Fala aí, parcerada do Poringa Boys. Outro dia, tava trocando ideia sobre a época da nossa juventude com meus amigos de infância e lembrei de um momento que tava esquecido. Aí resolvi contar pra vocês.
Já faz muito tempo, eu tinha 18 anos, no fim do verão depois que saí do colégio. Minha tia foi acampar com umas amigas dela num camping perto de um lago, e meu primo, que é dois anos mais novo que eu, foi obrigado a ir. Pra ele não ficar sozinho, eu e outro amigo fomos junto. Dormíamos nós três numa barraca grande — cê já imagina o fedor que saía de lá, três moleques adolescentes competindo pra ver quem soltava o peido mais fedorento.
Minha tia foi com mais quatro amigas. Vou falar as importantes pra história. Uma delas tinha uns 29 anos, vou chamar de Marlene. Uma magrinha de 1,70, estupenda. Adorava usar short e saia porque tinha umas pernas espetaculares que terminavam numa bunda empinada. De peito não tinha muito, mas se virava bem. Pra nós, ela esquentava demais. Das amigas da minha tia, era de longe a mais gostosa. Ela foi com a irmã, Susana, que tinha acabado de fazer 17 anos. Era um pouco mais baixa, uns 1,60, usava óculos, era um pouco cheinha e muito tímida. Sempre de moletom e lendo. No primeiro dia na praia, não tirou o moletom mesmo com calor, enquanto a irmã roubava nossos olhares com um biquíni bem pequeno.
Naquela mesma noite, a gente se juntou todo mundo. Tava rolando música de fundo, com muito álcool. Minha tia e as amigas começaram a dançar. Marlene já tava bem animada, chamou a irmã pra dançar, mas ela, tímida como sempre, não quis. Meu primo e meu outro amigo também não toparam. Eu, sim, entrei na dança e comecei a perrear até o chão. Já tava começando a subir o amigão quando cortaram minha inspiração: Susana foi pra barraca dela dormir e pediu ajuda pra irmã, que não voltou mais naquela noite.
No dia seguinte, acordei cedo e Marlene disse que queria falar comigo em particular. Caminhamos uns metros, perguntei o que tinha acontecido na noite que ela não voltou, e ela me contou que teve que consolar a Susana, que tinha começado a chorar de noite, porque ficou com muito ciúme de eu dançar com ela, já que estava apaixonada por mim. Fiquei chocado, a gente só tinha trocado umas palavras, e eu não sentia nada diferente por ela, nunca imaginaria isso. E depois disso veio um pedido bem estranho da Marlene:
M: Por isso mesmo queria te pedir se você podia dar uns beijos nela, pra passar a tristeza e ela aproveitar um pouco a viagem.
Eu: Nada, mas por quê? Desculpa falar, mas não vejo ela como mulher, é muito criança, super inocente, além de que não gosto dela. Preferia dar esses beijos em você.
M: (Rindo um pouco) Que metido você é, ela só tem um ano a menos que você, e eu tenho uns 10 anos a mais que você.
Eu: Sim, é verdade, mas desde os 14 anos eu já saía com amigos mais velhos, já bebia, fumava, saía de noite, então não é a mesma coisa. Além disso, o que eu vou ganhar com isso?
M: Você vai se surpreender com minha irmã, ela é bem tímida, mas passando essa casca é outra pessoa. Além disso, ela não tira o moletom porque tem vergonha, porque os peitos cresceram. Admito que isso me deixou bem curioso.
Eu: Independente disso, prefiro você do que sua irmã, e não vai me convencer do contrário.
M: Vou te propor uma coisa: se você beijar minha irmã, eu beijo você.
Eu: Gostei da ideia. Tudo que eu fizer com sua irmã, você vai ter que fazer comigo depois.
M: Ei, cuidado com o que você faz com ela, ela é só uma menina.
Eu: Tá, mas você quer ou não?
M: Sim, mas trata ela bem.
Eu: Me ajuda um pouco, fala pra ela tirar o moletom à tarde pelo menos.
M: Vou tentar convencer ela hoje.
Durante a manhã não aconteceu nada novo, tava muito calor naquele dia. Isso fez com que depois do almoço, e com a insistência da Marlene, a Susana aparecesse sem o moletom, e foi uma surpresa muuuuito gostosa. É verdade que os peitos dela tinham crescido bastante, estavam grandes, mas não gigantes, e ela também estava mais magra, tava muito gostosa. Já não via com tão maus olhos a ideia de ficar com ela. Ela apareceu com a parte de cima de um biquíni azul e um short jeans por baixo. Meus amigos e eu ficamos bem surpresos. Pra vocês terem uma ideia, ela tinha um ar de Billie Eilish.
Depois do almoço, meus amigos foram dar uma volta de caiaque. Falei pra eles irem sozinhos, e aí aproveitei pra me aproximar mais da Susana. Perguntei se podia sentar do lado dela no guarda-sol, porque o sol tava muito forte. Meio tímida, ela respondeu que sim. A irmã dela magicamente sumiu, e ficamos só nós dois. Conversamos um pouco sobre bobeiras, dava pra ver que ela tava nervosa. Pedi pra ela passar protetor nas minhas costas. Não sei se ela tava suando por causa do calor ou do nervosismo, então chamei ela pra ir nadar. Ela fez um pouco de charme, mas aceitou me acompanhar. Deixou os óculos dela e a gente foi até a beira. A água não tava fria, mas ela relutava muito em entrar mais fundo que os joelhos. Pedi pra ela segurar minhas mãos e fomos entrando devagar. Quando a água passou da cintura dela, ela disse que não queria ir mais fundo porque não sabia nadar. A água do lago era calma, sem ondas, então perguntei se ela queria que eu ensinasse ela a nadar. Ela tinha muito medo de água, então não quis flutuar de costas. Eu segurava ela pelas mãos e ia guiando enquanto ela batia as pernas. Fui acelerando um pouco, e já tava começando a ficar excitado porque o roçar da água fazia o decote dela descer um pouco, e os peitos dela estavam quase saindo do biquíni. A ereção já tava começando a aparecer, então me movi um pouco mais pra dentro, de modo que a água batesse no meu peito. Num momento, ela se assustou, e eu segurei ela pra que se abraçasse em mim. Senti o coração dela batendo muito rápido. Peguei as pernas dela e cruzei elas na minha cintura. Ela me abraçava forte, e eu sentia os peitos dela. Claramente nos meus peitorais, os mamilos dela estavam bem duros, ela não me soltava, então passei meus braços pelas costas dela, abraçando ela também, minhas mãos chegavam até a borda dos peitos dela, ela parecia não se importar e continuava bem grudada em mim, até que ouvimos uns gritos bem sem noção de uma amiga da minha tia e ela se separou na hora, como se tivesse uma mola. O fim da tarde estava chegando e deu uma sombra no lugar onde a gente estava, com ela quase tremendo, perguntei se queria sair da água, e a gente saiu pra areia. Os peitos dela estavam uma delícia, dava pra ver uns mamilos pequenos mas bem durinhos. Ela foi pegar uma toalha pra se cobrir e eu me joguei perto, no sol, pra me secar. Em uns minutos, a irmã dela chegou, e do outro lado meus amigos também, então não trocamos mais muitas palavras. Ela ficou lendo e, quando fui embora do lugar, falei que mais tarde a gente se via de novo.
