Doméstica pra qualquer um 04

Isso, papai-Diretora- É esse garoto, Ramon, do 6ADAP

-Araceli- Sim, notei que o garoto começou a faltar, mas como a orientação não falou comigo, imaginei que não era justificável.

-Diretora- Sim, o garoto pulou muitos passos, mas, por enquanto, o que posso te dizer é que você permita ele entregar os trabalhos online, como na pandemia, além disso...

Uma longa conversa depois...

-Araceli- Sim, claro, não tenho problema com isso.

-Diretora- Deixa eu chamar ele pra entrar, pra todo mundo ficar de acordo.

-Diretora- Aluno Ramon Mar... pode entrar, por favor.

Bom dia, professora Araceli, não sei o que falaram da minha situação, eu propus pra diretora enviar meus trabalhos por e-mail, no prazo e do jeito que você mandar, ou vejo que já colocou o anel.

-Araceli- Sim, a diretora me falou que era um projeto seu e...

Que fácil foi, Araceli, me escuta bem...

-Araceli- OK, amor, vou estar na sua festa na hora certa e bem depilada pra um melhor aproveitamento.

Muito bem, cachorra...

-Araceli- Amor, desculpa te interromper, mas queria saber se posso levar minha filha, ela tem 19 anos e é essa aqui.

Já ia te xingar, mas claro que sim, só que você tem que garantir que ela coloque esse anel, pra eu poder aproveitar ela como deve ser.

-Araceli- Obrigada, amor, por permitir que minha filha seja igual a mim.

Pouco antes de entrar na aula da Araceli...

Agora só tenho que convidar a Ale e o Alan, caso vocês não lembrem, são meus dois melhores amigos, e também tem que ir a namorada do Alan, por isso eu trouxe os outros 3 anéis....

Fala, Alan, o que cê tá fazendo?

-Alan- E você, doido, tá uns 4 dias sem vir, vai largar a matéria?

Não, mano, é que tive uns pepinos, mas já tá tudo se resolvendo, o que eu queria te falar é se hoje você podia ir na minha festa, desculpa te convidar em cima da hora.

-Alan- Nããão, Bro, preciso ficar em casa cedo, não vou poder ir, pensei que sua festa fosse no sábado como sempre.

Sim, mas já sabe, tem que... Inovar haha, relaxa, maluco, na próxima vai dar certo.

- Alan - Já é, irmão, vou nessa que tenho que ir pra aula da Sharon.

Chau, bro... Po, meu melhor amigo era do B e por isso a gente não tinha aula junto. Fico meio triste que ele não vai estar, porque eu tava planejando curtir um pouco com ele, afinal é meu irmão de outra mãe...

- Ale - Ei, você, sem vergonha, não vai cumprimentar?

Oi, Ale...

- Ale - O que você tem?

Nada, é que hoje é minha festa de 18 e o Alan não vai poder vir.

- Ale - Sério que é hoje...

Você também não vai poder.

- Ale - Não, tenho a consulta do meu visto e a gente volta sábado à noite, então domingo, Alan, você e eu vamos meter o pé numa puta aventura.

Sabe, adoro quando a Ale me consola, ela enfia os peitos na minha cara de propósito quando me abraça, mas não culpo ela nem tiro, porque que idiota faria isso?

- Ale - Melhor assim.

Depois de uma longa e chata aula de design assistido por computador...

- Ale - Ei, tira essa cara, que domingo a gente vai se ver, seu bobo.

Chau, Ale... Mesmo tendo me chateado por um momento, acho que foi melhor assim. Agora vou ligar pra minha mãe passar me buscar.

Já em casa...

Luz, pode vir? Preciso da sua ajuda.

- Luz - Estou ao seu dispor, meu senhor, o que precisa de mim?

Luz, continua trabalhando, até prefiro que me chame de irmãozinho. Preciso que me ajude como fez de manhã, só que quero que dessa vez vá com mais calma.

- Luz - Aaah, pensei que ia me pedir pelo cu, já tava pronta!

Calma, minha menina, tudo no seu tempo.

Enquanto a Luz cuidava de seguir as ordens do seu amo, ele pensava em como ia dar conta de tanta mina...

1. Mãe
2. Luz
3. Michel
4. Cristina
5. Jasmim
6. Sharon
7. Araceli
8. Ana (filha da Araceli)
9. A Diretora
10. Brenda (filha da diretora)...

O que vou fazer com você, 10 garotas, não vou dar conta sozinho, meu rei faz falta aqui. Podia continuar viajando, mas algo me interrompeu: eram os gritos da minha mãe chamando a mina que tava me fazendo um boquete. — Mamãe, Luz, cadê você, porra?

