Sinceramente, é muito difícil lutar contra a natureza humana. Não sou caretice, mas sei que tem coisas que não precisam ser feitas, mas também tem ações que empurram essas decisões, e depois do prazer vem a culpa.
Sou Karen, tenho 37 anos, moro com meu marido e meu filho. Casei muito nova e fui mãe muito cedo. Na verdade, era apaixonada pelo Oscar, meu marido. Naquela época, a gente tinha um relacionamento lindo, mas por um descuido acabei virando mãe. Por parte do Oscar, a estabilidade financeira era muito boa, mas eu não queria me sentir um peso, então arrumei um emprego de professora. Sinceramente, não é minha paixão, é só um trampo que consegui porque fui mãe muito jovem. Mal tenho 20 anos a mais que meu filho. Não me arrependo muito, porque o pai dele é um ótimo pai e também era um ótimo amante. Bem dito, ERA... Um dia comum, dia de trabalho, um pouco puxado. Depois de algumas horas dando aula, finalmente chegou a hora do almoço. Tava com fome, não tive tempo de tomar café direito. Me encontrei com minha colega de trabalho, Luzi, porque além de comer, ela ia me contar um problema com o Alejandro. Luzi: — Tá vendo, desde o período passado ele vem caindo de rendimento. Por isso que te pergunto: cê sabe de alguma coisa? Karen: — Desculpa, Luzi, mas não tô achando o motivo da média dele estar tão baixa. Karen: — Deixa eu falar com ele. Talvez seja alguma distração, alguma mina ou algo assim. Luzi: — Pois é, eu vi ele com uma garota bem grudada nos recreios. Cê tem que conversar com ele, senão acho que ele não consegue a bolsa esportiva que ele quer. Karen: — Deixa que eu resolvo isso. Valeu pela preocupação, Luzi. Luzi: — Fica tranquila, depois me conta como foi. Depois de bater um papo sobre as fofocas da escola e terminar de comer, rapidinho, antes das aulas começarem, fui atrás do Alejandro. Porque me preocupava mesmo o futuro dele estar comprometido por causa de uma saia. O tempo passa e, depois de procurar ele pra todo lado, lembro que ele sempre aproveita os recreios pra treinar uns lances livres. Talvez eu encontre ele na quadra. Fui direto pra quadra ver se tinha sorte, mas pra minha desgraça, já... Não tinha ninguém por perto, aí me veio um pensamento *Pensamento de Karen* — e se ele tá no banheiro tomando banho? — acho que sim, porque depois desses treinos ele sempre termina todo suado — será que vou lá dar uma olhada? — não tenho certeza, Karen, e se tiver um monte de caras e eu parecer uma tarada? — mas acho que nenhum cara treina com o Alejandro, eles não são tão dedicados quanto ele, mas ainda assim não tenho certeza — mas o recreio já tá acabando, preciso falar com ele antes pra poder ir encontrar as outras minas — vamos arriscar, Karen, bora. Depois de discutir um pouco comigo mesma, decido ir. Pra minha surpresa, quando entro no banheiro, que tá fedendo pra caralho, não tem ninguém, só o som do chuveiro. Claro, deve ser o Alejandro, que terminou todo suado. Ao me aproximar discretamente pra ver se quem tá no chuveiro é ele, me deparo com uma imagem que mudou minha visão sobre meu filho.
Deus, que corpo atlético! E eu nem sabia que meu filho era tão dotado. Não sei por que, mas minha mente começou a divagar de um jeito que nunca tinha feito na frente do Alejandro. Deixando um pouco os pensamentos perversos de lado, decidi limpar a garganta pra chamar a atenção dele.
Karen: *limpa a garganta*
Alejandro: Mãe? O que você está fazendo no banheiro masculino, e ainda nos chuveiros?
Fiquei petrificada. A partir daquele momento, toda a razão que eu tinha sobre o menino que criei tinha desaparecido com a voz grossa e o corpo dele.
Alejandro: Mãe?
Karen: Quer se vestir? Sou sua mãe, Alejandro.
Alejandro: Você é quem entrou sem bater?
Karen: Sim, desculpa. Vim te falar que precisamos conversar muito sério sobre suas notas. Quer perder a bolsa?
Alejandro: Desculpa, mãe. Tentei melhorar, mas não consigo atingir a média...
Eu não conseguia me concentrar. O corpo absurdamente gostoso do meu filho me desconcentrava.
Alejandro: Mãe, você está me ouvindo?
Karen: Sim, desculpa, só me distraí. Que tal a gente conversar lá em casa depois? As aulas já vão começar. Te vejo mais tarde.
Alejandro: Hã, tá bom?
Sem falar mais nada, me virei bem rápido e fui pra minha sala pra terminar logo o dia. Depois da escola, ia me encontrar com minhas amigas pra passar um tempo no café. Elas são quase da minha idade: a Paula tem 37 anos, a Fernanda é a mais velha com 38, e a mais nova é a Estefani com 35.