Já chegando a noite, quando as mulheres mais velhas estavam cozinhando, vi que a Susana estava sozinha de lado e chamei ela pra caminhar um pouco mais longe. Andando entre as árvores, peguei na mão dela e, quando já estávamos longe da vista de qualquer um, puxei ela pra perto de mim e beijei ela. Ela, meio surpresa, começou a me beijar também. A verdade é que ela não beijava muito bem, dava pra ver a pouca experiência e o nervosismo, ela estava tremendo, mas aos poucos foi relaxando e, com umas poucas dicas, foi melhorando. Minhas mãos estavam nas costas dela, mas foram descendo devagar até os quadris dela. Como não senti resistência, com a mão direita peguei a bunda dela pra puxar mais pra perto de mim. Ela deu um pulinho, surpresa, mas não falou nada. Então, em segundos, já estava com as duas mãos massageando a bunda dela. As coisas estavam esquentando, já tinha ela bem grudada em mim e eu sabia que ela sentia meu pau já duro. A respiração dela estava acelerando, quando, inoportunamente, ouvimos a voz da irmã dela chamando por ela. Então ela se separou de mim, pediu desculpas e a gente combinou de se encontrar depois. por lugares diferentes pra ninguém perceber que a gente tava junto, tive que esperar uns minutos pra baixar a tesão, a Susana tinha me surpreendido, porque ela não tava mostrando a timidez de sempre, muito pelo contrário.
Quando voltei pra onde o grupo tava, uns 10 minutos depois, a Susana se fez de louca e nem olhou na minha cara, foi a Marlene que me olhou com um sorrisinho safado, meus amigos também desconfiavam de onde eu tava, só falei que tinha ido no banheiro, que era o mais crível.
Depois de comer e enquanto estavam arrumando, lavando a louça, etc, me aproximei da Marlene, falando que ela me devia algo, ela só sorriu e disse que mais tarde a gente conversava. A noite foi interminável, queria que todo mundo fosse dormir pra poder ficar sozinho com a Marlene, minha imaginação voava cada vez que olhava pra ela, e ela tava cada vez mais sorridente com as amigas, a primeira a ir dormir foi a Susana, que é uma das poucas que não bebe álcool, depois foram caindo aos poucos, era umas 3 da manhã, já tava muito frio, meus amigos foram "dormir", boto entre aspas porque na verdade foram fumar um baseado, e como a fogueira tava apagando, me ofereci pra pegar uns galhos, claro que pedi pra alguém me acompanhar com uma lanterna, a Marlene se ofereceu.
Eu: Parece que a Susana te contou
M: Sim, ela falou que vocês estavam se beijando
Eu: Só isso que ela te disse?
M: O que mais tinha pra me contar?
Eu: Só vou te falar que os glúteos dela são bem firmes, hahaha
M: Sério!!!, olha que fácil que ela se entregou, vem de família parece, falou brincando, hahaha
Eu: Me fala onde te espero quando todo mundo for dormir
M: Ahh quer passar de uma irmã pra outra em questão de minutos.
Eu: Só quero provar seus lábios.
M: Que cara de pau, depois que eu falar que vou dormir, espera 10 min e a gente se encontra na beira do lago.
Voltamos rápido com os galhos pra fogueira pra ninguém desconfiar, e meia hora depois mais ou menos a Marlene fala que vai dormir, como já Já era tarde, todas as que sobraram decidiram fazer o mesmo. Eu falei que ia ficar pra arrumar o que sobrou e apagar a fogueira. Aí esperei pacientemente até ver a Marlene sair da barraca dela e segui ela até a beira do lago. Vi que ela tava me esperando, e peguei ela de surpresa por trás. Cheguei bem perto dela, e quando ela se virou, ela falou: "Vamos um pouco mais pra lá, pra ninguém nos ver". Agora os papéis tinham se invertido, era eu quem tava mais nervoso.
M: A Susana me disse que vocês se beijaram por um bom tempo, e que ela gostou.
Eu: Tomara que você também goste.
M: Hahaha, garoto metido.
Eu: Ela te falou que só nos beijamos? Nada mais?
M: Falou, sim. Também disse que você deu uma agarrada na bunda dela.
Eu: Que bom que ela te contou.
M: Ahh, você tá pensando em agarrar a minha bunda também, né?
Eu: Sim, ué. Foi o combinado: o que eu fazia com ela, eu faria com você depois.
M: É verdade. É que eu nunca pensei que minha irmã fosse se deixar.
Aí eu me aproximei dela, fiquei bem perto. Ela só sorriu, e eu dei o primeiro beijo. Senti o gosto de álcool e cigarro, e aos poucos fomos relaxando. Ela parou num momento e falou: "Você beija bem pra caralho". "Não é a primeira vez que beijo uma mulher mais velha", falei, tentando me engrandecer. Ela só sorriu, e eu abracei ela pra continuar beijando. Minhas mãos foram descendo das costas dela até chegar nos glúteos. Agarrei com as duas mãos bem forte, puxei ela pra mais perto de mim, e ela claramente sentiu minha ereção. Não pareceu se incomodar, muito pelo contrário. Enquanto eu continuava amassando a bunda dela por cima da calça, já no auge, tentei enfiar a mão pra sentir a pele dela pelas costas e depois descer até a bunda. Uff, senti que ia explodir. Dava pra sentir a respiração dela também acelerando. Quando ouvimos um barulho ao longe, ela tirou minhas mãos da bunda dela, separou os lábios dos meus e colocou a mão na minha boca pra eu não fazer barulho. Depois se virou pra ver o que tava rolando. e apoiei meu pau inteiro na bunda dela, sabendo que ela não ia fazer barulho, abracei ela e puxei pra perto de mim, comecei a beijar o pescoço dela, ela já tava se entregando, quando depois de 5 segundos, ela pareceu cair em si e se afastou.
M: Já deu, você tá passando dos limites.
Eu: Por quê?? foi só o que a gente tinha combinado
M: Melhor ir ajudar seu amigo que parece que bebeu demais
Eu: Tá bom, amanhã à noite a gente se vê de novo então
M: Não abusa, você já conseguiu o que queria
Eu: Mas ainda falta uma noite, amanhã posso me encontrar de novo com sua irmã e podem rolar mais coisas.
M: Trata ela bem, ela é uma menina, além disso tá super empolgada com você.
Eu: Não vou forçar ela a fazer nada que não queira, mas também não espera que depois disso eu tenha um relacionamento com ela, a não ser que você queira ter um comigo.
