As Aventuras da Lupita capítulo 14Enquanto isso acontecia na feira, na oficina do seu Cipriano, a cena era bem diferente. Lupita só conseguiu tapar o rostinho desesperadamente, sentiu que foi agarrada brutalmente pelos cabelos e depois arrastada por toda aquela imunda oficina, onde tudo fedia a graxa oleosa misturada com lixo. Ela movia as mãozinhas para todos os lados, na tentativa inútil de encontrar algum apoio para não cair, até que sentiu ser encurralada contra uma parede. Foi quando viu seu algoz do momento: um velho nojento de talvez uns 60 anos, que ainda a segurava firme pelos cabelos.
—Tá vendo o que você consegue com suas estupidezes, sua vadia burra do caralho!!! — gritava o velho pelado. — Você já tem mais de 18 anos, se comporte!!!! — com seu pau ainda mais duro que antes, pelo prazer exquisito que sentia ao gritar com uma mulher tão suculenta e virgem.
Lupita estava em estado de choque. Mesmo querendo pedir para aquele energúmeno parar de maltratá-la, as palavras não saíam da sua garganta. O velho continuava vociferando:
—Por acaso não lembra que já estávamos transando na feira e você se comportava como uma verdadeira puta, hahaha!! E agora vem com essa bobagem de que eu não tenho direitos?! Pois agora mesmo vou te mostrar os direitos que eu tenho sobre você!
Ao mesmo tempo, ele pegou o corpo cheio de curvas infernais da estudante inocente, ajeitou-a deixando-a de quatro e, tomando impulso com todas as suas forças: PLAAAFF!! — ecoou abafadamente um tapa que ela recebeu nas carnes da bunda, a colegial submissa.
—E pra você saber direitinho quais são meus direitos sobre você, vai saber agora mesmo — disse seu Pedro, enquanto se ajoelhava atrás do corpo de Lupita, que ainda estava de quatro. E sem aviso, pegando a colegial de surpresa, ele abriu o par de nádegas portentosas, ajeitou seu pau que já estava quase estourando de tanto sêmen acumulado, e enfiou... Mando guardar de uma só vez até o fundo do seu glorioso e excelso pedaço de bunda, para começar a comê-la de um jeito selvagem e raivoso, como para ensinar quem é que manda, —Jjajajajaj mas que gostoso e apertado você tem o cu, garota endiabrada, tomaaa!!, tomaaaa!! Esse é meu direito sobre vocêee, vadia burraaaaa!! — ele gritava a cada feroz enfiada que dava no seu cu.
Lupita já não dizia nada, só se deixava foder para que aquele mecânico exaltado não fosse matá-la na porrada, só se deu a aguentar as ferozes investidas e estocadas às quais estava sendo submetida contra a sua vontade, —Plafff, plafff, plafff, plafff — retumbavam as sonoras séries de ferozes palmadas que a jovem recebia nas carnes do seu glorioso e bem-formado bundão, sentia como o seu Pedro tirava e metia o seu pau com desesperada aceleração, enrabando-a até a saciedade, apesar de quão violento tudo aquilo resultava, ela gozava de verdade.
Mas o veio não era burro, apesar de estar se dando muito bem, gozando plenamente de um bundão jovem e lindo de 18 anos, sabia que a colegial tinha outra parte do corpo que prometia prazeres ainda maiores, por isso foi gradualmente diminuindo suas investidas até que, com muito cuidado, retirou seu poderoso artefato carnal do precioso reduto que, pela segunda vez naquela noite, havia desfrutado, para então se pôr de pé e novamente pegar violentamente os cabelos de Lupita e fazê-la se endireitar, a jovem ficou de joelhos, com o pau grosso do seu Pedro a apenas centímetros dos seus lindos olhos verdes.
—Agora quero que me chupe, putona, e se esforce, porque senão você já sabe o que vai acontecer — Lupita só então notou que o veio tinha um pau monstruoso, procedeu a, com uma mão, afastar o rosto dos cabelos despenteados e, com a outra, segurou o pau que agora estavam pedindo para ela chupar, apesar do profundo nojo que aquela ferramenta de carne nojenta lhe causava, Ao vê-la toda oleosa, com restos dos sucos de seus próprios interiores, que estranhamente pulsava de cima para baixo, de veias inflamadas azuis e esverdeadas inchadas, e que em sua base estava frondosamente coberta por uma grande quantidade de pelos grossos e negros anti-higiênicos, ela foi abrindo sua angelical boquinha, tal como em uma ocasião já havia feito com o pau do mestre Tulio, e o engoliu de uma só mordida quase até a metade, com o único desejo de deixar contente o velho que por ora era seu dono, segundo ele mesmo havia dito, e para que ele não continuasse gritando com ela.
Quando o velho Pedro sentiu seu pau ser preso pela doce e fresca boca de Lupita, sentiu-se no próprio céu. Mas que delícia tinha a boca dessa garotinha endiabrada! A colegial envolvia com sua língua parte do tronco e da glande, fazendo com que seu dono quase perdesse os sentidos da razão. Sem pensar duas vezes, o velho Pedro agarrou firmemente os cabelos de Lupe e começou ele mesmo a dirigir a chupada, movendo aceleradamente a cabeça da jovem como se estivesse a fodendo pela boca.
Lupita, sufocada ao máximo por tanta intrusão de pau em sua boca e garganta, já estava babando grandes quantidades de saliva que escorriam pelas comissuras de seus lábios. De vez em quando, ela se engasgava. Era muita a quantidade de saliva que caía também de suas próprias fossas nasais, que, pela pressão exercida por aquele pau satânico, a grande quantidade de fluxos salivares misturados com líquidos pré-seminais buscaram o caminho das narinas da jovem para serem expelidos com violência a cada engasgo que a pobre garota sofria. O veio, alheio a tudo isso, só gozava fodendo a boca de Lupe, com seus olhos semicerrados e sua boca nojenta aberta e desprovida de dentes, demonstrando o imenso prazer que estava experimentando.
—Que bem você mama, vadiaaa!! —exclamou o horrendo mecânico, inconsciente de que ele não se... estavam chupando, simplesmente era ele quem estava comendo a cabeça da Lupe.
