Hoje quero contar um segredo muito bem guardado e faço isso porque os envolvidos não leem o Poringa. Esse episódio me ajudou a ver a mamãe de um jeito diferente e a restaurar nossa relação, mesmo que ela nunca tenha entendido minha mudança. Num sábado, meu pai saiu para um fim de semana de pescaria, como ainda faz de vez em quando. Como íamos ficar só eu e mamãe no apartamento e nossa relação estava muito tensa, decidi passar o fim de semana na casa da minha amiga Eve. Contei pra mamãe e ela não se opôs. Peguei minha mochila e saí.
Aqui vou parar um pouco no que aconteceu, porque é necessário falar sobre o Santi para entender o que virá a seguir. Santi é um rapaz de 26 anos que mora no prédio. Santi tem síndrome de Down, o que o torna um ser especial, mas não diferente. Santi é alegre, arteiro e dedica-se a perseguir todas as mulheres do prédio. Ele é ousado, pois diz umas coisas bem pesadas, mas é incapaz de passar a mão ou nos agredir, por isso nunca ninguém reclamou, e ainda por cima acham graça. Comigo ele sempre fala e me chama de "bunduda", o que me faz rir muito. Ele sabe que sou do Racing e assiste aos jogos para no dia seguinte puxar conversa comigo. Assim é o Santi, nosso personagem do prédio.
Agora sim, continuo com o que aconteceu. Cheguei na casa da Eve, tomamos um mate um tempinho e, muito aflita, ela me disse que tinha marcado um fim de semana de foda com o namorado, então obviamente eu não podia ficar. Por volta das 7 da tarde, não tive outra saída senão voltar pra casa. Ao abrir a porta do apartamento, ouvi uns gritos abafados que me assustaram. Mesmo não tendo um bom relacionamento com a mamãe, não ia desejar que nada acontecesse com ela. Outro grito mais dilacerante me fez correr pra cozinha pegar uma faca, tirei meu celular da mochila e deixei o 911 à mão. Mais um grito e, sem fazer barulho, fui até o quarto dos meus pais decidida a agir se a coisa estivesse feia. A porta estava entreaberta, olhei e fiquei gelada. Mamãe tinha o Santi por cima, que se movia num vai e vem desesperado. Os peitos da mamãe balançavam a cada investida, minha... A velha estava com a cara em transe e eu podia ver a bunda do Santi indo e vindo. Apesar da minha imobilidade diante do que via, minha buceta tinha ficado molhada e fiquei espiando a foda tocando a buceta enfiada no meu thong. Como podia ser isso? O que tinha levado minha mãe a chifrar meu velho com esse cara?
A resposta veio em segundos.
Minha velha tirou o Santi de cima e pela primeira vez ouvi sua voz: "Vem cá, Sweetie, a mamãe vai chupar seu pau?"
Quando o Santi ficou de costas, de barriga para cima, acabei mordendo minha mão livre. Aqui busco ajuda de alguma garota poringa que tenha tido experiência com essa classe de garotos para confirmar que não estou mentindo.
Santi era um burro! Tem um pau descomunal no comprimento e na grossura, a cabeça do pau dele parece uma ameixa.
Eu tinha lido um artigo onde diziam que os down desenvolvem paus enormes, mas achei que era mito. Minha mãe, com a cara transfigurada de tesão e as bochechas inchadas pelo pau gigante, chupava como se fosse a última que ia comer.
Aí entendi o tesão da minha velha e a perdoei. Não sei como chegou a foder com o Santi, mas por dentro a admirei. Santi bufava e minha velha delirava com tanta carne na boca. Santi soltou um grito gutural e a boca da mãe ficou transbordando de porra.
O realmente incrível foi que, apesar do tremendo leitão, o pau enorme do Santi ficou ereto. Minha velha chupou de novo, se masturbando e gozando num orgasmo que senti muito longo. Mãe o abraçou e beijou.
"Bom, Santi, minha vida, faz ele descer, minha buceta não aguenta mais", disse minha mãe abatida.
Santi não deu ouvidos e enfiou de novo na buceta que vi muito grande, e minha velha entrou em transe.
Fodeu ela como quis, minha mãe parecia uma boneca de pano. Vi a cara do Santi se deformar e percebi que ele estava enchendo o cu dela. Minha mãe choramingava numa mistura de dor e prazer.
"Você me encheu todinha, meu amor", disse ela beijando-o.
Se abraçaram e ficaram assim.
Eu entrei no quarto e tive que me masturbar. uma punheta descomunal.Depois de um tempo, ouvi a mãe dele dizendo que já era hora de ir embora e ela fechou a porta. No dia seguinte, ele ficou surpreso de me ver em casa e me perguntou com medo: quando você voltou, Agustina?De madrugada, eu menti. Não era hora de estragar a super foda que ele tinha dado com a notícia. Desde aquele dia, comecei a conversar com ele e contar coisas, o que nos tornou comparsas.Ele nunca soube que eu sei que o Santi comeu ela gostoso pra caralho.Claro que eu tive que experimentar essa pica incrível, mas isso fica para um próximo relato, prometo.
