mi pareja le tomo el gusto a mi jefe

Passaram quase duas semanas em que as coisas pareciam se normalizar, o chefe não falou nada comigo sobre o assunto, parecia que nossa relação estava mais normal do que antes, nem me perguntava pela Débora, ela também parecia estar bem. De vez em quando, as palavras do chefe voltavam na minha cabeça, que ela ia querer fazer de novo com ele.
Uma noite depois do jantar, a gente tava vendo uma série.
—Seu chefe não sai mais com você... o que aconteceu... brigou com ele...?
-Nada a ver... vai ter que ficar fazendo umas paradas...
—Te parece…
—E se não for, por que seria…
—Ele não deve querer te incomodar… depois do que a gente fez…
Comecei a ficar com tesão, a gente tava no sofá onde tudo tinha rolado, por que a gente fez em casa? pensava.
— Você toparia sair comigo um dia…
Não… pensei que por ali você tinha ficado puta com ele ou algo assim…
-Mas você ia adorar ver ele...
Depois do que aconteceu… eu adoraria ver ele em outra situação…
Me fiz de besta, continuei vendo a série, como se não tivesse falado nada, mas era óbvio que o chefe tinha razão. Ela queria ver ele de novo.
No dia seguinte, perguntei pro chefe se ele nunca mais ia sair comigo.
- Aposto que sua namorada te pergunta...
- Não, nada a ver…
-Você gostaria que eu te acompanhasse hoje… e como espera que eu me comporte… como se nada tivesse acontecido… Quando eu descer com você… é porque vou trepar de novo com aquela puta gostosa…
Fui no banheiro e bati uma punheta, meu pau cuspiu jatos de porra, me despedi do chefe e desci, passou quase uma semana.
Tava no banheiro e ele entrou pra mijar do meu lado, já tinha percebido a mudança na situação.
—Você não tem ideia de como minha esposa tá feliz… não consigo parar de comer ela… ainda mais quando penso na sua namorada… fica dura que nem um cacete… olha… só de falar nela já fico assim… que puta gostosa… pelo amor de Deus… — ele segurou o próprio pau e, se afastando do mictório, mostrou pra mim — Olha como fica quando penso nela… ela deve estar morrendo de vontade de continuar brincando… por que você não passa meu número pra ela… digo, se você não quiser mais… — não respondi nada e saí do banheiro, ele percebeu que eu tava de pau duro e me pareceu que ele riu.
Não tinha transado com a Débora há uns dias, as imagens dela com o chefe voltavam na minha cabeça, me sentia entregue. Sentia a voz falhando quando perguntei pro chefe se ele não descia comigo, ele se levantou e a gente desceu junto no elevador. Quando a Débora viu ele, parecia que o rosto dela se iluminou, ele puxou ela pra perto e deu um beijo suave na bochecha dela.
—Tô com o carro, dou uma carona até a casa de vocês…
Fomos pro estacionamento da empresa, ele chegou perto da minha mina e pegou ela pela cintura, iam andando na minha frente, sempre com ele segurando a cintura dela, caminhando bem juntinho, guiou ela até a porta do carona e fez ela sentar na frente. Eu sentei atrás, ele ficava passando a mão nas pernas da minha mina enquanto dirigia.
-Tava com vontade de me ver, hein…?
Ela não respondeu, ele continuou dirigindo e acariciando as pernas dela. Quando falava comigo, me dava instruções sobre coisas pendentes do trabalho que precisavam ser feitas, a tesão que isso me causava, me provocava passando a mão na minha mina, e eu não aguentava mais de tanto tesão.
Ela tava vestida com jeans, nada demais, uma espécie de poncho por cima, tava um dia bem fresco. Entramos em casa sem falar nada, eles ficaram parados no mesmo lugar, do lado do sofá. Ele tava acariciando o cabelo dela, puxou ela pra perto, ela se preparava pra beijar ele, mas ele colocou as mãos nos ombros dela e, com cuidado, fez ela se ajoelhar na frente dele…
Ela olhava nos olhos dele, ele acariciava o cabelo dela, abriu a calça liberando o pau, ela sorriu e baixou o olhar, começou a chupar, agora sem a venda olhava nos olhos dele enquanto chupava, ele gemia de novo guturalmente. Agarrou o cabelo dela com força mas não precisava guiar, ela engolia até o fundo e tirava de novo. Colocou ela de pé, virou ela de costas pra ele, desabotoou a jeans e puxou pra baixo junto com a fio dental, a raba dela ficou nua na frente dele, acariciou apertando bem com a mão direita, que levou pra frente acariciando a barriga dela e encostando ela contra ele, ela jogou a cabeça pra trás colocando o rosto do lado dele, inclinou ela no sofá e fez ela se apoiar nele, deu um tapa sonoro na bunda dela e acariciou amassando. Amassou por um tempo e deu outro tapa, ela gemia bem gostoso. Fez ela se ajoelhar no sofá e parado na frente dela deu pra chupar de