Minha Filha, Gangbang no Uruguai
Cada vez maior é o tesão que nos dá, pra mim e pra minha menina, buscar alternativas pra dar vazão à nossa sexualidade, e ver como minha filhinha recebe minhas propostas com entusiasmo faz a adrenalina aumentar, buscando experiências cada vez mais ousadas, safadas e cheias de prazer. Foi assim que a Lore se tornou uma viciada em pica e uma verdadeira engolidora de porra. Participamos de vários gangbangs onde ela foi literalmente um depósito de sêmen, o último foi no Uruguai, lugar pra onde fomos convidados por um empresário depois que a Lorena deu atenção pra ele na casa de swing que a gente frequenta, tudo pago, foi muito fácil aceitar o convite. E lá, uma noite, ele disse que tinha uns amigos que adorariam conhecer a Lore, porque eles de vez em quando organizavam gangbangs com uma amiga. Nós dois concordamos que seria uma boa ideia, e assim que demos o ok, ele pegou o celular, tirou uma foto dela de lingerie e mandou pro grupo de amigos. Em menos de cinco minutos, começaram a chover mensagens dizendo bem explicitamente o que fariam com uma "slut" igual aquela. A Lore, ao ouvir as mensagens que nosso amigo ia lendo, começou a ficar incomodada, não pelas palavras, mas pela tesão que brotava entre as pernas dela, coisa que ela não conseguiu segurar. E, desabotoando o short que tava vestindo, enfiou a mão direita por baixo da calcinha fio dental e começou a se masturbar cada vez mais rápido, nos dando um espetáculo lindo. Vendo a situação, nós dois ficamos de pau duro na hora. Ele tirou o pau da calça apertada e, enquanto continuava lendo, começou a se masturbar na frente dela. Eu comecei a tirar o short e a calcinha dela pra gente ver em primeira mão como aqueles dedos iam, se movendo freneticamente, endurecendo o clitóris dela enquanto toda a buceta e a mão dela iam ficando molhadas com os fluidos que escorriam da vagina dela sem parar. Vendo tudo aquilo... A cena: eu tirei meu pau pra fora e, sem perguntar, enfiei ele inteiro de uma só vez na boca dela, o que fez ela engasgar. Quando eu tirei, ela cuspiu um monte de saliva que imediatamente jogou no meu pau e, logo em seguida, enfiou de novo pra começar um boquete antológico. Enquanto isso, nosso amigo mergulhou na buceta dela e começou a lamber e chupar de um jeito que fez ela gozar na hora. Quando os espasmos do orgasmo dela na boca do nosso amigo terminaram, ele levantou as pernas dela e começou a foder ela bem forte. Cada sacudida empurrava ela pra cima no sofá, fazendo com que ela engolisse ainda mais do meu pau. Nós comemos ela em todas as posições possíveis até que ele disse que era hora de gozar. Ele colocou ela de joelhos e, puxando o cabelo dela pra trás, começou a descarregar todo o leite na cara e na boca dela. Quando não saiu mais uma gota do pau dele, ele disse: "Agora, putinha, você vai tomar a do seu papai". E, com um puxão, direcionou a boca dela pro meu pau, que já começava a querer jorrar. Aquela sensação única de pai degenerado, depravando a sua filhinha, me invadiu de novo, como toda vez que encho a cara da minha filha de porra. Comecei a encher a cara e a boca dela de sêmen, e ela recebia tudo como uma boa putinha, com um sorriso no rosto. Ela limpou o pau de nós dois, e fomos os três tomar banho. Do banheiro, dava pra ouvir o toque do celular quase sem parar, de tanta mensagem que chegava. Quando saímos, lemos as mensagens de novo, e tinha uma que dizia: "Já tá tudo certo pra amanhã a gente ir pro sítio comer essa mina. Quem topa? Faço a lista." Atrás dessa mensagem, tinha doze candidatos inscritos. Acordamos cedo no dia seguinte e começamos a nos preparar pra ir pro sítio. A excitação era enorme e só aumentava com o passar das horas. Durante a viagem, nosso amigo foi contando como foram as gangbangs que eles já tinham feito e as coisas que os amigos dele gostavam. Eram uns veteranos (da minha