M: Hahaha não se aproveita, isso era pra ela curtir a viagem, e saiu um pouco do meu controle, só vou te pedir pra não machucar ela, não criar falsas esperanças
Eu: Fica tranquila, vou tratar ela do jeito que eu gostaria que você me tratasse.
M: Mmmm ok, vai ver seu amigo melhor.
Então fui ajudar meu amigo, que passou muito mal com a mistura da erva com o álcool.
No outro dia acordei mais tarde, com um tesão do caralho, pensando no dia anterior e no que podia rolar naquele dia, então a primeira atividade do dia foi uma punheta no banheiro, por sorte o dia não tava tão quente, as mulheres estavam deitadas debaixo de uma árvore conversando, a gente na água quase o dia inteiro, depois de tomar banho, no fim da tarde aproveitando que algumas estavam tirando um cochilo e meus amigos foram tomar banho, fiz um sinal pra Susana me acompanhar pra um lugar onde ninguém visse, ela chegou uns minutos depois, vestida com uma calça larga, mas de um tecido bem fino e uma camiseta de manga curta, já me surpreendi que ela veio sem o moletom de sempre, não que ela estivesse vestida de forma sensual, mas Ela tava uma gostosa.
Chegou com muita vontade, foi ela que partiu pra cima de mim, parecia que a timidez já tinha ido embora. Perguntei por que ela tava tão ousada, ela disse que sabia que seria a última vez que a gente ia se ver desse jeito. Falei que a personalidade dela me surpreendeu, que era muito atraente, mas que também não era minha ideia fazer ela sofrer e que não podia prometer um relacionamento, que minha intenção não era me comprometer com ninguém. Ela respondeu que não era burra, que entendia tudo, e que não queria perder tempo conversando. Eu, nem bobo, comecei a beijar ela de novo, ela tava muito apaixonada. A gente tava os dois de pé, não dava pra deitar no chão, mas encontrei um lugar pra sentar. Ela ficou de pé entre minhas pernas, minhas mãos foram rapidamente pra bunda dela, sem nenhum sinal de reclamação. Depois, minha mão direita foi subindo pelas costas dela por baixo da blusa, já tocando a pele, sentia como ela tremia. Minha mão esquerda foi por baixo da calça dela, pegando a bunda dela suave mas firme. Ela tava usando uma calcinha de algodão que cobria quase toda a bunda, e aos poucos fui enfiando ela na rachinha dela. Com a outra mão, já tinha desafivelado o sutiã dela. Minha mão foi passando devagar pelas costelas dela e subiu até o peito esquerdo. O mamilo dela era pequeno, mas bem durinho. Comecei a acariciar ele, e ela se entregou. A respiração dela já tava muito mais ofegante. Ela sentou na minha perna esquerda, minha mão continuava no peito dela, e aos poucos fui arrastando ela até deixar sentada em cima de mim. A bunda dela tava em cima do meu pau duro, tava durasso. Com as mãos, fui mostrando o ritmo pra ela se mexer em cima de mim. Meus lábios foram pro pescoço dela e peguei os dois peitos dela com as mãos. A respiração dela tava muito agitada, já eram quase gemidos saindo da boca dela. Minha mão direita foi descendo até sentir os pelos pubianos dela, foi aí que ela me parou, falou "aí não". Mesmo assim, passei minha mão por cima da calcinha dela até a virilha e senti a umidade dela. Minha meus dedos continuavam entretidos e ela já não conseguia disfarçar seus gemidos, sentia que estava prestes a gozar, começou a se mover mais rápido, sua respiração ficou mais ofegante e ela começou a gozar tremendo, foram uns bons 15 segundos que ela ficou assim, eu continuei tocando ela por cima da calcinha até que ela tirou minha mão tanto da sua entrepernas quanto do seu peito, quando a agitação passou um pouco, sentei ela na minha perna de novo e dei um beijão nela, peguei a mão direita dela e levei até meu pau, ela segurou com timidez no começo, e me perguntou o que eu queria que ela fizesse, me levantei e falei pra ela sentar, baixei minha calça e minha cueca, e meu pau saltou pra fora, tava explodindo, a cabeça brilhando, ela se surpreendeu, não tirou os olhos dele por um segundo, mas não se atrevia a tocar, tava quase na frente do rosto dela, peguei a mão dela e ela segurou firme dessa vez, deu um sorrisinho, movi a mão dela pra começar a me bater uma, dava pra ver que ela era inexperiente mas tava curtindo do mesmo jeito, levantei a blusa dela e deixei os peitos dela de fora pela primeira vez, estavam uma delícia, os biquinhos rosadinhos e pequenos, peguei eles com minhas mãos enquanto ela continuava me masturbando devagar, me abaixei um pouco e levei um dos peitos dela à boca, passei a língua como se fosse um pirulito, eram uma delícia, me levantei de novo e falei pra ela levar meu pau à boca dela, ela deu um beijo tímido, só um selinho, falei pra ela pensar que era um sorvete, passar a língua, ela fez isso, passava a língua da base até a ponta, depois falei pra ela colocar na boca, que o mesmo movimento que ela tava fazendo com a mão, ela fizesse agora com os lábios, ela colocou na boca meio sem jeito, arranhou com os dentes, parecia que tentava morder, e num momento enfiou tão fundo que engasgou, tirou na hora pra tossir, e eu falei que se ela quisesse podia continuar só com a mão, isso ela já tava fazendo melhor, eu continuei agarrando os peitos lindos dela e levantando eles até que pegaram no meu pau, eu tava quase gozando, falei pra ela acelerar o ritmo da punheta, ela fez isso e se levantou pra não levar meu gozo direto, gozei pra caralho, foram vários jatos voando, Susana olhava espantada e com um sorriso, não soltava meu pau, eu dei um beijo nela de novo, depois de uns segundos ela me soltou pra arrumar o sutiã e se preparar pra voltar pra barraca dela, falou que tinha curtido muito, que nunca ia esquecer, me deu um beijo e foi embora.
Mais tarde, tava esperando a chance de ficar a sós com a Marlene, a gente tinha trocado olhares e ela só me sorriu safadamente, eu tava desesperado pra todo mundo ir dormir, sentia que aquele momento nunca chegava, de tarde tinha chegado o marido de uma das amigas da minha tia, e ele chegou com maconha, deu pra várias fumarem e uma passou mal, então foram cuidar dela, ficaram meus amigos, a Susana com a irmã dela e o outro velho com a esposa, já perto das 3 a Susana levou a irmã, eu falei pros meus amigos que a gente fosse dormir também, pra não ficar mais ninguém lá, eles falaram que queriam continuar bebendo, como era sábado, tinha chegado mais gente no camping e dava pra ouvir barulho e ver outros grupos na noite. Fiz que ia pra minha barraca e fui pra um lugar onde pudesse ver a barraca da Marlene, pra ficar de olho quando ela saísse, fiquei esperando uns 20 minutos até que ela finalmente saiu, meu coração acelerou na hora, perguntei se ela tinha falado com a Susana sobre o que tinha rolado de tarde:
M: Sim, falei com ela, é verdade o que ela me disse?
