Naquele meio-dia, a casa estava quase vazia. A mãe dela tinha saído, o jardineiro não estava, e os barulhos de obra vinham só do fundo.
Juana desceu de roupão. Sem sutiã. Só com uma calcinha fio-dental preta fininha que mal cobria o necessário.
Ela estava com fome. Mas não de comida.
Atravessou o corredor sabendo que ia encontrá-lo ali.ElíasTava cortando uns cano no tanque, com a porta entreaberta e as costas suadas marcando a camiseta. Enxugou o pescoço com um pano e naquele exato momento viu ela.
Ela entrou com uma desculpa idiota. Que tava procurando uma toalha, que molhou o chão… uma merda.
Mas ele já sabia.Ela queria aquilo. E ele tava pronto.—E essa bata? —ele disse, olhando ela de canto.
—E essa camiseta toda grudada? —ela respondeu, desafiadora.
Ficaram em silêncio. O tanque cheirava a poeira, calor, tensão sexual prestes a explodir.
Ele se aproximou dela. Não disse nada. Só olhou. O olhar desceu pelo decote, pela calcinha fio dental, pelas coxas.
E aí ele fez.Apoiou ela contra a parede.Não foi brusco. Foi firme. Másculo. Como quem sabe o que faz.
Juana ofegou. Sentiu a piroca dura roçar a coxa dela por cima da jeans. Os bicos dos peitos arrepiaram por baixo do tecido.
E quando olhou nos olhos dele, entendeu tudo.Esse cara não ia tratar ela como uma princesa.Ia tratar ela como uma puta gostosa que tava pedindo piroca aos berros.
Ele puxou o roupão dela com uma mão e enfiou dois dedos entre as pernas dela, por baixo da calcinha fio dental.
—Cê tá um fogão, chetita —sussurrou no ouvido dela—. Tão molhada assim por mim?
Ela não conseguia falar. Só balançou a cabeça, mordendo o lábio.
—Me fala o que cê quer —exigiu ele, baixando a voz—. Se não falar, não faço nada.
Juana olhou pra ele, sem defesa. As pernas tremiam.
—Me faz tua —disse finalmente, com a voz rouca.
Elías sorriu. Ajoelhou no chão imundo do lavandouro, puxou a calcinha dela até os tornozelos e abriu as pernas dela sem pedir mais licença.
A língua entrou direto, quente, suja. Não beijou igual esses playboys que vão devagar e com medo. Ele comeu ela como se tivesse fome, com a cara colada, fazendo barulho, com o nariz no clitóris.
Juana se segurou na parede, os joelhos cederam, e em menos de um minuto, gozou tremendo, com os gemidos abafados entre os dentes.
—Ninguém nunca me fez gozar assim —disse ela, com o corpo mole, enquanto Elías limpava a boca com as costas da mão.
—Sorrindo, ele respondeu—. E agora cê vai ver como eu encho essa buceta rosa de piroca.
Juana desceu de roupão. Sem sutiã. Só com uma calcinha fio-dental preta fininha que mal cobria o necessário.
Ela estava com fome. Mas não de comida.
Atravessou o corredor sabendo que ia encontrá-lo ali.ElíasTava cortando uns cano no tanque, com a porta entreaberta e as costas suadas marcando a camiseta. Enxugou o pescoço com um pano e naquele exato momento viu ela.
Ela entrou com uma desculpa idiota. Que tava procurando uma toalha, que molhou o chão… uma merda.
Mas ele já sabia.Ela queria aquilo. E ele tava pronto.—E essa bata? —ele disse, olhando ela de canto.
—E essa camiseta toda grudada? —ela respondeu, desafiadora.
Ficaram em silêncio. O tanque cheirava a poeira, calor, tensão sexual prestes a explodir.
Ele se aproximou dela. Não disse nada. Só olhou. O olhar desceu pelo decote, pela calcinha fio dental, pelas coxas.
E aí ele fez.Apoiou ela contra a parede.Não foi brusco. Foi firme. Másculo. Como quem sabe o que faz.
Juana ofegou. Sentiu a piroca dura roçar a coxa dela por cima da jeans. Os bicos dos peitos arrepiaram por baixo do tecido.
E quando olhou nos olhos dele, entendeu tudo.Esse cara não ia tratar ela como uma princesa.Ia tratar ela como uma puta gostosa que tava pedindo piroca aos berros.
Ele puxou o roupão dela com uma mão e enfiou dois dedos entre as pernas dela, por baixo da calcinha fio dental.
—Cê tá um fogão, chetita —sussurrou no ouvido dela—. Tão molhada assim por mim?
Ela não conseguia falar. Só balançou a cabeça, mordendo o lábio.
—Me fala o que cê quer —exigiu ele, baixando a voz—. Se não falar, não faço nada.
Juana olhou pra ele, sem defesa. As pernas tremiam.
—Me faz tua —disse finalmente, com a voz rouca.
Elías sorriu. Ajoelhou no chão imundo do lavandouro, puxou a calcinha dela até os tornozelos e abriu as pernas dela sem pedir mais licença.
A língua entrou direto, quente, suja. Não beijou igual esses playboys que vão devagar e com medo. Ele comeu ela como se tivesse fome, com a cara colada, fazendo barulho, com o nariz no clitóris.
Juana se segurou na parede, os joelhos cederam, e em menos de um minuto, gozou tremendo, com os gemidos abafados entre os dentes.
—Ninguém nunca me fez gozar assim —disse ela, com o corpo mole, enquanto Elías limpava a boca com as costas da mão.
—Sorrindo, ele respondeu—. E agora cê vai ver como eu encho essa buceta rosa de piroca.
1 comentários - La pendeja cheta y el albañil (parte 3)