idade) bem degenerados, que adoravam... comer novinhas, algumas no limite da ilegalidade, e até pagavam bem pra fazer o que quisessem. A perversão era tanta que, se elas deixassem, eles as submetiam quase ao extremo. A Lore, no começo, isso assustou, mas depois ele a tranquilizou, garantindo que não fariam nada que não fosse consensual e que, a qualquer momento, se ela quisesse parar, bastava dizer. Chegamos na chácara e, de fato, já estavam os doze caras que iam violentar minha menininha. Eles se apresentaram muito educadamente, mas sem tirar os olhos das tetas e da bunda dela. Nosso amigo a fez ir com uma camiseta branca bem fininha, que deixava transparecer as auréolas dos mamilos, e uma mini saia soltinha bem curta, que mostrava parte da raba quando ela andava. Além disso, uns saltos altos que realçavam ainda mais as curvas dela e, claro, pra ela ser uma puta completa, eu a levava por uma corrente com uma coleira no pescoço. Ela cumprimentou todos com um beijo e uma apertada no volume, nos ofereceram algo pra beber e conversamos um pouco. O dia estava quente, mas não abafado, então quando a tarde começou a cair, a temperatura ficou agradável, e com o calor do dia, a excitação aumentava em todo mundo. Um por um, foram tomar banho e voltavam só com a toalha enrolada, ficando na sala conversando e bebendo. Quando ela foi tomar banho, meu amigo me disse: — Sabe, sua filha é muito gostosa e muito puta, e a gente quer comer ela, mas também quer fazer outras coisas. — Tipo o quê? — Pra começar, viemos preparados pra ter ela a noite toda e vamos dar gozada nela sempre que pudermos. Até aí, não me surpreendeu, já que a Lore estava disposta e tinha vindo sabendo que seria assim. — Ok. — Mas a primeira gozada de cada um, a gente quer dar dentro da buceta dela. Todos os doze, e queremos que você segure ela pelas mãos e pelo pescoço. — Vou perguntar pra ela, mas acho que não vai ter problema. Ele me parou na hora e disse: — Não, não queremos que você conte pra ela, e por isso vamos te pagar", "mas isso não é tudo, queremos subjugá-la, amarrá-la, e além de foder ela do nosso jeito, queremos fazer chuva branca, chuva prateada (cusparadas) e chuva dourada. Eu fiquei imóvel por um momento e disse: "mas o pagamento por isso vai ter que ser muito bom". Todos riram e me disseram que pra isso vieram e pra não me preocupar que grana tinha, além de um extra só pra mim. Quando minha filha saiu do banheiro, todos aplaudiram e começaram a se levantar pra orgia começar, eu me apressei e sussurrei no ouvido dela que ia ser algo especial e que eu tava doido pra ver ela fazer, ela me olhou desconcertada mas sabendo que algo perverso a esperava, sorriu e me disse: "se você gosta, eu deixo". Todos começaram a meter a mão nela por todo lado, os dedos entravam na boca dela e quando saíam cheios de saliva iam direto pra buceta ou pro cu dela, apalpavam os peitos dela e beliscavam os bicos, um por um foram deixando cair as toalhas deixando à mercê da Lore todas as picas já bem duras, logo a abaixaram e ela começou a chupar, primeiro devagar e cada vez com mais intensidade, pegavam na cabeça ou no cabelo dela e metiam os paus na boca sem respeito nenhum, fodiam a boca dela, faziam ela chupar as bolas e de novo metiam o pau na boca e quando um saía outro imediatamente ocupava o lugar. Eu tava de lado observando a situação e ela me olhava com os olhos marejados e a maquiagem borrada mas com cara de felicidade de ter todos aqueles velhos degenerados abusando dela. Num momento um agarra a cara dela e puxa o cabelo pra trás e olhando nos olhos dela fala: "hoje você é nossa putinha arrombada, vamos fazer o que quisermos com você e seu papai vai nos ajudar". Imediatamente cospe na cara dela e dando um tapa faz ela cair de costas, outro pega ela pelas pernas e começa a foder ela enquanto outros não deixam a boca dela livre, cada um que sai da