Eu: Acho que sim, não sei o que ela te disse
M: Que você tocou nela, que ela colocou na boca
Eu: Ahh, sim, isso é verdade, a gente se masturbou um ao outro, ela chupou um pouco também
M: Tô muito surpresa mesmo, nunca pensei que minha irmãzinha fosse fazer uma coisa dessas, ainda vejo ela como uma criança.
Eu: A Verdade é que eu também me surpreendi, ela é muito... apaixonada
M: haha que jeito educado de dizer
Eu: Agora quero ver o quão apaixonada você é
M: Naaao, não posso fazer tanto com você, o máximo que pensei que ia deixar fazer era uma apalpada na bunda, mas não tanto, você é muito novo pra mim.
Eu: Combinado é combinado, além disso já sou maior de idade, sou um homem
M: A Susana me disse que você tinha um baita presente entre as pernas, ela me perguntou curiosa se doía muito quando me penetravam, não entendia como algo tão grande podia entrar na buceta dela, haha quando ela sentir não vai querer sentir outra coisa
Eu: Haha quer ver? Enquanto isso, levei a mão dela até meu pau que já estava duro, ela apalpou um pouco por cima da minha calça.
M: Parece que o menino acordou
Aí puxei ela pra perto, dei um beijo apaixonado, e agarrei aquela bunda deliciosa que ela tinha, primeiro por cima da calça e depois já sentindo a pele, apertava muito, tava vivendo o sonho das minhas punhetas. Tirei o moletom que tava usando, coloquei no chão e sentei nele, Marlene sentou em cima de mim e continuamos nos beijando, minhas mãos ainda na bunda dela e ela já tava se mexendo mais ritmadamente em cima de mim, deixando meu pau roçando na virilha dela, minha mão direita agora foi atrás dos peitos dela, que mesmo não sendo tão grandes quanto os da Susana, ainda assim eram muito gostosos, quando toquei o mamilo esquerdo dela, o corpo dela tremeu, realmente era o ponto sensível dela, então com as duas mãos tava apalpando os peitos dela, ela jogou a cabeça pra trás e comecei a beijar o pescoço dela, tirei o moletom dela e levantei a camiseta, deixando os dois peitos dela à disposição da minha boca, minha língua começou a percorrer eles, os mamilos dela eram deliciosos, estavam duros como pedra, e cada vez que minha língua passava por eles Marlene se excitava de prazer, enquanto minha língua continuava se deliciando com os peitos dela, desci minha mão direita pra bunda dela de novo, com meus dedos cheguei a tocar a calcinha fio dental dela e tava muito molhada, a Corri um pouco e pude sentir toda a umidade dela. Toquei por fora, meio sem jeito (pela minha pouca experiência, olhando em retrospecto), e depois enfiei um dedo. M, ao invés de se irritar, acelerou um pouco mais o ritmo. Aí enfiei o segundo, entrou fácil, e ela me disse: "Continua chupando elas que já vou gozar". Continuei passando a língua, enquanto com meus dois dedos continuava penetrando ela, e senti ela apertar meus dedos e o corpo dela tremer. Vi os olhos dela fechados e a boca aberta enquanto o corpo tremia. Ela diminuiu o ritmo até ficar parada, relaxou o corpo e caiu exausta em cima de mim. Pegou meu braço pra eu tirar meus dedos dela. Rapidamente levei eles à minha boca pra saborear. Quando ela percebeu, só riu.
Peguei a mão dela e coloquei no meu pau, sem nenhum pano atrapalhando. Fiquei de pé e ela ficou sentada em cima do meu moletom. Abaixei a calça e a cueca, meu pau apontando pro céu, e Marlene segurou ele com as duas mãos e começou a tocar, quase fazendo carinho. "Você virou homem mesmo", ela disse, "tem um tamanho muito bom, é muito bonito." Eu me sentia no céu. Via ela ali sentada brincando com meu membro, que não é algo descomunal também, pouco mais de 18 cm, mas naquele momento parecia que ia explodir. Tinha todas as veias marcadas, tava duro igual ferro, e ainda por cima eu via ele a poucos centímetros do rosto dela. Ela começou a me masturbar mais rápido, dava pra ver a experiência. Fazia na velocidade e na pressão perfeitas. Depois de um tempo, ela disse que tava cansando. "Pode ajudar com a boca", falei. Ela se ajoelhou, arrumou o cabelo e enfiou de uma vez. Uff, aquela sensação de sentir o calorzinho da boca dela foi me levar ao céu. Ela era uma mestra. Passava a língua enquanto com a mão me punhetava, chupava minhas bolas, lambia, não deixou nenhum canto do meu pau sem explorar. Eu não queria gozar, já tinha me aliviado duas vezes mais cedo. Num momento, Marlene me diz: "Me ajuda com o cabelo, então peguei ela pelo cabelo com as duas mãos e era como se estivesse penetrando aquela boquinha gostosa, "me avisa quando for gozar" consegui ouvir, mas eu estava no céu, um minuto depois já não aguentava mais, consegui soltar um: vou gozar e saiu o primeiro jato na boca dela, ela até engasgou, enquanto saía o segundo, ela tirou da boca, cuspiu o que não tinha conseguido engolir e me masturbou até sair tudo, eu não podia estar mais feliz naquele momento, Marlene subiu minha calça e se levantou, me deu um beijo na bochecha e disse:
M: Isso não se faz, te falei pra me avisar antes
Eu: Desculpa, foi sem querer mesmo, tentei falar, mas não saiu da minha boca, tava em outro mundo, você faz muito bem.
M: Haha, tá bom, mas não pode se repetir.
Eu: Então vamos repetir??
M: Nãao, tô falando que você não repita com nenhuma outra mulher, isso fica entre nós, e confio que não vai contar pra ninguém.
Eu: Fica tranquila, só vai ficar gravado na minha memória, mas se quiser qualquer coisa é só me chamar.
M: Talvez quando você tiver 30, mas aí já vou estar muito velha pra você
Eu: Quando você quiser, você é maravilhosa, espero o tempo que for.
M: Haha que galante você ficou, vou dormir, te vejo amanhã. Ela me deu um beijinho nos lábios e foi embora.
No outro dia depois do almoço já partimos pra nossa cidade, Susana em poucos meses começou a namorar um conhecido, ficaram juntos por uns anos, depois conheceu outro cara na faculdade e casou com ele, só nos víamos de vez em quando de longe, nada além de um oi, Marlene continuou amiga da minha tia, então a vi em outras ocasiões, mas eu já tinha começado com minha namorada e virei pai, então não rolou mais nada com ela, até quase 10 anos depois, quando eu já tinha separado, mas essa história é pra outra hora.
