Olá, vou me apresentar, meu nome é Linda e essa história é sobre como me tornei a putinha do meu chefe. Eu tenho 1,62m, um rabão operado, peitões grandes também operados, pele morena, cabelo liso e olhos castanhos claros.
Tudo começou quando eu precisava fazer meu estágio obrigatório no último semestre da faculdade. Consegui uma vaga numa empresa que fabrica bebidas. Meu chefe (vamos chamar ele de Carlos) era um homem quase careca, de corpo robusto e meio gordinho, ele tinha 40 anos, e eu na época tinha 27. Ele sempre me colocava pra ajudar ele com relatórios, redação de documentos e várias coisas de escritório. Eu sempre ia trabalhar de saia curta, blusa justinha e salto alto. No fim do expediente, ele sempre se despedia de mim com um beijo na bochecha e um abraço, mas sempre me apertava mais do que devia quando me abraçava. Às vezes ele ficava me olhando demais, e no começo eu me sentia desconfortável, mas depois comecei a ficar com tesão em saber que meu chefe praticamente me despia com os olhos.
Um dia, já estava quase na hora de ir embora, praticamente todo mundo do nosso andar já tinha ido, só mais dois colegas estavam lá. Eu já ia saindo quando meu chefe me chamou pra ajudar ele com um relatório, porque aparentemente uma reunião tinha sido adiantada e ele precisava entregar no dia seguinte. Ele mandou eu ir até a sala dele pra gente fazer isso mais rápido e ir embora logo. Quando entrei na sala, sentei na frente dele com meu notebook, e ele foi me ditando uns números, mas ficava olhando muito pros meus peitos. Aí ele falou: "Nossa, filha, deixa eu desligar o ar-condicionado, porque parece que você tá num concurso de camisetas molhadas", apontando pros meus mamilos que estavam bem durinhos, aparecendo claramente pela minha blusa branca decotada que eu tava usando naquele dia. Eu não sabia o que dizer, só tapei meus peitos com a mão, e meu chefe disse: — Não tapa, não, deixa eu aproveitar a vista. Eu não sabia o que fazer, aí ele falou: — Uma garota tão gostosa como você... Trouxe metade da empresa babando, você não percebeu?
—Não sei do que o senhor está falando, Lic.
—Me chama pelo meu nome, Linda. Dá pra ver que você gosta que os homens te olhem, sempre vem vestida com saias curtas, com certeza gosta de usar tanguinhas, né?
—Não sei do que o senhor está falando, Lic. Melhor a gente se apressar pra poder ir embora logo.
—Vamos, Linda, me conta a verdade. Desde a primeira vez que te vi, percebi que você é uma menina bem safada. Além disso, não vai me negar que tá usando uma calcinha fio-dental preta. Há um tempinho você se abaixou e apareceu. Deve ficar muito gostosa com essa raba que você tem.
—Por favor, Lic, vamos continuar trabalhando. Não quero falar disso, me deixa nervosa, hahaha.
—Ah, é, Linda? E por que eu te deixo nervosa? Por acaso você ainda é virgem?
—Não, claro que não sou virgem, Lic.
—Viu como eu não me enganei? Dá pra ver que você adora uma pica, ou vai negar?
—Hahaha, ai, Lic, que coisas o senhor fala.
—Eu posso te dar pica todo dia, Linda.
Naquele momento, ele se levantou do lugar e eu vi que já estava com uma boa ereção, dava pra perceber através da calça. Ele foi fechar a porta do escritório com chave e parou atrás de mim. Colocou as mãos nos meus ombros e começou a me massagear, e aos poucos foi descendo até meus peitos, puxando meus mamilos. Nessa hora, eu já estava muito excitada e toda molhada na minha bucetinha, e ele me dizia:
—Que peitos gostosos você tem, Linda.
Ele pegou minha mão e me fez levantar, me encurralou até a mesa dele, colocou as mãos nas minhas nádegas e começou a apalpar, e começou a me beijar no pescoço. Levou uma mão por baixo da minha saia e eu, por instinto, abri as pernas. Ele começou a esfregar minha buceta por cima da calcinha fio-dental e me disse:
—Você é uma verdadeira putinha, tá toda molhada.
