria satisfazer o chefe. Mesmo que me contratassem como secretária pra atender os telefones do escritório, todo mundo saberia pra que eu fui de verdade. O chefe ia mandar eu atender as ligações dos clientes completamente pelada em cima da mesa dele, me forçando a falar com voz profissional enquanto ele me come por trás e ri de como eu tento disfarçar no tom de voz.
Como a Camila, meu jeito de acordar os homens seria sempre o mesmo. Eu não saberia o que é um café da manhã normal na cama. Minha única função ao amanhecer seria ficar de joelhos na beira do colchão, procurar a pica do meu dono entre os lençóis e enfiar ela inteira na boca pra acordar ele com um boquete profundo, engolindo todo o calor da manhã em silêncio.
Igual que a Camila, essa seria a humilhação que meu bully gravaria com meu próprio celular. No meio da viagem de formatura, meu bully arrancaria o telefone da minha mão, não pra roubar, mas pra filmar em close como ele me come com força e fundo contra a mesa de cabeceira. Depois, ele se encarregaria de mandar aquele vídeo pra todos os meus contatos do WhatsApp, pra todo mundo ver o tipo de puta submissa que eu sou quando tô aos pés dele.
Essa é a posição que meu corpo sempre ia acabar se eu fosse a Camila. Eu não teria força nem vontade de dominar na cama. Ia sempre terminar de barriga pra cima, completamente entregue, segurando minhas próprias pernas atrás dos joelhos pra abrir o máximo possível, implorando com o olhar pro macho da vez me comer o mais forte que puder até deixar minhas coxas cãibradas.
Como a Camila, essa seria minha rotina diária de submissão ao meu valentão. Eu viveria de joelhos na frente dele em qualquer canto escuro da escola ou do bairro. A Camila estaria sempre por baixo, deixando ele me puxar pelo cabelo por trás pra enfiar o pau dele até o fundo da minha garganta, me obrigando a olhar pra ele do chão enquanto eu gemo e saboreio minha própria humilhação.
Ser a Camila nas festas à fantasia. Não importava do que eu me fantasiava, sempre acabava do mesmo jeito: de joelhos em cima de uma cadeira no fundo do quintal, com a fantasia rasgada e levantada, enquanto os caras faziam fila pra me comer por trás como a putinha obediente que sou, usando meu corpo como o brinquedo oficial da bagunça.
Igualzinho à Camila, o único jeito de tomar porra seria o que meu bully mandasse. Se eu fosse uma gostosa, ele me teria tão dominada que não deixaria eu gozar dentro nem na boca. Me obrigaria a ficar pelada de bruços na cama dele, gozaria tudo nos lençóis e o filho da puta me mandaria chupar aquela porra gostosa direto do pano, me fazendo arrastar a língua igual uma faminta sem vergonha na cara.
Como Camila, se eu fosse mulher, me perderia nas áreas mais escuras das festas. Deixaria os negões bêbados que ficam no fundo do baile me surpreenderem por trás, me agarrarem na cintura e me deixarem completamente sem fala ao sentir o tamanho dos paus deles pressionando meu vestido, me entregando na hora pro que eles quisessem fazer comigo sem oferecer resistência.
Abril
Como Ailen, terminar de joelhos com a cara cheia de porra seria uma obrigação. Eu nunca saberia o que é sair pra farra e voltar pra casa inteira. Minha única meta todo fim de semana seria acabar ajoelhada no chão de qualquer apartamento alheio, com os olhos fechados e a boca entreaberta, esperando o momento exato em que meu dono me avisasse que ia gozar. Senti as gotas grossas e quentes respingarem nas minhas pálpebras e bochechas enquanto eu ficava parada.— Olha como deixei sua carinha de boneca, Ailen, você é um desastre de tão puta que é. Ele me insultou, se limpando com meu próprio cabelo.
— Me limpa você... me deixa toda cheia do seu leite, por favor. Pedi com os olhos lacrimejando, saboreando o gotejo que escorria pelos meus lábios.
Ele riu com desprezo, me dando um tapinha suave na cara molhada.
— Você vai ficar assim a noite toda, gata, pra todo mundo ver pra que você serve. Ele ordenou, virando as costas.
— Sim, meu amor... o que você mandar. Sussurrei bem baixinho, sentindo a porra secar na minha pele nova.
Ser Ailen significaria ficar de joelhos num beco de dia, passando a língua no bêbado que me pegou. Não teria vergonha nem dignidade se um homem me reivindicasse na rua. Deixaria qualquer vagabundo ou bêbado do bairro me arrastar pra trás de uma caçamba em plena luz do dia, me obrigando a abaixar as calças pesadas dele enquanto o barulho dos carros ecoa a metros. Ajoelhei na terra, segurando o membro cheio de veias com minhas mãos fininhas.— Essa boca que você tem só serve pra agradar os canalhas como eu, entendeu, Ailen? — falou o velho com hálito de vinho, segurando meu queixo com força bruta.