O tempo passa e tudo acaba. Me aprontei pra pegar o carro e ir pra cafeteria da minha amiga Paula. Depois de estacionar e entrar, vi que todas já estavam reunidas. Eu era a única que faltava.
Estefani: Nossa, amiga, pensei que você não vinha.
Karen: Desculpa, saí um pouco tarde porque estava resolvendo uns problemas.
Paula: Não se preocupa, querida. Senta e relaxa.
Depois que o garçom trouxe meu café, começamos a bater um papo de mina, coisas tipo casa, trampo, beleza, roupa, família, até que entramos no assunto fascinante de como a Paula e o marido dela, de um jeito bem peculiar, resolveram o problema deles na intimidade. Estefani — então, Paula? Como cê resolveu o probleminha do teu marido, sabe do que eu tô falando? hehehehe Paula — sei, linda, sei sim kkkkkk Fernanda — que sem noção você é, Estefani Paula — relaxa, do mesmo jeito eu também queria contar pra vocês sobre isso Karen — é verdade, eu também queria te perguntar, só não queria ser sem noção igual a Estefani kkkkkk Estefani — te odeio Paula — calma, meninas, vou contar *Depois da explicação desde o começo* Karen — peraí, peraí, então você tem um amante? Fernanda — cê tá traindo teu marido? Estefani — e eu que sou a sem noção Paula — calma, meninas, não é do jeito que vocês tão vendo, não tô traindo ninguém, também não tenho um amante, bom, pensando bem, talvez tenha, mas não é porque o Carlos concordou com isso, ele sabia que a gente já não tava curtindo nossa intimidade, só queria me proteger e me satisfazer de um jeito ou de outro, além disso, o amor da gente é muito bom, só que na cama a gente não encaixava Estefani — então você arrumou um que encaixasse kkkkkk Karen — Estefani kkkkkk Paula — sim, basicamente sim, e vocês não sabem o quanto eu tô curtindo, não tenho limites com sexo Depois de uma confissão bem pesada, percebo que a Paula e o garçom jovem tavam trocando uns olhares há um tempão, não quis falar nada, mas aquele moleque tinha mais ou menos a idade do meu filho, era um cara moreno, alto, parecia bem gostoso e forte. Como se lesse minha mente, a Paula fala Paula — querem ver uma demonstração? Na hora chama o garçom Paula — olha isso
Não sabíamos quais eram as intenções da Paula, só vimos eu e minhas amigas o garoto chegando com uma aura de paquera. Paula — querido, como você está bonito hoje. Garçom — obrigado, dona Paula. Paula — não me chama de dona, você me conhece muito bem, diria até que muito bem. Depois desse comentário, a Paula desvia o olhar diretamente pro pau dele, que tava bem apertado no uniforme de garçom. Garçom — hehehehe, sim, Paula, desculpa. Quer mais alguma coisa? Algo como um chocolate? Ou algo mais... duro? Paula — leu minha mente, campeão, mas melhor a gente conversar em particular depois. Guarda aí pelo seu grande e forte esforço. Paula falou isso enquanto enfiava uma nota na calça dele de um jeito bem safado, piscando o olho. Estefani — aquele garoto parecia ter um pauzão gigante. Fernanda — Estefani! Fala baixo, o bar inteiro vai ouvir. Paula — depois te conto, se for verdade o que você disse, Estefani. Depois desse momento, a única coisa que veio na minha cabeça foi a cena que eu tive mais cedo com o Alejandro. Comecei a ficar com um calor danado, só queria sair dali. Karen — desculpa, meninas, o show foi ótimo, mas tenho que passar no mercado antes de chegar em casa. Preciso comprar umas coisas. Paula — sério, já vai? Karen — sim, amiga, desculpa. Te mando mensagem depois pra gente se ver. Karen — até mais, meninas. Fernanda, Estefani, Paula — Tchau! Depois de sair pra caminhar e pegar um ar fresco, entrei no carro e fui pro mercado comprar o jantar. Depois de um tempinho dando várias voltas no supermercado, esbarro numa pessoa muito familiar. De costas, não dava pra identificar quem era, e ainda tava estranhamente vestido de pijama no mercado. Me aproximei pra tirar a dúvida. Quando fui chegando perto, a pessoa se virou, largando umas coisas no carrinho. Percebi que era o Samuel, o amigo do Alejandro.