Ele puxou minha calcinha pro lado e começou a me masturbar. Com a outra mão, massageava um dos meus peitos. Eu só comecei a gemer e agarrei a pica dele, comecei a esfregar por cima da calça.
E então ele me disse no ouvido:
—Me fala que você quer pica, me fala que quer ser comida como a putinha que você é.
Eu estava tão no fogo que falei:
—Quero pica, Carlos, me dá. pau, sou uma puta que adora pau. Depois de falar isso, ele começou a me despir super rápido, tirou minha blusa, meu sutiã, minha saia, só deixou minha calcinha fio dental, ficou me olhando de cima a baixo e me disse —Ai, gata, você é bem gostosa, vira, se apoia na mesa e abre as pernas, que vou te arrombar. Eu obedeci, me virei e empurrei as coisas que estavam na mesa pro lado, me inclinei, aí soltei um grito porque ele me deu um tapa na bunda e disse —Assim que eu gosto, obedientes, aí ouvi ele tirando a calça, virei a cabeça e vi ele só de camisa, o pau dele não era tão grande, mas o que me impressionou foi que era grosso e cheio de veias, e ele disse —Tá gostando do que vê? Daqui a pouco vai estar dentro de você, ele se posicionou atrás de mim e meteu de uma vez, eu abafei um grito, mesmo estando molhada, não tava preparada pra um pau daquele, e ele começou a se mexer, devagar, e falava —Olha que puta você é, cabe tudo, sua buceta come tudo, começou a me dar tapas na bunda. Eu só gemia, cada tapa na bunda eu gritava um pouco mais, depois de umas quantas estocadas eu me acostumei com o tamanho e comecei a aproveitar pra caralho, gemia e gemia, não tava nem aí se alguém ouvia, eu só pensava em como meu chefe tava me comendo gostoso e falava —Que gostoso, isso, me dá mais pau, ahhhhh ahhhhhhhhh sou sua puta. Parece que isso excitava ele ainda mais, porque ele começou a meter mais forte, me segurava pelos quadris com tanta força que eu sabia que ia ficar com marca, depois de um tempo nessa posição, ele tirou o pau, me levantou e me virou e me beijou, mas era um beijo apaixonado, metia a língua, apalpava meus peitos, eu só deixava, aí ele sentou e disse —Vem, puta, monta em mim, mas antes tira essa calcinha, fiz o que ele pediu, tirei a calcinha e depois me ajeitei pra sentar de uma vez no pau gostoso dele, e comecei a montar, subia e descia, ele marcava o ritmo me ajudando a levantar e cair, chupava meus tetas, eu só gemia e gemia, e aí ele falou pra mim — Se a Linda geme forte, é pra te ouvirem, pra saberem que você é minha putinha, que você é uma putinha que adora minha pica — Sim Carlos, sou sua putinha ahhhhhhhhhh ahhhhhhh, que pica gostosa você tem ahhhhhhhhhhh ahhhhhhhhhh — Você é minha putinha, só minha, olha como sua buceta engole minha pica — Vou gozar ahhhhhhhh Carlooossss — Sim minha putinha, vou te encher de porra — Sim, me dá porra, me enche de porra Carlos ahhhhhhhhhh E eu gozei, foi um orgasmo muito gostoso, mais umas metidas e ele me encheu de porra, ficamos naquela posição por uns minutos e depois ele me ajudou a levantar, e nos vestimos, eu tava procurando minha calcinha fio dental, mas ele falou — Essa eu vou ficar, e a partir de amanhã quero que você venha sem calcinha, entendeu? — Sim Carlos, do jeito que você mandar — Assim que eu gosto, obediente, tenho muitos planos pra você Linda, essa boquinha e essa rabuda também vou encher de porra. Ajeitamos as coisas da mesa dele e saímos do escritório, os dois colegas ainda estavam lá e ficaram me olhando de cima a baixo, se despediram do Carlos com um sorriso, um deles gritou: é assim que se come puta, muito bem chefe. Carlos só riu e falou já é hora de ir, a gente se vê amanhã... E foi assim que começou essa história com meu chefe.