Por sua vez, a garota resistia com mansa e dócil resignação ao que lhe estavam fazendo, já estava clara sobre o que aconteceria se reclamasse ou criasse problemas, ali era o don Pedro quem mandava, a pobre e entregue moça já assumira isso.
O velho tirou de uma vez da boca dela para não gozar dentro, e produto do impulso acelerado em que a estavam usando oralmente, a jovem caiu de costas, seu rostinho lindo estava embalsamado com fluidos estranhos e saliva misturada com porra, don Pedro no ato se encarregou de espalhar ainda mais por todo seu rosto, até que seus poros absorvessem essa essência masculina ao mesmo tempo deliciosa e nojenta, continuou cuspindo sêmen por seus peitões fenomenais, que também estavam banhados com esses fluidos, don Pedro se encarregou de espalhá-los por todo o corpo da Lupita, que dava a impressão de estar totalmente lubrificada.
A colegial uma vez já recuperada de um tratamento tão selvagem, percebeu que o veio, apesar de sua aparência decrépita, a pegou nos braços sem nenhum tipo de complicação, para de uma forma não tão violenta como a havia tratado anteriormente, jogá-la sobre a cama que há um tempo a deixava nervosa, já que praticamente sabia o que ia acontecer nela.
Lupe muito nervosa e assustada com os acontecimentos que se avizinhavam, viu o velho com seu pauzão imenso desafiando os céus, ir vasculhar entre suas roupas para depois dizer e dar conhecimento...
--Escuta aqui, piranha!!, ele dizia enquanto em suas mãos mantinha a infração por prostituição, e a identificação escolar da Lupe, --A verdade é que não quero ter que te bater de novo, mas se me obrigar a isso não duvide que vou fazer, se olhar bem vai perceber que aqui nas minhas mãos tenho esses dois documentinhos seus, que têm todos seus dados pessoais, os quais vou ficar de lembrança, tá me entendendo?, perguntava don Pedro Olhando com cara de demônio para a assustada Lupita, que concordou com um leve movimento de cabeça, —Quero ouvir, sua estúpida? Diga que entende!!,
—Sim, seu Pedrooo… eu entendo!, respondia a terna e nua jovem que com uma mão tentava cobrir seus peitos e com a outra seu terno e tímido buraquinho.
—Bem, deixo claro que agora vamos nos dedicar a foder como animais no cio, e quero que você faça sua parte para me deixar bem e satisfeito, porque senão, além de te dar a surra da sua vida de novo, segunda-feira de manhã vou até sua escola e conto para todos os seus professores que sua aluna sai para se prostituir à noite, tá claro, sua puta, hehehe, sem mencionar que agora posso ir até sua casa, não me interessa saber com quem você mora, mas com certeza vão ficar muito interessados em saber o que a gostosa da filha deles faz quando dão permissão para ela sair para se divertir, e eu acho e tenho certeza que você não quer isso para você, gostosa, né!
—Sim, seu Pedro, eu não quero isso para mim, snifff!!, por favor farei tudo que o senhor quiser!! mas não vá na minha casa me acusar, snifff…snifff, nem na minha escolaaa Sniffff!! Snifffff!! chorava desconsoladamente.
—hahahahahaha!! Isso sim tá melhor, meu amorrr, a partir de hoje você passa a ser minha mulherrr!!, minha fêmeaaa!!, minha putaaaaaa e em todas as letrasss!!!, vou te transformar numa putaaaaa!!, vou te comer todas as vezes que eu quiser, hahahahaha!!
Lupita o viu se aproximar para deitar naquela cama imunda onde ela seria transformada em mulher, a cada movimento que o velho fazia para se acomodar junto ao seu corpo, a cama rangia obscenamente, o que a deixava ainda mais nervosa…
—Já, puta, se entrega, me dá uns beijinhos hehehehe, dizia o veio enquanto a abraçava e buscava sua boca fresca, Lupe não sabia o que fazer, estava longe de querer se entregar de boa vontade para aquele velho desalmado e com tesão, mas sabia que seu destino dependia disso.
Seu Pedro, deixando a sessão de beijos para depois, pegou a mão com que ela O jovem cobriu seus seios e a deixou de lado, também tirou a outra com a qual Lupita protegia sua buceta. Uma vez que conseguiu que a assustada colegial deixasse à vista seus mais preciados tesouros, sentiu-se satisfeito. O velho, por mais tarado e malvado que fosse em suas coisas, tremia de emoção por estar deitado com uma mulher de tais características. Nojentamente, começou a lamber seu rosto suave, enquanto falava em seus ouvidos perfumados:
— A partir de hoje você passa a ser meu brinquedo pessoal, minha potranquinha gostosa. Você será meu lindo e pessoal objeto sexual, e vou brincar com você até me cansar, até você rebentar de tanta pica que vou enfiar em você.
Ao mesmo tempo, com suas mãos nojentas, começou a apertar seus peitos e percorrer todo o resto de seu corpo.
— Mmmmmm... que cheiro bom, delícia, mmmmm… siii... coisinha gostosa, vou te deixar louca!!... E se esforce para me satisfazer, porque se eu me cansar de você, vou oferecer você a todos os meus amigos para que brinquem com você quando tiverem vontade, e vou te fazer putanhar nas ruas para ganhar um bom dinheiro às suas custas. Então, por favor, não me encha o saco com suas bobagens, de que você é virgem e pura. Comporte-se bem e vá abrindo as pernas, vamos, gostosa, faça isso, abre elas para o seu macho, sua putinha safada!!...
— Fique de joelhos no final da cama e me chupa de novo, sua vadiazinha!!, quero ver essa bunda bem levantada, me faz um bom boquete!! — solicitou don Pedro enquanto se acomodava de costas para aproveitar a nova felação que estava exigindo.