Quando viro, fico muito surpresa por três motivos: 1: fazia tempo que não via aquele cara, era o melhor amigo do meu filho quando eram mais novos, ele teve que sair da cidade porque, seguindo a mesma profissão do meu filho, foi jogar futebol longe de casa. 2: como ele tá gostoso fisicamente, tá muito atlético, muito bom pra ser sincera. 3: porque ele tá de pijama? Deixando essas perguntas de lado um pouco, vou me aproximar pra ver se ele me reconhece. Karen— Samuel? Samuel— Dona Karen? Karen— Como você tá, menino? Quanto tempo sem te ver! Me conta, como é que cê tá? Como tão as coisas? Samuel— Tô bem, dona. Ultimamente tive uns perrengues, mas seguimos na luta. Karen— Não entendi, o que aconteceu? Por que cê tá aqui na cidade? Samuel— É o seguinte: quando fui jogar fora, tava indo muito bem, no meu melhor momento. Mas tive uma lesão muito grave que me obrigou a parar por um tempo. Aí o clube não quis renovar meu contrato, e voltei pra me recuperar completamente aqui na cidade. A partir de amanhã, já começo a treinar de novo, pra ser sincero, no time do Alejo. Karen— Sinto muito ouvir isso. Sei que você tinha grandes aspirações aí onde estava. Mas fico feliz em te ver de novo. Aliás, por que cê vem de pijama no supermercado? Samuel— Hahaha, verdade, esqueci. Infelizmente, lavei toda a minha roupa. Como tava em casa e não tinha muito o que fazer, resolvi vestir o pijama mesmo, hehe. Karen— Mas não seria melhor você fechar ele? Sei que cê tá muito gostoso fisicamente— desculpa, quis dizer bem, hehehe. Samuel— Não se preocupa, hehe. Acho que cê tem razão. *sobe o zíper* Olha, agora sim. Karen— Hahaha, agora sim! Cê tá morando no mesmo lugar de sempre? Do nosso lado? Samuel— Sim, sim, dona. Conseguimos pegar a casa de novo antes de voltar, porque a gente tinha vendido. Karen— O Alejandro vai ficar feliz em te ver! Samuel— Tomara. Amanhã vou falar com ele. Karen— Acho ótimo. Bem, Samuel, vou deixar você porque tenho que chegar em casa pra fazer o jantar. Samuel— Tá bem, dona. Karen, a gente se vê depois, deixa eu te falar que você tá muito gostosa, Karen - jejeje valeu, Samuelito, se cuida Samuel- igualmente, senhora Depois de uma conversa bem agradável pros olhos e pra mim, terminei as compras, coloquei tudo no carro e fui pra casa pra fazer o jantar, mas o problema é que a lembrança dessa manhã com o Alejandro começou a mexer com meus hormônios. Já que tava em casa e tinha tempo, pensei que seria uma boa ideia mandar uma mensagem pro Oscar pra ele chegar logo e aliviar essa tesão.
Já era só questão de tempo, então depois de mandar aquelas mensagens, resolvi me preparar pra grande noite que eu ia ter. Minhas amigas acham que meu relacionamento e meu casamento são o máximo, talvez até sejam, mas faz tempo que não gozo, e hoje vai ser a noite. Subo pro meu quarto pra ir me preparando pra poder ter um sexo intenso com meu marido.
Tava pensando em vestir um conjunto de calcinha e sutiã de renda pra ser discreta e ao mesmo tempo ousada e gostosa.
Já pronta pra esperar meu querido marido *Passaram duas horas* A espera me irritou um pouco, mas finalmente meu homem tinha chegado, já não importava quanto tempo esperei, só queria que me penetrasse tão forte que eu não quisesse ir trabalhar amanhã, nem depois de amanhã, nem na semana que vem.
Óscar - Oi, amor, cheguei.
Karen - Oi, love, tava te esperando.
Saio eu um pouco provocante e gostosa pra seduzir ele e começar a ação de uma vez.
Óscar - Uau, amor, como você tá linda, tá muito gostosa.
Karen - Sou toda sua, que tal deixarmos a formalidade de lado e começarmos a nos divertir?
Me aproximo pra pegar no pinto dele enquanto me mexo bem sensual, cheia de desejo e muito molhada pelo fato de que finalmente vou transar de novo.
Karen - O que foi, gostoso? Que tal se eu arrancar essa cueca e enfiar esse pedaço de carne inteiro em mim, e fazer você me possuir?
Óscar - Uau, amor, é muito excitante, mas tô muito cansado, querido. O trabalho me deixou exausto.
Sinceramente, não sei, a vontade não passou. Eu queria resolver rápido aquilo: se eu não agisse, minhas esperanças de terminar a noite iam embora.
Karen - Relaxa, gostoso. Deixa eu te fazer meu homem então.
Ela empurrou ele pra cama e começou a brincar com ele enquanto sussurrava putaria no ouvido dele.
Karen - Você quer me fazer de sua puta hoje? Quer destruir minha bucetinha apertada?
Óscar - Caramba, amor, nunca te ouvi falar assim.
Era verdade. Não sei, algo mudou em mim hoje. Eu me sentia mais tesuda, mais cheia de safadeza. Mas não liguei pra isso e continuei. Montei em cima dele e enfiei o pau inteiro dele na minha buceta.