Aqui vou parar um pouco no que aconteceu, porque é necessário falar sobre o Santi para entender o que virá a seguir. Santi é um rapaz de 26 anos que mora no prédio. Santi tem síndrome de Down, o que o torna um ser especial, mas não diferente. Santi é alegre, arteiro e dedica-se a perseguir todas as mulheres do prédio. Ele é ousado, pois diz umas coisas bem pesadas, mas é incapaz de passar a mão ou nos agredir, por isso nunca ninguém reclamou, e ainda por cima acham graça. Comigo ele sempre fala e me chama de "bunduda", o que me faz rir muito. Ele sabe que sou do Racing e assiste aos jogos para no dia seguinte puxar conversa comigo. Assim é o Santi, nosso personagem do prédio.
Agora sim, continuo com o que aconteceu. Cheguei na casa da Eve, tomamos um mate um tempinho e, muito aflita, ela me disse que tinha marcado um fim de semana de foda com o namorado, então obviamente eu não podia ficar. Por volta das 7 da tarde, não tive outra saída senão voltar pra casa. Ao abrir a porta do apartamento, ouvi uns gritos abafados que me assustaram. Mesmo não tendo um bom relacionamento com a mamãe, não ia desejar que nada acontecesse com ela. Outro grito mais dilacerante me fez correr pra cozinha pegar uma faca, tirei meu celular da mochila e deixei o 911 à mão. Mais um grito e, sem fazer barulho, fui até o quarto dos meus pais decidida a agir se a coisa estivesse feia. A porta estava entreaberta, olhei e fiquei gelada. Mamãe tinha o Santi por cima, que se movia num vai e vem desesperado. Os peitos da mamãe balançavam a cada investida, minha... A velha estava com a cara em transe e eu podia ver a bunda do Santi indo e vindo. Apesar da minha imobilidade diante do que via, minha buceta tinha ficado molhada e fiquei espiando a foda tocando a buceta enfiada no meu thong. Como podia ser isso? O que tinha levado minha mãe a chifrar meu velho com esse cara?
A resposta veio em segundos.
Minha velha tirou o Santi de cima e pela primeira vez ouvi sua voz: "Vem cá, Sweetie, a mamãe vai chupar seu pau?"
Quando o Santi ficou de costas, de barriga para cima, acabei mordendo minha mão livre. Aqui busco ajuda de alguma garota poringa que tenha tido experiência com essa classe de garotos para confirmar que não estou mentindo.
Santi era um burro! Tem um pau descomunal no comprimento e na grossura, a cabeça do pau dele parece uma ameixa.
Eu tinha lido um artigo onde diziam que os down desenvolvem paus enormes, mas achei que era mito. Minha mãe, com a cara transfigurada de tesão e as bochechas inchadas pelo pau gigante, chupava como se fosse a última que ia comer.
Aí entendi o tesão da minha velha e a perdoei. Não sei como chegou a foder com o Santi, mas por dentro a admirei. Santi bufava e minha velha delirava com tanta carne na boca. Santi soltou um grito gutural e a boca da mãe ficou transbordando de porra.
O realmente incrível foi que, apesar do tremendo leitão, o pau enorme do Santi ficou ereto. Minha velha chupou de novo, se masturbando e gozando num orgasmo que senti muito longo. Mãe o abraçou e beijou.
"Bom, Santi, minha vida, faz ele descer, minha buceta não aguenta mais", disse minha mãe abatida.
Santi não deu ouvidos e enfiou de novo na buceta que vi muito grande, e minha velha entrou em transe.
Fodeu ela como quis, minha mãe parecia uma boneca de pano. Vi a cara do Santi se deformar e percebi que ele estava enchendo o cu dela. Minha mãe choramingava numa mistura de dor e prazer.
"Você me encheu todinha, meu amor", disse ela beijando-o.
Se abraçaram e ficaram assim.
Eu entrei no quarto e tive que me masturbar. uma punheta descomunal.Depois de um tempo, ouvi a mãe dele dizendo que já era hora de ir embora e ela fechou a porta. No dia seguinte, ele ficou surpreso de me ver em casa e me perguntou com medo: quando você voltou, Agustina?De madrugada, eu menti. Não era hora de estragar a super foda que ele tinha dado com a notícia. Desde aquele dia, comecei a conversar com ele e contar coisas, o que nos tornou comparsas.Ele nunca soube que eu sei que o Santi comeu ela gostoso pra caralho.Claro que eu tive que experimentar essa pica incrível, mas isso fica para um próximo relato, prometo.
14 comentários - Descubriendo a mama con un vecino muy especial (muy real)