buceta não vai embora sem cuspir nela e espalhar a cusparada no rosto dela. Todos passaram pela sua buceta e pela sua boca quase sem deixar ela respirar, nesse momento viraram ela, colocaram de quatro, amarraram as mãos dela nas costas e começaram a arrebentar o cu dela, enquanto outros se revezavam pra ela chupar a pica e os ovos deles. Quando todos passaram pela raba dela, que já tava vermelha e bem aberta, soltaram ela e sentaram nos sofás com as pernas abertas pra ela ir passando um por um e chupar o cu deles, com aquela imagem achei que ia gozar, porque apesar de continuar olhando já tava me punhetando fazia um tempão de ver o quanto puta submissa minha filha era e do jeito que tava sendo subjugada. Num momento um fala pros outros "é hora de dar uma surpresa pra essa puta" e, olhando pra mim, diz "e você vai nos ajudar", eu levantei, peguei minha Lore pelos cabelos e quase arrastando ela deitei ela numa mesinha que tinha um colchonete em cima, peguei as mãos dela e amarrei, peguei o cabelo dela e puxando pra mim segurei ela pelo pescoço, ela me olhou sem dizer nada e logo fiz um sinal pro grupo que tava olhando meus movimentos e se punhetando freneticamente. O primeiro chegou, pegou as pernas dela e empurrou contra o peito da Lore e começou a foder ela até que deu pra sentir a pulsação da pica dele dentro da buceta dela soltando uns jorros grossos de porra. Lore me olhou e falou "você vai fazer eles encherem minha buceta de porra!!!". Logo outro ocupou o lugar dele e também em minutos soltou toda a porra dele dentro, assim passaram os doze, ajeitando ela pra que a vagina ou como eles chamavam "o depósito de sêmen" ficasse mais pra cima pra não vazar nada, coisa que não acontecia porque era tanta porra que de vez em quando expulsava um pouco que caía no colchonete e corria pras costas dela. Quando os doze terminaram, mandaram ela ficar de cócoras e tirar a porra da buceta, formou uma poça e fizeram ela lamber do chão e se revirar nela. Enquanto ela se revirava No topo do prédio, os primeiros que terminaram começaram a mijar nela. Tenho que admitir que foi uma sensação estranha ver minha filhinha sendo violada daquele jeito, mas o tesão e a safadeza falaram mais alto, e eu só fiquei batendo punheta e observando como eles submetiam minha menina aos instintos mais baixos deles. Quando todos terminaram de mijar nela, ela estava deitada no chão, toda mijada. Um deles me disse: "Vai, não vai ficar com vontade, acaba com ela que com certeza ela quer mais porra". Sem pensar, aproximei meu pau do rosto dela, abri a boquinha dela e comecei a gozar dentro da boca dela. Quase enchi ela de porra, que eu vinha acumulando com toda aquela cena. Todos aplaudiram e gritaram com o que a gente tinha feito. Ela começou a se levantar e sentou. Falei pra ela que ainda não tinha acabado e comecei a mijar nela. Os caras começaram a gritar e aplaudir enquanto minha menininha recebia jatos fortes de mijo do pai dela. Quando terminei, os caras me abraçaram e me ofereceram um charuto, que fomos fumar no pátio. Lore se levantou e foi tomar banho. Enquanto estávamos no pátio fumando, eles pediram meu CBU e me fizeram uma transferência de uma grana bem gorda, mas um deles disse: "Sua filhinha vai ser nossa hoje à noite, mas como presente por ter entregado ela, temos uma surpresa te esperando no quarto." Quando entrei no quarto, tinha uma menina bem novinha, completamente pelada. Era a sobrinha de um dos participantes, que eles queriam começar a submeter, mas só depois que ela tivesse a primeira relação sexual dela. Naquela noite, não só recebi pra entregar minha filha pra doze velhos degenerados, como também desvirginei a sobrinha de um deles. Foi uma experiência que abriu nossa mente pra outras fantasias, mas deixo essas pra outras histórias. Nesse último relato... Por enquanto... Mando umas fotos da minha filhinha.
