Hora de escrever de novo. Essa vai ser a última que escrevo, pelo menos por um tempo, porque é a mais especial pra mim. Todas as anteriores que escrevi foram situações que eu mesma provoquei só pra matar a vontade de transar, mas essa foi muito mais importante pra mim e pra minha vida.
Já tinha mencionado antes o assunto de eu e meu marido com a ideia de ter um filho eventualmente. E nunca passou disso, pelo menos no começo. Mas uns 5 anos atrás, mais ou menos, começamos a ter conversas mais sérias sobre o tema. No início do nosso casamento, e depois por vários anos, a gente realmente não queria. Mas parece que nós dois já estávamos chegando numa certa idade, depois de tantos anos, que se fosse pra querer fazer, a hora era aquela. Mais por minha causa, claro. Eu já tinha 35 anos e, embora estivesse perfeita, também não era algo que dava pra adiar muito se eu quisesse fazer.
E eu queria fazer sim. Com o tempo, fui amolecendo um pouco pra ideia de ter um, digamos assim, e meu marido também. No fim, nós dois decidimos que sim, que era a hora e que seria muito legal ter um. Ele já tava bem empolgado com a ideia. Ele sempre foi muito apegado à família dele, tem dois irmãos que também já tinham casado há tempo e já tinham filhos. Ele era o único que ainda não tinha, e pra ele era muito importante que a linhagem da família dele continuasse.
Eu, verdade seja dita, também tinha me aproximado bastante da ideia e, igual ao meu marido, queria ter um. Nós dois estávamos na mesma sintonia. Claro, essa sintonia só significava que nós dois queríamos ter um filho, mas pra mim não significava necessariamente que eu queria ter com ele. Acho que dá pra entender. Se um homem fosse me engravidar, a ideia me encantava, mas se fosse fazer, queria que fosse com os homens que eu gosto e que sempre me fizeram sentir mulher. Não com o banana do meu marido.
Isso me apresentava um problema, claro. Tinha que bolar um plano e O jeito de fazer direito, de não levantar muitas suspeitas ou causar problemas. Ia precisar de tempo. No começo, falei pro meu marido que tinha parado de tomar a pílula, pra ele achar que tava tudo normal e eu continuar com o plano. Óbvio que não tinha parado. Nós dois começamos a transar mais seguido, na expectativa de que eu finalmente engravidasse, e os dois sonhavam com isso. Só que sonhávamos diferente. Ele sonhava o dele e eu o meu, não precisava explicar nada pra ele. Nenhum detalhe sobre como nossos sonhos diferiam um pouquinho.
Não tava bem certa de como ia fazer. Tinha várias coisas na cabeça. O mais fácil pra mim era simplesmente parar de tomar a pílula, esperar um tempinho razoável e ir visitar meus amigos lindos da oficina. Esses sim iam dar um jeito de deixar um bebê na minha barriga, sem dúvida. Mas eu não queria isso. Não teria como saber de qual deles seria, e se eu fosse ter um filho feito por outro homem, queria saber exatamente quem era esse homem. Mais ainda, queria até escolher.
Também tinha questões bem mais práticas. Se fosse por mim e eu não ligasse pra nada, mas nada mesmo... quer dizer, se eu não ligasse pra reação do meu marido, como seria visto socialmente e tal... eu teria adorado engravidar de um homem negro. Mas claro que ia dar problema depois. Como explicar e tal. Isso não significava que meu filho tinha que ser necessariamente loiro de olhos azuis, de jeito nenhum. Tinha bastante espaço no meio pra brincar.
Mas, mais que tudo, o que eu queria era que meu filho não fosse do meu marido. Me deprimia a ideia de trazer ao mundo outro perna de pau de classe alta igual ele. Não. O pai do meu filho tinha que ser, sim ou sim, de baixo. Do mais baixo que eu pudesse encontrar. Eu queria sentir que, cada vez que olhasse pro meu lindo filho ou filha, queria sorrir por dentro pelo resto da vida, sabendo que foi outro homem que me fez isso. o villero ou catador mais seboso e vagabundo que eu podia ter encontrado. E queria ter certeza de quem era.
Comecei devagar, com calma, a montar o plano. No começo, só aproveitava enquanto meu marido passava a semana trabalhando pra sair e fazer um reconhecimento de carro por áreas diferentes. Não queria alguém de nenhum lugar específico, a menos que me chamasse muita atenção. Se pudesse escolher, queria pegar um desses da rua mesmo. Passei vários dias andando umas horinhas à tarde por aí, por todo lado, pra ver onde tinha gente talvez largada na rua ou debaixo de uma ponte, revirando lixeira, coisas assim. Não foi difícil achar, de jeito nenhum, tava cheio por todo canto, mas alguns me davam um mau pressentimento por algum motivo.
Tive um golpe de sorte nesses dias que tava fazendo reconhecimento porque uma noite meu marido me avisou que ia viajar pro Chile em algumas semanas com uma delegação da empresa dele. Perfeito, pensei. Ia ter dias livres e sem supervisão. Era a hora de executar o plano. Parei de tomar a pílula no dia seguinte e, usando uma desculpa ou outra, também parei de transar com meu marido. Queria que passassem vários dias sem tomar nada pra meu corpo se livrar bem de qualquer traço de anticoncepcional que pudesse ter sobrado. No dia ou na noite que eu saísse pra ser engravidada, queria estar o mais fértil possível, já que não ia ter muitas outras oportunidades como aquelas depois que meu marido voltasse.
Foi bem poético como tudo aconteceu. Três semanas depois, chegou o dia da viagem do meu marido, então falei que ia levá-lo ao aeroporto pra ele não ter que deixar o carro dele lá no estacionamento do terminal por vários dias. Não precisava. Me despedi dele com carinho lá pelas três da tarde quando o voo dele saiu e voltei rápido pra casa pra me arrumar e ficar gostosa. Ia sair pra pescar naquela mesma noite, não tava nem aí pra nada e não queria perder tempo.
