A gostosa e o pedreiro (parte 4)

Elías calou a boca dela com um beijo que não era de filme, era bem pornô. Língua, saliva. Tudo misturado. Juana não sabia se as pernas tremiam por causa da adrenalina ou do tesão, mas já não ligava. Abriu o jeans dela com as mãos atrapalhadas, desesperadas. E ali sentiu:a pica.Quente, dura, larga. Pulava na mão dele como se tivesse vida própria.
—Você é sempre assim? —ela perguntou, ofegante.
—Não —respondeu ele—. Assim só como as patricinhas que precisam de um bom pau.
Juana desceu pro chão sem pensar. Tirou a rola pra fora e enfiou na boca sem enrolação. Custava. Era grossa. Mas ela adorava.
Chupou com fome, com vontade. Nunca tinha sentido aquilo. Com os playboys, tinha que fingir empolgação. Com Elías,
ela saía sozinhaEle agarrou ela pelo cabelo e começou a chupar a boca dela.
—Olha como fica gostosa assim, princesa —disse com tom de deboche—. Não te achava tão puta.
Juana riu com a pica na boca.
Ela adorava quando ele falava assim com ela.Ele a parou, virou ela, apoiou a pica entre as nádegas dela e sussurrou no ouvido:
—Me fala que você quer que eu te coma, sua putinha.
—Me come, eu te imploro, por favor... —ela gemeu—
E aí ele meteu.
De uma vez.
Sem avisar.
Sem pausa.
Até o fundo.
Juana gritou. Um gemido sujo, libertador, como se estivessem tirando toda a riqueza do corpo dela num único empurrão.
Elías segurou a cintura dela e bombou com força. Cada estocada era um golpe molhado, um barulho que ecoava pelas paredes do lavanderia.
—É assim que se fode uma patricinha que se excita com a calcinha fio dental e se acha fina —ele dizia, enquanto a arrebentava por trás—. É assim que um homem de verdade come uma mina.
Juana não aguentava mais. As lágrimas de prazer escorriam pelo rosto.
Ela pensou no Tomás. No Nico. Naqueles caras certinhos que gozavam em cinco minutos e depois davam um beijo na testa dela.
Isso não era aquilo. Isso era outra coisa.Elías agarrou o cabelo dela, puxou ela pra cima de uma vez e empalou ela de frente. Ela subiu em cima dele, molhada, aberta, entregue.
Ele chupou o pescoço dela, mordeu o ombro, e dizia:
—Me come como se você me odiasse.
E ele obedeceu.Elías estava comendo ela com toda a fúria.
Juana estava dobrada sobre a máquina de lavar, com a tanga pendurada no tornozelo, as mãos apoiadas como dava e o rosto suado, desmontado.
As investidas eram profundas, sujas, sem pausa. Metia até o fundo, molhado, com barulho. Cada vez que saía, fazia aquele som úmido que dava arrepio na pele dela.
—Olha como essa buceta abre pra essa pica, chetita —falava ele, com a voz grossa—. Entra inteira, e você ainda pede mais.
Juana não conseguia responder. Só gemia. As pernas tremiam.
Ninguém nunca tinha comido ela assim.
Nenhum cheto tinha feito ela gozar duas vezes seguidas.
Nenhuma tinha feito ele perder o controle.Elías puxou o cabelo dela e a fez ajoelhar na frente dele.
A pica dele escorria de lubrificação e saliva.
—Abre a boca, princesa —disse ele, segurando o rosto dela com a mão.
Ela obedeceu. Enfiou até a garganta, agarrou a cabeça dela com as duas mãos e começou a meter com movimentos curtos, rápidos, sem filtro.
Juana babava, as lágrimas escorriam de tanto prazer misturado com asfixia.
—Era assim que eu queria te ver. De joelhos, com a cara toda bagunçada e a minha pica até o fundo.
—Prepara a carinha, gostosa, vou te encher de leite….
E ele não demorou.
Tirou pra fora, bateu uma por uns segundos e encheu a cara dela de porra.
Na bochecha, na boca, na pálpebra. O semen quente, grosso, escorria como uma marca de poder.
Juana olhava pra ele de baixo, com a língua pra fora e os olhos vidrados.
Nunca tinha estado tão gostosa.—Usa a buceta da sua mãe —ela disse—. Nunca tinham gozado na minha cara, meu olho tá ardendo.
Elías a levantou com uma mão na nuca e sussurrou no ouvido dela:
—Você tá virando a puta de um macho, já vou vir te arrebentar o rabo, garota fina...
Juana ficou parada, respirando pesado.
E numa voz baixinha, quase tremendo, disse:
—Não...
Sou virgem por aí.Elías ficou olhando para ela com os olhos acesos, como um animal.
E sorriu.
O rosto dela se iluminou.—Melhor.

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