Vou deixar umas imagens de como era a Susana (referência)
Já faz muito tempo, eu tinha 18 anos, no fim do verão depois que saí do colégio. Minha tia foi acampar com umas amigas dela num camping perto de um lago, e meu primo, que é dois anos mais novo que eu, foi obrigado a ir. Pra ele não ficar sozinho, eu e outro amigo fomos junto. Dormíamos nós três numa barraca grande — cê já imagina o fedor que saía de lá, três moleques adolescentes competindo pra ver quem soltava o peido mais fedorento.
Minha tia foi com mais quatro amigas. Vou falar as importantes pra história. Uma delas tinha uns 29 anos, vou chamar de Marlene. Uma magrinha de 1,70, estupenda. Adorava usar short e saia porque tinha umas pernas espetaculares que terminavam numa bunda empinada. De peito não tinha muito, mas se virava bem. Pra nós, ela esquentava demais. Das amigas da minha tia, era de longe a mais gostosa. Ela foi com a irmã, Susana, que tinha acabado de fazer 17 anos. Era um pouco mais baixa, uns 1,60, usava óculos, era um pouco cheinha e muito tímida. Sempre de moletom e lendo. No primeiro dia na praia, não tirou o moletom mesmo com calor, enquanto a irmã roubava nossos olhares com um biquíni bem pequeno.
Naquela mesma noite, a gente se juntou todo mundo. Tava rolando música de fundo, com muito álcool. Minha tia e as amigas começaram a dançar. Marlene já tava bem animada, chamou a irmã pra dançar, mas ela, tímida como sempre, não quis. Meu primo e meu outro amigo também não toparam. Eu, sim, entrei na dança e comecei a perrear até o chão. Já tava começando a subir o amigão quando cortaram minha inspiração: Susana foi pra barraca dela dormir e pediu ajuda pra irmã, que não voltou mais naquela noite.
No dia seguinte, acordei cedo e Marlene disse que queria falar comigo em particular. Caminhamos uns metros, perguntei o que tinha acontecido na noite que ela não voltou, e ela me contou que teve que consolar a Susana, que tinha começado a chorar de noite, porque ficou com muito ciúme de eu dançar com ela, já que estava apaixonada por mim. Fiquei chocado, a gente só tinha trocado umas palavras, e eu não sentia nada diferente por ela, nunca imaginaria isso. E depois disso veio um pedido bem estranho da Marlene:
M: Por isso mesmo queria te pedir se você podia dar uns beijos nela, pra passar a tristeza e ela aproveitar um pouco a viagem.
Eu: Nada, mas por quê? Desculpa falar, mas não vejo ela como mulher, é muito criança, super inocente, além de que não gosto dela. Preferia dar esses beijos em você.
M: (Rindo um pouco) Que metido você é, ela só tem um ano a menos que você, e eu tenho uns 10 anos a mais que você.
Eu: Sim, é verdade, mas desde os 14 anos eu já saía com amigos mais velhos, já bebia, fumava, saía de noite, então não é a mesma coisa. Além disso, o que eu vou ganhar com isso?
M: Você vai se surpreender com minha irmã, ela é bem tímida, mas passando essa casca é outra pessoa. Além disso, ela não tira o moletom porque tem vergonha, porque os peitos cresceram. Admito que isso me deixou bem curioso.
Eu: Independente disso, prefiro você do que sua irmã, e não vai me convencer do contrário.
M: Vou te propor uma coisa: se você beijar minha irmã, eu beijo você.
Eu: Gostei da ideia. Tudo que eu fizer com sua irmã, você vai ter que fazer comigo depois.
M: Ei, cuidado com o que você faz com ela, ela é só uma menina.
Eu: Tá, mas você quer ou não?
M: Sim, mas trata ela bem.
Eu: Me ajuda um pouco, fala pra ela tirar o moletom à tarde pelo menos.
M: Vou tentar convencer ela hoje.
Durante a manhã não aconteceu nada novo, tava muito calor naquele dia. Isso fez com que depois do almoço, e com a insistência da Marlene, a Susana aparecesse sem o moletom, e foi uma surpresa muuuuito gostosa. É verdade que os peitos dela tinham crescido bastante, estavam grandes, mas não gigantes, e ela também estava mais magra, tava muito gostosa. Já não via com tão maus olhos a ideia de ficar com ela. Ela apareceu com a parte de cima de um biquíni azul e um short jeans por baixo. Meus amigos e eu ficamos bem surpresos. Pra vocês terem uma ideia, ela tinha um ar de Billie Eilish.
Depois do almoço, meus amigos foram dar uma volta de caiaque. Falei pra eles irem sozinhos, e aí aproveitei pra me aproximar mais da Susana. Perguntei se podia sentar do lado dela no guarda-sol, porque o sol tava muito forte. Meio tímida, ela respondeu que sim. A irmã dela magicamente sumiu, e ficamos só nós dois. Conversamos um pouco sobre bobeiras, dava pra ver que ela tava nervosa. Pedi pra ela passar protetor nas minhas costas. Não sei se ela tava suando por causa do calor ou do nervosismo, então chamei ela pra ir nadar. Ela fez um pouco de charme, mas aceitou me acompanhar. Deixou os óculos dela e a gente foi até a beira. A água não tava fria, mas ela relutava muito em entrar mais fundo que os joelhos. Pedi pra ela segurar minhas mãos e fomos entrando devagar. Quando a água passou da cintura dela, ela disse que não queria ir mais fundo porque não sabia nadar. A água do lago era calma, sem ondas, então perguntei se ela queria que eu ensinasse ela a nadar. Ela tinha muito medo de água, então não quis flutuar de costas. Eu segurava ela pelas mãos e ia guiando enquanto ela batia as pernas. Fui acelerando um pouco, e já tava começando a ficar excitado porque o roçar da água fazia o decote dela descer um pouco, e os peitos dela estavam quase saindo do biquíni. A ereção já tava começando a aparecer, então me movi um pouco mais pra dentro, de modo que a água batesse no meu peito. Num momento, ela se assustou, e eu segurei ela pra que se abraçasse em mim. Senti o coração dela batendo muito rápido. Peguei as pernas dela e cruzei elas na minha cintura. Ela me abraçava forte, e eu sentia os peitos dela. Claramente nos meus peitorais, os mamilos dela estavam bem duros, ela não me soltava, então passei meus braços pelas costas dela, abraçando ela também, minhas mãos chegavam até a borda dos peitos dela, ela parecia não se importar e continuava bem grudada em mim, até que ouvimos uns gritos bem sem noção de uma amiga da minha tia e ela se separou na hora, como se tivesse uma mola. O fim da tarde estava chegando e deu uma sombra no lugar onde a gente estava, com ela quase tremendo, perguntei se queria sair da água, e a gente saiu pra areia. Os peitos dela estavam uma delícia, dava pra ver uns mamilos pequenos mas bem durinhos. Ela foi pegar uma toalha pra se cobrir e eu me joguei perto, no sol, pra me secar. Em uns minutos, a irmã dela chegou, e do outro lado meus amigos também, então não trocamos mais muitas palavras. Ela ficou lendo e, quando fui embora do lugar, falei que mais tarde a gente se via de novo.