Lupita, como pôde, foi se posicionando como haviam ordenado. E uma vez com suas duas mãozinhas trêmulas bem seguras na base peluda de sua pica ereta e portentosa, e pensando que não queria que esse homem horrendo se aproximasse nem um pouco de sua casa ou da escola, enfiou-a na boca para começar a chupar e lamber com os olhos fechados, tentando não pensar em nada além de fazê-lo sentir bem, e também para que don Pedro não ficasse bravo. com ela. Com uma deliciosa concentração, ela o chupava, com sua boquinha bem apertada, sua cabeça subindo e descendo, e fazendo círculos de vez em quando, chupando sem parar um só momento, como uma verdadeira possuída pelo demônio, lambendo, movendo a língua circularmente pelo tronco venoso e a cabeça do pau, concentrada também em suportar o nojo repulsivo, e esperando qual seria a próxima ordem de seu macho. --Ohhhhh!! Mas que gostosa você é pra chupar o pau, mamitaaa!!--É assim…assim…Mmmmm…Arghhhhh!!, grunhiu o veio, diante da deliciosa chupada que Lupita estava lhe dando, --Engole tudooo tudooo!! Engole tudooo, putaaaaa!!... Depois de uns 10 minutos de uma morbosa e gostosa boquete, Don Pedro tirou o pau de uma vez, parecia que a garota tinha aprendido muito bem quais eram suas novas obrigações, o veio ficou olhando para ela absorto, que gostosa estava a garota ajoelhada na cama e com os cantos dos lábios escorrendo restos de líquido pré-seminal, com seus peitos brilhando de suor por causa da tarefa mórbida em que tinha estado ocupada.
O velho determinou que já era hora de possuí-la, de torná-la sua, ele realmente queria enfiar nela até o coração. Há muito tempo não se sentia tão atraído dessa forma por alguma mulher, e claro, Lupita era uma garota linda, que esse velho horrendo e degenerado jamais teria a oportunidade de possuir, se não fosse pelo estranho curso dos acontecimentos.O fato é que uma imensa e instintiva necessidade animal de destruí-la a pau se apoderou de sua mente desequilibrada, talvez fosse por seu cheiro, por seu aroma de inocência imaculada, ou por sua beleza.
Don Pedro, perdido em um mar de desejos degenerados, a pegou com força para deitá-la de costas naquele colchão sujo. Lupita, antecipando o que estava por vir, instintivamente cruzou as pernas em sinal de proteção para sua vagina quase natural e depilada, com seus escassos e finos pelinhos negros e sedosos. O veio, ao notar a reação da assustada colegial, disse:
— Agora vou enfiar em você, gata, então não vem com essas bobeiras. Vou enfiar de uma vez, pra que assim tudo seja mais rápido pra você e você não sofra tanto, hehehehe. Embora eu saiba que vai doer mesmo, mas se você se comportar, vai ver que vai gostar tanto que depois vai ficar me procurando pra ganhar rola, hahahaha!! Você vai ser minha mulher, gata. Vou te comer como nunca mais ninguém vai fazer, e no momento em que eu enfiar, você nunca vai esquecer, hahahaha — dizia o homem detestável, enquanto se posicionava entre as lindas coxas abertas de Lupita, que ele mesmo se encarregou de ir abrindo.
Ela sentiu seu corpo ser esmagado pelo de Don Pedro. O veio já havia montado em cima do corpo jovial da colegial, que estava quase sufocada debaixo dele e com suas belas pernas abertas, esperando pelo desconhecido. O veio posicionou seu armamento na entrada da pequena fenda íntima de Lupita, passou os braços por debaixo das costas da jovem para segurá-la pelos ombros macios e a apertou. contra ela, em sinal de poderio masculino, e sem esperar mais nada, ele empurrou com todas as forças para dentro da vagina da terna colegial. Lupita experimentou agora uma dor imensa, quase animal, jamais sentida em sua vida. Nem mesmo quando o zelador corcunda Juan lhe arrombou o cu doeu tanto, ao sentir a cabeça grossa do pau do don Pedro tentar furar sua vagina.
— Arggghhh, que apertada você tem essa bucetinha, diabinha — disse don Pedro bem ao lado de seu ouvido, ao mesmo tempo que desferia outra feroz investida pau-vaginal que também não teve sucesso. Lupita apenas chorava silenciosamente pela dor em sua vagina e por tudo que estava vivendo. As lágrimas brotavam copiosamente de seus lindos olhos verdes e escorriam lentamente por seu rostinho. Sua visão era apenas o teto daquele quarto imundo e os pelos grisalhos de don Pedro que quase tapavam sua vista. — Se prepara, garota, porque agora vou meter de verdade!
O mecânico, com muita concentração e ímpeto mórbido, empurrou novamente com força desmedida sobre os apertados lábios vaginais da jovem. Para sorte dele e azar dela, eles cederam ante a impecável estocada de pau que lhes foi desferida, permitindo a entrada até a metade de seu pênis grosso naquele corpo endemoniado de Deusa que ele desejava já havia pelo menos umas três horas.
— Aaaaaayyyyyyyyyyy!! Ayyyyyyyyyyyyyy!! Don Pedroooo!!, por favorrrrrrr!! Já… não… me… en… te… raaaaa!! Sniffffffffff! Snifffff!! Sniffffff!!
Lupita sentia que estava sendo arrombada por dentro, suas carnes se rasgavam ante a brutal intrusão em seu corpo delicioso.
— Cala a boca, vadia mal comida, e aceita meu pau! Tomaaaa!! — rugiu don Pedro, dando um terceiro e ainda mais brutal empurrão, no qual Lupita acabou por engolir vaginalmente todo o pau de don Pedro. Ele havia entrado totalmente; apenas os pesados sacos cheios de sêmen quente e grosso haviam ficado fora do corpo da linda garota. jovem recém-estrenada sexualmente.
Estava feito, Lupita já não era mais virgem, Don Pedro Ventura, um nojento e velho mecânico, havia se encarregado de tomar e usurpar a virgindade da terna colegial, recém-convertida em mulher, deixando-a para ele pelo resto de sua miserável existência.
O veio permaneceu enfiado dentro do corpo de Lupe e em toda sua extensão vergal, por cerca de dois minutos aproximadamente, o calor interior do corpo daquela jovem Deusa que envolvia sua cock era o maior prazer que ele jamais havia experimentado em sua vida, não queria sair nunca daquela apertada buceta que neste momento, de forma forçada, abrigava sua grossa tranca, no quarto só se ouviam os sonoros soluços da mulher recém-desvirginada.