Cada vez maior é o tesão que nos dá, pra mim e pra minha menina, buscar alternativas pra dar vazão à nossa sexualidade, e ver como minha filhinha recebe minhas propostas com entusiasmo faz a adrenalina aumentar, buscando experiências cada vez mais ousadas, safadas e cheias de prazer. Foi assim que a Lore se tornou uma viciada em pica e uma verdadeira engolidora de porra. Participamos de vários gangbangs onde ela foi literalmente um depósito de sêmen, o último foi no Uruguai, lugar pra onde fomos convidados por um empresário depois que a Lorena deu atenção pra ele na casa de swing que a gente frequenta, tudo pago, foi muito fácil aceitar o convite. E lá, uma noite, ele disse que tinha uns amigos que adorariam conhecer a Lore, porque eles de vez em quando organizavam gangbangs com uma amiga. Nós dois concordamos que seria uma boa ideia, e assim que demos o ok, ele pegou o celular, tirou uma foto dela de lingerie e mandou pro grupo de amigos. Em menos de cinco minutos, começaram a chover mensagens dizendo bem explicitamente o que fariam com uma "slut" igual aquela. A Lore, ao ouvir as mensagens que nosso amigo ia lendo, começou a ficar incomodada, não pelas palavras, mas pela tesão que brotava entre as pernas dela, coisa que ela não conseguiu segurar. E, desabotoando o short que tava vestindo, enfiou a mão direita por baixo da calcinha fio dental e começou a se masturbar cada vez mais rápido, nos dando um espetáculo lindo. Vendo a situação, nós dois ficamos de pau duro na hora. Ele tirou o pau da calça apertada e, enquanto continuava lendo, começou a se masturbar na frente dela. Eu comecei a tirar o short e a calcinha dela pra gente ver em primeira mão como aqueles dedos iam, se movendo freneticamente, endurecendo o clitóris dela enquanto toda a buceta e a mão dela iam ficando molhadas com os fluidos que escorriam da vagina dela sem parar. Vendo tudo aquilo... A cena: eu tirei meu pau pra fora e, sem perguntar, enfiei ele inteiro de uma só vez na boca dela, o que fez ela engasgar. Quando eu tirei, ela cuspiu um monte de saliva que imediatamente jogou no meu pau e, logo em seguida, enfiou de novo pra começar um boquete antológico. Enquanto isso, nosso amigo mergulhou na buceta dela e começou a lamber e chupar de um jeito que fez ela gozar na hora. Quando os espasmos do orgasmo dela na boca do nosso amigo terminaram, ele levantou as pernas dela e começou a foder ela bem forte. Cada sacudida empurrava ela pra cima no sofá, fazendo com que ela engolisse ainda mais do meu pau. Nós comemos ela em todas as posições possíveis até que ele disse que era hora de gozar. Ele colocou ela de joelhos e, puxando o cabelo dela pra trás, começou a descarregar todo o leite na cara e na boca dela. Quando não saiu mais uma gota do pau dele, ele disse: "Agora, putinha, você vai tomar a do seu papai". E, com um puxão, direcionou a boca dela pro meu pau, que já começava a querer jorrar. Aquela sensação única de pai degenerado, depravando a sua filhinha, me invadiu de novo, como toda vez que encho a cara da minha filha de porra. Comecei a encher a cara e a boca dela de sêmen, e ela recebia tudo como uma boa putinha, com um sorriso no rosto. Ela limpou o pau de nós dois, e fomos os três tomar banho. Do banheiro, dava pra ouvir o toque do celular quase sem parar, de tanta mensagem que chegava. Quando saímos, lemos as mensagens de novo, e tinha uma que dizia: "Já tá tudo certo pra amanhã a gente ir pro sítio comer essa mina. Quem topa? Faço a lista." Atrás dessa mensagem, tinha doze candidatos inscritos. Acordamos cedo no dia seguinte e começamos a nos preparar pra ir pro sítio. A excitação era enorme e só aumentava com o passar das horas. Durante a viagem, nosso amigo foi contando como foram as gangbangs que eles já tinham feito e as coisas que os amigos dele gostavam. Eram uns veteranos (da minha idade) bem degenerados, que adoravam... comer