Me transformei numa putinha. Gostosa, arrumada e perfumada. Por cima tava sexy, mas por baixo ainda mais, porque tinha colocado um conjunto de sutiã e cinta-liga de matar, junto com umas meias de nylon lisas e longas. Tava uma verdadeira puta, irresistível pra qualquer um. Não que eu tivesse problema em convencer os negões a me comer, arrumada ou não, mas aquela noite era especial e eu queria aproveitar bem.
Saí cedo com o carro, umas 6 da tarde. Queria começar cedo com tudo. Não queria arriscar esperar até ficar muito tarde e encontrar o povo na rua dormindo ou chapado de álcool ou outras coisas. Queria eles bem acordados e bem tesudos. Tesudos, na minha experiência, sempre estavam, mas pelo menos queria garantir que estivessem alertas. Depois de umas duas horas mais ou menos rodando por todos os lugares horríveis onde eles ficavam, não tinha visto nenhum que me chamasse a atenção pra abordar. E mesmo que algum me agradasse, se tivesse num grupo com outros, também não ia me aproximar. Precisava deles sozinhos. Em condições normais, talvez adorasse chegar num desses grupos que via de três ou quatro largados, conversando ou zuando, e levar uma bela suruba coletiva. Mas aquela noite era especial. Aquela noite não era pra isso.
Umas oito horas já, depois de dar muitas voltas com o carro, finalmente encontrei ele. E soube que era ele pelo pulinho que senti no coração. Era um negão bem definido, apesar da alimentação horrível que devia ter. Tava bem encorpado, do jeito que eu gostava. Tava bem sujo e esfarrapado, sentado no colchão dele debaixo de uma ponte de rodovia, olhando os carros passarem e rodeado das poucas coisas dele. Tinha a pele canela, não muito escura, o cabelo preto fosco todo bagunçado, mas curiosamente não tinha muita barba. Ou não crescia ou ele tinha se Barbeado de algum jeito, fazia uns dias.
Não pensei duas vezes. Encostei o carro no meio-fio ali embaixo da ponte, liguei o pisca-alerta e abaixei o vidro, fazendo sinal e sorrindo pra ele se aproximar. A experiência que eu já tinha depois de tantos anos lidando com esse tipo de gente (e muito pior também) era que tinha que ser direta. Normal, nada de imposição nem nada, sem superioridade, mas direta. Sem enrolação nem joguinho. Do jeito que eu gostava.
O cara me encarava de onde estava apoiado na porta do carona como se eu fosse um filé mignon, macio e fumegante. Me perguntou se eu estava perdida ou algo assim, e eu disse que não. Joguei na cara. Falei que tava com um tesão danado e que estava procurando um cara pra ir pra um motel e transar. Na lata. Ele começou a rir e me perguntou se era piada. Olhava dentro do carro e pra fora também, pra ver se não era uma brincadeira ou câmera escondida. Eu ri e garanti que não, que era sério. E se ele quisesse, era só subir e a gente ia. Ele não pensou muito, disse que sim na hora, rindo, mas que não queria deixar as coisas dele largadas ali porque iam roubar. Eu falei pra ele colocar o pouco que tinha num saco e jogar no carro. Que quando terminássemos, eu trazia ele de volta.
E assim, tão simples, começamos a noite. Eu arranquei pro motel, mas assim que o cara subiu, percebi que ele tinha um fedor que derrubava. Mas não era cheiro de homem sujo, era de lixo. Com certeza passou o dia inteiro revirando latas ou enfiado dentro delas. A única coisa que dava pra fazer era abaixar os vidros pra ventilar um pouco com o ar do carro em movimento. Mesmo assim, além disso, não ligava muito. O cara me olhava e se lambia enquanto a gente ia conversando sobre qualquer coisa. Enquanto eu dirigia, ele logo começou a acariciar a pele da minha coxa, que estava exposta, com aquela mão imunda, não só começando a me curtir, mas como pra ter certeza de que não era um sonho. E eu, com aquela mão toda. e a ideia de ter o cara ali no meu carro e pensando no que a gente ia fazer, já tava toda molhada de puro tesão. Antes de chegar ele falou que tava morrendo de fome, então a gente parou num barraquinha que eu vi na calçada de uma rua e dei dinheiro pra ele comprar alguma coisa. Ele voltou pro carro com dois choripanes e uma lata de cerveja. Eu comi um pouco também, mas a maior parte ele devorou.
A situação e toda a apalpação que ele tinha me dado já tavam me deixando bem excitada, porque assim que terminou de comer ele falou por que a gente não estacionava e começava a meter ali mesmo no banco de trás. Eu ri e falei pra ele esperar um pouquinho, que já já a gente tava no hotel. Até a gente chegar no lugar, ele não tirou a mão de cima de mim enquanto eu dirigia, me apalpando a coxa, tentando esfregar entre as minhas pernas, apertando meus peitos… já tava difícil prestar atenção na direção de tão excitada que a apalpação dele me deixou. Num momento, já perto do hotel, vi que ele não aguentou mais e desabotoou a calça, tirando a piroca dura e morena que ele tinha e começou a bater uma enquanto continuava me tocando.
E eu, de tanto olhar, quase bati o carro. Como eu tinha escolhido bem. Tinha um cano lindo, duro, ereto e moreno. Eu ri e falei pra ele segurar que a gente já tava chegando. Não queria que ele se masturbasse ali no carro, não porque me incomodasse, pelo contrário, mas porque não queria perder nada da gozada dele.