Karen - vamos, querido, faz mais forte, que gostoso que tá seu pau
Karen - vamos, amor, me dá mais forte, me dá, me dá
Óscar - amor, se você não se acalmar, acho que não vou aguentar mais, hoje você tá uma fera
Karen - não consigo, querido, quero seu pau, quero ele, me dá bem, me dá mais
Óscar - não consigo, amor, já tô sentindo que vou gozar
Karen - não, amor, só mais um pouco, vamos, aguenta por mim, vamos, me dá mais forte
Óscar - desculpa, amor, não consigo, vou gozar!!!!
Já não dava mais pra fazer nada, ele gozou dentro de mim, toda a minha excitação foi pro saco por ele não ter aguentado. Eu queria ter uma noite em que gozasse tantas vezes que nem conseguisse ficar de pé, como no passado.
Óscar — ah, merda, amor, você se mexeu tão bem, valeu por me fazer tão gostoso assim.
*Pensamento da Karen* — Queria poder dizer o mesmo, Karen.
— Não precisa agradecer, amor, espero que tenha curtido. Vou pegar algo na cozinha.
Karen — Amor? Sem ouvir resposta nenhuma, percebo que o filho da puta já caiu no sono. Depois de me sentar e refletir um pouco, triste na beira da cama.
*Pensamento de Karen* - será que ele tem outra mulher? - já não tô mais atraindo ele? - será que tô muito gorda? - talvez ele só esteja cansado do trampo, é, deve ser isso - vou tomar um copo d'água e volto pra dormir
Quando desço, esqueço de pelo menos vestir uma toalha, mas já que tava lá embaixo, tudo apagado, não ouvi nenhum barulho. Só vi, enquanto andava, a luz do quarto do Alejandro acesa, mas pensei que ele devia estar estudando ou talvez tivesse dormido.
Quando chego na geladeira, vejo uma cerveja. A única coisa que ia aliviar meu mau humor era uma boa cerveja gelada. Também ia ajudar a baixar o tesão.
*Pensamento da Karen* - não acredito que todo meu plano foi pro caralho - que merda, ainda tô excitada. Enquanto me afundo nos pensamentos, ouço uns passos, mas tarde demais pra reagir a tempo.
Quando me viro pra tentar ver quem tá vindo tão rápido na minha direção, já era tarde. Escuto as palavras de uma voz muito familiar.
Alejandro – Mãe?
Alejandro – O que cê tá fazendo acordada tão tarde... Uau, mãe, nunca te vi assim.
Quando me viro, envergonhada pelo estado em que o Alejandro me viu, fico muda ao me virar e ver ele sem camisa. As lembranças desta manhã voltaram na velocidade da luz.
Karen - que porra você tá fazendo acordado?
Alejandro - desculpa, acabei de chegar
Karen - que vergonha, amor, pensei que você já tava deitado. Se acabou de chegar, por que você tá... Assim e por que chegou agora? Me explica já, você sabe que depois eu não tô em condições de conversar contigo. Amanhã a gente fala sobre isso
Alejandro - Tá bom, mas foi só que cheguei agora, fui me trocar, mas quando tirei a camisa, deu vontade de vir comer alguma coisa antes de dormir
Alejandro - não tinha te visto assim, mãe. Como você tá gostosa
Algo nas palavras dele reativou minha excitação, não sei por que, mas ver o Alejandro mais cedo hoje fez meu corpo mudar tão drasticamente de atitude, ele se controlava sozinho
Pra minha má sorte, o estado de roupa que eu tava fez efeito no Alejandro. Não sei se ele percebeu que eu notei que ele tava com uma ereção monstruosa, parecia muito maior que a do pai dele, mas não quis fazer esse comentário
Ao ver aquela protuberância incrível, meus pensamentos começaram a voar, assim como minha imaginação, que começou a criar cenários nada realistas, já que eu estava num estado de excitação muito intensa e minha mente começou a me mostrar como eu imaginaria macetando aquele pedaço de carne.
Alejandro – Mãe, cê tá me ouvindo? A voz do Alejandro me tirou do transe, dava pra ver que eu tava babando por aquela coisa gigante.
Karen – De- desculpa, querido, o que cê tava dizendo?
Alejandro – Se você quer comer alguma coisa?
*Pensamento da Karen* – A coisa que cê tem entre as pernas – pelo amor de Deus, que coisa que eu falo – não sei o que tá acontecendo comigo.
Karen – Não, amor, já ia indo, vou te deixar comer em paz, descansa.
Alejandro – Igualmente, mãe, descansa.
Quando cheguei no meu quarto, fiquei toda excitada, a única coisa que conseguia lembrar era o pau do meu filho, mas por mais que pensasse nisso, já tinha que ir dormir. Amanhã tenho que acordar cedo pra trabalhar.
