Comendo minha sogra gostosa

Desde que minha sogra se separou, ela mora na casa das filhas. Passa um tempo com a gente, depois viaja pra ficar um tempo com a filha do sul, o único que não fica é com meu cunhado.

Pra falar a verdade, a presença dela nunca me incomodou. A gente tem um quarto extra e ela sempre ajuda, até com dinheiro, com as tarefas de casa, cuidar das crianças, além de ser muito agradável, uma mulher extremamente sociável, simpática, e nossa relação sempre foi perfeita.

O nome dela é Silvia, é muito extrovertida, sociável, carinhosa, cai bem em todo lugar. Sempre me abraçava, me pegava pelo braço, é muito carinhosa, uma mulher bem de pele, mas nunca passou pela minha cabeça rolar algo com ela, jamais. Ela tem 64 anos, é bonita de rosto, olhos verdes, pele clara, bem gordinha, não muito alta, tem uma barriga bem saliente, além de ser muito rabuda e com umas tetas enormes. De qualquer forma, reconheço que meus olhos iam pra essas tetonas, principalmente no verão, de manhã, quando ela só com a camisola andava pela casa, exibindo aquelas tetas generosas na minha cara.

A rotina da minha casa começava bem cedo. Minha mulher levantava, ligava a TV do quarto, depois entrava no banho pra se arrumar, enquanto a mãe dela fazia café da manhã pra minha filha. Minha filha nesse meio tempo sempre vinha deitar comigo por uns minutos, até minha sogra chegar pra vestir ela no meu quarto. Meu trabalho era só acordar minha filha, eu não levantava porque entrava no trabalho bem mais tarde que minha mulher.

Minha sogra entrava no meu quarto, vestia minha filha (vestiam ela lá porque meu quarto tem ar condicionado), onde depois tomava o café dela e esperava a mãe ficar pronta pra levar ela pra escola e depois ir pro trabalho. Era nessa hora, quando vestia ela, que minha sogra me dava um show de tetas todo dia. Andando com o roupão aberto, a camisola, quando se abaixava pra vestir minha filha, aquelas tetonas enormes balançavam. Sem sutiã, me dando uma visão perfeita delas balançando na lateral da minha cama, imaginando que a toda hora escapava uma, me deixando com uma ereção daquelas.

Era uma rotina de todo dia. As duas saíam bem cedo e eu ficava sozinho com minha sogra, já que entrava bem mais tarde no trabalho.

Uma manhã qualquer, agora de inverno, tava fazendo muito frio, tava passando uma notícia muito importante na televisão, minha sogra sentou do lado da minha filha e se cobriu pra ver a notícia. Depois minha mulher, já pronta, se despede de mim e vai embora com minha filha. Minha sogra ficou coberta do meu lado e a gente ficou comentando a notícia. Eu, como sempre, voltava a dormir, já que ainda tinha pelo menos uma hora antes de começar a me levantar. Naquele dia, minha sogra não foi pro quarto dela, obviamente voltar pro quarto frio, enquanto o meu tava com o ar condicionado ligado, temperado, e ela, que sentia muito frio, ficou na minha cama. Quando acordei, minha sogra dormia do meu lado.

Isso se repetiu algumas vezes, até saíram brincadeiras sobre minha sogra dormir com o genro quando a filha ia embora. Ela argumentou que quando voltava pra cama dela, tava gelada (minha sogra é extremamente friorenta), enquanto a nossa se mantinha quentinha.

E assim, foi virando uma rotina diária: minha sogra, depois de cuidar da minha filha e minha mulher ir embora, em vez de ir pra cama fria dela, ficava deitada do meu lado, vendo TV, enquanto eu dormia.

No começo, ela fazia isso com o robe de levantar, meio sentada na cama, mas depois, com mais confiança, tirava o robe e deitava de camisola, bem coberta.

