Dosis de riesgo (segunda parte)

Naquela noite, quando fui pra casa, a lembrança do que rolou entre nós não me deixava em paz. Na próxima vez que a gente se cruzou no hospital, o clima continuou tenso pra caralho. Não precisávamos falar nada. Dias depois, durante um plantão, depois da visita noturna, todo mundo foi embora, o hospital ficou em silêncio, e eu tava revisando uns prontuários quando senti a presença dela perto de mim. Ela se apoiou do meu lado, o braço dela mal roçando o meu. Eu ainda mantinha minha postura de distância. — Você continua sério pra cacete. Não respondi. Não precisava dizer nada. Sabia que não ia ceder fácil, mas ela também não ia desistir tão rápido. Sem aviso, a mão dela começou a se mover em direção ao meu jaleco. Senti ela deslizar pela minha perna, de novo, só que dessa vez eu já sabia o que ela queria. Sem conseguir me segurar, peguei ela pelo pulso e puxei pra sala de descanso dos médicos. As regras já não importavam mais. Era um lugar afastado, mas o que tava ao redor não fazia diferença. Uma parada importante pra acrescentar aqui é que entre médicos, não tem nada mais exaustivo que um plantão, porque você se sente sujo, cansado e com o tesão lá em cima. Empurrei ela de leve em direção à mesa. Ela se virou, e na hora senti o corpo dela colado no meu. Olhei pra ela, mas não fiz mais nada além de alinhar meus movimentos com os dela. Abaixei a calça dela devagar, aproveitando cada centímetro. Foi aí que senti aquela umidade que ela já não conseguia mais esconder. Apalpei ela de leve, deslizei meus dedos com firmeza, curtindo como o corpo dela reagia a cada carícia. Teve um pequeno momento de dúvida quando eu tava tocando a buceta dela, o clitóris começou a crescer, e olha, é o maior clitóris que já peguei na minha vida, sem mentira, devia ter uns 2 a 3 centímetros fácil. Vou colocar uma imagem de referência pra vocês terem uma ideia.Dosis de riesgo (segunda parte)Ela sabia o tamanho daquilo e começou a esfregar no meu joelho. Mas ela não queria mais brincadeira. Virou, se inclinou na minha direção, e sem pensar duas vezes, segurei ela pela cintura e meti. Ficamos ali, uns segundos, sem nos mexer, segurando a respiração, a pele colada, ainda tremendo com o que tinha acabado de rolar. Ela me olhou, com aquele sorriso no rosto, como se tivesse me vencido sem esforço. Mas eu sabia que aquilo não tinha acabado. — Te falei que mais cedo ou mais tarde você ia parar de bancar o difícil. Não respondi. Só puxei ela de volta pra mim mais uma vez. Continuamos naquela até que o alarme de um paciente tocou e eu tive que descer pro andar pra ver o que ele tinha.

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