El morbo de ser vistos cogiendo

O tesão de serem vistos transandoHá um tempo, começamos a sentir um tesão doentio em sermos vistos transando por quem passa na calçada.
Vou te contar que essa prática incomum em nós começou numa noite em que meu marido voltou de uma semana de trabalho em outra cidade e, apesar de nos comunicarmos todos os dias, provocarmos um ao outro à distância e até mandarmos fotos quentes, meter é meter. E naquela noite, depois do jantar, começamos a nos acariciar, a nos esfregar sem parar e a nos beijar como namorados que estão se conhecendo, até começarmos a nos despir um ao outro sem nem pensar que estávamos fazendo aquilo no meio da sala de casa, um espaço e lugar que dá pra ver totalmente de duas janelinhas que dão pra rua.

O tesão era tanto que não nos importamos; de vez em quando olhávamos pra janela pra ver se alguém passava, mas até aquele ponto sem querer que isso acontecesse, ou seja, no fundo não queríamos ser vistos porque podia ser algum vizinho que nos conhece ou alguém que passasse e fizesse algo com o celular e assim ficássemos queimados nessa cidade pequena. Mas continuamos, estávamos muito, mas muito quentes e com vontade um do outro, então lá estávamos e não íamos parar. Eu me sentei completamente nua em cima dele e pulava de um jeito que fizesse ele gozar o mais rápido possível. Ele, por sua vez, estava adorando pra caralho e me dizia que se alguém passasse, queria que eu continuasse assim: "certeza que você adora, sua puta, que te olhem enquanto você dá". Isso me deixava mais louca ainda. Nisso, vemos uma pessoa passando; não saberemos se nos viu, mas algo naquele momento me excitou. Comecei a pular mais forte, meu marido entre suspiros e gemidos me dizia: "vai, sua puta, vai, vai, me come, continua assim". O cara continuou andando de costas pra nós até que num momento ele se virou. Senti um certo medo, mas não queria parar de transar. Lembro que continuei pulando no meu marido enquanto dizia: "ah, ele vai nos ver, idiota, ele tá vindo pra cá".

Até hoje continuamos fazendo isso; a gente se pega numa cadeira, às vezes... É tanta a excitação que meu marido me coloca de bruços na mesa da cozinha e começa com uma forte metida e tirada de pica, me fazendo gemir igual uma louca. E nesse descontrole, nessa inconsciência, nós dois desejamos ser vistos de verdade, que olhem, que alguém pare e comece a bater uma pra aquela situação. Por quê? Pra falar a verdade, naquela noite, depois que meu marido voltou das férias, EU QUERIA SER VISTA POR AQUELE CARA, EU QUERIA QUE AQUELE SORTUDO QUE A VIDA PRESENTEOU COM UMA CENA PORNÔ INUSUAL NAQUELE POVOADO DISSESSE PRA SI MESMO: "NOSSA, OLHA QUE VAGABUNDA ACABOU SENDO A MORENA DA ESQUINA.

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