As manhãs amanheciam cada vez mais geladas, até que uma dessas a temperatura chegou a abaixo de zero. Um frio polar, os vidros do carro com gelo, e depois da rotina do dia, minha sogra, que tinha ficado acordada um tempão, passando a mochila e o lanche pra minha filha, chegou na minha cama, deitou do meu lado e se encostou em mim. costas, em busca de calor. Ela estava muito gelada, me disse que estava com muito frio. Fiquei de costas pra minha sogra, sentindo o corpo frio dela se encostar no meu, buscando calor.

Senti os peitões dela nas minhas costas e como ela colava o corpo em mim, me abraçando por trás. Eu sou muito quente pra dormir e, como não tinha me levantado em nenhum momento, meu lado estava bem quentinho.

Apesar de ser minha sogra, a idade e a gordura dela, era uma mulher diferente na minha cama, mas o show de peitos que ela me dava todo dia me fez começar a desejar ter algo com ela. No dia seguinte, já tava esperando que minha sogra entrasse na minha cama e roçasse o corpo em mim, me excitava sentir o corpo dela se esfregar no meu, mas dessa vez eu tava de costas. Minha sogra entra na minha cama e já cola o corpo no meu em busca de calor, até passa uma das pernas grossas dela por cima das minhas, dizendo como tava gelada. Eu, já aproveitando que era ela quem agia como se fosse a coisa mais natural do mundo, peguei a perna dela com minha mão quente, como se fosse pra aquecer. Ela comentou como minha mão tava quente e como a perna dela tava fria, sem se incomodar nada com minha atitude, pedindo pra eu colocar a mão no joelho dela. A gente tinha confiança pra se tocar normalmente, então não achou nada estranho. Mas aconteceu o que tinha que acontecer. Minha sogra com a perna dela sobre mim e meu pau com a pressão e o calor, foi acordando cada vez mais.

De qualquer forma, tava meio nervoso, afinal era a mãe da minha mulher, mas não fiz nada pra evitar o contato. Pensei que ela, ao perceber o que tava rolando, ia tirar a perna, mas não fez isso, deixou ela ali. Ficamos assim, sem nos mexer, até que o despertador tocou e eu tive que levantar. Claro que no banho não tive outra opção a não ser me masturbar igual um macaco pensando na minha sogra.

Minha sogra já tinha me deixado completamente excitado, como era possível que ela não percebesse? O que ela estava fazendo comigo. Pensei que talvez até gostasse de me provocar daquele jeito e resolvi arriscar um pouco mais pra ver até onde ela iria.

No dia seguinte, a mesma coisa. Minha mulher estava saindo de casa, sabia que minha sogra chegaria ao meu lado. Ela se mete na minha cama pra ver TV e se encostar em mim, eu de costas e a perna dela sobre meu pau. Logo em seguida já tinha levantado e ela agia como se nada fosse. Levantei pra ir ao banheiro, passando na frente da TV, pra ela ver o genro dela com o pau meio duro. Fui ao banheiro e depois pra cozinha pegar um copo de suco. A ideia era me esfriar o suficiente e agora eu ir atrás do calor da minha sogra. Entrei no meu quarto, minha sogra na cama vendo TV. Entrei falando do frio monstruoso que fazia lá fora, com o corpo completamente gelado. Me meti na cama e falei que agora era ela quem ia me aquecer.

- Vira de costas, sogrinha, que eu vim congelado

- Ufff, meu filho, olha como você vem gelado, se enfia aqui

- Ohhh, que frio do caramba hoje

- É... cada dia as manhãs amanhecem mais geladas... ufff, como você vem gelado, por que não vestiu um roupão?