Uma vez que o velho quente e degenerado de Don Pedro determinou que já era tempo suficiente para que aquele apertado reduto amatório se acostumasse às suas dimensões vergais, concluiu que já havia chegado o momento de começar a se mover, para que aquela jovem e tremenda colegial visse e soubesse o que era foder com um verdadeiro macho quente,
—Que delícia de buceta você tem, garota, dizia o veio babando e com os olhos fechados, —Eu não sairia do seu corpo nunca, você é uma verdadeira potranca feita para ser fodida por um verdadeiro potro selvagem, mas agora você vai saber o que é foder de verdade, gostosa, hahahaha!!, Vai sentir o que ninguém nunca conseguiu te provocar e eu juro, garota, que você vai gostar tanto que vai querer repetir a operação o quanto antes, Hahahaha!!, Vou te foder e vou te engravidar!! Você será a mãe dos meus 4 filhos que vou te dar!!, dizia ele rindo e zombando de uma enfiada e angustiada Lupe, que ainda mantinha a boca aberta em um sufocado grito de dor, com os olhos bem abertos e vidrados, produto do enlouquecedor impacto emocional e do calvário carnal.
Don Pedro começou a se mover lentamente de forma culiatória, metia e tirava sua tranca somente até a metade, o O calor e as sensações prazerosas que a vagina daquela deusa núbil proporcionava ao seu pau eram indescritíveis. Lupita, por sua parte, esmagada e se deixando enfiar, nem conseguia se mexer a cada estocada que recebia com fúria animal. Sentia que praticamente a estavam empalando pela buceta. O velho se movia cada vez mais forte, tentando penetrar o máximo possível naquele corpo curvilíneo e juvenil. A cama rangia ritmicamente sob as bombadas ferozes do mecânico.
Os minutos foram passando e don Pedro se movia cada vez mais forte e rápido. Serrava, enfiava, perfurava fundo o interior de Lupe, fazendo círculos com a intenção de alargar a boceta da jovem entregue. O homem suava como um animal. As lágrimas nos olhos de Lupita já haviam secado; por agora, ela suportava estoicamente as arremetidas bárbaras e cruéis de pau que metiam em seu corpo. Ela também suava, como comprovavam alguns fios de cabelo grudados em seu rosto e certas gotinhas de suor que se acumulavam entre seu rosto e nariz. Não percebeu quando foi o momento em que fechou os olhos, deixando que o velho montado em seu corpo curvilíneo fizesse o que quisesse com ela. A dor foi passando gradualmente. A questão é que, por agora, a foda que estava levando era de campeonato, e ela a sentia com as pernas bem abertas e os olhos fechados.
Don Pedro sabia que tinha que aproveitar essa chance. Não estava muito seguro se, depois da segunda gozada, seu pau iria ficar duro de novo. Portanto, determinou que tinha que prolongar ao máximo aquela foda antológica que estava dando numa linda estudante de 18 anos. Os gritos de dor e os gemidos que Lupita soltara gradualmente foram diminuindo. Agora, naquele quarto, a única coisa que se ouvia era o prolongado ranger da cama sob os movimentos bruscos que faziam sobre ela. os suspiros de prazer de ambos amantes diante da foda desenfreada que estavam dando.
Lupita, totalmente confusa, não sabia o que fazer. A dor em sua buceta havia diminuído, mas era uma dor estranha que a fazia se sentir gostosa. Percebeu que quanto mais funda era a enfiada, mais a dor parecia desaparecer e, como era lógico que ela queria que sumisse, lentamente começou a empurrar para frente.
Após alguns minutos dessas sensações estranhas no corpo da colegial, Lupita já não se movia para fazer a dor desaparecer nem nada parecido. Agora, ela já estava transando por pura e genuina tesão. Em um momento, don Pedro pensou que a garota o havia abraçado para se segurar, mas quando, em uma pausa, ele parou para analisar o que estava acontecendo lá embaixo, com prazerosa emoção comprovou que a jovem continuava movendo seus quadris para trás e para frente. Então, como forma de agradecimento, começou a se mover e a enfiar o pau de uma forma quase insana. Agora sim, a coisa boa estava por vir, pensava o feliz e tarado velhote.
— Ahhhh, que gostoso você rebola, putinha!!! Eu te disse! Sabia que você ia acabar gostando, hahahaha!!! — dizia ele, preso pela excitação.
Mesmo assim, Lupita se sentia envergonhada. Perguntava-se como podia estar se sentindo tão gostoso enquanto aquele homem nojento maculava seu corpo daquela maneira, mas não conseguia parar de mover sua cintura e quadris. Sua mente ordenava que se agarrasse com mais força ao corpo velho daquele que agora já havia se tornado seu homem. Ela não queria admitir, mas, a essa altura, já estava se divertindo muito na cama com don Pedro. Lentamente, de sua mente foram desaparecendo aquelas terríveis imagens de quando o detestável homem a havia batido, mas sua consciência ainda lembrava que, apesar de tudo o que havia acontecido, ela estava sendo estuprada, sem contar as contínuas imagens de ver seu professor Túlio chupando o pau e gozando como uma verdadeira... puta com o zelador corcunda Juan.
Mas seu corpo a convidava a esquecer todos eles, as gratificantes enfiadas que davam em sua anatomia perfeita iam acabar por enlouquecê-la de prazer, don Pedro estava sendo muito bom com ela, pensava nas nebulosas de seu subconsciente, até que já querendo acabar com todos aqueles sentimentos confusos sua mente decidiu claudicar diante de todos os seus pesares, e se entregou em corpo e alma a tudo o que aquele libidinoso velho tarado quisesse fazer com ela.Suas mãozinhas delicadas com unhas muito bem cuidadas, lentamente começaram a deslizar pelas largas costas de don Pedro, Lupita em um momento se sentiu emocionada, por estar em tais circunstâncias com um homem muito mais velho que ela, e que este a estivesse fazendo sentir, a vergasso limpo, aqueles gratificantes e arrebatadores arrepios de prazer em seu corpo.
Don Pedro, que já se sabia vencedor daquela quente disputa sexual, separou seu corpo levemente para admirar a deusa que possuía enfiada com seu trambolho, viu-a com seus idílicos e perdidos olhos verdes semi-cerrados, como também pôde ver que de seus lábios vermelhos caía uma pequena quantidade de saliva, sinal de demonstração inequívoca de que aquela bela mulher já havia sucumbido aos deliciosos prazeres da carne, notou que a cada enfiada profunda que enterrava na sua buceta, a mulher emitia um audível: — Shhhhhhhh!!... Aaahhh!!