Se gostaram do post, deem aquela força, deixem seus pontos e comentários pra gente continuar a história. Vamos chegar nos 300 pontos pro segundo capítulo. Saudações 🔥
Sou Karen, tenho 37 anos, moro com meu marido e meu filho. Casei muito nova e fui mãe muito cedo. Na verdade, era apaixonada pelo Oscar, meu marido. Naquela época, a gente tinha um relacionamento lindo, mas por um descuido acabei virando mãe. Por parte do Oscar, a estabilidade financeira era muito boa, mas eu não queria me sentir um peso, então arrumei um emprego de professora. Sinceramente, não é minha paixão, é só um trampo que consegui porque fui mãe muito jovem. Mal tenho 20 anos a mais que meu filho. Não me arrependo muito, porque o pai dele é um ótimo pai e também era um ótimo amante. Bem dito, ERA... Um dia comum, dia de trabalho, um pouco puxado. Depois de algumas horas dando aula, finalmente chegou a hora do almoço. Tava com fome, não tive tempo de tomar café direito. Me encontrei com minha colega de trabalho, Luzi, porque além de comer, ela ia me contar um problema com o Alejandro. Luzi: — Tá vendo, desde o período passado ele vem caindo de rendimento. Por isso que te pergunto: cê sabe de alguma coisa? Karen: — Desculpa, Luzi, mas não tô achando o motivo da média dele estar tão baixa. Karen: — Deixa eu falar com ele. Talvez seja alguma distração, alguma mina ou algo assim. Luzi: — Pois é, eu vi ele com uma garota bem grudada nos recreios. Cê tem que conversar com ele, senão acho que ele não consegue a bolsa esportiva que ele quer. Karen: — Deixa que eu resolvo isso. Valeu pela preocupação, Luzi. Luzi: — Fica tranquila, depois me conta como foi. Depois de bater um papo sobre as fofocas da escola e terminar de comer, rapidinho, antes das aulas começarem, fui atrás do Alejandro. Porque me preocupava mesmo o futuro dele estar comprometido por causa de uma saia. O tempo passa e, depois de procurar ele pra todo lado, lembro que ele sempre aproveita os recreios pra treinar uns lances livres. Talvez eu encontre ele na quadra. Fui direto pra quadra ver se tinha sorte, mas pra minha desgraça, já... Não tinha ninguém por perto, aí me veio um pensamento *Pensamento de Karen* — e se ele tá no banheiro tomando banho? — acho que sim, porque depois desses treinos ele sempre termina todo suado — será que vou lá dar uma olhada? — não tenho certeza, Karen, e se tiver um monte de caras e eu parecer uma tarada? — mas acho que nenhum cara treina com o Alejandro, eles não são tão dedicados quanto ele, mas ainda assim não tenho certeza — mas o recreio já tá acabando, preciso falar com ele antes pra poder ir encontrar as outras minas — vamos arriscar, Karen, bora. Depois de discutir um pouco comigo mesma, decido ir. Pra minha surpresa, quando entro no banheiro, que tá fedendo pra caralho, não tem ninguém, só o som do chuveiro. Claro, deve ser o Alejandro, que terminou todo suado. Ao me aproximar discretamente pra ver se quem tá no chuveiro é ele, me deparo com uma imagem que mudou minha visão sobre meu filho.
Deus, que corpo atlético! E eu nem sabia que meu filho era tão dotado. Não sei por que, mas minha mente começou a divagar de um jeito que nunca tinha feito na frente do Alejandro. Deixando um pouco os pensamentos perversos de lado, decidi limpar a garganta pra chamar a atenção dele.Karen: *limpa a garganta*
Alejandro: Mãe? O que você está fazendo no banheiro masculino, e ainda nos chuveiros?
Fiquei petrificada. A partir daquele momento, toda a razão que eu tinha sobre o menino que criei tinha desaparecido com a voz grossa e o corpo dele.
Alejandro: Mãe?
Karen: Quer se vestir? Sou sua mãe, Alejandro.
Alejandro: Você é quem entrou sem bater?
Karen: Sim, desculpa. Vim te falar que precisamos conversar muito sério sobre suas notas. Quer perder a bolsa?
Alejandro: Desculpa, mãe. Tentei melhorar, mas não consigo atingir a média...
Eu não conseguia me concentrar. O corpo absurdamente gostoso do meu filho me desconcentrava.
Alejandro: Mãe, você está me ouvindo?
Karen: Sim, desculpa, só me distraí. Que tal a gente conversar lá em casa depois? As aulas já vão começar. Te vejo mais tarde.
Alejandro: Hã, tá bom?
Sem falar mais nada, me virei bem rápido e fui pra minha sala pra terminar logo o dia. Depois da escola, ia me encontrar com minhas amigas pra passar um tempo no café. Elas são quase da minha idade: a Paula tem 37 anos, a Fernanda é a mais velha com 38, e a mais nova é a Estefani com 35.