- É que não pensei que ia fazer tanto frio, mas logo esquento

Com meu corpo gelado, me encostei nas costas da minha sogra em busca de calor, abraçando ela pela cintura e apoiando o pau na bunda dela, me mexendo como se estivesse procurando o calor dela, mas apertando bem o pau contra a bunda. Depois de 10 minutos grudado naquela bunda enorme da minha sogra, meu pau tinha acordado, já tinha esquentado, mas mesmo assim não soltava ela e de vez em quando me ajeitava, apertando mais o pau na bunda generosa da minha sogra, que com certeza já devia ter percebido o que era aquilo encostado na bunda enorme dela. Naquela manhã não rolou mais nada, e de novo tive que levantar e bater uma no chuveiro lembrando da bunda da minha sogra. Era impossível que ela não tivesse percebido que eu tinha esfregado o pau na bunda dela. Aí chegou o fim de semana, obviamente não rolou nada, minha mulher não trabalhava, não tinha escola. Não notei nenhuma mudança na minha sogra, ela agia como se nada tivesse acontecido, enquanto eu esperava ansioso pela manhã de segunda-feira, até que ela chegou. A mesma rotina, minha mulher vai embora e minha sogra entra na minha cama, eu esperando por ela com a pica dura que a gente tem de manhã. Novamente ela veio gelada, tirou o roupão, entrou na minha cama e esfregou o corpo nas minhas costas procurando calor. Senti os peitões dela apoiados nas minhas costas e a mão fria na minha barriga.

Mais dura ainda ficou sentindo aquelas mãos tão perto da minha rola. Mas depois de uns minutos, de repente ela se vira e me pede pra abraçar ela por trás pra esquentar as costas dela. Do jeito que tava, era impossível minha sogra não sentir minha pica no cu dela, mas não tinha desculpa pra não fazer.

Tava morrendo de vontade de enfiar no cu dela, mesmo assim me dava uma vergonha dela perceber minha ereção agora sim levantada e dura, então não tive escolha senão abraçar ela por trás, mas evitando o contato da parte de baixo, no entanto, ela mesma jogou a bunda enorme dela pra trás e encontrou inevitavelmente a vara do genro no máximo esplendor.

Com uma exclamação ou som suave, deu um pequeno aviso de que tinha notado, mas não tirou, ficou parada e agindo como se nada tivesse acontecido. Eu também não me mexia, só fiquei quieto, com minha pica apertada contra as nádegas generosas da minha sogra, aproveitando o contato. Passaram uns cinco minutos sem que nenhum dos dois se mexesse, mas a pressão dos nossos corpos só fazia deixar ela mais dura ainda. Sabia muito bem que ela sentia a pressão enorme que minha pica tava fazendo no cu dela. Se tivesse se sentido ofendida ou incomodada, teria se mexido, mas tava ali parada, até que se mexeu um pouco se ajeitando, momento em que eu também me mexi. Nós dois apertamos nosso corpo contra O do outro, ficamos ainda mais juntos. Eu mal conseguia respirar pra não mostrar o tesão que tava, mas aproveitando a situação, passei minha mão e deixei ela na barriga dela. Ela pegou minha mão e voltou a mexer a bunda, fazendo mais pressão, e eu já começando a sentir que ela tava me dando abertura, também me ajustei, esfregando com força meu pau contra a bunda dela. Senti a mão dela apertar a minha, mas ela não mudou de posição. Em silêncio, minha sogra sabia o que tava rolando e não fazia nada pra parar. Fiquei na expectativa pra ver o que minha sogra ia fazer, se ela mexesse a bunda pra trás de novo, era sinal que queria, e eu, sem dúvida nenhuma, ia dar pra ela.

Uns dois minutos depois e minha sogra não mudava de posição, não se mexia, nem falava nada, só ficava acariciando minha mão. Na expectativa de ver a reação dela, timidamente me afastei só um pouquinho pra trás, e ela, sem vergonha nenhuma, mexeu a bunda pra trás, procurando o que já tava encostado na bunda dela há um tempão. Na hora, me encostei nela, não uma, mas duas vezes seguidas, e em resposta ela mexeu de novo, me dando o sinal que eu precisava.