O veio, sem perder tempo e aproveitando a ocasião, buscou com febril desespero aqueles preciosos lábios vermelhos semiabertos que lhe prometiam o paraíso, Lupita o recebeu quase com agrado para então fundirem-se ambos no mais apaixonado beijo de língua que ambos jamais em suas vidas haviam dado em ocasião alguma.
O casal se beijava cada vez mais lascivamente, a potente colegial, guiada por um novo afeto recém-nascido e aflorado de suas progesteronas revolucionadas, foi subindo suas mãozinhas até a nuca de don Pedro, e pela segunda vez na noite dava-se a aplicá-lo novamente um... Delicada massagem com as pontas dos dedos na pele áspera e reinada por pelos grossos e desgrenhados, grisalhos, na cabeça do homem que a estava comendo à força.
Lupita agora devorava a boca de don Pedro como uma possessa, seus dedos delicados se perdiam entre os pelos grisalhos e hirsutos do mecânico, brincava nojentamente com sua língua e a dele, revolvendo a grande quantidade de babas de ambos que se acumulavam dentro de sua boquinha fresca, e ela se encarregava de engolir tudo, era uma verdadeira deusa do prazer naquilo que a garota terna se transformara, o velho ainda não queria acreditar, por isso retribuía como agradecimento com enfiadas sólidas e profundas de rola, para fazê-la ver que a partir daquele dia ele era seu único macho.
Don Pedro mal conseguiu se separar dos lábios desesperados de Lupe e, sabendo e tendo comprovado que já era o vencedor, disse: — Eu te disse que você ia adorar meu pau, sua vadiazinha!! Vamos, me diz que você ama minha piroca!!, exclamava don Pedro sem parar de meter com violência…
Lupita não respondia nada, o calor imenso e enlouquecedor que tomara conta de seu corpo não permitia. Seus gemidos e suspiros de prazer começaram a aumentar em volume e intensidade, transformando-se em gritos e uivos de prazer carnal e sexual autênticos, don Pedro mantinha seu ritmo frenético de mete e saca, e conforme os gritos da colegial aumentavam, mais ele acelerava e ganhava força em seus movimentos, até que seus ouvidos ouviram o que ele tanto ansiava ouvir, os gritos e palavras que Lupita exclamou foram claros e concisos:
— Ahhhh… siiiim… gostosoooo… papaiiiii!!…
— Você gosta de como eu enfio, sua vadiazinha!!, perguntava o velho tarado, — Simmmm, don Pedroooo, enfia tudo o que você quiser, mais fundoooo, mais fundoooo!!, exigia a colegial enquanto balançava com força seus quadris para tornar a enfiada mais profunda,
— Você é a melhor gostosa que eu já comi, sua putinha Vamos lá! Diga que você é minha putaaa!!, exigia o velho, que continuava serrando e banhado pelo suor e pela tesão do momento.
– Siiim, papaiii!! Eu sou sua putaaa!! Sou sua putinhaaa!! Sou sua mulherrrrr!!, Lupita não estava consciente de todas as safadezas que estava dizendo ao velho, que soube levá-la a tal estado de excitação.
Don Pedro via claramente a descontrole que a bela jovem estava sofrendo, que agora movia os quadris ritmicamente às enfiadas que ele, cheio de tesão, lhe concedia. Com prazer, comprovava que o corpo de Lupe estava sendo tomado por fortes e brutais espasmos de prazer. Ele via a garota se contorcer e tentar se encaixar ainda mais firmemente em seu próprio corpo. Além disso, tinha a sensação de que os músculos vaginais da jovem se contraíam, abraçando e apertando seu pau. E, totalmente fora de si, ela pedia:
– Continuaaa!! Continuaaaa!! Enfia ela todinhaaa!!... Estou quase lá... Enfia mais forteee!! Toda… Todaaa!!
O feliz e feroz mecânico começou a empurrar para dentro da jovem sem parar, até que ambos os púbis – um suave e quase depilado, em contraste com o outro, bem peludo – ficaram colados, fazendo círculos copulatórios enlouquecedores, sem se desgrudar nem um milímetro. Ambos os corpos já estavam quase à beira de um orgasmo fenomenal. Até que, para o deleite de don Pedro, ele pôde notar que, na iminente explosão que se aproximava no corpo de sua parceira, sua vagina derramava jatos abundantes e quentes de líquidos vaginais. Ele não sabia se eram urina ou outro tipo de fluido, mas tinha certeza de que estavam banhando de forma deliciosa seu pau já quase dolorido.
– Assim!! Assim!!... don Pedroooo!! Me dá mais forteee... me dá mais forteeee!!..., continuava vociferando Lupita, com as costas totalmente arqueadas e a vagina levantada, na tentativa de que don Pedro não Ele tirou o pau da sua bucetinha.
O velho sentia que seu pau estava enterrado até o fundo das entranhas ternas daquela doce e quente potranca, que estava perdida em total tesão. Até que o corpo de Lupita não foi capaz de resistir tanto prazer: uma formidável e prazerosa corrente elétrica, nascida do fundo de sua putaria, se expandia em torrentes por todos os membros de seu corpo, fazendo-a explodir no mais formidável e grandioso orgasmo sentido em sua vida — nem mesmo o "fode você, Juan" a havia feito experimentar algo assim, quando ele a fez estrear pelo cu.
— Siiiiiiiiiiiiiii!!! — gritou Lupita como uma verdadeira possessa. Seu grito de prazer foi emitido do mais profundo de seu ser e de sua alma, percorrendo e ecoando por todos os cantos da vazia oficina de don Cipriano.