Quando finalmente a gente chegou no hotel, um que eu já conhecia e era meio escondido, o cara finalmente relaxou e percebeu que não era brincadeira nem câmera escondida. Tava acontecendo de verdade. Estacionei, fui até a janelinha e paguei pela noite inteira num dos quartos mais caros. Em dinheiro, pra não ter rastro em nenhum resumo do cartão.
O quarto era amplo e bonito, esse hotel tinha uma decoração muito legal. Assim que a gente entrou, falei pra ele por favor ir tomar um banho, que ele tava com muito cheiro. E era verdade. O cheiro de homem sujo eu aturo, Às vezes, se não for muito chocante, até curto pra caralho. Mas isso aqui era cheiro de lixo mesmo, mó feio. Falei sorrindo pra ele não se apressar, que deixasse bem limpinho. Não precisava correr, a gente ia passar a noite toda ali. Quando o cara entrou no chuveiro, liguei pra pedir uma garrafa de champanhe pra gente relaxar mais um pouco.
O cara terminou de tomar banho e, quando saiu, vi que ele tinha se arrumado bem, pra falar a verdade. Tava limpinho, já não tinha mais cheiro de lixeira e até tinha dado um jeito no cabelo e tal. Eu sorri. Eu também já tava toda arrumadinha. Esperei ele na porta que dava pro quarto e falei pra ele vir comigo, que já tava pronta pra ele.
Nós sentamos num daqueles sofazinhos e começamos a nos agarrar. Nos acariciando, nos beijando, tomando champanhe, aumentando ainda mais o tesão. Até que fui eu que não aguentei mais e, ajoelhando, comecei a chupar ele devagar, lento e fundo. Que piroca linda que ele tinha e como me excitava sentir ela na minha boca. Eu não queria passar do ponto, não queria que ele gozasse na minha boca, mas como eu desejava isso.
Ele também não queria passar muito tempo assim, dava pra perceber. A gente se olhava com uma fome danada enquanto eu chupava ele. Tava gostando, sim, mas dava pra ver que a gente precisava de outra coisa. Já teria tempo pra dar prazer oral, muito tempo. Com um grunhido, ele me agarrou e se jogou na cama, me colocando por cima e guiando o pau dele até minha buceta. Eu deixei, já quase tremendo de antecipação. E assim a gente simplesmente começou a trepar. Foi lindo, lindíssimo, tudo que eu esperava. Ele parecia estar no paraíso também com meu corpo. A gente trepou forte e apaixonadamente, grunhindo e gemendo nosso prazer na cara um do outro enquanto nossos corpos se uniam.
O cara não durou muito. Dava pra ver que ele vinha muito, mas muito tarado e precisava gozar rápido. Eu não tinha falado nada sobre onde queria que ele gozasse, não deu tempo, mas não sei se ele entendeu ou simplesmente não ligou. Talvez ele tenha pensado que essa mulher tinha que ser engravidada, e se foi isso, dou os parabéns. Era exatamente o que eu queria. Logo senti ele gozar forte e fundo, aquele pau marrom de mendigo se enterrando em mim até o fundo, e senti ele se esvaziar dentro da minha buceta. Dentro, bem dentro. Não sei se era real ou se minha imaginação de puta tinha inventado, mas sentia o gozo dele grosso e quente dentro de mim. Eu gozei na hora também, gritando e berrando meu prazer, sentindo aquele pau de preto me encher de porra. Como tantas outras vezes, sim, mas essa foi diferente.
Eu não estava protegida e estava fértil, o máximo que podia estar. E sonhava, delirando que aquele sêmen me enchesse e banhasse meu útero, encontrasse um óvulo e deixasse um filho lindo crescendo dentro de mim. Me perdi naquele sonho orgásmico e naquela imagem na minha cabeça.
O negão ficou ali dentro de mim até eu também gozar e, caindo exausta em cima dele, começamos a nos beijar com paixão enquanto nossas mãos acariciavam o corpo um do outro. Tinha certeza de que ele nunca tinha tido uma mulher como eu. E eu tinha certeza de que tinha escolhido perfeitamente e que aquele negão de merda ia ser o pai perfeito do meu bebê.
Claro que continuamos transando e tomando champanhe. A noite toda. Mandamos ver duas garrafas grandes entre nós dois. Ele bebeu mais e parecia não afetar nada. Eu devo ter tomado meia e já estava um pouco alterada. Nunca fui de aguentar muito álcool e também não queria exagerar porque no fim teria que voltar pra casa dirigindo. Mas a bebida relaxou mais nós dois e fez a gente se divertir ainda mais.
Tudo que nos beijamos, acariciamos e dissemos um ao outro. Tudo que aproveitamos nossos corpos assim, a noite toda, foi quase mágico pra mim. Mais do que tudo, sabendo que a cada gozada que aquele vagabundo tava deixando na minha buceta, eu tava mais e mais perto do meu bebê. Queria voltar pra casa transbordando, inchada de todo o sêmen que aquele cara tinha deixado dentro de mim.
Que lindo me fez gozar, várias vezes naquela noite, e que gostoso eu gozava também, com minha buceta faminta tentando espremer e sugar forte o pau dele cada vez que ele cuspia todo o doce amor dentro de mim. Fizemos de tudo, tudo e de todas as maneiras.
Eu adorava sentir como ele me segurava e me comia com força. Como se eu fosse fugir ou algo assim, como se ele estivesse segurando sua putinha loira. A cada estocada, ele buscava o prazer dele no meu corpo, e eu, extasiada, dava todo o prazer que ele quisesse. Amava me sentir tão desejada, tão comida, tão amada. A força com que eu sentia os braços dele me apertando e a violência com que ele me penetrava me deixavam louca, quase gozava só de sentir aquilo e mais nada. Não sei quantos orgasmos aquele favelado me deu, mas adorei cada um.