Comecei a me mover bem devagar, quase imperceptível, me encostando de leve na bunda da minha sogra, e ela também entrou no jogo, se movendo suavemente pra trás, quase sem dar na vista, mas depois de um tempo, a respiração dela começou a trair, mostrando que ela tava excitada. Já tava mais que na cara minhas enfiadas contra a bunda da minha sogra e o movimento dela de bunda pra trás, até que depois de um tempo, não dava mais pra esconder nada: minha sogra tava adorando as carícias que o pau do genro dela fazia na bunda dela. Sem vergonha, eu tava punhetando minha sogra, e ela se mexia como se a gente tivesse fodendo bem devagar. Soltei a mão que ela tava segurando e coloquei na bunda dela, mas ela pegou de novo e colocou na barriga dela, apertando com força. Tentei me soltar mais algumas vezes, mas Ela não me deixava. Tentei levar a mão até uma das tetas dela, e também não deixou. Cada vez minhas empurradas eram mais fortes e a respiração da minha sogra, mais ofegante, ela estava excitada, mas segurava minha mão com força, sem soltar, embora já estivesse entregue ao prazer de sentir como o genro se esfregava forte contra as bundonas dela.

Meu despertador tocava sem parar e eu nem desligava para não soltar minha sogra. Entre gemidos suaves, ela pedia para eu parar e ir trabalhar, mas eu continuava me esfregando nela, até que de repente ela diz: — Goza e vai trabalhar.

Não conseguia acreditar no que tinha ouvido. Com o tesão que tava, e agora com a permissão dela, abracei ela com mais força ainda e apertei meu pau com tudo contra as bundonas dela, descaradamente, dando umas empurradas fortes como se realmente estivesse fodendo ela, até que não aguentei mais e comecei a soltar meu leite, gemendo os dois baixinho, curtindo o ápice do encontro. Só aí, depois de um tempo, nos soltamos, não falamos nada, minha sogra de costas pra mim nunca me olhou. Levantei e, ao sair da cama, pude ver a bunda manchada de porra, que mesmo dentro da minha cueca, tinha atravessado o pano e molhado a camisola dela.

Saí do banho, me vesti e fui embora, sem trocar uma palavra com ela, que fingia dormir na minha cama.

Quando cheguei à tarde, o tratamento dela comigo foi normal, nada estranho, como se nada tivesse acontecido. Esperava ansioso pela manhã do outro dia, a rotina diária, e se minha sogra voltasse a entrar na minha cama, finalmente ia aproveitar aquelas carnes gostosas.

Amanheceu, começou a rotina diária, minha sogra vestindo minha filha na minha cama, enquanto as tetonas dela balançavam na minha frente, já querendo saboreá-las de uma vez. Minha esposa inocente se despede, sai de casa e eu fico sozinho no quarto, esperando minha sogra. Desliguei o despertador pra não me interrompesse caso tivesse sorte e esperei minha sogra já de pau duro.

Fingi que tava dormindo pra ela não ficar com vergonha e uns minutos depois que minha mulher sai, sinto minha sogra entrando na minha cama, de costas pra mim, sabendo perfeitamente o que ia rolar. Se não quisesse, não tinha entrado, era óbvio. Viro, abraço ela por trás e agora vou com tudo. Agarrei os peitos dela e, mesmo ela tentando tirar minhas mãos, me segurei firme e não sobrou outra opção pra ela além de deixar eu apalpar à vontade. Na hora começamos a nos mexer como se eu tivesse comendo ela por trás, os dois quentes, sem mais nada a esconder.

Finalmente tinha aqueles peitões enormes nas minhas mãos, apertava forte por cima do tecido da camisola dela, eram deliciosos, uns peitos enormes que a minha sogra tinha e que finalmente eram meus. Num amasso safado no corpo da minha sogra, baixei a calça do meu pijama e fui pegar a bunda dela, carnuda, enorme, já querendo estar dentro dela.