Da mesma forma, don Pedro determinou que esse era o momento exato para derramar sua semente urgente e pressionante dentro do corpo daquela estudante tão estupenda e curvilínea. No momento em que Lupita soltava seu grito de êxtase, o velho a calou com um beijo nojento na boca, que dava a impressão de que ele estava a devorando, para então se separar e avisá-la:
— Você é uma Deusa, pedaço de vadiaaaaa! Já não aguen…tooo…maisssss! Vou…me…go…zar… dentro…do…seu…cor…pooooo!! Ohhhhh que…delí…ciaaaaa, você…vai…re…ce…berrrrr, pu…taaaaa!! To…maaaaaaa!! — rosnou com desespero e, fixando o olhar no belo rosto descongestionado de Lupita, derramou dentro de seu estômago de 6 a 8 jatos potentes de semente fervente e reprodutiva, que jorrava em abundância e com força de seu pau, queimando as entranhas da colegial excitada, que sentia a potência e virilidade de seu macho e pensava que aquela era a experiência mais linda e gratificante jamais vivida em sua existência.
Ficaram grudados nessa posição por um tempo indeterminado, Lupita com suas belas coxas bem abertas e com don Pedro ainda enfiado com seu pau dentro do corpo dela, tinha sido a transa da vida para os dois, e o velho estava totalmente disposto a repetir assim que suas forças permitissem. Lentamente, o mecânico foi saindo e se desprendendo do corpo portentoso de Lupe, ambos ficaram deitados na cama exaustos, para que seus corpos suados pudessem assimilar o prazer recebido, e para que seus ritmos cardíacos se regulassem e suas respirações agitadas voltassem ao normal.
— Você é uma verdadeira puta na cama na hora de fuder, gostosa, o sonho de qualquer macho tarado como eu, hahaha!! — dizia o veio ao mesmo tempo que a abraçava e a fazia se colar à sua obesidade. — Foi uma das melhores fodas que já dei na minha vida, por hoje acho que já basta, gata, vamos descansar um pouco e depois te levo em casa, olha que quero saber onde mora minha mulher, hahaha!!
Lupe, para quem a tesão já tinha passado pela metade, e se esforçando para entrar em razão, respondeu:
— Seu Pedro, não precisa me levar, acho que posso ir sozinha, vou pegar um táxi. A jovem não queria que aquele velho com quem tinha se revirado soubesse onde ela morava.
— Nããão!! — respondeu o veio. — A partir de hoje você é minha mulher, e eu sou seu marido, e não vou permitir que minha mina ande sozinha pela rua à noite, ou quer que apareça algum velho degenerado por aí e te coma, hahaha!! — ele riu, pois sabia muito bem que era exatamente o que tinha acontecido com a garota pegável que ele já via como de sua propriedade.
Depois que descansaram nus e abraçados por um tempo indeterminado, no qual Lupe foi voltando à sua triste realidade e assimilando que tinha sido estuprada, o velho decidiu que já tinham descansado o suficiente, ordenou que a menina se vestisse enquanto ele colocava seu macacão de trabalho. Ele tinha pensado em levar a colegial para sua casa para poder continuar comendo ela. no dia seguinte, mas sabia que isso poderia trazer problemas, já que a família da jovem poderia se preocupar e começariam a procurá-la. Ele se conformava em ter em seu poder o falso atestado que certificava que Lupe era uma vadia vulgar, pois isso lhe garantia encontros futuros e prazerosos com a colegial todas as vezes que ele quisesse, além de planejar a forma de poder deixá-la e levá-la para viver com ele, até que se cansasse.
Antes de sair daquele quarto nauseante e sujo, ele pôde ver a grande mancha de sangue que havia ficado no colchão imundo, sinal irrefutável de sua desvirginização nas mãos de don Pedro. O velho, ao ver como a jovem encarava a cena do que havia acontecido ali, disse profeticamente:
— Não se preocupe, vadia. Vamos deixar assim mesmo. No fim das contas, quem sabe que pedaço de gostosa mal-amada vai vir ser comida de novo nessa cama, em cima dos nossos fluidos já secos? Hahahaha!
Ele ria enquanto a empurrava para fora daquela oficina mecânica quente, onde sua virgindade violada ficaria para sempre. (Faltava pouco para amanhecer.)
(4 horas antes, aproximadamente, na casa de Claudia)
Uma vez que já estavam na sala de estar da casa da loira estudante, o professor Tulio não acreditava que estava prestes a deitar com Claudia. Sabia que os pais dela só chegariam ao meio-dia de domingo, portanto tinha todo o tempo do mundo para comê-la como queria há muito tempo.
Enquanto o sortudo e feliz professor estava perdido em um mar de desejos perversos e lascivos, a loira servia outras duas doses de tequila para esquentar o que seria o encontro sexual com seu professor, em troca dos boletins semestrais do seu último ano de colégio.
Claudia, que neste momento nem se lembrava mais da sorte de sua amiga, por causa do álcool em sua mente, permanecia nervosa — metade pela feiura do velho com quem estava prestes a... deitar, e em parte por saber-se também muito excitada por estar prestes a cometer tal abominação.
—Espere-me aqui, vou ficar mais confortável — disse a poderosa Claudia ao seu professor.
Não foram mais que três minutos que a bela estudante demorou para ir ao seu quarto e voltar, mas o velho quase enlouqueceu quando a viu aparecer do quarto totalmente nua. Seus olhos de réptil pareceram crescer três vezes mais do que seu tamanho normal. Claudia caminhou lentamente até onde estava o sortudo professor, que nem percebia como a baba escorria de sua boca diante do espetáculo obsceno que uma de suas alunas mais lindas lhe oferecia.
Claudia graciosamente posou seu corpinho dourado em uma poltrona que estava a apenas um metro do professor Tulio, que não perdia um único detalhe das curvas enlouquecedoras que a loira lhe oferecia.
—E aí, professor?… Quer que eu esquente um pouquinho mais? — perguntou com voz de *slut* profissional.
—Siiim, mamitaaaa!! Estou quase jorrando leitão na calça…
Claudia, sabendo que não havia mais nada a esperar, compadeceu-se do pobre homem e, deixando de lado qualquer tipo de pudor ou sentimento de rejeição corporal devido à sua feiura, levantou-se da poltrona para ficar de pé ao lado dele. Passou seus braços nus por ambos os ombros do professor, sentindo que a barriga proeminente do homem não permitia que ela se encostasse como gostaria. Mas o veio, ao ver o pedaço de mulherão nu que já tinha em suas mãos, agarrou-a e a prendeu com brutal e ansiosa desesperação.