Mamãe tá ocupada comigo, pra que você precisa dela?

— Mamãe — Ah, querido, é que preciso de ajuda, não consigo organizar a festa sozinha.

Luz, vai ajudar a mamãe e, se terminar antes, volta pra terminar comigo.

— Luz — Sim, meu amo. Mamãe, por que você interrompe? Sabe que não consigo resistir à pica do meu irmão, e você tira ela de mim.

— Mamãe — Já, filha, outra hora você vai aproveitar o manjar.

> Notificação do Instagram <

— Sofia — Oi, aniversariante, só queria te desejar um feliz aniversário.

Pra quem não lembra, é a garota da loja.

Oi, Sofi...

Muito obrigado pela felicitação, e sim, tá tudo indo de maravilha, ainda mais agora que você me escreveu.

— Sofia — Digitando...
Visto...

15 minutos depois...

Isso eu não esperava, haha... outra hora será, tem que deixar as coisas fluírem.

A puta da sua mãe ainda não convidou a vizinha...

> Toc... Toc... Toc... <

— Jaz — Quem é?
> Abre a porta <

Sou seu vizinho, o da rua da frente. Vim porque minha mãe tava procurando a sua.

— Jaz — Deixa eu chamar ela.

Jaz, fecha os olhos e não se mexe. E, de fato, ela obedeceu, porque, porque tava usando o anel que a mãe dela gentilmente deu. Você e eu vamos nos divertir muito, Jasmim.

— Cris — Que barulheira é essa? Ou, Amo, aconteceu algo?

Nada, preciosa, só queria convidar você e sua putinha pra minha festa de aniversário. Vão precisar ir de vestido preto, bem decotado e elegante, com uma calcinha e sutiã de renda vermelha, e arrumar uma máscara preta ou vermelha — fica a escolha de vocês.

Vocês têm tudo isso aqui ou precisam comprar?

— Cris — Preciso comprar a renda vermelha.

— Jaz — Já tenho tudo.

Uau, por isso a escola inteira quer te pegar, além de bonita, uma puta feita e direita.

Agora me escutem bem: preciso me divertir enquanto minha festa não começa, e ainda temos duas horas...

Umas instruções longas depois...

> TOC... TOC... < Chegou o papai!

Jasmim se levantou e correu pra receber o novo papai, que ficou de olhos arregalados e com um sorrisão ao ver o outfit que a agora sua menina tinha escolhido pra esse experimento — tudo isso enquanto a garota pulava no rapaz de um jeito que ele segurou ela pela bunda pra não cair, e trocaram um beijo apaixonado de boca na boca, brincando com as línguas.

Aí na entrada apareceu Cristina, ainda com o olhar perdido e aquele sorriso besta nos lábios.

— Amor, já chegou — cumprimentou a mulher hipnotizada e deu um beijo nele na boca.

— A comida já tá pronta? — perguntou Ramon, com um sorrisão na cara por causa da recepção.

— Quase, querido — respondeu Natália sem perder o sorriso besta.

Beleza. Jasmim e eu vamos esperar na sala até a comida ficar pronta.

— Cris.

— Sim, querido.

Respondeu a mulher obedientemente e voltou pra cozinha, deixando um rastro dos próprios fluidos atrás dela, porque agora tinha um vibrador na buceta no máximo da potência.

Ignorando o rastro de líquido transparente e viscoso, Ramon e Jasmim foram pra sala da casa, com o novo papai se jogando no sofá e Jasmim caindo de joelhos do lado do rapaz.

— Sei que já falta pouco pra comer, mas trouxe um doce pra você, Jasmim.

Jasmim já sabia do que o papai tava falando, mas toda a programação que tinham feito nela obrigava ela a continuar no personagem.

— Sério, papai?! — perguntou animada a menina que ela achava que era.

— Tá na minha calça, procura aí.

Com uma empolgação infantil, Jasmim se apressou pra desabotoar a calça do papai e logo a rola dura dele ficou livre, enchendo o ar da sala com o cheiro.

Jasmim sentiu nojo, mas a programação forçou ela a reagir ao contrário do que realmente sentia:

— Uma rola bem dura! — gritou animada — Posso?

Com um sorriso de satisfação, Ramon concordou com a cabeça e a garota não precisou de uma segunda ordem: se Enfiou aquela pica na boca e começou a chupar com uma vontade gulosa que mostrava que, por baixo daquela personalidade, o gosto de um pau era a guloseima favorita dela.