Com a calça no joelho, levantei a camisola dela e, por cima da calcinha enorme, fiquei esfregando um tempo. Mas quando tentei tocar a buceta dela ou puxar a calcinha pra baixo, ela se assustava e pedia com um tom autoritário pra não fazer. Foi bem autoritária ao dizer que era só um amasso pra matar a vontade, mas que de jeito nenhum eu pensasse que ela ia trair a filha deixando eu comer. No fim, não consegui foder ela, nem deixar ela me tocar ou chupar os peitos dela, só deixou eu apalpar por cima da roupa e, igual no dia anterior, tive que gozar na calcinha dela, deixando tudo melado, foi muito gostoso, mas de comer ela ou chupar os peitos dela, nenhum progresso.

Assim passou a semana, toda manhã minha sogra entrava na minha cama, deixava eu pegar na bunda e nos peitos e esfregar nela, nós dois curtíamos, mas toda vez que eu tentava algo novo, ela me parava na hora, a ponto de ficar brava. Curtia apalpar a velha e deixar a bunda e as pernas todas meladas, mas a situação tava me incomodando, dela não se deixar comer nem chupar. Até que na quinta, quando fiquei insistente demais e ignorei ela, tentando puxar a calcinha dela pra baixo, ela se levantou puta e foi pro quarto dela, me deixando com o pau duro e também irritado.

Foi na sexta que consegui um puta avanço. A mesma rotina de sempre, até que ficamos sozinhos. Me fazendo de dormido, olhando pra janela, sinto quando ela entra na cama. Quando viu que eu não ia me encostar nela, ela vira e me abraça, perguntando se eu tava puto. Falei que sim, que a situação tava me irritando, que me deixava com o pau duro não deixar rolar. Ela disse que não podia fazer isso com a filha dela, que o que a gente já fazia era inconcebível, mas que mesmo assim, curtia muito nossos encontros. Falou que há anos não sentia aquela excitação, que adorava, mas que não podia se deixar comer pelo marido da filha. Eu me fiz de desinteressado, até sentir a mão dela descendo da minha barriga até chegar na minha entreperna. Só de sentir a mão dela descendo devagar, acariciando os pelos, meu pau acordou na hora, até que pela primeira vez, minha sogra pegou no meu pau por cima do pano, com uma das mãos, e começou a me masturbar devagar. Era uma delícia sentir a mão gorda e pequena dela acariciando meu pau com suavidade, sentindo que ela também tava curtindo aquele novo contato. Fiquei de costas pra ela, aproveitando a punheta suave que ela tava me dando, até que me virei e fui pra cima dos peitos dela. Primeiro chupei por cima da roupa, sentindo o bico duro na minha boca, até que puxei as alças da camisola dela pra baixo e consegui tirar os peitos pra fora, devorando eles de uma vez. Tava morrendo de vontade de chupar os peitos da velha e finalmente tinha eles todos pra mim, grandes, enormes, deliciosos. Que nem um bicho, chupei com força, apertando, esfregando a cara neles. Minha sogra De costas, ela não se importou com isso, pelo contrário, ficou com aquelas tetonas enormes de fora, adorando ver o genro devorando elas com tanta vontade.

Enchi o saco de chupar as tetas da minha sogra, elas eram tão gostosas, o cheiro, o sabor, que pedaços de carne mais deliciosos eu tinha na boca, muito brancas com auréolas rosadas e mamilos bem marcados. Eu apertava elas com as duas mãos, esfregava meu rosto nelas, chupava forte os mamilos, enquanto minha sogra acariciava meu cabelo, excitada, curtindo as chupadas. Meio deitado sobre ela, desci uma mão até as pernas dela e enfiei dentro da camisola dela, chegando até a buceta dela. De novo, a mão dela segurou a minha, mas depois de um tempo ela foi cedendo, e minha mão chegou até a calcinha dela, encontrando, através das dobras do pano, os lábios da buceta dela, inchados, com uma umidade que atravessava o tecido.