Mas quando explodia, quando eu explodia de verdade, era quando sentia ele se tenso e jorrar dentro de mim. Me enchendo. Sem dúvida me fazendo um bebê. Não só queria, como podia até sentir. Com certeza era minha imaginação, mas eu sentia e desejava aquilo. Sabia que estava acontecendo e que muito em breve minha barriga estaria cheia do meu bebê, do bebê dele. E isso prolongava todos os meus orgasmos.
Como já falei, a gente transou de todas as posições e jeitos que a gente encontrou, e assim se foi não só a noite, mas uma boa parte da manhã seguinte também. Ficamos os dois acabados, na cama. Lá pelas oito e meia da manhã, pedi um café da manhã bem reforçado, que a gente comeu feliz na cama. Coitado do futuro pai do meu bebê, ele comia com uma fome... Quem sabe quanto tempo fazia que ele não tomava um café da manhã decente como devia. Antes de ir embora, lá pelas nove e meia da manhã, pra fechar nossas atividades com chave de ouro, meu vilão gostoso e lindo me colocou de quatro e me deixou de despedida mais uma bela gozada. Ele ficava rindo e dizendo que queria ficar ali pra sempre. E eu, sinceramente, também queria. Mas a gente tinha que ir.
Nos vestimos e saímos do hotel. Eu cumpri minha parte e deixei ele com o carro bem no mesmo lugar onde tinha pegado ele, embaixo daquela ponte. Ele não queria me soltar. Ficamos nos beijando mais um tempinho ali e, como meu carro tem vidros escuros, ainda era cedo e quase não passava ninguém, dei pra ele uma bela chupada de pau de despedida. Pra eu também levar o gosto da porra dele na boca. Ele pediu meu celular, onde eu morava, queria continuar em contato, que a gente se visse de novo… tinha deixado o cara completamente besta e apaixonado. Mas eu só sorri pra ele e dei qualquer número, não ia dar o meu. Não ia ter nenhum contato além do que já tivemos e aproveitamos.
Só que antes dele descer, eu dei um envelope que já tinha preparado com uma boa quantia de dinheiro dentro. Pra ele. Não só pra ajudar, mas porque ele tinha merecido demais pelo jeito que me tratou e pelo serviço lindo que me prestou. Ele sorriu agradecido, guardou, me deu um beijo gostoso e aí nos despedimos. Ele voltou pro lugar dele debaixo da ponte e eu pra minha casa. Claro que nunca mais vi ele.
Quando na semana seguinte meu marido voltou do Chile, recebi ele com carinho, claro, como a esposa fiel que sentiu muita falta dele. E senti tanta falta que tratei de a gente transar três noites seguidas. Imaginei que os baldões de porra que o favelado já tinha deixado dentro de mim já tinham feito o efeito desejado e que o sêmen do meu marido já era muito difícil de interferir no processo.
Uns oito meses depois, nasceu meu bebê, meu amor divino, que eu adoro. Com meu marido, a gente tinha decidido justamente não escolher o nome nem saber o sexo até ele nascer. Se fosse menina, eu ia decidir, e sempre gostei muito do nome Sofia. Mas não, foi um menininho lindo, com olhos e cabelinho preto macio e uma carinha que, por sorte, dizem que se parece muito comigo. Quando meu marido finalmente segurou ele nos braços, vi os olhos dele se encherem Olhos marejados e ela falava com o bebê. Que doce. Foi aí que colocou Joaquim, como se chamava o avô do meu marido. Assim continuava a linhagem e o sangue da família.
E eu, enquanto sorria e fingia estar emocionada olhando pra eles, estava me cagando de rir por dentro.
Joaquim hoje já tem cinco anos e é lindo. Muito saudável, graças a Deus, nunca tivemos grandes problemas. E a gente adora ele. O cabelo dele nasceu bem preto e liso, com um rostinho que definitivamente puxou muito de mim, no formato dos olhos e da boca. Sim, ele saiu com um tom de pele um pouco mais escuro que o nosso, tipo um chá com leite suave, mas lindo. Nada tão escuro que fizesse meu marido soar alarmes na cabeça. Meu bebê, quando chegar a hora, sei que vai partir muitos corações e fazer muitas garotas felizes, assim como o pai dele fez comigo.
Do pai verdadeiro dele eu tô falando. Daquele que me fez mulher por completo. Não do bocó que de vez em quando me abraça e sussurra no meu ouvido que lindo menino nós fizemos. Eu só sorrio e concordo. Falo que ele tem razão. Se ele é feliz pensando isso, quem sou eu pra estragar essa felicidade?
Desde que Joaquim nasceu, minhas "atividades" extraconjugais não me interessam muito. Não vou negar que de vez em quando, pra matar a vontade, eu faço alguma coisa, mas agora com o menino é tudo mais difícil e não tenho tanto tempo livre. Também não tô a fim de me alongar muito nelas porque são super normais pra mim. Uma vez por ano, talvez, eu falo pro meu marido que tenho um encontro com minhas amigas ou que é aniversário de alguma. Qualquer coisa. E é aí que eu saio pra me divertir uma noite e passar bem. É fácil de imaginar, com tudo que já escrevi, como eu gosto de me divertir. Se não posso fazer isso, ou se de repente bate uma vontade enorme de cuidar das minhas necessidades, bom… o carro sempre pode dar algum problema ou precisar de uma revisão que os caras da oficina podem fazer.
Meu marido me vem Tô dizendo há um tempo que seria legal o Joaquim ganhar um irmãozinho ou irmãzinha. E dessa vez, talvez eu não precise saber exatamente quem é o pai. Na próxima vez que levar o carro na oficina, vou comentar com os caras pra ver o que eles acham do assunto. Ver o que eles sugerem que eu possa fazer.