O tempo passa e tudo acaba. Me aprontei pra pegar o carro e ir pra cafeteria da minha amiga Paula. Depois de estacionar e entrar, vi que todas já estavam reunidas. Eu era a única que faltava.
Estefani: Nossa, amiga, pensei que você não vinha.
Karen: Desculpa, saí um pouco tarde porque estava resolvendo uns problemas.
Paula: Não se preocupa, querida. Senta e relaxa.
Depois que o garçom trouxe meu café, começamos a bater um papo de mina, coisas tipo casa, trampo, beleza, roupa, família, até que entramos no assunto fascinante de como a Paula e o marido dela, de um jeito bem peculiar, resolveram o problema deles na intimidade. Estefani — então, Paula? Como cê resolveu o probleminha do teu marido, sabe do que eu tô falando? hehehehe Paula — sei, linda, sei sim kkkkkk Fernanda — que sem noção você é, Estefani Paula — relaxa, do mesmo jeito eu também queria contar pra vocês sobre isso Karen — é verdade, eu também queria te perguntar, só não queria ser sem noção igual a Estefani kkkkkk Estefani — te odeio Paula — calma, meninas, vou contar *Depois da explicação desde o começo* Karen — peraí, peraí, então você tem um amante? Fernanda — cê tá traindo teu marido? Estefani — e eu que sou a sem noção Paula — calma, meninas, não é do jeito que vocês tão vendo, não tô traindo ninguém, também não tenho um amante, bom, pensando bem, talvez tenha, mas não é porque o Carlos concordou com isso, ele sabia que a gente já não tava curtindo nossa intimidade, só queria me proteger e me satisfazer de um jeito ou de outro, além disso, o amor da gente é muito bom, só que na cama a gente não encaixava Estefani — então você arrumou um que encaixasse kkkkkk Karen — Estefani kkkkkk Paula — sim, basicamente sim, e vocês não sabem o quanto eu tô curtindo, não tenho limites com sexo Depois de uma confissão bem pesada, percebo que a Paula e o garçom jovem tavam trocando uns olhares há um tempão, não quis falar nada, mas aquele moleque tinha mais ou menos a idade do meu filho, era um cara moreno, alto, parecia bem gostoso e forte. Como se lesse minha mente, a Paula fala Paula — querem ver uma demonstração? Na hora chama o garçom Paula — olha isso
Não sabíamos quais eram as intenções da Paula, só vimos eu e minhas amigas o garoto chegando com uma aura de paquera. Paula — querido, como você está bonito hoje. Garçom — obrigado, dona Paula. Paula — não me chama de dona, você me conhece muito bem, diria até que muito bem. Depois desse comentário, a Paula desvia o olhar diretamente pro pau dele, que tava bem apertado no uniforme de garçom. Garçom — hehehehe, sim, Paula, desculpa. Quer mais alguma coisa? Algo como um chocolate? Ou algo mais... duro? Paula — leu minha mente, campeão, mas melhor a gente conversar em particular depois. Guarda aí pelo seu grande e forte esforço. Paula falou isso enquanto enfiava uma nota na calça dele de um jeito bem safado, piscando o olho. Estefani — aquele garoto parecia ter um pauzão gigante. Fernanda — Estefani! Fala baixo, o bar inteiro vai ouvir. Paula — depois te conto, se for verdade o que você disse, Estefani. Depois desse momento, a única coisa que veio na minha cabeça foi a cena que eu tive mais cedo com o Alejandro. Comecei a ficar com um calor danado, só queria sair dali. Karen — desculpa, meninas, o show foi ótimo, mas tenho que passar no mercado antes de chegar em casa. Preciso comprar umas coisas. Paula — sério, já vai? Karen — sim, amiga, desculpa. Te mando mensagem depois pra gente se ver. Karen — até mais, meninas. Fernanda, Estefani, Paula — Tchau! Depois de sair pra caminhar e pegar um ar fresco, entrei no carro e fui pro mercado comprar o jantar. Depois de um tempinho dando várias voltas no supermercado, esbarro numa pessoa muito familiar. De costas, não dava pra identificar quem era, e ainda tava estranhamente vestido de pijama no mercado. Me aproximei pra tirar a dúvida. Quando fui chegando perto, a pessoa se virou, largando umas coisas no carrinho. Percebi que era o Samuel, o amigo do Alejandro.