Já chegando a noite, quando as mulheres mais velhas estavam cozinhando, vi que a Susana estava sozinha de lado e chamei ela pra caminhar um pouco mais longe. Andando entre as árvores, peguei na mão dela e, quando já estávamos longe da vista de qualquer um, puxei ela pra perto de mim e beijei ela. Ela, meio surpresa, começou a me beijar também. A verdade é que ela não beijava muito bem, dava pra ver a pouca experiência e o nervosismo, ela estava tremendo, mas aos poucos foi relaxando e, com umas poucas dicas, foi melhorando. Minhas mãos estavam nas costas dela, mas foram descendo devagar até os quadris dela. Como não senti resistência, com a mão direita peguei a bunda dela pra puxar mais pra perto de mim. Ela deu um pulinho, surpresa, mas não falou nada. Então, em segundos, já estava com as duas mãos massageando a bunda dela. As coisas estavam esquentando, já tinha ela bem grudada em mim e eu sabia que ela sentia meu pau já duro. A respiração dela estava acelerando, quando, inoportunamente, ouvimos a voz da irmã dela chamando por ela. Então ela se separou de mim, pediu desculpas e a gente combinou de se encontrar depois. por lugares diferentes pra ninguém perceber que a gente tava junto, tive que esperar uns minutos pra baixar a tesão, a Susana tinha me surpreendido, porque ela não tava mostrando a timidez de sempre, muito pelo contrário.
Quando voltei pra onde o grupo tava, uns 10 minutos depois, a Susana se fez de louca e nem olhou na minha cara, foi a Marlene que me olhou com um sorrisinho safado, meus amigos também desconfiavam de onde eu tava, só falei que tinha ido no banheiro, que era o mais crível.
Depois de comer e enquanto estavam arrumando, lavando a louça, etc, me aproximei da Marlene, falando que ela me devia algo, ela só sorriu e disse que mais tarde a gente conversava. A noite foi interminável, queria que todo mundo fosse dormir pra poder ficar sozinho com a Marlene, minha imaginação voava cada vez que olhava pra ela, e ela tava cada vez mais sorridente com as amigas, a primeira a ir dormir foi a Susana, que é uma das poucas que não bebe álcool, depois foram caindo aos poucos, era umas 3 da manhã, já tava muito frio, meus amigos foram "dormir", boto entre aspas porque na verdade foram fumar um baseado, e como a fogueira tava apagando, me ofereci pra pegar uns galhos, claro que pedi pra alguém me acompanhar com uma lanterna, a Marlene se ofereceu.
Eu: Parece que a Susana te contou
M: Sim, ela falou que vocês estavam se beijando
Eu: Só isso que ela te disse?
M: O que mais tinha pra me contar?
Eu: Só vou te falar que os glúteos dela são bem firmes, hahaha
M: Sério!!!, olha que fácil que ela se entregou, vem de família parece, falou brincando, hahaha
Eu: Me fala onde te espero quando todo mundo for dormir
M: Ahh quer passar de uma irmã pra outra em questão de minutos.
Eu: Só quero provar seus lábios.
M: Que cara de pau, depois que eu falar que vou dormir, espera 10 min e a gente se encontra na beira do lago.
Voltamos rápido com os galhos pra fogueira pra ninguém desconfiar, e meia hora depois mais ou menos a Marlene fala que vai dormir, como já Já era tarde, todas as que sobraram decidiram fazer o mesmo. Eu falei que ia ficar pra arrumar o que sobrou e apagar a fogueira. Aí esperei pacientemente até ver a Marlene sair da barraca dela e segui ela até a beira do lago. Vi que ela tava me esperando, e peguei ela de surpresa por trás. Cheguei bem perto dela, e quando ela se virou, ela falou: "Vamos um pouco mais pra lá, pra ninguém nos ver". Agora os papéis tinham se invertido, era eu quem tava mais nervoso.
M: A Susana me disse que vocês se beijaram por um bom tempo, e que ela gostou.
Eu: Tomara que você também goste.
M: Hahaha, garoto metido.
Eu: Ela te falou que só nos beijamos? Nada mais?
M: Falou, sim. Também disse que você deu uma agarrada na bunda dela.
Eu: Que bom que ela te contou.
M: Ahh, você tá pensando em agarrar a minha bunda também, né?
Eu: Sim, ué. Foi o combinado: o que eu fazia com ela, eu faria com você depois.
M: É verdade. É que eu nunca pensei que minha irmã fosse se deixar.
Aí eu me aproximei dela, fiquei bem perto. Ela só sorriu, e eu dei o primeiro beijo. Senti o gosto de álcool e cigarro, e aos poucos fomos relaxando. Ela parou num momento e falou: "Você beija bem pra caralho". "Não é a primeira vez que beijo uma mulher mais velha", falei, tentando me engrandecer. Ela só sorriu, e eu abracei ela pra continuar beijando. Minhas mãos foram descendo das costas dela até chegar nos glúteos. Agarrei com as duas mãos bem forte, puxei ela pra mais perto de mim, e ela claramente sentiu minha ereção. Não pareceu se incomodar, muito pelo contrário. Enquanto eu continuava amassando a bunda dela por cima da calça, já no auge, tentei enfiar a mão pra sentir a pele dela pelas costas e depois descer até a bunda. Uff, senti que ia explodir. Dava pra sentir a respiração dela também acelerando. Quando ouvimos um barulho ao longe, ela tirou minhas mãos da bunda dela, separou os lábios dos meus e colocou a mão na minha boca pra eu não fazer barulho. Depois se virou pra ver o que tava rolando. e apoiei meu pau inteiro na bunda dela, sabendo que ela não ia fazer barulho, abracei ela e puxei pra perto de mim, comecei a beijar o pescoço dela, ela já tava se entregando, quando depois de 5 segundos, ela pareceu cair em si e se afastou.
M: Já deu, você tá passando dos limites.
Eu: Por quê?? foi só o que a gente tinha combinado
M: Melhor ir ajudar seu amigo que parece que bebeu demais
Eu: Tá bom, amanhã à noite a gente se vê de novo então
M: Não abusa, você já conseguiu o que queria
Eu: Mas ainda falta uma noite, amanhã posso me encontrar de novo com sua irmã e podem rolar mais coisas.
M: Trata ela bem, ela é uma menina, além disso tá super empolgada com você.
Eu: Não vou forçar ela a fazer nada que não queira, mas também não espera que depois disso eu tenha um relacionamento com ela, a não ser que você queira ter um comigo.