—Ai, professor, não seja tão apressado! Jijiji — dizia e ria a loirinha, que ainda mantinha seu drink em uma de suas mãozinhas, ao notar o ímpeto com que o veio apalpava quase todo seu corpo nu, evidenciando assim a tremenda vontade que o professor Tulio tinha de enfiá-la dentro dele…
O veio buscava com afinco os lábios saborosos da nua Claudia, que não hesitou muito em deixar-se beijar pelo homem ainda vestido, lentamente e a… Enquanto o beijo nojento continuava, o velho foi se acalmando. A loira sentia nojo em alguns momentos, mas, ao sentir a dureza que se fincava em seu ventre nu e perfeito — que não tinha nem um milímetro de gordura —, foi suportando aos poucos. Em um minuto, a colegial transável já estava entregue e excitada. Ela conhecia muito bem os prazeres do ato de acasalamento, então, sutilmente, foi se separando daquele que seria seu amante naquela noite, para passar a outra taça ainda cheia e pegar sua mão gorda e oleosa, convidando-o para ir ao seu quarto, onde a contenda sexual lasciva se desenrolaria.
A loira o guiava. Os dois futuros amantes atravessaram de mãos dadas a sala de estar até chegar ao dormitório da jovem. Quando a loira quis apagar a luz do abajur, o veio interveio:
— Nem pense nisso, putinha. Ainda acho que seu preço é um pouco alto, então vamos fazer com a luz acesa. Não quero perder nenhum detalhe do seu corpo na hora de te meter e quando já estivermos fodendo. Além disso, não seria justo: você me deixou de pau duro a noite toda, e esse momento não vou desperdiçar, hehehe…
A estudante subiu na cama de quatro. O professor excitado começou a se despir quase com desespero. Em um minuto, já estava nas mesmas condições que Cláudia, que, ao vê-lo em sua total e nojenta nudez, quase se arrependeu. Mas disse para si mesma: “Tudo pelos meus certificados, hihihi”.
O velho não hesitou e também subiu na cama. Ficou à espera de que fosse a loira quem tomasse a iniciativa. Ela, por sua vez, ajoelhou-se sobre o leito para ver qual seria sua primeira missão para ganhar os tão preciosos certificados de notas. Foi então que notou o pau duro que o professor Túlio estava exibindo. A vez em que ela o chupou no escritório tinha sido quase na penumbra e rápido, já que qualquer pessoa poderia entrar e pegá-los no flagra, mas agora… ela via em toda sua magnitude, essa era de medidas respeitáveis, quase grandona, mas para a Claudia, sempre acostumada a mamar e se servir de simples paus pequenos dos seus namorados, aquilo parecia o pau de um animal, totalmente coberto por grossas veias negras, terrivelmente gordo e pulsando excitado rapidamente. Tudo isso foi demais para a estudante fogosa, que instintivamente se atirou com uma expressão luxuriosa no seu rosto bonito, começando a lamber o pau de forma desesperadamente repetida, até que de uma só vez engoliu até o fundo da garganta, mantendo-se nessa posição por uns segundos deliciosos, nos quais o feliz do professor Tulio aproveitou para empurrar e entrar ainda mais naquela gloriosa garganta que o levava ao verdadeiro paraíso. A via de quatro, movendo aceleradamente sua cabeleira loira para frente e para trás, como uma verdadeira doida varrida, chupando o pau, ordenhando com os lábios, como uma verdadeira cordeirinha recém-nascida. Ele sentia na ponta do seu tronco que já estava quase entrando na faringe da colegial fogosa, mas a chupada gostosa e profunda que ela dava no seu pau continuava, com movimentos de língua às vezes suaves e outras vezes violentos e intensos. O veio pensava que a vida escapava por aquela chupada magistral que a aluna lhe dava. — Ohhhhhh, loirinha, como você chupa meu pau!! — exclamava o veio, ao mesmo tempo que deixava a Claudia fazer o trabalho de chupar como ela achasse melhor. Claudia tinha perdido os sentidos com aquele pau gordo que mantinha alojado na boca e não conseguia parar de chupar, mesmo que quisesse. Mas também sentia a necessidade imperiosa de que o professor degenerado a enfiasse. A grossura daquela gloriosa tranca de carne a tinha num estado de tesão tão grande que agora ela não estava disposta a deixar passar a oportunidade de ser enfiada. Decidiu que seu professor tinha que comer ela, de um jeito ou de outro.
Lentamente, ela foi tirando da boca, ao mesmo tempo que sorvia todos os vestígios de líquidos pré-seminais que banhavam o tronco do agora alongado membro viril, deixando-o totalmente limpo, mas bem brilhante devido à umidade de seus lábios. Ela mesma fez o homem deitar de costas em sua caminha, para então, imediatamente, se levantar e passar uma perna por cima da barriga do professor Tulio, ficando de cavalinha sobre ele, mas sem enfiá-lo ainda, lançando-se a devorar sua boca repulsiva como uma verdadeira possessa, mordendo suavemente seus lábios grossos, brincando com sua língua e com a dele. Ela era uma autêntica deusa e um prodígio erótico pela lascívia, luxúria e morbidez com que ela se encarregava de levar a situação.
Claudia o pegou pelos pulsos, olhando-o com uma cara de puta pervertida e ainda montada em sua barriga peluda. O velhote, cujas olheiras já estavam quase estourando de tão inchadas que estavam, produto do imenso tesão que quase o consumia, apenas se deixava fazer por aquela vampiresa erótica.
— Vamos, puta… já para de besteira e me deixa meter…
— Shhhhh!! — ela o fez calar, dando a entender que sabia o que estava fazendo, ao mesmo tempo que pegava seu troféu de carne e o posicionava na entrada de sua vagina loira, fechando os olhos em sinal de concentração para se deixar cair quase com brutalidade, penetrando-se sozinha e soltando um gemido sonoro de prazer.
