Olá, boa tarde. Tô de volta aqui. No fim de semana, entediado, comecei a relembrar bons momentos e me veio na cabeça minhas férias na República Dominicana. Era outra época, solteiro, curioso, com grana, então foi dez. Fui com um amigo (muito amigo, mas só isso, com quem tinha total confiança e nunca houve um puxão de orelha, pergunta ou algo assim, cada um fazia o que tinha que fazer e isso nunca abalou nossa amizade). Hotel cinco estrelas em Punta Cana, cheio de europeus, muito álcool, música, praia, piscina, comida, cassino, de tudo que esses hotéis têm pra oferecer. Sendo jovem, uns 23/25 anos, simpático e tal, sempre tinha clima pra putaria, pra beber, dançar, fazer amizades, amigos, amigas. Meu amigo me pediu pra dar um apoio pra chegar nuns alemãs, eu ajudei, ele fez o que tinha que fazer e foi uma experiência legal. Com o tempo passando, meu olho foi se aguçando, conversando muito com os barmans e tal, e tinha um cara negro (que era haitiano trabalhando lá na República Dominicana) chamado André, eu sempre pedia meus drinks com ele, sempre dava uma gorjeta, e ele sempre dava um sorriso. Depois de quase três dias, a gente já tinha um papo legal, contei sobre mim, ele contou sobre ele, onde morava, quantas horas trabalhava por dia, etc... e acho que ele viu nos meus olhos minha safadeza ou minha vontade de conhecê-lo melhor, e ele disse: "hoje às 20h termina meu turno e vou ficar pela noite aqui..." uau, pensei... ele disse que ficava depois do expediente no complexo porque sempre tinha coisa pra fazer, etc... eu falei que se ele quisesse, podia chamar ele pra tomar um drink... ele aceitou. Umas 22h, cruzei com ele num dos bares da praia, a gente tomou um drink, caminhamos pela praia, e eventualmente a gente se perdeu nuns labirintos do complexo e ali a gente acabou vendo a praia de uma sacada do complexo e eu rocei minha mão na dele e ele deixou, olhei pra ele e falei que ele era muito lindo, ele riu e me pegou pela mão, me tirou da sacada pra um corredorzinho e ali ele me comeu de boca, e me deixava passar a mão Sobe a pica dele por cima da calça e depois de um tempo ele me fala que se eu fosse generoso, a gente fazia algo. Claro que fui, e na hora me ajoelhei pra baixar a calça dele e ver um pau preto duro, babando. Meti na boca na mesma hora e chupei até ele encher minha boca de porra. Engasguei, adorei, e depois de sentir aquela porra na minha boca, falei pra irmos pro meu quarto. Sabia que meu amigo não tava. Quando entramos, dei o presentinho dele: a gente se pelou e na hora fiquei de quatro pra deixar ele brincar com a língua até eu pedir pra ele meter tudo. Devagarzinho ele foi encostando a pica e me penetrando. Uff, me enlouqueceu. Enterrou o pau preto inteiro no meu rabo e começou a bombar. Sem parar, eu não conseguia parar de gemer, de pedir pra ele não parar. De quatro, eu me levantava e ele beijava meu pescoço, eu virava a cabeça e beijava a boca dele, e voltava a deitar pra sentir ele dentro de mim. Ele me comeu gostoso por duas horas, e o melhor é que saí da República Dominicana sem engravidar, mesmo tendo ficado com toda a porra dele dentro de mim.
2 comentários - Se divertir na República Dominicana (gay)