Comecei a esfregar bem forte, masturbando ela agora. Aí minha sogra mudou completamente, começou a se mexer e gemer mais alto, tentando tirar minha mão, mas eu me mantive firme, enfiando até um dedo naquela parte que tava cada vez mais molhada. Ela começou a ofegar mais e mais forte, até que, gemendo bem alto, parou de lutar e começou a gozar, fechando as pernas, deixando minha mão apertada entre elas, se mexendo de um lado pro outro, com as tetas de fora, enquanto o genro não parava de esfregar a buceta dela. Minha sogra teve um orgasmo enorme, mas, apesar de nós dois estarmos muito excitados, ela também não me deixou foder ela, só ficou ali com as tetas de fora, deixando eu chupar e apalpar ela por todo lado, só me esfregando nela, e eu tive que gozar. Já mais calma, ela pediu desculpas por não se deixar foder, que eu entendesse que ela era uma mulher muito abandonada nesse aspecto há anos, que precisava daquilo e que adoraria ir mais longe, mas que não podia se deixar foder, só por causa da filha dela, senão a coisa seria bem diferente.

Chegou o fim de semana e, obviamente, Nada aconteceu. Entrei na cozinha, minha sogra lavava a louça, minha mulher tinha ido comprar e, me colocando atrás da bunda enorme dela, agarrei os peitos dela e meti por trás. Minha sogra ficou puta da vida, me disse que de jeito nenhum eu fizesse aquilo de novo, que era totalmente proibido, porque em qualquer descuido, a filha dela ia nos pegar. Eu entendi.

Chegou a tão esperada segunda-feira. Eu tava mais tarado do que nunca, esperando minha sogra na cama. Enquanto minha mulher tomava banho e ela vestia minha filha, meus olhos estavam grudados nos peitos da minha sogra, que ria e tentava se cobrir. Ansioso, esperava ter aqueles peitos de novo na minha boca até que, finalmente, minha mulher se despede e vai embora. Deitado com o pau duro, espero ansioso a chegada da minha sogra na minha cama. Finalmente ela aparece no quarto, tira o roupão, mostrando o corpo volumoso dentro da camisola e, antes de deitar do meu lado, me diz pra me comportar, rindo. Mas assim que a tive ali, imediatamente a abracei e, como um polvo, minhas mãos foram contra o corpo dela, agarrando os peitos e a bunda à vontade. Logo a camisola da minha sogra estava toda levantada e, enquanto com uma mão eu acariciava a buceta dela, com a outra eu tocava os peitos chupando-os com força.

Minha sogra, de olhos fechados, curtia o amasso que o genro dela dava, até que, tentando algo novo, tirei tudo e, ajoelhado ao lado da cara dela, tentei colocar o pau na cara dela. Ela riu, ficou com os lábios fechados enquanto eu passava ele por ali, até que ela abriu a boca e comecei a enfiar lá dentro. No começo ela fazia mal, ria, mas depois a risa foi embora e a velha começou a fazer melhor e a curtir me dar um boquete delicioso, enquanto eu amassava os peitos dela.

Isso virou rotina, até porque ela adorava fazer. Toda manhã minha sogra me fazia um sexo oral fabuloso, a gente se masturbava um ao outro, ela me deixava tirar a camisola de dormir, mas sem a calcinha. Eu montava nela, enfiando na boca dela e gozava nos peitões dela, deixando tudo melado, algo que ela adorava, mas de penetração, nada. Até que um dia, enquanto eu estava montado nela chupando os peitos dela, ela com as pernas abertas, eu desci e fui direto na buceta dela, esfregando o rosto no pano molhado. No começo ela tentou me tirar, mas como não conseguiu, ainda meio nervosa, se deixou. Eu puxei aquela calcinha velha dela pro lado e pela primeira vez vi aquela buceta peluda que eu só tinha tocado, com pelos longos e claros, lábios compridos e enrugados, que eu devorei com paixão. Minha sogra se entregou ao prazer e gemia gostoso sentindo a língua do genro invadir a intimidade dela. Peguei a calcinha dela e puxei pra baixo. No meio do caminho ela segurou, me impedindo de tirar, eu menti dizendo que era pra chupar melhor, ela disse que sim, mas que não era pra foder, obviamente menti e falei que não ia foder.