Quando viro, fico muito surpresa por três motivos: 1: fazia tempo que não via aquele cara, era o melhor amigo do meu filho quando eram mais novos, ele teve que sair da cidade porque, seguindo a mesma profissão do meu filho, foi jogar futebol longe de casa. 2: como ele tá gostoso fisicamente, tá muito atlético, muito bom pra ser sincera. 3: porque ele tá de pijama? Deixando essas perguntas de lado um pouco, vou me aproximar pra ver se ele me reconhece. Karen— Samuel? Samuel— Dona Karen? Karen— Como você tá, menino? Quanto tempo sem te ver! Me conta, como é que cê tá? Como tão as coisas? Samuel— Tô bem, dona. Ultimamente tive uns perrengues, mas seguimos na luta. Karen— Não entendi, o que aconteceu? Por que cê tá aqui na cidade? Samuel— É o seguinte: quando fui jogar fora, tava indo muito bem, no meu melhor momento. Mas tive uma lesão muito grave que me obrigou a parar por um tempo. Aí o clube não quis renovar meu contrato, e voltei pra me recuperar completamente aqui na cidade. A partir de amanhã, já começo a treinar de novo, pra ser sincero, no time do Alejo. Karen— Sinto muito ouvir isso. Sei que você tinha grandes aspirações aí onde estava. Mas fico feliz em te ver de novo. Aliás, por que cê vem de pijama no supermercado? Samuel— Hahaha, verdade, esqueci. Infelizmente, lavei toda a minha roupa. Como tava em casa e não tinha muito o que fazer, resolvi vestir o pijama mesmo, hehe. Karen— Mas não seria melhor você fechar ele? Sei que cê tá muito gostoso fisicamente— desculpa, quis dizer bem, hehehe. Samuel— Não se preocupa, hehe. Acho que cê tem razão. *sobe o zíper* Olha, agora sim. Karen— Hahaha, agora sim! Cê tá morando no mesmo lugar de sempre? Do nosso lado? Samuel— Sim, sim, dona. Conseguimos pegar a casa de novo antes de voltar, porque a gente tinha vendido. Karen— O Alejandro vai ficar feliz em te ver! Samuel— Tomara. Amanhã vou falar com ele. Karen— Acho ótimo. Bem, Samuel, vou deixar você porque tenho que chegar em casa pra fazer o jantar. Samuel— Tá bem, dona. Karen, a gente se vê depois, deixa eu te falar que você tá muito gostosa, Karen - jejeje valeu, Samuelito, se cuida Samuel- igualmente, senhora Depois de uma conversa bem agradável pros olhos e pra mim, terminei as compras, coloquei tudo no carro e fui pra casa pra fazer o jantar, mas o problema é que a lembrança dessa manhã com o Alejandro começou a mexer com meus hormônios. Já que tava em casa e tinha tempo, pensei que seria uma boa ideia mandar uma mensagem pro Oscar pra ele chegar logo e aliviar essa tesão.
Já era só questão de tempo, então depois de mandar aquelas mensagens, resolvi me preparar pra grande noite que eu ia ter. Minhas amigas acham que meu relacionamento e meu casamento são o máximo, talvez até sejam, mas faz tempo que não gozo, e hoje vai ser a noite. Subo pro meu quarto pra ir me preparando pra poder ter um sexo intenso com meu marido.
Tava pensando em vestir um conjunto de calcinha e sutiã de renda pra ser discreta e ao mesmo tempo ousada e gostosa.
Já pronta pra esperar meu querido marido *Passaram duas horas* A espera me irritou um pouco, mas finalmente meu homem tinha chegado, já não importava quanto tempo esperei, só queria que me penetrasse tão forte que eu não quisesse ir trabalhar amanhã, nem depois de amanhã, nem na semana que vem. Óscar - Oi, amor, cheguei.
Karen - Oi, love, tava te esperando.
Saio eu um pouco provocante e gostosa pra seduzir ele e começar a ação de uma vez.
Óscar - Uau, amor, como você tá linda, tá muito gostosa.
Karen - Sou toda sua, que tal deixarmos a formalidade de lado e começarmos a nos divertir?
Me aproximo pra pegar no pinto dele enquanto me mexo bem sensual, cheia de desejo e muito molhada pelo fato de que finalmente vou transar de novo.
Karen - O que foi, gostoso? Que tal se eu arrancar essa cueca e enfiar esse pedaço de carne inteiro em mim, e fazer você me possuir?Óscar - Uau, amor, é muito excitante, mas tô muito cansado, querido. O trabalho me deixou exausto.
Sinceramente, não sei, a vontade não passou. Eu queria resolver rápido aquilo: se eu não agisse, minhas esperanças de terminar a noite iam embora.
Karen - Relaxa, gostoso. Deixa eu te fazer meu homem então.
Ela empurrou ele pra cama e começou a brincar com ele enquanto sussurrava putaria no ouvido dele.
Karen - Você quer me fazer de sua puta hoje? Quer destruir minha bucetinha apertada?
Óscar - Caramba, amor, nunca te ouvi falar assim.
Era verdade. Não sei, algo mudou em mim hoje. Eu me sentia mais tesuda, mais cheia de safadeza. Mas não liguei pra isso e continuei. Montei em cima dele e enfiei o pau inteiro dele na minha buceta.