Ramon, enquanto isso, curtia aquele serviço, vendo a cabeça da garota subir e descer e sentindo como ela brincava com a glande dele com a língua, ou até como aquilo quase chegava na garganta dela.

Mas o prazer não durou muito, porque naquele momento Cristina entrou na sala e exclamou:

— Cris... Jazmin! O que eu te falei sobre comer guloseimas antes da comida?

Na mesma hora, Victoria tirou a pica do vizinho da boca e ficou de joelhos no chão, fazendo uma cara de cachorro que levou bronca.

— Sua mãe tem razão, Jazmin.
— Com um sorriso nos lábios —
— Agora vou ter que te castigar.

— Tá bom, papai — disse Jazmin submissamente, enquanto por dentro tremia sabendo o que aquilo significava.

— Assume a posição.

— Sim, papai.

Em seguida, a garota se levantou, tirou a tanga e o vestido e se apoiou na mesa de centro da sala, levantando bem a bunda pra que o papai tivesse uma boa vista.

Ramon se levantou e aproximou a pica do corpo da garota, que sentiu o futuro horrível se aproximando: aquela glande grande, quente e babada pela própria saliva dela, estava acariciando o cu dela. Vinha um anal.

Vocês devem estar se perguntando por que o protagonista não esperou pra desvirginar ela até a festa? Porque Jazmin era uma puta, uma puta muito puta.

Agora, esse não era o primeiro anal da Jazmin, mas isso também não significava que ela tinha aprendido a gostar.

Então ela sentiu: aquela pica começou a entrar por aquele buraco que originalmente foi feito pra saídas, e sentiu os músculos do cu começarem a dilatar, causando dor e fazendo algumas lágrimas escaparem dos olhos dela, mas ao mesmo tempo, forçada pela programação dela, um sorriso exagerado se desenhou no rosto dela.

As pernas começaram a tremer a cada centímetro que aquele pedaço de carne ia entrando. metendo fundo nas entranhas dela, até que finalmente sentiu as nádegas dela batendo contra o quadril daquele homem.
—Não seria um castigo bom se eu fizesse tudo, vamos, mexe essa buceta por conta própria.
—Sim, papai — respondeu Jazmín.
E foi assim que a garota sentiu o próprio corpo começar a se mover sozinho pra fazer aquele membro entrar e sair dela.

Jazmín tava sofrendo pra caralho, não só tinha que aguentar aquele pedaço enorme de carne rasgando o cu dela, mas também os joelhos doíam de ficar apoiados no chão e o quadril tava doendo por ter que se mover naquela posição tão desconfortável, sem poder fazer nada pra evitar por causa do cérebro lavado dela, nada além de sorrir que nem uma idiota e sentir as lágrimas escorrendo dos olhos.

Finalmente, depois de um tempo que pareceu horas pra garota, o Ramon pegou Jazmín pelas duas marias-chiquinhas e puxou elas, fazendo as costas dela se arquear pra ele conseguir ir ainda mais fundo nos intestinos dela.
Claro que aquele movimento doeu pra caralho em Jazmín, mas o cérebro hipnotizado dela interpretou como prazer e a buceta dela tremeu num orgasmo violento, enquanto uma parte pequena consciente da mente dela sentiu que o papai tinha gozado gostoso e agora tava enchendo as tripas dela com a porra quente e viscosa dele.

Nosso protagonista curtiu aquele orgasmo, como todos que aquele corpinho ia dar pra ele, e tirou o pau do cu de Jazmín, fazendo um barulho igual de abrir uma garrafa. O cu da garota tava bem dilatado e ver ele começar a escorrer porra era uma vista bem excitante.

—Lamento ter que te castigar assim, Jazmín — disse nosso protagonista com deboche enquanto acariciava uma das nádegas brancas da garota—, mas é pro teu bem.

Jazmín, enquanto isso, tava com a cara apoiada na mesa, debaixo de uma poça das próprias lágrimas e baba, ainda com o sorriso idiota, mas tentando puxar ar.
—Sim… papai… — disse com um tom de voz idiota.
Ramon sorriu, se levantou e deixou a garota descansar.

— Cristina —falei com um tom cantado—. Já tô pronto pra comer, e também vou precisar que você limpe minha pica.

— Claro que sim, meu amor —respondeu Natalia, toda feliz—, a pica do meu marido misturada com o gosto do cu da putinha da minha filha, meu prato favorito!

Essa história tá ficando cada vez mais putaria, ainda tô explorando formas de escrita pra poder dar a melhor história pra vocês.

0 comentários - Doméstica pra qualquer um 04