Mas isso já vem no momento certo. Por agora, não tô mais a fim de escrever.
Já tinha mencionado antes o assunto de eu e meu marido com a ideia de ter um filho eventualmente. E nunca passou disso, pelo menos no começo. Mas uns 5 anos atrás, mais ou menos, começamos a ter conversas mais sérias sobre o tema. No início do nosso casamento, e depois por vários anos, a gente realmente não queria. Mas parece que nós dois já estávamos chegando numa certa idade, depois de tantos anos, que se fosse pra querer fazer, a hora era aquela. Mais por minha causa, claro. Eu já tinha 35 anos e, embora estivesse perfeita, também não era algo que dava pra adiar muito se eu quisesse fazer.
E eu queria fazer sim. Com o tempo, fui amolecendo um pouco pra ideia de ter um, digamos assim, e meu marido também. No fim, nós dois decidimos que sim, que era a hora e que seria muito legal ter um. Ele já tava bem empolgado com a ideia. Ele sempre foi muito apegado à família dele, tem dois irmãos que também já tinham casado há tempo e já tinham filhos. Ele era o único que ainda não tinha, e pra ele era muito importante que a linhagem da família dele continuasse.
Eu, verdade seja dita, também tinha me aproximado bastante da ideia e, igual ao meu marido, queria ter um. Nós dois estávamos na mesma sintonia. Claro, essa sintonia só significava que nós dois queríamos ter um filho, mas pra mim não significava necessariamente que eu queria ter com ele. Acho que dá pra entender. Se um homem fosse me engravidar, a ideia me encantava, mas se fosse fazer, queria que fosse com os homens que eu gosto e que sempre me fizeram sentir mulher. Não com o banana do meu marido.
Isso me apresentava um problema, claro. Tinha que bolar um plano e O jeito de fazer direito, de não levantar muitas suspeitas ou causar problemas. Ia precisar de tempo. No começo, falei pro meu marido que tinha parado de tomar a pílula, pra ele achar que tava tudo normal e eu continuar com o plano. Óbvio que não tinha parado. Nós dois começamos a transar mais seguido, na expectativa de que eu finalmente engravidasse, e os dois sonhavam com isso. Só que sonhávamos diferente. Ele sonhava o dele e eu o meu, não precisava explicar nada pra ele. Nenhum detalhe sobre como nossos sonhos diferiam um pouquinho.
Não tava bem certa de como ia fazer. Tinha várias coisas na cabeça. O mais fácil pra mim era simplesmente parar de tomar a pílula, esperar um tempinho razoável e ir visitar meus amigos lindos da oficina. Esses sim iam dar um jeito de deixar um bebê na minha barriga, sem dúvida. Mas eu não queria isso. Não teria como saber de qual deles seria, e se eu fosse ter um filho feito por outro homem, queria saber exatamente quem era esse homem. Mais ainda, queria até escolher.
Também tinha questões bem mais práticas. Se fosse por mim e eu não ligasse pra nada, mas nada mesmo... quer dizer, se eu não ligasse pra reação do meu marido, como seria visto socialmente e tal... eu teria adorado engravidar de um homem negro. Mas claro que ia dar problema depois. Como explicar e tal. Isso não significava que meu filho tinha que ser necessariamente loiro de olhos azuis, de jeito nenhum. Tinha bastante espaço no meio pra brincar.
Mas, mais que tudo, o que eu queria era que meu filho não fosse do meu marido. Me deprimia a ideia de trazer ao mundo outro perna de pau de classe alta igual ele. Não. O pai do meu filho tinha que ser, sim ou sim, de baixo. Do mais baixo que eu pudesse encontrar. Eu queria sentir que, cada vez que olhasse pro meu lindo filho ou filha, queria sorrir por dentro pelo resto da vida, sabendo que foi outro homem que me fez isso. o villero ou catador mais seboso e vagabundo que eu podia ter encontrado. E queria ter certeza de quem era.
Comecei devagar, com calma, a montar o plano. No começo, só aproveitava enquanto meu marido passava a semana trabalhando pra sair e fazer um reconhecimento de carro por áreas diferentes. Não queria alguém de nenhum lugar específico, a menos que me chamasse muita atenção. Se pudesse escolher, queria pegar um desses da rua mesmo. Passei vários dias andando umas horinhas à tarde por aí, por todo lado, pra ver onde tinha gente talvez largada na rua ou debaixo de uma ponte, revirando lixeira, coisas assim. Não foi difícil achar, de jeito nenhum, tava cheio por todo canto, mas alguns me davam um mau pressentimento por algum motivo.
Tive um golpe de sorte nesses dias que tava fazendo reconhecimento porque uma noite meu marido me avisou que ia viajar pro Chile em algumas semanas com uma delegação da empresa dele. Perfeito, pensei. Ia ter dias livres e sem supervisão. Era a hora de executar o plano. Parei de tomar a pílula no dia seguinte e, usando uma desculpa ou outra, também parei de transar com meu marido. Queria que passassem vários dias sem tomar nada pra meu corpo se livrar bem de qualquer traço de anticoncepcional que pudesse ter sobrado. No dia ou na noite que eu saísse pra ser engravidada, queria estar o mais fértil possível, já que não ia ter muitas outras oportunidades como aquelas depois que meu marido voltasse.
Foi bem poético como tudo aconteceu. Três semanas depois, chegou o dia da viagem do meu marido, então falei que ia levá-lo ao aeroporto pra ele não ter que deixar o carro dele lá no estacionamento do terminal por vários dias. Não precisava. Me despedi dele com carinho lá pelas três da tarde quando o voo dele saiu e voltei rápido pra casa pra me arrumar e ficar gostosa. Ia sair pra pescar naquela mesma noite, não tava nem aí pra nada e não queria perder tempo.