novinhas, algumas no limite da ilegalidade, e até pagavam bem pra fazer o que quisessem. A perversão era tanta que, se elas deixassem, eles as submetiam quase ao extremo. A Lore, no começo, isso assustou, mas depois ele a tranquilizou, garantindo que não fariam nada que não fosse consensual e que, a qualquer momento, se ela quisesse parar, bastava dizer. Chegamos na chácara e, de fato, já estavam os doze caras que iam violentar minha menininha. Eles se apresentaram muito educadamente, mas sem tirar os olhos das tetas e da bunda dela. Nosso amigo a fez ir com uma camiseta branca bem fininha, que deixava transparecer as auréolas dos mamilos, e uma mini saia soltinha bem curta, que mostrava parte da raba quando ela andava. Além disso, uns saltos altos que realçavam ainda mais as curvas dela e, claro, pra ela ser uma puta completa, eu a levava por uma corrente com uma coleira no pescoço. Ela cumprimentou todos com um beijo e uma apertada no volume, nos ofereceram algo pra beber e conversamos um pouco. O dia estava quente, mas não abafado, então quando a tarde começou a cair, a temperatura ficou agradável, e com o calor do dia, a excitação aumentava em todo mundo. Um por um, foram tomar banho e voltavam só com a toalha enrolada, ficando na sala conversando e bebendo. Quando ela foi tomar banho, meu amigo me disse: — Sabe, sua filha é muito gostosa e muito puta, e a gente quer comer ela, mas também quer fazer outras coisas. — Tipo o quê? — Pra começar, viemos preparados pra ter ela a noite toda e vamos dar gozada nela sempre que pudermos. Até aí, não me surpreendeu, já que a Lore estava disposta e tinha vindo sabendo que seria assim. — Ok. — Mas a primeira gozada de cada um, a gente quer dar dentro da buceta dela. Todos os doze, e queremos que você segure ela pelas mãos e pelo pescoço. — Vou perguntar pra ela, mas acho que não vai ter problema. Ele me parou na hora e disse: — Não, não queremos que você conte pra ela, e por isso vamos te pagar", "mas isso não é tudo, queremos subjugá-la, amarrá-la, e além de foder ela do nosso jeito, queremos fazer chuva branca, chuva prateada (cusparadas) e chuva dourada. Eu fiquei imóvel por um momento e disse: "mas o pagamento por isso vai ter que ser muito bom". Todos riram e me disseram que pra isso vieram e pra não me preocupar que grana tinha, além de um extra só pra mim. Quando minha filha saiu do banheiro, todos aplaudiram e começaram a se levantar pra orgia começar, eu me apressei e sussurrei no ouvido dela que ia ser algo especial e que eu tava doido pra ver ela fazer, ela me olhou desconcertada mas sabendo que algo perverso a esperava, sorriu e me disse: "se você gosta, eu deixo". Todos começaram a meter a mão nela por todo lado, os dedos entravam na boca dela e quando saíam cheios de saliva iam direto pra buceta ou pro cu dela, apalpavam os peitos dela e beliscavam os bicos, um por um foram deixando cair as toalhas deixando à mercê da Lore todas as picas já bem duras, logo a abaixaram e ela começou a chupar, primeiro devagar e cada vez com mais intensidade, pegavam na cabeça ou no cabelo dela e metiam os paus na boca sem respeito nenhum, fodiam a boca dela, faziam ela chupar as bolas e de novo metiam o pau na boca e quando um saía outro imediatamente ocupava o lugar. Eu tava de lado observando a situação e ela me olhava com os olhos marejados e a maquiagem borrada mas com cara de felicidade de ter todos aqueles velhos degenerados abusando dela. Num momento um agarra a cara dela e puxa o cabelo pra trás e olhando nos olhos dela fala: "hoje você é nossa putinha arrombada, vamos fazer o que quisermos com você e seu papai vai nos ajudar". Imediatamente cospe na cara dela e dando um tapa faz ela cair de costas, outro pega ela pelas pernas e começa a foder ela enquanto outros não deixam a boca dela livre, cada um que sai da buceta não vai embora sem cuspir nela e