M: Hahaha não se aproveita, isso era pra ela curtir a viagem, e saiu um pouco do meu controle, só vou te pedir pra não machucar ela, não criar falsas esperanças
Eu: Fica tranquila, vou tratar ela do jeito que eu gostaria que você me tratasse.
M: Mmmm ok, vai ver seu amigo melhor.
Então fui ajudar meu amigo, que passou muito mal com a mistura da erva com o álcool.
No outro dia acordei mais tarde, com um tesão do caralho, pensando no dia anterior e no que podia rolar naquele dia, então a primeira atividade do dia foi uma punheta no banheiro, por sorte o dia não tava tão quente, as mulheres estavam deitadas debaixo de uma árvore conversando, a gente na água quase o dia inteiro, depois de tomar banho, no fim da tarde aproveitando que algumas estavam tirando um cochilo e meus amigos foram tomar banho, fiz um sinal pra Susana me acompanhar pra um lugar onde ninguém visse, ela chegou uns minutos depois, vestida com uma calça larga, mas de um tecido bem fino e uma camiseta de manga curta, já me surpreendi que ela veio sem o moletom de sempre, não que ela estivesse vestida de forma sensual, mas Ela tava uma gostosa.
Chegou com muita vontade, foi ela que partiu pra cima de mim, parecia que a timidez já tinha ido embora. Perguntei por que ela tava tão ousada, ela disse que sabia que seria a última vez que a gente ia se ver desse jeito. Falei que a personalidade dela me surpreendeu, que era muito atraente, mas que também não era minha ideia fazer ela sofrer e que não podia prometer um relacionamento, que minha intenção não era me comprometer com ninguém. Ela respondeu que não era burra, que entendia tudo, e que não queria perder tempo conversando. Eu, nem bobo, comecei a beijar ela de novo, ela tava muito apaixonada. A gente tava os dois de pé, não dava pra deitar no chão, mas encontrei um lugar pra sentar. Ela ficou de pé entre minhas pernas, minhas mãos foram rapidamente pra bunda dela, sem nenhum sinal de reclamação. Depois, minha mão direita foi subindo pelas costas dela por baixo da blusa, já tocando a pele, sentia como ela tremia. Minha mão esquerda foi por baixo da calça dela, pegando a bunda dela suave mas firme. Ela tava usando uma calcinha de algodão que cobria quase toda a bunda, e aos poucos fui enfiando ela na rachinha dela. Com a outra mão, já tinha desafivelado o sutiã dela. Minha mão foi passando devagar pelas costelas dela e subiu até o peito esquerdo. O mamilo dela era pequeno, mas bem durinho. Comecei a acariciar ele, e ela se entregou. A respiração dela já tava muito mais ofegante. Ela sentou na minha perna esquerda, minha mão continuava no peito dela, e aos poucos fui arrastando ela até deixar sentada em cima de mim. A bunda dela tava em cima do meu pau duro, tava durasso. Com as mãos, fui mostrando o ritmo pra ela se mexer em cima de mim. Meus lábios foram pro pescoço dela e peguei os dois peitos dela com as mãos. A respiração dela tava muito agitada, já eram quase gemidos saindo da boca dela. Minha mão direita foi descendo até sentir os pelos pubianos dela, foi aí que ela me parou, falou "aí não". Mesmo assim, passei minha mão por cima da calcinha dela até a virilha e senti a umidade dela. Minha meus dedos continuavam entretidos e ela já não conseguia disfarçar seus gemidos, sentia que estava prestes a gozar, começou a se mover mais rápido, sua respiração ficou mais ofegante e ela começou a gozar tremendo, foram uns bons 15 segundos que ela ficou assim, eu continuei tocando ela por cima da calcinha até que ela tirou minha mão tanto da sua entrepernas quanto do seu peito, quando a agitação passou um pouco, sentei ela na minha perna de novo e dei um beijão nela, peguei a mão direita dela e levei até meu pau, ela segurou com timidez no começo, e me perguntou o que eu queria que ela fizesse, me levantei e falei pra ela sentar, baixei minha calça e minha cueca, e meu pau saltou pra fora, tava explodindo, a cabeça brilhando, ela se surpreendeu, não tirou os olhos dele por um segundo, mas não se atrevia a tocar, tava quase na frente do rosto dela, peguei a mão dela e ela segurou firme dessa vez, deu um sorrisinho, movi a mão dela pra começar a me bater uma, dava pra ver que ela era inexperiente mas tava curtindo do mesmo jeito, levantei a blusa dela e deixei os peitos dela de fora pela primeira vez, estavam uma delícia, os biquinhos rosadinhos e pequenos, peguei eles com minhas mãos enquanto ela continuava me masturbando devagar, me abaixei um pouco e levei um dos peitos dela à boca, passei a língua como se fosse um pirulito, eram uma delícia, me levantei de novo e falei pra ela levar meu pau à boca dela, ela deu um beijo tímido, só um selinho, falei pra ela pensar que era um sorvete, passar a língua, ela fez isso, passava a língua da base até a ponta, depois falei pra ela colocar na boca, que o mesmo movimento que ela tava fazendo com a mão, ela fizesse agora com os lábios, ela colocou na boca meio sem jeito, arranhou com os dentes, parecia que tentava morder, e num momento enfiou tão fundo que engasgou, tirou na hora pra tossir, e eu falei que se ela quisesse podia continuar só com a mão, isso ela já tava fazendo melhor, eu continuei agarrando os peitos lindos dela e levantando eles até que pegaram no meu pau, eu tava quase gozando, falei pra ela acelerar o ritmo da punheta, ela fez isso e se levantou pra não levar meu gozo direto, gozei pra caralho, foram vários jatos voando, Susana olhava espantada e com um sorriso, não soltava meu pau, eu dei um beijo nela de novo, depois de uns segundos ela me soltou pra arrumar o sutiã e se preparar pra voltar pra barraca dela, falou que tinha curtido muito, que nunca ia esquecer, me deu um beijo e foi embora.
Mais tarde, tava esperando a chance de ficar a sós com a Marlene, a gente tinha trocado olhares e ela só me sorriu safadamente, eu tava desesperado pra todo mundo ir dormir, sentia que aquele momento nunca chegava, de tarde tinha chegado o marido de uma das amigas da minha tia, e ele chegou com maconha, deu pra várias fumarem e uma passou mal, então foram cuidar dela, ficaram meus amigos, a Susana com a irmã dela e o outro velho com a esposa, já perto das 3 a Susana levou a irmã, eu falei pros meus amigos que a gente fosse dormir também, pra não ficar mais ninguém lá, eles falaram que queriam continuar bebendo, como era sábado, tinha chegado mais gente no camping e dava pra ouvir barulho e ver outros grupos na noite. Fiz que ia pra minha barraca e fui pra um lugar onde pudesse ver a barraca da Marlene, pra ficar de olho quando ela saísse, fiquei esperando uns 20 minutos até que ela finalmente saiu, meu coração acelerou na hora, perguntei se ela tinha falado com a Susana sobre o que tinha rolado de tarde:
M: Sim, falei com ela, é verdade o que ela me disse?