Me transformei numa putinha. Gostosa, arrumada e perfumada. Por cima tava sexy, mas por baixo ainda mais, porque tinha colocado um conjunto de sutiã e cinta-liga de matar, junto com umas meias de nylon lisas e longas. Tava uma verdadeira puta, irresistível pra qualquer um. Não que eu tivesse problema em convencer os negões a me comer, arrumada ou não, mas aquela noite era especial e eu queria aproveitar bem.
Saí cedo com o carro, umas 6 da tarde. Queria começar cedo com tudo. Não queria arriscar esperar até ficar muito tarde e encontrar o povo na rua dormindo ou chapado de álcool ou outras coisas. Queria eles bem acordados e bem tesudos. Tesudos, na minha experiência, sempre estavam, mas pelo menos queria garantir que estivessem alertas. Depois de umas duas horas mais ou menos rodando por todos os lugares horríveis onde eles ficavam, não tinha visto nenhum que me chamasse a atenção pra abordar. E mesmo que algum me agradasse, se tivesse num grupo com outros, também não ia me aproximar. Precisava deles sozinhos. Em condições normais, talvez adorasse chegar num desses grupos que via de três ou quatro largados, conversando ou zuando, e levar uma bela suruba coletiva. Mas aquela noite era especial. Aquela noite não era pra isso.
Umas oito horas já, depois de dar muitas voltas com o carro, finalmente encontrei ele. E soube que era ele pelo pulinho que senti no coração. Era um negão bem definido, apesar da alimentação horrível que devia ter. Tava bem encorpado, do jeito que eu gostava. Tava bem sujo e esfarrapado, sentado no colchão dele debaixo de uma ponte de rodovia, olhando os carros passarem e rodeado das poucas coisas dele. Tinha a pele canela, não muito escura, o cabelo preto fosco todo bagunçado, mas curiosamente não tinha muita barba. Ou não crescia ou ele tinha se Barbeado de algum jeito, fazia uns dias.
Não pensei duas vezes. Encostei o carro no meio-fio ali embaixo da ponte, liguei o pisca-alerta e abaixei o vidro, fazendo sinal e sorrindo pra ele se aproximar. A experiência que eu já tinha depois de tantos anos lidando com esse tipo de gente (e muito pior também) era que tinha que ser direta. Normal, nada de imposição nem nada, sem superioridade, mas direta. Sem enrolação nem joguinho. Do jeito que eu gostava.
O cara me encarava de onde estava apoiado na porta do carona como se eu fosse um filé mignon, macio e fumegante. Me perguntou se eu estava perdida ou algo assim, e eu disse que não. Joguei na cara. Falei que tava com um tesão danado e que estava procurando um cara pra ir pra um motel e transar. Na lata. Ele começou a rir e me perguntou se era piada. Olhava dentro do carro e pra fora também, pra ver se não era uma brincadeira ou câmera escondida. Eu ri e garanti que não, que era sério. E se ele quisesse, era só subir e a gente ia. Ele não pensou muito, disse que sim na hora, rindo, mas que não queria deixar as coisas dele largadas ali porque iam roubar. Eu falei pra ele colocar o pouco que tinha num saco e jogar no carro. Que quando terminássemos, eu trazia ele de volta.
E assim, tão simples, começamos a noite. Eu arranquei pro motel, mas assim que o cara subiu, percebi que ele tinha um fedor que derrubava. Mas não era cheiro de homem sujo, era de lixo. Com certeza passou o dia inteiro revirando latas ou enfiado dentro delas. A única coisa que dava pra fazer era abaixar os vidros pra ventilar um pouco com o ar do carro em movimento. Mesmo assim, além disso, não ligava muito. O cara me olhava e se lambia enquanto a gente ia conversando sobre qualquer coisa. Enquanto eu dirigia, ele logo começou a acariciar a pele da minha coxa, que estava exposta, com aquela mão imunda, não só começando a me curtir, mas como pra ter certeza de que não era um sonho. E eu, com aquela mão toda. e a ideia de ter o cara ali no meu carro e pensando no que a gente ia fazer, já tava toda molhada de puro tesão. Antes de chegar ele falou que tava morrendo de fome, então a gente parou num barraquinha que eu vi na calçada de uma rua e dei dinheiro pra ele comprar alguma coisa. Ele voltou pro carro com dois choripanes e uma lata de cerveja. Eu comi um pouco também, mas a maior parte ele devorou.
A situação e toda a apalpação que ele tinha me dado já tavam me deixando bem excitada, porque assim que terminou de comer ele falou por que a gente não estacionava e começava a meter ali mesmo no banco de trás. Eu ri e falei pra ele esperar um pouquinho, que já já a gente tava no hotel. Até a gente chegar no lugar, ele não tirou a mão de cima de mim enquanto eu dirigia, me apalpando a coxa, tentando esfregar entre as minhas pernas, apertando meus peitos… já tava difícil prestar atenção na direção de tão excitada que a apalpação dele me deixou. Num momento, já perto do hotel, vi que ele não aguentou mais e desabotoou a calça, tirando a piroca dura e morena que ele tinha e começou a bater uma enquanto continuava me tocando.
E eu, de tanto olhar, quase bati o carro. Como eu tinha escolhido bem. Tinha um cano lindo, duro, ereto e moreno. Eu ri e falei pra ele segurar que a gente já tava chegando. Não queria que ele se masturbasse ali no carro, não porque me incomodasse, pelo contrário, mas porque não queria perder nada da gozada dele.
Quando finalmente a gente chegou no hotel, um que eu já conhecia e era meio escondido, o cara finalmente relaxou e percebeu que não era brincadeira nem câmera escondida. Tava acontecendo de verdade. Estacionei, fui até a janelinha e paguei pela noite inteira num dos quartos mais caros. Em dinheiro, pra não ter rastro em nenhum resumo do cartão.