Terminei de tirar aquela última peça, deixando a gorda peituda e rabuda da minha sogra completamente nua, com as pernas abertas, mostrando toda aquela buceta na minha frente. Mergulhei de novo entre as pernas dela e agora sim comi com gosto, abrindo os lábios, enfiando a língua o mais fundo possível, apertando a dobrinha da bunda dela, sentindo minha barba molhada com os sucos dela e minha saliva, até que voltei pros peitos dela. Ela tentou fechar as pernas mas não deixei, com as minhas eu as mantinha abertas. Ela pedia desesperada pra eu não enfiar, e eu dizia que não, mas me ajeitando buscava a melhor posição, até que meu pau roçou a buceta dela, e comecei a me mexer tentando penetrar. Ela dizia — Não! Não! Carlos, pelo amor de Deus, não vai enfiar! —, — Só por fora, sogrinha —, — ahhh não faz isso —, mas já era tarde. Assim que senti que tava numa boa posição, apertei um pouco e a cabeça do meu pau entrou. inevitavelmente na buceta molhada e aberta da minha sogra. – Tá entrando!, tira! - , mas eu ouvi "mete" e sabendo que tava entrando no lugar certo, agarrei ela pela bunda, deixei cair todo meu peso e meu pau mergulhou dentro do corpo dela. - Meu Deus, Carlos, o que você fez! , como se não soubesse que a gente ia acabar assim, - Agora não tem mais jeito, sogrinha, você é minha – Minha sogra não teve escolha a não ser se entregar às perversões do genro. Meu pau já tava completamente enfiado na buceta esquecida dela e ela tava adorando. Ela gemia como se fosse ter um infarto, reclamando de prazer, com as pernas grossas abertas o máximo que podia, esparramada na cama, os peitões enormes caindo pros lados e eu me segurando na bunda dela e metendo sem parar. Virei ela de lado, levantei a perna dela e continuei furando por trás, claro que agora tinha acesso a um dos peitos dela – Que vontade que eu tava de estar assim com você - , - ahhhhh ahhh, que gostoso, não sei quantos anos que não me comiam - , - agora a gente vai recuperar o tempo perdido - , -ahhh mmm que gostoso que é - . Eu me virei de costas e pedi pra ela subir. Ela não era muito ágil nos movimentos. A gordura e a idade dela apareciam, até que ela montou em cima de mim, com os peitões enormes balançando de um lado pro outro, rindo de se ver tão exposta na frente do genro. Ela colocou eles na minha cara e enquanto eu chupava, agarrava a bunda enorme dela, saciando meus desejos mais tarados de ter a mãe da minha esposa completamente pra mim. Ela ficou de joelhos em cima de mim, me deixando tocar ela toda. A barriga solta dela também pendia, mas a sacanagem de estar com ela fazia eu ver ela como uma mulher gostosa. Meus braços mal davam pra abraçar aquela bunda enorme. Eu imaginava como ela devia estar por trás, quando apertava e as nádegas se abriam. Ela se ajeitou no meu pau e eu comecei a meter com vontade, enquanto os peitos dela batiam na minha cara. Depois fiz ela sentar, e meu pau se perdeu entre as carnes dela. Pelo peso dela, mal conseguia me mexer, então ela começou a se mover pra frente e pra trás, sempre de olhos fechados e cara amarrada, sentindo um puta prazer. A real é que minha sogra tinha a pussy bem aberta e bem molhadinha, e meu pau entrava sem problema nenhum, então eu sentia pouco, era mais o tesão de ver ela daquele jeito, mas queria mais e depois de um tempo pedi pra gente trocar.

- Vem, se coloca assim - , - Como? - , - Assim, de quatro - , - Não assim não, me dá vergonha - , - Vem, quero te ter assim - , - Tá bom, que loucura ha ha...