novo, o que ela fazia com prazer. Virou ela no sofá deixando ela apoiada agora no encosto, se ajeitou atrás dela e segurando pelos ombros meteu bem forte, dessa vez ela olhava pra mim na frente dela com cara de tesão. Ele comia bem devagar e fundo, sempre gemendo guturalmente ele e ela gemendo e me olhando com cara de puta safada, agarrou ela forte pelos antebraços e puxava ela contra ele enquanto comia, os gemidos dela aumentaram de intensidade, parecia que ela tava gozando. Ela ainda tava de poncho, o que me deixava mais excitado ainda. Tirou o poncho dela, ela ficou de regata, agarrou o cabelo dela com força e continuou no que tava fazendo, diferente da outra vez, ela me olhava o tempo todo. A cada metida que ele dava nela, ela tinha cara de mais entregue. Fez um nó na regata na altura da cintura e dali foi controlando a penetração, metia bem forte agora. Levantou o peito dela e puxou ela pra perto, acariciava os peitos dela por cima da regata. Com a mão direita apertava forte o pescoço dela e com a esquerda acariciava a barriguinha, os dois continuavam gemendo. Ela apoiou a mão no braço que apertava o pescoço dela, confirmando o prazer que sentia. A cena era muito forte, fui pro banheiro e, com a luz apagada pra ninguém me ver, puxei meu pau e com dois toques meu cock jorrou jatos de porra que caíram no vaso. Ela voltou e ele fez ela apoiar o peito no encosto do sofá de novo. Continuava comendo ela, alternando entre apertar os ombros dela contra o sofá ou agarrar a bunda dela e enfiar ela contra ele. Nessa hora, percebi que ela ainda estava de jeans na altura das pernas. Ele deu um tapa sonoro na bunda direita dela, que arrancou outro gemido, colocou ela de quatro e, segurando pelo cabelo, continuou bombando. Tirou a camiseta dela, cruzou os braços dela por trás e segurou com a mão direita enquanto com a esquerda agarrava o ombro dela. A mão esquerda voltou a brincar apertando o pescoço dela. Os dois se pelaram completamente, ele colocou um travesseiro embaixo da bacia dela, fez ela se deitar ao longo do sofá e se ajeitou atrás dela. Agora ele comia ela deitado por cima, a rabuda dela estava toda empinada, o travesseiro embaixo levantava ainda mais, mas ele continuava metendo por trás. Eu me movi pra trás deles, fiquei impressionado em ver o pau inteiro dele entrando dentro dela. Ele se jogou com o peso todo em cima dela, os antebraços dele ao lado dela, ela se agarrava nos braços dele, os dois gemiam o tempo todo. Ele virou ela e, de frente pra ele, voltou a comer ela, ela olhava nos olhos dele mas sempre desviava o olhar pra mim. De novo a mão direita dele brincava com o pescoço dela, ela encolheu um pouco as pernas, as duas mãos dele brincavam com o pescoço dela. Ele colocou o rosto perto do dela e chupava o pescoço dela, de novo levou a mão ao pescoço, a boca dele perto da dela, ele nunca tinha beijado ela, eu percebia que ela tava a fim mas ele se aproximava e se afastava. depois. Colocou ela de quatro de novo e continuou metendo, segurou ela pelos antebraços outra vez, mas como agora ela tava sem camiseta, dava pra ver os peitos balançando. Agarrou ela forte pelo cabelo e, puxando, gozou tudo no cu dela e parte das costas.
—Boazinha… —disse ele, levantando-se do sofá e começando a se trocar.
De novo eu acompanhei ele no elevador até embaixo.
—Vai demorar bem menos dessa vez pra querer continuar brincando… ela tá começando a gostar do jogo… criou coragem pra te olhar, sente que você é cúmplice dela… não decepciona ela… ainda vai ter algum momento em que ela se arrependa… mas nada sério… —de novo eu me enfurecia com o jeito que ele falava, parecia um médico dando um diagnóstico.
Tava me sentindo emocionado com toda a situação, via que o tempo todo a Débora queria beijar ele, ele não deixava, mas se dependesse dela, com certeza teria feito. Depois de tudo que fizeram, me irritava que ela quisesse beijar ele, tinha medo que ela tivesse se apaixonando por ele, mas não tinha coragem nem de tocar no assunto. Dessa vez a gente conversou, ela queria falar.
-Que gostoso... que tesão ele me pegou... e tirou bem na hora... adoraria que ele gozasse dentro de mim...
—Você estava muito entregue…
- Adoro tudo que você faz comigo… espero que a gente possa se ver mais vezes agora… ele é bem grande e bem duro… e adoro como você me domina… me sinto tão puta nas suas mãos… você gostou de mim…? te sinto tenso…
-É meio estranho ficar vendo você fazer isso com outra pessoa… mas eu gostei, sim…

3 comentários - mi pareja le tomo el gusto a mi jefe

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