Eu: Acho que sim, não sei o que ela te disse
M: Que você tocou nela, que ela colocou na boca
Eu: Ahh, sim, isso é verdade, a gente se masturbou um ao outro, ela chupou um pouco também
M: Tô muito surpresa mesmo, nunca pensei que minha irmãzinha fosse fazer uma coisa dessas, ainda vejo ela como uma criança.
Eu: A Verdade é que eu também me surpreendi, ela é muito... apaixonada
M: haha que jeito educado de dizer
Eu: Agora quero ver o quão apaixonada você é
M: Naaao, não posso fazer tanto com você, o máximo que pensei que ia deixar fazer era uma apalpada na bunda, mas não tanto, você é muito novo pra mim.
Eu: Combinado é combinado, além disso já sou maior de idade, sou um homem
M: A Susana me disse que você tinha um baita presente entre as pernas, ela me perguntou curiosa se doía muito quando me penetravam, não entendia como algo tão grande podia entrar na buceta dela, haha quando ela sentir não vai querer sentir outra coisa
Eu: Haha quer ver? Enquanto isso, levei a mão dela até meu pau que já estava duro, ela apalpou um pouco por cima da minha calça.
M: Parece que o menino acordou
Aí puxei ela pra perto, dei um beijo apaixonado, e agarrei aquela bunda deliciosa que ela tinha, primeiro por cima da calça e depois já sentindo a pele, apertava muito, tava vivendo o sonho das minhas punhetas. Tirei o moletom que tava usando, coloquei no chão e sentei nele, Marlene sentou em cima de mim e continuamos nos beijando, minhas mãos ainda na bunda dela e ela já tava se mexendo mais ritmadamente em cima de mim, deixando meu pau roçando na virilha dela, minha mão direita agora foi atrás dos peitos dela, que mesmo não sendo tão grandes quanto os da Susana, ainda assim eram muito gostosos, quando toquei o mamilo esquerdo dela, o corpo dela tremeu, realmente era o ponto sensível dela, então com as duas mãos tava apalpando os peitos dela, ela jogou a cabeça pra trás e comecei a beijar o pescoço dela, tirei o moletom dela e levantei a camiseta, deixando os dois peitos dela à disposição da minha boca, minha língua começou a percorrer eles, os mamilos dela eram deliciosos, estavam duros como pedra, e cada vez que minha língua passava por eles Marlene se excitava de prazer, enquanto minha língua continuava se deliciando com os peitos dela, desci minha mão direita pra bunda dela de novo, com meus dedos cheguei a tocar a calcinha fio dental dela e tava muito molhada, a Corri um pouco e pude sentir toda a umidade dela. Toquei por fora, meio sem jeito (pela minha pouca experiência, olhando em retrospecto), e depois enfiei um dedo. M, ao invés de se irritar, acelerou um pouco mais o ritmo. Aí enfiei o segundo, entrou fácil, e ela me disse: "Continua chupando elas que já vou gozar". Continuei passando a língua, enquanto com meus dois dedos continuava penetrando ela, e senti ela apertar meus dedos e o corpo dela tremer. Vi os olhos dela fechados e a boca aberta enquanto o corpo tremia. Ela diminuiu o ritmo até ficar parada, relaxou o corpo e caiu exausta em cima de mim. Pegou meu braço pra eu tirar meus dedos dela. Rapidamente levei eles à minha boca pra saborear. Quando ela percebeu, só riu.
Peguei a mão dela e coloquei no meu pau, sem nenhum pano atrapalhando. Fiquei de pé e ela ficou sentada em cima do meu moletom. Abaixei a calça e a cueca, meu pau apontando pro céu, e Marlene segurou ele com as duas mãos e começou a tocar, quase fazendo carinho. "Você virou homem mesmo", ela disse, "tem um tamanho muito bom, é muito bonito." Eu me sentia no céu. Via ela ali sentada brincando com meu membro, que não é algo descomunal também, pouco mais de 18 cm, mas naquele momento parecia que ia explodir. Tinha todas as veias marcadas, tava duro igual ferro, e ainda por cima eu via ele a poucos centímetros do rosto dela. Ela começou a me masturbar mais rápido, dava pra ver a experiência. Fazia na velocidade e na pressão perfeitas. Depois de um tempo, ela disse que tava cansando. "Pode ajudar com a boca", falei. Ela se ajoelhou, arrumou o cabelo e enfiou de uma vez. Uff, aquela sensação de sentir o calorzinho da boca dela foi me levar ao céu. Ela era uma mestra. Passava a língua enquanto com a mão me punhetava, chupava minhas bolas, lambia, não deixou nenhum canto do meu pau sem explorar. Eu não queria gozar, já tinha me aliviado duas vezes mais cedo. Num momento, Marlene me diz: "Me ajuda com o cabelo, então peguei ela pelo cabelo com as duas mãos e era como se estivesse penetrando aquela boquinha gostosa, "me avisa quando for gozar" consegui ouvir, mas eu estava no céu, um minuto depois já não aguentava mais, consegui soltar um: vou gozar e saiu o primeiro jato na boca dela, ela até engasgou, enquanto saía o segundo, ela tirou da boca, cuspiu o que não tinha conseguido engolir e me masturbou até sair tudo, eu não podia estar mais feliz naquele momento, Marlene subiu minha calça e se levantou, me deu um beijo na bochecha e disse:
M: Isso não se faz, te falei pra me avisar antes
Eu: Desculpa, foi sem querer mesmo, tentei falar, mas não saiu da minha boca, tava em outro mundo, você faz muito bem.
M: Haha, tá bom, mas não pode se repetir.
Eu: Então vamos repetir??
M: Nãao, tô falando que você não repita com nenhuma outra mulher, isso fica entre nós, e confio que não vai contar pra ninguém.
Eu: Fica tranquila, só vai ficar gravado na minha memória, mas se quiser qualquer coisa é só me chamar.
M: Talvez quando você tiver 30, mas aí já vou estar muito velha pra você
Eu: Quando você quiser, você é maravilhosa, espero o tempo que for.
M: Haha que galante você ficou, vou dormir, te vejo amanhã. Ela me deu um beijinho nos lábios e foi embora.
No outro dia depois do almoço já partimos pra nossa cidade, Susana em poucos meses começou a namorar um conhecido, ficaram juntos por uns anos, depois conheceu outro cara na faculdade e casou com ele, só nos víamos de vez em quando de longe, nada além de um oi, Marlene continuou amiga da minha tia, então a vi em outras ocasiões, mas eu já tinha começado com minha namorada e virei pai, então não rolou mais nada com ela, até quase 10 anos depois, quando eu já tinha separado, mas essa história é pra outra hora.
Vou deixar umas imagens de como era a Susana (referência)

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