Minha sogra assumiu a posição que eu pedi, engatinhando na cama, com os peitos balançando, se colocando de quatro na cama, enquanto eu, de pé, via aquele cuzão imenso ficar na minha frente, pronto pra receber minhas investidas. Tendo quase um metro de bunda na minha frente, de lado a lado, abri aquelas nádegas enormes e, depois de um bom apalpão com minhas mãos e dedos por todo lado, meti de novo sem pena. A pussy aberta da minha sogra recebeu toda minha fúria, meti com força, batendo naquelas nádegas enormes que tremiam igual gelatina a cada estocada. Daí a pouco minha sogra gemia como se tivesse tendo um ataque e eu não parava de meter o pau por trás, admirando aquela bunda imensa se mexer. Não durou muito nem precisei que ela dissesse que tava gozando, porque os gemidos dela viraram gritos de prazer, e eu vi as mãos dela amassando o lençol, jogando a bunda com força pra trás. Mas não parei, continuei curtindo a bunda da minha sogra por um bom tempo, deixando o pau enfiado até o fundo, agarrando os peitos dela por baixo, tirando e metendo de novo com mais força ainda, até que ela reclama: - Já não aguento mais, chega, goza pelo amor de Deus - .

Eu me sentia um touro, tava completamente excitado, com o pau duro igual pedra, dava pra aguentar mais um tempão, mas ia dar o gosto pra ela. claro que se eu queria gozar, tinha que me ajudar. Falei pra ela abrir as nádegas pra eu jogar minha porra no cu dela. – não, cê tá louco, assim mesmo, vai, goza logo, que já tô doendo –, – vai logo, sogrinha, abre essas nádegas pra eu gozar no seu cu –, – não, porque você vai querer meter por lá –, – não, prometo que não, só quero bater uma punheta com sua bunda que eu adoro –, – tá bom, mas sem meter –

Minha sogra me agradando, com a cara apoiada na cama, leva as mãos pra trás e abre as nádegas, deixando o cu dela bem exposto. Eu me masturbei roçando nele, falando que ela tinha uma bunda muito gostosa, passando a pica por todos os lados. Quando minha sogra abriu as nádegas, dava pra ver a entrada do cu dela bem mais larga que o cu da minha mulher. Ela nunca tinha deixado eu meter por lá, porque era muito apertado, já o cu da minha sogra parecia fácil de penetrar, outro dia a gente trabalhava ali.

Continuei batendo uma olhando pra bunda da minha sogra, roçando no cu dela, até que não aguentei mais. Entre gemidos, falei que tava gozando e, colocando a cabeça da pica na entrada do buraco anal dela, comecei a gozar, gemendo pra ela ficar excitada me ouvindo. Meus jatos de porra saíram molhando a entrada do cu dela e continuaram saindo numa punheta espetacular. Mas não consegui me segurar, com minha pica quase entrando no cu dela, cheia de porra, que num dos meus movimentos, empurrei só um pouco e entrou só a pontinha da minha pica, achando que minha sogra ia reclamar, mas ela não falou nada. De qualquer forma, cumpri minha palavra e não meti. Me esfreguei nela e meti de novo na buceta dela, brincando uns minutinhos com ela, até que soltei minha sogra.

Ela caiu rendida, de boca na cama, reclamando e rindo, falando que tava morta, que a gente tinha feito uma loucura e que eu tinha deixado ela toda molhada. Já não ligava mais que eu visse o corpo gordo dela pelado, tinha perdido a vergonha. Toda a vergonha.
Continuei transando com minha sogra, cada vez mais longos e fogosos. Em poucos dias, o cu da minha sogra já tava quase sendo entregue. Num dos encontros, deitei ela de bruços e literalmente enfiei a cara entre as nádegas dela, meti a língua no cu dela e ela adorou. Depois, ela aguentou eu enfiar um dedo no cu dela enquanto eu comia ela, e quando ela já tava pronta pra me entregar, trocaram meu turno no trabalho e eu comecei a entrar no mesmo horário que a minha mulher, então nossos encontros acabaram, mas só por enquanto.

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