Claudia o havia encaixado e enfiado tudo sem a ajuda de ninguém, para então começar com uns movimentos suaves de sobe e desce, sentindo e se deleitando com as sensações incríveis e gostosas que lhe provocava estar enfiada na pica do professor Tulio, que jazia deitado e quase incrédulo da incrível foda que Claudia estava começando a lhe dar. A mulher, por sua vez, pela expressão de seu rosto, dava para ver que também estava curtindo pra caralho. lindo. A loira continuava com os mesmos movimentos suaves e cadenciados da cintura e dos quadris, espremendo ele até não poder mais, ao mesmo tempo que notava como uma verdadeira puta profissional que o veio do velho estava ficando cada vez mais duro, pela qual ela gradualmente foi acelerando seus movimentos. A cada segundo que passava, ambos os amantes sentiam que mais prazerosa e gratificante era a foda de concurso que estavam dando, o velho também empurrava seu apêndice para cima para empalar ainda mais a mulher quente que estava o comendo, ao mesmo tempo que dizia para si mesmo: "Está pagando com juros e correção o preço das suas notas de estudante, essa Claudia sim sabia dar prazer a um macho". —Gosta do que estou fazendo, mestrezinho? — perguntava a jovem mulher ao seu professor, com seus lindos olhos semicerrados, produto da excitação calorosa em que se encontrava. —Siiiii, putinha, você realmente se mexe gostoooooso! Por Deus, meninaaa!!… como você chupa meu pauuuu!! —Já ganhei meus certifiiiicadooosss?… —Claro que sim, linduraaaa…, mas o outro a gente conversa depois, por agora continue cavalgando em mim… puuutaaaa!! A estudante loira, já mais preocupada com seu próprio prazer do que com os certificados escolares, iniciou uma cavalgada acelerada, com a única intenção de deixar as bolas do professor Túlio secas. Ela se menava com uma autêntica tesão, em certos momentos ondulava a cintura, arremetia e espremia o pau que tão deliciosamente ela mesma estava comendo, para depois voltar a uma cavalgada rítmica que já a estava levando até o próprio céu. O degenerado professor determinou que já havia deixado tempo demais para que a puta excitada que gostosamente o cavalgava se sentisse dona da situação. Agora ele lhe mostraria o que era foder de verdade com um macho de verdade com tesão. Endireitou-se como pôde e com dificuldade, já que a Claudia, que estava perdida no mar da luxúria, não conseguia parar de se menar violentamente, isso ao O professor adorava, uma vez endireitado e quando a loira quis se lançar para beijá-lo, o professor a pegou por suas nádegas macias e bem definidas e a desenroscou de uma vez, jogando-a de costas na cama. Claudia não sabia muito bem o que estava acontecendo, quando o viu vir nojento para montar em seu corpo curvilíneo, imaginou-o como um daqueles monstros nojentos que aparecem nos filmes de hentai, pensou que só faltavam os tentáculos, mas isso a excitava ainda mais.
Claudia ficou de pernas abertas, com sua respiração totalmente acelerada e com seu olhar vidrado voltado para o teto, nunca tinha tido um orgasmo dessas características. O velho, que só então se lembrou de sua pica já dolorida de tanto sêmen acumulado, montou novamente nas suavidades do corpo daquela garota Deusa, e sem perguntar nada simplesmente enfiou até o fundo.
A loira apenas se deixou ser penetrada e, ao lembrar o prometido por seu mestre, aquilo de enfiar tão fundo até fazê-lo sair pela boca, não hesitou em secundá-lo com empenho, de modo que já em poucos minutos estavam novamente fodendo como realmente fazem um macho e uma fêmea.
O mestre Tulio se movia como desesperado sobre aquele corpo feminino de 18 anos, enquanto lambia de forma nojenta o belo rosto de Claudia. A loira, que se mexia no mesmo ritmo de seu professor e gozava com as lambidas em seu rosto, sentia que depois dessa foda não conseguiria fazê-lo novamente por um mês. Nenhum de seus namorados tinha sido capaz de arrancar dela um orgasmo real e verdadeiro, apenas uns tímidos arrepios que havia sentido com algum deles. Esse velho sim que era quente, pensava, e sentia como o pau dele adentrava seu corpo como se ela estivesse envolta em chamas.
Estava nesses pensamentos quando sentiu o velho se separar de seu corpo.
— Agora te quero de quatro, piranhaaa!! — Claudia, que estava se divertindo muito, Não duvidei muito e rapidamente adotei a posição que já tinha ouvido falar, e que ela nunca tinha praticado, mas que se sentiu tão bem quando já estava posta, se sentiu como uma puta, adorou se sentir meramente um animal, aqueles babacas que tinha tido como namorados não chegavam nem aos calcanhares do seu mestrezinho que sim sabia como foder uma mulher como ela, notei como esse velho tarado começou a lamber sua bunda, situação que a fez ver estrelas, sentia a língua do homem lambendo aquela parte proibida, mas era tão gostoso que ela não podia negar.
Quando o veio percebeu que a bunda da garota já estava bem molhada com suas saliva, colocou em prática a ideia sodomítica que tinha passado por sua mente, agarrou firmemente a colegial por um dos quadris para que ela não fosse arrancar no momento da irrupção, acomodou sua rola no anelzinho rosado de Claudia e se propôs a empurrar. Ele ia enfiar nela.
Claudia, que se mantinha entretida sentindo como lambiam sua bunda, nunca pensou no que seu professor se propunha a fazer, e quando se sentiu bem segurada pelos quadris e ao sentir como a pica daquele velho nojento se posava timidamente na entrada do minúsculo e virgem buraquinho que tinha como cu, pela primeira vez na noite se sentiu aterrorizada, por ali nunca tinham feito isso, algo tinha ouvido falar, mas ela estava longe de querer experimentar em nenhuma ocasião, nem mesmo com o mais belo dos príncipes encantados e menos ainda com esse autêntico velho degenerado que já estava se preparando para penetrá-la analmente…
—Professor, isso não estava no combinadoooo!!... Ohhhhh! Uffffffffffffff!!, não em…pu…jeeee!!, gritou ao sentir o primeiro empurrão….
—Grita o quanto quiser, garota, porque agora vou te enfiar a rola no cuuuu, hahahahaha!!... e tenta curtir, porque vai doer!! Te aviso que não vai conseguir cagar direito por uma semana, hahahaha, dizia enquanto zombava daquela loira estudante que sempre se achou superior a todos os outros… CONTINUARÁ SE ESTA HISTÓRIA FOR DO AGRADO DOS LEITORES DO PORINGA, FAÇAM-ME SABER PARA PUBLICAR MAIS HISTÓRIAS OBRIGADO.
0 comentários - Las Aventuras de Lupita capitulo 14