Já de noite, a Cinthia tava estranha comigo de novo, acho que se sentia culpada pelo que a gente fez, mesmo que na hora ela não me impediu de fazer ela gozar. Podia usar essa culpa pra continuar fazendo coisas com ela, e agora que ela tá grávida, os peitos dela tão maiores e mais suculentos. Adoraria massagear os peitos dela e ver se já tem um pouco de leite. Talvez depois ela fique vulnerável de novo e eu consiga cair nela de novo. Nada me daria mais prazer do que colocar meu pau entre os peitos dela e gozar na cara dela. Só de pensar nisso já fiquei duro de novo, mas tava com muito sono pra fazer outra vez. A avó ainda não tinha voltado do encontro dela e eu não me preocupei muito, até porque ela tinha ido vestida bem gostosa, com umas meias de lingerie que deixavam as pernas dela incríveis. Talvez ela tivesse um encontro com o avô e eles fossem se reconciliar e voltar a morar juntos. Ou talvez ela tivesse outro interesse amoroso com algum velho milionário. Quem sabe, as possibilidades eram infinitas. Talvez ela tivesse decidido sair do armário e agora gostasse de mulheres e tivesse um encontro com outra senhora que também gostasse dela. Fosse o que fosse, eu só esperava que ela me deixasse continuar brincando com ela. Já morrendo de sono, fui no banheiro fazer xixi antes de dormir e passei pelo quarto da Cinthia, que ainda não tinha dormido e parecia estar falando com alguém. A porta tava fechada, mas o silêncio da noite fazia as palavras dela serem ouvidas quase como se não houvesse porta. Cinthia tava dizendo pro marido que sentia muita falta dele e que não via a hora de ele chegar pra poder dar todo o amor dela, que tava com muito tesão o tempo todo e que precisava que ele estivesse dentro dela. Uma conversa bem erótica tava rolando naquele quarto, mas parecia que só de um lado, porque depois Cinthia soava decepcionada por não saber quando ele poderia voltar. Fiquei meio triste por ela. Depois de ir no banheiro, voltei pro meu quarto e me deitei pra dormir, não era tão tarde ainda, mas o sono já tava me vencendo. Comecei a ter um sonho... com a mamãe e a Sarah naquela vez que fomos de férias, estávamos nós três num quarto e a mamãe estava pelada com a Sarah na cama. Elas estavam se beijando e se tocando as duas na cama, a Sarah ainda tinha umas roupas, mas a mamãe tava tirando. E descia até os quadris dela e levantava a bunda dela e começava a fazer sexo oral na Sarah, que só se contorcia de prazer e puxava o cabelo da mamãe. Eu só tava parado na frente delas sem poder fazer nada, com um pau duro pra caralho, mas sem conseguir chegar perto. Comecei a bater uma no sonho, mas não conseguia gozar, e já tava muito cansado. Dessa vez, a Sarah era quem tava comendo a mamãe e me chamava pra meter por trás, mas eu não conseguia avançar até elas. Depois, elas tiraram um dildo enorme e começaram a chupar ele, aí se deitaram as duas de pernas abertas e primeiro a mamãe meteu o dildo no cu da Sarah. Ela custou no começo, enquanto a Ana abria as nádegas dela pra entrar melhor, e depois de umas enfiadas, finalmente entrou. Aí a mamãe começou a meter nele também, e dessa vez entrou mais fácil. As duas estavam grudadas pelo mesmo dildo nos booties e se mexiam pra ele entrar e sair, e eu sem poder fazer nada. Até que a mamãe se levantou e veio até mim, me sentou numa cadeira e baixou minha calça e começou a me chupar, parecia muito muito real e eu já tava curtindo demais. Um movimento meio brusco me acordou na minha cama, interrompendo o sonho incrível que eu tava tendo. Mas eu ainda sentia o boquete da mamãe. Uma boca muito macia e molhada, além de quente, tava chupando meu pau e era real. Olhei pra minha cintura e era a vovó me chupando. Só via a cabeça dela se movendo pra cima e pra baixo, e com a mão ela segurava meu pau — Vovó?? O que cê tá fazendo? — Oi, querido, tô te devolvendo o favor de ontem à noite — Eu tava — Cê gostou? — Sim, claro que sim — A vovó continuou por uns minutos e depois se levantou. Ela tava usando aquele vestido sexy que ela tinha vestido pra sair e as meias com lingerie que iam quase até a bunda dela. Ela subiu em Vestido e tirou a calcinha. Enquanto ela fazia isso, eu tirava o shorts e a cueca e me preparava pra ela subir em mim. Ela subiu de novo na cama e ficou por cima de mim. Primeiro, ela esfregava a buceta dela no meu pau por cima. Era muito macio e quente. Depois, ela se deixou cair em cima de mim e, mesmo sem ter entrado ainda, amassou meu pau com a buceta dela e começou a se mexer como se estivesse dentro dela. Já tava toda molhada e escorregava tudo, passava os lábios dela por todo o meu tronco e quase me fazia gozar. Mas antes que eu terminasse, ela parou. Como se soubesse muito bem o que tava fazendo. A vontade de gozar passou, mas eu continuava bem duro. A avó depois se levantou um pouco, pegou meu pau com a mão, endireitou e encaixou entre os lábios dela. Eu sentia todo o calor e a umidade dela, a pele roçando em mim e, depois, ela começou a descer devagar, me enfiando nela centímetro por centímetro. Eu me sentia no paraíso. Ela foi até o fundo e tava totalmente dentro dela, e começou a subir de novo e a descer, e eu só via como ela gozava cada vez que entrava e saía. A avó tava toda molhada e já fazia aquele barulho de aplauso quando as nádegas dela batiam em mim. A avó cansou num momento e parou. Mas aí eu peguei ela pelas nádegas, abri com minhas mãos e comecei a sair e entrar nela. Primeiro devagar, depois mais rápido e mais rápido. A avó só gemia e gemia e apertava as nádegas, que eu abria cada vez mais. Com minha mão, alcancei o cu dela e massageava enquanto continuava metendo até eu cansar também. Quase tive uma cãibra, mas não parei porque a avó já tinha começado a gritar e eu sabia, pela mãe, que ela tava prestes a gozar e não podia interromper. A avó gritou tanto que fiquei tentado a tapar a boca dela pra não acordar a Cinthia. Mas não fiz isso. A avó depois começou a rir bem relaxada e se deixou cair em cima de mim. — Agora é sua vez, querido — Pelo visto, a avó tinha recuperado as forças e começou a rebolar. Quadris bem macios, mas rápidos. Só entrava e saía sem bater em mim, era tão suave e tão rápido que não demorou nem um minuto e eu já não aguentava mais. Segurei o máximo que pude até não dar mais e gozei. Gozei tão forte e tanto que até doeu um pouco. Finalizei dentro da vó, que parou ao sentir que eu enchia ela toda e sentia minhas batidas dentro dela. Relaxei de um jeito incrível e me deixei cair na cama, com a vó em cima de mim. Depois ela só se levantou, tirou de dentro dela e colocou uma mão na buceta, como se estivesse enfiando tudo pra dentro. Desceu e foi pro banheiro se limpar toda. Só ouvi o chuveiro e, como estava muito, muito relaxado, só dormi de novo.
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