— Sim... cê tem razão, sou só pra isso. — balbuciei, passando a língua de lado por toda a rola suja dele.
Ele soltou um grunhido, empurrando a pélvis pra frente pra fazer eu raspar os dentes.
— Chupa direito, puta, que viados como você nasceram pra ficar debaixo dos homens. — ordenou, cuspindo no chão do lado dos meus saltos.
Fiz um som abafado de submissão, engolindo o nojo e chupando com desespero no meio do beco.
Como a Ailen, o único jeito de eu deixar gravarem vídeos seria chupando a pica dos caras de joelhos. Meu celular ia estar cheio de arquivos explícitos da minha própria degradação sexual. Eu passaria as noites de joelhos na frente dos meus donos enquanto eles seguram a câmera a centímetros da minha boca, focando como meus lábios pintados de vermelho se esticam pra enfiar o pau inteiro até o fundo. Olhei fixo pra lente com os olhos abertos, piscando submissa.— Olha pra câmera, Ailen, pra todos os seus amigos verem como você se engasga com uma pica de verdade. O cara mandou, puxando meu cabelo castanho.
— Mmhg!... Ahg!... Fiz um barulho abafado, sem conseguir falar por causa do tamanho que enchia minha boca.
Ele mexeu o celular pra focar meus peitos novos quicando por baixo do decote.
— Diz que é minha escrava e que adora que eu te grave assim, toda puta. Ele exigiu, me dando uma enfiada mais funda.
Sozinha, tirei a pica da boca por um segundo pra lamber a ponta e olhar fixo pro flash.
— Sou sua escrava... me filma o quanto quiser enquanto eu engulo tudo. Supliquei, voltando a fechar os olhos.
Como a Ailen, todas as saídas da balada terminariam do mesmo jeito com o cara mais bêbado do lugar. Eu não conseguiria negar diante da insistência de um sujeito violento e bombado dentro do banheiro da festa. Deixaria ele entrar atrás de mim no cubículo, travar a porta com o pé e levantar meu vestido preto de um puxão só para eu ficar de costas contra a pia. Apoiei meu rosto e minhas mãos desesperadas no espelho embaçado.— Olha que apertada que essa buceta tá, Ailen, não entra nem um dedo e olha como vou meter. Zombou o bêbado, ajeitando a roupa de terno desleixada.
— Não, pelo amor... tá vindo gente pro banheiro, vão nos ouvir! Supliquei com um gemido que soou como um miado de gata.
Ele entrou de uma vez pelo cu, fazendo eu bater a testa no vidro do espelho.
— Ahhh! Para, você vai me rasgar toda! Gritei, vendo meu próprio reflexo choroso e humilhado.
Ele caiu na gargalhada com meu sofrimento, me dando estocadas selvagens que faziam vibrar minhas bundas gigantes.
— Grita à vontade, putinha, que esses otários adoram ouvir como eu como a mais gostosa da balada. Cuspiu em mim, deixando minhas pernas tremendo sobre os saltos de quinze centímetros.
Ser Ailen significa que meu jeito de esperar pelos males seria sempre de bruços, agarrando minhas pernas. Eu não saberia receber os homens de outro jeito senão exibindo meus buracos na sala de casa. Eu me despiria no sofá, levantando a bunda bem alto e separando minhas coxas carnudas com minhas próprias mãos finas, deixando toda minha intimidade exposta para quando meus donos entrassem com os amigos deles. Fiquei tremendo, ouvindo os passos pesados deles entrando na sala.— Olha o que a Ailen preparou pra gente, tá pronta pra gente escolher que parte usar primeiro. — Disse o Nacho, dando um gole na cerveja dele.
— Usem o que quiserem... sou o brinquedo de vocês hoje. — Falei com a voz trêmula e o rosto enterrado na almofada.
O maior se aproximou e me plantou uma mão calejada na bunda, abrindo mais minha buceta.
— Eu começo pelo cu, Nacho, se enfia na boca pra puta não ficar entediada. — Ordenou ele, tirando o cinto.
— Sim, por favor... usem os dois ao mesmo tempo, me deixem cheia de porra. — Supliquei por puro instinto de submissão.
Como Ailen, eu terminaria de joelhos, cuspindo um pouco do sêmen do meu valentão pra depois engolir. Ia curtir o tesão de mostrar pra ele a prova da dominação dele na minha própria boca antes de terminar o serviço. Ficaria ajoelhada entre as pernas dele, abrindo os lábios devagar pra deixar cair um fio grosso de porra no meu queixo, deixando ele ver o próprio resto na minha cara. Olhei pra cima, vendo o pau dele já murcho e exausto graças à minha garganta.— Olha que nojenta que você é, Ailen, sua boca tá escorrendo do meu pau. — Zombou meu valentão, passando o dedo nos meus lábios molhados.
— É seu sêmen... olha como você deixa na minha língua. — Respondi, mostrando a porra branca com total humilhação.