Tudo começou quando eu precisava fazer meu estágio obrigatório no último semestre da faculdade. Consegui uma vaga numa empresa que fabrica bebidas. Meu chefe (vamos chamar ele de Carlos) era um homem quase careca, de corpo robusto e meio gordinho, ele tinha 40 anos, e eu na época tinha 27. Ele sempre me colocava pra ajudar ele com relatórios, redação de documentos e várias coisas de escritório. Eu sempre ia trabalhar de saia curta, blusa justinha e salto alto. No fim do expediente, ele sempre se despedia de mim com um beijo na bochecha e um abraço, mas sempre me apertava mais do que devia quando me abraçava. Às vezes ele ficava me olhando demais, e no começo eu me sentia desconfortável, mas depois comecei a ficar com tesão em saber que meu chefe praticamente me despia com os olhos.
Um dia, já estava quase na hora de ir embora, praticamente todo mundo do nosso andar já tinha ido, só mais dois colegas estavam lá. Eu já ia saindo quando meu chefe me chamou pra ajudar ele com um relatório, porque aparentemente uma reunião tinha sido adiantada e ele precisava entregar no dia seguinte. Ele mandou eu ir até a sala dele pra gente fazer isso mais rápido e ir embora logo. Quando entrei na sala, sentei na frente dele com meu notebook, e ele foi me ditando uns números, mas ficava olhando muito pros meus peitos. Aí ele falou: "Nossa, filha, deixa eu desligar o ar-condicionado, porque parece que você tá num concurso de camisetas molhadas", apontando pros meus mamilos que estavam bem durinhos, aparecendo claramente pela minha blusa branca decotada que eu tava usando naquele dia. Eu não sabia o que dizer, só tapei meus peitos com a mão, e meu chefe disse: — Não tapa, não, deixa eu aproveitar a vista. Eu não sabia o que fazer, aí ele falou: — Uma garota tão gostosa como você... Trouxe metade da empresa babando, você não percebeu?
—Não sei do que o senhor está falando, Lic.
—Me chama pelo meu nome, Linda. Dá pra ver que você gosta que os homens te olhem, sempre vem vestida com saias curtas, com certeza gosta de usar tanguinhas, né?
—Não sei do que o senhor está falando, Lic. Melhor a gente se apressar pra poder ir embora logo.
—Vamos, Linda, me conta a verdade. Desde a primeira vez que te vi, percebi que você é uma menina bem safada. Além disso, não vai me negar que tá usando uma calcinha fio-dental preta. Há um tempinho você se abaixou e apareceu. Deve ficar muito gostosa com essa raba que você tem.
—Por favor, Lic, vamos continuar trabalhando. Não quero falar disso, me deixa nervosa, hahaha.
—Ah, é, Linda? E por que eu te deixo nervosa? Por acaso você ainda é virgem?
—Não, claro que não sou virgem, Lic.
—Viu como eu não me enganei? Dá pra ver que você adora uma pica, ou vai negar?
—Hahaha, ai, Lic, que coisas o senhor fala.
—Eu posso te dar pica todo dia, Linda.
Naquele momento, ele se levantou do lugar e eu vi que já estava com uma boa ereção, dava pra perceber através da calça. Ele foi fechar a porta do escritório com chave e parou atrás de mim. Colocou as mãos nos meus ombros e começou a me massagear, e aos poucos foi descendo até meus peitos, puxando meus mamilos. Nessa hora, eu já estava muito excitada e toda molhada na minha bucetinha, e ele me dizia:
—Que peitos gostosos você tem, Linda.
Ele pegou minha mão e me fez levantar, me encurralou até a mesa dele, colocou as mãos nas minhas nádegas e começou a apalpar, e começou a me beijar no pescoço. Levou uma mão por baixo da minha saia e eu, por instinto, abri as pernas. Ele começou a esfregar minha buceta por cima da calcinha fio-dental e me disse:
—Você é uma verdadeira putinha, tá toda molhada.