espalhar a cusparada no rosto dela. Todos passaram pela sua buceta e pela sua boca quase sem deixar ela respirar, nesse momento viraram ela, colocaram de quatro, amarraram as mãos dela nas costas e começaram a arrebentar o cu dela, enquanto outros se revezavam pra ela chupar a pica e os ovos deles. Quando todos passaram pela raba dela, que já tava vermelha e bem aberta, soltaram ela e sentaram nos sofás com as pernas abertas pra ela ir passando um por um e chupar o cu deles, com aquela imagem achei que ia gozar, porque apesar de continuar olhando já tava me punhetando fazia um tempão de ver o quanto puta submissa minha filha era e do jeito que tava sendo subjugada. Num momento um fala pros outros "é hora de dar uma surpresa pra essa puta" e, olhando pra mim, diz "e você vai nos ajudar", eu levantei, peguei minha Lore pelos cabelos e quase arrastando ela deitei ela numa mesinha que tinha um colchonete em cima, peguei as mãos dela e amarrei, peguei o cabelo dela e puxando pra mim segurei ela pelo pescoço, ela me olhou sem dizer nada e logo fiz um sinal pro grupo que tava olhando meus movimentos e se punhetando freneticamente. O primeiro chegou, pegou as pernas dela e empurrou contra o peito da Lore e começou a foder ela até que deu pra sentir a pulsação da pica dele dentro da buceta dela soltando uns jorros grossos de porra. Lore me olhou e falou "você vai fazer eles encherem minha buceta de porra!!!". Logo outro ocupou o lugar dele e também em minutos soltou toda a porra dele dentro, assim passaram os doze, ajeitando ela pra que a vagina ou como eles chamavam "o depósito de sêmen" ficasse mais pra cima pra não vazar nada, coisa que não acontecia porque era tanta porra que de vez em quando expulsava um pouco que caía no colchonete e corria pras costas dela. Quando os doze terminaram, mandaram ela ficar de cócoras e tirar a porra da buceta, formou uma poça e fizeram ela lamber do chão e se revirar nela. Enquanto ela se revirava No topo do prédio, os primeiros que terminaram começaram a mijar nela. Tenho que admitir que foi uma sensação estranha ver minha filhinha sendo violada daquele jeito, mas o tesão e a safadeza falaram mais alto, e eu só fiquei batendo punheta e observando como eles submetiam minha menina aos instintos mais baixos deles. Quando todos terminaram de mijar nela, ela estava deitada no chão, toda mijada. Um deles me disse: "Vai, não vai ficar com vontade, acaba com ela que com certeza ela quer mais porra". Sem pensar, aproximei meu pau do rosto dela, abri a boquinha dela e comecei a gozar dentro da boca dela. Quase enchi ela de porra, que eu vinha acumulando com toda aquela cena. Todos aplaudiram e gritaram com o que a gente tinha feito. Ela começou a se levantar e sentou. Falei pra ela que ainda não tinha acabado e comecei a mijar nela. Os caras começaram a gritar e aplaudir enquanto minha menininha recebia jatos fortes de mijo do pai dela. Quando terminei, os caras me abraçaram e me ofereceram um charuto, que fomos fumar no pátio. Lore se levantou e foi tomar banho. Enquanto estávamos no pátio fumando, eles pediram meu CBU e me fizeram uma transferência de uma grana bem gorda, mas um deles disse: "Sua filhinha vai ser nossa hoje à noite, mas como presente por ter entregado ela, temos uma surpresa te esperando no quarto." Quando entrei no quarto, tinha uma menina bem novinha, completamente pelada. Era a sobrinha de um dos participantes, que eles queriam começar a submeter, mas só depois que ela tivesse a primeira relação sexual dela. Naquela noite, não só recebi pra entregar minha filha pra doze velhos degenerados, como também desvirginei a sobrinha de um deles. Foi uma experiência que abriu nossa mente pra outras fantasias, mas deixo essas pra outras histórias. Nesse último relato... Por enquanto... Mando umas fotos da minha filhinha.

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