Ele me deu um tapa leve na bochecha, me obrigando a fechar a boca.
— Vai, engole tudo e não deixa uma gota, puta faminta. — Mandou com nojo.
Fiz o movimento com a garganta, engolindo o líquido amargo num gemido submisso.
— Pronto... já tomei tudo, meu amor. — Sussurrei, limpando a boca com a mão fininha.
Como a Ailen, minha realidade pós-coito seria ficar de conchinha enquanto o sêmen do meu bully escorre da minha buceta. Eu ficaria deitada de lado na cama bagunçada dele, sentindo o frio da noite nas costas e o gotejamento constante da porra quente dele escorrendo pelas minhas coxas macias. Ele me abraçaria por trás, não por amor, mas pra lembrar que eu sou propriedade dele. Senti a respiração pesada dele na minha nuca.— Que lindo como ficou essa bunda minúscula escorrendo, Ailen, te enchi bem por dentro. Meu bully sussurrou com os olhos semicerrados.
— É... você sempre me deixa um bagaço, vai acabar me engravidando se continuarmos assim. Respondi, acariciando meus próprios quadris enormes.
Ele apertou minha cintura com força, me fazendo soltar um gemido agudo.
— E se eu te engravidar, você se fode por ser uma puta. Vamos continuar com isso mais algumas vezes antes de eu te deixar ir. Ele sentenciou, voltando a buscar minha intimidade molhada.
— Sim, por favor... me enche de novo, faz de mim o que quiser. Eu cedi completamente, entregando meu corpo mais uma vez.
Ser Ailen significaria ver como meu bully pegaria meus peitos novos pra morder e deixar marcados. Meus peitos pesados e sensíveis seriam o território oficial da violência dele. Ele me deixaria sentada em cima dele no quarto, apertando meus montes de carne com tanta força que os dedos ficariam marcados na minha pele branca. Ele pegou meu mamilo direito com os dentes, puxando pra fora. — Ahhh! Dói! Não me morde tão forte, por favor! — gritei, arqueando as costas com aquela dor gostosa.
— Cala a boca, Ailen, vou te deixar bem marcada pra quando você se olhar no espelho lembrar quem é teu dono. — Ele cuspiu, mudando pro outro peito sem piedade.
Senti os dentes dele afundarem na minha pele macia, deixando dois hematomas roxos ao redor da auréola.
— Ficaram lindas, agora todo mundo vai saber que esses peitos têm dono. — Ele zoou, dando um tapa que fez eles balançarem.
— Sim... sou sua... obrigada por me marcar assim. — Balbuciei, escondendo o rosto no pescoço dele de tanta vergonha.
Como a Ailen, me deixariam de quatro enquanto meu bully me come e eu olharia pra trás abrindo bem a buceta. Eu estaria apoiada na janela do apartamento dele, com o vestido levantado até o pescoço e as pernas tremendo de tanto esforço nos saltos. Com uma das minhas mãozinhas, eu seguraria minha bunda gigante pra abrir bem o cu, olhando por cima do ombro como o pau dele entra e sai do meu corpo. O som das minhas tetas batendo no vidro era a única coisa que se ouvia.— Olha como esse panetone todo balança, Ailen, tu é de borracha de tão puta que é. Meu bully gritou, me dando estocadas que me faziam bater contra o vidro.
— Olha como tu me abre! Olha como tu deixa meu cu escancarado! Gritei descontrolada, perdendo a linha da sanidade por causa do tesão.
Ele me puxou pelo cabelo pra me obrigar a manter o olhar pra trás.
— Isso é pra tu ver o que te acontece por se achar no colégio, puta. Ele sentenciou, acelerando o ritmo.
— Isso! Me arrebenta toda contra o vidro, deixa os vizinhos todos verem como tu me come! Geme, entregue de vez à exibição.
Esta é a imagem da Ailen deitada de costas com as pernas abertas, vendo o sêmen do meu chefe escorrer. Depois da tarde no escritório, eu ficaria largada em cima da mesa de madeira, rodeada de papéis e pastas bagunçadas. Teria as coxas cãibradas e abertas ao máximo, olhando fixamente para baixo enquanto o líquido branco e grosso do meu chefe pinga da minha buceta direto nos relatórios contábeis. Ele estaria ajustando a gravata na frente do espelho.— Bom trabalho hoje, Ailen, você deixou a mesa toda bagunçada com a sua umidade. — O chefe falou com um tom corporativo e frio.
— Me limpa... não me deixa largada assim, senhor. — Pedi com os olhos marejados, sem conseguir fechar as pernas de tão cansada.
Ele jogou um lenço descartável em cima da minha barriga escorrendo de sêmen.
— Se limpa sozinha, puta, e arruma esses papéis que amanhã temos reunião cedo. — Ordenou, saindo do escritório sem olhar para mim.
Fiquei ali sozinha, vendo o sêmen do meu chefe sujar os documentos oficiais, aceitando que, como Ailen, meu único valor era ser o alívio dos homens do poder.
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