Karen - vamos, querido, faz mais forte, que gostoso que tá seu pau Karen - vamos, amor, me dá mais forte, me dá, me dá
Óscar - amor, se você não se acalmar, acho que não vou aguentar mais, hoje você tá uma fera
Karen - não consigo, querido, quero seu pau, quero ele, me dá bem, me dá mais
Óscar - não consigo, amor, já tô sentindo que vou gozar
Karen - não, amor, só mais um pouco, vamos, aguenta por mim, vamos, me dá mais forte
Óscar - desculpa, amor, não consigo, vou gozar!!!!
Já não dava mais pra fazer nada, ele gozou dentro de mim, toda a minha excitação foi pro saco por ele não ter aguentado. Eu queria ter uma noite em que gozasse tantas vezes que nem conseguisse ficar de pé, como no passado. Óscar — ah, merda, amor, você se mexeu tão bem, valeu por me fazer tão gostoso assim.
*Pensamento da Karen* — Queria poder dizer o mesmo, Karen.
— Não precisa agradecer, amor, espero que tenha curtido. Vou pegar algo na cozinha.
Karen — Amor? Sem ouvir resposta nenhuma, percebo que o filho da puta já caiu no sono. Depois de me sentar e refletir um pouco, triste na beira da cama.
*Pensamento de Karen* - será que ele tem outra mulher? - já não tô mais atraindo ele? - será que tô muito gorda? - talvez ele só esteja cansado do trampo, é, deve ser isso - vou tomar um copo d'água e volto pra dormir Quando desço, esqueço de pelo menos vestir uma toalha, mas já que tava lá embaixo, tudo apagado, não ouvi nenhum barulho. Só vi, enquanto andava, a luz do quarto do Alejandro acesa, mas pensei que ele devia estar estudando ou talvez tivesse dormido.
Quando chego na geladeira, vejo uma cerveja. A única coisa que ia aliviar meu mau humor era uma boa cerveja gelada. Também ia ajudar a baixar o tesão.
*Pensamento da Karen* - não acredito que todo meu plano foi pro caralho - que merda, ainda tô excitada. Enquanto me afundo nos pensamentos, ouço uns passos, mas tarde demais pra reagir a tempo.
Quando me viro pra tentar ver quem tá vindo tão rápido na minha direção, já era tarde. Escuto as palavras de uma voz muito familiar. Alejandro – Mãe?
Alejandro – O que cê tá fazendo acordada tão tarde... Uau, mãe, nunca te vi assim.
Quando me viro, envergonhada pelo estado em que o Alejandro me viu, fico muda ao me virar e ver ele sem camisa. As lembranças desta manhã voltaram na velocidade da luz.
Karen - que porra você tá fazendo acordado? Alejandro - desculpa, acabei de chegar
Karen - que vergonha, amor, pensei que você já tava deitado. Se acabou de chegar, por que você tá... Assim e por que chegou agora? Me explica já, você sabe que depois eu não tô em condições de conversar contigo. Amanhã a gente fala sobre isso
Alejandro - Tá bom, mas foi só que cheguei agora, fui me trocar, mas quando tirei a camisa, deu vontade de vir comer alguma coisa antes de dormir
Alejandro - não tinha te visto assim, mãe. Como você tá gostosa
Algo nas palavras dele reativou minha excitação, não sei por que, mas ver o Alejandro mais cedo hoje fez meu corpo mudar tão drasticamente de atitude, ele se controlava sozinho
Pra minha má sorte, o estado de roupa que eu tava fez efeito no Alejandro. Não sei se ele percebeu que eu notei que ele tava com uma ereção monstruosa, parecia muito maior que a do pai dele, mas não quis fazer esse comentário
Ao ver aquela protuberância incrível, meus pensamentos começaram a voar, assim como minha imaginação, que começou a criar cenários nada realistas, já que eu estava num estado de excitação muito intensa e minha mente começou a me mostrar como eu imaginaria macetando aquele pedaço de carne.
Alejandro – Mãe, cê tá me ouvindo? A voz do Alejandro me tirou do transe, dava pra ver que eu tava babando por aquela coisa gigante. Karen – De- desculpa, querido, o que cê tava dizendo?
Alejandro – Se você quer comer alguma coisa?
*Pensamento da Karen* – A coisa que cê tem entre as pernas – pelo amor de Deus, que coisa que eu falo – não sei o que tá acontecendo comigo.
Karen – Não, amor, já ia indo, vou te deixar comer em paz, descansa.
Alejandro – Igualmente, mãe, descansa.
Quando cheguei no meu quarto, fiquei toda excitada, a única coisa que conseguia lembrar era o pau do meu filho, mas por mais que pensasse nisso, já tinha que ir dormir. Amanhã tenho que acordar cedo pra trabalhar.
Se gostaram do post, deem aquela força, deixem seus pontos e comentários pra gente continuar a história. Vamos chegar nos 300 pontos pro segundo capítulo. Saudações 🔥
3 comentários - Sou mãe, mas também sou gostosa