Ele puxou minha calcinha pro lado e começou a me masturbar. Com a outra mão, massageava um dos meus peitos. Eu só comecei a gemer e agarrei a pica dele, comecei a esfregar por cima da calça.
E então ele me disse no ouvido:
—Me fala que você quer pica, me fala que quer ser comida como a putinha que você é.
Eu estava tão no fogo que falei:
—Quero pica, Carlos, me dá. pau, sou uma puta que adora pau. Depois de falar isso, ele começou a me despir super rápido, tirou minha blusa, meu sutiã, minha saia, só deixou minha calcinha fio dental, ficou me olhando de cima a baixo e me disse —Ai, gata, você é bem gostosa, vira, se apoia na mesa e abre as pernas, que vou te arrombar. Eu obedeci, me virei e empurrei as coisas que estavam na mesa pro lado, me inclinei, aí soltei um grito porque ele me deu um tapa na bunda e disse —Assim que eu gosto, obedientes, aí ouvi ele tirando a calça, virei a cabeça e vi ele só de camisa, o pau dele não era tão grande, mas o que me impressionou foi que era grosso e cheio de veias, e ele disse —Tá gostando do que vê? Daqui a pouco vai estar dentro de você, ele se posicionou atrás de mim e meteu de uma vez, eu abafei um grito, mesmo estando molhada, não tava preparada pra um pau daquele, e ele começou a se mexer, devagar, e falava —Olha que puta você é, cabe tudo, sua buceta come tudo, começou a me dar tapas na bunda. Eu só gemia, cada tapa na bunda eu gritava um pouco mais, depois de umas quantas estocadas eu me acostumei com o tamanho e comecei a aproveitar pra caralho, gemia e gemia, não tava nem aí se alguém ouvia, eu só pensava em como meu chefe tava me comendo gostoso e falava —Que gostoso, isso, me dá mais pau, ahhhhh ahhhhhhhhh sou sua puta. Parece que isso excitava ele ainda mais, porque ele começou a meter mais forte, me segurava pelos quadris com tanta força que eu sabia que ia ficar com marca, depois de um tempo nessa posição, ele tirou o pau, me levantou e me virou e me beijou, mas era um beijo apaixonado, metia a língua, apalpava meus peitos, eu só deixava, aí ele sentou e disse —Vem, puta, monta em mim, mas antes tira essa calcinha, fiz o que ele pediu, tirei a calcinha e depois me ajeitei pra sentar de uma vez no pau gostoso dele, e comecei a montar, subia e descia, ele marcava o ritmo me ajudando a levantar e cair, chupava meus tetas, eu só gemia e gemia, e aí ele falou pra mim — Se a Linda geme forte, é pra te ouvirem, pra saberem que você é minha putinha, que você é uma putinha que adora minha pica — Sim Carlos, sou sua putinha ahhhhhhhhhh ahhhhhhh, que pica gostosa você tem ahhhhhhhhhhh ahhhhhhhhhh — Você é minha putinha, só minha, olha como sua buceta engole minha pica — Vou gozar ahhhhhhhh Carlooossss — Sim minha putinha, vou te encher de porra — Sim, me dá porra, me enche de porra Carlos ahhhhhhhhhh E eu gozei, foi um orgasmo muito gostoso, mais umas metidas e ele me encheu de porra, ficamos naquela posição por uns minutos e depois ele me ajudou a levantar, e nos vestimos, eu tava procurando minha calcinha fio dental, mas ele falou — Essa eu vou ficar, e a partir de amanhã quero que você venha sem calcinha, entendeu? — Sim Carlos, do jeito que você mandar — Assim que eu gosto, obediente, tenho muitos planos pra você Linda, essa boquinha e essa rabuda também vou encher de porra. Ajeitamos as coisas da mesa dele e saímos do escritório, os dois colegas ainda estavam lá e ficaram me olhando de cima a baixo, se despediram do Carlos com um sorriso, um deles gritou: é assim que se come puta, muito bem chefe. Carlos só riu e falou já é hora de ir, a gente se vê amanhã... E foi assim que começou essa história com meu chefe.
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