O quarto era amplo e bonito, esse hotel tinha uma decoração muito legal. Assim que a gente entrou, falei pra ele por favor ir tomar um banho, que ele tava com muito cheiro. E era verdade. O cheiro de homem sujo eu aturo, Às vezes, se não for muito chocante, até curto pra caralho. Mas isso aqui era cheiro de lixo mesmo, mó feio. Falei sorrindo pra ele não se apressar, que deixasse bem limpinho. Não precisava correr, a gente ia passar a noite toda ali. Quando o cara entrou no chuveiro, liguei pra pedir uma garrafa de champanhe pra gente relaxar mais um pouco.
O cara terminou de tomar banho e, quando saiu, vi que ele tinha se arrumado bem, pra falar a verdade. Tava limpinho, já não tinha mais cheiro de lixeira e até tinha dado um jeito no cabelo e tal. Eu sorri. Eu também já tava toda arrumadinha. Esperei ele na porta que dava pro quarto e falei pra ele vir comigo, que já tava pronta pra ele.
Nós sentamos num daqueles sofazinhos e começamos a nos agarrar. Nos acariciando, nos beijando, tomando champanhe, aumentando ainda mais o tesão. Até que fui eu que não aguentei mais e, ajoelhando, comecei a chupar ele devagar, lento e fundo. Que piroca linda que ele tinha e como me excitava sentir ela na minha boca. Eu não queria passar do ponto, não queria que ele gozasse na minha boca, mas como eu desejava isso.
Ele também não queria passar muito tempo assim, dava pra perceber. A gente se olhava com uma fome danada enquanto eu chupava ele. Tava gostando, sim, mas dava pra ver que a gente precisava de outra coisa. Já teria tempo pra dar prazer oral, muito tempo. Com um grunhido, ele me agarrou e se jogou na cama, me colocando por cima e guiando o pau dele até minha buceta. Eu deixei, já quase tremendo de antecipação. E assim a gente simplesmente começou a trepar. Foi lindo, lindíssimo, tudo que eu esperava. Ele parecia estar no paraíso também com meu corpo. A gente trepou forte e apaixonadamente, grunhindo e gemendo nosso prazer na cara um do outro enquanto nossos corpos se uniam.O cara não durou muito. Dava pra ver que ele vinha muito, mas muito tarado e precisava gozar rápido. Eu não tinha falado nada sobre onde queria que ele gozasse, não deu tempo, mas não sei se ele entendeu ou simplesmente não ligou. Talvez ele tenha pensado que essa mulher tinha que ser engravidada, e se foi isso, dou os parabéns. Era exatamente o que eu queria. Logo senti ele gozar forte e fundo, aquele pau marrom de mendigo se enterrando em mim até o fundo, e senti ele se esvaziar dentro da minha buceta. Dentro, bem dentro. Não sei se era real ou se minha imaginação de puta tinha inventado, mas sentia o gozo dele grosso e quente dentro de mim. Eu gozei na hora também, gritando e berrando meu prazer, sentindo aquele pau de preto me encher de porra. Como tantas outras vezes, sim, mas essa foi diferente.

Eu não estava protegida e estava fértil, o máximo que podia estar. E sonhava, delirando que aquele sêmen me enchesse e banhasse meu útero, encontrasse um óvulo e deixasse um filho lindo crescendo dentro de mim. Me perdi naquele sonho orgásmico e naquela imagem na minha cabeça.O negão ficou ali dentro de mim até eu também gozar e, caindo exausta em cima dele, começamos a nos beijar com paixão enquanto nossas mãos acariciavam o corpo um do outro. Tinha certeza de que ele nunca tinha tido uma mulher como eu. E eu tinha certeza de que tinha escolhido perfeitamente e que aquele negão de merda ia ser o pai perfeito do meu bebê.
Claro que continuamos transando e tomando champanhe. A noite toda. Mandamos ver duas garrafas grandes entre nós dois. Ele bebeu mais e parecia não afetar nada. Eu devo ter tomado meia e já estava um pouco alterada. Nunca fui de aguentar muito álcool e também não queria exagerar porque no fim teria que voltar pra casa dirigindo. Mas a bebida relaxou mais nós dois e fez a gente se divertir ainda mais.
Tudo que nos beijamos, acariciamos e dissemos um ao outro. Tudo que aproveitamos nossos corpos assim, a noite toda, foi quase mágico pra mim. Mais do que tudo, sabendo que a cada gozada que aquele vagabundo tava deixando na minha buceta, eu tava mais e mais perto do meu bebê. Queria voltar pra casa transbordando, inchada de todo o sêmen que aquele cara tinha deixado dentro de mim.
Que lindo me fez gozar, várias vezes naquela noite, e que gostoso eu gozava também, com minha buceta faminta tentando espremer e sugar forte o pau dele cada vez que ele cuspia todo o doce amor dentro de mim. Fizemos de tudo, tudo e de todas as maneiras.

Eu adorava sentir como ele me segurava e me comia com força. Como se eu fosse fugir ou algo assim, como se ele estivesse segurando sua putinha loira. A cada estocada, ele buscava o prazer dele no meu corpo, e eu, extasiada, dava todo o prazer que ele quisesse. Amava me sentir tão desejada, tão comida, tão amada. A força com que eu sentia os braços dele me apertando e a violência com que ele me penetrava me deixavam louca, quase gozava só de sentir aquilo e mais nada. Não sei quantos orgasmos aquele favelado me deu, mas adorei cada um.Mas quando explodia, quando eu explodia de verdade, era quando sentia ele se tenso e jorrar dentro de mim. Me enchendo. Sem dúvida me fazendo um bebê. Não só queria, como podia até sentir. Com certeza era minha imaginação, mas eu sentia e desejava aquilo. Sabia que estava acontecendo e que muito em breve minha barriga estaria cheia do meu bebê, do bebê dele. E isso prolongava todos os meus orgasmos.
Como já falei, a gente transou de todas as posições e jeitos que a gente encontrou, e assim se foi não só a noite, mas uma boa parte da manhã seguinte também. Ficamos os dois acabados, na cama. Lá pelas oito e meia da manhã, pedi um café da manhã bem reforçado, que a gente comeu feliz na cama. Coitado do futuro pai do meu bebê, ele comia com uma fome... Quem sabe quanto tempo fazia que ele não tomava um café da manhã decente como devia. Antes de ir embora, lá pelas nove e meia da manhã, pra fechar nossas atividades com chave de ouro, meu vilão gostoso e lindo me colocou de quatro e me deixou de despedida mais uma bela gozada. Ele ficava rindo e dizendo que queria ficar ali pra sempre. E eu, sinceramente, também queria. Mas a gente tinha que ir.
Nos vestimos e saímos do hotel. Eu cumpri minha parte e deixei ele com o carro bem no mesmo lugar onde tinha pegado ele, embaixo daquela ponte. Ele não queria me soltar. Ficamos nos beijando mais um tempinho ali e, como meu carro tem vidros escuros, ainda era cedo e quase não passava ninguém, dei pra ele uma bela chupada de pau de despedida. Pra eu também levar o gosto da porra dele na boca. Ele pediu meu celular, onde eu morava, queria continuar em contato, que a gente se visse de novo… tinha deixado o cara completamente besta e apaixonado. Mas eu só sorri pra ele e dei qualquer número, não ia dar o meu. Não ia ter nenhum contato além do que já tivemos e aproveitamos.Só que antes dele descer, eu dei um envelope que já tinha preparado com uma boa quantia de dinheiro dentro. Pra ele. Não só pra ajudar, mas porque ele tinha merecido demais pelo jeito que me tratou e pelo serviço lindo que me prestou. Ele sorriu agradecido, guardou, me deu um beijo gostoso e aí nos despedimos. Ele voltou pro lugar dele debaixo da ponte e eu pra minha casa. Claro que nunca mais vi ele.
Quando na semana seguinte meu marido voltou do Chile, recebi ele com carinho, claro, como a esposa fiel que sentiu muita falta dele. E senti tanta falta que tratei de a gente transar três noites seguidas. Imaginei que os baldões de porra que o favelado já tinha deixado dentro de mim já tinham feito o efeito desejado e que o sêmen do meu marido já era muito difícil de interferir no processo.
Uns oito meses depois, nasceu meu bebê, meu amor divino, que eu adoro. Com meu marido, a gente tinha decidido justamente não escolher o nome nem saber o sexo até ele nascer. Se fosse menina, eu ia decidir, e sempre gostei muito do nome Sofia. Mas não, foi um menininho lindo, com olhos e cabelinho preto macio e uma carinha que, por sorte, dizem que se parece muito comigo. Quando meu marido finalmente segurou ele nos braços, vi os olhos dele se encherem Olhos marejados e ela falava com o bebê. Que doce. Foi aí que colocou Joaquim, como se chamava o avô do meu marido. Assim continuava a linhagem e o sangue da família.
E eu, enquanto sorria e fingia estar emocionada olhando pra eles, estava me cagando de rir por dentro.
Joaquim hoje já tem cinco anos e é lindo. Muito saudável, graças a Deus, nunca tivemos grandes problemas. E a gente adora ele. O cabelo dele nasceu bem preto e liso, com um rostinho que definitivamente puxou muito de mim, no formato dos olhos e da boca. Sim, ele saiu com um tom de pele um pouco mais escuro que o nosso, tipo um chá com leite suave, mas lindo. Nada tão escuro que fizesse meu marido soar alarmes na cabeça. Meu bebê, quando chegar a hora, sei que vai partir muitos corações e fazer muitas garotas felizes, assim como o pai dele fez comigo.
Do pai verdadeiro dele eu tô falando. Daquele que me fez mulher por completo. Não do bocó que de vez em quando me abraça e sussurra no meu ouvido que lindo menino nós fizemos. Eu só sorrio e concordo. Falo que ele tem razão. Se ele é feliz pensando isso, quem sou eu pra estragar essa felicidade?
Desde que Joaquim nasceu, minhas "atividades" extraconjugais não me interessam muito. Não vou negar que de vez em quando, pra matar a vontade, eu faço alguma coisa, mas agora com o menino é tudo mais difícil e não tenho tanto tempo livre. Também não tô a fim de me alongar muito nelas porque são super normais pra mim. Uma vez por ano, talvez, eu falo pro meu marido que tenho um encontro com minhas amigas ou que é aniversário de alguma. Qualquer coisa. E é aí que eu saio pra me divertir uma noite e passar bem. É fácil de imaginar, com tudo que já escrevi, como eu gosto de me divertir. Se não posso fazer isso, ou se de repente bate uma vontade enorme de cuidar das minhas necessidades, bom… o carro sempre pode dar algum problema ou precisar de uma revisão que os caras da oficina podem fazer.
Meu marido me vem Tô dizendo há um tempo que seria legal o Joaquim ganhar um irmãozinho ou irmãzinha. E dessa vez, talvez eu não precise saber exatamente quem é o pai. Na próxima vez que levar o carro na oficina, vou comentar com os caras pra ver o que eles acham do assunto. Ver o que eles sugerem que eu possa fazer.
Mas isso já vem no momento certo. Por agora, não tô mais a fim de escrever.
1 comentários - Perversa - Parte 4 (final)